• Ato ou efeito de educar. 
• Processo de desenvolvimento 
da capacidade física, 
intelectual e moral da criança e 
do ser humano em geral. 
• Civilidade, Polidez
EEdduuccaaççããoo == EEssccoollaa ?? 
DDeeffiinniiççõõeess ddee EEdduuccaaççããoo == ““PPrroocceessssoo ddee uumm 
aapprreennddiizzaaddoo”” 
 AA eedduuccaaççããoo éé aa aaççããoo ccoonnsscciieennttee qquuee ppeerrmmiittee aa uumm 
sseerr hhuummaannoo ddeesseennvvoollvveerr aass ssuuaass aappttiiddõõeess ffííssiiccaass ee 
iinntteelleeccttuuaaiiss bbeemm ccoommoo ooss sseeuuss sseennttiimmeennttooss ssoocciiaaiiss,, 
eessttééttiiccooss ee mmoorraaiiss ,, ccoomm oobbjjeettiivvoo ddee ccuummpprriirr ,, ttaannttoo 
qquuaannttoo ppoossssíívveell ,, aa ssuuaa mmiissssããoo ccoommoo hhoommeemm ;; éé ttaammbbéémm 
oo rreessuullttaaddoo ddeessssaa aaççããoo..
• Educação se distingui da 
INSTRUÇÃO. 
• Educação Espontânea. Ou 
seja suas ações podem 
ensinar alguém. 
• A primeira instrução é 
realizada em casa. FAMÍLIA 
. 
•
Resta o núcleo primitivo onde 
educar significa atingir o indivíduo 
em profundidade, na camada ante-intelectual 
do seu ser , do seus 
hábitos , emoções e afeições 
primarias . 
Admita-se que hoje essa 
educação primordial e profunda é 
responsabilidade da família. 
Será????? 
Hoje as pessoas são muito 
influenciadas por outras pessoas.
Inclusão Digital ou infoinclusão é a democratização do acesso às 
tecnologias da Informação, de forma a permitir a inserção de todos na 
sociedade da informação. Entre as estratégias inclusivas estão projetos e ações baixa renda 
às Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC). A inclusão digital volta-acessibilidade para usuários com deficiência. 
Dessa forma, toda a sociedade 
pode ter acesso a informações disponíveis na Internet, e assim produzir 
e disseminar conhecimento. A inclusão digital insere-se no movimento 
maior de inclusão social, um dos grandes objetivos compartilhados por 
diversos governos ao redor do mundo nas últimas décadas. 
Dois novos conceitos são incorporados as políticas de inclusão digital: a 
acessibilidade de todos às TIs (e-Accessibility), neste caso, não somente 
a população deficiente; e a competência de uso das tecnologias na 
sociedade da informação (e-Competences).[1]
Os discursos contrários à política de cotas se pautam 
basicamente em dois elementos que não se sustentam: 
o primeiro seria que ao invés do ingresso de negros 
através da política de cotas, o fundamental seria a 
melhoria substancial do ensino médio no Brasil que 
garantiria uma equiparaç ão de saberes para os alunos 
que pretendem ingressar em uma universidade através 
do vestibular; e o segundo, como desdobramento do 
primeiro, seria que no Brasil a diferenciaç ão entre os 
ingressantes em uma universidade e aqueles que não 
conseguem sucesso no vestibular estaria pautada na 
diferenç a econô mica, ou seja, a entrada em uma 
universidade pública dependeria exclusivamente do 
poder aquisitivo do aluno e a economia despendida em 
sua formaç ão escolar.
