Faculdade de Medicina do ABC
Disciplina de Ortopedia e Traumatologia

SETOR de MEDICINA e CIRURGIA do PÉ
Prof. Dr. Rui dos Santos Barrôco
Dr. Fábio Serra Cemin
Dr. Oswaldo Nascimento
Dr. Marcos Cajueiro Fernandes
Hallux Rigidus
Hallux Limitus
Dr. Marcos Cajueiro Fernandes
Setembro 2008
Introdução
Condição clínica progressiva e dolorosa que
afeta o hálux
Caracterizada por flexão dorsal ausente ou
diminuída com artrose degenerativa da 1ª
MTT-falângica associada
Apesar de usados concomitantemente, o termo Hallux Limitus é tido como uma fase precursora, na qual ainda há movimento
Introdução
Vários autores sugeriram métodos de graduação da patologia, mas Regnauld (1986) e
Hanft (1993) desenvolveram sistemas de classificação aceitáveis
Os sistemas de classificação levam em consideração achados radiográficos e clínica
(ADM)
Introdução
Condição comum que afeta cerca de 1 a cada
45 adultos acima de 60 anos
Normalmente  condição bilateral; unilateral
mais comum em casos pós-traumáticos
Etiologia
Múltiplos fatores
Hipermobilidade da 1ª MTT-falângica
Index plus
Metatarsus primus elevatus
Osteocondrite dissecante
Trauma
Gota
Artrite Reumatóide
Etiologia
Hipermobilidade da 1ª MTT-falângica
Clínica
Dor na 1ª MTT-falangeana
Limitação da flexão dorsal com ou sem carga
Edema + dor palpável
Hipertrofia óssea ao redor da articulação
Queratose dolorosa na face plantar da cabeça
do 1° MTT
Radiologia
Estágios
Estágio I
Pequena diminuição do espaço articular
Osteófitos periarticulares
Convexidade da cabeça do 1° MTT diminuída
Sem alterações nos sesamóides
Radiologia
Estágios
Estágio II
Espaço articular estreito
Achatamento da superfície articular
Lesões osteocondrais presentes
Elevatus do 1° raio
Radiologia
Estágios
Estágio III
Perda do espaço articular
Osteófitos evidentes
Envolvimento imcompleto dos sesamóides
Corpos livres
Hipertrofia da articulação
Tratamento
Conservador
AINEs para controle da dor
Modificação nos calçados  solado rígido
Calçados com câmara anterior larga
Modificações nas atividades
Tratamento
Cirúrgico
Queilectomias
Osteotomias na falange proximal
Osteotomias no 1° MTT
Artrodeses
Artroplastia
Tratamento
Cirúrgico
Queilectomia
“artroplastia de limpeza”
Remoção lateral, medial e dorsal de exostoses
Base da falange proximal é remodelada
Brocagem do osso subcondral
Tratamento
Cirúrgico
Queilectomia
Tratamento
Cirúrgico
Queilectomia
Tratamento
Cirúrgico
Cirurgia de Bonney e Kessel (Moberg)
Osteotomia com cunha para dorsiflexão
Base da falange proximal
Adolescentes e pctes no estágio inicial da dça
Não deve haver lesões degenerativas
Tratamento
Cirúrgico
Cirurgia de Bonney e Kessel (Moberg)
Tratamento
Cirúrgico
Cirurgia de Bonney e Kessel (Moberg)
Tratamento
Cirúrgico
Osteotomia de Watermann
Osteotomia com cunha para dorsiflexão
Cabeça do 1° MTT
Associada a outros procedimentos (Logroscino)
(
Pctes jovens sem alterações degenerativas
Tratamento
Cirúrgico
Osteotomia de Watermann
Tratamento
Cirúrgico
Artrodese (McKeever, 1952)
Pctes nos quais há extenso dano articular
Aceitável especialmente em mulheres
10 a 15° de valgo + 25 a 30° de dorsiflexão em
relação ao ângulo de inclinação do 1° MTT
Tratamento
Cirúrgico
Artrodese
Tratamento
Cirúrgico
Artroplastias (Keller, 1904)
Pctes nos quais há extenso dano articular
Associado a um grande n° de complicações
Perda da força do hálux, redução do tamanho,
metatarsalgia
Tratamento
Cirúrgico
Artroplastia
FIM

Hallux rigidus