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EMPREENDEDORISMO   Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Estrutura da apresentação Empreendedorismo; Formação em empreendedorismo; Modelos de formação em empreendedorismo; Aplicação dos modelos na organização da formação em empreendedorismo. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Empreendedorismo Pessoas (empreendedor - palavra de origem francesa “entrepreneur” que designa a pessoa que organiza, lidera, opera e assume riscos); Empresas (estratégias empresariais). Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
As competências de empreendedor: Nascem com as pessoas?; Adquirem-se?. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Formação em empreendedorismo Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Importância dos empreendedores Construtores das economias; Aproveitam as oportunidades; Aceitam o risco; Jogam no mercado global; Atingem os objectivos (ficam ricos). Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Características dos empreendedores Na UE a 25, nos 10 países PECO e nos EUA (2007): Cerca de 88% da população considera que os empreendedores são criadores de emprego (com os EUA a terem uma ligeira vantagem e a rondarem os 89%); Cerca de 70% das pessoas acha que são a base da criação da riqueza, beneficiando todos (com os EUA a terem, novamente, vantagem e a situarem-se nos 75% contra 67% dos países PECO); Cerca de 40% (grosso modo) é da opinião que os empreendedores pensam só na sua própria carteira (52% nos países PECO e 24% nos EUA); À volta de 40% opina que exploram a pessoas que trabalham (57% nos países PECO e 26% nos EUA).  Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Em Portugal: 89% dos portugueses consideram os empreendedores criadores de empregos; 84% acham que são a base da criação de riqueza, beneficiando toda a população; 49% são de opinião que pensam só no seu próprio enriquecimento; 52% estão convictos que os empreendedores pretendem, unicamente, explorar as pessoas que trabalham. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Tanto na UE a 25, como nos EUA e nos países PECO, invariavelmente, as pessoas, maioritariamente, acham que os empreendedores são criadores de emprego. Num segundo lugar, nestes países, considera-se os empreendedores como criadores de riqueza, à excepção da Eslováquia que os consideram como exploradores dos trabalhadores e do Chipre que os consideram como interesseiros e preocupados com a criação da sua própria fortuna. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Em termos socais, na UE a 25, os empreendedores são: A base da criação de riqueza, maioritariamente, para os homens, para as pessoas com mais de 55 anos, com formação e com mais de 20 anos, das zonas metropolitanas, com próprio emprego e cujo pais já tinham o seu próprio emprego; São interesseiros e preocupados com a sua própria fortuna, sobretudo, para as mulheres, para as pessoas com mais de 55 anos, pessoas em formação e com idade até aos 15 anos, das áreas urbanas, trabalhadores por conta de outrem e cujos pais já eram empregados; Consideram-nos criadores de emprego, em maioria, os homens, as pessoas dos 25 aos 39 anos, as pessoas com formação e com mais de 20 anos, das zonas rurais e com o próprio emprego; Acham que são exploradores, sobretudo, os homens, as pessoas com mais de 55 anos, os jovens até aos 15 anos em formação, das zonas urbanas e trabalhadores por conta de outrem. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Evolução das sociedades Mudanças na sociedade originam mudanças paralelas na economia e na educação. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Realidade do ensino Ainda ensinamos: Usando o horário agrícola (de acordo com a a hora solar); De forma industrial; Numa era de construção e empreendimento individual. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
A “velha” e a “nova” Economia Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
A “velha” e a “nova” Educação Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Formas de aprendizagem aprendizagem Percentagem retida das diferentes formas de aprendizagem Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Desenvolvimento profissional Consiste num conceito mais abrangente do que ler livros e assistir a aulas teóricas; O modelo de educação experimental é a chave para o ensino de uma educação empreendedora; Empreendedorismo torna-se o veículo de aprendizagem. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Os efeitos 1989 – menos de 5% dos jovens sabiam o que era o empreendedorismo; 1999 – 64% consideraram-no a 1ª escolha de carreira; Crescimento quatro vezes maior nos negócios iniciados por jovens; 50% dos impostos provieram de pequenas e micro-empresas; “ Wise Man takes All” (“reality show” chinês, em que os concorrentes dão o seu melhor para criar o seu próprio negócio). Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Um emprego para toda a vida já não existe; Grande maioria dos novos empregos são criados em empresas com 10 ou menos trabalhadores; Existe a necessidade de se ser adaptável, flexível e empreendedor; Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Em 2007, 57% dos portugueses gostavam de ter o seu próprio emprego, vontade que não é só de agora, uma vez que, já em 2000 eram cerca de 67% os portugueses que desejavam trabalhar por conta própria; Na União Europeia dos primeiros 15 países (sem os países PECO), Portugal só é acompanhado nesta tendência pela Grécia, Itália, Irlanda e Espanha; O cenário nos novos 10 países PECO não é muito diferente, facto que leva a que na União Europeia a 25 (sem a Roménia e a Bulgária que entraram em 2007), cerca de 50% prefira ser empregado contra os 37% dos Estados Unidos da América.  Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Em termos sociais (2007): Na União Europeia a 25, são os homens que mais gostavam de ter o seu próprio emprego (50,2%), os jovens entre os 15 e os 24 anos (54,9%), a população que, ainda, está a estudar (54,7%), os que têm o próprio emprego (72,9%) e aqueles cujo os pais já tinham o seu próprio emprego (50,6%).  Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Na UE a 25 (2007), 57% da população está disposta a criar a própria empresa, enquanto que os restantes estariam dispostos unicamente a trabalhar por conta própria, sem necessariamente constituir uma empresa; Nos Estados Unidos da América o cenário não é muito diferente, neste aspecto, rondando os 54% a parte da população interessada em criar uma empresa e a investir nela; Neste âmbito, mais uma vez os portugueses estão acima da média, uma vez que, são 71% os que gostavam de criar a sua própria empresa. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Em termos socio-demográficos na UE são: Os homens que mais gostavam de ter a sua própria empresa (61,5%), os jovens com idade entre os 15 e os 24 anos (65,3%), a população que ainda está a estudar (67,8%), as pessoas das zonas metropolitanas (60,0%), as que têm o próprio emprego (59,5%) e as pessoas cujos pais já tinham o seu emprego próprio (62,5%). Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
As razões que levam as pessoas a ter o seu próprio negócio tem a ver com questões como as seguintes:  Independência pessoal, livre escolha do local e horário de trabalho, melhores perspectivas de rendimento, oportunidades de negócio, clima económico favorável, falta de oportunidades de emprego atractivas, tradição de família ou dos amigos em criar negócio próprio; Em Portugal, à semelhança dos outros países da União Europeia a 25, a principal razão que leva as pessoas a optarem por criar o seu próprio negócio é: A independência pessoal e a definição de metas próprias; Se na primeira razão todos os países são unânimes, já na segunda e na terceira razão não é bem assim, alternando-se entre a liberdade de local e horário de trabalho e a possibilidade de melhor rendimento. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
A preferência por ser empregado, tem causas em aspectos como:  A vontade de ter um rendimento garantido, horário de trabalho fixo, segurança em termos sociais, dificuldades administrativas, falta de financiamento para o próprio emprego, nunca ter trabalhado por conta própria e medo de falhar; De todas estas razões a mais determinante em Portugal é a vontade de ter um rendimento garantido e estável, tal como, um pouco em toda a generalidade da União Europeia. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Citações Mitos: “Os erros têm custos” ; Realidade: “Os erros feitos cedo são lucrativos” ; “ você falha 100% dos remates que não tenta”; “ Não faça a gestão dos falhanços. Faça a gestão do custo do falhanço”; “ Apply yourself. Get all the education you need, by then, by God, do something. Don´t just stand there, make it happen!” Lee Lacocca, Chairman Chrysler Motors Steve jobs 1 ; Steve jobs 2 . Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Modelos de formação em empreendedorismo Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