Estes dois argumentos fazem parte do discurso comum, 
daqueles que se pronunciam contrários ao sistema de cotas e 
não possuem muita coisa a acrescentar; o primeiro argumento 
de que “é necessário uma melhoria do ensino no Brasil” é um 
discurso de décadas, ou seja, aguarda-se a melhoria também a 
décadas ao passo em que a exclusão permanece; defendemos 
tal argumento e o que se apresenta como proposta para que 
isto se efetue? Quase nada! Não peça aos movimentos de 
inserção do negro que abandonem suas políticas efetivas em 
troca da espera; não espere a acomodação na esperança da 
equiparação da formação escolar dos alunos oriundos de 
escolas públicas em relação aos oriundos de escolas 
particulares. A exclusão do negro da Universidade Pública é 
latente!!!!!!!! Percebam o perigo deste argumento, na medida em 
que nos reduz a paciente do processo, sendo que o que a 
comunidade negra no Brasil precisa é da aplicação de medidas 
imediatas, independente se for para reparação do mal que se 
faz até hoje a esta comunidade ou se para realmente 
começarmos a dar um fim a exclusão do negro no ensino 
superior brasileiro.
Sobre o segundo argumento que trata sobre a desigualdade 
social, mas é claro que o pobre é que não consegue 
ingressar em uma universidade pública, entretanto mesmo 
entre os pobres, o número de negros pobres está 47% acima 
dos brancos, ou seja, existem mais pessoas miseráveis 
negras do que brancas, e entre estas, os negros são os de 
menor salário e poder aquisitivo; a remuneração para um 
mesmo cargo é diferente entre negros e brancos. A maioria 
(na realidade, uma minoria) dos alunos oriundos de escolas 
públicas que conseguem entrar em uma universidade 
pública no Brasil são brancos, ou seja, mesmo entre aqueles 
que conseguem vencer a diferença, os negros são minoria.
Segundo o físico Moysés Nussenzveig, a 
pessoa que recebe educação de 
qualidade, automaticamente tem cultura, 
poder de discernimento e pensamento 
próprio. Devido a isso, ela sabe separar 
um bom do mau político, zelar pela sua 
saúde, brigar por seus direitos. "A 
educação deve ser a preocupação 
número um do Brasil, porque é ela que dá 
origem a todo o resto", afirma.
TRABALHO 
 Família 
 Sociedade 
 Se você tem uma boa Educação , o 
resto será conseqüência.
• É no período da infância que se inicia o preparo para a vida adulta: o 
desenvolvimento do intelecto, o cultivo das emoções, a aprendizagem 
da convivência, a integração da personalidade. É nesta etapa também 
que devemos iniciar o processo de educação sexual. 
•Há uma diferença fundamental entre educação e informação sexual. A 
informação fala à mente, fornece conhecimentos imprescindíveis para 
que o indivíduo possa racionalmente manejar sua existência. 
•A educação, por sua vez, dirige-se à pessoa global, suas emoções, 
seus instintos Ela sedimenta os conceitos intelectuais, permitindo sua 
elaboração em profundidade, de acordo com as nuances de 
personalidade de cada indivíduo. Portanto, é fundamental que ambos, 
pai e mãe, possam assumir esta tarefa de educar sexualmente seus 
filhos, não só pelo discurso, mas sobretudo pelo exemplo cotidiano. 
• Ao assumir esta importante responsabilidade junto aos seus filhos, 
não transferindo-a para a escola, os amigos ou a televisão, mostramos 
a eles que sexo não é uma coisa para aprender às escondidas, mas um 
tema ligado à vida e à afetividade e que pode ser discutido abertamente, 
num clima de amor, compreensão e harmonia.
A educação sexual constitui um dos temas 
transversais propostos nos Parâmetros 
Curriculares Nacionais (PCN/MEC). É um 
assunto polêmico, que envolve questões de foro 
íntimo, mas a escola tem o dever de orientar os 
alunos e esclarecer suas dúvidas a esse respeito. 
Aids, métodos contraceptivos, Doenças 
Sexualmente Transmissíveis (DSTs) e a 
descoberta do próprio corpo e da sexualidade são 
questões a serem abordadas em sala de aula.
EEdduuccaaççããoo,, 
VVeemm ddee ccaassaa......
