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surrealismo
O surrealismo foi por excelência a corrente artística moderna da
representação do irracional e do subconsciente. Suas origens devem ser
buscadas no dadaísmo e na pintura metafísica de Giorgio De Chirico.
Este movimento, a exemplo de seus predecessores, pregou a
transgressão dos valores morais e sociais, a nulidade das academias e a
dessacralização do artista, com uma ressalva: ao nihilismo
fundamentalista do dadaísmo opôs uma atitude esperançosa e
comprometida com seu tempo.
A solidão, De Chirico, 1930,
Allen Art Museum at Oberlin College, Ohio
surrealismo
O enigma da hora, De Chirico, 1911, Allen Art Museum at Oberlin College, Ohio
surrealismo
O enigma de um dia, De Chirico, 1914,
MOMA
Melancolia da partida, De Chirico, 1916,
Tate Gallery, Londres
surrealismo
O filho prodigo, De Chirico, 1922,
Museo d'Arte Contemporanea, Milan
No quadro "The Song of Love” - Junho-Julho
1914, uma cabeça clássica, uma luva de
borracha e uma esfera foram dispostas
contra a fachada de um edifício, contra
iluminada por um vivíssimo céu azul. A luz
dramática lembra a beleza artificial de um
cenário de um teatro, enquanto a cabeça
clássica remete para Atenas, onde o autor
nasceu, de pais italianos. O mistério
romântico e a combinação etérea de objetos
bizarros e aparentemente desconexos ligam
esta obra ao Surrealismo, embora tenha sido
pintada dez anos antes da fundação deste
movimento. De Chirico é mais conhecido
pelas séries de paisagens urbanas,
retratando praças vazias e edifícios
fantasmagóricos monumentais. Em 1917, ele
e o seu colega italiano Carrá fundaram o
grupo Pittura Metafísica (Pintura
Metafísica),que procurou retratar os aspectos
mágicos e íntimos dos objetos, isolando-os
do seu contexto normal e imbuindo-os de
uma áurea enigmática. A obra de De Chirico
inclui freqüentemente elementos da
Antiguidade grega e romana, associados à
sua herança italiana. Giorgio De Chirico
nasceu em Vólos, Grécia, em 1888 e morreu
em Roma, Itália, em 1978.
surrealismo
A publicação do Manifesto do Surrealismo, assinado
pelo médico psiquiátrico André Breton em outubro
de 1924, marcou historicamente o nascimento do
movimento. Nele se propunha a restauração dos
sentimentos humanos e do instinto como ponto de
partida para uma nova linguagem artística. Para isso
era preciso que o homem tivesse uma visão
totalmente introspectiva de si mesmo e encontrasse
esse ponto do espírito no qual a realidade interna e
externa são percebidas totalmente isentas de
contradições.
Outros marcos importantes do surrealismo foram a
publicação da revista A Revolução Socialista e o
segundo Manifesto Surrealista, ambos de 1929. Os
artistas do surrealismo que de destacaram mais na
década de 1920 foram: o escultor italiano Alberto
Giacometti, o dramaturgo francês Antonin Artaud, os
pintores espanhóis e Joan Miró e Salvador Dali, o
belga René Magritte, o alemão Max Ernst, e o
cineasta espanhol Luis Buñuel e os escritores
franceses Paul Éluard, Louis Aragon e Jacques
Prévert.
Moça na janela, Salvador Dali, 1925,
Museu Rainha Sofia
Muitos dos surrealistas estavam
profundamente impressionados
com os escritos de Sigmund Freud,
segundo o qual, quando nossos
pensamentos em estado vígil ficam
entorpecidos, a criança e o
selvagem que existem em nós
passam a dominar. Pois essa idéia
fez os surrealistas proclamarem que
a arte nunca pode ser produzida
pela razão inteiramente desperta
(Gombrich, 1999).
