O documento critica a hipótese da poupança forçada no Brasil entre 1956 e 1963, questionando a interpretação de que a limitação da poupança causou a inflação do período. A análise sugere que a inflação foi mais influenciada por dinâmicas de demanda e custos, desafiando a equação de Cambridge utilizada pelos economistas estruturais. A pesquisa propõe uma revisão teórica e histórica que pode enriquecer o pensamento desenvolvimentista contemporâneo.