Universidade Federal de Pelotas
Núcleo de Pesquisa, Ensino e Extensão em Pecuária
Uma abordagem sobre
INOVAÇÃO
Pelotas/RS – dezembro de 2017
-Hipocalcemia em ruminantes-
Universidade Federal de Pelotas
Núcleo de Pesquisa, Ensino e Extensão em Pecuária
PAINELISTAS
Mariane Castro Mayens
Graduanda em Zootecnia - UFPel
Painelista 2 – Vantagens do cálcio pós-parto
Mozer Manetti de Ávila
Zootecnista/Doutorando em Biotecnologia - UFPel
Moderador – Avanços do NUPEEC
Milene Lopes dos Santos
Graduanda em Zootecnia - UFPel
Painelista 1 – Protocolos de dietas aniônicas
3
O Cálcio
Coagulação sanguínea
Contração muscular
Permeabilidade da membrana
Condução nervosa
Secreção de leite
Estrutura do osso
...
20
40.078
4
O Ca no organismo das vacas
99% nos ossos e dentes e 1%
nos fluidos corporais;
1,5% do peso animal
Ca extracelular:
Cai = 50%
Ca+Prot = 45%
Complexado = 5%
500Kg = 7,5Kg de Cálcio
Wilkens et al., 2012 - 0.3168/jds.2011-4342
Goff, 2014 - 10.1016/j.cvfa.2014.04.003
5
Período de transição
IMS
Energia Absorvida
3ª 2ª 1ª 1ª 2ª 3ª
P
Quantidade de glicose
MRC
Sem falar nos efeitos indiretos
4,0
5,0
6,0
7,0
8,0
9,0
10,0
-7 -6 -5 -4 -3 -2 -1 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14
Vacas com hipocalcemia clínca
Vacas sem hipocalcemia clínica
Cálcio
total,
mg/dL
Dias relativos ao parto
Concentração plasmática de cálcio no parto
Kimura et al., 2006 - S0022-0302(06)72335-9
7
Regulação da Calcemia
Glândula
Tireóide
Glândulas
Paratireóides
CALCITONINA
HORMÔNIO
PARATIDEÓIDE
- +
+ [] de Ca no sangue - [] de Ca no sangue
Em resumo, a regulação hormonal...
Calcitonina
↓Cálcio Total
↓ Cálcio Ionizado
Paratormônio
Vitamina D
↑ Cálcio Total
↑ Cálcio Ionizado
8
Prevalência de hipocalcemia
Prevalência de 25% a 54%
Variando com o número de lactações
9
Prevalência de 3% a 15%
Clínica
9x
Cetose
3x
Retenção de
Placenta
3,7x
Distocia
8x
Mastite
3x
Deslocamento de
Abomaso
1,7x
Metrite
Efeitos da hipocalcemia
10
HIPOCALCEMIA
Corbellini, 1998 – INTA/AR
Correa et al., 1993 - 10.3168/jds.S0022-0302(93)77461-5
Efeitos da hipocalcemia
11
Laura L. Hernandez
University of Wisconsin-Madison
HCSintomática = $240Mi em 2013
Só nos EUA
“Indicou que a prevenção ao invés de
tratamento da hipocalcemia reduziriam o
entorno de $140Mi ao ano na cadeia do leite
americana”.
PRECISAMOS RESOLVER ESTE
PROBLEMA...
MAS COMO?
12
13
INOVAÇÃO
Inovação significa criar algo novo!
 innovatio (Latim)
 se refere a uma ideia, método ou objeto que é criado
e que pouco se parece com padrões anteriores.
Emerson Carvalho, 2008
Manual Oslo, 2005.
Google.com
UK Innovation Report, 2003
14
Dr. Geoff Nicholson
“INOVAÇÃO É TRANSFORMAR
CONHECIMENTO EM DINHEIRO”
15
“Pensar fora da caixa”
16
INOVAÇÃO
17
E NA HIPOCALCEMIA???
10.3168/jds.S0022-0302(84)81657-4
Ca e P na dieta
Alcalinidade alta ou baixa
Vitamina D oral ou
Parenteral
18
BLOCK VENCEU A CORRIDA!
19
DIETAANIÔNICA É VIÁVEL?
20
OUTROS ESTUDOS...
OUTROS ESTUDOS...
