O documento discute a trajetória da política pública brasileira sobre acesso ao patrimônio genético e conhecimentos tradicionais, desde a década de 1980. Apresenta o arcabouço jurídico internacional sobre o tema, como a Convenção sobre Diversidade Biológica de 1992, e a legislação adotada por diversos países. Detalha a regulamentação no Brasil a partir de 2001, com a Medida Provisória 2.186-16 e decretos posteriores.