ÍNDICES DE INFLAÇÃO
ACUMULADO
AGO SET NO ANO 12 meses
IPC (Fipe) 0,56 - 7,06 9,53
INPC (IBGE) 0,25 - 7,69 9,88
ICV (Dieese) 0,06 - 8,11 10,04
IGP-M (FGV) 0,28 0,95 6,34 8,35
IPCA (IBGE) 0,22 - 7,06 9,53
VALORES DE REFERÊNCIA
Indicadores R$
Salário Mínimo (2015) 788,00
UFIR (extinta em outubro/00) 1,0641
Unid. Fisc. Est. SP (Ufesp/2012) 20,14
Salário Família R$ 33,16
Seguro-desemprego (09) R$ 954,21
POUPANÇA (DIA)
NOVEMBRO ........................... 0,3389%
DEZEMBRO ............................ 0,2674%
JANEIRO ................................. 0,2961%
FEVEREIRO .............................. 0,3595%
MARÇO .................................. 0,3005%
ABRIL ...................................... 0,2733%
MAIO ...................................... 0,2926%
JUNHO ................................... 0,3072%
JULHO .................................... 0,2932%
AGOSTO ................................. 0,3523%
SETEMBRO ............................. 0,3070%
FGTS
IMPOSTO DE RENDA
Base Alíquota Parcela a
de Cálculo (%) deduzir (R$)
Até R$1.787,11 - Isento
De R$ 1.787,11
até 2.679,29 7,5 134,08
De R$ 2.679,30
até 3.572,43 15 335,03
De 3.572,44
até 4.463,81 22,5 602,96
Acima de 4.463,81 27,5 826,15
Deduções: R$ 179,71 por dependen-
tes. Aposentados com 65 anos ou mais
têm direito a dedução extra de
R$1.787,77 no benefício recebido da
previdência pública ou privada.
OURO
Dia 5/10 - BM&F
142,00
(*) “NOVA POUPANÇA”
MEDIDA PROVISÓRIA
Nº 567/12 DE 03/05/2012
OUTUBRO ....... OUTUBRO *
01 0,6930 ...................... 0,6930
02 0,6917 ...................... 0,6917
03 0,6791 ...................... 0,6791
04 0,6346 ...................... 0,6346
05 0,5996 ...................... 0,5996
06 0,6291 ...................... 0,6291
07 0,6686 ...................... 0,6686
08 0,7034 ...................... 0,7034
09 0,7107 ...................... 0,7107
10 0,7156 ...................... 0,7156
11 0,6689 ...................... 0,6689
12 0,6344 ...................... 0,6344
13 0,6344 ...................... 0,6344
14 0,6883 ...................... 0,6883
15 0,6694 ...................... 0,6694
16 0,6709 ...................... 0,6709
17 0,6876 ...................... 0,6876
18 0,6611 ...................... 0,6611
19 0,5956 ...................... 0,5956
20 0,6243 ...................... 0,6243
21 0,6566 ...................... 0,6566
22 0,6825 ...................... 0,6825
23 0,6818 ...................... 0,6818
24 0,6876 ...................... 0,6876
25 0,6275 ...................... 0,6275
26 0,5910 ...................... 0,5910
27 0,6301 ...................... 0,6301
28 0,6915 ...................... 0,6915
29 0,6799 ...................... 0,6799
30 0,6799 ...................... 0,6799
31 0,6799 ...................... 0,6799
NOVEMBRO ... NOVEMBRO *
01 0,6799 ...................... 0,6799
02 0,6559 ...................... 0,6559
TR - FATOR/CARNÊS*
Dia Fator
02/10 ..................................... 0,01259683
03/10 ..................................... 0,01262618
04/10 ..................................... 0,01271658
05/10 ..................................... 0,01265235
06/10 ..................................... 0,01261152
07/10 ..................................... 0,01275955
08/10 ..................................... 0,01278013
09/10 ..................................... 0,01265235
10/10 ..................................... 0,01261152
11/10 ..................................... 0,01275955
*Somente pagamento no vencimento
SEXTA-FEIRA, 6 DE NOVEMBRO DE 2015OPINIÃO2
INFORMAL
REFLEXÃO
Para a pessoa que faz o que é errado com um motivo, basta
um motivo maior para ela começar a fazer o que é certo,
mas a pessoa que faz o certo sem o motivo verdadeiro,
basta qualquer motivo para fazer o que é errado.
