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Ler por prazer e para aprender

      Somos os alunos da turma D, do segundo ano de escolaridade da
Escola E.B.1/J.I. de Espinho n.º 2, e temos realizado diversas actividades
de exploração do livro “Há fogo na floresta”, da autoria de Ana Maria
Magalhães e Isabel Alçada, da Editora Caminho. Já desenvolvemos tarefas
de leitura e de escrita e, também, no domínio das expressões, das tarefas
matemáticas e das ciências experimentais.

      Gostávamos de vos mostrar algumas das actividades que
desenvolvemos aquando a análise da primeira parte do livro intitulada
“Encontros na Floresta”. Como exemplo, apresentamos: uma história que
elaborámos e seria a nossa previsão de continuação do primeiro capítulo
“Uma boa surpresa”; um texto poético de reconto do segundo capítulo
“Discussão de vizinhos”; uma banda desenhada referente ao terceiro
capítulo “Festa na árvore grande”; e um resumo sobre o quarto capítulo
“Piquenique na floresta”.

      Os alunos criaram um hino para a floresta em que pretenderam
valorizar as árvores da floresta portuguesa e reconhecer a sua
importância.   Simultaneamente,     realizaram   trabalhos   plásticos   de
construção de diferentes árvores com recurso a materiais distintos, em
que deram larga à sua imaginação.
A nova casa

      A família dos coelhos mudou-se para a nova casa, que era uma toca
existente na árvore mais bonita daquela floresta.

      Na árvore viviam muitos animais: papagaios, melros, coelhos, um
mocho, esquilos, macacos, um pica-pau e um ginete.

      Os coelhinhos ficaram muito contentes com a nova casa, pois era
mais espaçosa e bonita. No entanto, passado algum tempo, os pais dos
coelhinhos precisaram de fazer uma reunião com os seus vizinhos, dado
que, por um lado sentiam-se contentes por ter o mocho que vigiava à
noite e os avisava dos perigos como os caçadores e o ataque dos lobos e
raposas, por outro lado não conseguiam descansar por causa do barulho
do pica-pau, que estava sempre a picar a árvores e estragava-lhes a casa,
assim como estavam fartos das partidas dos macacos.

      Reuniram-se os moradores daquela árvore e o mocho, como
presidente, insistiu na necessidade de todos se respeitarem, pelo que, a
partir desse dia, o pica-pau começou a trabalhar noutra árvore e os
macacos deixaram de fazer malandrices.

      Então os coelhos continuaram a viver naquela árvore e desistiram
de regressar à antiga lura.

      E oxalá que tudo lhes corra bem e a nós também.
Discussão de vizinhos


    Os coelhinhos mudaram de casa,

   para uma linda árvore foram viver.

      Mas a toupeira ficou irritada,

pois só pensava no barulho que iam fazer.



 Uma reunião de vizinhos foi convocada

   e realizou-se de manhã bem cedo.

   A toupeira mostrou-se aborrecida

    e queixou-se a todos sem medo.



    O ouriço-cacheiro não concordou

 e disse que seria uma animação a valer.

      O pica-pau logo acrescentou,

     que uma banda poderiam ter.



          A rainha das formigas

     a sua opinião quis apresentar:

Dos coelhos, as formigas seriam amigas,

 visto que eles teriam migalhas para dar.
Da colmeia chegou uma mensagem.

A abelha-mestra dizia que seriam bem recebidos,

  se fossem civilizados naquela hospedagem,

   mas distribuiriam ferroadas aos atrevidos.



           A toupeira, resmungona,

           decidiu esperar para ver.

               Ela era ciumenta

           e criticava todos a valer.
áRvores da floresta
Piquenique na floresta




      As crianças brincaram durante toda a tarde, em que jogaram à bola
e construíram uma tenda de índios com os ramos secos que apanharam e
as mantas que a mãe lhes deu.

      Passado algum tempo, como os meninos estavam com fome,
começaram a comer o que estava no cesto de piquenique. Entretanto, o
pai lembrou-se de assar salsichas para fazer cachorros quentes.

      De seguida, começaram a recolher paus, pinhas e pedaços de cascas
de árvores para fazer a fogueira na parte mais limpa do terreno para
evitar incêndios. Então, fizeram a fogueira, mas puseram muita madeira e
esta começou a arder com bastante força acabando por queimar as
salsichas.

      Como não quiseram esperar que a fogueira ficasse em brasas, eles
decidiram comer cachorros frios.

      Posteriormente, as crianças foram para a tenda jogar cartas e comer
amoras. Elas ficaram a brincar na tenda até escurecer.

      Quando o pai chamou os meninos para irem embora, eles avisaram-
no que a fogueira ainda estava acesa.         Contudo, o pai não tinha água,
pelo que deixou ficar a fogueira a arder e foi embora.

      O pica-pau, que andava a sobrevoar a clareira, viu a fogueira em
brasas e ficou muito aflito.
HINO DA FLORESTA


Escuta, Amigo!
A floresta é especial!
Sem ela o Mundo
nunca mais será igual!


Vem, protege,
respeita a Natureza,
vê a sua beleza
sem igual!                        REFRÃO
Na floresta há animais,
plantas e muito mais…


Na floresta podes brincar
e os animais observar.
Mas também podes
as árvores estudar!


REFRÃO


Com o pinheiro
terás resina e pinhas
e com o sobreiro
cortiça para as rolhinhas.


REFRÃO


Escuta, Amigo!
Esta é a canção da Floresta.
Protege as árvores
para vivermos em festa.