Educação Pública 
• O papel da família não é ensinar, mas educar. Não 
permitir que a criança falte na escola, acompanhar as 
tarefas escolares, levar a criança para a escola bem 
agasalhada e bem alimentada e em paz de espírito, 
participar das atividades que a escola propõe. Se a 
família cumprir com esse papel, já é o suficiente. Inês, 
19/8/2007 
• Os pais, primeiramente, têm que se fazer presentes na 
vida escolar de seus filhos participando das reuniões 
escolares e expondo as dificuldades encontradas por 
eles, para que educador e professor trabalhem em 
conjunto. Daiane, 8/8/2007 
• A melhor contribuição que os pais podem dar aos 
professores é educar os seus filhos, porque isto não é 
tarefa para o professor. O papel do educador é auxiliar, 
orientar e intermediar. A educação vem de casa. Sueli 
Bianchi, 31/7/2007
Reescrevendo a Educação 
 Ao longo de 2006, o projeto Reescrevendo a Educação: Propostas 
para um Brasil Melhor incentivou o debate sobre a questão do ensino 
no Brasil, promovendo uma interação entre articulistas de expressão 
e a sociedade. Ao fazermos um balanço desse primeiro ano de 
trabalho, ficamos muito orgulhosos em constatar o interesse 
despertado pelo tema, a riqueza das discussões e o engajamento dos 
participantes. 
 Porém, ainda há muito a ser feito e é por isso que não vamos parar 
por aqui. No momento, está sendo finalizado o livro que 
documentará todo o histórico do projeto e as propostas 
apresentadas. Em breve, disponibilizaremos o conteúdo dele aqui no 
site, para que todos possam ter acesso, e divulgaremos as ações a 
serem realizadas em 2007. 
 É com o comprometimento de todos que conseguiremos mudar a 
realidade de nosso país. Portanto, a você, que se preocupa e 
trabalha em prol de um ensino de qualidade para a população 
brasileira, o nosso muito obrigado! 
 Editora Ática e Editora Scipione 
 Site: www.reescrevendoaeducação.com.br
O Sistema Educacional 
Brasileiro 
Educação Infantil 
Destinada a crianças de 0 a 6 anos de idade. Compreende creche e pré-escola. 
Ensino fundamental (1º Grau) 
•Abrange a faixa etária de 7 a 14 anos e com duração de 8 anos. É 
obrigação do Estado garantir a universalidade da educação neste nível de 
ensino. 
Ensino médio (2º Grau) e médio profissionalizante 
•Duração variável entre 3 e 4 anos.
Analfabetismo Funcional : 
• Analfabeto funcional é a pessoa que possui menos de 
quatro anos de estudos completos. 
•Na América Latina, a UNESCO ressalta que o processo de 
alfabetização só se consolida de fato para as pessoas que 
completaram a 4ª série. 
•De acordo com essa definição, em 2002 o Brasil 
apresentava um total de 32,1 milhões de analfabetos 
funcionais, o que representava 26% da população de 15 
anos ou mais de idade.
Taxa de freqüência escolar 
O Brasil chegou ao final do século XX com 
96,9% das crianças de 7 a 14 anos de idade na 
escola. Entretanto, em 2002 apenas 36,5% das 
crianças de zero a seis anos de idade 
freqüentavam creche ou escola no país. O 
percentual ainda é menor se levarmos em conta 
as crianças de zero a 3 anos de idade. Destas, 
apenas 11,7% estão matriculadas em creche ou 
escola.
Na tabela abaixo, você encontra as proporções de 
crianças e jovens que freqüentam escola, segundo 
as faixas etárias, para o Brasil e as cinco grandes 
regiões: 
Taxa de freqüência à escola ou creche da 
população residente 
Total 0 a 6 anos 7 a 14 anos 15 a 17 anos 
Brasil 31,7% 36,5% 96,9% 81,5% 
Nordeste 35,5% 37,7% 95,8% 79,9% 
Sudeste 29,2% 38,6% 97,8% 83,8% 
Sul 29,3% 33,6% 97,9% 78,8% 
Centro- 
Oeste 32,5% 30,7% 97,1% 80,3% 
Fonte: Síntese de Indicadores Sociais 2003.
