SlideShare uma empresa Scribd logo
Assunto dado no ano passado, 2ª série do Ensino Médio









Os fósseis foram um conjunto de dados muito importante a favor
da evolução.
Quanto mais recente é a camada de rocha, mais complexas e
diversificadas são as espécies aí encontradas. Quando mais
recentes as espécies fósseis, mais elas lembram, em
características, as espécies que vivem atualmente.
Na Terra, houve um processo de modificação ou transformação
gradativa nas formas de vida ao longo do tempo. A evolução
orgânica ou biológica.
Conforme aumenta o número de fosseis encontrados e o
conhecimento do paleontólogos sobre eles, mais e mais elos
intermediários entre as espécies atuais e as que viveram no
passado são identificados.
Chegou-se a conclusão que cada organismo vivo atual é produto
de uma longa história evolutiva.




O estudo comparativo dos fósseis indica o
parentesco das espécies que viveram no passado
com as que vivem atualmente, revelando ideias
que reforçam a ideia de evolução.
Muito provavelmente, o conjunto de ossos que
formam os membros dos vertebrados surgiu em
um antepassado que viveu a milhões de anos na
Terra e foi transmitido por herança genética,
geração após geração. Ao longe deste processo
ocorreram séries de modificações.
Órgãos como o braço humano, a nadadeira das
baleias, a asa das aves e a pata dos cavalos, que
apresentam características fundamentais em sua
estrutura, são conhecidos como casos de homologia e
são denominados órgãos ou estruturas homólogos.
Eles indicam o parentesco evolutivo entre as espécies,
portanto, são fundamentais nos estudos evolutivos.
 Situações em que duas ou mais estruturas se
assemelham apenas na funções em que exercem e
não na estrutura são considerados casos de analogia,
como ocorre com a asas das aves e as dos insetos,
estruturas análogas.

Os órgãos vestigiais são aqueles que em alguns
seres vivos apresentam-se atrofiados ou pouco
desenvolvidos, enquanto em outras encontramse plenamente desenvolvidas e funcionais.
 Isso é o que ocorre com, por exemplo, o
apêndice e o ceco do coelho, que podem chegar
até 45cm e têm inúmeras bactérias capazes de
digerir a celulose do alimento que armazenam.
No entanto, nos humanos, o ceco e o apêndice
não ultrapassam 15cm e estão praticamente
atrofiados.



A semelhança entre embriões de diferentes
espécies animais em suas etapas iniciais de
desenvolvimento podem ser explicadas pelo
fato de que as características embrionárias
também são transmitidas por herança
genética. Foram herdadas de um
antepassado comum, assim como as demais
características.






Desde que a vida surgiu na Terra o material genético vem sendo
transmitido de organismo pra organismo, e isso tem garantido que todos
os seres atuais sigam uma mesma base, ou padrão comum.
Ao longo do tempo, também foram ocorrendo e acumulando-se
mutações no material genético, o que vez com que os seres também se
diversificassem, dando origem a espécies diferentes.
O código genético, ao mesmo tempo que garantiu um padrão comum a
todos os seres vivos, também possibilitou que surgissem novas
características entre o seres vivos, ou seja, que eles evoluíssem e se
diversificassem. Comparando atualmente o material genético, o RNA e
as proteínas de várias espécies tanto é possível descobrir o que estas têm
de semelhante, quanto o que elas têm de diferente e como se
diversificaram ao logo processo da evolução.
Charles Darwin é considerado o “Pai da teoria da
evolução”
 A princípio Darwin não acreditava na transformação
das espécies, ele acreditava que as espécies haviam
sido criadas em sua forma final e que eram imutáveis.
 Essa era a ideia predominante até meados do século
XIX, o fixismo. A visão fixista estava de acordo com a
visão religiosa. Deus, segundo fixistas, teria criado o
mundo e as espécie, inclusive a humana, igual são
hoje. Tudo havia sido predeterminado pelo Criador, e
apenas a intervenção d’Ele podia alterar o curso das
coisas.

As ideias dos evolucionistas, ao contrário do fixismo, a
regra no mundo natural era justamente a mudança.
 Quando partiu em sua viagem de investigação,
Darwin era um fixista. Porém, quando retornou já
tinha ideias evolucionistas.
 As leituras, estudos, e sua viagem ao redor do mundo
foram essenciais para que essas ideias pudessem
nascer. Descobriu que haviam evidências suficientes
para afirmar-se que a superfície da Terra se
modificava ao longo do tempo, por ação de forças
naturais e de processos geológicos que atuaram no
passado e ainda atuariam no presente.

Analisando e comparando fósseis encontrados,
Darwin pode perceber a variação das espécies ao
longo do tempo. Tornou-se claro que as mudanças no
ambiente, nos animais, na vegetação, etc, não eram
só resultado da intervenção divina, mas provocada
por lentas e graduais mudanças que vinham
ocorrendo na Terra.
 Foi a partir dessa viagem que também começou a
observar o fato de que os animais pudessem acumular
mutações e transformarem-se em novas espécies.
 Não satisfeito, Darwin passou a buscar mais provas da
evolução.



Em uma de suas viagens, na Ilha dos Galápagos,
notou que as emas que viviam nas planícies
argentinas não eram todas iguais, mas variavam entre
os grupos das áreas vizinhas. Percebeu que as
diferenças aumentavam quando mais se direcionasse
para o sul. Notou que talvez uma única espécie tenha
sido a responsável pela origem de todos os grupos de
emas que observou. Conforme se reproduziu e se
espalhou pelo continente, essa espécie ancestral dá
origem a grupos que, por sua vez, sofreram mutações
e, ao longo do tempo, tornaram-se distintos entre si,
imaginou Darwin. Esse processo foi chamado de
irradiação adaptativa.
Todas as evidências encontradas faziam crer na evolução.
No entanto, seria necessário explicar como isso ocorria ou
descobrir quais os mecanismos que eram os responsáveis
pela transformação gradual das espécies.
 Lendo o livro de Thomas Malthus, começou a ter bases
para essa explicação. Malthus argumentava que a
diferença entre o ritmo de crescimento da população e o
ritmo de produção de alimentos era tanto que colocava as
pessoas em uma espécie de luta pela sobrevivência.
Concluiu que a morte e as destruições provocadas pelas
guerras, pela fome e pelas epidemia eram inevitáveis, uma
vez que não havia controle de crescimento populacional.

