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TEORIAS
EVOLUCIONISTAS
Evolução
Evolução
 Evolução ( evolução biológica, genética ou orgânica), no ramo
da biologia, é a mudança das características hereditárias de
uma população de uma geração para outra. Este processo faz
com que as populações de organismos mudem e se diversifiquem
ao longo do tempo.
 Do ponto de vista genético, evolução pode ser definida como
qualquer alteração no número de genes ou
na frequência dos alelos de um ou um conjunto de genes, em
uma população, ao longo das gerações. Mutações em genes
podem produzir características novas ou alterar características
que já existiam, resultando no aparecimento de diferenças
hereditárias entre organismos. Estas novas características
também podem surgir da transferência de genes entre
populações, como resultado de migração, ou entre espécies,
resultante de transferência horizontal de genes. A evolução ocorre
quando estas diferenças hereditárias tornam-se mais comuns ou
raras numa população, quer de maneira não-aleatória através
de seleção natural ou aleatoriamente através de deriva genética.
Evolução
 A Evolução estuda como os seres vivos sofrem
mudanças ao longo do tempo e tenta explicar o
porquê dessas variações.
 O estudo de Evolução agrupa conhecimentos de
diversas áreas da Biologia, como Botânica,
Zoologia, Taxonomia, Biologia Celular, Ecologia e
Genética.
A teoria da evolução afirma que as espécies atuais descendem de outras
espécies que sofreram modificações, através dos tempos.
Alguns dos grandes répteis que viveram na Terra há 100 milhões de anos
aproximadamente. Profundas modificações no ambiente
determinaram sua extinção.
Até o século XVIII predominava a ideia de que cada espécie havia sido
criada de maneira independente, com as mesmas características de hoje
o criacionismo ou fixismo.
O criacionismo é a crença religiosa de que a humanidade, a vida,
a Terra e o universo são a criação de um agente sobrenatural. No
entanto, o termo é mais comumente usado para se referir à
rejeição, por motivação religiosa, de certos processos biológicos,
particularmente a evolução. Desde o desenvolvimento da ciência
evolutiva a partir do século XVIII, vários pontos de vista criados
tiveram como objetivo conciliar a ciência com a narrativa de
criação do Gênesis.
Nessa época, aqueles que mantinham a opinião de que as
espécies tinham sido criadas separadamente eram
geralmente chamados de "defensores da criação", mas foram
ocasionalmente chamados "criacionistas" em
correspondências privadas entre Charles Darwin e seus
amigos. À medida que a controvérsia da criação versus
evolução se desenvolveu, o termo "ante evolucionistas"
tornou-se mais comum, então, em 1929, nos Estados Unidos, o
"criacionismo" tornou-se o primeiro termo especificamente
associado com a oposição fundamentalista cristã para
a evolução humana e a crença em uma Terra jovem, embora
seu uso tenha sido contestado por outros grupos que
acreditavam em vários outros conceitos de criação.
Muitos cristãos discordam do ensino do criacionismo. Várias
organizações religiosas, entre elas a Igreja Católica, dizem que a
sua fé não está em conflito com o consenso científico a respeito
do processo evolutivo.48 O Clergy Letter Project, que coletou mais de
13.000 assinaturas, é um "esforço desenvolvido para demonstrar que
a religião e a ciência podem ser compatíveis."
TEORIAS EVOLUTIVAS
1.A EVOLUÇÃO SEGUNDO LAMARCK
Em 1809, o biólogo francês Jean Baptiste Lamarck propôs uma teoria
para explicar de que maneira os seres vivos evoluem
O lamarckismo foi a primeira tentativa científica a explicar a evolução.
Lamarck enunciou duas leis, às quais podem ser feitas as críticas
seguintes:
a) lei do uso e desuso: o uso desenvolve um órgão e o desuso o atrofia;
crítica: isto só ocorre dentro dos limites da norma de reação do
genótipo;
b) lei da herança dos caracteres adquiridos: as estruturas desenvolvidas
pelo uso ou atrofiadas pelo desuso são hereditárias;
Segundo Lamarck as características dos indivíduos são determinadas
pela sua necessidade de adaptação ao meio em que vivem. Dessa forma,
segundo a Lei do Uso e Desuso, a forma e a cor dos insetos em questão
seriam resultados da necessidade de ajuste às condições do meio, e tais
características poderiam ser passadas para as gerações seguintes
(Herança dos caracteres adquiridos).
