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Centro de Ensino Urbano Rocha
Professora: Mary Alvarenga
Tema: Estética
Atividade de Filosofia
Leia atentamente o capítulo 21 e responda as questões abaixo:
1. O que podemos entender por estética? Explique.
Estética é o ramo da filosofia que se ocupa das questões ligadas à capacidade
humana de perceber o mundo, tais como o belo, o feio, o gosto, a arte, os estilos, as
tendências, a criação e a interpretação artística.
2. Escreva a etimologia da palavra estética.
Estética vem do grego “AISTHESES” (faculdade de sentir, compreensão pelos
sentidos, percepção totalizante). Enquanto disciplina filosófica, a estética também
está voltada para as teorias da criação e percepção artísticas.
3. O que é o belo?
O belo agrada, deleita, compraz, alegra. Produz satisfação, dá prazer, felicita.
Em casos especiais conduz ao entusiasmo e ao deliro.
Os filósofos que se dedicaram à investigação do que é a beleza se dividem
quanto a essa questão: Para uns, a beleza é algo que está objetivamente nas coisas.
Para outros a beleza é apenas um juízo subjetivo, pessoal intransferível a respeito das
coisas.
4. O que seria a estética subjetiva?
O gosto individual que leva em conta experiências, valores e limites pessoais.
5. E a estética objetiva?
Quando algo é belo para todos, sem exceção ou individualismo. A beleza está no
objeto e não nos olhos de quem o vê.
6. Qual é a posição dos filósofos idealistas a respeito da beleza?
Para os idealistas a beleza é algo que existe em si, é objetiva. De acordo com a
teoria platônica, a beleza seria uma forma ideal que subsistiria por si mesma, como
um modelo no mundo das ideias. É o que percebemos no mundo das ideias.
7. E a dos filósofos empiristas?
Para os materialistas imperitas, como o filosofo David Hume (1.711-1.776), a
beleza não está propriamente nos objetos (não é algo puramente objetivo), mas
depende do gosto individual, da maneira como cada pessoa vê e valoriza o objeto ou
seja, o juízo do que não é ou não é belo, é subjetivo. Esse gosto estético seria, em
grande parte, desenvolvido sob a influência da cultura em que se vive.
8. O que é o belo, segundo Kant?
Para Kant a beleza era subjetiva (dependia do gosto), mas nem por isso deixava
de ter certa universalidade estética (devido às características de uma mesma obra
agradar a muitos e também a similaridade dos órgãos sensoriais entre as pessoas); que
de forma alguma poderia ser definida de forma lógico-racional.
9. Qual é a crítica de Hegel a Kant quanto ao conceito de belo?
A principal crítica de Hegel a Kant, no que se refere à conceituação do belo, se
dá pela não consideração de Kant pelo aspecto histórico sobre a estética da obra de
arte. Sendo assim, Hegel defende que toda obra de arte para ter valor e consenso do
que seja belo; necessita ser fundamentada em si mesma a representação histórica e
cultural de determinado momento que expressa. Em outras palavras, só é belo aquilo
que manifesta a evolução espiritual do homem em suas múltiplas formas de ver e
reagir ao mundo (daí a obrigação de se atentar ao fato de que a concepção do que é
belo está intimamente ligada a sua construção histórico-social).
10.O que é juízo de fato?
Juízos de fato são aqueles que dizem o que as coisas são, como são e por que
são.
11.O que é juízo de valor?
Juízos de valor avaliam coisas, pessoas, ações, experiências, acontecimentos,
sentimentos, estados de espírito, intenções e decisões como bons ou maus, desejáveis
ou indesejáveis.
Entre os juízos de valor, podemos distinguir o juízo moral e o juízo estético.
Juízo estético – julgamos se algum objeto, algum acontecimento, alguma pessoa
ou algum outro ser é belo.
Juízo moral – Permite diferenciar entre o bem e o mal. Está relacionado com os
costumes, os valores, as crenças e as normas de uma pessoa ou de um grupo social.
12.Qual a diferença entre os juízos
Juízos de fato dizem o que as coisas são, como são e por que são. Se dissermos:
“Está chovendo”, estaremos enunciando um acontecimento constatado por nós. e o
juízo proferido é um juízo de fato.
Juízos de valor avaliam coisas, pessoas, ações, experiências, acontecimentos,
sentimentos, estados de espírito, intenções e decisões como bons ou maus, desejáveis
ou indesejáveis. Se, porém, falarmos: “A chuva é boa para as plantas” ou “A chuva é
bela”, estaremos interpretando e avaliando o acontecimento. Nesse caso, proferimos
um juízo de valor.
13.“Gosto não se discute.” O que você acha que opinariam sobre essa máxima
uma pessoa que sustente uma posição idealista e outra que defende uma
concepção empirista a respeito de beleza? Estariam de acordo com a frase? Por
quê?
Tanto os idealistas como os empiristas estariam em desacordo. O idealista diria
que "gosto se discute, sim" , pois concebe que a beleza é algo que existe em si
mesmo, como ideia: a ideia de beleza que trazemos guardada em nossa alma,
conforme entendia Platão. Para o empirista, porém, o conceito de beleza se formaria
pela experiência concreta, sensível de cada um. Então, o empirista tenderia a
considerar, como fez Hume, que gosto é formado em grande parte pela cultura em
que vive cada pessoa, sendo, portanto, subjetivo.