PAINEL 1
Dietas com BCAD negativo por um período estendido de tempo não afetam a
performance pós-parto de vacas multíparas
Objetivos
1. Reavaliar os benefícios da diferença catiônica-
aniônica da dieta (BCAD) no pré-parto;
2. Explorar os efeitos de alimentação com BCAD
negativa na homeostase do Ca e ingestão de
matéria seca, assim como no status energético e na
produção de leite pós-parto.
Objetivos
22
Hipóteses
1. Vacas alimentadas com BCAD negativo por 21 dias
pré-parto, resultariam em maior desempenho pós-
parto;
2. BCAD negativo por 21 ou 42 dias pré-parto,
resultariam em desempenho semelhante.
HIPÓTESES
Hipóteses
23
 Produção de leite equivalente a
305 d (11343,0 ± 1754,0 kg)
 Peso corporal em seco (643,5 ±
96,7 kg)
 ECC em seco (3,3 ± 0,3 pontos)
 Paridade (2,0 ± 1,2 lactações)
BCAD positivas e
negativas
60 vacas holandesas
multíparas
OBJETIVOS
Metodologia
24
-42d -22d -21d 0 d
CON: BCAD positivo por 42d (BCAD 12
mEq / 100g de MS)
21 ND: BCAD positivo do dia -42 ao dia
-22; BCAD negativo do dia -21 ao dia
zero (BCAD +12 e -16 mEq/100g de MS)
42 ND: BCAD negativo durante
os -42 dias (BCAD -16 mEq/ 100g
de MS)
Metodologia
Metodologia
25
• IMS, produção de leite e componentes do leite:
 IMS diária: -42d pré-parto até 56d pós- parto;
 Balanço energético pré e pós-parto;
 Produção do leite: registrada individualmente, por 56d
pós-parto
0
-4 -1
-2
-3
-5
-6 1 2 3 4 5 6 7
Ordenha da manhã e tarde
Gordura, proteína, lactose,
CCS e NUL
Análises
26
• Peso Corporal e ECC:
Análises
27
• Coleta e análises de sangue:
 Veia ou artéria coccígea;
 Soro coletado nos dias -28, -21, -14, -3, -1, 1, 3, 7, 14 e 21
NEFA
BHB
Plasma coletado -72, -24, 12, 24 e 72h em relação ao
parto para Ca total;
Análises
28
• Análise de Urina:
 Estimulação manual da vulva;
 11:00 h;
 Análise concluída dentro de 1h;
 Medidor portátil de pH
Análises
29
• Análises Estatísticas:
 SAS (SAS Institute, 1999)
 Design randomizado
 Diferença: P<0,05
 Tendência: P>0,05 e ≤0,10
Dados de Múltiplas Medidas ao
Longo do Tempo
MIXED
Contrastes ortogonais pré-
planejados (CON vs 21-ND; 21-ND
vs 42-ND)
Dados não analisados ao longo
do tempo
ANOVA
MIXED
Análises
30
pH urinário pré-parto de vacas multíparas alimentadas com os respectivos
tratamentos.
pH
Urinário
Semanas Relativas ao Parto
Resultados e Discussão
31
• Ca sanguíneo
Ca total pós-parto de vacas multíparas alimentadas com as dietas dos
respectivos tratamentos.
Ca
total,
mg/dL
Horas após o parto
P= 0,001
Resultados e Discussão
32
Médias de ingestão de matéria seca (IMS), balanço energético (BE), Peso
Corporal (PC), Escore de Condição Corporal e pH urinário pré-parto de
vacas multíparas.
*C1= CON vs -21ND
*C2= -21ND vs -42ND
Resultados e Discussão
33
Médias de ingestão de matéria seca (IMS), balanço energético (BE),
peso corporal (PC), escore de condição corporal (ECC), perda de peso
corporal e perda de ECC de vacas multíparas .pós-parto.
Resultados e Discussão
34
• Ingestão de MS
Padrão temporal da IMS pré e pós-parto de vacas multíparas
alimentadas conforme o grupo.
IMS,
kg/d
Semanas Relativas ao parto
P<0,01
BioChlor!
Resultados e Discussão
35
• Produção de Leite
Produção de leite pós-parto de vacas multiparas distribuidas confirme os
tratamentos..