Pensou Darwin então que essa ideia seria também válida
para os animais, que, como os humanos, possuem um
potencial reprodutivo enorme e sua taxa de mortalidade
também é alta. Logo, Darwin deduziu que o meio
ambiente impunha restrições às demais espécies.
 Concluiu que na natureza só sobreviviam e se reproduziam
os organismos que tinham as variações mais favoráveis ou
que estivessem mais adaptados em viver em
determinados ambientes.
 O princípio da seleção natural funciona como um funil,
onde as condições do ambiente agem selecionando, entre
as variedades de tipos que formam uma população,
aqueles indivíduos com características mais favoráveis à
sobrevivência e à reprodução.

As espécies não são imutáveis. Elas variam ou se
transformam ao longo do tempo e dão origem umas as
outras,
2. Todos os seres tendem a produzir populações com
maior número de indivíduos do que é capaz de
sobreviver, levando à luta pela sobrevivência ou à
competição.
3. Sobrevivem e se reproduzem apenas alguns indivíduos.
Sobrevivem aqueles que possuem características mais
vantajosas ou os mais adaptados a viver em determinados
ambientes, ideia referente ao princípio de seleção natural.
4. A sobrevivência dos mais adaptados leva ao acúmulo de
modificações nas populações. Essas modificações
resultam na transformação gradual das espécies.
1.
Consciente das reações negativas que suas ideias poderia trazer,
principalmente por parte de membros da igreja Anglicana, queria
que suas obras fossem publicadas somente depois de sua
 Adiantou sua publicação quando recebeu uma carta de Alfred
Russel Wallace e Darwin teve uma surpresa ao ver que Wallace
defendia uma ideia para explicar a evolução das espécies quase
igual a seleção natural, que ele defendia. Foi quando pensou: havia
juntado durante mais de 20 anos argumentos e dados em defesa
da sua teoria de evolução por seleção natural e, de repente,
Wallace lhe apresentava quase a mesma ideia. Precisou antecipar
a divulgação de suas ideias, e fazê-lo junto com Wallace. Juntos,
defendiam que as espécies não eram imutáveis, que
transformavam-se ao longo do tempo. Propunham a seleção
natural, de Darwin, e a sobrevivência dos mais bem notados, de
Wallace.

A ideia da seleção natural despertou a ira dos conservadores,
principalmente os religiosos. Mas também levou os as pessoas a
refletirem sobre a origem da humanidade e concluir que a seleção
natural podia explicar bem a evolução humana. Muitos reagiram
violentamente a essa ideia. Para os religiosos, era impossível
pensar na humanidade como fruto de um processo de evolução,
pior ainda, imaginar que descendemos de macacos.
 Darwin em nenhum momento falou que descendíamos dos
macacos. Aliás essa teoria é contrária a dele. A nossa espécie
descende de espécie que viveram no passado, ancestrais. Os
humanos e os macacos teriam, então, um parentesco em comum.
 As espécie que vivem atualmente são todas resultantes da seleção
natural, portanto, não existem espécies atuais mais ou menos
evoluídas. Todas são ramos diferentes de uma mesma árvore
evolutiva.

A maioria dos pensadores que acreditavam na teoria da evolução e
a defendia, não se preocupar em explicar como ocorriam as
transformações, esse foi o diferencial de Darwin e Wallace.
 Lamarck foi um dos poucos evolucionistas antes de Darwin e
Wallace. Ele acreditava que os seres primitivos originaram-se de
geração espontânea e gradualmente transformavam-se nos mais
complexos. Cada espécie que hoje vive seria então uma herança
de uma espécie simples que havia surgido no passado e vinha se
tornando mais complexa ao longo do processo de evolução.
 Para Lamarck não havia parentesco entre as espécies. Cada uma
havia surgido de maneira independente e também evoluía de
maneira independente em relação as outras. Já para Darwin e
Wallace, todas as espécies descendiam de uma única ancestral,
sendo assim, parentes.



Para Darwin e Wallace, o ambiente funcionaria
como um selecionador, favorecendo aqueles
indivíduos que já apresentassem características
apropriadas para sua sobrevivência em
determinado ambiente. Para Lamarck, era ao
contrário, a transformação das espécies seria
diretamente provocada pela ação do ambiente,
que devido suas mudanças forçariam o indivíduo
a transformar-se ou a adquirir novas
características para ajustar-se às novas
condições e essas características seriam
passadas aos seus descendentes.
Lei da tendência à complexidade. Tendência natural de todas as
espécies tornarem-se cada vez mais perfeitas e complexas.
2. Lei do surgimento dos órgãos em razão da necessidade. Os
indivíduos modificariam seus hábitos ou a sua maneira de viver ,
conforme as necessidades ditadas pelo ambiente.
3. Lei do uso e desuso. Quanto uma parte do corpo ou um órgão é
muito utilizado, mais ele se desenvolveria; quanto menos
utilizado, enfraqueceria gradativamente, até atrofiar ou até
desaparecer.
4. Lei da transmissão dos caracteres adquiridos. As características
adquiridas através do uso e desuso poderiam ser transmitidas
diretamente aos seus descendentes, geração a geração,
acarretando o desenvolvimento espécies.
1.




Segundo Lamarck, as girafas tinham, no passado, pescoços mais curtos,
mas uma mudança no ambiente obrigou-as a buscar folha no alto das
árvores. Dessa forma, forçadas pelas mudanças ambientais, geração
após geração os pescoços foram aumentando mais para que as girafas
pudessem obter o alimento (uso e desuso).
Já segundo Darwin, haviam girafas com pescoços de variados tamanhos,
e as mudanças ambientais favoreceram a sobrevivência e a reprodução
dos que possuíam pescoços mais longos.
A ideia do uso e desuso é até razoável, isso acontece em
muitas situações, como por exemplo acontece com
nossos músculos. Mas a segunda suposição de Lamarck é
inaceitável. As características adquiridas por um indivíduo
ao longo de sua vida não são transmitidas aos seus
descendentes.
 O biólogo August Weismann foi o primeiro a apresentar
provas experimentais de que os caracteres adquiridos ao
longo da vida de um indivíduo não são transmitidos aos
seus descendentes. Fez isso com um experimento
cortando a cauda de ratos e permitiu que eles cruzassem.
Em nenhum momento nasceram ratos sem cauda.
 Comprovou-se que somente as características presentas
nas células reprodutivas de um indivíduo, presentes no seu
código genético, são transmitidas as próximas gerações.

