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Demonstração de 
Ferramentas da Prática de 
Visita Domiciliar do MFC 
Leonardo C M Savassi
O Objetivo de hoje é apresentar: 
A Visita Domiciliar do MFC 
Leonardo Cançado Monteiro Savassi 
Universidade Federal de Ouro Preto 
Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período 
- Algumas idéias a respeito da Visita Domiciliar na APS; 
- Legislação pertinente. 
- Informações da Atenção Domiciliar na APS mundial; 
- Propostas de sistematização de critérios; 
- Linha-guia AMMFC/ SESMG sobre AD1 
- Mercado de trabalho para o Médico em AD
A Visita Domiciliar do MFC 
Leonardo Cançado Monteiro Savassi 
Universidade Federal de Ouro Preto 
Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período 
IDÉIAS E DEFINIÇÕES.
A Atenção Domiciliar na Saúde da Família 
A Visita Domiciliar do MFC 
Leonardo Cançado Monteiro Savassi 
Universidade Federal de Ouro Preto 
Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período 
Algumas frases sobre a VD no PSF: 
“O atendimento domiciliar é um atendimento de exceção” 
Ana Maria Sant’Ana (RBMFC) 
“O Médico e a Enfermeira devem visitar todas as famílias no período 
de um ano” 
Desconhecido – argumento da DRS de Sete Lagoas 
Trabalhar com famílias em situação de vulnerabilidade, atender 
pessoas em privação de mobilidade, construir redes de apoio a 
cuidadores extenuados, executar em domicílio planos terapêuticos 
baseados em evidência científica de ponta: de simples este cuidado 
não tem nada. 
Eno Dias de Castro Filho (GHC)
A Atenção Domiciliar na Saúde da Família 
A Visita Domiciliar do MFC 
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Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período 
Algumas frases sobre a VD no PSF: 
“Many of the illnesses seen in family practice cannot be fully 
understood unless they are seen in their personal, family and social 
context.” 
Ian McWhinney (A Textbook of Family Medicine) 
“A casa está na esfera central de todas as ações, está no centro de 
todos os níveis.” 
Mariana Borges Dias (GESF/AMMFC) 
“VD em saúde da família é iminentemente multiprofissional” 
Vinicius Araújo Oliveira (GESF/AMMFC)
A Atenção Domiciliar na Saúde da Família 
A Visita Domiciliar do MFC 
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Universidade Federal de Ouro Preto 
Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período 
Algumas frases sobre a VD no PSF: 
“O atendimento ao paciente em domicílio não deve ser feito por 
profissional médico ou de enfermagem em todas as circunstâncias, 
sendo esta ação não custo-efetiva (...). 
Por outro lado, torna-se claro o papel da Visita Domiciliar no cuidado ao 
paciente acamado temporariamente, no paciente restrito ao leito ou ao 
lar, no paciente sem condições de acesso a Unidade de Saúde da Família 
(...) . 
Neste caminho entre o necessário e o não indicado, situam-se inúmeros 
casos não definidos por protocolos, diretrizes ou referenciais teóricos 
que tem sido individualizados pelas Equipes de acordo com a demanda 
de atendimentos, e com a disponibilidade para atividades 
"extraconsultórios". 
Referencial teórico do Grupo de Estudos em Saúde da Família
A Visita Domiciliar do MFC 
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Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período 
LEGISLAÇÃO PERTINENTE: 
A Política Nacional de Atenção Domiciliar
Assistência e Internação Domiciliar 
A Visita Domiciliar do MFC 
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Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período 
Algumas definições: ANVISA e Portaria MS 2529/2006 
A RDC nº 11, de 26/01/06, da ANVISA e a Portaria MS 2529/2006 
definiam os seguintes conceitos em AD: 
Atenção domiciliar: termo genérico que envolve ações de promoção à 
saúde, prevenção, tratamento de doenças e reabilitação desenvolvidas 
em domicílio. 
Assistência domiciliar: conjunto de atividades ambulatoriais, 
programadas e continuadas desenvolvidas em domicílio. 
Internação Domiciliar: conjunto de atividades prestadas no domicílio, 
caracterizadas pela atenção em tempo integral ao paciente com 
quadro clínico mais complexo e com necessidade de tecnologia 
especializada. 
Portaria MS 2529/2006 
RDC nº11, de 26 de janeiro de 2006
Assistência e Internação Domiciliar 
Algumas definições: PNAB 2011 
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Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período 
• Processo de trabalho das eAB: 
VI - Realizar atenção à saúde na UBS, no domicílio, ... 
XII - Realizar atenção domiciliar a usuários que possuam 
problemas de saúde controlados/ compensados e com 
dificuldade ou impossibilidade física de locomoção até 
uma UBS, que necessitam de cuidados com menor 
frequência e menor necessidade de recursos de saúde, 
e realizar o cuidado compartilhado com as equipes de 
AD nos demais casos. 
Portaria MS/GM nº 2.488/2011
Assistência e Internação Domiciliar 
Algumas definições: Portaria MS 2527/2011 
A Visita Domiciliar do MFC 
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Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período 
• A Atenção Domiciliar: 
“Consiste numa modalidade de atenção à saúde 
substitutiva ou complementar às já existentes, 
caracterizada por um conjunto de ações de promoção à 
saúde, prevenção e tratamento de doenças e 
reabilitação prestadas em domicílio, com garantia de 
continuidade de cuidados e integrada às redes de 
atenção à saúde.”(BRASIL, 2011) 
Portaria MS/GM nº 2.527/2011
Assistência e Internação Domiciliar 
Algumas definições: Portaria MS 2527/2011 
AD 1 A AD1 é de responsabilidade das equipes de Atenção Básica, por 
meio de VD regulares, no mínimo, uma vez por mês. 
As eAB que executarem AD1 serão apoiadas pelos NASF e 
ambulatórios de especialidades e de reabilitação. 
AD 2 usuários com problemas de saúde + dificuldade ou impossibilidade 
física de locomoção até uma UBS com maior frequência de cuidado, 
recursos de saúde e acompanhamento contínuo. 
