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Trabalho do 4º ano/ Turma A
1º CEB – Escola Básica de Figueiró
Numa longínqua floresta viviam seis duendes muito endiabrados, todos usavam barrete igual
e uma roupa de cor diferente .
Um tinha roupa cor-de-laranja e chamavam-lhe Laranjinha, outro tinha roupa azul e
chamava-se Azulinho, outro tinha a roupa verde e chamava-se Verdinho, outro tinha a roupa
amarela e chamava-se Amarelinho, outro tinha a roupa vermelha e chamava-se Vermelhinho e
o outro tinha a roupa branca e chamava-se Branquinho. Eles gostavam muito de brincar e
cantar.
Cada manhã os Duendes faziam as suas tarefas. Cada um tinha uma tarefa.
Enquanto uns arrumavam a casa, os outros iam brincar para a floresta. Chegavam
os domingos e nenhum queria trabalhar!
Aos Domingos eles não arrumavam a casa, só sabiam brigar uns com os outros.
As camas ficavam desfeitas, o tapete encorrilhado, as roupas estavam no chão, a torneira a
deitar água, os pratos partidos e os quadros de pernas para o ar.
Aquilo que eles sabiam fazer era brigar uns com os outros, ninguém se entendia, ficavam
sempre zangados aos domingos quando não tinham nada para fazer.
A Maria Castanha vivia no outro lado da floresta com seu avô, onde apanhavam
imensas castanhas para vendê-las no mercado. Seu avô sempre lhe dizia para não
passar para o outro lado da floresta.
E dia-a-dia, de manhã cedo, ela levantava-se para recolher castanhas para o seu avô
vender no mercado. Era um canseira, mas Maria Castanha adorava fazer aquilo.
Também pouco mais havia para fazer alí na floresta.
Certa tarde, a Maria Castanha foi até á floresta apanhar flores. Nesse dia, houve
uma grande tempestade e caíram várias árvores, entre elas um grande castanheiro.
Era um dos castanheiros onde Maria Castanha costumava apanhar castanhas. Ele
caiu sobre o rio, formando uma espécie de ponte. Entretanto, Maria Castanha
passou para o outro lado do rio sem dar por isso, contrariando a vontade do seu
avô.
Quando os duendes viram a Maria Castanha ficaram contentes e pensaram logo
que ela podia ficar em casa deles para arrumar a casa aos Domingos.
De repente, a Maria Castanha viu que estava a escurecer.
A Maria Castanha disse aos duendes que tinha de ir embora.
Os duendes fizeram uma roda a volta dela e começaram a cantar e diziam que ela
não ia embora.
A Maria Castanha pediu então para avisarem o seu avô, mas logo ficou aflita
porque na floresta não havia carteiro.
Os duendes disseram que não havia problema pois tinham o velho Crock.
Nesse momento os duendes bateram palmas e gritaram pelo nome do velho Crock.
Num abrir e fechar de olhos um pássaro grande e azul apareceu à sua frente, para
levar a mensagem ao avô..
No dia seguinte a menina levantou-se e começou a arrumar a casa: acendeu a
lareira, fez as camas, a comida… Os duendes ficaram muito contentes. A Maria
Castanha cozinhava muito bem.
Depois, a Maria Castanha decidiu regressar a casa mas o duendes voltaram a andar
à roda dela, a cantar e a dizer que ela não ia. A menina chorou e eles disseram que a
deixavam ir se ela viesse todos os domingos arrumar a casa deles.
Nos dois domingos seguintes, a menina cumpriu a promessa. Foi limpar a casa dos
duendes.
No terceiro domingo virou-se para o avô e disse que já estava cansada e que não ia
lá mais… afinal os duendes não ajudavam nada e só ela é que trabalhava.
O avô fechou tudo porque ele sabia que o velho Krock ia roubar-lhes as castanhas.
Como a Maria Castanha não apareceu, os duendes resolveram vingar-se e
combinaram ir a casa dela. Então um duende disfarçou-se de velhinha e bateu à
porta da Maria Castanha. Ele disse que se tinha perdido na floresta.