Vertigem, Salvador Dali, 1930, coleção particular
surrealismo
Dentro do surrealismo devem-se
destacar três períodos
importantes e bem
diferenciados entre si:
•o período dos sonhos (1924),
representado pelas obras de
natureza simbólica, obtidas
através de diferentes
procedimentos de automatismo,
de um certo figurativismo;
•o período do compromisso
político (1928), expresso na
filiação de seus líderes ao
comunismo;
•e uma terceira fase (1930), de
difusão, que se empenhou na
formação de grupos surrealistas
em toda a Europa, tendo
conseguido a adesão de grupos
americanos.
Composição satírica, Salvador Dali, 1923,
Museu Rainha Sofia
surrealismo
Segundo Breton, há dois métodos propriamente surrealistas: o
automatismo rítmico (pelo qual se pintava seguindo o impulso gráfico) e o
automatismo simbólico (a fixação das imagens oníricas ou subconscientes
de maneira natural). De acordo com isso, surgiram grupos diferentes
de pintores: Miró, Hans Arp e André Masson, por exemplo,
representaram o surrealismo orgânico ou automatista, enquanto
Dalí, Magritte, Chagall e Marx Ernst, entre outros, desenvolveram o
surrealismo simbólico.
Retrato de Heriberto Casany,
Miró, 1918
Persistência da memória, Salvador Dali, 1931, MOMA
Em "A persistência da Memória, 1931", três
relógios derretidos, todos marcando horas
diferentes, encontram-se na paisagem misteriosa
de Lligat, no Nordeste de Espanha, onde Dali
passou a sua infância. Dali afirmou que os
relógios derretidos se inspiravam num queijo
camembert, para o qual ele estava a olhar numa
noite em que trabalhava sobre o quadro. A sua
maleabilidade pode ter também um significado
sexual, sobretudo no caso do relógio do centro, a
cobrir a rocha que se transformou no rosto do
autor. A obra reflete o interesse de Dali pela
ciência moderna, especialmente pela teoria da
relatividade de Einstein, que tinha destruído as
noções do tempo e do espaço. O seu estilo
exprime perfeitamente a experiência
perturbadora dos sonhos e a sua obra,
abrangendo desde a pintura à escultura e aos
filmes, foi inicialmente bem recebida pelos
surrealistas. Sempre provocativo, Dali impregnou
a sua obra de referências ao sexo e à violência,
obcecado por tudo o que era proibido pela
sociedade convencional. Dali nasceu em
Figueras (ESP) em 1904 e morreu na mesma
cidade em 1989.
surrealismo
Prazeres iluminados, Salvador Dali, 1929, MOMA
O Sonho, Salvador Dali, 1926, Félix Labisse Collection, New York
Tentação de Santo Antonio, Salvador Dali, 1929, Royal
Museums of Fine Arts of Belgium
Retrato de Gala, Salvador Dali, 1935, MOMA
Acomodação do desejo, Salvador Dali, 1929, Metropolitam Musem of Art, New York
Paul Delvaux, pintor belga nascido em Antheit, Liége. Aos 21 anos, o pintor Courten convenceu os pais de
Delvaux para que o mandassem estudar na Academia de Belas Artes de Bruxelas, onde foi, posteriormente,
professor (1950-1962). Começou pintando quase exclusivamente paisagens, para passar a praticar uma
espécie de realismo impressionista. Nos anos 30 foi influenciado pelo expressionismo flamenco e, sob a
influência de De Chirico e Magritte, uma década mais tarde, já participava em exposições surrealistas.
Considerado um dos grandes mestres do surrealismo, junto com Dali e Magritte, a sua técnica, quase
acadêmica, contrasta com a sua tendência para temas misteriosos e por uma fixação num mundo onírico e
pessoal em que a mulher se configura como um ser angélico, às vezes submetido a metamorfoses vegetais,
numa atmosfera inquietante marcada por um certo erotismo. Por começar a perder a vista, Delvaux deixou de
pintar a partir de 1986 e a sua última grande exposição retrospectiva foi em Paris, em 1992. Faleceu no dia 20
de Julho de 1994, aos 96 anos, em Furnes, Bélgica.
Aurora, Paul Devaux, 1937, Peggy
Guggenheim Collection - New York
A vila das Sereias, Paul Devaux, 1942,
The Art Institute of Chicago.