Produção
de
Leite,
kg/d
Semanas Relativas ao parto
P=0,04
Resultados e Discussão
36
• Produção de Leite
Aumentou com a suplementação aniônica antes do parto
Adição de BioChlor ou Fermenten
contínua
 Aumento de 15,7% em nitrogênio
microbiano
 Aumento de 37% na digestão da
proteína ruminal
 Aumento de 25% no amoníaco de
fermentação e concentrações de
nitrogênio
DeGroot et al. (2010)
PL
Resultados e Discussão
37
• Componentes do Leite
Componentes do leite no pós-parto.
Tratamento Valor P
CGL= componentes da gordura do leite
NUL= nitrogênio uréico do leite
CCS
Resultados e Discussão
38
E NO GERAL????
Conclusão
 pH urinário 42- ND Acidificou + o pH
 Ca sanguíneo 42-ND + concentração de
Ca total
 ECC 42-ND
 Produção e
Componentes do
Leite
21-ND ou 42-ND
 IMS
21-ND ou 42-ND
Conclusões
39
40
Alternativas...
• Meios nutricionais de prevenção
– Dieta com restrição de Ca
– Sais aniônicos
– Suplementação com Ca
– Zeolitos
– ...
• Tratamento Individual
– Cálcio Intravenoso
– Suplementação oral de Ca
– Várias formas de Ca
– ...
Alternativas...
41
Alternativas...
+ Pré-disposição
• Períodos Pré e Pós-
Parto
• Período de
amamentação
+ Susceptíveis
• Idade avançada
• Alta produção
Consequências
• Diminuição na
produção
• Perdas econômicas
• Deficiência de Ca
• Desequilíbrios
nutricionais
Causas
42
Associação de hipocalcemia subclínica, balanço energético negativo e doenças,
com alteração do peso corporal durante os primeiros 30 dias pós-parto em
vacas leiteiras de sistemas de ordenha automática
PAINEL 2
43
-Caracterizar a variabilidade da concentração de
cálcio sérico nos dias 1 à 3 após o parto;
-Avaliar a associação entre hipocalcemia subclínica
(HSC) e mudança de peso corporal durante os
primeiros 30 dias pós parto em vacas da raça
holandês, e a correlação com doenças e balanço
energético negativo (NEB).
Objetivos
44
-3 fazendas comerciais de Nova York;
-Quais critérios utilizados para incluir os
rebanhos no estudo?
+ 100 vacas
leiteiras
Sistema
Free-stall
Ração
mista
parcial
(C+F)
Lely MAS
Ordenha
automátia
Metodologia
45
Todas as vacas e novilhas com parto entre 11 de junho e
8 de agosto de 2012;
Seguidos até 30 dias pós parto;
Alimentação contendo forragem e concentrado (período
seco e lactante);
Formulação de acordo com NRC.
Metodologia
46
PARIDADE
1º
2º
≥ 3º
35 animais
29 animais
41 animais
TOTAL= 105 animais
Utilizados no estudo: 92.
Metodologia
47
Inscrição de cada vaca no estudo de 3 a 10 dias pré parto;
Coleta de sangue pela veia coccígea;
Amostras de sangue centrifugadas por 15 minutos;
Soro armazenado a -20°C.
Cronograma de amostragem, com parto como dia de referência = 0, para os animais
inscritos no estudo. tCa = cálcio total; NEFA = ácido graxo não esterificado; BHB = β-
hidroxibutirato.
Coleta de dados
48
Peso Corporal (BW): Regressão linear simples;
Análise descritiva de frequências e médias;
Modelos Mistos do SAS.
Análise estatística
49
Incidência de doenças nos primeiros 10 DIM, estratificada pelo grupo de lactação (1 = primeiro
paridade, 2 = segundo paridade, ≥3 = terceiro e animais de maior paridade).
Número
de
casos
Grupo de Lactação
18% Cetose
10% Metrite
5% Deslocamento
de abomaso
1% Febre do leite
Resultados e Discussão
50
Concentrações séricas de cálcio para todos os animais inscritos no
estudo. As amostras foram coletadas nas horas +24, +48 e +72.
Dias em lactação Dias em lactação Dias em lactação
Concentração
de
Ca
(mg/dL)
17% 55% 73%
3
1 2
51
Resultados e Discussão
Alteração do peso corporal nos primeiros 30 DIM, estratificada por
paridade e dentro da paridade pelo estado HCS.