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  • 1. Centro de Ensino Urbano Rocha Professora: Mary Alvarenga Tema: Estética Atividade de Filosofia Leia atentamente o capítulo 21 e responda as questões abaixo: 1. O que podemos entender por estética? Explique. Estética é o ramo da filosofia que se ocupa das questões ligadas à capacidade humana de perceber o mundo, tais como o belo, o feio, o gosto, a arte, os estilos, as tendências, a criação e a interpretação artística. 2. Escreva a etimologia da palavra estética. Estética vem do grego “AISTHESES” (faculdade de sentir, compreensão pelos sentidos, percepção totalizante). Enquanto disciplina filosófica, a estética também está voltada para as teorias da criação e percepção artísticas. 3. O que é o belo? O belo agrada, deleita, compraz, alegra. Produz satisfação, dá prazer, felicita. Em casos especiais conduz ao entusiasmo e ao deliro. Os filósofos que se dedicaram à investigação do que é a beleza se dividem quanto a essa questão: Para uns, a beleza é algo que está objetivamente nas coisas. Para outros a beleza é apenas um juízo subjetivo, pessoal intransferível a respeito das coisas. 4. O que seria a estética subjetiva? O gosto individual que leva em conta experiências, valores e limites pessoais. 5. E a estética objetiva? Quando algo é belo para todos, sem exceção ou individualismo. A beleza está no objeto e não nos olhos de quem o vê.
  • 2. 6. Qual é a posição dos filósofos idealistas a respeito da beleza? Para os idealistas a beleza é algo que existe em si, é objetiva. De acordo com a teoria platônica, a beleza seria uma forma ideal que subsistiria por si mesma, como um modelo no mundo das ideias. É o que percebemos no mundo das ideias. 7. E a dos filósofos empiristas? Para os materialistas imperitas, como o filosofo David Hume (1.711-1.776), a beleza não está propriamente nos objetos (não é algo puramente objetivo), mas depende do gosto individual, da maneira como cada pessoa vê e valoriza o objeto ou seja, o juízo do que não é ou não é belo, é subjetivo. Esse gosto estético seria, em grande parte, desenvolvido sob a influência da cultura em que se vive. 8. O que é o belo, segundo Kant? Para Kant a beleza era subjetiva (dependia do gosto), mas nem por isso deixava de ter certa universalidade estética (devido às características de uma mesma obra agradar a muitos e também a similaridade dos órgãos sensoriais entre as pessoas); que de forma alguma poderia ser definida de forma lógico-racional. 9. Qual é a crítica de Hegel a Kant quanto ao conceito de belo? A principal crítica de Hegel a Kant, no que se refere à conceituação do belo, se dá pela não consideração de Kant pelo aspecto histórico sobre a estética da obra de arte. Sendo assim, Hegel defende que toda obra de arte para ter valor e consenso do que seja belo; necessita ser fundamentada em si mesma a representação histórica e cultural de determinado momento que expressa. Em outras palavras, só é belo aquilo que manifesta a evolução espiritual do homem em suas múltiplas formas de ver e reagir ao mundo (daí a obrigação de se atentar ao fato de que a concepção do que é belo está intimamente ligada a sua construção histórico-social). 10.O que é juízo de fato? Juízos de fato são aqueles que dizem o que as coisas são, como são e por que são.
  • 3. 11.O que é juízo de valor? Juízos de valor avaliam coisas, pessoas, ações, experiências, acontecimentos, sentimentos, estados de espírito, intenções e decisões como bons ou maus, desejáveis ou indesejáveis. Entre os juízos de valor, podemos distinguir o juízo moral e o juízo estético. Juízo estético – julgamos se algum objeto, algum acontecimento, alguma pessoa ou algum outro ser é belo. Juízo moral – Permite diferenciar entre o bem e o mal. Está relacionado com os costumes, os valores, as crenças e as normas de uma pessoa ou de um grupo social. 12.Qual a diferença entre os juízos Juízos de fato dizem o que as coisas são, como são e por que são. Se dissermos: “Está chovendo”, estaremos enunciando um acontecimento constatado por nós. e o juízo proferido é um juízo de fato. Juízos de valor avaliam coisas, pessoas, ações, experiências, acontecimentos, sentimentos, estados de espírito, intenções e decisões como bons ou maus, desejáveis ou indesejáveis. Se, porém, falarmos: “A chuva é boa para as plantas” ou “A chuva é bela”, estaremos interpretando e avaliando o acontecimento. Nesse caso, proferimos um juízo de valor. 13.“Gosto não se discute.” O que você acha que opinariam sobre essa máxima uma pessoa que sustente uma posição idealista e outra que defende uma concepção empirista a respeito de beleza? Estariam de acordo com a frase? Por quê? Tanto os idealistas como os empiristas estariam em desacordo. O idealista diria que "gosto se discute, sim" , pois concebe que a beleza é algo que existe em si mesmo, como ideia: a ideia de beleza que trazemos guardada em nossa alma, conforme entendia Platão. Para o empirista, porém, o conceito de beleza se formaria pela experiência concreta, sensível de cada um. Então, o empirista tenderia a considerar, como fez Hume, que gosto é formado em grande parte pela cultura em que vive cada pessoa, sendo, portanto, subjetivo.