AD 3 usuários com problemas de saúde + dificuldade ou impossibilidade 
física de locomoção até uma UBS com maior frequência de cuidado, 
recursos de saúde e acompanhamento contínuo e uso de 
equipamentos. 
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• A AD será organizada em três modalidades: 
Portaria MS/GM nº 2.527/2011
Assistência e Internação Domiciliar 
Algumas definições: Portaria MS 2527/2011 
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• Equipes da Atenção Domiciliar: 
Art. 15. A EMAD terá a seguinte composição mínima: 
I - 2 médicos com CH mínima de trabalho de 20 h semanais ou 1 
médico com CH de 40 hs semanais; 
II - 2 enfermeiros com CH mínima de trabalho de 20 h semanais ou 
1 enfermeiro com CH de trabalho de 40 h semanais; 
III - 1 fisioterapeuta com CH mínima de 30 h por semana ou 1 
assistente social com CH mínima de 30 h por semana; e 
IV -4 auxiliares/técnicos de enfermagem com CH de 40 h semanais. 
Portaria MS/GM nº 2.527/2011
Assistência e Internação Domiciliar 
Algumas definições: Portaria MS 2527/2011 
V - odontólogo; 
VI - psicólogo; 
VII - farmacêutico; e 
VIII - terapeuta ocupacional. 
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• Equipes da Atenção Domiciliar: 
Art. 16. A EMAP será constituída por, no mínimo, 3 profissionais 
de saúde de nível superior, com CH semanal mínima de trabalho 
de 30h, eleitos de acordo com a necessidade local entre as 
seguintes categorias profissionais: 
I - assistente social; 
II - fisioterapeuta; 
III - fonoaudiólogo; 
IV - nutricionista; 
Portaria MS/GM nº 2.527/2011
Assistência e Internação Domiciliar 
Algumas definições: Portaria MS 2527/2011 
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Atenção Domiciliar 1 (AD1) destina-se aos usuários que: 
I - possuam problemas de saúde controlados/compensados e com 
dificuldade ou impossibilidade física de locomoção até uma unidade 
de saúde; 
II - necessitem de cuidados de menor complexidade, incluídos os de 
recuperação nutricional, de menor frequência, com menor 
necessidade de recursos de saúde e dentro da capacidade de 
atendimento das Unidades Básicas de Saúde (UBS); e 
III - não se enquadrem nos critérios previstos para as modalidades 
AD2 e AD3 descritos nesta Portaria. 
Portaria MS/GM nº 2.527/2011
Assistência e Internação Domiciliar 
Algumas definições: Portaria MS 2527/2011 
• Critérios de inclusão na AD2: ao menos, uma das seguintes: 
I - demanda por procedimentos de maior complexidade no domicílio, tais como: 
curativos complexos e drenagem de abscesso, entre outros; 
II - dependência de monitoramento frequente de sinais vitais; 
III - necessidade frequente de exames de laboratório de menor complexidade; 
IV - adaptação do usuário e/ou cuidador ao uso do dispositivo de traqueostomia; 
V - adaptação do usuário ao uso de órteses/próteses/ VI – sondas/ ostomias; 
VII - acompanhamento domiciliar em pós-operatório; 
VIII - reabilitação de pessoas com deficiência permanente ou transitória, que 
necessitem de atendimento contínuo, até apresentarem condições de 
frequentarem serviços de reabilitação; 
IX - uso de aspirador de vias aéreas para higiene brônquica; 
X - acompanhamento de ganho ponderal de RN baixo peso; 
XI - Necessidade de atenção nutricional permanente ou transitória; 
XII- necessidade de cuidados paliativos; 
XIII - necessidade de medicação EV ou SC; 
XIV- necessidade de fisioterapia semanal. 
A Visita Domiciliar do MFC 
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Portaria MS/GM nº 2.527/2011
Assistência e Internação Domiciliar 
Algumas definições: Portaria MS 2527/2011 
• Critérios de inclusão na AD3: 
I - existência de pelo menos uma das situações admitidas como 
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Portaria MS/GM nº 2.527/2011 
critério de inclusão para a AD2; e 
II - necessidade do uso de, no mínimo, um dos seguintes 
equipamentos/ procedimentos: 
a) oxigenoterapia e Suporte Ventilatório não invasivo (Pressão Positiva Contínua 
nas Vias Aéreas (CPAP), Pressão Aérea Positiva por dois Níveis (BIPAP), 
Concentrador de O2; 
b) diálise peritoneal; e 
c) paracentese.
Assistência e Internação Domiciliar 
Algumas definições: Portaria MS 2527/2011 
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Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
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São requisitos para que os Municípios tenham SAD: 
• I - apresentar população igual ou superior a 100.000 
(cem mil) habitantes, com base na população 
estimada pelo IBGE; 
• II - estar coberto SAMU ou possuir serviço móvel 
local de atenção às urgências; e 
• III - possuir hospital de referência no Município ou 
região que o integra." (NR) 
Portaria MS/GM nº 2527/2011
Assistência e Internação Domiciliar 
Algumas definições: Portaria MS 1.533/2012 
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São requisitos para que os Municípios tenham SAD: 
• I - apresentar população igual ou superior a 40.000 
(quarenta mil) habitantes, com base na população 
estimada pelo IBGE; 
• II - estar coberto SAMU ou possuir serviço móvel 
local de atenção às urgências; e 
• III - possuir hospital de referência no Município ou 
região que o integra. (NR) 
Portaria MS/GM nº 1533/2012
Assistência e Internação Domiciliar 
Algumas definições: Portaria MS 963/2013 
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São requisitos para que os Municípios tenham SAD: 
I - apresentar população igual ou superior a 20.000 
(vinte mil) habitantes, com base na população 
estimada pelo IBGE; 
II - estar coberto SAMU ou possuir serviço móvel local 
de atenção às urgências; e 
III - possuir hospital de referência no Município ou 
região que o integra. 
Nos Municípios com população superior a 40.000 habitantes, a cobertura por 
serviço móvel local de atenção às urgências diferente do SAMU 192 será, 
também, considerada requisito para a implantação de um SAD. 