Hoje a teoria da evolução é conhecida como teoria
sintética da evolução ou neodarwinismo. Essa teoria
considera que as mudanças no material genético
(mutações) são a principais responsáveis pela
variabilidade das populações. Através delas são
introduzidas diferenças nas populações, sobre as
quais vai agir a seleção natural, definindo quais seres
vivos irão sobreviver, se reproduzir e passar aos
descendentes a variação.
 A ideia de mutação veio de Hugo Vries, que concebeu
a ideia de que essas mudanças ocorridas
aleatoriamente no material genético eram
responsáveis pela variabilidade.

Nem todos os seres vivos competem de igual pra
igual. Em geral, alguns se sobressaem pelas
características. Esses indivíduos são considerados os
mais aptos.
 Do ponto de vista evolutivo, um indivíduo não se
modifica para se adaptar ao ambiente, mas já
encontra-se adaptado, ou não, para viver em
determinado local.
 Estar adaptado é ter alguma característica que
aumente suas chances de sobreviver.
 Uma característica só pode ser considerada
adaptativa caso possa ser passada aos descendentes.







As combinações genéticas e as mutações são
importantes para a variabilidade das populações, no
entanto não são responsáveis diretas pela evolução.
Fatores como isolamento geográfico e reprodutivo são.
Havendo um isolamento de indivíduos de uma mesma
espécie durante um período suficiente para ocorrerem
mutações e recombinações genéticas no grupo isolado,
acumulam-se diferenças que tornam a espécie original e
o grupo isolado em espécies distintas, uma vez que, se
colocadas reunidas novamente, não se reproduziram, e,
caso ocorra, não nasceram descendentes férteis.
A essa formação de uma nova espécie dá-se o nome
especiação.
Esse isolamento pode ser geográfico, gerando especiação
alopátrica (em territórios diferentes). Nesse caso, os
indivíduos de uma espécie são separados por uma barreia
geográfica que podem ser provocadas por fatores
geológicos ou climáticos, como enchentes, erupções
vulcânicas, terremotos, etc.
 O grupo isolado passa a evoluir-se de maneira
independente dos da espécie original, os quais também
sofrerão mutações. Nessas circunstâncias, ocorre o
isolamento reprodutivo, sendo que se colocados no
mesmo local novamente não se reproduziriam.
 O grupo isolado é considerado uma nova espécie.

Esse isolamento geográfico pode ocorrer devida a relação
intraespecífica, competição. Se há em determinado
território uma grande concentração de indivíduos, ocorre
uma disputa por alimento, sendo vantajosa para um grupo
deixar aquele lugar em busca de um com melhores
condições de sobrevivência (mais alimento, no caso). Esse
grupo terá então formado uma nova espécie.
 Pode ocorrer também o isolamento reprodutivo, sem que
haja o isolamento geográfico, tratando-se de uma
especiação simpátrica. Ocorre quando dois ou mais
indivíduos de uma espécie sofrer mutações e reproduzemse, isolando-se devida a acentuação da diferenciação. Um
novo grupo será formado dentro da própria população.

Ana Carolina Rodrigues

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Evolucionismo Lamarck E Darwin
Evolucionismo Lamarck E DarwinEvolucionismo Lamarck E Darwin
Evolucionismo Lamarck E Darwin
hyguer
 
Uma breve história do pensamento evolutivo
Uma breve história do pensamento evolutivoUma breve história do pensamento evolutivo
Uma breve história do pensamento evolutivo
Francisco Prosdocimi
 
As teorias de lamarck e darwin
As teorias de lamarck e darwinAs teorias de lamarck e darwin
As teorias de lamarck e darwin
Elaine Cristina Nunes
 
Evolucao teorias 2014
Evolucao teorias 2014Evolucao teorias 2014
Evolucao teorias 2014
Ivo Lessa Filho
 
Noções de evolução
Noções de evoluçãoNoções de evolução
Noções de evolução
emanuel
 
11 evolucionismo
11  evolucionismo11  evolucionismo
11 evolucionismo
margaridabt
 
Evolução
EvoluçãoEvolução
Evolução
unesp
 
Evoluçao especiaçáo nov 2014
Evoluçao especiaçáo nov 2014Evoluçao especiaçáo nov 2014
Evoluçao especiaçáo nov 2014
Ionara Urrutia Moura
 
Adaptação, seleção natural e teoria da evolução 7°
Adaptação, seleção natural e teoria da evolução 7°Adaptação, seleção natural e teoria da evolução 7°
Adaptação, seleção natural e teoria da evolução 7°
Gabriel Salles
 
EvoluçAo
EvoluçAoEvoluçAo
EvoluçAo
juniormaximo
 
7º ano cap3 a evolução dos seres vivos
7º ano cap3  a evolução dos seres vivos7º ano cap3  a evolução dos seres vivos
7º ano cap3 a evolução dos seres vivos
ISJ
 
Evolução das espécies.
Evolução das espécies.Evolução das espécies.
Evolução das espécies.
Brenno Miranda
 
Evolução biológica
Evolução biológicaEvolução biológica
Evolução biológica
César Milani
 
Evolucionismo
EvolucionismoEvolucionismo
Evolucionismo
Douglas Barreto
 
EVOLUCIONISMO
EVOLUCIONISMOEVOLUCIONISMO
EVOLUCIONISMO
Larissa Averna
 
Cap 13 seleção natural
Cap 13 seleção naturalCap 13 seleção natural
Cap 13 seleção natural
Joao Balbi
 
EducSpam Evolucao e Selecao Natural
EducSpam Evolucao e Selecao NaturalEducSpam Evolucao e Selecao Natural
EducSpam Evolucao e Selecao Natural
Educ Spam
 
Evolução
EvoluçãoEvolução
Biologia lamarckismo vs darwinismo
Biologia lamarckismo vs darwinismoBiologia lamarckismo vs darwinismo
Biologia lamarckismo vs darwinismo
Laylis Amanda
 
