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          Fluxo de Caixas e
             Conciliações

     UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS - UCG
     Vice Reitoria de Pós Graduação e Pesquisa-VPG
    Coordenação de Pós Graduação Lato Sensu-CPGLS
               Curso : Gestão Financeira




Apresentação

   Prof. André de Almeida Jaques
        Formação Acadêmica
            Administração – UCG;
            MBA em Gestão Financeira e Controladoria ALFA.

        Carreira Profissional
            Ger. Financeiro da Rede de Sup. Marcos;
            Consultor Empresarial;
            Docente na UCG em Graduação e Pós-graduação

        E-mail: aaj.go@terra.com.br
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Conteúdo

   Conceitos e finalidades do controle do fluxo de caixa

   A importância da projeção do fluxo de caixa

   Pontos importantes na gestão do fluxo de caixa

   Quesitos importantes na elaboração do fluxo de caixa

   Análise do fluxo de caixa e suas conciliações

   Planejamento e elaboração do fluxo de caixa

   Indicadores econômicos e financeiros relevantes FC


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Enfoque do fluxo de caixa nas
empresas
   Cotidiano
        “Seu fluxo de caixa é resultante das demais
        ações”

        “O fluxo de caixa é meu instrumento de
        trabalho”

        “Poucos influi nos resultados da empresa”

        “O que der, deu...”

        “Eu cuido da minha parte...”
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Enfoque do fluxo de caixa nas
empresas
   Enfoque Cash Management
        Visão integrada do caixa em relação         aos
        negócios;

        Além de finalizar ciclos, planeja impacto nos
        resultados;

        Alta preocupação com competitividade e
        desempenho;

        Equilíbrio financeiro de caixa;
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Enfoque do fluxo de caixa nas
empresas ...
   Enfoque Cash Management
        Filosofia de gestão de caixa;

        Estrutura de responsabilidade favorável ;

        O entendimento dos efeitos gerais, gerados
        pela liquidez e sua importância nas empresas.




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Conceito

   “A Demonstração dos Fluxos de Caixa
   reporta as entradas de caixa, os
   pagamentos e o resultado líquido de caixa
   das atividades de investimento e de
   financiamento da empresa durante um
   período, num formato que reconcilia o
   saldo de caixa inicial e final registrado no
   balanço patrimonial”

   Kieso (1998:1274)
Prof. André de Almeida Jaques                 7




Conceito ...

   “A intitulação DFC não é a mais correta,
   uma vez que englobamos as contas de
   caixa e banco. Desta forma, seria mais
   adequado denominá-lo Demonstração do
   Fluxo de Disponível.”

   Marion (1998:381)



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Conceito ...

   Conjunto de ingressos e desembolsos de
   numerário ao longo de um período
   determinado.
   Representação dinâmica da situação financeira
   de uma empresa, considerando todas as
   FONTES e APLICAÇÕES de recursos.

   É o instrumento de programação financeira, que
   corresponde às estimativas de entradas e
   saídas de caixa em certo período de tempo
   projetado.
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Relevância

   A gestão financeira, para ser eficaz,
   precisa estar sustentada e orientada por
   um planejamento de suas disponibilidades.

   Para   isso   o   gestor    precisa   de
   instrumentos confiáveis que o auxiliem a
   otimizar os rendimentos dos excessos de
   caixa ou a estimar as necessidades
   futuras de financiamentos, para que
   possa tomar decisões certas e oportunas
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Gestão

   “O fluxo de caixa é o instrumento que
   permite ao administrador financeiro
   planejar, organizar, coordenar, dirigir e
   controlar os recursos financeiros de sua
   entidade para um determinado período”.

   Neves (1998:19)



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Objetivos

   Dar     uma     visão    das    atividades
   desenvolvidas, bem como as operações
   financeiras que são realizadas, dentro
   das disponibilidades, e que representam o
   grau de liquidez da empresa.

   Entre os mais importantes estão:



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Objetivos ...

   Facilitar a análise e o cálculo na seleção
   das linhas de crédito a serem obtidas
   junto às instituições financeiras;

   Programar os ingressos e os desembolsos
   de caixa, de forma criteriosa, permitindo
   determinar o período em que deverá
   ocorrer carência de recursos, havendo
   tempo suficiente para as medidas
   necessárias;
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Objetivos ...

   Permitir o planejamento dos desembolsos
   de acordo com as disponibilidades de
   caixa,   evitando-se   o   acúmulo   de
   compromisso vultuosos em época de
   pouco encaixe;

   Proporcionar o intercâmbio dos diversos
   departamentos da empresa com a área
   financeira;
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Objetivos ...