CASAS POPULARES
Ontem pela manhã no CSU aconteceu reunião sobre as
casas populares, com a participação de secretários
municipais, presidente da Câmara Juca Bortolucci, mem-
bros do Conselho Municipal de Assistência Social e da
diretora técnica Adriana Bonin, representante da Bo-
nin Consultoria Sócio Ambiental, de reunião no CSU
(Centro Social Urbano), para debater informações so-
bre o programa "Minha Casa, Minha Vida" e a respeito
dos critérios para o sorteio das 1.320 unidades do
empreendimento Bosque das Árvores. A Bonin Consul-
toria Sócio Ambiental será a responsável pela assesso-
ria técnica, cadastramento e atendimento dos interes-
sados em adquirir um imóvel do Residencial Bosque das
Árvores pelo Programa Minha Casa, Minha Vida.
NÃO PRECISA IR
A prefeitura está batendo na tecla aos mutuários que pre-
tendem conquistar a casa popular, que não será necessário
acompanhar no local, o sorteio dos apartamentos que deve
acontecer em breve.Segundo adiantou ontem o prefeito,
há possibilidade da Rádio municipal FM transmitir o sorteio.
Como o número de candidatos é superior a 12 mil, não ca-
beria toda essa gente no estádio do União Barbarense, local
escolhido.
CONGRESSO
Representantes de 400 associações comerciais do Es-
tado de São Paulo estão reunidos em Guarujá, para
um congresso sobre alternativas para minimizar os
impactos da crise financeira. A abertura foi realizada
na quarta-feira e contou com a participação de mais
de mil pessoas. O tema debate a importância das no-
vas ideias para construir caminhos em meio a crise que
atinge o país. O presidente da Associação Comercial
de Santos, Roberto Clemente Santini, ressaltou o es-
tímulo ao empreendendorismo e criatividade para dri-
blar os problemas economômicos. "O objetivo é esti-
mular o ato de empreender, definindo metas e plane-
jamento. O que será discutido aqui é realmente para
virar a página e 'tocar' o Brasil para frente", afirmou.
Mesmo com o cenário atual, os empresários estão con-
fiantes. "Temos que reconhecer que a crise existe, mas
pensar nas alternativas. É importante pensar nisso,
se reunir e evitar o desemprego. Vamos buscar a me-
lhor solução a curto prazo e que o governo procure
os empresários e os empresários o trabalhador, para
que juntos encontremos a melhor solução para o país",
destacou o presidente da Facesp, Alencar Burti.
IMPOSTOS
O valor pago pelos brasileiros neste ano em impostos alcan-
çou R$ 1,7 trilhão ontem segundo o "Impostômetro" da As-
sociação Comercial de São Paulo (ACSP). No ano passado, o
mesmo valor foi alcançado apenas no dia 24 de novembro - o
que aponta aumento da carga tributária, que tem gerado
mais custos a empresas e cidadãos, segundo a ACSP. A marca
de R$ 1,7 trilhão equivale ao montante pago em impostos,
taxas e contribuições no país desde o primeiro dia do ano. O
dinheiro é destinado à União, aos estados e aos municípios. A
previsão da ACSP é de que, no fim de 2015, o Impostômetro
bata recorde e ultrapasse R$ 2 trilhões. Em 2014, o painel
ultrapassou a marca de R$ 1,8 trilhão no dia 29 de dezembro
de Santa Bárbara d´Oeste
Data de Fundação: 07/Setembro de 1985
Diretores: Antonio Carlos Nazatto e Laércio Scaramal
Jornalista Responsável: Juliane Cristina Capelato Pressuto - MTB 37334
Editor: Marcos Antonio de Oliveira
Distribuiçãoregional:
Santa Bárbara d'Oeste, Americana, Nova Odessa e Sumaré
Filiado à ADJORI - Associação de Jornais do Interior do Estado de São Paulo.