Portaria MS/GM nº 963/2013
Assistência e Internação Domiciliar 
Algumas definições: Portaria MS 963/2013 
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Art. 7º As equipes de atenção domiciliar que compõem 
o SAD são: 
I - EMAD, que pode ser constituída como: 
a) EMAD Tipo 1; e 
b) EMAD Tipo 2; e 
II - EMAP. 
Portaria MS/GM nº 963/2013
Assistência e Internação Domiciliar 
Algumas definições: Portaria MS 963/2013 
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Art. 8º A EMAD terá a seguinte composição mínima: 
I - EMAD Tipo 1: 
a) médicos, com somatório de CH semanal mínimo 40 h de trabalho; 
b) enfermeiros, com somatório de CHS de, no mínimo, 40 h de trabalho; 
c) fisioterapeuta e/ou assistente social, com somatório de CHS mínimo, 30h; 
d) - auxiliares/técnicos de enfermagem, com somatório de CHS mínimo, 120 h; 
II - EMAD Tipo 2: 
a) médico, com CHS mínimo 20h de trabalho; 
b) enfermeiro, com CHS mínimo 30h de trabalho; 
c) 1 fisioterapeuta ou 1 assistente social com CHS mínimo 30 h de trabalho; e 
d) auxiliares/técnicos de enfermagem, com somatório de CHS mínimo, 120 h. 
Parágrafo único. Nenhum profissional componente de qualquer EMAD poderá 
ter CHS inferior a 20 (vinte) horas de trabalho. Portaria MS/GM nº 963/2013
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Atenção Domiciliar na Atenção Primária 
Mundial e no Brasil.
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Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
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Algumas informações sobre a VD em Atenção Primária: 
• EEUU
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Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
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Algumas informações sobre a VD em Atenção Primária: 
EEUU 
• Entre 1989-1995, o número de pacientes sob cuidados 
domiciliares no Medicare quase dobrou (3.5 milhões), e o número 
de agências de home health care aumentou 50%. 
• O número de VDs por médicos declinou dramaticamente no 
século passado, com queda expressiva após a II Guerra Mundial. 
• VDs eram: 
40% de todos os contatos entre médicos e pacientes em 1930 
10% em 1950 
0.6% em 1980. 
AMA, 1997
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• Algumas informações sobre a VD em Atenção Primária: 
• REINO UNIDO
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Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
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Algumas informações sobre a VD em Atenção Primária: 
REINO UNIDO 
• 60 GPs in England and Wales. 
• 502 493 patients visited at home (Sept 1991 - Aug 1992) 
• Home Visits: 10.1% of contacts with GPs 
• Annual home visiting rate = 299/1000 patient years. 
• Ratios declined from 411/1000 (1981-2) to 299/1000 (1991-2) 
• 1% of the patients accounted for nearly 40% of all home visits. 
Aylin, P. et al. BMJ 1996;313:207-210 
Copyright ©1996 BMJ Publishing Group Ltd.
A Visita Domiciliar do MFC 
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Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período 
Home visiting rates per 1000 patient years by age group and sex 
Aylin, P. et al. BMJ 1996;313:207-210 
Copyright ©1996 BMJ Publishing Group Ltd.
Percentage of patients requiring home visits. Denominator adjusted to take account of patients 
not present for whole year of study 
A Visita Domiciliar do MFC 
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Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período 
Aylin, P. et al. BMJ 1996;313:207-210 
Copyright ©1996 BMJ Publishing Group Ltd.
A Atenção Domiciliar na APS mundial 
A Visita Domiciliar do MFC 
Leonardo Cançado Monteiro Savassi 
Universidade Federal de Ouro Preto 
Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período 
Algumas informações sobre a VD em Atenção Primária: 
CANADÁ
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A Visita Domiciliar do MFC 
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Universidade Federal de Ouro Preto 
Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período 
Algumas informações sobre a VD em Atenção Primária: 
CANADÁ 
• 696 GPs Quebec => 487 (70.0%) responded => 283 (58.1%) 
reported making home visits. 
• home visits in the most recent week of work: 
mean of 11.5% of all their medical appointments. 
118 (41.7%) 5 or fewer 
65 (23.0%) 6 to 10 
100 (35.3%) 11 or more
A Visita Domiciliar do MFC 
Leonardo Cançado Monteiro Savassi 
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Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
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CLSC: community centres for social and health services 
FMU: family medicine units
A Atenção Domiciliar na Saúde da Família 
A Visita Domiciliar do MFC 
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Universidade Federal de Ouro Preto 
Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período 
Algumas informações sobre a VD em Atenção Primária: 
BRASIL 
• 6 Municípios do RJ com Instituições Acadêmicas onde se 
desenvolve o Centro de Treinamento em Saúde da Família. 
• 209 profissionais – 78 médicos/ 131 enfermeiras 
• - Média de 7.1 dias (médicos) e 8.1 dias (enfermeiras)/mês. 
• - Circunstâncias das VDs: restrito ao leito (30.7% médicos/ 20.6% 
enfermeiras) x sem restrição. 
- O que motiva a visita: Planejamento semanal de equipe (69.2% 
médicos, 61.1% enfermeiras) – único dos motivadores 
relacionados ao maior número de VDs. 
Peres et al.
A Atenção Domiciliar na Saúde da Família 
A Visita Domiciliar do MFC 
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Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período 
Algumas informações sobre a VD em Atenção Primária: 
BRASIL 
• 76 congressistas Mineiros, 46 Médicos. Igual distribuição sexos. 
• - μ 3,75 VDs/semana (médicos). 
- μ 9,37% do tempo dedicado a VD (médicos). 
Opinião sobre a importância da Visita Domiciliar (geral) 
Opinião Freqüência Percentual 
Dispensável 0 0 
De exceção 3 3,9 
Importante 28 36,8 
Indispensável 45 59,2 
Total 76 100,0 
Savassi et al (2009)
A Atenção Domiciliar na Saúde da Família 
A Visita Domiciliar do MFC 
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Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período 
- Quantas Visitas Domiciliares você faz em sua equipe por semana? 