.
RESUMO TEÓRICO- IDEIAS DE LAMARCK (LAMARCKISMO)
● Lei do uso e desuso: no processo de adaptação dos seres ao
ambiente, a utilização de um determinado órgão implica o seu
desenvolvimento e a não utilização faz com que tal órgão atrofie.
● Lei da transmissão dos caracteres adquiridos: as modificações
ocorridas no corpo de um organismo pelo uso ou desuso de órgãos
são transmitidas aos seus descendentes.
Assim, vale notar que, para Lamarck o meio gera necessidades
adaptativas que induzem alterações nos seres vivos
crítica: a lei é falsa, pois somente podem ser hereditárias as
modificações no DNA das células reprodutoras, que ocorrem
independentemente de seu valor adaptativo
2. O DARWINISMO
O darwinismo, elaborado por Charles Darwin, possui conceitos válidos
até hoje. Suas principais contribuições foram: estabelecer o conceito de
seleção natural sobrevivência dos mais adaptados, que deixam assim
maior prole e aumentam de número na população) e estabelecer que
todas as espécies, incluindo o homem, têm um ancestral comum.
Apesar de o conceito de seleção natural ser válido até hoje, a
teoria de Darwin não explica corretamente a origem e transmissão das
variações.
DARWINISMO
As ideias de Darwin podem ser resumidas da seguinte maneira:
● O ambiente exerce uma seleção natural sobre os seres vivos,
favorecendo aqueles que possuem as características mais adequadas a
tal ambiente em um determinado tempo;
● Em uma dada população há organismos que possuem características
que lhes conferem uma melhor adaptação ao meio em relação aos
outros;
● Os mais bem adaptados têm maiores chances de sobrevivência e
conseguem se reproduzir mais, deixando, assim, mais descendentes.
No seu livro, A Origem das Espécies, publicado em 1859, Charles
Darwin explicou a evolução por meio da seleção natural.
“Se me mostrarem
um único ser vivo
que não tenha
ancestral, minha
teoria poderá ser
enterrada”. (Charles
Darwin)
Apesar de o conceito de seleção natural ser válido até hoje, a teoria de
Darwin não explica corretamente a origem e transmissão das variações.
COMPARANDO DARWIN COM LAMARCK
Lamarck foi o precursor e Darwin o enunciador da teoria que realmente
explica a evolução. São muito comuns as comparações entre ambos e,
por isso, vejamos a mais comum delas: o porque do longo pescoço
das girafas..
SEGUNDO LAMARCK
A necessidade de esticar o pescoço para
alcançar alimento (folhas de árvores)
aumentou o tamanho do pescoço da girafa,
ao longo das gerações
Ancestrais das girafas já apresentavam
pequenas variações no tamanho do pescoço.
As de pescoço maior levaram vantagem na
luta pela sobrevivência, quando os alimentos
no solo escassearam. Com o tempo, apenas
os indivíduos de pescoço longo
sobreviveram.
SEGUNDO DARWIN
NEODARWINISMO
3. A MODERNA TEORIA SINTÉTICA DA EVOLUÇÃO OU NEO-
DARWINISMO
O neodarwinismo ou teoria sintética é a teoria atualmente aceita para
explicar a evolução. A teoria emprega os conceitos de mutação,
variedade genética, seleção natural e isolamento geográfico e
reprodutivo, entre outros.
Também chamada de Teoria Sintética da Evolução, corresponde à
junção entre duas áreas da Biologia: a Evolução e a Genética.
Vale lembrar que Darwin não sabia explicar o mecanismo pelo qual se
dava a variabilidade genética.
De acordo com a moderna teoria sintética os processos básicos da
evolução são quatro: Mutação, Recombinação Genética, Seleção
Natural e Isolamento Reprodutivo. Os dois primeiros constituem as
fontes da variabilidade genética, sem a qual não pode ocorrer
modificação. A seleção natural e o isolamento reprodutivo orientam as
variações em canais adaptativos.
O Neodarwinismo associa a ideia de Darwin sobre a seleção natural com os
fundamentos da genética: mutações, recombinações gênicas, seleção natural e
migração.
Mutação: dá origem a novos alelos dentro da população.
Recombinações gênicas: provocam novas combinações entre os alelos
existentes.
Seleção natural: seleciona mantendo as variações favoráveis.
Migração: permite que se estabeleça o fluxo gênico entre diferentes populações.