JORNALDIÁRIODESANTABÁRBARA
Escritório e Redação:
Rua Paulo de Moraes, 190 - Centro - CEP: 13.450-030
Telefones/Pabx: (19) 3455-6630
E-mail: diariosbo@terra.com.br
Francisco R. de Godoy
CRESCE
Com a chegada do período
de chuvas, o mato já começa
a crescer de forma mais
intensa. No Residencial Furlan,
nas proximidades da
Academia ao Ar livre, a
vegetação já precisa de
capinação. A Secretaria de
Meio Ambiente informou que
a roçagem será incluída no
cronograma de serviços de
capinação da pasta e será
providenciada dentro das
próximas semanas.
Medida errada na hora incerta
ANTONIOCARBONARINETTO
O fato de as instituições universitárias
privadas apresentarem queda de 30% nas
matrículas no segundo semestre - devi-
do, principalmente, aos cortes feitos pelo
governo no FIES (Fundo de Financiamen-
to Estudantil) - poderá comprometer uma
das metas mais importantes do Plano Na-
cional de Educação para esta década: ele-
var a taxa bruta de matrícula no Ensino
Superior para 50% e a taxa líquida para
33% da população de 18 a 24 anos.
Caso os valores do FIES não sejam
restabelecidos em 2016 e nos próximos
exercícios fiscais, poderá acentuar-se a
tendência de queda do volume de aces-
so ao Ensino Superior, um retrocesso de
graves consequências para o Brasil. É
inadmissível que um programa com ta-
manho alcance social e significado es-
tratégico para a meta de converter o Bra-
sil numa economia de renda alta sofra
redução abrupta superior a 50% no nú-
mero de alunos beneficiados. Não há cri-
se econômica ou fiscal que justifique tal
insensatez.
Neste momento de incertezas quanto
à economia, é um erro grave retirar re-
cursos da educação, considerando serem
a abrangência e a qualidade do ensino os
mais decisivos fatores para que ingres-
semos num processo de desenvolvimen-
to sustentável. O impacto é muito gran-
de: 731 mil novos contratos do FIES em
2014, contra apenas 311 mil em 2015.
No ano passado, 38% das novas matrícu-
las na rede privada foram por meio do
programa. No presente exercício, o índi-
ce caiu para 19%. Os números são do
Semesp (Sindicato das Entidades Mante-
nedoras de Ensino Superior).
Além de prejudicar alunos, a socieda-
de e o País, o corte drástico de mais de
70% dos recursos financeiros do FIES está
causando grave dificuldade financeira
para numerosas instituições de Ensino Su-
perior. O problema atinge principalmente
as pequenas, que cumprem papel rele-
vante no sistema, pois equilibram o aten-
dimento à demanda e também atendem
à formação profissional no País.
A atitude imediatista e equivocada do
governo, drenando dinheiro da educação,
ao invés de economizar em despesas não
prioritárias, revela uma ausência de vi-
são estratégica quanto aos efeitos da in-
clusão acadêmica na economia e na trans-
formação positiva da sociedade. Vejamos:
juntamente com o Prouni (Programa Uni-
versidade para Todos), o FIES, que man-
tém 1,9 milhão de contratos ativos, terá
impacto significativo daqui a dez ou vinte
anos, no tocante à ascensão socioeconô-
mica, aumento do valor médio da massa
salarial, pesquisa e inovação.
O Brasil não pode comprometer suas
metas relativas ao Ensino Superior, com
erros do presente que pioram o futuro,
prolongam sua dependência aos países
detentores do conhecimento e adiam a
marcha do desenvolvimento. Por isso,
mesmo nos momentos mais difíceis da
economia e da política, como vivemos
nestes conturbados dias de 2015, o go-
verno precisa manter a lucidez.
nnnnn Antonio Carbonari Netto, 64, ma-
temático pela PUC-Campinas, mestre em
Administração, Educação e Comunica-
ção pela Universidade São Marcos, com
MBA em Gestão Universitária pela Uni-
versidade São Francisco, é membro da
Academia Brasileira de Ciências da Ad-
ministração e vice-presidente do Sindi-
cato das Entidades Mantenedoras de
Ensino Superior.
@CARTA
São publicadas as opiniões de leitores sobre temas
de interesse coletivo. Cada carta deve ter no máximo
20 linhas, com espaços, medidos pelo Word.
As cartas devem ser enviadas na Rua Paulo de Moraes,
190 ou por e-mail diariosbo@terra.com.br com nome
completo, endereço, profissão, RG e telefone.
