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Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total
                            responsabilidade de seu(s) autor(es).



            CUIDADORES DE IDOSOS COM DOENÇA DE ALZHEIMER:
       CAPACIDADE FUNCIONAL DO IDOSO "VERSUS" AVALIAÇÃO DA
                              SOBRECARGA DO CUIDADO
    Caroline Araújo Lemos*, Eudes Araújo Rocha*, Sara Salsa Papaleo*, Eulália Maria
                         Chaves Maia*, Izabel Augusta Hazin Pires*
              *Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal/RN, Brasil.


   RESUMO
   Atualmente, percebe-se o crescimento do número de idosos acometidos por doenças
   crônico-degenerativas causadoras de demência, entre as quais se destaca a Doença de
   Alzheimer (DA) que representa uma fonte de sofrimento ao paciente e de morbidade
   aos familiares e cuidadores. Os prejuízos no desenvolvimento e na capacidade
   funcional do idoso com DA que passa a necessitar de constantes e complexos
   cuidados, impõe sobrecarga, ansiedade, depressão e estresse aos seus cuidadores.
   Assim, objetiva-se conhecer o cuidador do idoso com DA, a demanda de cuidados e a
   sobrecarga de 90 cuidadores de idosos com DA atendidos no Centro Especializado na
   Atenção à Saúde do Idoso (CEASI), no município de Natal/RN, além de avaliar seus
   níveis de depressão e ansiedade, e qualidade de vida. Depois da realização de uma
   extensiva revisão de literatura, foi realizado um estudo preliminar para observar a
   aplicabilidade dos instrumentos selecionados na investigação tendo em vista o seu
   objetivo. Dessa forma, foram utilizados: um questionário semi-estruturado, Escala de
   Katz, Escala de Lawton, Escala de Qualidade de Vida na DA para Cuidadores,
   Questionário de Avaliação da Sobrecarga dos Cuidadores, Inventário de Depressão de
   Beck e Inventário de Ansiedade de Beck. O projeto encontra-se na etapa de coleta de
   dados, totalizando até, agora, a participação de 15 cuidadores, sendo 13 do sexo
   feminino e 2 do sexo masculino. Os dados estão sendo organizados e as escala
   corrigidas segundo sugere seus autores.
   Palavras-chave: Cuidador; Sobrecarga; Demência de Alzheimer; Capacidade
   funcional do idoso.


   INTRODUÇÃO
Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total
                            responsabilidade de seu(s) autor(es).



           O objetivo do presente estudo é caracterizar os cuidadores de idosos com
   Doença de Alzheimer (DA) atendidos no Centro Especializado na Atenção à Saúde do
   Idoso (CEASI), no município de Natal/RN.
           Na literatura gerontológica, não há um consenso a respeito do significado do
   termo cuidador, podendo ser definido como aquele que dá suporte físico e
   psicológico, fornecendo ajuda prática, quando necessário ou como o principal
   responsável por prover ou coordenar os recursos requeridos pelo paciente (Cruz &
   Hamdan, 2008). Além disso, tal definição pode basear-se em vários parâmetros,
   podendo ser classificado de acordo com o vínculo entre cuidador e paciente, tipos de
   cuidados prestados e freqüência de cuidados. O cuidador ainda pode ser denominado
   de diversas maneiras, porém, essas denominações não são excludentes, mas sim
   complementares, a saber, remunerado, voluntário, profissional, familiar, primário,
   secundário (Lemos, Gazzola & Ramos; 2006).
           A Política Nacional da Saúde do Idoso (Brasília, 1999), através da portaria n.º
   1.395/GM, de 10 de dezembro de 1999, define o termo cuidador como a pessoa,
   podendo ser membro ou não da família, que, com ou sem remuneração, cuida do
   idoso doente ou dependente no exercício das suas atividades diárias, tais como
   alimentação, higiene pessoal, medicação de rotina, acompanhamento aos serviços de
   saúde ou outros serviços requeridos no cotidiano (Brasília, 1999) .
           Ocorre que o cuidado domiciliário ao idoso implica em inúmeras repercussões
   e significados para a família e, quando a função do cuidar não é adequadamente
   realizada, a família sofre sanções sociais, sendo considerada negligente e/ou
   irresponsável (Fonseca & Soares, 2006). Além disso, a precarização de serviços
   públicos de saúde para o atendimento de idosos com certas incapacidades funcionais,
   como a DA, fazem com que, muitas vezes, a família se responsabilize, quase que
   exclusivamente, pelo cuidado desse paciente, assumindo também o ônus financeiro
   (Caldas, 2003).