Pigmalião, Paul Devaux, 1939, Musées
Royaux des Beaux-Arts, Brussels
Ninfas banhando, Paul Devaux, 1938, Nellens Collection
Max Ernst nasceu em Brul, na Alemanha e morreu
em Paris em 1976. Ernst aprendeu a pintar sozinho
enquanto estudava Filosofia e Psiquiatria na
Universidade de Bonn entre 1909 a 1914, chegando
a exibir uma de suas pinturas em 1913. Em 1914
Ernst veio a conhecer o surrealismo através de um
grande pintor surrealista, Jean Arp, com o qual
manteve amizade pela vida inteira. Em 1916 Ernst
foi convocado para serviço militar alemão para lutar
na Primeira Guerra Mundial. Após a guerra, Ernst foi
morar em Colónia com Jean Arp e Johannes
Baargeld, vindo a fundar a Cologne Dada Group.
Ernst Fez uma exposição em 1920 em Colônia, mas
foi fechada pela polícia, alegando que obscena
demais. Ernst acabou mudando-se para Paris em
1922, onde veio a se juntar com o grupo surrealista.
Era amigo de Gala e Paul Eluard, Andre Breton e
Tristan Tzara. Ernst viveu em Nova York entre 1941
a 1945. Em 1942 conheceu a pintora surrealista
Dorothea Tanning. Em 1946 casou-se com ela no
Arizona. Em 1958 voltou para França, onde morou
até à, com 85 anos.
surrealismo
Água submersa, Max Ernst, 1919
Elefante Célèbes, Max Ernst, 1921, Tate Gallery, Londres
Les Pléiades, Max Ernst, 1921
La toillete de la mariee, Max Ernst, 1940
Peggy Guggenheim Collection, New York
Na sua obra "Summer - 1936", Joan Miró pintou criaturas
semi-humanas - talvez uma mãe e os seus dois filhos -
que brincam na praia na altura do Verão. Tanto as formas
como as cores primárias e simples sugerem um
abandono alegre - uma imersão no prazer sensual. Miró
realça a planura do quadro, reduzindo tudo a contornos
claros e cores vivas. O resultado é tão decorativo como
expressivo. «Para mim, uma forma nunca é algo abstrato;
sempre... um homem, uma ave ou outra coisa qualquer.»,
afirmou Miró. Ele e Dali foram os primeiros surrealistas
espanhóis. Miró pertence à vertente do Surrealismo que
defende o «automatismo psíquico» como um meio de
produzir imagens, criadas sob a forma de rabiscos, sem
reflexão consciente. Tal como outros surrealistas,
interessava-se pela arte dos não instruídos, como por
exemplo as crianças e os loucos, admirando a sua
liberdade e exuberância. Utilizando este método
espontâneo, Miró criou quadros semi-abstractos, murais e
esculturas que muitas vezes evocam um mundo
mediterrânico idílico, em que abundam estranhas formas
de vida. Joan Miró nasceu em Barcelona em 1893 e
morreu em Palma em 1983.
Surrealismo Miro
Summer, Miró, 1918
Baralho espanhol, Miró, 1920, Minneapolis Institute of
Arts, Minnesota
Pintura, Miró, 1925, Peggy Guggenheim
Collection,New York City
Maternidade, Miró, 1924, National Galleries of
Scotland, Edinburgh
El disco rojo persiguiendo a la alondra , Miró, 1953,
Constelação: despertar da manhã, Miró, 1953,
Em "La condition humaine, 1933", um quadro
de uma paisagem foi colocado num tripé,
frente a uma janela. O tema é exatamente
igual ao exterior, criando uma confusão entre
a representação e o original. Através desta
obra, Magritte questiona a distinção entre a
ilusão e a realidade. O estilo meticuloso e
frio, derivado do mundo da publicidade e da
ilustração, acrescenta uma convicção
próxima da de um documentário a esta
estranha imagem, desafiando as nossas
certezas visuais. O caráter ilusionístico e a
atmosfera de sonho são próprios da sua
versão individual do Surrealismo. Magritte
tornou-se um dos líderes deste movimento
depois de ter abandonado a Bélgica, em
1927, para se instalar em Paris, onde
permaneceu durante três anos. As suas
obras são freqüentemente enigmáticas,
jogando com a ambigüidade e a verdade
visual. Acerca da sua própria obra, afirmou:
«As pessoas que procuram significados
simbólicos não conseguem captar a poesia e
o mistério da imagem... As imagens têm de
ser vistas tal como são.» René Magritte
nasceu em Lessines (BEL) em 1898 e
morreu em Bruxelas (BEL) em 1967.