•Oficina de Artes Gráficas 
•Oficina de Ciências da Informática Montagem e 
Manutenção de Microcomputadores 
•Oficina de Confeitaria Sabor  Arte 
•Oficina de Instalação Elétrica Residencial 
•Oficina de Técnicas Administrativas 
•Oficina de Técnicas em Panificação 
Endereço: Rua Canio Rizzo, 100 
Bairro: Vila Sônia 
Cidade: São Paulo - SP - 05519-090
Unidade Projeto Viver 
Rua Clementine Brenne, 857 – Jardim 
Colombo – São Paulo – SP 
Unidade Crescer Sempre – Paraisópolis 
Rua Pasquale Gallupi,939 – Paraisópolis – 
São Paulo - SP
Educacao

Educacao

  • 2.
    • Ato ouefeito de educar. • Processo de desenvolvimento da capacidade física, intelectual e moral da criança e do ser humano em geral. • Civilidade, Polidez
  • 3.
    EEdduuccaaççããoo == EEssccoollaa?? DDeeffiinniiççõõeess ddee EEdduuccaaççããoo == ““PPrroocceessssoo ddee uumm aapprreennddiizzaaddoo””  AA eedduuccaaççããoo éé aa aaççããoo ccoonnsscciieennttee qquuee ppeerrmmiittee aa uumm sseerr hhuummaannoo ddeesseennvvoollvveerr aass ssuuaass aappttiiddõõeess ffííssiiccaass ee iinntteelleeccttuuaaiiss bbeemm ccoommoo ooss sseeuuss sseennttiimmeennttooss ssoocciiaaiiss,, eessttééttiiccooss ee mmoorraaiiss ,, ccoomm oobbjjeettiivvoo ddee ccuummpprriirr ,, ttaannttoo qquuaannttoo ppoossssíívveell ,, aa ssuuaa mmiissssããoo ccoommoo hhoommeemm ;; éé ttaammbbéémm oo rreessuullttaaddoo ddeessssaa aaççããoo..
  • 4.
    • Educação sedistingui da INSTRUÇÃO. • Educação Espontânea. Ou seja suas ações podem ensinar alguém. • A primeira instrução é realizada em casa. FAMÍLIA . •
  • 5.
    Resta o núcleoprimitivo onde educar significa atingir o indivíduo em profundidade, na camada ante-intelectual do seu ser , do seus hábitos , emoções e afeições primarias . Admita-se que hoje essa educação primordial e profunda é responsabilidade da família. Será????? Hoje as pessoas são muito influenciadas por outras pessoas.
  • 8.
    Inclusão Digital ouinfoinclusão é a democratização do acesso às tecnologias da Informação, de forma a permitir a inserção de todos na sociedade da informação. Entre as estratégias inclusivas estão projetos e ações baixa renda às Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC). A inclusão digital volta-acessibilidade para usuários com deficiência. Dessa forma, toda a sociedade pode ter acesso a informações disponíveis na Internet, e assim produzir e disseminar conhecimento. A inclusão digital insere-se no movimento maior de inclusão social, um dos grandes objetivos compartilhados por diversos governos ao redor do mundo nas últimas décadas. Dois novos conceitos são incorporados as políticas de inclusão digital: a acessibilidade de todos às TIs (e-Accessibility), neste caso, não somente a população deficiente; e a competência de uso das tecnologias na sociedade da informação (e-Competences).[1]
  • 9.
    Os discursos contráriosà política de cotas se pautam basicamente em dois elementos que não se sustentam: o primeiro seria que ao invés do ingresso de negros através da política de cotas, o fundamental seria a melhoria substancial do ensino médio no Brasil que garantiria uma equiparaç ão de saberes para os alunos que pretendem ingressar em uma universidade através do vestibular; e o segundo, como desdobramento do primeiro, seria que no Brasil a diferenciaç ão entre os ingressantes em uma universidade e aqueles que não conseguem sucesso no vestibular estaria pautada na diferenç a econô mica, ou seja, a entrada em uma universidade pública dependeria exclusivamente do poder aquisitivo do aluno e a economia despendida em sua formaç ão escolar.
  • 10.