Deriva genética
 Modifica as frequências alélicas e genotípicas de maneira
aleatória e abrupta. Pode ser observada em grupos reduzidos
quando sofrem ação do clima, predação intensa, casamentos
consanguíneos e migrações. No exemplo, casualmente
insetos verdes foram quase exterminados da população,
causando uma alteração brusca na frequência dos alelos.
Seleção natural
 A seleção natural pode ser observada nas relações ecológicas
de competição, predatismo e parasitismo. Indivíduos com
variações favoráveis conseguem se manter mais tempo no
ambiente e, assim, produzir mais descendentes.
 Um exemplo importante é a ação dos antibióticos sobre as
bactérias. Em uma população de bactérias, existem indivíduos
portadores de diferentes tipos de mutações. Em contato com
o antibiótico, as bactérias que tiverem a mutação de
resistência a ele, serão as únicas que sobreviverão. Observe
que o antibiótico age selecionando positivamente as bactérias
portadoras da mutação e negativamente aquelas que não têm
essa alteração. Isso também acontece com insetos resistentes
aos inseticidas, animais camuflados no ambiente, predadores
ou presas que passam despercebidos, plantas capazes de
sobreviver em locais com pouca água.
Formação de novas espécies
 O acúmulo de características adaptativas ,selecionadas ao
longo do tempo, leva à especiação – formação de novas
espécies.
 Processos que levam à formação de novas espécies:
 Anagênese: uma espécie se diferencia em outra, quando um
número suficiente de mutações atinge a população,
diferindo os indivíduos dos seus ancestrais.
 Cladogênese: espécies novas são formadas quando ficam
isoladas da população original e passam a viver em locais
diferentes, que necessitam de certas adaptações.
Isolamento geográfico e reprodutivo
A especiação começa com o isolamento geográfico,
separando em grupos uma população, por meio de
uma barreira natural, como lago, rio, ilha, montanha,
etc. Isoladas por muito tempo, essas populações
acumulam mutações e podem originar raças ou
subespécies. Se as transformações impedirem o
cruzamento entre raças diferentes, está caracterizado
o isolamento reprodutivo ou sexual. A incapacidade
de cruzamento e de originar descendentes férteis faz
com que os indivíduos sejam considerados duas
novas espécies
Esta especiação ocorre com o isolamento geográfico. Duas espécies de
lagarto surgiram em margens diferentes do Rio São Francisco. A
separação de uma população de lagartos, provocada pelo rio, ocasionou
o isolamento reprodutivo.
Novas espécies são formadas sem que ocorra o isolamento geográfico. Nesse
caso, a nova espécie é formada de um único ancestral, cujos indivíduos vivem
na mesma área geográfica (divergência genética). Duas espécies de salamandras
habitam uma mesma região: uma delas é predominantemente aquática, ao passo
que a outra é terrestre. Como não convivem, não se cruzam e acabaram
constituindo duas espécies novas.
Comparar a anatomia de seres vivos permite investigar as semelhanças existentes
entre eles. Quanto maior as semelhanças, maior o grau de parentesco evolutivo. A
anatomia comparada permite reconstruir a filogenia dos organismos.
Comparar embriões de diferentes animais permite descobrir semelhanças entre
eles, principalmente nas primeiras fase do desenvolvimento. Na comparação de
cordados como peixes, aves e mamíferos é possível perceber a grande
semelhança que ocorre em suas diferentes fases embrionárias.
Os órgãos homólogos são os que apresentam a mesma origem
embrionária, podendo ou não apresentar a mesma função: a asa do
morcego e a asa da ave.
Os órgãos análogos são os que apresentam a mesma função, mas têm
origem diferente: a asa de inseto que apresenta nervuras de
sustentação, quando comparada à asa da ave e à asa do morcego, com
estruturas ósseas.
Os fósseis são vestígios e restos de seres vivos que viveram no
passado e que podem evidenciar modificações nos seres vivos, ao
longo do tempo. O registro fóssil relaciona as mudanças geológicas às
mudanças que os seres vivos sofreram ao longo da vida na Terra.
A convergência adaptativa mostra que mudanças genéticas ocorridas ao
longo do tempo podem fazer com que indivíduos diferentes, explorando
ambientes muito semelhantes, tenham características parecidas. O
formato do corpo do golfinho (mamífero), do tubarão (peixe
cartilaginoso), do pinguim (ave) e do ictiossauro (réptil fossilizado) é
muito parecido e foi desenvolvido como um meio de adaptação ao
ambiente
Uma pessoa com duas cabeças?