μ= 4,4 VD (1-14) 
- Qual a Proporção de tempo da sua semana é usado em VD? 
μ= 4,1 horas (1-15) 
tempo de VD 
Enfermeiro 52,94 
Medico 60,34 
0,020 0,193 
0,801 
Savassi et al (2009)
A Visita Domiciliar do MFC 
Leonardo Cançado Monteiro Savassi 
Universidade Federal de Ouro Preto 
Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período 
A Atenção Domiciliar na Saúde da Família 
Algumas informações sobre a VD em Atenção Primária: 
BRASIL 
Savassi et al (2009)
A Atenção Domiciliar na Saúde da Família 
A Visita Domiciliar do MFC 
Leonardo Cançado Monteiro Savassi 
Universidade Federal de Ouro Preto 
Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período 
Algumas informações sobre a VD em Atenção Primária: 
BRASIL 
Porcentagem de pacientes visitados por faixa etária 
Savassi et al (2009)
A Atenção Domiciliar na Saúde da Família 
A Visita Domiciliar do MFC 
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Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período 
Algumas informações sobre a VD em Atenção Primária: 
BRASIL 
• Grande diversidade de ações e critérios. 
• Como país de proporções continentais, há grandes desafios que 
dependem da realidade local: uma visita domiciliar no interior do 
Pará é extremamente diferente de uma visita domiciliar em um 
bairro de Diamantina. 
• Considerações sobre a atenção domiciliar rural x urbana são 
totalmente pertinentes. 
• Considerações sobre área de risco e vulnerabilidade social, bem 
como índices de periculosidade são mais pertinentes ainda.
A Atenção Domiciliar na Saúde da Família 
A Visita Domiciliar do MFC 
Leonardo Cançado Monteiro Savassi 
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Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período 
O papel da ESF na atenção domiciliar: uma conta a ser feita? 
IMPORTÂNCIA DA VD = 
Quadro individual + Risco Familiar + Risco Social + EFETIVIDADE DA VD 
População de cobertura + Condições de Acesso + tempo disponível
A Visita Domiciliar do MFC 
Leonardo Cançado Monteiro Savassi 
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Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período 
Proposta de atuação: 
A linha guia da AMMFC/ SES-MG
Quem executa a Visita Domiciliar? 
A Visita Domiciliar do MFC 
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Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período 
As atividades de assistência domiciliar não são 
exclusivas, mas pertencem principalmente aos 
profissionais da atenção básica: tanto pelo fato 
de estarem localizados mais próximos do 
domicílio, quanto pela possibilidade de 
desenvolverem as ações e serviços de modo 
longitudinal 
(LG SESMG/AMMFC)
Quem executa a Visita Domiciliar? 
A Visita Domiciliar do MFC 
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Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período 
O ACS visita mensalmente todos os domicílios 
da área, é aquele que mais visita. 
É quem identifica as demandas e negocia a 
visita de outros membros ao domicílio, é o que 
encabeça a intervenção. 
Atua como elo entre equipe e comunidade, 
contribuindo com o seu saber para o 
enriquecimento do projeto terapêutico. 
(LG SESMG/AMMFC)
A Visita Domiciliar do MFC 
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Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período 
CritériosRe sdolauti vLidaidneha Guia 
O problema apresentado é resolutivo no nível da atenção básica? 
A VD é uma solução possível? 
Razoabilidade 
No caso específico do usuário, a VD é A MELHOR solução, com os 
melhores resultados? Tem a melhor relação custo benefício? 
Aderência do usuário e sua família ao acompanhamento 
Se o propósito maior da visita é ofertar orientações que enriqueçam o 
processo de construção da saúde daquele núcleo familiar, não há motivo 
para realizá-la junto àqueles que não estão dispostos a se co-responsabilizar 
pelo seu bem-estar. 
Há disposição e engajamento da família e usuário para receber uma visita? 
(LG SESMG/AMMFC)
Autorização do usuário e da família 
É fundamental que o grupo familiar esteja ciente do objetivo da 
visita e consinta na realização da mesma, inclusive de forma 
escrita, cujo termo de consentimento deverá ser anexado ao 
prontuário. Em um primeiro momento, esta autorização deve ser 
negociada com o ACS. 
Os objetivos desta atividade e esta permissão para entrar na 
intimidade daquele lar estão claros para a equipe e usuário? 
A Visita Domiciliar do MFC 
Leonardo Cançado Monteiro Savassi 
Universidade Federal de Ouro Preto 
Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período 
(LG SESMG/AMMFC)
Infra-estrutura domiciliar 
Grande parte dos documentos consultados orienta a considerar a falta de infra-estrutura 
no domicílio como critério de exclusão para assistência domiciliar; 
contudo, cabe fazermos uma reflexão e pesar o fato de que um critério como 
esse exclui ainda mais aqueles que já são normalmente excluídos, e que, via 
de regra, são os que mais necessitam da intervenção. 
A falta de infra-estrutura, mais do que critério excludente, deve instigar a 
equipe à prática intersetorial, estimulando a busca por outros equipamentos 
sociais, ampliando a rede de apoio e promovendo a saúde ambiental. Portanto, 
para uma análise e propostas que levem em conta as necessidades dos 
usuários e famílias, é preciso responder: 
Com qual infra-estrutura irei me deparar nesta visita? Quem mais poderia 
ajudar no cuidado com esta família? Existe estrutura para o cuidado que 
pretendo promover ou precisarei planejar primeiro uma estrutura para tal? 
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(LG SESMG/AMMFC)
Critérios da Linha Guia 
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Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período 
• ótica da equidade no sistema 
• questionar: a VD é a ferramenta ideal? 
• cada caso é único 
• flexibilidade e ponderação da equipe 
• designação do(s) profissional(is) para a visita 
(reunião de equipe) de acordo com a 
necessidade do usuário naquele momento. 