PREÇOS
Nas prateleiras dos supermercados os preços dos produtos
estão legíveis e às vezes até em destaque nas promoções, con-
tudo, quando passamos pelo caixa, os preços são diferentes,
sempre a cobrança tem valor muito maior, vai de centavos até
vários reais. Este ano, procurei o Procon e fui bem-sucedido em
vários casos, em que recuperei quase R$ 70,00 de cobrança
ilícita. Mas infelizmente as cobranças continuam. Faço compras
semanais em três supermercados, e em dois fui lesado, nova-
mente. Enfim, muitos supermercados abdicaram dos empacota-
dores e das sacolas para compras, o que dificulta ou impossibilita
os consumidores de conferir os preços naquele momento, além
do que, memorizar todos os produtos é impossível. Nas cobran-
ças ilícitas , o dinheiro deveria ser devolvido multiplicado por 10,
se não a ilegalidade no setor vai se perpetuar mesmo!
ALEX TANNER
Empreender-se 4.0
NIVALDO J. SILVA
Neste último artigo temos o desafio de
falar sobre a importância da família para
os empreendedores.
Algumas pessoas nascem em uma fa-
mília já empreendedora; desafiando-o
então a manter a tradição e inovar en-
quanto empreendedor, o que já é uma
grande meta. Ao mesmo tempo tudo isso
com o apoio dos familiares, o que é sem
dúvida, positivo. Em outros casos a famí-
lia não é empreendedora; quem quiser
empreender e crescer com um negócio
próprio terá que sair da zona de confor-
to, pensar fora da caixa e buscar exem-
plos em seu círculo de amizade ou no
bairro. Pense nas seguintes questões:
Quem você considera empreendedor?
No seu bairro existem muitos empre-
endedores?
Você considera o comerciante do seu
bairro um empreendedor?
Como eles conseguiram vencer as difi-
culdades de crescer em um ambiente tão
hostil? Sim, as dificuldades são muitas para
quem pretende inovar e empreender.
O relacionamento entre a família é
muito importante, com certeza isso aju-
dará o empreendedor, pois, na maioria
das vezes, será a base de apoio para
aqueles momentos difíceis e de grandes
dúvidas. Esse apoio pode ser de maneira
emocional, motivadora, assim como de
apoio financeiro, onde a família investe
no negócio através de um empréstimo ou
de participação no mesmo]
Aqui fica a dica para a família também
apoiar a iniciativa dos filhos, incentivar,
acompanhar, e até mesmo se tiver liber-
dade, fiscalizar, no sentido de cobrar a dis-
ciplina do jovem na sua empreitada. Maior
é a dependência da família se o empreen-
dedor já for casado e tiver filhos, pois mais
pessoas dependem do sucesso do seu ne-
gócio. A aversão ao risco aumenta nessa
situação, mas viver é arriscado.
Um dos pontos que considero mais
importante na relação com a família é
sobre a fé, a qual foi enraizada nos valo-
res do empreendedor. Geralmente são
pontos que foram formados desde crian-
ça. Isso será muito útil ao se decidir o
que é correto e errado nos negócios,
muitas empresas deixam de negociar por
considerar alguma atitude errada.
Por exemplo:
Em uma palestra recentemente na
UNISAL, um diretor de RH da 3M disse
que a empresa preza muito pela ética nos
negócios, que lá não existe meio termo,
simplesmente os gestores são cobrados
para terem ética em todas negociações.
Por conta desse valor, a empresa não fi-
cou nem um pouco preocupada com o
momento que estamos vivendo de cor-
rupção, pois lá não tem meio termo, sem-
pre seguem o que é correto.
Para quem está estudando, aproveite o
network da escola, do SENAI, da Universi-
dade, sempre é possível trocar ideias com
os amigos e também com os professores.
Com certeza será necessária muita de-
dicação para levar seu negócio adiante.
Com esse artigo eu encerro a série de
4 textos que escrevi falando sobre o em-
preendedor. Como professor e consultor
vejo muitos jovens sem orientação para
alavancar seu negócio e espero que possa
orientar. Pense nisso e aproveite o momen-
to empreendedor que estamos passando,
procure o CIESP com o NJE (Núcleo de Jo-
vens Empreendedores) e participe de pa-
lestras e oportunidades de relacionamen-
to com outros empreendedores.
Somente como registro, esses quatro
artigos publicados aqui no jornal Diário,
incluirei no livro que estou finalizando so-
bre empreendedorismo.