Abigail e Britanny Hensel
são duas pessoas com um
único corpo. E isto é o que
as torna realmente
singulares. O tipo de
gemelaridade delas é
chamado gêmeas
dicéfalas. Elas já
protagonizaram um
documentário
do Discovery
Channel quando
pequeninas.
Alguns casos especiais
Gato com quatro orelhas (E.U.A. – 2008)
Este estranho gato com
quatro orelhas, que se
comporta como qualquer
outro gato, foi encontrado
por um casal de
Chicago, Estados Unidos,
informa o Daily Mail
Tartaruga bidirecional – (E.U.A. – 2007)
A tartaruga estranha
vermelho (tartaruga ou
melhor fundiu) nasceu em
aquário Big Al’s, na
Pensilvânia, como relatado
pela ABC News. O
proprietário da loja
mantidos para mostrar
aosclientes curiosos.
Tartaruga de duas cabeças – (Japão – Maio de 2008)
A descoberta, segundo
minutouno foi realizada
por uma criança que
estava brincando no
pátio da sua escola em
Moriyama, no Japão.
Pesquisadores que
estudaram os animais
indicaram que a
malformação é o
resultado de um
fenômeno natural, talvez
um nascimento de
gêmeos fundidos
Gato com duas faces (Reino Unido – novembro de 2007)
Na Grã-Bretanha um
gato nasceu com
dois narizes e quatro
olhos, causando a
rejeição de sua mãe e
irmãos. Os cientistas
que analisaram os
movimentos do
animal, explicou que
ambos os lados eram
independentes.
O pato de três pernas (China – setembro de 2007)
O pato nasceu na
província chinesa de
Shandong, em uma
fazenda na cidade de
Tancheng. Este é um
tripé patinho “,” agência
de notícias Reuters como
apropriado. De acordo
com especialistas do
pequeno animal amarelo
sofreu uma mutação
genética que causou o
aparecimento de uma
perna extra.
Um cordeiro com sete pernas (Nova Zelândia – agosto de 2007)
Com três pernas extras,
este cordeiro andou
usando apenas cinco. Os
outros dois
simplesmente
pendurados nas patas
traseiras. O estatuto
excepcional deste
cordeiro resultaria em
um erro durante a
formação do embrião,
que acontece uma vez
em vários milhões.
Menina-sereia´ caminha após cirurgia para separar as pernas
A menina peruana Milagros
Cerrón, que nasceu com a
síndrome de Sirenomelia,
deu seus primeiros passos
longos após a cirurgia de
separação e reconstrução
de coxas
Gêmeo Parasita: Capricho da Natureza
ÍNDIA: A menina, dois anos [em
2007], nasceu com quatro
braços e quatro pernas. Ela
será submetida a operações
por médicos indianos que,
esperam, restituir à garota uma
anatomia normal. A anomalia
foi gerada por uma divisão
celular imperfeita no processo
que deveria produzir gêmeos.
No caso, o chamado “gêmeo
parasita” parou de se
desenvolver no ventre materno.
O feto sobrevivente incorporou
os membros [braços e pernas],
rins e outros órgãos. A
condição, muito rara, é
denominada isciopagus.
BEZERRO DE DUAS CABEÇAS NASCE COM SAÚDE NOS EUA
Um bezerro nasceu com duas
cabeças, dois focinhos e quatro
olhos em Whiting, Vermont
(Estados Unidos). O animal de
75 quilos seria fruto de uma
anomalia que, por má formação
com um irmão gêmeo, não se
dividiu corretamente durante a
gestação.
Mas o que mais surpreendeu os
especialistas foi o fato do animal
de duas cabeças ter nascido
com perfeita saúde.
O caso não é o primeiro, mas é
bastante raro. Em algumas das
vezes que algo semelhante
aconteceu, foi comum o
nascimento de animais já sem
vida.
Cordeiro de duas cabeças – (Islândia 2009)
Na Islândia, um cordeiro
nasce com duas cabeças,
que tem intrigado os
veterinários locais e atrai a
atenção dos curiosos.
Esta cópia é para além de
“Bestiário”, que reúne os
mais estranhos animais
nos últimos tempos.