Surrealismo René Magritte
A condição humana, Magritte, 1935
Simon Spierer Collection, Geneva
Ligações perigosas, Magritte, 1926
Tentando o impossível, Magritte, 1928
O império da luz, Magritte, 1950
MOMA
Os amantes, Magritte, 1928
MOMA
Falso espelho, Magritte, 1928, MOMA
Isto não é um cachimbo, Magritte, 1926
Muitos outros artistas, europeus e americanos, contribuíram para o que se
pode chamar de divulgação degradante do Surrealismo, logo reduzido a uma
maneira de eludir a realidade dos problemas pela ambigüidade e paradoxo.
O prestigio cultural do movimento ganha realce com a adesão, alias, informal,
de Picasso em 1925 (Argan, 1992).
Banhistas com Barco de Brincar, Picasso, 1937, Veneza, Colecção Peggy Guggenheim
Sentada numa simples cadeira de madeira e
vestida com um fato de homem cinzento (Self-
Portrait with Cropped Hair - 1940), a autora
encontra-se rodeada de molhos de cabelo.
Tudo o que simbolizava a sua feminilidade - o
seu belo cabelo e os seus vestidos coloridos -
desapareceu. No topo do quadro, por cima de
uma pauta musical, lêem-se as letras
amargas: «Olha, se te amava, era pelo teu
cabelo. Agora que estás careca, não te amo
mais». Este quadro foi feito num período de
profundo desespero, quando Khalo se
divorciava do marido, o famoso muralista
Rivera. Acidentes e doença atravessaram a
vida de Khalo, e os seus muitos auto-retratos
centravam-se de forma angustiantemente
pessoal nas suas experiências intensas e
perturbações psicológicas. Tendo criado um
estilo de fusão entre a arte tradicional hispano-
americana e as experiências dos surrealistas
(que consideravam o México o mais "surreal"
dos lugares), participou ativamente na política
e arte do seu país, numa época em que a arte
mexicana conheceu uma animação
excepcional. Frida Khalo nasceu em
Coyoacán, no México, em 1907 e morreu na
Cidade do México em 1958.
Surrealismo Frida Khalo
Auto-retrato, Frida Kahlo, 1926
As duas Fridas, Frida Kahlo, 1939, Museu de Arte
Moderna, México
Henri Fonda Hospital, Frida Kahlo, 1932
Minha baba e eu, Frida Kahlo, 1937, Museo Dolores Olmedo Patiño
O estilo romântico e alegórico é típico de Marc Chagall. As suas obras são
visões místicas e sonhadoras, repletas de símbolos e referências à
educação judaica tradicional que Chagall recebeu na Rússia. A natureza
da grande maioria das suas obras é indefinível, enigmática, remetendo
para o mundo dos sonhos e do subconsciente. Tendo vivido em Paris entre
1910 e 1914, foi inicialmente influenciado pelo Cubismo, mas manteve um
estilo único, desafiando a categorização da sua obra em qualquer
movimento artístico. Foi um artista incrivelmente prolífero e talentoso,
produzindo vitrais, mosaicos, tapeçarias e cenários, além da sua extensa
obra de pintura. Marc Chagall nasceu em Vitebsk (RUS) em 1887 e morreu
em Saint Paul de Vence (FR) em 1985.