Peso
Corporal
(Kg)
Dias pós parto
3+ (normocalcemica)
3+ (hipocalcemica)
2 (normocalcemica)
2 (hipocalcemica)
Novilhas (hipocalcemica)
3
1
2
Novilhas (normocalcemica)
Dentro da
paridade
<0,001
Entre
paridade
<0,001
52
Resultados e Discussão
Mudança no peso corporal diário com base na interação entre
hipocalcemia subclínica e doenças, em vacas primíparas.
Mudança
média
diária
no
peso
corporal
(Kg)
Normocalcemica
Sem doença
Normocalcemica
Com doença
Hipocalcemica
Com doença
Hipocalcemica
Sem doença
2
53
Resultados e Discussão
Mudança no peso corporal diário com base na interação entre hipocalcemia
subclínica e doenças e com BEN, em vacas secundíparas.
Mudança
diária
média
no
peso
corporal
(Kg)
2
Normocalcemia Hipocalcemia
Sem
doença
Com
doença
Sem
doença
Com
doença
-4,7 -5,1 -4,3 -3,3
Normocalcemia Hipocalcemia
Sem
BEN
Com
BEN
SEM
BEN
Com
BEN
-4,5 -5,2 -3,3 -4,2
6
54
Resultados e Discussão
Mudança no peso corporal diário com base na interação entre hipocalcemia
subclínica e doenças, e BEN, em vacas de três ou mais lactações.
e
Mudança
diária
média
no
peso
corporal
(Kg)
4 8
Normocalcemia Hipocalcemia
Sem
doença
Com
doença
Sem
doença
Com
doença
-3,3 -2,7 -3,7 -4,0
Normocalcemia Hipocalcemia
Sem
BEN
Com
BEN
SEM
BEN
Com
BEN
-2,7 -3,3 -3,7 -4,0
55
Resultados e Discussão
Quando comparamos animais de diferentes
lactações, o grupo com maior incidência de
HSC e doenças foi o de três lactações ou
mais, pois diferente dos outros não tem
tanta mobilização de Ca e tem maior
produção de leite.
E NO GERAL????
Animais com Hipocalcemia são mais suscetíveis a doenças e
também a perda de peso corporal no pós parto quando
comparadas com vacas normocalcemicas
Considerações Finais
56
E NO NUPEEC?
57
TRABALHO EM EQUIPE!!
59
DÚVIDAS?
NÚCLEO DE PESQUISA, ENSINO E EXTENSÃO EM PECUÁRIA
http://www2.ufpel.edu.br/nupeec/
nupeec@gmail.com

Hipocalcemia.pdf

  • 1.
    Universidade Federal dePelotas Núcleo de Pesquisa, Ensino e Extensão em Pecuária Uma abordagem sobre INOVAÇÃO Pelotas/RS – dezembro de 2017 -Hipocalcemia em ruminantes-
  • 2.
    Universidade Federal dePelotas Núcleo de Pesquisa, Ensino e Extensão em Pecuária PAINELISTAS Mariane Castro Mayens Graduanda em Zootecnia - UFPel Painelista 2 – Vantagens do cálcio pós-parto Mozer Manetti de Ávila Zootecnista/Doutorando em Biotecnologia - UFPel Moderador – Avanços do NUPEEC Milene Lopes dos Santos Graduanda em Zootecnia - UFPel Painelista 1 – Protocolos de dietas aniônicas
  • 3.
    3 O Cálcio Coagulação sanguínea Contraçãomuscular Permeabilidade da membrana Condução nervosa Secreção de leite Estrutura do osso ... 20 40.078
  • 4.
    4 O Ca noorganismo das vacas 99% nos ossos e dentes e 1% nos fluidos corporais; 1,5% do peso animal Ca extracelular: Cai = 50% Ca+Prot = 45% Complexado = 5% 500Kg = 7,5Kg de Cálcio Wilkens et al., 2012 - 0.3168/jds.2011-4342 Goff, 2014 - 10.1016/j.cvfa.2014.04.003
  • 5.
    5 Período de transição IMS EnergiaAbsorvida 3ª 2ª 1ª 1ª 2ª 3ª P Quantidade de glicose MRC Sem falar nos efeitos indiretos
  • 6.
    4,0 5,0 6,0 7,0 8,0 9,0 10,0 -7 -6 -5-4 -3 -2 -1 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 Vacas com hipocalcemia clínca Vacas sem hipocalcemia clínica Cálcio total, mg/dL Dias relativos ao parto Concentração plasmática de cálcio no parto Kimura et al., 2006 - S0022-0302(06)72335-9
  • 7.
