Ines maia

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Ines maia

  1. 1. Trabalho realizado por: Inês Teixeira Maia Nº12 7ºC Ano lectivo 2009/2010 Projecto Individual de Leitura
  2. 2. Os Cinco e a luz destruidora
  3. 3. Chegam as férias <ul><li>Logo no início da manhã, o David tinha o pneu da bicicleta furado. Os Cinco já estavam atrasados para o comboio, e por este andar nunca chegariam a tempo de o apanhar. A Zé já estava a ficar irritada porque pensava que não ia apanhar. Finalmente o David conseguiu encher o pneu da sua bicicleta e chegaram a tempo de o conseguir apanhar. Tim, o cão da Zé, foi a viagem toda com a cabeça de fora porque adorava apanhar vento no focinho. Os Cinco fizeram uma promessa, de que nestas férias não se iam meter em nenhumas aventuras. Eles saíram na estação “Polwilly”. </li></ul>
  4. 4. A Quinta Tremannon <ul><li>No caminho até à quinta “Tremannon”, encontraram algumas lojas e casas. Os quatro jovens encontraram a loja principal e entraram. A senhora da loja perguntou se eles eram estrangeiros, e o Júlio negou. Mesmo assim a senhora da loja insistiu. O resto da viagem até a quinta “Tremannon” era sempre a subir, mas finalmente chegaram, e foram logo “cumprimentados” por quatro cães, o Tim não gostou muito, mas mesmo assim portou-se como um perfeito cavalheiro!!! A senhora Penruthlan não falava como os habitantes locais. Depois de se lavarem foram para a sala de estar onde a senhora Penruthlan lhes tinha preparado um lanche. </li></ul>
  5. 5. A Primeira noite <ul><li>Após o maravilhoso lanche, os quatro jovens não estavam com vontade de fazer grande coisa. Passados alguns minutos os rapazes já estavam lá fora. Tim o cão da Zé muito se divertia com os outros cães. Naquele preciso momento chegaram as raparigas. Uns metros atrás vinha um rapazinho, estranho, descalço, despenteado e muito sujo. Ele chamava-se Yan. O rapaz seguia-os para todo lado. A senhora Penruthlan deu a Yan um cesto de comida para o seu bisavô e um bocadinho para ele. Depois de Yan se ir embora os quatro jovens foram ao celeiro, onde o encontraram de novo escondido atrás da palha e a comer. O Júlio quando o viu expulsou-o. A seguir, foram para casa e para a cama. Quando Júlio estava prestes a adormecer ouviu um ruído estranho e acordou o David, abrira a janela e apareceu o Yan. O Júlio discutiu com ele e este foi-se embora. Os dois rapazes acabaram por adormecer de novo. No dia seguinte um belo pequeno-almoço os esperava. </li></ul>
  6. 6. Na enseada <ul><li>Os três primeiros dias na quinta Tremannon foram dias sem grandes acontecimentos. Tim nunca embirrou com Yan, o normal que ladrasse mas pelo contrário parece um pateta a volta dele. Júlio queria-se encontrar com o bisavô dele. Lá estava Yan novamente atrás de um tronco de árvore. O Júlio afugentou-o mas o rapaz era muito rápido e desapareceu-lhe de vista. Após isso, decidiram ir até ao mar dar um mergulho, montaram as bicicletas e começaram a pedalar e a senhora Penruthlan preparou-lhes um lanche, para eles levarem. A estrada até ao mar era entre duas falésias. Os jovens encontraram uma pequena “piscina” e lá ficaram. Ao olharem para cima da falésia viram Yan. Júlio ficou aborrecido e disse logo que estava na hora de ir embora. A maré começou a subir rapidamente e Yan ainda não tinha aparecido. </li></ul>
  7. 7. Na enseada <ul><li>Ficaram todos preocupados, até o Júlio. Foram-se embora e quando chegaram a quinta, contaram a Sra. Penruthlan o que se tinha passado. Ela disse-lhes que ele conhecia a terra de olhos vendados. Foram dar um passeio e encontraram Yan de novo, e a Ana ao vê-lo chamou-o. Amanhã os quatro jovens iam visitar o bisavô de Yan. Este tinha escapado pela “ passagem dos destruidores”, que o bisavô lhe ensinou. Os quatro jovens pensaram logo numa aventura. </li></ul>
