O documento analisa a interação entre inovações tecnológicas, competitividade industrial e crescimento econômico, integrando abordagens evolucionárias e kaldorianas. Ele propõe um modelo teórico que destaca a importância da diversidade setorial e da causalidade circular nas relações entre essas variáveis e defende que políticas macroeconômicas e industriais devem ser interligadas. A inovação é considerada um elemento chave na competitividade, influenciando a capacidade das indústrias de manter ou expandir sua participação no mercado global.