    Estes dois argumentosfazem parte do discurso comum, daqueles que se pronunciam contrários ao sistema de cotas e não possuem muita coisa a acrescentar; o primeiro argumento de que “é necessário uma melhoria do ensino no Brasil” é um discurso de décadas, ou seja, aguarda-se a melhoria também a décadas ao passo em que a exclusão permanece; defendemos tal argumento e o que se apresenta como proposta para que isto se efetue? Quase nada! Não peça aos movimentos de inserção do negro que abandonem suas políticas efetivas em troca da espera; não espere a acomodação na esperança da equiparação da formação escolar dos alunos oriundos de escolas públicas em relação aos oriundos de escolas particulares. A exclusão do negro da Universidade Pública é latente!!!!!!!! Percebam o perigo deste argumento, na medida em que nos reduz a paciente do processo, sendo que o que a comunidade negra no Brasil precisa é da aplicação de medidas imediatas, independente se for para reparação do mal que se faz até hoje a esta comunidade ou se para realmente começarmos a dar um fim a exclusão do negro no ensino superior brasileiro.
  • 11.
    Sobre o segundoargumento que trata sobre a desigualdade social, mas é claro que o pobre é que não consegue ingressar em uma universidade pública, entretanto mesmo entre os pobres, o número de negros pobres está 47% acima dos brancos, ou seja, existem mais pessoas miseráveis negras do que brancas, e entre estas, os negros são os de menor salário e poder aquisitivo; a remuneração para um mesmo cargo é diferente entre negros e brancos. A maioria (na realidade, uma minoria) dos alunos oriundos de escolas públicas que conseguem entrar em uma universidade pública no Brasil são brancos, ou seja, mesmo entre aqueles que conseguem vencer a diferença, os negros são minoria.
  • 12.
    Segundo o físicoMoysés Nussenzveig, a pessoa que recebe educação de qualidade, automaticamente tem cultura, poder de discernimento e pensamento próprio. Devido a isso, ela sabe separar um bom do mau político, zelar pela sua saúde, brigar por seus direitos. "A educação deve ser a preocupação número um do Brasil, porque é ela que dá origem a todo o resto", afirma.
  • 13.
    TRABALHO Família Sociedade Se você tem uma boa Educação , o resto será conseqüência.
  • 15.
    • É noperíodo da infância que se inicia o preparo para a vida adulta: o desenvolvimento do intelecto, o cultivo das emoções, a aprendizagem da convivência, a integração da personalidade. É nesta etapa também que devemos iniciar o processo de educação sexual. •Há uma diferença fundamental entre educação e informação sexual. A informação fala à mente, fornece conhecimentos imprescindíveis para que o indivíduo possa racionalmente manejar sua existência. •A educação, por sua vez, dirige-se à pessoa global, suas emoções, seus instintos Ela sedimenta os conceitos intelectuais, permitindo sua elaboração em profundidade, de acordo com as nuances de personalidade de cada indivíduo. Portanto, é fundamental que ambos, pai e mãe, possam assumir esta tarefa de educar sexualmente seus filhos, não só pelo discurso, mas sobretudo pelo exemplo cotidiano. • Ao assumir esta importante responsabilidade junto aos seus filhos, não transferindo-a para a escola, os amigos ou a televisão, mostramos a eles que sexo não é uma coisa para aprender às escondidas, mas um tema ligado à vida e à afetividade e que pode ser discutido abertamente, num clima de amor, compreensão e harmonia.
  • 16.
    A educação sexualconstitui um dos temas transversais propostos nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN/MEC). É um assunto polêmico, que envolve questões de foro íntimo, mas a escola tem o dever de orientar os alunos e esclarecer suas dúvidas a esse respeito. Aids, métodos contraceptivos, Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) e a descoberta do próprio corpo e da sexualidade são questões a serem abordadas em sala de aula.
  • 17.
  • 18.
    Educação Pública •O papel da família não é ensinar, mas educar. Não permitir que a criança falte na escola, acompanhar as tarefas escolares, levar a criança para a escola bem agasalhada e bem alimentada e em paz de espírito, participar das atividades que a escola propõe. Se a família cumprir com esse papel, já é o suficiente. Inês, 19/8/2007 • Os pais, primeiramente, têm que se fazer presentes na vida escolar de seus filhos participando das reuniões escolares e expondo as dificuldades encontradas por eles, para que educador e professor trabalhem em conjunto. Daiane, 8/8/2007 • A melhor contribuição que os pais podem dar aos professores é educar os seus filhos, porque isto não é tarefa para o professor. O papel do educador é auxiliar, orientar e intermediar. A educação vem de casa. Sueli Bianchi, 31/7/2007
  • 19.
