A APTA mantém uma horta com plantas comestíveis não convencionais como taioba, araruta e ora-pro-nóbis para divulgar seu cultivo e consumo. Os pesquisadores recebem visitantes interessados em conhecer as propriedades e sabores dessas plantas. Muitas delas são ricas em ferro e têm valor nutricional, mas são desconhecidas da população devido à falta de informação e ao "chamado progresso".