Fiquem com DEUS.
nnnnn Nivaldo J Silva, é Consultor na NJS
Consultoria, Mestre em Engenharia de Pro-
dução pela UNIMEP, Professor Titular de
Planejamento Estratégico na UNISAL e di-
retor do CIESP de Santa Bárbara d´Oeste.

Empreender se 4.0 -

  • 1.
    ÍNDICES DE INFLAÇÃO ACUMULADO AGOSET NO ANO 12 meses IPC (Fipe) 0,56 - 7,06 9,53 INPC (IBGE) 0,25 - 7,69 9,88 ICV (Dieese) 0,06 - 8,11 10,04 IGP-M (FGV) 0,28 0,95 6,34 8,35 IPCA (IBGE) 0,22 - 7,06 9,53 VALORES DE REFERÊNCIA Indicadores R$ Salário Mínimo (2015) 788,00 UFIR (extinta em outubro/00) 1,0641 Unid. Fisc. Est. SP (Ufesp/2012) 20,14 Salário Família R$ 33,16 Seguro-desemprego (09) R$ 954,21 POUPANÇA (DIA) NOVEMBRO ........................... 0,3389% DEZEMBRO ............................ 0,2674% JANEIRO ................................. 0,2961% FEVEREIRO .............................. 0,3595% MARÇO .................................. 0,3005% ABRIL ...................................... 0,2733% MAIO ...................................... 0,2926% JUNHO ................................... 0,3072% JULHO .................................... 0,2932% AGOSTO ................................. 0,3523% SETEMBRO ............................. 0,3070% FGTS IMPOSTO DE RENDA Base Alíquota Parcela a de Cálculo (%) deduzir (R$) Até R$1.787,11 - Isento De R$ 1.787,11 até 2.679,29 7,5 134,08 De R$ 2.679,30 até 3.572,43 15 335,03 De 3.572,44 até 4.463,81 22,5 602,96 Acima de 4.463,81 27,5 826,15 Deduções: R$ 179,71 por dependen- tes. Aposentados com 65 anos ou mais têm direito a dedução extra de R$1.787,77 no benefício recebido da previdência pública ou privada. OURO Dia 5/10 - BM&F 142,00 (*) “NOVA POUPANÇA” MEDIDA PROVISÓRIA Nº 567/12 DE 03/05/2012 OUTUBRO ....... OUTUBRO * 01 0,6930 ...................... 0,6930 02 0,6917 ...................... 0,6917 03 0,6791 ...................... 0,6791 04 0,6346 ...................... 0,6346 05 0,5996 ...................... 0,5996 06 0,6291 ...................... 0,6291 07 0,6686 ...................... 0,6686 08 0,7034 ...................... 0,7034 09 0,7107 ...................... 0,7107 10 0,7156 ...................... 0,7156 11 0,6689 ...................... 0,6689 12 0,6344 ...................... 0,6344 13 0,6344 ...................... 0,6344 14 0,6883 ...................... 0,6883 15 0,6694 ...................... 0,6694 16 0,6709 ...................... 0,6709 17 0,6876 ...................... 0,6876 18 0,6611 ...................... 0,6611 19 0,5956 ...................... 0,5956 20 0,6243 ...................... 0,6243 21 0,6566 ...................... 0,6566 22 0,6825 ...................... 0,6825 23 0,6818 ...................... 0,6818 24 0,6876 ...................... 0,6876 25 0,6275 ...................... 0,6275 26 0,5910 ...................... 0,5910 27 0,6301 ...................... 0,6301 28 0,6915 ...................... 0,6915 29 0,6799 ...................... 0,6799 30 0,6799 ...................... 0,6799 31 0,6799 ...................... 0,6799 NOVEMBRO ... NOVEMBRO * 01 0,6799 ...................... 0,6799 02 0,6559 ...................... 0,6559 TR - FATOR/CARNÊS* Dia Fator 02/10 ..................................... 0,01259683 03/10 ..................................... 0,01262618 04/10 ..................................... 0,01271658 05/10 ..................................... 0,01265235 06/10 ..................................... 0,01261152 07/10 ..................................... 0,01275955 08/10 ..................................... 0,01278013 09/10 ..................................... 0,01265235 10/10 ..................................... 0,01261152 11/10 ..................................... 