Gato feio – (Estados Unidos 2009)
Este gato não é o resultado de
uma malformação: apenas
feio. Ela é chamada Ugly Bat
Boy e vive em Exeter Hospital
Veterinário em New Hamphire.
Torne-se uma atração
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dizem que tem uma grande
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Teorias Evolutivas

  • 3. Evolução  Evolução ( evolução biológica, genética ou orgânica), no ramo da biologia, é a mudança das características hereditárias de uma população de uma geração para outra. Este processo faz com que as populações de organismos mudem e se diversifiquem ao longo do tempo.  Do ponto de vista genético, evolução pode ser definida como qualquer alteração no número de genes ou na frequência dos alelos de um ou um conjunto de genes, em uma população, ao longo das gerações. Mutações em genes podem produzir características novas ou alterar características que já existiam, resultando no aparecimento de diferenças hereditárias entre organismos. Estas novas características também podem surgir da transferência de genes entre populações, como resultado de migração, ou entre espécies, resultante de transferência horizontal de genes. A evolução ocorre quando estas diferenças hereditárias tornam-se mais comuns ou raras numa população, quer de maneira não-aleatória através de seleção natural ou aleatoriamente através de deriva genética.
  • 4. Evolução  A Evolução estuda como os seres vivos sofrem mudanças ao longo do tempo e tenta explicar o porquê dessas variações.  O estudo de Evolução agrupa conhecimentos de diversas áreas da Biologia, como Botânica, Zoologia, Taxonomia, Biologia Celular, Ecologia e Genética.
  • 5. A teoria da evolução afirma que as espécies atuais descendem de outras espécies que sofreram modificações, através dos tempos. Alguns dos grandes répteis que viveram na Terra há 100 milhões de anos aproximadamente. Profundas modificações no ambiente determinaram sua extinção. Até o século XVIII predominava a ideia de que cada espécie havia sido criada de maneira independente, com as mesmas características de hoje o criacionismo ou fixismo. O criacionismo é a crença religiosa de que a humanidade, a vida, a Terra e o universo são a criação de um agente sobrenatural. No entanto, o termo é mais comumente usado para se referir à rejeição, por motivação religiosa, de certos processos biológicos, particularmente a evolução. Desde o desenvolvimento da ciência evolutiva a partir do século XVIII, vários pontos de vista criados tiveram como objetivo conciliar a ciência com a narrativa de criação do Gênesis. Nessa época, aqueles que mantinham a opinião de que as espécies tinham sido criadas separadamente eram
  • 6. geralmente chamados de "defensores da criação", mas foram ocasionalmente chamados "criacionistas" em correspondências privadas entre Charles Darwin e seus amigos. À medida que a controvérsia da criação versus evolução se desenvolveu, o termo "ante evolucionistas" tornou-se mais comum, então, em 1929, nos Estados Unidos, o "criacionismo" tornou-se o primeiro termo especificamente associado com a oposição fundamentalista cristã para a evolução humana e a crença em uma Terra jovem, embora seu uso tenha sido contestado por outros grupos que acreditavam em vários outros conceitos de criação. Muitos cristãos discordam do ensino do criacionismo. Várias organizações religiosas, entre elas a Igreja Católica, dizem que a sua fé não está em conflito com o consenso científico a respeito do processo evolutivo.48 O Clergy Letter Project, que coletou mais de 13.000 assinaturas, é um "esforço desenvolvido para demonstrar que a religião e a ciência podem ser compatíveis."
  • 7.
  • 8. TEORIAS EVOLUTIVAS 1.A EVOLUÇÃO SEGUNDO LAMARCK Em 1809, o biólogo francês Jean Baptiste Lamarck propôs uma teoria para explicar de que maneira os seres vivos evoluem O lamarckismo foi a primeira tentativa científica a explicar a evolução. Lamarck enunciou duas leis, às quais podem ser feitas as críticas seguintes: a) lei do uso e desuso: o uso desenvolve um órgão e o desuso o atrofia; crítica: isto só ocorre dentro dos limites da norma de reação do genótipo; b) lei da herança dos caracteres adquiridos: as estruturas desenvolvidas pelo uso ou atrofiadas pelo desuso são hereditárias; Segundo Lamarck as características dos indivíduos são determinadas pela sua necessidade de adaptação ao meio em que vivem. Dessa forma, segundo a Lei do Uso e Desuso, a forma e a cor dos insetos em questão seriam resultados da necessidade de ajuste às condições do meio, e tais características poderiam ser passadas para as gerações seguintes (Herança dos caracteres adquiridos).
