O documento discute a guerra fiscal entre os estados brasileiros e sua influência nas decisões de investimento, destacando a importância da carga tributária e dos incentivos fiscais na atração de novos empreendimentos. Embora a Constituição de 1988 tenha estabelecido diretrizes para a concessão de incentivos, as disputas entre os estados continuam, e os problemas estruturais resultantes dessa guerra fiscal persistem. A administração pública deve garantir que os recursos sejam utilizados para o interesse público e que os mecanismos de fomento estejam alinhados com as políticas de desenvolvimento econômico e social.