   Desenvolver o uso eficiente e racional do
   disponível;

   Financiar as necessidades sazonais ou
   cíclicas da empresa;

   Fixar o nível de caixa, em capital de giro;

   Projetar um plano efetivo de resgate de
   débitos;
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Objetivos ...

   Verificar a possibilidade de      aplicar
   possíveis excedentes de caixa;

   Estudar um programa saudável          de
   empréstimos ou financiamentos;

   Analisar a conveniência de serem
   comprometidos os recursos pela empresa;

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Objetivos ...

   Providenciar recursos para atender aos
   projetos de implantação, expansão,
   modernização ou relocalização industrial
   e/ou comercial;

   Auxiliar na análise dos valores a receber
   e estoques, para que se possa julgar a
   conveniência em aplicar ou não nesses
   itens;
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Objetivos ...

   Participar e integrar todas as atividades
   da empresa, facilitando assim os
   controles financeiros.

   Concluindo:

    Otimizar a aplicação de recursos próprios
       e de terceiros nas atividades mais
            rentáveis pela empresa.
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Dimensões Temporais

   1. Planejamento a longo prazo => ocorrência
   de fluxos corresponde a projetos de
   investimento ou resultado de longo prazo
   (geralmente cinco anos)
   2. Planejamento a curto prazo => ocorrência
   de fluxos está enquadrada no plano anual de
   resultados
   3. Planejamento operacional => entradas e
   saídas de caixa são projetadas para o mês, a
   semana ou o dia seguinte
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Classificação das movimentações de
caixa por atividade:
   Atividades Operacionais

   Atividades de Investimentos

   Atividades de Financiamentos




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Atividades Operacionais

   Todas as atividades relacionadas com a
   produção e entrega de bens e serviços e os
   eventos que não sejam definidos como
   atividades de investimento e financiamento.

   Entradas:
        Recebimentos: pela venda de produtos e serviços (a
        vista ou a prazo), de juros sobre empréstimos
        concedidos e sobre aplicações financeiras em outras
        entidades ou de dividendos pela participação no
        patrimônio de outras empresas.

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Atividades Operacionais

   Saídas:
        Pagamentos: a fornecedores, aos governos
        federal, estadual e municipal, referentes a
        impostos, multas, alfândega e outros tributos
        e taxas , juros (despesas financeiras) dos
        financiamentos (comerciais e bancários)
        obtidos.




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Atividades de Investimento

   Relacionam-se    normalmente     com    o
   aumento e diminuição dos ativos de longo
   prazo que a empresa utiliza para produzir
   bens e serviços.




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Atividades de Investimento

   Entradas:
        Recebimento: do principal dos empréstimos
        concedidos ou da venda desses ativos a
        outras entidades, exceto ativos financeiros
        classificados como equivalentes-caixa, pela
        venda de títulos de investimento a outras
        entidades, pela venda de participações em
        outras     empresas,    pelo  resgate     de
        participações pelas entidades investidas e
        pela venda de imobilizado e de outros ativos
        fixos utilizados na produção.
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Atividades de Investimento

   Saídas:
        Pagamento: dos empréstimos concedidos pela
        empresa e pagamento pela aquisição de
        títulos de investimento de outras entidades,
        pela aquisição de títulos patrimoniais de
        outras empresas e de terreno, edificações,
        equipamentos ou outros ativos fixos
        utilizados na produção.



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Atividades de Financiamento

   Relaciona-se com os empréstimos de
   credores e investidores à entidade.




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Atividades de Financiamento
   Entradas:
        Venda de ações emitidas, empréstimos
        obtidos no mercado, via emissão de letras
        hipotecárias, notas promissórias, títulos de
        dívida ou outros instrumentos, de curto ou
        longo prazos e recebimento de contribuições,
        de caráter permanente ou temporários, que,
        por expressa determinação dos doadores,
        têm a finalidade estrita de adquirir,
        construir ou expandir a planta instalada, aí
        incluídos equipamentos ou outros ativos de
        longa duração necessários à produção.
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Atividades de Financiamento

   Saídas:
        Pagamento     de   dividendos    ou   outras
        distribuições aos donos, incluindo o resgate
        de ações da própria empresa, dos
        empréstimos obtidos (exceto juros) e do
        principal referente a imobilizado adquirido a
        prazo.