           Uma vez que as pesquisas voltadas para o tema do cuidador ultimamente
   foram adquirindo maior importância no quadro nacional de pesquisas na área das
   Ciências Humanas, Sociais e da Saúde, e o entendimento de que as conseqüências do
   aumento do número de casos de demências em todo o mundo produzirão elevados
Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total
                            responsabilidade de seu(s) autor(es).



   custos socioeconômicos, torna-se evidente a relevância de estudos que clarifiquem e
   subsidiem políticas e ações na saúde e assistência. Desta forma, conhecer o idoso com
   Alzheimer, a demanda de cuidados produzidos pela doença e a sobrecarga do
   cuidador proporciona a apreciação dos problemas enfrentados no cotidiano e o
   aprimoramento de conhecimentos para o planejamento de ações integrais em saúde.
           Dados fornecidos pelo Centro Especializado na Atenção à Saúde do Idoso
   (CEASI), instituição vinculada à Secretaria Municipal de Saúde do município de
   Natal/RN, demonstram uma população de aproximadamente 1500 idosos com DA
   atendidos nesse centro, todos eles acompanhados por algum cuidador. Nesse sentido,
   foram incluídos no estudo os cuidadores de idosos com DA, voluntários, que
   possuírem capacidade de verbalização oral e que consintam, livre e esclarecidamente,
   em responder aos protocolos da pesquisa. Antes de iniciar a coleta de dados desse
   estudo transversal, o projeto foi submetido à análise e avaliação do Comitê de Ética
   em Pesquisas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Na coleta de
   dados, foi utilizada a técnica da entrevista estruturada em situação individual.
   Antecedendo a aplicação dos instrumentos, foi informado adequadamente ao
   indivíduo sobre os objetivos da pesquisa, aplicação do instrumento, privacidade, e
   destino dos dados obtidos; também foi obtido o consentimento livre e esclarecido dos
   participantes da pesquisa.
           Utilizou-se   questionário    semi-estruturado,     contendo    questões    sócio-
   demográficas que investigam, junto ao idoso e ao seu cuidador, dados como nome,
   idade, sexo, naturalidade, escolaridade, estado civil, religião, endereço, número de
   pessoas que moram em sua casa, parentesco das mesmas com o entrevistado, renda
   familiar, trabalho e indicadores de saúde.
           Para a avaliação funcional dos idosos com DA, as atividades de vida diária
   foram mensuradas pelo cuidador através de duas escalas: uma para as atividades
   básicas e outra para as instrumentais. As atividades básicas da vida diária foram
   avaliadas através da Escala de Katz, que é planejada para medir a habilidade da
   pessoa em desempenhar suas atividades cotidianas em seis funções (banhar-se, vestir-
   se, ir ao banheiro, transferência, continência e alimentação), classificando as pessoas
   idosas como independentes ou dependentes. Já as atividades instrumentais da vida
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                            responsabilidade de seu(s) autor(es).



   diária serão mensuradas através da Escala de Lawton, que objetiva avaliar o
   desempenho funcional da pessoa idosa em termos de atividades instrumentais,
   possibilitando que a mesma mantenha uma vida independente (Ministério da Saúde,
   2006).
            A sobrecarga dos cuidadores foi avaliada através do questionário de Avaliação
   da Sobrecarga dos Cuidadores, traduzido e validado por Scazufca (2002), que tem
   como objetivo avaliar o estresse dos cuidadores e se eles estão sobrecarregados, por
   meio de uma lista de atividades que avaliam como os cuidadores se sentem ao cuidar
   de outra pessoa (Ministério da Saúde, 2006).
            No período de maio a agosto de 2009 foi realizada a coleta de dados com o
   total de 15 cuidadores de idosos atendidos no CEASI. A aplicação foi realizada no
   próprio CEASI em uma única sessão com cada cuidador, que consentiu livre e
   esclarecidamente a participar do estudo.
            Os dados obtidos não foram analisados estatisticamente, no entanto, será
   observado o quanto eles fornecem subsídios para avaliar a capacidade funcional dos
   idosos com DA, e os possíveis níveis de sobrecarga dos cuidadores desses idosos,
   atendidos no Centro Especializado na Atenção à Saúde do Idoso (CEASI), no
   município de Natal/RN.
            O estudo foi realizado com 15 cuidadores, sendo 13 mulheres e 2 homem.
   Quanto ao grau de parentesco, 12 eram filhas(os), 1 esposa, 1 irmã e 1 neta. A idade
   média de 47,25±8,4. Dentre os 15 cuidadores, 3 eram solteiros, 2 casados, 2
   divorciados e 2 viúvos. Com relação a religião, 12 disseram ser católicos, 2 espíritas e
   1 evangélico. Com exceção de apenas dois cuidadores, todos os demais residem com
   o idoso com DA. Com relação à renda, 3 cuidadores relataram ter entre 1 e 3 salários
   mínimos. Quanto ao cuidado, 11 dividem o cuidado com outras pessoas, sendo um
   deles com uma clínica.
            Quanto ao desempenho nas Atividades Instrumentais de vida diária, medida
   através da Escala de Lawton, foi verificado que a pontuação média foi de 11,7, sendo
   que      3 dos idosos cuidados não realizava nenhuma delas. Já com relação ao
   desempenho nas Atividades Básicas de vida diária, investigado através da Escala de
   Katz, o escore médio foi de 10, havendo um idoso que não com dificuldades de
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   realizar todas as tarefas sem a ajuda de outra pessoa, e outro com a capacidade de
   realizar todos eles com a ajuda.
           No que diz respeito aos dados obtidos através do questionário de Avaliação da
   Sobrecarga dos Cuidadores, o escore médio dos 15 cuidadores entrevistados foi de
   2,5, no entanto, destacam-se a alta pontuação nos itens que se referem ao “receio pelo
   futuro do idoso” (4,1) e o “sentimento de que o idoso depende inteiramente do
   cuidador” (4,9). Além disso, todos os cuidadores indicaram, através desse
   instrumento, que os idosos não afetam negativamente seu relacionamentos
   interpessoais.
           Tendo em vista ao número de participantes no estudo até o momento, não é
   possível inferir algum tipo de relação entre as variáveis. No entanto, foi possível
   perceber a aplicabilidade dos instrumentos na avaliação das variáveis investigadas,
   tendo em vista que os dados já direcionam para informações contidas na literatura
   estudada a respeito das características dos cuidadores e do cuidado.
           De acordo com Cruz e Handam (2008), a grande maioria dos cuidadores
   residem junto com os idosos, não exercendo trabalho remunerado fora de casa devido
   aos cuidados que devem ser dispensados integralmente e diariamente ao paciente com
   DA. Além disso, assim como os cuidadores entrevistado nessa etapa da pesquisa,
   estudos indicam a prevalência das mulheres no exercício do papel de cuidador, de
   modo que muitas delas acabam por somar às atividades domésticas que já vinham
   realizando a tarefa de cuidar, podendo, muitas vezes, terem outras pessoas
   dependentes dos seus cuidados (Santos, Pelzer & Rodrigues, 2007).
           Com relação ao desempenho dos idosos nas atividades de vida diária, percebe-
   se que estas apresentam implicações para o cuidado, no caso dos dados do piloto, os
   idosos são capazes de realizar poucas atividades, sendo observado um elevado nível
   de dependência do paciente com relação ao cuidador. Estudos afirmam que o nível de
   dependência do paciente, ou seja, as dificuldades em realizar as AVDs, quando, por
   exemplo, o paciente não é capaz de realizar as atividades de autocuidado como
   banhar-se ou caminhar, e o declínio cognitivo são importantes na avaliação do
   impacto no cuidador, uma vez que tornam o cuidar mais desgastante.
Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total
                            responsabilidade de seu(s) autor(es).



   REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
   Abreu, I. D., Forlenza, O. V., & Barros, H. L. (2005, Maio/Junho). Demência de
   Alzheimer: Correlação entre memória e autonomia. Revista de Psiquiatria Clínica,
   32(3), 131-136.
   Ávila, R. (2003). Resultados da reabilitação neuropsicológica em paciente com
   doença de Alzheimer leve. Revista de Psiquiatria Clínica, 30(4), 139-146.
   Brasília: Ministério da Saúde (1999). Política de Saúde do Idoso, aprovada pela
   Portaria no 1.395, de 9 de dezembro de 1999. Diário Oficial [da República Federativa
   do Brasil], 13 dez. 1999. Seção 1, n.237-E, p.20-24.
   Caldas, CP. (2003). Envelhecimento com dependência: responsabilidades e demandas
   da família. Cad Saúde Pública, 19(3), 773-781.
   Caldeiras, AP, Ribeiro, CHM. (2004). O enfrentamento do cuidador do idoso com
   Alzheimer. Arq Ciênc Saúde, 11(2).
   Cruz, MN, Hamdan, AC. (2008). O impacto da doença de Alzheimer no cuidador.
   Psicologia em Estudo, Maringá;13(2), 223-229.
   Davim, R. M. B., Torres, G. V., Dantas, S. M. M., & Lima, V. M. (2004,
   Maio/Junho). Estudo com idosos de instituições asilares no município de Natal/RN:
   Características socioeconômicas e de saúde. Revista Latino-Americana de
   Enfermagem, 12(3), 518-524.
   Fonseca, AM, Soares, E. (2006). O processo saúde-doença e o cuidado domiciliário
   ao portador de doença de Alzheimer. Fam. Saúde Desenv., Curitiba, 8(2):163-7.
   Lemos, ND, Gazzola, JM, Ramos, LR. (2006). Cuidando do Paciente com Alzheimer:
   o impacto da doença no cuidador. Saúde e Sociedade, 15(3),170-179.
   Luzardo, A. R., Gorini, M. I. P. C., & Silva, A. P. S. S. (2006, Dezembro).
   Características de idosos com doença de Alzheimer e seus cuidadores: Uma série de
   casos em um serviço de neurogeriatria. Texto & Contexto - Enfermagem, 15(4), 587-
   594.
   Machado, JCB. (2007). Doença de Alzheimer. In: Freitas EV, Py, L, Cançado FAX,
   Gorzoni ML, editores. Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro:
   Guanabara Koogan, 262-280.
Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total
                            responsabilidade de seu(s) autor(es).



   Ministério da Saúde. (2006). Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de
   Atenção Básica. Envelhecimento e Saúde da Pessoa Idosa. Cadernos de Atenção
   Básica, 19, Brasília: Governo do Brasil.
   Novelli, M. M. P. C., Rovere, H. H. D., Nitrini, R., & Caramelli, P. (2005, Junho).
   Cross-cultural adaptation of the quality of life assessment scale on Alzheimer disease.
   Arquivos de Neuro-Psiquiatria, 63(2a), 201-206.
   Santos, SSC, Pelzer, MT, Rodrigues, MCT. (2007). Condições de enfrentamento dos
   familiares cuidadores de idosos portadores de doença de Alzheimer. RBCEH, Passo
   Fundo, 4(2):114-126
   Scazufca, M. (2002). Brazilian version of the Burden Interview scale for the
   assessment of burden of care in carers of people with mental illnesses. Revista
   Brasileira de Psiquiatria, 24(1), 12-17.
   Silveira, TM, Caldas, CP, Carneiro, TF. (2006). Cuidando de idosos altamente
   dependentes na comunidade: um estudo sobre cuidadores familiares principais. Cad
   Saúde Pública, 22(80):1629-1638.
   Tamai, S. (2002, Abril). Tratamento dos transtornos do comportamento de pacientes
   com demência. Revista de Psiquiatria Clínica, 24(Suppl.1), 15-21.
   Teixeira, A. L., Jr., & Caramelli, P. (2006, Setembro). Apatia na doença de
   Alzheimer. Revista Brasileira de Psiquiatria, 28(3), 238-241.
   Vilela, L. P., & Caramelli, P. (2006, Maio/Junho). A doença de Alzheimer na visão de
   familiares de pacientes. Revista da Associação Médica Brasileira, 52(3), 148-152.
   MINI-CURRÍCULO DOS AUTORES
   Caroline Araújo Lemos:
   Aluna do Programa de Pós-graduação em Psicologia da UFRN. Pesquisadora
   voluntária do Grupo de Estudo: Psicologia e Saúde e do Laboratório de Pesquisa e
   Extensão em Neuropsicologia (LAPEN) da UFRN.


   Eudes Araújo Rocha
   Bacharel em Psicologia pela UFRN. Graduando em Psicologia da UFRN. Pesquisador
   voluntário do Grupo de Estudo: Psicologia e Saúde.
Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total
                            responsabilidade de seu(s) autor(es).



   Sara Salsa Papaleo
   Graduanda em Psicologia pela UFRN. Bolsista voluntária pela Pró-reitoria de
   Pesquisa. Pesquisadora voluntária do Grupo de Estudo: Psicologia e Saúde.


   Eulália Maria Chaves Maia
   Professora associado da UFRN, vinculada ao Departamento de Psicologia e aos
   Programas de Pós-Graduação em Psicologia e Ciências da Saúde. Coordenadora do
   Grupo de Estudo: Psicologia e Saúde.


   Izabel Augusta Hazin Pires
   Professora adjunta do Departamento e Pós-graduação em Psicologia da UFRN.
   Coordenadora do Laboratório de Pesquisa e Extensão em Neuropsicologia da UFRN.
   Pesquisadora do Grupo de Estudo: Psicologia e Saúde.

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Cuidadores de idosos com Alzheimer

  • 1. Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es). CUIDADORES DE IDOSOS COM DOENÇA DE ALZHEIMER: CAPACIDADE FUNCIONAL DO IDOSO "VERSUS" AVALIAÇÃO DA SOBRECARGA DO CUIDADO Caroline Araújo Lemos*, Eudes Araújo Rocha*, Sara Salsa Papaleo*, Eulália Maria Chaves Maia*, Izabel Augusta Hazin Pires* *Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal/RN, Brasil. RESUMO Atualmente, percebe-se o crescimento do número de idosos acometidos por doenças crônico-degenerativas causadoras de demência, entre as quais se destaca a Doença de Alzheimer (DA) que representa uma fonte de sofrimento ao paciente e de morbidade aos familiares e cuidadores. Os prejuízos no desenvolvimento e na capacidade funcional do idoso com DA que passa a necessitar de constantes e complexos cuidados, impõe sobrecarga, ansiedade, depressão e estresse aos seus cuidadores. Assim, objetiva-se conhecer o cuidador do idoso com DA, a demanda de cuidados e a sobrecarga de 90 cuidadores de idosos com DA atendidos no Centro Especializado na Atenção à Saúde do Idoso (CEASI), no município de Natal/RN, além de avaliar seus níveis de depressão e ansiedade, e qualidade de vida. Depois da realização de uma extensiva revisão de literatura, foi realizado um estudo preliminar para observar a aplicabilidade dos instrumentos selecionados na investigação tendo em vista o seu objetivo. Dessa forma, foram utilizados: um questionário semi-estruturado, Escala de Katz, Escala de Lawton, Escala de Qualidade de Vida na DA para Cuidadores, Questionário de Avaliação da Sobrecarga dos Cuidadores, Inventário de Depressão de Beck e Inventário de Ansiedade de Beck. O projeto encontra-se na etapa de coleta de dados, totalizando até, agora, a participação de 15 cuidadores, sendo 13 do sexo feminino e 2 do sexo masculino. Os dados estão sendo organizados e as escala corrigidas segundo sugere seus autores. Palavras-chave: Cuidador; Sobrecarga; Demência de Alzheimer; Capacidade funcional do idoso. INTRODUÇÃO
  • 2. Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es). O objetivo do presente estudo é caracterizar os cuidadores de idosos com Doença de Alzheimer (DA) atendidos no Centro Especializado na Atenção à Saúde do Idoso (CEASI), no município de Natal/RN. Na literatura gerontológica, não há um consenso a respeito do significado do termo cuidador, podendo ser definido como aquele que dá suporte físico e psicológico, fornecendo ajuda prática, quando necessário ou como o principal responsável por prover ou coordenar os recursos requeridos pelo paciente (Cruz & Hamdan, 2008). Além disso, tal definição pode basear-se em vários parâmetros, podendo ser classificado de acordo com o vínculo entre cuidador e paciente, tipos de cuidados prestados e freqüência de cuidados. O cuidador ainda pode ser denominado de diversas maneiras, porém, essas denominações não são excludentes, mas sim complementares, a saber, remunerado, voluntário, profissional, familiar, primário, secundário (Lemos, Gazzola & Ramos; 2006). A Política Nacional da Saúde do Idoso (Brasília, 1999), através da portaria n.º 1.395/GM, de 10 de dezembro de 1999, define o termo cuidador como a pessoa, podendo ser membro ou não da família, que, com ou sem remuneração, cuida do idoso doente ou dependente no exercício das suas atividades diárias, tais como alimentação, higiene pessoal, medicação de rotina, acompanhamento aos serviços de saúde ou outros serviços requeridos no cotidiano (Brasília, 1999) . Ocorre que o cuidado domiciliário ao idoso implica em inúmeras repercussões e significados para a família e, quando a função do cuidar não é adequadamente realizada, a família sofre sanções sociais, sendo considerada negligente e/ou irresponsável (Fonseca & Soares, 2006). Além disso, a precarização de serviços públicos de saúde para o atendimento de idosos com certas incapacidades funcionais, como a DA, fazem com que, muitas vezes, a família se responsabilize, quase que exclusivamente, pelo cuidado desse paciente, assumindo também o ônus financeiro (Caldas, 2003). Uma vez que as pesquisas voltadas para o tema do cuidador ultimamente foram adquirindo maior importância no quadro nacional de pesquisas na área das Ciências Humanas, Sociais e da Saúde, e o entendimento de que as conseqüências do aumento do número de casos de demências em todo o mundo produzirão elevados
  • 3. Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es). custos socioeconômicos, torna-se evidente a relevância de estudos que clarifiquem e subsidiem políticas e ações na saúde e assistência. Desta forma, conhecer o idoso com Alzheimer, a demanda de cuidados produzidos pela doença e a sobrecarga do cuidador proporciona a apreciação dos problemas enfrentados no cotidiano e o aprimoramento de conhecimentos para o planejamento de ações integrais em saúde. Dados fornecidos pelo Centro Especializado na Atenção à Saúde do Idoso (CEASI), instituição vinculada à Secretaria Municipal de Saúde do município de Natal/RN, demonstram uma população de aproximadamente 1500 idosos com DA atendidos nesse centro, todos eles acompanhados por algum cuidador. Nesse sentido, foram incluídos no estudo os cuidadores de idosos com DA, voluntários, que possuírem capacidade de verbalização oral e que consintam, livre e esclarecidamente, em responder aos protocolos da pesquisa. Antes de iniciar a coleta de dados desse estudo transversal, o projeto foi submetido à análise e avaliação do Comitê de Ética em Pesquisas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Na coleta de dados, foi utilizada a técnica da entrevista estruturada em situação individual. Antecedendo a aplicação dos instrumentos, foi informado adequadamente ao indivíduo sobre os objetivos da pesquisa, aplicação do instrumento, privacidade, e destino dos dados obtidos; também foi obtido o consentimento livre e esclarecido dos participantes da pesquisa. Utilizou-se questionário semi-estruturado, contendo questões sócio- demográficas que investigam, junto ao idoso e ao seu cuidador, dados como nome, idade, sexo, naturalidade, escolaridade, estado civil, religião, endereço, número de pessoas que moram em sua casa, parentesco das mesmas com o entrevistado, renda familiar, trabalho e indicadores de saúde. Para a avaliação funcional dos idosos com DA, as atividades de vida diária foram mensuradas pelo cuidador através de duas escalas: uma para as atividades básicas e outra para as instrumentais. As atividades básicas da vida diária foram avaliadas através da Escala de Katz, que é planejada para medir a habilidade da pessoa em desempenhar suas atividades cotidianas em seis funções (banhar-se, vestir- se, ir ao banheiro, transferência, continência e alimentação), classificando as pessoas idosas como independentes ou dependentes. Já as atividades instrumentais da vida
  • 4. Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es). diária serão mensuradas através da Escala de Lawton, que objetiva avaliar o desempenho funcional da pessoa idosa em termos de atividades instrumentais, possibilitando que a mesma mantenha uma vida independente (Ministério da Saúde, 2006). A sobrecarga dos cuidadores foi avaliada através do questionário de Avaliação da Sobrecarga dos Cuidadores, traduzido e validado por Scazufca (2002), que tem como objetivo avaliar o estresse dos cuidadores e se eles estão sobrecarregados, por meio de uma lista de atividades que avaliam como os cuidadores se sentem ao cuidar de outra pessoa (Ministério da Saúde, 2006). No período de maio a agosto de 2009 foi realizada a coleta de dados com o total de 15 cuidadores de idosos atendidos no CEASI. A aplicação foi realizada no próprio CEASI em uma única sessão com cada cuidador, que consentiu livre e esclarecidamente a participar do estudo. Os dados obtidos não foram analisados estatisticamente, no entanto, será observado o quanto eles fornecem subsídios para avaliar a capacidade funcional dos idosos com DA, e os possíveis níveis de sobrecarga dos cuidadores desses idosos, atendidos no Centro Especializado na Atenção à Saúde do Idoso (CEASI), no município de Natal/RN. O estudo foi realizado com 15 cuidadores, sendo 13 mulheres e 2 homem. Quanto ao grau de parentesco, 12 eram filhas(os), 1 esposa, 1 irmã e 1 neta. A idade média de 47,25±8,4. Dentre os 15 cuidadores, 3 eram solteiros, 2 casados, 2 divorciados e 2 viúvos. Com relação a religião, 12 disseram ser católicos, 2 espíritas e 1 evangélico. Com exceção de apenas dois cuidadores, todos os demais residem com o idoso com DA. Com relação à renda, 3 cuidadores relataram ter entre 1 e 3 salários mínimos. Quanto ao cuidado, 11 dividem o cuidado com outras pessoas, sendo um deles com uma clínica. Quanto ao desempenho nas Atividades Instrumentais de vida diária, medida através da Escala de Lawton, foi verificado que a pontuação média foi de 11,7, sendo que 3 dos idosos cuidados não realizava nenhuma delas. Já com relação ao desempenho nas Atividades Básicas de vida diária, investigado através da Escala de Katz, o escore médio foi de 10, havendo um idoso que não com dificuldades de
  • 5. Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es). realizar todas as tarefas sem a ajuda de outra pessoa, e outro com a capacidade de realizar todos eles com a ajuda. No que diz respeito aos dados obtidos através do questionário de Avaliação da Sobrecarga dos Cuidadores, o escore médio dos 15 cuidadores entrevistados foi de 2,5, no entanto, destacam-se a alta pontuação nos itens que se referem ao “receio pelo futuro do idoso” (4,1) e o “sentimento de que o idoso depende inteiramente do cuidador” (4,9). Além disso, todos os cuidadores indicaram, através desse instrumento, que os idosos não afetam negativamente seu relacionamentos interpessoais. Tendo em vista ao número de participantes no estudo até o momento, não é possível inferir algum tipo de relação entre as variáveis. No entanto, foi possível perceber a aplicabilidade dos instrumentos na avaliação das variáveis investigadas, tendo em vista que os dados já direcionam para informações contidas na literatura estudada a respeito das características dos cuidadores e do cuidado. De acordo com Cruz e Handam (2008), a grande maioria dos cuidadores residem junto com os idosos, não exercendo trabalho remunerado fora de casa devido aos cuidados que devem ser dispensados integralmente e diariamente ao paciente com DA. Além disso, assim como os cuidadores entrevistado nessa etapa da pesquisa, estudos indicam a prevalência das mulheres no exercício do papel de cuidador, de modo que muitas delas acabam por somar às atividades domésticas que já vinham realizando a tarefa de cuidar, podendo, muitas vezes, terem outras pessoas dependentes dos seus cuidados (Santos, Pelzer & Rodrigues, 2007). Com relação ao desempenho dos idosos nas atividades de vida diária, percebe- se que estas apresentam implicações para o cuidado, no caso dos dados do piloto, os idosos são capazes de realizar poucas atividades, sendo observado um elevado nível de dependência do paciente com relação ao cuidador. Estudos afirmam que o nível de dependência do paciente, ou seja, as dificuldades em realizar as AVDs, quando, por exemplo, o paciente não é capaz de realizar as atividades de autocuidado como banhar-se ou caminhar, e o declínio cognitivo são importantes na avaliação do impacto no cuidador, uma vez que tornam o cuidar mais desgastante.
  • 6. Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es). REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Abreu, I. D., Forlenza, O. V., & Barros, H. L. (2005, Maio/Junho). Demência de Alzheimer: Correlação entre memória e autonomia. Revista de Psiquiatria Clínica, 32(3), 131-136. Ávila, R. (2003). Resultados da reabilitação neuropsicológica em paciente com doença de Alzheimer leve. Revista de Psiquiatria Clínica, 30(4), 139-146. Brasília: Ministério da Saúde (1999). Política de Saúde do Idoso, aprovada pela Portaria no 1.395, de 9 de dezembro de 1999. Diário Oficial [da República Federativa do Brasil], 13 dez. 1999. Seção 1, n.237-E, p.20-24. Caldas, CP. (2003). Envelhecimento com dependência: responsabilidades e demandas da família. Cad Saúde Pública, 19(3), 773-781. Caldeiras, AP, Ribeiro, CHM. (2004). O enfrentamento do cuidador do idoso com Alzheimer. Arq Ciênc Saúde, 11(2). Cruz, MN, Hamdan, AC. (2008). O impacto da doença de Alzheimer no cuidador. Psicologia em Estudo, Maringá;13(2), 223-229. Davim, R. M. B., Torres, G. V., Dantas, S. M. M., & Lima, V. M. (2004, Maio/Junho). Estudo com idosos de instituições asilares no município de Natal/RN: Características socioeconômicas e de saúde. Revista Latino-Americana de Enfermagem, 12(3), 518-524. Fonseca, AM, Soares, E. (2006). O processo saúde-doença e o cuidado domiciliário ao portador de doença de Alzheimer. Fam. Saúde Desenv., Curitiba, 8(2):163-7. Lemos, ND, Gazzola, JM, Ramos, LR. (2006). Cuidando do Paciente com Alzheimer: o impacto da doença no cuidador. Saúde e Sociedade, 15(3),170-179. Luzardo, A. R., Gorini, M. I. P. C., & Silva, A. P. S. S. (2006, Dezembro). Características de idosos com doença de Alzheimer e seus cuidadores: Uma série de casos em um serviço de neurogeriatria. Texto & Contexto - Enfermagem, 15(4), 587- 594. Machado, JCB. (2007). Doença de Alzheimer. In: Freitas EV, Py, L, Cançado FAX, Gorzoni ML, editores. Tratado de Geriatria e Gerontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 262-280.
  • 7. Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es). Ministério da Saúde. (2006). Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Envelhecimento e Saúde da Pessoa Idosa. Cadernos de Atenção Básica, 19, Brasília: Governo do Brasil. Novelli, M. M. P. C., Rovere, H. H. D., Nitrini, R., & Caramelli, P. (2005, Junho). Cross-cultural adaptation of the quality of life assessment scale on Alzheimer disease. Arquivos de Neuro-Psiquiatria, 63(2a), 201-206. Santos, SSC, Pelzer, MT, Rodrigues, MCT. (2007). Condições de enfrentamento dos familiares cuidadores de idosos portadores de doença de Alzheimer. RBCEH, Passo Fundo, 4(2):114-126 Scazufca, M. (2002). Brazilian version of the Burden Interview scale for the assessment of burden of care in carers of people with mental illnesses. Revista Brasileira de Psiquiatria, 24(1), 12-17. Silveira, TM, Caldas, CP, Carneiro, TF. (2006). Cuidando de idosos altamente dependentes na comunidade: um estudo sobre cuidadores familiares principais. Cad Saúde Pública, 22(80):1629-1638. Tamai, S. (2002, Abril). Tratamento dos transtornos do comportamento de pacientes com demência. Revista de Psiquiatria Clínica, 24(Suppl.1), 15-21. Teixeira, A. L., Jr., & Caramelli, P. (2006, Setembro). Apatia na doença de Alzheimer. Revista Brasileira de Psiquiatria, 28(3), 238-241. Vilela, L. P., & Caramelli, P. (2006, Maio/Junho). A doença de Alzheimer na visão de familiares de pacientes. Revista da Associação Médica Brasileira, 52(3), 148-152. MINI-CURRÍCULO DOS AUTORES Caroline Araújo Lemos: Aluna do Programa de Pós-graduação em Psicologia da UFRN. Pesquisadora voluntária do Grupo de Estudo: Psicologia e Saúde e do Laboratório de Pesquisa e Extensão em Neuropsicologia (LAPEN) da UFRN. Eudes Araújo Rocha Bacharel em Psicologia pela UFRN. Graduando em Psicologia da UFRN. Pesquisador voluntário do Grupo de Estudo: Psicologia e Saúde.
  • 8. Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es). Sara Salsa Papaleo Graduanda em Psicologia pela UFRN. Bolsista voluntária pela Pró-reitoria de Pesquisa. Pesquisadora voluntária do Grupo de Estudo: Psicologia e Saúde. Eulália Maria Chaves Maia Professora associado da UFRN, vinculada ao Departamento de Psicologia e aos Programas de Pós-Graduação em Psicologia e Ciências da Saúde. Coordenadora do Grupo de Estudo: Psicologia e Saúde. Izabel Augusta Hazin Pires Professora adjunta do Departamento e Pós-graduação em Psicologia da UFRN. Coordenadora do Laboratório de Pesquisa e Extensão em Neuropsicologia da UFRN. Pesquisadora do Grupo de Estudo: Psicologia e Saúde.