  • 9. . RESUMO TEÓRICO- IDEIAS DE LAMARCK (LAMARCKISMO) ● Lei do uso e desuso: no processo de adaptação dos seres ao ambiente, a utilização de um determinado órgão implica o seu desenvolvimento e a não utilização faz com que tal órgão atrofie. ● Lei da transmissão dos caracteres adquiridos: as modificações ocorridas no corpo de um organismo pelo uso ou desuso de órgãos são transmitidas aos seus descendentes. Assim, vale notar que, para Lamarck o meio gera necessidades adaptativas que induzem alterações nos seres vivos crítica: a lei é falsa, pois somente podem ser hereditárias as modificações no DNA das células reprodutoras, que ocorrem independentemente de seu valor adaptativo
  • 10.
  • 11. 2. O DARWINISMO O darwinismo, elaborado por Charles Darwin, possui conceitos válidos até hoje. Suas principais contribuições foram: estabelecer o conceito de seleção natural sobrevivência dos mais adaptados, que deixam assim maior prole e aumentam de número na população) e estabelecer que todas as espécies, incluindo o homem, têm um ancestral comum. Apesar de o conceito de seleção natural ser válido até hoje, a teoria de Darwin não explica corretamente a origem e transmissão das variações. DARWINISMO As ideias de Darwin podem ser resumidas da seguinte maneira: ● O ambiente exerce uma seleção natural sobre os seres vivos, favorecendo aqueles que possuem as características mais adequadas a tal ambiente em um determinado tempo; ● Em uma dada população há organismos que possuem características que lhes conferem uma melhor adaptação ao meio em relação aos outros; ● Os mais bem adaptados têm maiores chances de sobrevivência e conseguem se reproduzir mais, deixando, assim, mais descendentes.
  • 12. No seu livro, A Origem das Espécies, publicado em 1859, Charles Darwin explicou a evolução por meio da seleção natural. “Se me mostrarem um único ser vivo que não tenha ancestral, minha teoria poderá ser enterrada”. (Charles Darwin) Apesar de o conceito de seleção natural ser válido até hoje, a teoria de Darwin não explica corretamente a origem e transmissão das variações.
  • 13. COMPARANDO DARWIN COM LAMARCK Lamarck foi o precursor e Darwin o enunciador da teoria que realmente explica a evolução. São muito comuns as comparações entre ambos e, por isso, vejamos a mais comum delas: o porque do longo pescoço das girafas.. SEGUNDO LAMARCK A necessidade de esticar o pescoço para alcançar alimento (folhas de árvores) aumentou o tamanho do pescoço da girafa, ao longo das gerações Ancestrais das girafas já apresentavam pequenas variações no tamanho do pescoço. As de pescoço maior levaram vantagem na luta pela sobrevivência, quando os alimentos no solo escassearam. Com o tempo, apenas os indivíduos de pescoço longo sobreviveram. SEGUNDO DARWIN
  • 14.
  • 15. NEODARWINISMO 3. A MODERNA TEORIA SINTÉTICA DA EVOLUÇÃO OU NEO- DARWINISMO O neodarwinismo ou teoria sintética é a teoria atualmente aceita para explicar a evolução. A teoria emprega os conceitos de mutação, variedade genética, seleção natural e isolamento geográfico e reprodutivo, entre outros. Também chamada de Teoria Sintética da Evolução, corresponde à junção entre duas áreas da Biologia: a Evolução e a Genética. Vale lembrar que Darwin não sabia explicar o mecanismo pelo qual se dava a variabilidade genética. De acordo com a moderna teoria sintética os processos básicos da evolução são quatro: Mutação, Recombinação Genética, Seleção Natural e Isolamento Reprodutivo. Os dois primeiros constituem as fontes da variabilidade genética, sem a qual não pode ocorrer modificação. A seleção natural e o isolamento reprodutivo orientam as variações em canais adaptativos.
  • 16. O Neodarwinismo associa a ideia de Darwin sobre a seleção natural com os fundamentos da genética: mutações, recombinações gênicas, seleção natural e migração. Mutação: dá origem a novos alelos dentro da população. Recombinações gênicas: provocam novas combinações entre os alelos existentes. Seleção natural: seleciona mantendo as variações favoráveis. Migração: permite que se estabeleça o fluxo gênico entre diferentes populações.
  • 17.