Evolução das espécies
Evolução das espéciesEvolução das espécies
Evolução das espécies
Edvaldo S. Júnior
 

Mais procurados (20)

Evolucionismo Lamarck E Darwin
Evolucionismo Lamarck E DarwinEvolucionismo Lamarck E Darwin
Evolucionismo Lamarck E Darwin
 
Uma breve história do pensamento evolutivo
Uma breve história do pensamento evolutivoUma breve história do pensamento evolutivo
Uma breve história do pensamento evolutivo
 
As teorias de lamarck e darwin
As teorias de lamarck e darwinAs teorias de lamarck e darwin
As teorias de lamarck e darwin
 
Evolucao teorias 2014
Evolucao teorias 2014Evolucao teorias 2014
Evolucao teorias 2014
 
Noções de evolução
Noções de evoluçãoNoções de evolução
Noções de evolução
 
11 evolucionismo
11  evolucionismo11  evolucionismo
11 evolucionismo
 
Evolução
EvoluçãoEvolução
Evolução
 
Evoluçao especiaçáo nov 2014
Evoluçao especiaçáo nov 2014Evoluçao especiaçáo nov 2014
Evoluçao especiaçáo nov 2014
 
Adaptação, seleção natural e teoria da evolução 7°
Adaptação, seleção natural e teoria da evolução 7°Adaptação, seleção natural e teoria da evolução 7°
Adaptação, seleção natural e teoria da evolução 7°
 
EvoluçAo
EvoluçAoEvoluçAo
EvoluçAo
 
7º ano cap3 a evolução dos seres vivos
7º ano cap3  a evolução dos seres vivos7º ano cap3  a evolução dos seres vivos
7º ano cap3 a evolução dos seres vivos
 
Evolução das espécies.
Evolução das espécies.Evolução das espécies.
Evolução das espécies.
 
Evolução biológica
Evolução biológicaEvolução biológica
Evolução biológica
 
Evolucionismo
EvolucionismoEvolucionismo
Evolucionismo
 
EVOLUCIONISMO
EVOLUCIONISMOEVOLUCIONISMO
EVOLUCIONISMO
 
Cap 13 seleção natural
Cap 13 seleção naturalCap 13 seleção natural
Cap 13 seleção natural
 
EducSpam Evolucao e Selecao Natural
EducSpam Evolucao e Selecao NaturalEducSpam Evolucao e Selecao Natural
EducSpam Evolucao e Selecao Natural
 
Evolução
EvoluçãoEvolução
Evolução
 
Biologia lamarckismo vs darwinismo
Biologia lamarckismo vs darwinismoBiologia lamarckismo vs darwinismo
Biologia lamarckismo vs darwinismo
 
Evolução das espécies
Evolução das espéciesEvolução das espécies
Evolução das espécies
 

Destaque

7a SéRie Darwin X Lamarck
7a SéRie   Darwin X Lamarck7a SéRie   Darwin X Lamarck
7a SéRie Darwin X Lamarck
SESI 422 - Americana
 
Darwnismo e Lamarckismo
Darwnismo e LamarckismoDarwnismo e Lamarckismo
Darwnismo e Lamarckismo
Kamila Joyce
 
Jogo teoria evolucionista
Jogo teoria evolucionistaJogo teoria evolucionista
Jogo teoria evolucionista
Arthur Barbosa
 
Darwin
DarwinDarwin
teoria evolucionista Darwin e Lamarck
teoria evolucionista Darwin e Lamarckteoria evolucionista Darwin e Lamarck
teoria evolucionista Darwin e Lamarck
Darlla Sb
 
Evolução humana 3 C
Evolução humana 3 CEvolução humana 3 C
Evolução humana 3 C
Maria Teresa Iannaco Grego
 
Evolução
EvoluçãoEvolução
Evolução
denilsonbio
 
Biologia (lamarckismo e darwinismo)
Biologia  (lamarckismo e darwinismo)Biologia  (lamarckismo e darwinismo)
Biologia (lamarckismo e darwinismo)
Vanessa Anzolin
 
Evolução: Darwin vs Lamarck
Evolução: Darwin vs LamarckEvolução: Darwin vs Lamarck
Evolução: Darwin vs Lamarck
Ricardo Sousa
 
Evolução ( Lamarck e darwin)
Evolução ( Lamarck e darwin)Evolução ( Lamarck e darwin)
Evolução ( Lamarck e darwin)
Gisele A. Barbosa
 
Trabalho teoria da evolução
Trabalho teoria da evoluçãoTrabalho teoria da evolução
Trabalho teoria da evolução
Lair Guedes Silva
 
Teorias de evolução
Teorias de evoluçãoTeorias de evolução
Teorias de evolução
Alpha Colégio e Vestibulares
 
Fixismo e Evolucionismo
 Fixismo e Evolucionismo Fixismo e Evolucionismo
Fixismo e Evolucionismo
elvira.sequeira
 
Darwinismo
DarwinismoDarwinismo
Darwinismo
Catir
 
Teorias da Evolução - Prof. Arlei
Teorias da Evolução - Prof. ArleiTeorias da Evolução - Prof. Arlei
Teorias da Evolução - Prof. Arlei
Carmina Monteiro
 

Destaque (15)

7a SéRie Darwin X Lamarck
7a SéRie   Darwin X Lamarck7a SéRie   Darwin X Lamarck
7a SéRie Darwin X Lamarck
 
Darwnismo e Lamarckismo
Darwnismo e LamarckismoDarwnismo e Lamarckismo
Darwnismo e Lamarckismo
 
Jogo teoria evolucionista
Jogo teoria evolucionistaJogo teoria evolucionista
Jogo teoria evolucionista
 
Darwin
DarwinDarwin
Darwin
 
teoria evolucionista Darwin e Lamarck
teoria evolucionista Darwin e Lamarckteoria evolucionista Darwin e Lamarck
teoria evolucionista Darwin e Lamarck
 
Evolução humana 3 C
Evolução humana 3 CEvolução humana 3 C
Evolução humana 3 C
 
Evolução
EvoluçãoEvolução
Evolução
 
Biologia (lamarckismo e darwinismo)
Biologia  (lamarckismo e darwinismo)Biologia  (lamarckismo e darwinismo)
Biologia (lamarckismo e darwinismo)
 