  • 8.
    Em resumo, aregulação hormonal... Calcitonina ↓Cálcio Total ↓ Cálcio Ionizado Paratormônio Vitamina D ↑ Cálcio Total ↑ Cálcio Ionizado 8
  • 9.
    Prevalência de hipocalcemia Prevalênciade 25% a 54% Variando com o número de lactações 9 Prevalência de 3% a 15% Clínica
  • 10.
    9x Cetose 3x Retenção de Placenta 3,7x Distocia 8x Mastite 3x Deslocamento de Abomaso 1,7x Metrite Efeitosda hipocalcemia 10 HIPOCALCEMIA Corbellini, 1998 – INTA/AR Correa et al., 1993 - 10.3168/jds.S0022-0302(93)77461-5
  • 11.
    Efeitos da hipocalcemia 11 LauraL. Hernandez University of Wisconsin-Madison HCSintomática = $240Mi em 2013 Só nos EUA “Indicou que a prevenção ao invés de tratamento da hipocalcemia reduziriam o entorno de $140Mi ao ano na cadeia do leite americana”.
  • 12.
  • 13.
    13 INOVAÇÃO Inovação significa criaralgo novo!  innovatio (Latim)  se refere a uma ideia, método ou objeto que é criado e que pouco se parece com padrões anteriores. Emerson Carvalho, 2008 Manual Oslo, 2005. Google.com UK Innovation Report, 2003
  • 14.
    14 Dr. Geoff Nicholson “INOVAÇÃOÉ TRANSFORMAR CONHECIMENTO EM DINHEIRO”
  • 15.
  • 16.
  • 17.
    17 E NA HIPOCALCEMIA??? 10.3168/jds.S0022-0302(84)81657-4 Cae P na dieta Alcalinidade alta ou baixa Vitamina D oral ou Parenteral
  • 18.
  • 19.
  • 20.
  • 21.
    OUTROS ESTUDOS... PAINEL 1 Dietascom BCAD negativo por um período estendido de tempo não afetam a performance pós-parto de vacas multíparas
  • 22.
    Objetivos 1. Reavaliar osbenefícios da diferença catiônica- aniônica da dieta (BCAD) no pré-parto; 2. Explorar os efeitos de alimentação com BCAD negativa na homeostase do Ca e ingestão de matéria seca, assim como no status energético e na produção de leite pós-parto. Objetivos 22
  • 23.
    Hipóteses 1. Vacas alimentadascom BCAD negativo por 21 dias pré-parto, resultariam em maior desempenho pós- parto; 2. BCAD negativo por 21 ou 42 dias pré-parto, resultariam em desempenho semelhante. HIPÓTESES Hipóteses 23
  • 24.
     Produção deleite equivalente a 305 d (11343,0 ± 1754,0 kg)  Peso corporal em seco (643,5 ± 96,7 kg)  ECC em seco (3,3 ± 0,3 pontos)  Paridade (2,0 ± 1,2 lactações) BCAD positivas e negativas 60 vacas holandesas multíparas OBJETIVOS Metodologia 24
  • 25.
    -42d -22d -21d0 d CON: BCAD positivo por 42d (BCAD 12 mEq / 100g de MS) 21 ND: BCAD positivo do dia -42 ao dia -22; BCAD negativo do dia -21 ao dia zero (BCAD +12 e -16 mEq/100g de MS) 42 ND: BCAD negativo durante os -42 dias (BCAD -16 mEq/ 100g de MS) Metodologia Metodologia 25
  • 26.
    • IMS, produçãode leite e componentes do leite:  IMS diária: -42d pré-parto até 56d pós- parto;  Balanço energético pré e pós-parto;  Produção do leite: registrada individualmente, por 56d pós-parto 0 -4 -1 -2 -3 -5 -6 1 2 3 4 5 6 7 Ordenha da manhã e tarde Gordura, proteína, lactose, CCS e NUL Análises 26
  • 27.
    • Peso Corporale ECC: Análises 27
  • 28.
    • Coleta eanálises de sangue:  Veia ou artéria coccígea;  Soro coletado nos dias -28, -21, -14, -3, -1, 1, 3, 7, 14 e 21 NEFA BHB Plasma coletado -72, -24, 12, 24 e 72h em relação ao parto para Ca total; Análises 28
  • 29.
