A dedicatória de Os Lusíadas segue a estrutura retórica típica do gênero, com exórdio, exposição, confirmação e peroração. Camões dedica o poema a D. Sebastião, visto como garantia da liberdade portuguesa e esperança na continuação da expansão da fé e do império. O poeta oferece seu canto épico para louvar os feitos portugueses e ser reconhecido como pregoeiro de sua pátria.