(LG SESMG/AMMFC)
Critérios da Linha Guia – Candidatos a VD 
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Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período 
• Usuários acamados e/ou restritos ao domicílio, 
de forma temporária ou permanente, incluindo 
condições clínicas especiais (pós-operatórios, 
puérperas, entre outros); 
• Usuários com arranjos sócio-econômico-familiares 
frágeis, cuja instabilidade esteja 
interferindo direta ou indiretamente no seu 
estado de saúde; 
(LG SESMG/AMMFC)
Critérios da Linha Guia – Candidatos a VD 
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Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período 
• Usuários com comprometimentos cujas 
origens possam ser melhor esclarecidas com o 
conhecimento do contexto doméstico e familiar 
(visita domiciliar para investigação); 
• Usuários com limitações funcionais 
(subseqüentes a comprometimentos de ordem 
física ou mental), cujos déficits estejam 
causando prejuízos no desempenho das 
atividades de vida diária e auto-cuidado. 
(LG SESMG/AMMFC)
Critérios da Linha Guia – Papel do Visitador 
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• Protagonismo, criatividade e inovação; 
• Empatia e dinamismo; 
• Tomada de decisões, resolução de problemas e 
mediação de conflitos 
• Trabalhar em equipe de maneira interdisciplinar; 
• Capacidade técnica; 
• Boa interação com família e cuidadores; 
(LG SESMG/AMMFC)
Critérios da Linha Guia – Papel do Visitador 
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• Respeito às diferenças de valores e a variedade 
cultural; 
• Olhar ampliado (ver além do corpo doente); 
• Capacidade de acolhimento e formação de 
vínculos; 
• Consciência e atuação em rede; 
• Compreender o indivíduo como co-autor do 
processo de sua saúde; 
• Estar sempre disponível para esclarecer a família; 
(LG SESMG/AMMFC)
A excelência do atendimento 
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A visita domiciliar enquanto ferramenta da equipe cumpre o seu 
papel na saúde: responde aos 4 princípios básicos da Atenção 
Primária e aos 3 princípios doutrinários do SUS: 
Princípios da APS Princípios Doutrinários SUS 
Acessibilidade Universalidade de acesso 
Longitudinalidade Eqüidade na assistência 
Integralidade Integralidade da assistência. 
Coordenação
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SISTEMATIZAÇÃO DE CRITÉRIOS
Propostas de sistematização de critérios 
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Atenção domiciliar só se configura 
como instrumento de intervenção 
quando planejada e sistematizada, de 
outra forma configura-se como mera 
atividade social. 
(LG SESMG/AMMFC)
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A escala de classificação de risco 
(vulnerabilidade) familiar 
(Escala de Coelho-Savassi)
Propostas de sistematização de critérios 
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Escala Avaliação de Risco Familiar – Escala de Coelho- 
Savassi 
• Escala de risco familiar baseada na ficha A do SIAB que 
utiliza sentinelas de risco avaliadas na primeira VD pelo ACS. 
• Instrumento simples de análise do risco familiar, não 
necessitando a criação de nenhuma nova ficha ou escala 
burocrática. 
• Criada como uma tentativa de Sistematização da VD na APS/ 
ESF 
Coelho & Savassi (2004)
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Justificativa 
Sentinelas de Risco 
Relevância 
epidemiológica 
Relevância 
sanitária 
Impacto na 
dinâmica 
familiar 
Acamado x x 
Deficiências física e mental x x 
Baixas condições de 
x x 
saneamento 
Desnutrição grave x x x 
Drogadição x x 
Desemprego x x x 
Analfabetismo x x x 
Menor de seis meses x x 
Maior de 70 anos x x 
Hipertensão arterial sistêmica x x 
Diabetes mellitus x x 
Relação morador/cômodo x x x 
Savassi, Lage & Coelho (2012)
Propostas de sistematização de critérios 
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• Exemplo: 
“Uma família possui 2 acamados, sendo que um deles é 
um idoso de 75 anos de idade e hipertenso. O outro 
acamado é deficiente físico (amputação traumática 
de membros inferiores). Ambos são analfabetos. Não 
existem outras sentinelas de risco nesta família.” 
Escore familiar final: 13 (3+3+1+1+3+1+1) 
Savassi, Lage & Coelho (2012)
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O que é a ECRCS?
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Propostas de sistematização de critérios 
Escala Avaliação de Risco Familiar – Escala de Coelho-Savassi 
• Escala de risco familiar baseada na ficha A do SIAB que utiliza 
sentinelas de risco avaliadas na primeira VD pelo ACS. 
• Instrumento simples de análise do risco familiar, não necessitando a 
criação de nenhuma nova ficha ou escala burocrática. 
• Criada como uma tentativa de Sistematização da VD na APS/ ESF 
Coelho & Savassi (2004)
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Coelho & Savassi (2004)
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Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
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Justificativa 
Sentinelas de Risco 
Relevância 
epidemiológica 
Relevância 
sanitária 
Impacto na 
dinâmica 
familiar 
Acamado x x 
Deficiências física e mental x x 
Baixas condições de 
x x 
saneamento 
Desnutrição grave x x x 
Drogadição x x 
Desemprego x x x 
Analfabetismo x x x 
Menor de seis meses x x 
Maior de 70 anos x x 
Hipertensão arterial sistêmica x x 
Diabetes mellitus x x 
Relação morador/cômodo x x x 
Savassi, Lage & Coelho (2011)
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O que é a ECRCS?
O que não é a ERCS? 
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• Não é uma escala de classificação de riscos 
individuais 
• Não é uma escala que classifica todos os riscos da 
presentes na família. 
• Não é uma classificação estática da família. 
• Não é uma escala para fins de abordagem da 
dinâmica familiar, embora possa contribuir para tal.
O que é a ERCS? 
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• Um instrumento que auxilia na avaliação da 
vulnerabilidade (principalmente social) da família 
• Um instrumento de grande importância no 
planejamento da equipe = dinâmico 
• Índice que usa instrumentos simples do cotidiano 
da equipe (ficha A, SIAB), sem novas escalas 
burocráticas = dá sentido ao preenchimento da 
ficha A (e ao trabalho do ACS).
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ECR-CS: O que já sabemos? 
(Revisão Integrativa: dados parciais)
Revisão Integrativa: a ERCS? 
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• Realizada RI a partir do artigo índice nas bases de 
dados SciELO, LILACs e Google Acadêmico 
• Unitermos “Escala de Risco de Coelho”, “Visita 
Domiciliar”, “Atenção Domiciliar” e busca a partir 
da citação do artigo índice. 
• Contribuições importantes para redefinição do foco 
da ECR-CS, com críticas pertinentes.
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• “identificar a necessidade de práticas educativas em 
saúde (...), gerar conteúdos e ações coletivas voltadas 
para aquisição de hábitos saudáveis.” 
Santos SMR, Jesus MCP, Peyroton, et al. 
J. res.: fundam. care. online 2014 
• necessidade de atualização constante ... Pela possível 
migração de famílias do escore R2 para R3 e vice versa, 
frente à dinâmica do território vivo. 
Melo; Vilar; Ferreira; Pereira; Carneiro; 
Freitas; Diniz Jr. Revista Brasileira de 
Inovação Tecnológica em Saúde (2013)
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• Favorece planejamento ações de saúde para 
população 
Ferraz, TAC; Alves, KR; Cavalcanti, TPO et 
al . CBMFC 2008; 
Elia PC; Nascimento, MC. Physis Revista 
de Saúde Coletiva 2011 
Menezes, AHR et al. Cienc Cuid Saude 
2012 
• “Subsidios para la planificación de las visitas 
domiciliares, la implementación de acciones de 
vigilancia de salud y mayor comprensión de los 
profesionales de la salud sobre las vulnerabilidades de 
las familias atendidas.” 
Nakata, PT et al. Rev. Latino-Am. 
Enfermagem 2013
Revisão Integrativa: a ERCS? 
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• avaliação a partir de um conjunto de fatores, nem 
sempre explícitos, ajuda a incluir componentes sociais, 
ambientais e clínicos, a mobilizar a relação médico-paciente- 
família/ equipe-paciente-família. 
• noção de um risco ampliado, problematização sobre 
“necessidades de saúde” na perspectiva da integralidade. 
• exercício de desmanchar o raciocínio linear causa-efeito, 
problema-solução (...) intervenção não se desenha de 
maneira simplificada, tampouco depende somente da 
ação e da tecnologia médica. 
Pereira, JG; Martines, WRV; Campinas, 
LLSL, Chueri,PS. O mundo da Saúde São 
Paulo, 2009
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Revisão Integrativa: a ERCS? 
• (...) modo de olhar as famílias do território e, nelas, as que 
demandam um maior foco de atenção por parte da equipe, no 
sentido de planejar e implementar ações relacionadas à 
assistência clínica e à visita domiciliar do MFC. 
• Ponto de partida para a construção de redes de 
solidariedade dentro do próprio núcleo familiar, muitas vezes 
inexistentes ou precárias. 
Pereira, JG; Martines, WRV; Campinas, 
LLSL, Chueri, PS. O mundo da Saúde São 
Paulo, 2009
Revisão Integrativa: a ERCS? 
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• Priorizar as VD pelo grau de risco familiar, pelas 
microáreas de maior necessidade e direcionar o 
investimento de RH e financeiro pela necessidade das 
microregiões; 
• Atender necessidades das famílias direcionando o 
atendimento para problemáticas levantadas pela escala 
Costa, ADI; Araújo, D; Melo, JAS; Rafael, 
MEPPB, . CBMFC 2008
Revisão Integrativa: a ERCS? 
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•Potencializar a equidade e aumentar a efetividade das 
ações de prevenção e controle da cárie, além de ajudar 
na organização da demanda aos serviços de saúde bucal 
Michelon, S; Raddatz, CE; Fantinelle, LS; 
Ely, HCE. I Encontro Sul Brasileiro de 
Saúde Bucal, 2008 
• Relação direta entre o risco familiar e individual da 
doença cárie, indicando ser uma possibilidade de uso 
prático para priorizar atendimento odontológico em 
saúde coletiva. 
Silva, Amaral & Sousa. Rev Assoc Paul Cir 
Dent, 2013
Revisão Integrativa: a ERCS? 
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• Organiza os programas implantados segundo 
necessidades reais da população 
• Descreve os indicadores necessários para sistematizar 
a assistência de Enfermagem nas USF 
Ferraz, TAC; Alves, KR; Cavalcanti, TPO 
et al . CBMFC 2008 
• Enfermeiros fazem mais VD a famílias consideradas de 
médio e alto risco, médicos a famílias de menor risco. 
• Fatores que mais favorecem VD foram HAS e idoso. 
• Priorização deve ir além da estratificação de risco. 
Costa, AF; Pedroso, C; de-Lucca, N; et al. 
CBMFC, 2010.
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• (Escola) identificar a necessidade de realizar práticas 
educativas em saúde, busca de conteúdos e ações 
coletivas para sensibilização aquisição de hábitos 
saudáveis 
Santos SMR, Jesus MCP, Peyroton, et al. 
Revista de Pesquisa: Cuidado é 
Fundamental Online 2014.
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Revisão Integrativa: a ERCS? 
• Incluir outras doenças crônicas não transmissíveis como câncer, cirrose, etc., 
não sendo consideradas de risco pela escala. 
• no escore “Baixas Condições de Saneamento”, substituir por “Baixas 
Condições de Higiene”. [incluir condições intradomicílio] 
• patologias que (...) causam algum tipo de isolamento, poderiam ser 
adicionadas ao escore “Deficiência Mental”, substituído por “Isolamento Social/ 
Deficiência Mental”. 
•“Drogadição”, por “Uso de Drogas Lícitas e Ilícitas” 
• substituição do escore “deficiência física” por “Dificuldade de Locomoção” 
• considerada a idade estipulada de 60 anos 
• necessidade de um escore relacionado à “Violência Familiar” 
Dissertação de Costa, F. (2009)
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NASCIMENTO, FG et al. Ciênc. 
saúde coletiva [online]. 2010.
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MODESTO, C et al. 