    • Análise deUrina:  Estimulação manual da vulva;  11:00 h;  Análise concluída dentro de 1h;  Medidor portátil de pH Análises 29
  • 30.
    • Análises Estatísticas: SAS (SAS Institute, 1999)  Design randomizado  Diferença: P<0,05  Tendência: P>0,05 e ≤0,10 Dados de Múltiplas Medidas ao Longo do Tempo MIXED Contrastes ortogonais pré- planejados (CON vs 21-ND; 21-ND vs 42-ND) Dados não analisados ao longo do tempo ANOVA MIXED Análises 30
  • 31.
    pH urinário pré-partode vacas multíparas alimentadas com os respectivos tratamentos. pH Urinário Semanas Relativas ao Parto Resultados e Discussão 31
  • 32.
    • Ca sanguíneo Catotal pós-parto de vacas multíparas alimentadas com as dietas dos respectivos tratamentos. Ca total, mg/dL Horas após o parto P= 0,001 Resultados e Discussão 32
  • 33.
    Médias de ingestãode matéria seca (IMS), balanço energético (BE), Peso Corporal (PC), Escore de Condição Corporal e pH urinário pré-parto de vacas multíparas. *C1= CON vs -21ND *C2= -21ND vs -42ND Resultados e Discussão 33
  • 34.
    Médias de ingestãode matéria seca (IMS), balanço energético (BE), peso corporal (PC), escore de condição corporal (ECC), perda de peso corporal e perda de ECC de vacas multíparas .pós-parto. Resultados e Discussão 34
  • 35.
    • Ingestão deMS Padrão temporal da IMS pré e pós-parto de vacas multíparas alimentadas conforme o grupo. IMS, kg/d Semanas Relativas ao parto P<0,01 BioChlor! Resultados e Discussão 35
  • 36.
    • Produção deLeite Produção de leite pós-parto de vacas multiparas distribuidas confirme os tratamentos.. Produção de Leite, kg/d Semanas Relativas ao parto P=0,04 Resultados e Discussão 36
  • 37.
    • Produção deLeite Aumentou com a suplementação aniônica antes do parto Adição de BioChlor ou Fermenten contínua  Aumento de 15,7% em nitrogênio microbiano  Aumento de 37% na digestão da proteína ruminal  Aumento de 25% no amoníaco de fermentação e concentrações de nitrogênio DeGroot et al. (2010) PL Resultados e Discussão 37
  • 38.
    • Componentes doLeite Componentes do leite no pós-parto. Tratamento Valor P CGL= componentes da gordura do leite NUL= nitrogênio uréico do leite CCS Resultados e Discussão 38
  • 39.
    E NO GERAL???? Conclusão pH urinário 42- ND Acidificou + o pH  Ca sanguíneo 42-ND + concentração de Ca total  ECC 42-ND  Produção e Componentes do Leite 21-ND ou 42-ND  IMS 21-ND ou 42-ND Conclusões 39
  • 40.
  • 41.
    • Meios nutricionaisde prevenção – Dieta com restrição de Ca – Sais aniônicos – Suplementação com Ca – Zeolitos – ... • Tratamento Individual – Cálcio Intravenoso – Suplementação oral de Ca – Várias formas de Ca – ... Alternativas... 41
  • 42.
    Alternativas... + Pré-disposição • PeríodosPré e Pós- Parto • Período de amamentação + Susceptíveis • Idade avançada • Alta produção Consequências • Diminuição na produção • Perdas econômicas • Deficiência de Ca • Desequilíbrios nutricionais Causas 42
  • 43.
    Associação de hipocalcemiasubclínica, balanço energético negativo e doenças, com alteração do peso corporal durante os primeiros 30 dias pós-parto em vacas leiteiras de sistemas de ordenha automática PAINEL 2 43
  • 44.
    -Caracterizar a variabilidadeda concentração de cálcio sérico nos dias 1 à 3 após o parto; -Avaliar a associação entre hipocalcemia subclínica (HSC) e mudança de peso corporal durante os primeiros 30 dias pós parto em vacas da raça holandês, e a correlação com doenças e balanço energético negativo (NEB). Objetivos 44
  • 45.
    -3 fazendas comerciaisde Nova York; -Quais critérios utilizados para incluir os rebanhos no estudo? + 100 vacas leiteiras Sistema Free-stall Ração mista parcial (C+F) Lely MAS Ordenha automátia Metodologia 45
  • 46.