  • 18. Deriva genética  Modifica as frequências alélicas e genotípicas de maneira aleatória e abrupta. Pode ser observada em grupos reduzidos quando sofrem ação do clima, predação intensa, casamentos consanguíneos e migrações. No exemplo, casualmente insetos verdes foram quase exterminados da população, causando uma alteração brusca na frequência dos alelos.
  • 19. Seleção natural  A seleção natural pode ser observada nas relações ecológicas de competição, predatismo e parasitismo. Indivíduos com variações favoráveis conseguem se manter mais tempo no ambiente e, assim, produzir mais descendentes.  Um exemplo importante é a ação dos antibióticos sobre as bactérias. Em uma população de bactérias, existem indivíduos portadores de diferentes tipos de mutações. Em contato com o antibiótico, as bactérias que tiverem a mutação de resistência a ele, serão as únicas que sobreviverão. Observe que o antibiótico age selecionando positivamente as bactérias portadoras da mutação e negativamente aquelas que não têm essa alteração. Isso também acontece com insetos resistentes aos inseticidas, animais camuflados no ambiente, predadores ou presas que passam despercebidos, plantas capazes de sobreviver em locais com pouca água.
  • 20.
  • 21. Formação de novas espécies  O acúmulo de características adaptativas ,selecionadas ao longo do tempo, leva à especiação – formação de novas espécies.  Processos que levam à formação de novas espécies:  Anagênese: uma espécie se diferencia em outra, quando um número suficiente de mutações atinge a população, diferindo os indivíduos dos seus ancestrais.  Cladogênese: espécies novas são formadas quando ficam isoladas da população original e passam a viver em locais diferentes, que necessitam de certas adaptações.
  • 22.
  • 23. Isolamento geográfico e reprodutivo A especiação começa com o isolamento geográfico, separando em grupos uma população, por meio de uma barreira natural, como lago, rio, ilha, montanha, etc. Isoladas por muito tempo, essas populações acumulam mutações e podem originar raças ou subespécies. Se as transformações impedirem o cruzamento entre raças diferentes, está caracterizado o isolamento reprodutivo ou sexual. A incapacidade de cruzamento e de originar descendentes férteis faz com que os indivíduos sejam considerados duas novas espécies
  • 24.
  • 25. Esta especiação ocorre com o isolamento geográfico. Duas espécies de lagarto surgiram em margens diferentes do Rio São Francisco. A separação de uma população de lagartos, provocada pelo rio, ocasionou o isolamento reprodutivo.
  • 26. Novas espécies são formadas sem que ocorra o isolamento geográfico. Nesse caso, a nova espécie é formada de um único ancestral, cujos indivíduos vivem na mesma área geográfica (divergência genética). Duas espécies de salamandras habitam uma mesma região: uma delas é predominantemente aquática, ao passo que a outra é terrestre. Como não convivem, não se cruzam e acabaram constituindo duas espécies novas.
  • 27. Comparar a anatomia de seres vivos permite investigar as semelhanças existentes entre eles. Quanto maior as semelhanças, maior o grau de parentesco evolutivo. A anatomia comparada permite reconstruir a filogenia dos organismos. Comparar embriões de diferentes animais permite descobrir semelhanças entre eles, principalmente nas primeiras fase do desenvolvimento. Na comparação de cordados como peixes, aves e mamíferos é possível perceber a grande semelhança que ocorre em suas diferentes fases embrionárias.
  • 28. Os órgãos homólogos são os que apresentam a mesma origem embrionária, podendo ou não apresentar a mesma função: a asa do morcego e a asa da ave. Os órgãos análogos são os que apresentam a mesma função, mas têm origem diferente: a asa de inseto que apresenta nervuras de sustentação, quando comparada à asa da ave e à asa do morcego, com estruturas ósseas.
  • 29. Os fósseis são vestígios e restos de seres vivos que viveram no passado e que podem evidenciar modificações nos seres vivos, ao longo do tempo. O registro fóssil relaciona as mudanças geológicas às mudanças que os seres vivos sofreram ao longo da vida na Terra.