O Avô pensou que era verdade e abriu a porta para ajudar a velhinha.
Quando o avô abriu a porta, viu que eram os duendes que vinham roubar-lhes as castanhas.
Eles empurraram o avô contra a parede e abriram as janelas para o Krock entrar. Ele levou
todas as castanhas num grande saco e os duendes fugiram, deixando o avô e a menina a
chorar.
Ao saber da notícia, o guarda-florestal pegou no seu cão e disse ao avô:
-Vamos procura-los! Eles vão ter de pagar por aquilo que fizeram!
-Vamos! - Concordou o avô.
Eles foram procurar os duendes, mas não encontraram ninguém… nem a cabana.
Passado algum tempo, viram marcas no chão e repararam no cocuruto de uma
árvore. Lá, estavam os duendes todos encharcados , sujos, a espirrar e numa grande
choradeira. Tinham ficado sem cabana com a tempestade e estavam mortos de frio e
fome. Todos estavam arrependidos do que tinham feito ao avô da Maria Castanha.
Quando o avô viu o que tinha acontecido aos
duendes disse-lhes, que se não tinham casa,
podiam ir viver na sua, pois lá eles ficavam bem.
Os duendes agradeceram e prometeram não fazer
mais travessuras e que iam fazer as tarefas todas.
O avô e a Maria Castanha não teriam que fazer
nada, apenas a Maria Castanha teria de cozinhar
porque ela fazia uma comida muito boa, melhor do
que ninguém.
Depois, foram buscar as castanhas que tinham roubado e até trouxeram mais três
sacos, para devolver ao avô. No fim foram todos para casa do avô, muito contentes.
A partir daí viveram todos muito felizes.
LIÇÃO DE MORAL:
Mais vale retribuirmos com o bem do que com o mal, o mal não faz ninguém
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História da Maria Castanha

  • 1. Trabalho do 4º ano/ Turma A 1º CEB – Escola Básica de Figueiró
  • 2. Numa longínqua floresta viviam seis duendes muito endiabrados, todos usavam barrete igual e uma roupa de cor diferente . Um tinha roupa cor-de-laranja e chamavam-lhe Laranjinha, outro tinha roupa azul e chamava-se Azulinho, outro tinha a roupa verde e chamava-se Verdinho, outro tinha a roupa amarela e chamava-se Amarelinho, outro tinha a roupa vermelha e chamava-se Vermelhinho e o outro tinha a roupa branca e chamava-se Branquinho. Eles gostavam muito de brincar e cantar.
  • 3. Cada manhã os Duendes faziam as suas tarefas. Cada um tinha uma tarefa. Enquanto uns arrumavam a casa, os outros iam brincar para a floresta. Chegavam os domingos e nenhum queria trabalhar!
  • 4. Aos Domingos eles não arrumavam a casa, só sabiam brigar uns com os outros. As camas ficavam desfeitas, o tapete encorrilhado, as roupas estavam no chão, a torneira a deitar água, os pratos partidos e os quadros de pernas para o ar. Aquilo que eles sabiam fazer era brigar uns com os outros, ninguém se entendia, ficavam sempre zangados aos domingos quando não tinham nada para fazer.
  • 5. A Maria Castanha vivia no outro lado da floresta com seu avô, onde apanhavam imensas castanhas para vendê-las no mercado. Seu avô sempre lhe dizia para não passar para o outro lado da floresta.
  • 6. E dia-a-dia, de manhã cedo, ela levantava-se para recolher castanhas para o seu avô vender no mercado. Era um canseira, mas Maria Castanha adorava fazer aquilo. Também pouco mais havia para fazer alí na floresta.