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Dfc fluxo de caixa conciliações

  • 1.
    29/7/2009 Fluxo de Caixas e Conciliações UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS - UCG Vice Reitoria de Pós Graduação e Pesquisa-VPG Coordenação de Pós Graduação Lato Sensu-CPGLS Curso : Gestão Financeira Apresentação Prof. André de Almeida Jaques Formação Acadêmica Administração – UCG; MBA em Gestão Financeira e Controladoria ALFA. Carreira Profissional Ger. Financeiro da Rede de Sup. Marcos; Consultor Empresarial; Docente na UCG em Graduação e Pós-graduação E-mail: aaj.go@terra.com.br Prof. André de Almeida Jaques 2 1
  • 2.
    29/7/2009 Conteúdo Conceitos e finalidades do controle do fluxo de caixa A importância da projeção do fluxo de caixa Pontos importantes na gestão do fluxo de caixa Quesitos importantes na elaboração do fluxo de caixa Análise do fluxo de caixa e suas conciliações Planejamento e elaboração do fluxo de caixa Indicadores econômicos e financeiros relevantes FC Prof. André de Almeida Jaques 3 Enfoque do fluxo de caixa nas empresas Cotidiano “Seu fluxo de caixa é resultante das demais ações” “O fluxo de caixa é meu instrumento de trabalho” “Poucos influi nos resultados da empresa” “O que der, deu...” “Eu cuido da minha parte...” Prof. André de Almeida Jaques 4 2
  • 3.
    29/7/2009 Enfoque do fluxode caixa nas empresas Enfoque Cash Management Visão integrada do caixa em relação aos negócios; Além de finalizar ciclos, planeja impacto nos resultados; Alta preocupação com competitividade e desempenho; Equilíbrio financeiro de caixa; Prof. André de Almeida Jaques 5 Enfoque do fluxo de caixa nas empresas ... Enfoque Cash Management Filosofia de gestão de caixa; Estrutura de responsabilidade favorável ; O entendimento dos efeitos gerais, gerados pela liquidez e sua importância nas empresas. Prof. André de Almeida Jaques 6 3
  • 4.
    29/7/2009 Conceito “A Demonstração dos Fluxos de Caixa reporta as entradas de caixa, os pagamentos e o resultado líquido de caixa das atividades de investimento e de financiamento da empresa durante um período, num formato que reconcilia o saldo de caixa inicial e final registrado no balanço patrimonial” Kieso (1998:1274) Prof. André de Almeida Jaques 7 Conceito ... “A intitulação DFC não é a mais correta, uma vez que englobamos as contas de caixa e banco. Desta forma, seria mais adequado denominá-lo Demonstração do Fluxo de Disponível.” Marion (1998:381) Prof. André de Almeida Jaques 8 4
  • 5.
    29/7/2009 Conceito ... Conjunto de ingressos e desembolsos de numerário ao longo de um período determinado. Representação dinâmica da situação financeira de uma empresa, considerando todas as FONTES e APLICAÇÕES de recursos. É o instrumento de programação financeira, que corresponde às estimativas de entradas e saídas de caixa em certo período de tempo projetado. Prof. André de Almeida Jaques 9 Relevância A gestão financeira, para ser eficaz, precisa estar sustentada e orientada por um planejamento de suas disponibilidades. Para isso o gestor precisa de instrumentos confiáveis que o auxiliem a otimizar os rendimentos dos excessos de caixa ou a estimar as necessidades futuras de financiamentos, para que possa tomar decisões certas e oportunas Prof. André de Almeida Jaques 10 5
  • 6.
    29/7/2009 Gestão “O fluxo de caixa é o instrumento que permite ao administrador financeiro planejar, organizar, coordenar, dirigir e controlar os recursos financeiros de sua entidade para um determinado período”. Neves (1998:19) Prof. André de Almeida Jaques 11 Prof. André de Almeida Jaques 12 6
  • 7.
    29/7/2009 Objetivos Dar uma visão das atividades desenvolvidas, bem como as operações financeiras que são realizadas, dentro das disponibilidades, e que representam o grau de liquidez da empresa. Entre os mais importantes estão: Prof. André de Almeida Jaques 13 Objetivos ... Facilitar a análise e o cálculo na seleção das linhas de crédito a serem obtidas junto às instituições financeiras; Programar os ingressos e os desembolsos de caixa, de forma criteriosa, permitindo determinar o período em que deverá ocorrer carência de recursos, havendo tempo suficiente para as medidas necessárias; Prof. André de Almeida Jaques 14 7
  • 8.
    29/7/2009 Objetivos ... Permitir o planejamento dos desembolsos de acordo com as disponibilidades de caixa, evitando-se o acúmulo de compromisso vultuosos em época de pouco encaixe; Proporcionar o intercâmbio dos diversos departamentos da empresa com a área financeira; Prof. André de Almeida Jaques 15 Objetivos ... Desenvolver o uso eficiente e racional do disponível; Financiar as necessidades sazonais ou cíclicas da empresa; Fixar o nível de caixa, em capital de giro; Projetar um plano efetivo de resgate de débitos; Prof. André de Almeida Jaques 16 8