    Reescrevendo a Educação  Ao longo de 2006, o projeto Reescrevendo a Educação: Propostas para um Brasil Melhor incentivou o debate sobre a questão do ensino no Brasil, promovendo uma interação entre articulistas de expressão e a sociedade. Ao fazermos um balanço desse primeiro ano de trabalho, ficamos muito orgulhosos em constatar o interesse despertado pelo tema, a riqueza das discussões e o engajamento dos participantes.  Porém, ainda há muito a ser feito e é por isso que não vamos parar por aqui. No momento, está sendo finalizado o livro que documentará todo o histórico do projeto e as propostas apresentadas. Em breve, disponibilizaremos o conteúdo dele aqui no site, para que todos possam ter acesso, e divulgaremos as ações a serem realizadas em 2007.  É com o comprometimento de todos que conseguiremos mudar a realidade de nosso país. Portanto, a você, que se preocupa e trabalha em prol de um ensino de qualidade para a população brasileira, o nosso muito obrigado!  Editora Ática e Editora Scipione  Site: www.reescrevendoaeducação.com.br
  • 21.
    O Sistema Educacional Brasileiro Educação Infantil Destinada a crianças de 0 a 6 anos de idade. Compreende creche e pré-escola. Ensino fundamental (1º Grau) •Abrange a faixa etária de 7 a 14 anos e com duração de 8 anos. É obrigação do Estado garantir a universalidade da educação neste nível de ensino. Ensino médio (2º Grau) e médio profissionalizante •Duração variável entre 3 e 4 anos.
  • 22.
    Analfabetismo Funcional : • Analfabeto funcional é a pessoa que possui menos de quatro anos de estudos completos. •Na América Latina, a UNESCO ressalta que o processo de alfabetização só se consolida de fato para as pessoas que completaram a 4ª série. •De acordo com essa definição, em 2002 o Brasil apresentava um total de 32,1 milhões de analfabetos funcionais, o que representava 26% da população de 15 anos ou mais de idade.
  • 23.
    Taxa de freqüênciaescolar O Brasil chegou ao final do século XX com 96,9% das crianças de 7 a 14 anos de idade na escola. Entretanto, em 2002 apenas 36,5% das crianças de zero a seis anos de idade freqüentavam creche ou escola no país. O percentual ainda é menor se levarmos em conta as crianças de zero a 3 anos de idade. Destas, apenas 11,7% estão matriculadas em creche ou escola.
  • 24.
    Na tabela abaixo,você encontra as proporções de crianças e jovens que freqüentam escola, segundo as faixas etárias, para o Brasil e as cinco grandes regiões: Taxa de freqüência à escola ou creche da população residente Total 0 a 6 anos 7 a 14 anos 15 a 17 anos Brasil 31,7% 36,5% 96,9% 81,5% Nordeste 35,5% 37,7% 95,8% 79,9% Sudeste 29,2% 38,6% 97,8% 83,8% Sul 29,3% 33,6% 97,9% 78,8% Centro- Oeste 32,5% 30,7% 97,1% 80,3% Fonte: Síntese de Indicadores Sociais 2003.
  • 26.
    •Oficina de ArtesGráficas •Oficina de Ciências da Informática Montagem e Manutenção de Microcomputadores •Oficina de Confeitaria Sabor Arte •Oficina de Instalação Elétrica Residencial •Oficina de Técnicas Administrativas •Oficina de Técnicas em Panificação Endereço: Rua Canio Rizzo, 100 Bairro: Vila Sônia Cidade: São Paulo - SP - 05519-090
  • 27.
    Unidade Projeto Viver Rua Clementine Brenne, 857 – Jardim Colombo – São Paulo – SP Unidade Crescer Sempre – Paraisópolis Rua Pasquale Gallupi,939 – Paraisópolis – São Paulo - SP