O trabalho refuta a tese da 'contração fiscal expansionista' durante o governo Clinton, argumentando que nem a consolidação fiscal reduziu juros nem a queda dos juros gerou aumento do investimento produtivo. A recuperação econômica dos EUA nos anos 90 é atribuída à política monetária expansionista e não à credibilidade do ajuste fiscal. O estudo critica a noção popularizada de que contrações fiscais podem ser expansionistas, propondo uma visão alternativa mais coerente com os dados econômicos.