REFRÃO
          Escola E.B.1/J.I. Espinho 9n.º Beethoven) 2.º Turma: D
                     (Música: Sinfonia nº de 2 // Ano:

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  • 1. Ler por prazer e para aprender Somos os alunos da turma D, do segundo ano de escolaridade da Escola E.B.1/J.I. de Espinho n.º 2, e temos realizado diversas actividades de exploração do livro “Há fogo na floresta”, da autoria de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, da Editora Caminho. Já desenvolvemos tarefas de leitura e de escrita e, também, no domínio das expressões, das tarefas matemáticas e das ciências experimentais. Gostávamos de vos mostrar algumas das actividades que desenvolvemos aquando a análise da primeira parte do livro intitulada “Encontros na Floresta”. Como exemplo, apresentamos: uma história que elaborámos e seria a nossa previsão de continuação do primeiro capítulo “Uma boa surpresa”; um texto poético de reconto do segundo capítulo “Discussão de vizinhos”; uma banda desenhada referente ao terceiro capítulo “Festa na árvore grande”; e um resumo sobre o quarto capítulo “Piquenique na floresta”. Os alunos criaram um hino para a floresta em que pretenderam valorizar as árvores da floresta portuguesa e reconhecer a sua importância. Simultaneamente, realizaram trabalhos plásticos de construção de diferentes árvores com recurso a materiais distintos, em que deram larga à sua imaginação.
  • 2. A nova casa A família dos coelhos mudou-se para a nova casa, que era uma toca existente na árvore mais bonita daquela floresta. Na árvore viviam muitos animais: papagaios, melros, coelhos, um mocho, esquilos, macacos, um pica-pau e um ginete. Os coelhinhos ficaram muito contentes com a nova casa, pois era mais espaçosa e bonita. No entanto, passado algum tempo, os pais dos coelhinhos precisaram de fazer uma reunião com os seus vizinhos, dado que, por um lado sentiam-se contentes por ter o mocho que vigiava à noite e os avisava dos perigos como os caçadores e o ataque dos lobos e raposas, por outro lado não conseguiam descansar por causa do barulho do pica-pau, que estava sempre a picar a árvores e estragava-lhes a casa, assim como estavam fartos das partidas dos macacos. Reuniram-se os moradores daquela árvore e o mocho, como presidente, insistiu na necessidade de todos se respeitarem, pelo que, a partir desse dia, o pica-pau começou a trabalhar noutra árvore e os macacos deixaram de fazer malandrices. Então os coelhos continuaram a viver naquela árvore e desistiram de regressar à antiga lura. E oxalá que tudo lhes corra bem e a nós também.
  • 3. Discussão de vizinhos Os coelhinhos mudaram de casa, para uma linda árvore foram viver. Mas a toupeira ficou irritada, pois só pensava no barulho que iam fazer. Uma reunião de vizinhos foi convocada e realizou-se de manhã bem cedo. A toupeira mostrou-se aborrecida e queixou-se a todos sem medo. O ouriço-cacheiro não concordou e disse que seria uma animação a valer. O pica-pau logo acrescentou, que uma banda poderiam ter. A rainha das formigas a sua opinião quis apresentar: Dos coelhos, as formigas seriam amigas, visto que eles teriam migalhas para dar.
  • 4. Da colmeia chegou uma mensagem. A abelha-mestra dizia que seriam bem recebidos, se fossem civilizados naquela hospedagem, mas distribuiriam ferroadas aos atrevidos. A toupeira, resmungona, decidiu esperar para ver. Ela era ciumenta e criticava todos a valer.
  • 6. Piquenique na floresta As crianças brincaram durante toda a tarde, em que jogaram à bola e construíram uma tenda de índios com os ramos secos que apanharam e as mantas que a mãe lhes deu. Passado algum tempo, como os meninos estavam com fome, começaram a comer o que estava no cesto de piquenique. Entretanto, o pai lembrou-se de assar salsichas para fazer cachorros quentes. De seguida, começaram a recolher paus, pinhas e pedaços de cascas de árvores para fazer a fogueira na parte mais limpa do terreno para evitar incêndios. Então, fizeram a fogueira, mas puseram muita madeira e esta começou a arder com bastante força acabando por queimar as salsichas. Como não quiseram esperar que a fogueira ficasse em brasas, eles decidiram comer cachorros frios. Posteriormente, as crianças foram para a tenda jogar cartas e comer amoras. Elas ficaram a brincar na tenda até escurecer. Quando o pai chamou os meninos para irem embora, eles avisaram- no que a fogueira ainda estava acesa. Contudo, o pai não tinha água, pelo que deixou ficar a fogueira a arder e foi embora. O pica-pau, que andava a sobrevoar a clareira, viu a fogueira em brasas e ficou muito aflito.
  • 7. HINO DA FLORESTA Escuta, Amigo! A floresta é especial! Sem ela o Mundo nunca mais será igual! Vem, protege, respeita a Natureza, vê a sua beleza sem igual! REFRÃO Na floresta há animais, plantas e muito mais… Na floresta podes brincar e os animais observar. Mas também podes as árvores estudar! REFRÃO Com o pinheiro terás resina e pinhas e com o sobreiro cortiça para as rolhinhas. REFRÃO Escuta, Amigo! Esta é a canção da Floresta. Protege as árvores para vivermos em festa. REFRÃO Escola E.B.1/J.I. Espinho 9n.º Beethoven) 2.º Turma: D (Música: Sinfonia nº de 2 // Ano: