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Factores Abióticos - Temperatura

Catir
Catir
Catir Professora

Influência da temperatura, como factor abiótico, nos seres vivos

Factores Abióticos - Temperatura

1 de 46
Ciências Naturais
FACTORES ABIÓTICOS                   8º ano
temperatura




              Prof.ª Catarina Reis
Temperatura
Medida da quantidade de calor existente
num dado ambiente

Está associada à luz, uma vez que a luz
solar tem uma componente luminosa e uma
componente calorífica.

Varia com:
      Altitude ou profundidade
       Latitude
       Estação do ano
A temperatura é um factor de grande importância para os
seres vivos


Influencia:

       Período de actividade

       Características morfológicas

       Comportamento
Temperatura
Temperatura
• Temperaturas óptimas – são valores nos quais a
  espécie reage mais favoravelmente. Nestas condições
  as plantas crescem mais depressa e os animais
  desenvolvem a sua actividade normal;

• Temperaturas letais – são os valores que levam à
  morte dos seres vivos;

• Temperaturas de tolerância – são os valores situados
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Temperatura
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Factores Abióticos - Temperatura

  • 1. Ciências Naturais FACTORES ABIÓTICOS 8º ano temperatura Prof.ª Catarina Reis
  • 2. Temperatura Medida da quantidade de calor existente num dado ambiente Está associada à luz, uma vez que a luz solar tem uma componente luminosa e uma componente calorífica. Varia com: Altitude ou profundidade Latitude Estação do ano
  • 3. A temperatura é um factor de grande importância para os seres vivos Influencia: Período de actividade Características morfológicas Comportamento
  • 5. Temperatura • Temperaturas óptimas – são valores nos quais a espécie reage mais favoravelmente. Nestas condições as plantas crescem mais depressa e os animais desenvolvem a sua actividade normal; • Temperaturas letais – são os valores que levam à morte dos seres vivos; • Temperaturas de tolerância – são os valores situados entre as temperaturas óptimas e as letais.
  • 7. Classificação dos seres vivos de acordo com a sua tolerância perante as variações de temperatura: • Estenotérmico – organismo que não tolera grandes variações de temperatura (ex: lagosta) • Euritérmico – organismo que tolera grandes variações de temperatura (ex: camelo)
  • 8. Temperatura Existem seres vivos que: estenotérmica não toleram grandes variações térmicas estenotérmicos euritérmica toleram grandes variações térmicas Temperatura euritérmicos
  • 9. Temperatura Espécies estenotérmicas Espécies que sobrevivem entre estreitos limites de temperatura. (pequena amplitude térmica) Ex: Lagartixa, lagosta Espécies euritérmicas Espécies que resistem a grandes variações de temperatura. (grande amplitude térmica) Ex: Lobo, homem, camelo
  • 12. Classificação dos animais de acordo Temperatura com a sua temperatura corporal: • Animais poiquilotérmicos – não conseguem manter a temperatura corporal constante, estando dependentes da temperatura do meio (animais de temperatura variável). Ex: peixes, répteis e anfíbios Para sobreviverem, estes animais refugiam-se do calor ou do frio excessivos.
  • 13. Classificação dos animais de acordo Temperatura com a sua temperatura corporal: • Animais homeotérmicos – conseguem manter a temperatura corporal constante, independentemente da temperatura ambiente (animais de temperatura constante). Ex: aves e mamíferos Nos climas frios os animais homeotérmicos reduzem as perdas de calor corporal para o ambiente.
  • 14. Animais homeotérmicos Adaptações Adaptações corporais comportamentais • revestimento • hibernação; corporal; • estivação; • tamanho das extremidades • migração. corporais.
  • 16. Temperatura Adaptações morfológicas que permitem aos animais resistir a temperaturas desfavoráveis: • Quantidade de gordura subcutânea • Tamanho e densidade dos pêlos • Tamanho das orelhas e focinho
  • 17. Adaptações morfológicas que permitem aos animais resistir às temperaturas quentes: • Pêlos menos densos e mais curtos • Menos gordura • Maior superfície corporal em contacto com o exterior (orelhas grandes) Raposa feneco Estas características facilitam a perda de calor para o meio e evitam o sobreaquecimento.