CG International O modelo de empreendedorismo da CG International (há outros, nomeadamente o da GEM – Global Entrepreneurship Monitor, que é um consórcio académico de investigação) é baseado em 15 anos de experiência no desenvolvimento da educação em empreendedorismo; Os consultores da CGI têm uma experiência   acumulada em trabalhos efectuados em mais de 65 países; Os consultores da CGI estiveram directa ou indirectamente envolvidos na formação de 500 000 jovens empreendedores. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Modelo da CGI Tem sido testado ao longo dos últimos 15 anos em todos os continentes, com enorme sucesso; Lida com as pessoas, com a sua aprendizagem e com o desenvolvimento cíclico do empreendedor; É orientado para a acção, reflectivo e aplica-se ao desenvolvimento, quer da vida pessoal, quer profissional. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Modelo de empreendedorismo Centrado no participante (centra-se no desenvolvimento da pessoa e nas características necessárias para ser empreendedor; Desmistifica o empreendedorismo (divide o processo em pequenos passos, facilmente atingíveis); Adapta-se às várias formas de aprendizagem; Baseado na experiência. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Ciclo de desenvolvimento empreendedor Acho que quero ser um empreendedor (pré-aspiração e aspiração); Preciso de uma ideia que me inspire (geração de ideias) Modos de gerar ideias: Copiar; Combinar; Resolver problemas; Fazer algo melhor; Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Utilizar os tempos de lazer; Estruturar capacidades; Reciclar; Viajar e procurar ideias; Reflexão em grupo; Falar e escutar; Elaborar listagens; Encontrar alternativas; Melhorar alguma coisa; Sonhar acordado; Fazer os “se e só ses”. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Método SCAMPER para gerar ideias: S ubstituir; C ombinar; A daptar; M odificar  M inimizar  M aximizar; P ôr outras utilizações; E liminar; R everter. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Processo Walt Disney para gerar ideias: O Sonhador, É a criança que existe dentro de nós; Vê as oportunidades, não os problemas; Nenhuma ideia é má. O Designer, É o criador inovador que existe dentro de nós; Analisa ideias com a atitude de que é possível; Centra-se na forma de como as coisas podem ser feitas. O Detalhe, Avalia as ideias sistematicamente; Acredita que todas as ideias necessitam de ser avaliadas a analisadas logicamente; Considera potenciais problemas e possíveis soluções para os mesmos. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Brainstorming: Regras para reflexão, Os participantes deverão sugerir o maior número possível de ideias originais que possam funcionar como soluções, assim como estimular as ideias dos outros. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Há uma oportunidade nessa ideia? (identificação de oportunidades); Vou planear e conseguir o financiamento; É tempo de agir (início). Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Como aprendem os empreendedores Orientação/coaching; Ajuda dos pares; Experiência; Conhecimento; Planeamento. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
As 4 componentes de um empreendedor Qualidades pessoais; Atitudes; Competências; Informação. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Acção: a base do empreendedorismo Um empreendedor deve ser decidido; Devem ter em atenção que existem muitos factores à sua volta que o irão destabilizar; E depois actuar! Levar a cabo uma acção, mesmo sem ter toda a informação, é o passo ideal para se atingir o sucesso. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Modelo de aprendizagem da CGI O que vai acontecer; Baseado na experiência; A experiência torna-se o livro de texto; Interiorização através da reflexão; Apreende-se o conhecimento através da acção; Contínuo, passando de uma esperiência para outra; Natureza cíclica. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Técnicas utilizadas Actividades práticas (abordagem “learning by doing”); Trabalho em pequenos grupos; Recurso aos meios audiovisuais; Torna os participantes “donos” do processo de aprendizagem, sendo eles próprios os líderes; Minimiza o tempo de ensino tradicional, em, que o formador ministra os conceitos teóricos. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Aplicação dos modelos na organização da formação em empreendedorismo Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Etapas do modelo da CGI na formação Introdução: Corresponde a uma breve introdução ao assunto. Deve focar a acção que vai ter lugar. Clarificação: Deverá assegurar-se que o formando percebeu a tarefa que tem pela frente. Acção: O formando executará as tarefas que lhe permitirão aperceber do contexto da aprendizagem. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Revisão: Os formandos devem contar as suas histórias, transmitindo de forma simplificada o que se passou na acção. Reflexão: É orientada pelo formador que deverá utilizar os pontos expostos na revisão para construir pontes entre as acções e a matéria. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Análise: Deverá funcionar como um sumário de tudo o que se passou, pelo que deverá consistir num ponto único. Generalização: Ponte entre esta acção específica e as aplicações em diversas áreas. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Citações “ The best way to predict the future is to create it”. Peter Drucker 1 ; Peter Drucker 2 . Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Plano da formação Pontos-chave: Atrair e apoiar os formandos no seu próprio processo de aprendizagem (aprendizagem individualizada); Facilitar um ambiente onde os formandos aprendem fazendo; Facilitar uma abordagem com diferentes modos de aprendizagem; Heterogeneidade do grupo de formandos (têm diferentes características, histórias de vida distintas, etc). Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Resultados de aprendizagem: Compreender o emprendedorismo; Modelo pessoal para o empreendedorismo; Ideias e oportunidades; Estratégias empreendedoras e empresariais; Competência empreendedora pessoal; Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Estilos de aprendizagem: Aprendizagem visual; Aprendizagem auditiva; Aprendizagem táctil/cinética. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Dinâmica dos grupos Formação/constituição; Confusão/explosão; Normalização; Execução; Dissolução/suspensão. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Guia para a etapa da reflexão O que se está a passar?; Como é que se sente em relação a isto?; O que é que precisa para saber…; Poderá fazer-se de outra forma?; Qual é a pior/melhor coisa que pode acontecer?; Teve alguma surpresa?; O que é que verificou? Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Guia para a etapa da generalização Como é que foi a experiência? Boa/má?; Poderia ter sido diferente?; O que é que a mesma lhe diz sobre si próprio ou ao grupo?; O que é que conhece melhor sobre si ou ao grupo?; Que conclusões é que pode retirar daí?; O que é que aprendeu?; O que é que isto lhe diz sobre…?; Estas actividades lembram-lhe alguma coisa?; Quais os princípios que vê implícitos?; Isto ajuda-o a explicar alguma coisa?; Isto relaciona-se com outras experiências?; O que é associa a isto?; E então?. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Guia para a etapa da aplicação Como é que pode aplicar estas actividades e os ensinamentos daí recorrentes a …?; O que é que gostaria de fazer com elas?; O que é que poderia fazer para ajudar a aplicar metodologias ensinadas?; Como é que se poderia fazer melhor? Qual é que seria a consequência de fazer alguma coisa com isto?; Como é que esta experiência foi para si?; Quais é que foram os pontos positivos e negativos?; Como é que poderia ser mais significativo?; Que mudanças é que faria?; O que é que faria diferente?; Se tivesse de fazer tudo outra vez, o que é que faria?; Algumas sugestões?. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Bibliografia GestEntrepreneur (2007). Guia do Facilitador (Formação de Formadores e Facilitadores em Empreendedorsimo). GestEntrepreneur, Lisboa; http://scholar.google.pt   Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Fim!!!! Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Empreendedor por UM DIA: Instruções Trabalhar em grupo; Planear operar o negócio durante 3-4 horas; Planear obter lucro; Não recorrer a lotarias nem jogos; Não desenvolver actividades ilegais; Estar ciente dos negócios existentes e não interferir com eles; Tentar fazer qualquer coisa diferente que nunca tenha feito anteriormente; Não invocar a caridade como método de venda; Divertir-se!! Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Empreendedor por UM DIA: Preparação Responda às seguintes questões, quando estiver a prepara o negócio: Qual é (o produto/serviço)?; Quem são (os promotores do negócio e os clientes)?; Onde é (localização do negócio)?; Quando (horário)?; Porquê (razão do negócio)?; Como (saberão os clientes o que estão a vender)?; Quanto (custo do negócio). Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Reflexão pessoal PNI: P- Positivo, O que correu bem?; Que forças utilizei?; Estou impressionado com?; Fui bem sucedido em?. N- Negativo, O que precisa ser melhorado?; O que poderia ter sido diferente?; O que me desapontou?; Teria sido melhor se?: I- Interessante, O que me surpreendeu?; O que é que pensei mudar?; É interessante que?. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Bibliografia GestEntrepreneur (2007). Guia do Facilitador (Formação de Formadores e Facilitadores em Empreendedorsimo). GestEntrepreneur, Lisboa; http://scholar.google.pt   Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu

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Empreendedorismo