  8. 8. Yan e o bisavô <ul><li>O dia seguinte era Domingo. Os quatro jovens ajudaram a Sra. Penruthlan a descascar ervilhas. Yan apareceu a pedir um rebuçado e Júlio mandou-o lavar as mãos para descascar ervilhas e a seguir Júlio dava-lhe um rebuçado mas Yan não quis. Yan avisou os quatro jovens que o seu bisavô queria que eles o fossem visitar. Eles disseram que o iam visitar esta tarde. Os quatro jovens mais Tim foram-se arranjar e saíram para ir para a missa. Ao saírem da missa, David, pediu para Yan os levarem ao bisavô dele a seguir do almoço. Acabaram de almoçar e lá estava Yan a porta para os levarem. Ao chegarem a casa de Yan foram logo dizer, ao bisavô de Yan, que tinham trazido um lanche para todos eles. O bisavô de Yan levou-os a um sítio onde o seu pai o tinha levado em pequeno. </li></ul>
  9. 9. Uma história estranha <ul><li>Os quatro jovens ficaram subitamente arrepiados debaixo daquele Sol quente, quando ouviram as estranhas palavras do velho pastor. David perguntou ao bisavô de Yan se ele sabia alguma coisa sobre a “passagem dos destruidores”, mas o bisavô disse-lhes que não, porque tinha prometido a seu pai guardar segredo. Yan afinal não sabia nada sobre a “passagem dos destruidores”, e o David ficou muito decepcionado. O bisavô, pensou em mais histórias para lhes contar e lembrou-se de uma história muito antiga chamada “ A velha que dizia ser bruxa”. Após isso eles foram-se embora. </li></ul>
  10. 10. Uma saída nocturna <ul><li>Quando chegaram a grande cozinha estava bastante escuro. </li></ul><ul><li>Nuvens de trovoada tinham se juntado com um ar sombrio e sinistro. Ao longe ouviu-se o primeiro som de trovoada. </li></ul><ul><li>O Sr. Penruthlan com os seus sons peculiares disse a esposa que ia passar a noite com a égua Jenny, porque estava doente. Estava a chover torrencialmente. </li></ul><ul><li>Os quatro jovens decidiram ir para a cama porque sabiam que os Penruthlan, acordavam cedo. </li></ul><ul><li>O David e o Júlio não tinham sono e decidiram ver se a luz estava a brilhar na torre conforme disse o bisavô de Yan. </li></ul><ul><li>Pegaram nas lanternas e saíram silenciosos. Passaram pelo celeiro e viram que a égua já não estava doente. </li></ul><ul><li>Os jovens saltaram o muro e depararam-se com a sombra de um homem, que agarrou no ombro de David com muita força. Ele consegui soltar-se e fugiu para á beira de Júlio. </li></ul><ul><li>Decidiram seguir o homem e descobriram que era o Sr. Penruthlan. </li></ul>
  11. 11. Os Barnies estão a chegar <ul><li>Na manhã seguinte David, dorido mas curioso observa o agricultor, ao pequeno-almoço. </li></ul><ul><li>Ficam admirados quando a Sra. Penruthlan diz que o marido esta cansado porque passou muito tempo com a égua Jenny. </li></ul><ul><li>Júlio e David ficam baralhados por descobrirem que ele está a enganar a esposa. </li></ul><ul><li>Quando vão apanhar frutas para a salada os rapazes contam as raparigas o que se passou. Aparece Yan que diz ter visto a luz a brilhar na torre. Ficam tristes e decidem que nessa noite vão juntos ver se a luz volta a brilhar na torre destruidora. Yan também quer ir mas eles não querem. </li></ul><ul><li>Regressam a casa e a Sra. Penruthlan diz-lhes que os Barnies estão a chegar e se eles querem ajudar a arrumar o celeiro. </li></ul><ul><li>Juntos vão ajudar os Barnies nessa tarefa. Depois assistiram aos ensaios do espectáculo. </li></ul>
