O documento discute as visões de filósofos sobre a natureza humana e o existencialismo. Aristóteles e Tomás de Aquino viam o ser humano como tendo uma essência pré-determinada, enquanto Marx via o ser humano como um animal econômico. Kierkegaard defendia que o homem é condenado à liberdade de escolha sobre sua existência. Já Sartre posteriormente argumentaria que a existência precede a essência, com o homem definindo a si mesmo através de suas ações.