Marc Chagall
A carruagem voadora, Chagall, 1913,
Guggenheim Museum, New York
Homenagem para Gogol, Chagall, 1917,
MOMA
Auto retrato, Chagall, 1914,
Philadelphia Museum of Art. Philadelphia
The promenade, Chagall, 1917,
Aniversário, Chagall, 1915, MOMA
Bibliografia
Arte moderna – Giulio Carlo Argan
Historia da Arte – Gombrich
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História da Arte: Surrealismo

  • 1. surrealismo O surrealismo foi por excelência a corrente artística moderna da representação do irracional e do subconsciente. Suas origens devem ser buscadas no dadaísmo e na pintura metafísica de Giorgio De Chirico. Este movimento, a exemplo de seus predecessores, pregou a transgressão dos valores morais e sociais, a nulidade das academias e a dessacralização do artista, com uma ressalva: ao nihilismo fundamentalista do dadaísmo opôs uma atitude esperançosa e comprometida com seu tempo. A solidão, De Chirico, 1930, Allen Art Museum at Oberlin College, Ohio
  • 2. surrealismo O enigma da hora, De Chirico, 1911, Allen Art Museum at Oberlin College, Ohio
  • 3. surrealismo O enigma de um dia, De Chirico, 1914, MOMA Melancolia da partida, De Chirico, 1916, Tate Gallery, Londres
  • 4. surrealismo O filho prodigo, De Chirico, 1922, Museo d'Arte Contemporanea, Milan
  • 5. No quadro "The Song of Love” - Junho-Julho 1914, uma cabeça clássica, uma luva de borracha e uma esfera foram dispostas contra a fachada de um edifício, contra iluminada por um vivíssimo céu azul. A luz dramática lembra a beleza artificial de um cenário de um teatro, enquanto a cabeça clássica remete para Atenas, onde o autor nasceu, de pais italianos. O mistério romântico e a combinação etérea de objetos bizarros e aparentemente desconexos ligam esta obra ao Surrealismo, embora tenha sido pintada dez anos antes da fundação deste movimento. De Chirico é mais conhecido pelas séries de paisagens urbanas, retratando praças vazias e edifícios fantasmagóricos monumentais. Em 1917, ele e o seu colega italiano Carrá fundaram o grupo Pittura Metafísica (Pintura Metafísica),que procurou retratar os aspectos mágicos e íntimos dos objetos, isolando-os do seu contexto normal e imbuindo-os de uma áurea enigmática. A obra de De Chirico inclui freqüentemente elementos da Antiguidade grega e romana, associados à sua herança italiana. Giorgio De Chirico nasceu em Vólos, Grécia, em 1888 e morreu em Roma, Itália, em 1978. surrealismo
  • 6. A publicação do Manifesto do Surrealismo, assinado pelo médico psiquiátrico André Breton em outubro de 1924, marcou historicamente o nascimento do movimento. Nele se propunha a restauração dos sentimentos humanos e do instinto como ponto de partida para uma nova linguagem artística. Para isso era preciso que o homem tivesse uma visão totalmente introspectiva de si mesmo e encontrasse esse ponto do espírito no qual a realidade interna e externa são percebidas totalmente isentas de contradições. Outros marcos importantes do surrealismo foram a publicação da revista A Revolução Socialista e o segundo Manifesto Surrealista, ambos de 1929. Os artistas do surrealismo que de destacaram mais na década de 1920 foram: o escultor italiano Alberto Giacometti, o dramaturgo francês Antonin Artaud, os pintores espanhóis e Joan Miró e Salvador Dali, o belga René Magritte, o alemão Max Ernst, e o cineasta espanhol Luis Buñuel e os escritores franceses Paul Éluard, Louis Aragon e Jacques Prévert. Moça na janela, Salvador Dali, 1925, Museu Rainha Sofia
  • 7. Muitos dos surrealistas estavam profundamente impressionados com os escritos de Sigmund Freud, segundo o qual, quando nossos pensamentos em estado vígil ficam entorpecidos, a criança e o selvagem que existem em nós passam a dominar. Pois essa idéia fez os surrealistas proclamarem que a arte nunca pode ser produzida pela razão inteiramente desperta (Gombrich, 1999). Vertigem, Salvador Dali, 1930, coleção particular