  12. 12. A luz na torre <ul><li>Ao fim do dia o celeiro estava completamente transformado com os cenários dos Barnies. </li></ul><ul><li>Os quatro jovens questionavam-se se deveriam estar atentos quando saíssem nessa noite, pois a égua já estava boa e o Sr. Penruthlan já não tinha desculpa para andar a noite pelo campo. </li></ul><ul><li>Jantaram juntos com os Penruthlan e riram-se das piadas que a Sra. Penruthlan disse que os Barnies faziam. </li></ul><ul><li>Quando todos se deitaram os rapazes saíram sorrateiramente e seguiram a caminho da torre. Não viram luz nenhuma. Ouviram um ruído e assustados viram que era Yan. </li></ul><ul><li>Yan mostrou-lhes o caminho e então viram a luz a distância. </li></ul><ul><li>Era um pisca-pisca, uma espécie de sinal. Decidiram no dia seguinte verificar se houve um naufrágio. </li></ul>
  13. 13. Preparativos para o espectáculo <ul><li>Regressaram a quinta e viram, luz a apagar e a acender, no grande celeiro. </li></ul><ul><li>Espreitaram e viram alguém a vasculhar os bolsos dos Barnies. </li></ul><ul><li>Ficaram abismados quando viram que era o agricultor. </li></ul><ul><li>Regressaram a casa e como não conseguiam esperar para o dia seguinte foram dizer ás raparigas o que se tinha passado. </li></ul><ul><li>Queriam ir ver a enseada para verificar se algum barco tinha batido nas rochas e se destruído e se alguém precisava de ajuda. Como era muito tarde decidiram ir dormir. Iriam no dia a seguir ao espectáculo dos Barnies. </li></ul><ul><li>No dia seguinte a Sra. Penruthlan perguntou se tinham dormido bem e que o marido tinha dormido que nem uma pedra. Eles entreolharam-se, pois sabiam mais das noites dele do que a esposa. </li></ul><ul><li>Ajudaram nos preparativos das refeições, e souberam que não tinha havido um naufrágio. </li></ul>
  14. 14. Os Barnies o o Clopper <ul><li>O espectáculo foi muito divertido e a comida muita e boa.Veio muita gente para assistir. O ponto alto é a entrada do cavalo Clopper, pois era muito divertido. </li></ul><ul><li>Os rapazes adoravam entrar nas pernas do cavalo e usar a cabeça para fazerem de Clopper mas o patrão não os deixava. </li></ul><ul><li>Quando o espectáculo acabou e durante o jantar conseguiram usar o fato de cavalo sem que ninguém desse por isso, mas correu mal, pois o fecho encravou. </li></ul><ul><li>Apesar de todos os percalços foi uma noite maravilhosa. </li></ul><ul><li>Na manhã seguinte a Sra. Penruthlan sugeriu que eles fossem fazer um piquenique com os restos da comida do dia anterior para ela puder colocar tudo em ordem. </li></ul><ul><li>Acharam uma boa ideia, pois já tinham decidido ir até à torre </li></ul><ul><li>explorá-la. Decidiram que se Yan aparecesse não o deixavam ir. </li></ul><ul><li>Caminharam pelos montes até chegarem à torre que estava em ruínas. </li></ul>
  15. 15. Na torre dos destruidores <ul><li>Na escadaria da torre viram que havia óleo o que queria dizer que havia uma lâmpada na torre. </li></ul><ul><li>As paredes estavam a cair, mas da torre tinha uma vista espectacular para o mar. </li></ul><ul><li>Imaginavam como seria ver os barcos de encontro aos rochedos e como as pessoas que faziam os sinais esperavam que chegassem os amigos às enseadas talvez através da passagem dos destruidores. </li></ul><ul><li>Desconfiavam que o agricultor seria um dos que sabia da luz misteriosa. </li></ul>
  16. 16. Na torre dos destruidores <ul><li>Estavam tão distraídos que se assustaram com um ruído que se ouviu ao fundo da escadaria. </li></ul><ul><li>Desceram e como não viram ninguém decidiram descobrir a passagem secreta que ia dar às enseadas. </li></ul><ul><li>Descobriram uma buraco que levava a uma porta robusta. </li></ul>