UFMT Campus Cuiabá , 2014
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Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
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Considerações sobre a ERF-CS 
• Registrar “todos” os riscos da família vs. sentinelas apenas 
da Ficha A/ SIAB. SIAB é boa fonte de sentinelas? 
• ERF-CS como instrumento de avaliação da vulnerabilidade 
familiar. 
• ERF-CS como instrumento de Educação em Saúde 
mostrando interrelação entre sentinelas de vulnerabilidade. 
• Necessidade de validação e padronização de critérios de 
pontuação e/ou pontos de corte. 
•Readequação para novas fichas de cadastro que substituirão 
as fichas A, propostas pelo Sistema de Informação E-SUS
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A escala de classificação de risco familiar 
do PDAPS 
(SES-MG)
Propostas de sistematização de critérios 
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Algumas tentativas de Sistematização da VD no PSF: 
Classificação de Risco Familiar – SESMG 
1. Fatores socioeconômicos: 
• a) Alfabetização do chefe da família 
• b) Renda familiar 
• c) Abastecimento de água
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Algumas tentativas de Sistematização da VD no PSF: 
Classificação de Risco Familiar – SESMG 
• 2. Presença de condições ou patologias crônicas prioritárias: 
a) Crianças com situações de risco 
b) Adolescentes em alto risco 
c) Adultos com risco CV elevado 
d) Adultos com risco para DM 
e) Adultos com alto risco para TBC 
f) Adultos com alto risco para MH 
g) Adultos com alto risco para S.Mental 
h) Gestantes de alto risco 
i) Idosos com alto risco/ idoso frágil 
j) Outras condições definidas pela equipe
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Propostas de sistematização de critérios
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A escala de classificação de risco 
individual (idoso) 
(UFOP)
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Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
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O que é a escala? 
• Escala de Classificação de Risco Individual, baseado em sentinelas específicas 
voltadas ao idoso 
• Representa a adaptação da Escala do HAAF (SAD) às necessidades da Atenção 
Primária baseado nas sentinelas do CAB Atenção ao idoso. 
• Estabelece critérios para Visitas Domiciliares (não necessariamente AD) e 
definição de Planos de cuidados. 
• Prevê a interface com o Melhor em Casa (Portarias MS/GM 2527/2011 e 
963/2013) 
Savassi et al (2012)
Savassi et al (2012)
Savassi et al (2012)
Savassi et al (2012)
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Savassi et al (2012)
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Especialização e Residência Médica em 
AD: quando e como?
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Cursos de Especialização: UnASUS 
• Início: 2015. 
• Público-alvo: 
– Médicos 
– Enfermeiros 
Profissionais das 
EMAD 
300 vagas para cada 
• Carga Horária de 390 horas 
• Certificação pelas IES responsáveis
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Cursos de Especialização 
• 3 Eixos: 
– Um eixo de implantação e gestão do Serviço 
– Um eixo clínico de Campo 
– Um eixo clínico (Médicos) x de Procedimentos 
(Enfermeiros) para cada Núcleo 
• TCC e avaliações (provas) presenciais.
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Cursos de Especialização 
• 1º Eixo: 
Introdução: AD – Diagnóstico e inserção na Rede 
Implantação e gerenciamento de um Serviço de AD 
Judicialização da Atenção Domiciliar 
Gestão do cuidado 
Abordagem de Cuidadores 
Abordagem Familiar
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Cursos de Especialização 
• 2º Eixo: 
– Situações clínicas Materno-Infantis: quadros 
clínicos e situações mais comuns na AD à gestante 
de AD na faixa etária pediátrica 
– Situações clínicas adulto: , oxigenoterapia e 
ventilação mecânica 
– Situações clínicas Idoso: Situações clínicas 
comuns, terminalidade e o óbito no domicílio
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Cursos de Especialização 
• 3º Eixo: Médico 
– 24 intercorrências clínicas mais comuns no 
domicílio, sua abordagem e tratamento; 
• 3º Eixo: Enfermeiros 
– Procedimentos comuns no domicílio;
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Análise de cenário: Especialização Médica 
• Mercado de trabalho em amplo crescimento; 
• Financiamento x falta de médicos capacitados 
(realidade dos subsetores público e privado) 
• Serviços com expertise x campo da prática de 
serviços de alocação municipal; 
• Competências específicas;
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Análise da formação: 
• Em qual nível de Especialização (R1? R3?)? 
• Especialidade médica x área de atuação? 
• Quais especialidades seriam pré-requisitos? 
• Qual seria a duração/ tempo da formação? 
• Quais cenários práticos e quais cenários de 
apoio?
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Competências do Médico: 
• CONHECIMENTOS: Quadros clínicos e 
intercorrências mais comuns. 
• HABILIDADES : Procedimentos no domicílio, 
procedimentos do domicílio, ODT e VMD, 
estomias, sondagens, nutrologia, prevenção. 
• POSTURA: respeito ao espaço do outro, visão 
ampliada, gestão da clínica e do cuidado, 
hermenêutica, competência cultural,
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Configurando uma grade?
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Configurando uma grade? 
• Diretrizes da AD: conceitos, pressupostos, 
princípios, evidências [C] 
• Gestão da AD: Critérios, Implantação, 
Monitoramento, Avaliação [C] [H] 
• Perfil de elegibilidade e de alta [C] 
• Abordagem do cuidador [H] [P] 
• Judicialização na AD [H] [P]
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Configurando uma grade? 
• Gestão do cuidado [C] [H] 
• Abordagem familiar [C] [H] [P] 
• Classificação de complexidade [C] [H] 
• Situações Clínicas Comuns [C] [H] 
• Procedimentos comuns [H] 
• Cuidados Paliativos [C] [H] [P] 
• O óbito no domicílio [P] 
• Abordagem da violência [H] [P]
A Visita Domiciliar do MFC 
Leonardo Cançado Monteiro Savassi 
Universidade Federal de Ouro Preto 
Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período 
Como montar o programa? 
• Elementos da APS/ MFC; 
• Elementos da Medicina Intensiva; 
• Elementos da Medicina Interna; 
• Elementos multiprofissionais necessários. 