Evolução: Darwin vs Lamarck
Evolução: Darwin vs LamarckEvolução: Darwin vs Lamarck
Evolução: Darwin vs Lamarck
 
Evolução ( Lamarck e darwin)
Evolução ( Lamarck e darwin)Evolução ( Lamarck e darwin)
Evolução ( Lamarck e darwin)
 
Trabalho teoria da evolução
Trabalho teoria da evoluçãoTrabalho teoria da evolução
Trabalho teoria da evolução
 
Teorias de evolução
Teorias de evoluçãoTeorias de evolução
Teorias de evolução
 
Fixismo e Evolucionismo
 Fixismo e Evolucionismo Fixismo e Evolucionismo
Fixismo e Evolucionismo
 
Darwinismo
DarwinismoDarwinismo
Darwinismo
 
Teorias da Evolução - Prof. Arlei
Teorias da Evolução - Prof. ArleiTeorias da Evolução - Prof. Arlei
Teorias da Evolução - Prof. Arlei
 

Semelhante a Evolução

Evolução biológica apostila
Evolução biológica apostilaEvolução biológica apostila
Evolução biológica apostila
Mara de Andrade
 
9°anoResumo sobre evolução.docx
9°anoResumo sobre evolução.docx9°anoResumo sobre evolução.docx
9°anoResumo sobre evolução.docx
celenubialiradeolive
 
A origem das espécies charles darwin
A origem das espécies charles darwinA origem das espécies charles darwin
A origem das espécies charles darwin
Jorcenita Vieira
 
Evoluçao biologica pibid biologia-1º ano-luiz carlos da costa
Evoluçao biologica pibid biologia-1º ano-luiz carlos da costaEvoluçao biologica pibid biologia-1º ano-luiz carlos da costa
Evoluçao biologica pibid biologia-1º ano-luiz carlos da costa
Luiz Carlos
 
Evoluçao biologica pibid biologia-1º ano-luiz carlos da costa
Evoluçao biologica pibid biologia-1º ano-luiz carlos da costaEvoluçao biologica pibid biologia-1º ano-luiz carlos da costa
Evoluçao biologica pibid biologia-1º ano-luiz carlos da costa
Luiz Carlos
 
A teoria sintética do Darwin
A teoria sintética do DarwinA teoria sintética do Darwin
A teoria sintética do Darwin
Pedro Kangombe
 
A complexidade dialética do processo evolutivo
A complexidade dialética do processo evolutivoA complexidade dialética do processo evolutivo
A complexidade dialética do processo evolutivo
Thiago Ávila Medeiros
 
Telecurso 2000 aula 50 a evolução das espécies
Telecurso 2000 aula 50   a evolução das espéciesTelecurso 2000 aula 50   a evolução das espécies
Telecurso 2000 aula 50 a evolução das espécies
netoalvirubro
 
3 teorias evolucionistas
3 teorias evolucionistas3 teorias evolucionistas
3 teorias evolucionistas
Maria da Gloria Santos
 
biologia teoria da evolução.pptx
biologia teoria da         evolução.pptxbiologia teoria da         evolução.pptx
biologia teoria da evolução.pptx
Nome Sobrenome
 
Claudia aparecida alves criação x evolução
Claudia aparecida alves   criação x evoluçãoClaudia aparecida alves   criação x evolução
Claudia aparecida alves criação x evolução
Aristoteles Rocha
 
Darwinismo
DarwinismoDarwinismo
Teorias evolucionistas
Teorias evolucionistasTeorias evolucionistas
Teorias evolucionistas
Wesley Germano Otávio
 
Evolucao ceped
Evolucao cepedEvolucao ceped
Evolução
EvoluçãoEvolução
Evolução
biohorrores
 
A Origem do Ser Humano - 6º Ano (2018)
A Origem do Ser Humano - 6º Ano (2018)A Origem do Ser Humano - 6º Ano (2018)
A Origem do Ser Humano - 6º Ano (2018)
Nefer19
 
Evolução - Especiação
Evolução - EspeciaçãoEvolução - Especiação
Evolução - Especiação
3a-manha
 
Darwin
DarwinDarwin
Darwin
ana salema
 
darwin-140525125914-phpapp01.pdf
darwin-140525125914-phpapp01.pdfdarwin-140525125914-phpapp01.pdf
darwin-140525125914-phpapp01.pdf
Lídia Pereira Silva Souza
 
A teoria de dawin
A teoria de dawinA teoria de dawin
A teoria de dawin
Suelen Silva
 

Semelhante a Evolução (20)

Evolução biológica apostila
Evolução biológica apostilaEvolução biológica apostila
Evolução biológica apostila
 
9°anoResumo sobre evolução.docx
9°anoResumo sobre evolução.docx9°anoResumo sobre evolução.docx
9°anoResumo sobre evolução.docx
 
A origem das espécies charles darwin
A origem das espécies charles darwinA origem das espécies charles darwin
A origem das espécies charles darwin
 
Evoluçao biologica pibid biologia-1º ano-luiz carlos da costa
Evoluçao biologica pibid biologia-1º ano-luiz carlos da costaEvoluçao biologica pibid biologia-1º ano-luiz carlos da costa
Evoluçao biologica pibid biologia-1º ano-luiz carlos da costa
 
Evoluçao biologica pibid biologia-1º ano-luiz carlos da costa
Evoluçao biologica pibid biologia-1º ano-luiz carlos da costaEvoluçao biologica pibid biologia-1º ano-luiz carlos da costa
Evoluçao biologica pibid biologia-1º ano-luiz carlos da costa
 
A teoria sintética do Darwin
A teoria sintética do DarwinA teoria sintética do Darwin
A teoria sintética do Darwin
 
A complexidade dialética do processo evolutivo
A complexidade dialética do processo evolutivoA complexidade dialética do processo evolutivo
A complexidade dialética do processo evolutivo
 
Telecurso 2000 aula 50 a evolução das espécies
Telecurso 2000 aula 50   a evolução das espéciesTelecurso 2000 aula 50   a evolução das espécies
Telecurso 2000 aula 50 a evolução das espécies
 
3 teorias evolucionistas
3 teorias evolucionistas3 teorias evolucionistas
3 teorias evolucionistas
 
biologia teoria da evolução.pptx
biologia teoria da         evolução.pptxbiologia teoria da         evolução.pptx
biologia teoria da evolução.pptx
 