0,01275955 *Somente pagamento no vencimento SEXTA-FEIRA, 6 DE NOVEMBRO DE 2015OPINIÃO2 INFORMAL REFLEXÃO Para a pessoa que faz o que é errado com um motivo, basta um motivo maior para ela começar a fazer o que é certo, mas a pessoa que faz o certo sem o motivo verdadeiro, basta qualquer motivo para fazer o que é errado. CASAS POPULARES Ontem pela manhã no CSU aconteceu reunião sobre as casas populares, com a participação de secretários municipais, presidente da Câmara Juca Bortolucci, mem- bros do Conselho Municipal de Assistência Social e da diretora técnica Adriana Bonin, representante da Bo- nin Consultoria Sócio Ambiental, de reunião no CSU (Centro Social Urbano), para debater informações so- bre o programa "Minha Casa, Minha Vida" e a respeito dos critérios para o sorteio das 1.320 unidades do empreendimento Bosque das Árvores. A Bonin Consul- toria Sócio Ambiental será a responsável pela assesso- ria técnica, cadastramento e atendimento dos interes- sados em adquirir um imóvel do Residencial Bosque das Árvores pelo Programa Minha Casa, Minha Vida. NÃO PRECISA IR A prefeitura está batendo na tecla aos mutuários que pre- tendem conquistar a casa popular, que não será necessário acompanhar no local, o sorteio dos apartamentos que deve acontecer em breve.Segundo adiantou ontem o prefeito, há possibilidade da Rádio municipal FM transmitir o sorteio. Como o número de candidatos é superior a 12 mil, não ca- beria toda essa gente no estádio do União Barbarense, local escolhido. CONGRESSO Representantes de 400 associações comerciais do Es- tado de São Paulo estão reunidos em Guarujá, para um congresso sobre alternativas para minimizar os impactos da crise financeira. A abertura foi realizada na quarta-feira e contou com a participação de mais de mil pessoas. O tema debate a importância das no- vas ideias para construir caminhos em meio a crise que atinge o país. O presidente da Associação Comercial de Santos, Roberto Clemente Santini, ressaltou o es- tímulo ao empreendendorismo e criatividade para dri- blar os problemas economômicos. "O objetivo é esti- mular o ato de empreender, definindo metas e plane- jamento. O que será discutido aqui é realmente para virar a página e 'tocar' o Brasil para frente", afirmou. Mesmo com o cenário atual, os empresários estão con- fiantes. "Temos que reconhecer que a crise existe, mas pensar nas alternativas. É importante pensar nisso, se reunir e evitar o desemprego. Vamos buscar a me- lhor solução a curto prazo e que o governo procure os empresários e os empresários o trabalhador, para que juntos encontremos a melhor solução para o país", destacou o presidente da Facesp, Alencar Burti. IMPOSTOS O valor pago pelos brasileiros neste ano em impostos alcan- çou R$ 1,7 trilhão ontem segundo o "Impostômetro" da As- sociação Comercial de São Paulo (ACSP). No ano passado, o mesmo valor foi alcançado apenas no dia 24 de novembro - o que aponta aumento da carga tributária, que tem gerado mais custos a empresas e cidadãos, segundo a ACSP. A marca de R$ 1,7 trilhão equivale ao montante pago em impostos, taxas e contribuições no país desde o primeiro dia do ano. O dinheiro é destinado à União, aos estados e aos municípios. A previsão da ACSP é de que, no fim de 2015, o Impostômetro bata recorde e ultrapasse R$ 2 trilhões. Em 2014, o painel ultrapassou a marca de R$ 1,8 trilhão no dia 29 de dezembro de Santa Bárbara d´Oeste Data de Fundação: 07/Setembro de 1985 Diretores: Antonio Carlos Nazatto e Laércio Scaramal Jornalista Responsável: Juliane Cristina Capelato Pressuto - MTB 37334 Editor: Marcos Antonio de Oliveira Distribuiçãoregional: Santa Bárbara d'Oeste, Americana, Nova Odessa e Sumaré Filiado à ADJORI - Associação de Jornais do Interior do Estado de São Paulo. JORNALDIÁRIODESANTABÁRBARA Escritório e Redação: Rua Paulo de Moraes, 190 - Centro - CEP: 13.450-030 Telefones/Pabx: (19) 3455-6630 E-mail: diariosbo@terra.com.br Francisco R. de Godoy CRESCE Com a chegada do período de chuvas, o mato já começa a crescer de forma mais intensa. No Residencial Furlan, nas proximidades da Academia ao Ar livre, a vegetação já precisa de capinação. A Secretaria de Meio Ambiente informou que a roçagem será incluída no cronograma de serviços de capinação da pasta e será providenciada dentro das próximas