O documento discute a condenação de um editor por racismo após publicar livros com mensagens antissemitas. A maioria dos ministros do STF entendeu que a prática de racismo abrange a discriminação contra judeus e que a Constituição protege todos os grupos humanos de discriminação, independentemente de conceitos de raça. Assim, a conduta do editor configurou crime de racismo imprescritível.