  • 18. Revestimento corporal Ambientes quentes • revestimento de escamas para protecção do calor excessivo do meio ambiente. • extremidades corporais de grandes dimensões para perder o calor em excesso;
  • 19. Adaptaç Adaptações morfológicas que permitem aos morfoló frias: animais resistir às temperaturas frias: • Pêlos mais densos/compridos – raposas e urso polar • Grande teor de gordura - pinguins • Extremidades mais curtas (focinho, orelhas) Estas características fazem com que a perda de calor seja mínima, permitindo assim a sobrevivência.
  • 20. Revestimento corporal Ambientes frios • extremidades corporais de pequenas dimensões para não perder o calor; • revestimento com grande quantidade de gordura para protecção do frio excessivo do meio ambiente.
  • 22. O pinguim imperador é dos poucos animais que passa o Inverno na Antártida. Os adultos podem atingir até 1,10m de altura e pesar até 30 kg. • O pinguim de Magalhães vive em águas temperadas, habitando em zonas costeiras da Argentina, Chile e ilhas Malvinas. Tem cerca de 70 cm de altura e 5 a 6 kg de peso. • O pinguim das Galápagos corresponde à única espécie que vive junto do equador. Tem cerca de 50 cm de altura e um peso de 1,5 a 2,5 kg.
  • 24. • A raposa do Árctico, muda a cor da pelagem de acastanhado durante o Verão para branco no início do Outono.
  • 26. Ursos
  • 29. Temperatura Adaptações às temperaturas desfavoráveis: Abrigam-se durante parte do dia
  • 30. Temperatura Adaptações às temperaturas desfavoráveis: Redução das actividades vitais para valores mínimos, ficando num estado de vida latente. Hibernação Se ocorrer na estação fria Ex.: ouriço-cacheiro Estivação Se ocorrer na estação quente Ex.: caracóis; crocodilo
  • 31. Hibernação Alguns animais não se mantêm activos a baixas temperaturas, acabando por entrar num estado de dormência designado por hibernação.
  • 32. Alguns animais, como o urso-pardo, o texugo e vários répteis “dormem” durante o Inverno. Porém, esse “sono hibernal” não é considerado uma verdadeira hibernação, uma vez que esses animais não só podem acordar para comer, como também a diminuição da sua temperatura corporal é pouco acentuada.
  • 33. Estivação Alguns animais não se mantêm activos a altas temperaturas, acabando por entrar num estado de dormência designado por estivação.
  • 35. Temperatura Adaptações às temperaturas desfavoráveis: Migração Percorrem as mais variadas distâncias, em busca de um local para reprodução ou melhores condições climáticas e abundância de alimentos. Ex: flamingos, cegonha negra, andorinhas
  • 36. Migração Alguns animais deslocam-se para locais com temperaturas mais elevadas, ou seja, migram.
  • 38. Temperatura • A temperatura influencia o crescimento e o desenvolvimento de todas as plantas. • A germinação, floração e frutificação são processos que também são influenciados pela temperatura ambiental. Contudo, a influência da temperatura nestes processos varia de espécie para espécie. • Cada espécie tem uma temperatura óptima para a germinação, floração e frutificação.
  • 41. • As variações térmicas muito acentuadas prejudicam as plantas agrícolas – é o caso das vagas de calor ou das geadas, que causam prejuízos vários aos agricultores, principalmente se ocorrem fora de época.
  • 42. Temperatura Adaptações das plantas às baixas temperaturas: • Plantas anuais existem • Plantas bienais • Plantas vivazes ou perenes
  • 43. Temperatura Adaptações das plantas às baixas temperaturas: • Plantas anuais • Não conseguem suportar o frio deixando as sementes para germinar no ano seguinte. Ex.: feijoeiro. • Plantas bienais • Perdem a sua parte aérea mas mantêm a parte subterrânea. Ex.: lírio
  • 44. Temperatura Adaptações das plantas às baixas temperaturas: • Plantas vivazes ou perenes • Mantêm a sua estrutura todo o ano, apesar de algumas serem de folha caduca. Árvores com copa em ∆, folhas Árvores que deixam cair as folhas pequenas cobertas por uma cutícula e ficam em estado latente
  • 46. http://ciencias8ano.wordpress.com Ciências Naturais 8º ano Prof.ª Catarina Reis