Claudia aparecida alves criação x evolução
Claudia aparecida alves   criação x evoluçãoClaudia aparecida alves   criação x evolução
Claudia aparecida alves criação x evolução
 
Darwinismo
DarwinismoDarwinismo
Darwinismo
 
Teorias evolucionistas
Teorias evolucionistasTeorias evolucionistas
Teorias evolucionistas
 
Evolucao ceped
Evolucao cepedEvolucao ceped
Evolucao ceped
 
Evolução
EvoluçãoEvolução
Evolução
 
A Origem do Ser Humano - 6º Ano (2018)
A Origem do Ser Humano - 6º Ano (2018)A Origem do Ser Humano - 6º Ano (2018)
A Origem do Ser Humano - 6º Ano (2018)
 
Evolução - Especiação
Evolução - EspeciaçãoEvolução - Especiação
Evolução - Especiação
 
Darwin
DarwinDarwin
Darwin
 
darwin-140525125914-phpapp01.pdf
darwin-140525125914-phpapp01.pdfdarwin-140525125914-phpapp01.pdf
darwin-140525125914-phpapp01.pdf
 
A teoria de dawin
A teoria de dawinA teoria de dawin
A teoria de dawin
 

Último

Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
fran0410
 
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdfTestes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
lveiga112
 
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vidakarl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
KleginaldoPaz2
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
eaiprofpolly
 
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escolaIntrodução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Professor Belinaso
 
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIAAPRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
karinenobre2033
 
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdfUFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
Manuais Formação
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
joseanesouza36
 
As sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativasAs sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativas
rloureiro1
 
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdfAula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Pedro Luis Moraes
 
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
DECIOMAURINARAMOS
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
Manuais Formação
 
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de cursoDicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Simone399395
 
slides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentarslides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentar
JoeteCarvalho
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Mary Alvarenga
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
ProfessoraTatianaT
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
TomasSousa7
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
TomasSousa7
 
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptxReino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
CarinaSantos916505
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 

Último (20)

Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
 
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdfTestes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
Testes + soluções_Mensagens12 )11111.pdf
 
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vidakarl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
karl marx biografia resumida com suas obras e história de vida
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
 
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escolaIntrodução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
 
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIAAPRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
APRESENTAÇÃO PARA AULA DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
 
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdfUFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
UFCD_10145_Enquadramento do setor farmacêutico_indice.pdf
 
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
Educação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideiaEducação  trabalho HQ em sala de aula uma excelente  ideia
Educação trabalho HQ em sala de aula uma excelente ideia
 
As sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativasAs sequências didáticas: práticas educativas
As sequências didáticas: práticas educativas
 
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdfAula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
 
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
 
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de cursoDicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
Dicas de normas ABNT para trabalho de conclusão de curso
 
slides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentarslides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentar
 
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.Atividade letra da música - Espalhe  Amor, Anavitória.
Atividade letra da música - Espalhe Amor, Anavitória.
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
 
Pintura Romana .pptx
Pintura Romana                     .pptxPintura Romana                     .pptx
Pintura Romana .pptx
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
 
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptxReino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
Reino-Vegetal plantas e demais conceitos .pptx
 
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptxPP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
PP Slides Lição 11, Betel, Ordenança para exercer a fé, 2Tr24.pptx
 