  • 1. EMPREENDEDORISMO Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 2. Estrutura da apresentação Empreendedorismo; Formação em empreendedorismo; Modelos de formação em empreendedorismo; Aplicação dos modelos na organização da formação em empreendedorismo. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 3. Empreendedorismo Pessoas (empreendedor - palavra de origem francesa “entrepreneur” que designa a pessoa que organiza, lidera, opera e assume riscos); Empresas (estratégias empresariais). Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 4. As competências de empreendedor: Nascem com as pessoas?; Adquirem-se?. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 5. Formação em empreendedorismo Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 6. Importância dos empreendedores Construtores das economias; Aproveitam as oportunidades; Aceitam o risco; Jogam no mercado global; Atingem os objectivos (ficam ricos). Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 7. Características dos empreendedores Na UE a 25, nos 10 países PECO e nos EUA (2007): Cerca de 88% da população considera que os empreendedores são criadores de emprego (com os EUA a terem uma ligeira vantagem e a rondarem os 89%); Cerca de 70% das pessoas acha que são a base da criação da riqueza, beneficiando todos (com os EUA a terem, novamente, vantagem e a situarem-se nos 75% contra 67% dos países PECO); Cerca de 40% (grosso modo) é da opinião que os empreendedores pensam só na sua própria carteira (52% nos países PECO e 24% nos EUA); À volta de 40% opina que exploram a pessoas que trabalham (57% nos países PECO e 26% nos EUA). Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 8. Em Portugal: 89% dos portugueses consideram os empreendedores criadores de empregos; 84% acham que são a base da criação de riqueza, beneficiando toda a população; 49% são de opinião que pensam só no seu próprio enriquecimento; 52% estão convictos que os empreendedores pretendem, unicamente, explorar as pessoas que trabalham. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 9. Tanto na UE a 25, como nos EUA e nos países PECO, invariavelmente, as pessoas, maioritariamente, acham que os empreendedores são criadores de emprego. Num segundo lugar, nestes países, considera-se os empreendedores como criadores de riqueza, à excepção da Eslováquia que os consideram como exploradores dos trabalhadores e do Chipre que os consideram como interesseiros e preocupados com a criação da sua própria fortuna. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 10. Em termos socais, na UE a 25, os empreendedores são: A base da criação de riqueza, maioritariamente, para os homens, para as pessoas com mais de 55 anos, com formação e com mais de 20 anos, das zonas metropolitanas, com próprio emprego e cujo pais já tinham o seu próprio emprego; São interesseiros e preocupados com a sua própria fortuna, sobretudo, para as mulheres, para as pessoas com mais de 55 anos, pessoas em formação e com idade até aos 15 anos, das áreas urbanas, trabalhadores por conta de outrem e cujos pais já eram empregados; Consideram-nos criadores de emprego, em maioria, os homens, as pessoas dos 25 aos 39 anos, as pessoas com formação e com mais de 20 anos, das zonas rurais e com o próprio emprego; Acham que são exploradores, sobretudo, os homens, as pessoas com mais de 55 anos, os jovens até aos 15 anos em formação, das zonas urbanas e trabalhadores por conta de outrem. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 11. Evolução das sociedades Mudanças na sociedade originam mudanças paralelas na economia e na educação. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 12. Realidade do ensino Ainda ensinamos: Usando o horário agrícola (de acordo com a a hora solar); De forma industrial; Numa era de construção e empreendimento individual. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 13. A “velha” e a “nova” Economia Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 14. A “velha” e a “nova” Educação Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 15. Formas de aprendizagem aprendizagem Percentagem retida das diferentes formas de aprendizagem Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 16. Desenvolvimento profissional Consiste num conceito mais abrangente do que ler livros e assistir a aulas teóricas; O modelo de educação experimental é a chave para o ensino de uma educação empreendedora; Empreendedorismo torna-se o veículo de aprendizagem. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 17. Os efeitos 1989 – menos de 5% dos jovens sabiam o que era o empreendedorismo; 1999 – 64% consideraram-no a 1ª escolha de carreira; Crescimento quatro vezes maior nos negócios iniciados por jovens; 50% dos impostos provieram de pequenas e micro-empresas; “ Wise Man takes All” (“reality show” chinês, em que os concorrentes dão o seu melhor para criar o seu próprio negócio). Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 18. Um emprego para toda a vida já não existe; Grande maioria dos novos empregos são criados em empresas com 10 ou menos trabalhadores; Existe a necessidade de se ser adaptável, flexível e empreendedor; Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 19. Em 2007, 57% dos portugueses gostavam de ter o seu próprio emprego, vontade que não é só de agora, uma vez que, já em 2000 eram cerca de 67% os portugueses que desejavam trabalhar por conta própria; Na União Europeia dos primeiros 15 países (sem os países PECO), Portugal só é acompanhado nesta tendência pela Grécia, Itália, Irlanda e Espanha; O cenário nos novos 10 países PECO não é muito diferente, facto que leva a que na União Europeia a 25 (sem a Roménia e a Bulgária que entraram em 2007), cerca de 50% prefira ser empregado contra os 37% dos Estados Unidos da América. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 20. Em termos sociais (2007): Na União Europeia a 25, são os homens que mais gostavam de ter o seu próprio emprego (50,2%), os jovens entre os 15 e os 24 anos (54,9%), a população que, ainda, está a estudar (54,7%), os que têm o próprio emprego (72,9%) e aqueles cujo os pais já tinham o seu próprio emprego (50,6%). Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 21. Na UE a 25 (2007), 57% da população está disposta a criar a própria empresa, enquanto que os restantes estariam dispostos unicamente a trabalhar por conta própria, sem necessariamente constituir uma empresa; Nos Estados Unidos da América o cenário não é muito diferente, neste aspecto, rondando os 54% a parte da população interessada em criar uma empresa e a investir nela; Neste âmbito, mais uma vez os portugueses estão acima da média, uma vez que, são 71% os que gostavam de criar a sua própria empresa. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 22. Em termos socio-demográficos na UE são: Os homens que mais gostavam de ter a sua própria empresa (61,5%), os jovens com idade entre os 15 e os 24 anos (65,3%), a população que ainda está a estudar (67,8%), as pessoas das zonas metropolitanas (60,0%), as que têm o próprio emprego (59,5%) e as pessoas cujos pais já tinham o seu emprego próprio (62,5%). Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 23. As razões que levam as pessoas a ter o seu próprio negócio tem a ver com questões como as seguintes: Independência pessoal, livre escolha do local e horário de trabalho, melhores perspectivas de rendimento, oportunidades de negócio, clima económico favorável, falta de oportunidades de emprego atractivas, tradição de família ou dos amigos em criar negócio próprio; Em Portugal, à semelhança dos outros países da União Europeia a 25, a principal razão que leva as pessoas a optarem por criar o seu próprio negócio é: A independência pessoal e a definição de metas próprias; Se na primeira razão todos os países são unânimes, já na segunda e na terceira razão não é bem assim, alternando-se entre a liberdade de local e horário de trabalho e a possibilidade de melhor rendimento. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 24. A preferência por ser empregado, tem causas em aspectos como: A vontade de ter um rendimento garantido, horário de trabalho fixo, segurança em termos sociais, dificuldades administrativas, falta de financiamento para o próprio emprego, nunca ter trabalhado por conta própria e medo de falhar; De todas estas razões a mais determinante em Portugal é a vontade de ter um rendimento garantido e estável, tal como, um pouco em toda a generalidade da União Europeia. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 25. Citações Mitos: “Os erros têm custos” ; Realidade: “Os erros feitos cedo são lucrativos” ; “ você falha 100% dos remates que não tenta”; “ Não faça a gestão dos falhanços. Faça a gestão do custo do falhanço”; “ Apply yourself. Get all the education you need, by then, by God, do something. Don´t just stand there, make it happen!” Lee Lacocca, Chairman Chrysler Motors Steve jobs 1 ; Steve jobs 2 . Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 26. Modelos de formação em empreendedorismo Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 27. CG International O modelo de empreendedorismo da CG International (há outros, nomeadamente o da GEM – Global Entrepreneurship Monitor, que é um consórcio académico de investigação) é baseado em 15 anos de experiência no desenvolvimento da educação em empreendedorismo; Os consultores da CGI têm uma experiência acumulada em trabalhos efectuados em mais de 65 países; Os consultores da CGI estiveram directa ou indirectamente envolvidos na formação de 500 000 jovens empreendedores. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 28. Modelo da CGI Tem sido testado ao longo dos últimos 15 anos em todos os continentes, com enorme sucesso; Lida com as pessoas, com a sua aprendizagem e com o desenvolvimento cíclico do empreendedor; É orientado para a acção, reflectivo e aplica-se ao desenvolvimento, quer da vida pessoal, quer profissional. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 29. Modelo de empreendedorismo Centrado no participante (centra-se no desenvolvimento da pessoa e nas características necessárias para ser empreendedor; Desmistifica o empreendedorismo (divide o processo em pequenos passos, facilmente atingíveis); Adapta-se às várias formas de aprendizagem; Baseado na experiência. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 30. Ciclo de desenvolvimento empreendedor Acho que quero ser um empreendedor (pré-aspiração e aspiração); Preciso de uma ideia que me inspire (geração de ideias) Modos de gerar ideias: Copiar; Combinar; Resolver problemas; Fazer algo melhor; Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 31. Utilizar os tempos de lazer; Estruturar capacidades; Reciclar; Viajar e procurar ideias; Reflexão em grupo; Falar e escutar; Elaborar listagens; Encontrar alternativas; Melhorar alguma coisa; Sonhar acordado; Fazer os “se e só ses”. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 32. Método SCAMPER para gerar ideias: S ubstituir; C ombinar; A daptar; M odificar M inimizar M aximizar; P ôr outras utilizações; E liminar; R everter. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 33. Processo Walt Disney para gerar ideias: O Sonhador, É a criança que existe dentro de nós; Vê as oportunidades, não os problemas; Nenhuma ideia é má. O Designer, É o criador inovador que existe dentro de nós; Analisa ideias com a atitude de que é possível; Centra-se na forma de como as coisas podem ser feitas. O Detalhe, Avalia as ideias sistematicamente; Acredita que todas as ideias necessitam de ser avaliadas a analisadas logicamente; Considera potenciais problemas e possíveis soluções para os mesmos. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 34. Brainstorming: Regras para reflexão, Os participantes deverão sugerir o maior número possível de ideias originais que possam funcionar como soluções, assim como estimular as ideias dos outros. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 35. Há uma oportunidade nessa ideia? (identificação de oportunidades); Vou planear e conseguir o financiamento; É tempo de agir (início). Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 36. Como aprendem os empreendedores Orientação/coaching; Ajuda dos pares; Experiência; Conhecimento; Planeamento. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 37. As 4 componentes de um empreendedor Qualidades pessoais; Atitudes; Competências; Informação. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 38. Acção: a base do empreendedorismo Um empreendedor deve ser decidido; Devem ter em atenção que existem muitos factores à sua volta que o irão destabilizar; E depois actuar! Levar a cabo uma acção, mesmo sem ter toda a informação, é o passo ideal para se atingir o sucesso. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 39. Modelo de aprendizagem da CGI O que vai acontecer; Baseado na experiência; A experiência torna-se o livro de texto; Interiorização através da reflexão; Apreende-se o conhecimento através da acção; Contínuo, passando de uma esperiência para outra; Natureza cíclica. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 40. Técnicas utilizadas Actividades práticas (abordagem “learning by doing”); Trabalho em pequenos grupos; Recurso aos meios audiovisuais; Torna os participantes “donos” do processo de aprendizagem, sendo eles próprios os líderes; Minimiza o tempo de ensino tradicional, em, que o formador ministra os conceitos teóricos. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 41. Aplicação dos modelos na organização da formação em empreendedorismo Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 42. Etapas do modelo da CGI na formação Introdução: Corresponde a uma breve introdução ao assunto. Deve focar a acção que vai ter lugar. Clarificação: Deverá assegurar-se que o formando percebeu a tarefa que tem pela frente. Acção: O formando executará as tarefas que lhe permitirão aperceber do contexto da aprendizagem. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 43. Revisão: Os formandos devem contar as suas histórias, transmitindo de forma simplificada o que se passou na acção. Reflexão: É orientada pelo formador que deverá utilizar os pontos expostos na revisão para construir pontes entre as acções e a matéria. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 44. Análise: Deverá funcionar como um sumário de tudo o que se passou, pelo que deverá consistir num ponto único. Generalização: Ponte entre esta acção específica e as aplicações em diversas áreas. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 45. Citações “ The best way to predict the future is to create it”. Peter Drucker 1 ; Peter Drucker 2 . Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 46. Plano da formação Pontos-chave: Atrair e apoiar os formandos no seu próprio processo de aprendizagem (aprendizagem individualizada); Facilitar um ambiente onde os formandos aprendem fazendo; Facilitar uma abordagem com diferentes modos de aprendizagem; Heterogeneidade do grupo de formandos (têm diferentes características, histórias de vida distintas, etc). Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 47. Resultados de aprendizagem: Compreender o emprendedorismo; Modelo pessoal para o empreendedorismo; Ideias e oportunidades; Estratégias empreendedoras e empresariais; Competência empreendedora pessoal; Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 48. Estilos de aprendizagem: Aprendizagem visual; Aprendizagem auditiva; Aprendizagem táctil/cinética. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 49. Dinâmica dos grupos Formação/constituição; Confusão/explosão; Normalização; Execução; Dissolução/suspensão. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 50. Guia para a etapa da reflexão O que se está a passar?; Como é que se sente em relação a isto?; O que é que precisa para saber…; Poderá fazer-se de outra forma?; Qual é a pior/melhor coisa que pode acontecer?; Teve alguma surpresa?; O que é que verificou? Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 51. Guia para a etapa da generalização Como é que foi a experiência? Boa/má?; Poderia ter sido diferente?; O que é que a mesma lhe diz sobre si próprio ou ao grupo?; O que é que conhece melhor sobre si ou ao grupo?; Que conclusões é que pode retirar daí?; O que é que aprendeu?; O que é que isto lhe diz sobre…?; Estas actividades lembram-lhe alguma coisa?; Quais os princípios que vê implícitos?; Isto ajuda-o a explicar alguma coisa?; Isto relaciona-se com outras experiências?; O que é associa a isto?; E então?. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 52. Guia para a etapa da aplicação Como é que pode aplicar estas actividades e os ensinamentos daí recorrentes a …?; O que é que gostaria de fazer com elas?; O que é que poderia fazer para ajudar a aplicar metodologias ensinadas?; Como é que se poderia fazer melhor? Qual é que seria a consequência de fazer alguma coisa com isto?; Como é que esta experiência foi para si?; Quais é que foram os pontos positivos e negativos?; Como é que poderia ser mais significativo?; Que mudanças é que faria?; O que é que faria diferente?; Se tivesse de fazer tudo outra vez, o que é que faria?; Algumas sugestões?. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 53. Bibliografia GestEntrepreneur (2007). Guia do Facilitador (Formação de Formadores e Facilitadores em Empreendedorsimo). GestEntrepreneur, Lisboa; http://scholar.google.pt Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 54. Fim!!!! Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 55. Empreendedor por UM DIA: Instruções Trabalhar em grupo; Planear operar o negócio durante 3-4 horas; Planear obter lucro; Não recorrer a lotarias nem jogos; Não desenvolver actividades ilegais; Estar ciente dos negócios existentes e não interferir com eles; Tentar fazer qualquer coisa diferente que nunca tenha feito anteriormente; Não invocar a caridade como método de venda; Divertir-se!! Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 56. Empreendedor por UM DIA: Preparação Responda às seguintes questões, quando estiver a prepara o negócio: Qual é (o produto/serviço)?; Quem são (os promotores do negócio e os clientes)?; Onde é (localização do negócio)?; Quando (horário)?; Porquê (razão do negócio)?; Como (saberão os clientes o que estão a vender)?; Quanto (custo do negócio). Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 57. Reflexão pessoal PNI: P- Positivo, O que correu bem?; Que forças utilizei?; Estou impressionado com?; Fui bem sucedido em?. N- Negativo, O que precisa ser melhorado?; O que poderia ter sido diferente?; O que me desapontou?; Teria sido melhor se?: I- Interessante, O que me surpreendeu?; O que é que pensei mudar?; É interessante que?. Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  • 58. Bibliografia GestEntrepreneur (2007). Guia do Facilitador (Formação de Formadores e Facilitadores em Empreendedorsimo). GestEntrepreneur, Lisboa; http://scholar.google.pt Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu