O documento critica o sistema educativo em Portugal, destacando a existência de uma seleção encapotada que causa desperdício educativo, com elevados índices de retenção e abandono escolar. Propõe que a avaliação da qualidade do ensino deve focar no progresso dos alunos e na diversidade de modelos educativos, inspirando-se em reformas feitas na Escócia para melhorar a equidade e resultados. A proposta é mudar para um sistema que priorize o potencial de cada aluno, afastando-se da ilusão de equidade na entrada sem garantir condições adequadas para todos.