    Todas as vacase novilhas com parto entre 11 de junho e 8 de agosto de 2012; Seguidos até 30 dias pós parto; Alimentação contendo forragem e concentrado (período seco e lactante); Formulação de acordo com NRC. Metodologia 46
  • 47.
    PARIDADE 1º 2º ≥ 3º 35 animais 29animais 41 animais TOTAL= 105 animais Utilizados no estudo: 92. Metodologia 47
  • 48.
    Inscrição de cadavaca no estudo de 3 a 10 dias pré parto; Coleta de sangue pela veia coccígea; Amostras de sangue centrifugadas por 15 minutos; Soro armazenado a -20°C. Cronograma de amostragem, com parto como dia de referência = 0, para os animais inscritos no estudo. tCa = cálcio total; NEFA = ácido graxo não esterificado; BHB = β- hidroxibutirato. Coleta de dados 48
  • 49.
    Peso Corporal (BW):Regressão linear simples; Análise descritiva de frequências e médias; Modelos Mistos do SAS. Análise estatística 49
  • 50.
    Incidência de doençasnos primeiros 10 DIM, estratificada pelo grupo de lactação (1 = primeiro paridade, 2 = segundo paridade, ≥3 = terceiro e animais de maior paridade). Número de casos Grupo de Lactação 18% Cetose 10% Metrite 5% Deslocamento de abomaso 1% Febre do leite Resultados e Discussão 50
  • 51.
    Concentrações séricas decálcio para todos os animais inscritos no estudo. As amostras foram coletadas nas horas +24, +48 e +72. Dias em lactação Dias em lactação Dias em lactação Concentração de Ca (mg/dL) 17% 55% 73% 3 1 2 51 Resultados e Discussão
  • 52.
    Alteração do pesocorporal nos primeiros 30 DIM, estratificada por paridade e dentro da paridade pelo estado HCS. Peso Corporal (Kg) Dias pós parto 3+ (normocalcemica) 3+ (hipocalcemica) 2 (normocalcemica) 2 (hipocalcemica) Novilhas (hipocalcemica) 3 1 2 Novilhas (normocalcemica) Dentro da paridade <0,001 Entre paridade <0,001 52 Resultados e Discussão
  • 53.
    Mudança no pesocorporal diário com base na interação entre hipocalcemia subclínica e doenças, em vacas primíparas. Mudança média diária no peso corporal (Kg) Normocalcemica Sem doença Normocalcemica Com doença Hipocalcemica Com doença Hipocalcemica Sem doença 2 53 Resultados e Discussão
  • 54.
    Mudança no pesocorporal diário com base na interação entre hipocalcemia subclínica e doenças e com BEN, em vacas secundíparas. Mudança diária média no peso corporal (Kg) 2 Normocalcemia Hipocalcemia Sem doença Com doença Sem doença Com doença -4,7 -5,1 -4,3 -3,3 Normocalcemia Hipocalcemia Sem BEN Com BEN SEM BEN Com BEN -4,5 -5,2 -3,3 -4,2 6 54 Resultados e Discussão
  • 55.
    Mudança no pesocorporal diário com base na interação entre hipocalcemia subclínica e doenças, e BEN, em vacas de três ou mais lactações. e Mudança diária média no peso corporal (Kg) 4 8 Normocalcemia Hipocalcemia Sem doença Com doença Sem doença Com doença -3,3 -2,7 -3,7 -4,0 Normocalcemia Hipocalcemia Sem BEN Com BEN SEM BEN Com BEN -2,7 -3,3 -3,7 -4,0 55 Resultados e Discussão
  • 56.
    Quando comparamos animaisde diferentes lactações, o grupo com maior incidência de HSC e doenças foi o de três lactações ou mais, pois diferente dos outros não tem tanta mobilização de Ca e tem maior produção de leite. E NO GERAL???? Animais com Hipocalcemia são mais suscetíveis a doenças e também a perda de peso corporal no pós parto quando comparadas com vacas normocalcemicas Considerações Finais 56
  • 57.
  • 58.
  • 59.
    59 DÚVIDAS? NÚCLEO DE PESQUISA,ENSINO E EXTENSÃO EM PECUÁRIA http://www2.ufpel.edu.br/nupeec/ nupeec@gmail.com