Evolução

  • 1. Assunto dado no ano passado, 2ª série do Ensino Médio
  • 2.      Os fósseis foram um conjunto de dados muito importante a favor da evolução. Quanto mais recente é a camada de rocha, mais complexas e diversificadas são as espécies aí encontradas. Quando mais recentes as espécies fósseis, mais elas lembram, em características, as espécies que vivem atualmente. Na Terra, houve um processo de modificação ou transformação gradativa nas formas de vida ao longo do tempo. A evolução orgânica ou biológica. Conforme aumenta o número de fosseis encontrados e o conhecimento do paleontólogos sobre eles, mais e mais elos intermediários entre as espécies atuais e as que viveram no passado são identificados. Chegou-se a conclusão que cada organismo vivo atual é produto de uma longa história evolutiva.
  • 3.   O estudo comparativo dos fósseis indica o parentesco das espécies que viveram no passado com as que vivem atualmente, revelando ideias que reforçam a ideia de evolução. Muito provavelmente, o conjunto de ossos que formam os membros dos vertebrados surgiu em um antepassado que viveu a milhões de anos na Terra e foi transmitido por herança genética, geração após geração. Ao longe deste processo ocorreram séries de modificações.
  • 4. Órgãos como o braço humano, a nadadeira das baleias, a asa das aves e a pata dos cavalos, que apresentam características fundamentais em sua estrutura, são conhecidos como casos de homologia e são denominados órgãos ou estruturas homólogos. Eles indicam o parentesco evolutivo entre as espécies, portanto, são fundamentais nos estudos evolutivos.  Situações em que duas ou mais estruturas se assemelham apenas na funções em que exercem e não na estrutura são considerados casos de analogia, como ocorre com a asas das aves e as dos insetos, estruturas análogas. 
  • 5. Os órgãos vestigiais são aqueles que em alguns seres vivos apresentam-se atrofiados ou pouco desenvolvidos, enquanto em outras encontramse plenamente desenvolvidas e funcionais.  Isso é o que ocorre com, por exemplo, o apêndice e o ceco do coelho, que podem chegar até 45cm e têm inúmeras bactérias capazes de digerir a celulose do alimento que armazenam. No entanto, nos humanos, o ceco e o apêndice não ultrapassam 15cm e estão praticamente atrofiados. 
  • 6.  A semelhança entre embriões de diferentes espécies animais em suas etapas iniciais de desenvolvimento podem ser explicadas pelo fato de que as características embrionárias também são transmitidas por herança genética. Foram herdadas de um antepassado comum, assim como as demais características.
  • 7.    Desde que a vida surgiu na Terra o material genético vem sendo transmitido de organismo pra organismo, e isso tem garantido que todos os seres atuais sigam uma mesma base, ou padrão comum. Ao longo do tempo, também foram ocorrendo e acumulando-se mutações no material genético, o que vez com que os seres também se diversificassem, dando origem a espécies diferentes. O código genético, ao mesmo tempo que garantiu um padrão comum a todos os seres vivos, também possibilitou que surgissem novas características entre o seres vivos, ou seja, que eles evoluíssem e se diversificassem. Comparando atualmente o material genético, o RNA e as proteínas de várias espécies tanto é possível descobrir o que estas têm de semelhante, quanto o que elas têm de diferente e como se diversificaram ao logo processo da evolução.
  • 8. Charles Darwin é considerado o “Pai da teoria da evolução”  A princípio Darwin não acreditava na transformação das espécies, ele acreditava que as espécies haviam sido criadas em sua forma final e que eram imutáveis.  Essa era a ideia predominante até meados do século XIX, o fixismo. A visão fixista estava de acordo com a visão religiosa. Deus, segundo fixistas, teria criado o mundo e as espécie, inclusive a humana, igual são hoje. Tudo havia sido predeterminado pelo Criador, e apenas a intervenção d’Ele podia alterar o curso das coisas. 
  • 9. As ideias dos evolucionistas, ao contrário do fixismo, a regra no mundo natural era justamente a mudança.  Quando partiu em sua viagem de investigação, Darwin era um fixista. Porém, quando retornou já tinha ideias evolucionistas.  As leituras, estudos, e sua viagem ao redor do mundo foram essenciais para que essas ideias pudessem nascer. Descobriu que haviam evidências suficientes para afirmar-se que a superfície da Terra se modificava ao longo do tempo, por ação de forças naturais e de processos geológicos que atuaram no passado e ainda atuariam no presente. 
  • 10. Analisando e comparando fósseis encontrados, Darwin pode perceber a variação das espécies ao longo do tempo. Tornou-se claro que as mudanças no ambiente, nos animais, na vegetação, etc, não eram só resultado da intervenção divina, mas provocada por lentas e graduais mudanças que vinham ocorrendo na Terra.  Foi a partir dessa viagem que também começou a observar o fato de que os animais pudessem acumular mutações e transformarem-se em novas espécies.  Não satisfeito, Darwin passou a buscar mais provas da evolução. 
  • 11.  Em uma de suas viagens, na Ilha dos Galápagos, notou que as emas que viviam nas planícies argentinas não eram todas iguais, mas variavam entre os grupos das áreas vizinhas. Percebeu que as diferenças aumentavam quando mais se direcionasse para o sul. Notou que talvez uma única espécie tenha sido a responsável pela origem de todos os grupos de emas que observou. Conforme se reproduziu e se espalhou pelo continente, essa espécie ancestral dá origem a grupos que, por sua vez, sofreram mutações e, ao longo do tempo, tornaram-se distintos entre si, imaginou Darwin. Esse processo foi chamado de irradiação adaptativa.
  • 12. Todas as evidências encontradas faziam crer na evolução. No entanto, seria necessário explicar como isso ocorria ou descobrir quais os mecanismos que eram os responsáveis pela transformação gradual das espécies.  Lendo o livro de Thomas Malthus, começou a ter bases para essa explicação. Malthus argumentava que a diferença entre o ritmo de crescimento da população e o ritmo de produção de alimentos era tanto que colocava as pessoas em uma espécie de luta pela sobrevivência. Concluiu que a morte e as destruições provocadas pelas guerras, pela fome e pelas epidemia eram inevitáveis, uma vez que não havia controle de crescimento populacional. 
  • 13. Pensou Darwin então que essa ideia seria também válida para os animais, que, como os humanos, possuem um potencial reprodutivo enorme e sua taxa de mortalidade também é alta. Logo, Darwin deduziu que o meio ambiente impunha restrições às demais espécies.  Concluiu que na natureza só sobreviviam e se reproduziam os organismos que tinham as variações mais favoráveis ou que estivessem mais adaptados em viver em determinados ambientes.  O princípio da seleção natural funciona como um funil, onde as condições do ambiente agem selecionando, entre as variedades de tipos que formam uma população, aqueles indivíduos com características mais favoráveis à sobrevivência e à reprodução. 
  • 14. As espécies não são imutáveis. Elas variam ou se transformam ao longo do tempo e dão origem umas as outras, 2. Todos os seres tendem a produzir populações com maior número de indivíduos do que é capaz de sobreviver, levando à luta pela sobrevivência ou à competição. 3. Sobrevivem e se reproduzem apenas alguns indivíduos. Sobrevivem aqueles que possuem características mais vantajosas ou os mais adaptados a viver em determinados ambientes, ideia referente ao princípio de seleção natural. 4. A sobrevivência dos mais adaptados leva ao acúmulo de modificações nas populações. Essas modificações resultam na transformação gradual das espécies. 1.