  • 8. surrealismo Dentro do surrealismo devem-se destacar três períodos importantes e bem diferenciados entre si: •o período dos sonhos (1924), representado pelas obras de natureza simbólica, obtidas através de diferentes procedimentos de automatismo, de um certo figurativismo; •o período do compromisso político (1928), expresso na filiação de seus líderes ao comunismo; •e uma terceira fase (1930), de difusão, que se empenhou na formação de grupos surrealistas em toda a Europa, tendo conseguido a adesão de grupos americanos. Composição satírica, Salvador Dali, 1923, Museu Rainha Sofia
  • 9. surrealismo Segundo Breton, há dois métodos propriamente surrealistas: o automatismo rítmico (pelo qual se pintava seguindo o impulso gráfico) e o automatismo simbólico (a fixação das imagens oníricas ou subconscientes de maneira natural). De acordo com isso, surgiram grupos diferentes de pintores: Miró, Hans Arp e André Masson, por exemplo, representaram o surrealismo orgânico ou automatista, enquanto Dalí, Magritte, Chagall e Marx Ernst, entre outros, desenvolveram o surrealismo simbólico. Retrato de Heriberto Casany, Miró, 1918
  • 10. Persistência da memória, Salvador Dali, 1931, MOMA
  • 11. Em "A persistência da Memória, 1931", três relógios derretidos, todos marcando horas diferentes, encontram-se na paisagem misteriosa de Lligat, no Nordeste de Espanha, onde Dali passou a sua infância. Dali afirmou que os relógios derretidos se inspiravam num queijo camembert, para o qual ele estava a olhar numa noite em que trabalhava sobre o quadro. A sua maleabilidade pode ter também um significado sexual, sobretudo no caso do relógio do centro, a cobrir a rocha que se transformou no rosto do autor. A obra reflete o interesse de Dali pela ciência moderna, especialmente pela teoria da relatividade de Einstein, que tinha destruído as noções do tempo e do espaço. O seu estilo exprime perfeitamente a experiência perturbadora dos sonhos e a sua obra, abrangendo desde a pintura à escultura e aos filmes, foi inicialmente bem recebida pelos surrealistas. Sempre provocativo, Dali impregnou a sua obra de referências ao sexo e à violência, obcecado por tudo o que era proibido pela sociedade convencional. Dali nasceu em Figueras (ESP) em 1904 e morreu na mesma cidade em 1989. surrealismo
  • 12. Prazeres iluminados, Salvador Dali, 1929, MOMA
  • 13. O Sonho, Salvador Dali, 1926, Félix Labisse Collection, New York
  • 14. Tentação de Santo Antonio, Salvador Dali, 1929, Royal Museums of Fine Arts of Belgium Retrato de Gala, Salvador Dali, 1935, MOMA
  • 15. Acomodação do desejo, Salvador Dali, 1929, Metropolitam Musem of Art, New York
  • 16. Paul Delvaux, pintor belga nascido em Antheit, Liége. Aos 21 anos, o pintor Courten convenceu os pais de Delvaux para que o mandassem estudar na Academia de Belas Artes de Bruxelas, onde foi, posteriormente, professor (1950-1962). Começou pintando quase exclusivamente paisagens, para passar a praticar uma espécie de realismo impressionista. Nos anos 30 foi influenciado pelo expressionismo flamenco e, sob a influência de De Chirico e Magritte, uma década mais tarde, já participava em exposições surrealistas. Considerado um dos grandes mestres do surrealismo, junto com Dali e Magritte, a sua técnica, quase acadêmica, contrasta com a sua tendência para temas misteriosos e por uma fixação num mundo onírico e pessoal em que a mulher se configura como um ser angélico, às vezes submetido a metamorfoses vegetais, numa atmosfera inquietante marcada por um certo erotismo. Por começar a perder a vista, Delvaux deixou de pintar a partir de 1986 e a sua última grande exposição retrospectiva foi em Paris, em 1992. Faleceu no dia 20 de Julho de 1994, aos 96 anos, em Furnes, Bélgica. Aurora, Paul Devaux, 1937, Peggy Guggenheim Collection - New York
  • 17. A vila das Sereias, Paul Devaux, 1942, The Art Institute of Chicago.