  • 9.
    29/7/2009 Objetivos ... Verificar a possibilidade de aplicar possíveis excedentes de caixa; Estudar um programa saudável de empréstimos ou financiamentos; Analisar a conveniência de serem comprometidos os recursos pela empresa; Prof. André de Almeida Jaques 17 Objetivos ... Providenciar recursos para atender aos projetos de implantação, expansão, modernização ou relocalização industrial e/ou comercial; Auxiliar na análise dos valores a receber e estoques, para que se possa julgar a conveniência em aplicar ou não nesses itens; Prof. André de Almeida Jaques 18 9
  • 10.
    29/7/2009 Objetivos ... Participar e integrar todas as atividades da empresa, facilitando assim os controles financeiros. Concluindo: Otimizar a aplicação de recursos próprios e de terceiros nas atividades mais rentáveis pela empresa. Prof. André de Almeida Jaques 19 Dimensões Temporais 1. Planejamento a longo prazo => ocorrência de fluxos corresponde a projetos de investimento ou resultado de longo prazo (geralmente cinco anos) 2. Planejamento a curto prazo => ocorrência de fluxos está enquadrada no plano anual de resultados 3. Planejamento operacional => entradas e saídas de caixa são projetadas para o mês, a semana ou o dia seguinte Prof. André de Almeida Jaques 20 10
  • 11.
    29/7/2009 Prof. André deAlmeida Jaques 21 Classificação das movimentações de caixa por atividade: Atividades Operacionais Atividades de Investimentos Atividades de Financiamentos Prof. André de Almeida Jaques 22 11
  • 12.
    29/7/2009 Atividades Operacionais Todas as atividades relacionadas com a produção e entrega de bens e serviços e os eventos que não sejam definidos como atividades de investimento e financiamento. Entradas: Recebimentos: pela venda de produtos e serviços (a vista ou a prazo), de juros sobre empréstimos concedidos e sobre aplicações financeiras em outras entidades ou de dividendos pela participação no patrimônio de outras empresas. Prof. André de Almeida Jaques 23 Atividades Operacionais Saídas: Pagamentos: a fornecedores, aos governos federal, estadual e municipal, referentes a impostos, multas, alfândega e outros tributos e taxas , juros (despesas financeiras) dos financiamentos (comerciais e bancários) obtidos. Prof. André de Almeida Jaques 24 12
  • 13.
    29/7/2009 Atividades de Investimento Relacionam-se normalmente com o aumento e diminuição dos ativos de longo prazo que a empresa utiliza para produzir bens e serviços. Prof. André de Almeida Jaques 25 Atividades de Investimento Entradas: Recebimento: do principal dos empréstimos concedidos ou da venda desses ativos a outras entidades, exceto ativos financeiros classificados como equivalentes-caixa, pela venda de títulos de investimento a outras entidades, pela venda de participações em outras empresas, pelo resgate de participações pelas entidades investidas e pela venda de imobilizado e de outros ativos fixos utilizados na produção. Prof. André de Almeida Jaques 26 13
  • 14.
    29/7/2009 Atividades de Investimento Saídas: Pagamento: dos empréstimos concedidos pela empresa e pagamento pela aquisição de títulos de investimento de outras entidades, pela aquisição de títulos patrimoniais de outras empresas e de terreno, edificações, equipamentos ou outros ativos fixos utilizados na produção. Prof. André de Almeida Jaques 27 Atividades de Financiamento Relaciona-se com os empréstimos de credores e investidores à entidade. Prof. André de Almeida Jaques 28 14
  • 15.
    29/7/2009 Atividades de Financiamento Entradas: Venda de ações emitidas, empréstimos obtidos no mercado, via emissão de letras hipotecárias, notas promissórias, títulos de dívida ou outros instrumentos, de curto ou longo prazos e recebimento de contribuições, de caráter permanente ou temporários, que, por expressa determinação dos doadores, têm a finalidade estrita de adquirir, construir ou expandir a planta instalada, aí incluídos equipamentos ou outros ativos de longa duração necessários à produção. Prof. André de Almeida Jaques 29 Atividades de Financiamento Saídas: Pagamento de dividendos ou outras distribuições aos donos, incluindo o resgate de ações da própria empresa, dos empréstimos obtidos (exceto juros) e do principal referente a imobilizado adquirido a prazo. Prof. André de Almeida Jaques 30 15