  • 7. Certa tarde, a Maria Castanha foi até á floresta apanhar flores. Nesse dia, houve uma grande tempestade e caíram várias árvores, entre elas um grande castanheiro. Era um dos castanheiros onde Maria Castanha costumava apanhar castanhas. Ele caiu sobre o rio, formando uma espécie de ponte. Entretanto, Maria Castanha passou para o outro lado do rio sem dar por isso, contrariando a vontade do seu avô.
  • 8. Quando os duendes viram a Maria Castanha ficaram contentes e pensaram logo que ela podia ficar em casa deles para arrumar a casa aos Domingos. De repente, a Maria Castanha viu que estava a escurecer. A Maria Castanha disse aos duendes que tinha de ir embora. Os duendes fizeram uma roda a volta dela e começaram a cantar e diziam que ela não ia embora.
  • 9. A Maria Castanha pediu então para avisarem o seu avô, mas logo ficou aflita porque na floresta não havia carteiro. Os duendes disseram que não havia problema pois tinham o velho Crock. Nesse momento os duendes bateram palmas e gritaram pelo nome do velho Crock. Num abrir e fechar de olhos um pássaro grande e azul apareceu à sua frente, para levar a mensagem ao avô..
  • 10. No dia seguinte a menina levantou-se e começou a arrumar a casa: acendeu a lareira, fez as camas, a comida… Os duendes ficaram muito contentes. A Maria Castanha cozinhava muito bem.
  • 11. Depois, a Maria Castanha decidiu regressar a casa mas o duendes voltaram a andar à roda dela, a cantar e a dizer que ela não ia. A menina chorou e eles disseram que a deixavam ir se ela viesse todos os domingos arrumar a casa deles.
  • 12. Nos dois domingos seguintes, a menina cumpriu a promessa. Foi limpar a casa dos duendes. No terceiro domingo virou-se para o avô e disse que já estava cansada e que não ia lá mais… afinal os duendes não ajudavam nada e só ela é que trabalhava. O avô fechou tudo porque ele sabia que o velho Krock ia roubar-lhes as castanhas.
  • 13. Como a Maria Castanha não apareceu, os duendes resolveram vingar-se e combinaram ir a casa dela. Então um duende disfarçou-se de velhinha e bateu à porta da Maria Castanha. Ele disse que se tinha perdido na floresta. O Avô pensou que era verdade e abriu a porta para ajudar a velhinha.
  • 14. Quando o avô abriu a porta, viu que eram os duendes que vinham roubar-lhes as castanhas. Eles empurraram o avô contra a parede e abriram as janelas para o Krock entrar. Ele levou todas as castanhas num grande saco e os duendes fugiram, deixando o avô e a menina a chorar.
  • 15. Ao saber da notícia, o guarda-florestal pegou no seu cão e disse ao avô: -Vamos procura-los! Eles vão ter de pagar por aquilo que fizeram! -Vamos! - Concordou o avô.
  • 16. Eles foram procurar os duendes, mas não encontraram ninguém… nem a cabana. Passado algum tempo, viram marcas no chão e repararam no cocuruto de uma árvore. Lá, estavam os duendes todos encharcados , sujos, a espirrar e numa grande choradeira. Tinham ficado sem cabana com a tempestade e estavam mortos de frio e fome. Todos estavam arrependidos do que tinham feito ao avô da Maria Castanha.
  • 17. Quando o avô viu o que tinha acontecido aos duendes disse-lhes, que se não tinham casa, podiam ir viver na sua, pois lá eles ficavam bem. Os duendes agradeceram e prometeram não fazer mais travessuras e que iam fazer as tarefas todas. O avô e a Maria Castanha não teriam que fazer nada, apenas a Maria Castanha teria de cozinhar porque ela fazia uma comida muito boa, melhor do que ninguém.
  • 18. Depois, foram buscar as castanhas que tinham roubado e até trouxeram mais três sacos, para devolver ao avô. No fim foram todos para casa do avô, muito contentes.
  • 19. A partir daí viveram todos muito felizes. LIÇÃO DE MORAL: Mais vale retribuirmos com o bem do que com o mal, o mal não faz ninguém feliz. FIM