  17. 17. Trancados na gruta <ul><li>Ficaram trancados na gruta quando ouviram uma voz dizer que tinham vindo em má hora e que teriam de ficar ali fechados até ao dia seguinte. </li></ul><ul><li>Ficaram mais contentes quando decidiram comer o que tinham trazido. </li></ul><ul><li>Estavam presas já à algum tempo e começaram a ficar cansados. </li></ul><ul><li>Ouviram um ruído. Ouviram a voz do Yan. </li></ul><ul><li>Pediram-lhe que lhes abrisse a porta. Sozinho não conseguiu mas passou a chave e os quatro conseguiram abrir a porta. </li></ul>
  18. 18. A passagem dos destruidores <ul><li>Quando abriram a porta decidiram sair dali antes que aparecesse o homem que os tinha preso na gruta. </li></ul><ul><li>Foram para a praia com as lanternas a iluminar o caminho e contentes por Yan os ter encontrado. </li></ul><ul><li>Na praia viram que a maré estava a subir e que tinham de sair dali rapidamente. </li></ul><ul><li>Yan disse que os levava pela passagem dos destruidores. </li></ul><ul><li>Quando lá chegaram viram dois homens e esconderam-se nas rochas. </li></ul><ul><li>Era um homem baixo e outro alto que lhes parecia o agricultor. </li></ul><ul><li>Ouviram um motor de um barco a aproximar-se das rochas e um dos homens a saltar para uma enseada para outro barco a remos e se aproximar do outro para buscar os objectos roubados. </li></ul><ul><li>Enquanto estavam sozinhos fugiram pela passagem dos destruidores que para espanto dos quatro ia ter a um dos celeiros da quinta. </li></ul>
  19. 19. A altas horas da manhã <ul><li>Souberam como Yan os tinha seguido. Quando chegaram ao celeiro ouviram vozes. </li></ul><ul><li>Acharam boa ideia fechar o alçapão e colocar por cima sacos e caixas para impedir que conseguissem abri-lo. </li></ul><ul><li>Iam para casa e contariam a Sra. Penruthlan o que sabiam do marido dela. </li></ul><ul><li>Acharam estranho não ouvirem os cães. </li></ul><ul><li>Entraram em casa que tinha as luzes ligadas e ficaram admirados pela Sra. Penruthlan estar sentada muito preocupada e a chorar. </li></ul><ul><li>Disse-lhes que andavam todos à procura deles. </li></ul><ul><li>Eles contaram-lhe toda a história e disseram que o marido dela era um dos contrabandistas. Não acreditou. </li></ul><ul><li>Apareceu o Sr. Penruthlan cansado e todo molhado mas com a dentadura colocada. </li></ul><ul><li>Ficou zangado por saber a história e disse com uma voz natural e não com os sons habituais que estava a colaborar com a policia. </li></ul>
  20. 20. O David tem uma ideia <ul><li>Quando dizem ao agricultor que tinham fechado o alçapão, o agricultor vai para o celeiro e eles seguem-no. </li></ul><ul><li>O agricultor não deixou Yan e as raparigas irem com ele. </li></ul><ul><li>Quando chegaram ao celeiro o alçapão estava aberto. Ficaram admirados mas não longe dali ouviram barulho. </li></ul><ul><li>Eram os Barnies que tinham regressado da busca. </li></ul><ul><li>Cansados foram todos dormir. </li></ul>
  21. 21. Conclusão <ul><li>Na manhã seguinte o Júlio ainda decepcionado com o que tinha acontecido, lembrou-se do patrão na noite anterior, no meio das sombras a sussurrando “aqui, estou aqui”. </li></ul><ul><li>Júlio contou a ideia que teve e o agricultor foi chamar a policia para conseguir apanhar os contrabandistas. </li></ul><ul><li>O agricultor disse que de todas as vezes que os Barnies chegam ele revista as coisas deles. </li></ul><ul><li>Sabe que o que eles recebem é droga muito perigosa e a vendem por preços muito altos. </li></ul><ul><li>Como não sabiam onde eles guardavam a droga iam deixa-los partir, mas David viu a cabeça do cavalo e fugiu com ela. </li></ul><ul><li>O Júlio descobriu porque David a tirou, porque tinha descoberto onde escondiam a droga. </li></ul>

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