  • 18. Pigmalião, Paul Devaux, 1939, Musées Royaux des Beaux-Arts, Brussels Ninfas banhando, Paul Devaux, 1938, Nellens Collection
  • 19. Max Ernst nasceu em Brul, na Alemanha e morreu em Paris em 1976. Ernst aprendeu a pintar sozinho enquanto estudava Filosofia e Psiquiatria na Universidade de Bonn entre 1909 a 1914, chegando a exibir uma de suas pinturas em 1913. Em 1914 Ernst veio a conhecer o surrealismo através de um grande pintor surrealista, Jean Arp, com o qual manteve amizade pela vida inteira. Em 1916 Ernst foi convocado para serviço militar alemão para lutar na Primeira Guerra Mundial. Após a guerra, Ernst foi morar em Colónia com Jean Arp e Johannes Baargeld, vindo a fundar a Cologne Dada Group. Ernst Fez uma exposição em 1920 em Colônia, mas foi fechada pela polícia, alegando que obscena demais. Ernst acabou mudando-se para Paris em 1922, onde veio a se juntar com o grupo surrealista. Era amigo de Gala e Paul Eluard, Andre Breton e Tristan Tzara. Ernst viveu em Nova York entre 1941 a 1945. Em 1942 conheceu a pintora surrealista Dorothea Tanning. Em 1946 casou-se com ela no Arizona. Em 1958 voltou para França, onde morou até à, com 85 anos. surrealismo Água submersa, Max Ernst, 1919
  • 20. Elefante Célèbes, Max Ernst, 1921, Tate Gallery, Londres
  • 21. Les Pléiades, Max Ernst, 1921
  • 22. La toillete de la mariee, Max Ernst, 1940 Peggy Guggenheim Collection, New York
  • 23. Na sua obra "Summer - 1936", Joan Miró pintou criaturas semi-humanas - talvez uma mãe e os seus dois filhos - que brincam na praia na altura do Verão. Tanto as formas como as cores primárias e simples sugerem um abandono alegre - uma imersão no prazer sensual. Miró realça a planura do quadro, reduzindo tudo a contornos claros e cores vivas. O resultado é tão decorativo como expressivo. «Para mim, uma forma nunca é algo abstrato; sempre... um homem, uma ave ou outra coisa qualquer.», afirmou Miró. Ele e Dali foram os primeiros surrealistas espanhóis. Miró pertence à vertente do Surrealismo que defende o «automatismo psíquico» como um meio de produzir imagens, criadas sob a forma de rabiscos, sem reflexão consciente. Tal como outros surrealistas, interessava-se pela arte dos não instruídos, como por exemplo as crianças e os loucos, admirando a sua liberdade e exuberância. Utilizando este método espontâneo, Miró criou quadros semi-abstractos, murais e esculturas que muitas vezes evocam um mundo mediterrânico idílico, em que abundam estranhas formas de vida. Joan Miró nasceu em Barcelona em 1893 e morreu em Palma em 1983. Surrealismo Miro Summer, Miró, 1918
  • 24. Baralho espanhol, Miró, 1920, Minneapolis Institute of Arts, Minnesota Pintura, Miró, 1925, Peggy Guggenheim Collection,New York City
  • 25. Maternidade, Miró, 1924, National Galleries of Scotland, Edinburgh El disco rojo persiguiendo a la alondra , Miró, 1953,
  • 26. Constelação: despertar da manhã, Miró, 1953,
  • 27. Em "La condition humaine, 1933", um quadro de uma paisagem foi colocado num tripé, frente a uma janela. O tema é exatamente igual ao exterior, criando uma confusão entre a representação e o original. Através desta obra, Magritte questiona a distinção entre a ilusão e a realidade. O estilo meticuloso e frio, derivado do mundo da publicidade e da ilustração, acrescenta uma convicção próxima da de um documentário a esta estranha imagem, desafiando as nossas certezas visuais. O caráter ilusionístico e a atmosfera de sonho são próprios da sua versão individual do Surrealismo. Magritte tornou-se um dos líderes deste movimento depois de ter abandonado a Bélgica, em 1927, para se instalar em Paris, onde permaneceu durante três anos. As suas obras são freqüentemente enigmáticas, jogando com a ambigüidade e a verdade visual. Acerca da sua própria obra, afirmou: «As pessoas que procuram significados simbólicos não conseguem captar a poesia e o mistério da imagem... As imagens têm de ser vistas tal como são.» René Magritte nasceu em Lessines (BEL) em 1898 e morreu em Bruxelas (BEL) em 1967. Surrealismo René Magritte