  • 30. A convergência adaptativa mostra que mudanças genéticas ocorridas ao longo do tempo podem fazer com que indivíduos diferentes, explorando ambientes muito semelhantes, tenham características parecidas. O formato do corpo do golfinho (mamífero), do tubarão (peixe cartilaginoso), do pinguim (ave) e do ictiossauro (réptil fossilizado) é muito parecido e foi desenvolvido como um meio de adaptação ao ambiente
  • 31. Uma pessoa com duas cabeças? Abigail e Britanny Hensel são duas pessoas com um único corpo. E isto é o que as torna realmente singulares. O tipo de gemelaridade delas é chamado gêmeas dicéfalas. Elas já protagonizaram um documentário do Discovery Channel quando pequeninas.
  • 33. Gato com quatro orelhas (E.U.A. – 2008) Este estranho gato com quatro orelhas, que se comporta como qualquer outro gato, foi encontrado por um casal de Chicago, Estados Unidos, informa o Daily Mail
  • 34. Tartaruga bidirecional – (E.U.A. – 2007) A tartaruga estranha vermelho (tartaruga ou melhor fundiu) nasceu em aquário Big Al’s, na Pensilvânia, como relatado pela ABC News. O proprietário da loja mantidos para mostrar aosclientes curiosos.
  • 35. Tartaruga de duas cabeças – (Japão – Maio de 2008) A descoberta, segundo minutouno foi realizada por uma criança que estava brincando no pátio da sua escola em Moriyama, no Japão. Pesquisadores que estudaram os animais indicaram que a malformação é o resultado de um fenômeno natural, talvez um nascimento de gêmeos fundidos
  • 36. Gato com duas faces (Reino Unido – novembro de 2007) Na Grã-Bretanha um gato nasceu com dois narizes e quatro olhos, causando a rejeição de sua mãe e irmãos. Os cientistas que analisaram os movimentos do animal, explicou que ambos os lados eram independentes.
  • 37. O pato de três pernas (China – setembro de 2007) O pato nasceu na província chinesa de Shandong, em uma fazenda na cidade de Tancheng. Este é um tripé patinho “,” agência de notícias Reuters como apropriado. De acordo com especialistas do pequeno animal amarelo sofreu uma mutação genética que causou o aparecimento de uma perna extra.
  • 38. Um cordeiro com sete pernas (Nova Zelândia – agosto de 2007) Com três pernas extras, este cordeiro andou usando apenas cinco. Os outros dois simplesmente pendurados nas patas traseiras. O estatuto excepcional deste cordeiro resultaria em um erro durante a formação do embrião, que acontece uma vez em vários milhões.
  • 39. Menina-sereia´ caminha após cirurgia para separar as pernas A menina peruana Milagros Cerrón, que nasceu com a síndrome de Sirenomelia, deu seus primeiros passos longos após a cirurgia de separação e reconstrução de coxas
  • 40. Gêmeo Parasita: Capricho da Natureza ÍNDIA: A menina, dois anos [em 2007], nasceu com quatro braços e quatro pernas. Ela será submetida a operações por médicos indianos que, esperam, restituir à garota uma anatomia normal. A anomalia foi gerada por uma divisão celular imperfeita no processo que deveria produzir gêmeos. No caso, o chamado “gêmeo parasita” parou de se desenvolver no ventre materno. O feto sobrevivente incorporou os membros [braços e pernas], rins e outros órgãos. A condição, muito rara, é denominada isciopagus.
  • 41. BEZERRO DE DUAS CABEÇAS NASCE COM SAÚDE NOS EUA Um bezerro nasceu com duas cabeças, dois focinhos e quatro olhos em Whiting, Vermont (Estados Unidos). O animal de 75 quilos seria fruto de uma anomalia que, por má formação com um irmão gêmeo, não se dividiu corretamente durante a gestação. Mas o que mais surpreendeu os especialistas foi o fato do animal de duas cabeças ter nascido com perfeita saúde. O caso não é o primeiro, mas é bastante raro. Em algumas das vezes que algo semelhante aconteceu, foi comum o nascimento de animais já sem vida.
  • 42. Cordeiro de duas cabeças – (Islândia 2009) Na Islândia, um cordeiro nasce com duas cabeças, que tem intrigado os veterinários locais e atrai a atenção dos curiosos. Esta cópia é para além de “Bestiário”, que reúne os mais estranhos animais nos últimos tempos.
  • 43. Gato feio – (Estados Unidos 2009) Este gato não é o resultado de uma malformação: apenas feio. Ela é chamada Ugly Bat Boy e vive em Exeter Hospital Veterinário em New Hamphire. Torne-se uma atração turística, os seus proprietários dizem que tem uma grande beleza interior, sendo um muito fofo, e animais de companhia.