  • 15. Consciente das reações negativas que suas ideias poderia trazer, principalmente por parte de membros da igreja Anglicana, queria que suas obras fossem publicadas somente depois de sua  Adiantou sua publicação quando recebeu uma carta de Alfred Russel Wallace e Darwin teve uma surpresa ao ver que Wallace defendia uma ideia para explicar a evolução das espécies quase igual a seleção natural, que ele defendia. Foi quando pensou: havia juntado durante mais de 20 anos argumentos e dados em defesa da sua teoria de evolução por seleção natural e, de repente, Wallace lhe apresentava quase a mesma ideia. Precisou antecipar a divulgação de suas ideias, e fazê-lo junto com Wallace. Juntos, defendiam que as espécies não eram imutáveis, que transformavam-se ao longo do tempo. Propunham a seleção natural, de Darwin, e a sobrevivência dos mais bem notados, de Wallace. 
  • 16. A ideia da seleção natural despertou a ira dos conservadores, principalmente os religiosos. Mas também levou os as pessoas a refletirem sobre a origem da humanidade e concluir que a seleção natural podia explicar bem a evolução humana. Muitos reagiram violentamente a essa ideia. Para os religiosos, era impossível pensar na humanidade como fruto de um processo de evolução, pior ainda, imaginar que descendemos de macacos.  Darwin em nenhum momento falou que descendíamos dos macacos. Aliás essa teoria é contrária a dele. A nossa espécie descende de espécie que viveram no passado, ancestrais. Os humanos e os macacos teriam, então, um parentesco em comum.  As espécie que vivem atualmente são todas resultantes da seleção natural, portanto, não existem espécies atuais mais ou menos evoluídas. Todas são ramos diferentes de uma mesma árvore evolutiva. 
  • 17. A maioria dos pensadores que acreditavam na teoria da evolução e a defendia, não se preocupar em explicar como ocorriam as transformações, esse foi o diferencial de Darwin e Wallace.  Lamarck foi um dos poucos evolucionistas antes de Darwin e Wallace. Ele acreditava que os seres primitivos originaram-se de geração espontânea e gradualmente transformavam-se nos mais complexos. Cada espécie que hoje vive seria então uma herança de uma espécie simples que havia surgido no passado e vinha se tornando mais complexa ao longo do processo de evolução.  Para Lamarck não havia parentesco entre as espécies. Cada uma havia surgido de maneira independente e também evoluía de maneira independente em relação as outras. Já para Darwin e Wallace, todas as espécies descendiam de uma única ancestral, sendo assim, parentes. 
  • 18.  Para Darwin e Wallace, o ambiente funcionaria como um selecionador, favorecendo aqueles indivíduos que já apresentassem características apropriadas para sua sobrevivência em determinado ambiente. Para Lamarck, era ao contrário, a transformação das espécies seria diretamente provocada pela ação do ambiente, que devido suas mudanças forçariam o indivíduo a transformar-se ou a adquirir novas características para ajustar-se às novas condições e essas características seriam passadas aos seus descendentes.
  • 19. Lei da tendência à complexidade. Tendência natural de todas as espécies tornarem-se cada vez mais perfeitas e complexas. 2. Lei do surgimento dos órgãos em razão da necessidade. Os indivíduos modificariam seus hábitos ou a sua maneira de viver , conforme as necessidades ditadas pelo ambiente. 3. Lei do uso e desuso. Quanto uma parte do corpo ou um órgão é muito utilizado, mais ele se desenvolveria; quanto menos utilizado, enfraqueceria gradativamente, até atrofiar ou até desaparecer. 4. Lei da transmissão dos caracteres adquiridos. As características adquiridas através do uso e desuso poderiam ser transmitidas diretamente aos seus descendentes, geração a geração, acarretando o desenvolvimento espécies. 1.
  • 20.   Segundo Lamarck, as girafas tinham, no passado, pescoços mais curtos, mas uma mudança no ambiente obrigou-as a buscar folha no alto das árvores. Dessa forma, forçadas pelas mudanças ambientais, geração após geração os pescoços foram aumentando mais para que as girafas pudessem obter o alimento (uso e desuso). Já segundo Darwin, haviam girafas com pescoços de variados tamanhos, e as mudanças ambientais favoreceram a sobrevivência e a reprodução dos que possuíam pescoços mais longos.
  • 21. A ideia do uso e desuso é até razoável, isso acontece em muitas situações, como por exemplo acontece com nossos músculos. Mas a segunda suposição de Lamarck é inaceitável. As características adquiridas por um indivíduo ao longo de sua vida não são transmitidas aos seus descendentes.  O biólogo August Weismann foi o primeiro a apresentar provas experimentais de que os caracteres adquiridos ao longo da vida de um indivíduo não são transmitidos aos seus descendentes. Fez isso com um experimento cortando a cauda de ratos e permitiu que eles cruzassem. Em nenhum momento nasceram ratos sem cauda.  Comprovou-se que somente as características presentas nas células reprodutivas de um indivíduo, presentes no seu código genético, são transmitidas as próximas gerações. 
  • 22.
  • 23. Hoje a teoria da evolução é conhecida como teoria sintética da evolução ou neodarwinismo. Essa teoria considera que as mudanças no material genético (mutações) são a principais responsáveis pela variabilidade das populações. Através delas são introduzidas diferenças nas populações, sobre as quais vai agir a seleção natural, definindo quais seres vivos irão sobreviver, se reproduzir e passar aos descendentes a variação.  A ideia de mutação veio de Hugo Vries, que concebeu a ideia de que essas mudanças ocorridas aleatoriamente no material genético eram responsáveis pela variabilidade. 
  • 24. Nem todos os seres vivos competem de igual pra igual. Em geral, alguns se sobressaem pelas características. Esses indivíduos são considerados os mais aptos.  Do ponto de vista evolutivo, um indivíduo não se modifica para se adaptar ao ambiente, mas já encontra-se adaptado, ou não, para viver em determinado local.  Estar adaptado é ter alguma característica que aumente suas chances de sobreviver.  Uma característica só pode ser considerada adaptativa caso possa ser passada aos descendentes. 
  • 25.    As combinações genéticas e as mutações são importantes para a variabilidade das populações, no entanto não são responsáveis diretas pela evolução. Fatores como isolamento geográfico e reprodutivo são. Havendo um isolamento de indivíduos de uma mesma espécie durante um período suficiente para ocorrerem mutações e recombinações genéticas no grupo isolado, acumulam-se diferenças que tornam a espécie original e o grupo isolado em espécies distintas, uma vez que, se colocadas reunidas novamente, não se reproduziram, e, caso ocorra, não nasceram descendentes férteis. A essa formação de uma nova espécie dá-se o nome especiação.
  • 26. Esse isolamento pode ser geográfico, gerando especiação alopátrica (em territórios diferentes). Nesse caso, os indivíduos de uma espécie são separados por uma barreia geográfica que podem ser provocadas por fatores geológicos ou climáticos, como enchentes, erupções vulcânicas, terremotos, etc.  O grupo isolado passa a evoluir-se de maneira independente dos da espécie original, os quais também sofrerão mutações. Nessas circunstâncias, ocorre o isolamento reprodutivo, sendo que se colocados no mesmo local novamente não se reproduziriam.  O grupo isolado é considerado uma nova espécie. 
  • 27. Esse isolamento geográfico pode ocorrer devida a relação intraespecífica, competição. Se há em determinado território uma grande concentração de indivíduos, ocorre uma disputa por alimento, sendo vantajosa para um grupo deixar aquele lugar em busca de um com melhores condições de sobrevivência (mais alimento, no caso). Esse grupo terá então formado uma nova espécie.  Pode ocorrer também o isolamento reprodutivo, sem que haja o isolamento geográfico, tratando-se de uma especiação simpátrica. Ocorre quando dois ou mais indivíduos de uma espécie sofrer mutações e reproduzemse, isolando-se devida a acentuação da diferenciação. Um novo grupo será formado dentro da própria população. 