  • 28. A condição humana, Magritte, 1935 Simon Spierer Collection, Geneva
  • 29. Ligações perigosas, Magritte, 1926 Tentando o impossível, Magritte, 1928
  • 30. O império da luz, Magritte, 1950 MOMA Os amantes, Magritte, 1928 MOMA
  • 32. Isto não é um cachimbo, Magritte, 1926
  • 33. Muitos outros artistas, europeus e americanos, contribuíram para o que se pode chamar de divulgação degradante do Surrealismo, logo reduzido a uma maneira de eludir a realidade dos problemas pela ambigüidade e paradoxo. O prestigio cultural do movimento ganha realce com a adesão, alias, informal, de Picasso em 1925 (Argan, 1992). Banhistas com Barco de Brincar, Picasso, 1937, Veneza, Colecção Peggy Guggenheim
  • 34. Sentada numa simples cadeira de madeira e vestida com um fato de homem cinzento (Self- Portrait with Cropped Hair - 1940), a autora encontra-se rodeada de molhos de cabelo. Tudo o que simbolizava a sua feminilidade - o seu belo cabelo e os seus vestidos coloridos - desapareceu. No topo do quadro, por cima de uma pauta musical, lêem-se as letras amargas: «Olha, se te amava, era pelo teu cabelo. Agora que estás careca, não te amo mais». Este quadro foi feito num período de profundo desespero, quando Khalo se divorciava do marido, o famoso muralista Rivera. Acidentes e doença atravessaram a vida de Khalo, e os seus muitos auto-retratos centravam-se de forma angustiantemente pessoal nas suas experiências intensas e perturbações psicológicas. Tendo criado um estilo de fusão entre a arte tradicional hispano- americana e as experiências dos surrealistas (que consideravam o México o mais "surreal" dos lugares), participou ativamente na política e arte do seu país, numa época em que a arte mexicana conheceu uma animação excepcional. Frida Khalo nasceu em Coyoacán, no México, em 1907 e morreu na Cidade do México em 1958. Surrealismo Frida Khalo
  • 35. Auto-retrato, Frida Kahlo, 1926 As duas Fridas, Frida Kahlo, 1939, Museu de Arte Moderna, México
  • 36. Henri Fonda Hospital, Frida Kahlo, 1932
  • 37. Minha baba e eu, Frida Kahlo, 1937, Museo Dolores Olmedo Patiño
  • 38. O estilo romântico e alegórico é típico de Marc Chagall. As suas obras são visões místicas e sonhadoras, repletas de símbolos e referências à educação judaica tradicional que Chagall recebeu na Rússia. A natureza da grande maioria das suas obras é indefinível, enigmática, remetendo para o mundo dos sonhos e do subconsciente. Tendo vivido em Paris entre 1910 e 1914, foi inicialmente influenciado pelo Cubismo, mas manteve um estilo único, desafiando a categorização da sua obra em qualquer movimento artístico. Foi um artista incrivelmente prolífero e talentoso, produzindo vitrais, mosaicos, tapeçarias e cenários, além da sua extensa obra de pintura. Marc Chagall nasceu em Vitebsk (RUS) em 1887 e morreu em Saint Paul de Vence (FR) em 1985. Marc Chagall A carruagem voadora, Chagall, 1913, Guggenheim Museum, New York
  • 39. Homenagem para Gogol, Chagall, 1917, MOMA Auto retrato, Chagall, 1914, Philadelphia Museum of Art. Philadelphia
  • 42. Bibliografia Arte moderna – Giulio Carlo Argan Historia da Arte – Gombrich http://oseculoprodigioso.blogspot.com