semanas. Medida errada na hora incerta ANTONIOCARBONARINETTO O fato de as instituições universitárias privadas apresentarem queda de 30% nas matrículas no segundo semestre - devi- do, principalmente, aos cortes feitos pelo governo no FIES (Fundo de Financiamen- to Estudantil) - poderá comprometer uma das metas mais importantes do Plano Na- cional de Educação para esta década: ele- var a taxa bruta de matrícula no Ensino Superior para 50% e a taxa líquida para 33% da população de 18 a 24 anos. Caso os valores do FIES não sejam restabelecidos em 2016 e nos próximos exercícios fiscais, poderá acentuar-se a tendência de queda do volume de aces- so ao Ensino Superior, um retrocesso de graves consequências para o Brasil. É inadmissível que um programa com ta- manho alcance social e significado es- tratégico para a meta de converter o Bra- sil numa economia de renda alta sofra redução abrupta superior a 50% no nú- mero de alunos beneficiados. Não há cri- se econômica ou fiscal que justifique tal insensatez. Neste momento de incertezas quanto à economia, é um erro grave retirar re- cursos da educação, considerando serem a abrangência e a qualidade do ensino os mais decisivos fatores para que ingres- semos num processo de desenvolvimen- to sustentável. O impacto é muito gran- de: 731 mil novos contratos do FIES em 2014, contra apenas 311 mil em 2015. No ano passado, 38% das novas matrícu- las na rede privada foram por meio do programa. No presente exercício, o índi- ce caiu para 19%. Os números são do Semesp (Sindicato das Entidades Mante- nedoras de Ensino Superior). Além de prejudicar alunos, a socieda- de e o País, o corte drástico de mais de 70% dos recursos financeiros do FIES está causando grave dificuldade financeira para numerosas instituições de Ensino Su- perior. O problema atinge principalmente as pequenas, que cumprem papel rele- vante no sistema, pois equilibram o aten- dimento à demanda e também atendem à formação profissional no País. A atitude imediatista e equivocada do governo, drenando dinheiro da educação, ao invés de economizar em despesas não prioritárias, revela uma ausência de vi- são estratégica quanto aos efeitos da in- clusão acadêmica na economia e na trans- formação positiva da sociedade. Vejamos: juntamente com o Prouni (Programa Uni- versidade para Todos), o FIES, que man- tém 1,9 milhão de contratos ativos, terá impacto significativo daqui a dez ou vinte anos, no tocante à ascensão socioeconô- mica, aumento do valor médio da massa salarial, pesquisa e inovação. O Brasil não pode comprometer suas metas relativas ao Ensino Superior, com erros do presente que pioram o futuro, prolongam sua dependência aos países detentores do conhecimento e adiam a marcha do desenvolvimento. Por isso, mesmo nos momentos mais difíceis da economia e da política, como vivemos nestes conturbados dias de 2015, o go- verno precisa manter a lucidez. nnnnn Antonio Carbonari Netto, 64, ma- temático pela PUC-Campinas, mestre em Administração, Educação e Comunica- ção pela Universidade São Marcos, com MBA em Gestão Universitária pela Uni- versidade São Francisco, é membro da Academia Brasileira de Ciências da Ad- ministração e vice-presidente do Sindi- cato das Entidades Mantenedoras de Ensino Superior. @CARTA São publicadas as opiniões de leitores sobre temas de interesse coletivo. Cada carta deve ter no máximo 20 linhas, com espaços, medidos pelo Word. As cartas devem ser enviadas na Rua Paulo de Moraes, 190 ou por e-mail diariosbo@terra.com.br com nome completo, endereço, profissão, RG e telefone. PREÇOS Nas prateleiras dos supermercados os preços dos produtos estão legíveis e às vezes até em destaque nas promoções, con- tudo, quando passamos pelo caixa, os preços são diferentes, sempre a cobrança tem valor muito maior, vai de centavos até vários reais. Este ano, procurei o Procon e fui bem-sucedido em vários casos, em que recuperei quase R$ 70,00 de cobrança ilícita. Mas infelizmente as cobranças