O documento discute as formas comunicativas do habitar ao longo da história e como elas têm sido moldadas pelas revoluções comunicativas. Ele descreve três tipos de habitar: empático, mediado pela escrita; exotópico, influenciado pela reprodução técnica da paisagem; e atópico, definido pelas interações em redes digitais e fluxos de informação. O habitar atual é influenciado pelas interfaces tecnológicas e ecossistemas artificiais criados em mundos virtuais e realidades expandidas.