O documento discute a teoria das expectativas racionais e sua implicação para a eficácia de políticas monetária e fiscal. A teoria argumenta que, se os agentes econômicos antecipam corretamente as ações do governo baseadas em seu conhecimento do modelo macroeconômico, as políticas não terão mais efeito sobre a economia real. Isso torna as políticas ineficazes a não ser que consigam surpreender os agentes.