O documento discute a atividade corsária muçulmana no litoral mediterrâneo e atlântico, destacando a expansão marítima portuguesa sob a dinastia de Avis e as dificuldades econômicas e militares enfrentadas. A conquista de Ceuta em 1415 é apresentada como um marco inicial da presença portuguesa na África e na exploração do Atlântico, que culmina no comércio de escravos e na produção açucareira. Além disso, analisa o desenvolvimento das tecnologias navais e as interações complexas entre as praças portuguesas no Marrocos.