continuam. Faço compras semanais em três supermercados, e em dois fui lesado, nova- mente. Enfim, muitos supermercados abdicaram dos empacota- dores e das sacolas para compras, o que dificulta ou impossibilita os consumidores de conferir os preços naquele momento, além do que, memorizar todos os produtos é impossível. Nas cobran- ças ilícitas , o dinheiro deveria ser devolvido multiplicado por 10, se não a ilegalidade no setor vai se perpetuar mesmo! ALEX TANNER Empreender-se 4.0 NIVALDO J. SILVA Neste último artigo temos o desafio de falar sobre a importância da família para os empreendedores. Algumas pessoas nascem em uma fa- mília já empreendedora; desafiando-o então a manter a tradição e inovar en- quanto empreendedor, o que já é uma grande meta. Ao mesmo tempo tudo isso com o apoio dos familiares, o que é sem dúvida, positivo. Em outros casos a famí- lia não é empreendedora; quem quiser empreender e crescer com um negócio próprio terá que sair da zona de confor- to, pensar fora da caixa e buscar exem- plos em seu círculo de amizade ou no bairro. Pense nas seguintes questões: Quem você considera empreendedor? No seu bairro existem muitos empre- endedores? Você considera o comerciante do seu bairro um empreendedor? Como eles conseguiram vencer as difi- culdades de crescer em um ambiente tão hostil? Sim, as dificuldades são muitas para quem pretende inovar e empreender. O relacionamento entre a família é muito importante, com certeza isso aju- dará o empreendedor, pois, na maioria das vezes, será a base de apoio para aqueles momentos difíceis e de grandes dúvidas. Esse apoio pode ser de maneira emocional, motivadora, assim como de apoio financeiro, onde a família investe no negócio através de um empréstimo ou de participação no mesmo] Aqui fica a dica para a família também apoiar a iniciativa dos filhos, incentivar, acompanhar, e até mesmo se tiver liber- dade, fiscalizar, no sentido de cobrar a dis- ciplina do jovem na sua empreitada. Maior é a dependência da família se o empreen- dedor já for casado e tiver filhos, pois mais pessoas dependem do sucesso do seu ne- gócio. A aversão ao risco aumenta nessa situação, mas viver é arriscado. Um dos pontos que considero mais importante na relação com a família é sobre a fé, a qual foi enraizada nos valo- res do empreendedor. Geralmente são pontos que foram formados desde crian- ça. Isso será muito útil ao se decidir o que é correto e errado nos negócios, muitas empresas deixam de negociar por considerar alguma atitude errada. Por exemplo: Em uma palestra recentemente na UNISAL, um diretor de RH da 3M disse que a empresa preza muito pela ética nos negócios, que lá não existe meio termo, simplesmente os gestores são cobrados para terem ética em todas negociações. Por conta desse valor, a empresa não fi- cou nem um pouco preocupada com o momento que estamos vivendo de cor- rupção, pois lá não tem meio termo, sem- pre seguem o que é correto. Para quem está estudando, aproveite o network da escola, do SENAI, da Universi- dade, sempre é possível trocar ideias com os amigos e também com os professores. Com certeza será necessária muita de- dicação para levar seu negócio adiante. Com esse artigo eu encerro a série de 4 textos que escrevi falando sobre o em- preendedor. Como professor e consultor vejo muitos jovens sem orientação para alavancar seu negócio e espero que possa orientar. Pense nisso e aproveite o momen- to empreendedor que estamos passando, procure o CIESP com o NJE (Núcleo de Jo- vens Empreendedores) e participe de pa- lestras e oportunidades de relacionamen- to com outros empreendedores. Somente como registro, esses quatro artigos publicados aqui no jornal Diário, incluirei no livro que estou finalizando so- bre empreendedorismo. Fiquem com DEUS. nnnnn Nivaldo J Silva, é Consultor na NJS Consultoria, Mestre em Engenharia de Pro- dução pela UNIMEP, Professor Titular de Planejamento Estratégico na UNISAL e di- retor do CIESP de Santa Bárbara d´Oeste.