Ou seja, HOJE não há uma especialidade médica 
que abarque todos os elementos em seus 
PRM.
A Visita Domiciliar do MFC 
Leonardo Cançado Monteiro Savassi 
Universidade Federal de Ouro Preto 
Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período 
Como montar o programa? 
• Campo da prática: Treinamento em serviço intercalado 
entre APS, hospital, CTI/ UTI (treinamento de 
habilidades) e o próprio domicílio. 
• Conteúdo teórico: voltado para os elementos clínicos 
mais prevalentes na AD. 
• Treinamento de habilidades: abordagem do cuidador, 
da família, das situações de vulnerabilidade, violência e 
condições sociais ligadas ao domicílio.
A Visita Domiciliar do MFC 
Leonardo Cançado Monteiro Savassi 
Universidade Federal de Ouro Preto 
Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período 
Como montar o programa? 
• Ferramentas de acesso (celular/ prontuário/ 
T.I.C.). 
• Cuidado baseado em evidências e ao longo do 
tempo. 
• Integralidade da Atenção e advocacia do 
paciente. 
• Coordenação da rede de atenção, da equipe e 
gestão do cuidado. Método de registro próprio.
A Visita Domiciliar do MFC 
Leonardo Cançado Monteiro Savassi 
Universidade Federal de Ouro Preto 
Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período 
Como montar o programa? 
• Elementos de Abordagem da Família 
• Entendimento das questões culturais que 
envolvem a família e o indivíduo. 
• Incorporar prevenção e promoção da saúde 
sempre que possível. 
• Negociação de papéis da equipe. 
• Reconhecimento dos fatores do contexto. 
• RMP: duradoura, intensa, contra-transferência.
A Visita Domiciliar do MFC 
Leonardo Cançado Monteiro Savassi 
Universidade Federal de Ouro Preto 
Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período 
Conclusões: especialização médica em AD 
• Muitas especificidades = conhecimento próprio; 
• Habilidades do cuidado em locus diferencial; 
• Elementos de campo e núcleo = trabalho em 
equipe como parte do treinamento em serviço; 
• Habilidade/ Postura = treinamento em serviço; 
• Volume de conteúdos que demanda um tempo 
provavelmente ampliado
A Visita Domiciliar do MFC 
Leonardo Cançado Monteiro Savassi 
Universidade Federal de Ouro Preto 
Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período 
Conclusões: especialização médica em AD 
• Momento ímpar na construção da 
“especialidade”: demanda de um mercado de 
trabalho em ampliação (público e suplementar) 
• Amplas opções de campos da prática 
• Estrategicamente: área de atuação x 
especialidade própria x subespecialidade? 
• Papel de todos os atores: Serviços/ Associações/ 
Entidades Governo/ Profissionais
A Visita Domiciliar do MFC 
Leonardo Cançado Monteiro Savassi 
Universidade Federal de Ouro Preto 
Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período 
• A excelência do atendimento 
“As visitas devem ser realizadas inicialmente em equipe, o que 
possibilita um agendamento de tarefas multiprofissionais em 
conformidade com um debate prévio. 
Neste momento o ACS deve sempre encabeçar o grupo, procurando-se 
legitimar a sua representatividade. 
Agendar a VD por vezes representa um dilema na equipe. Em alguns 
casos, há a necessidade de conhecer a família na sua espontaneidade 
cotidiana, o que pode entretanto gerar problemas quanto a invasão 
da privacidade desta. 
• (continua...) 
Finalmente...
Finalmente... 
A Visita Domiciliar do MFC 
Leonardo Cançado Monteiro Savassi 
Universidade Federal de Ouro Preto 
Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período 
• A excelência do atendimento 
A espontaneidade deve ser uma marca na visita domiciliar, 
compreendendo-se que é um momento impregnado de imaginários 
trazidos a partir do reconhecimento do papel do antigo médico da 
família. 
Os problemas devem ser atraídos de forma progressiva, um 
verdadeiro exercício de hermenêutica aprofundado na leitura dos 
objetos e dos silêncios, com uma semiologia repleta de interfaces e 
sujeitos. 
Ao final, deve-se sempre proporcionar encaminhamentos e 
atribuições bem claros.” 
• COELHO, FLG, SAVASSI, LCM – RBMFC, 2004
Finalmente... 
A Visita Domiciliar do MFC 
Leonardo Cançado Monteiro Savassi 
Universidade Federal de Ouro Preto 
Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período 
• Qual a primeira pergunta a ser feita 
ao entrar no domicílio?
A Visita Domiciliar do MFC 
Leonardo Cançado Monteiro Savassi 
Universidade Federal de Ouro Preto 
Disciplina de Medicina de Família e Comunidade 
Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período 
Obrigado! 
Leonardo C M Savassi 
leosavassi@gmail.com 
http://sites.google.com/site/leosavassi

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Demonstração da Visita Domiciliar no MFC

  • 1. Demonstração de Ferramentas da Prática de Visita Domiciliar do MFC Leonardo C M Savassi
  • 2. O Objetivo de hoje é apresentar: A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período - Algumas idéias a respeito da Visita Domiciliar na APS; - Legislação pertinente. - Informações da Atenção Domiciliar na APS mundial; - Propostas de sistematização de critérios; - Linha-guia AMMFC/ SESMG sobre AD1 - Mercado de trabalho para o Médico em AD
  • 3. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período IDÉIAS E DEFINIÇÕES.
  • 4. A Atenção Domiciliar na Saúde da Família A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Algumas frases sobre a VD no PSF: “O atendimento domiciliar é um atendimento de exceção” Ana Maria Sant’Ana (RBMFC) “O Médico e a Enfermeira devem visitar todas as famílias no período de um ano” Desconhecido – argumento da DRS de Sete Lagoas Trabalhar com famílias em situação de vulnerabilidade, atender pessoas em privação de mobilidade, construir redes de apoio a cuidadores extenuados, executar em domicílio planos terapêuticos baseados em evidência científica de ponta: de simples este cuidado não tem nada. Eno Dias de Castro Filho (GHC)
  • 5. A Atenção Domiciliar na Saúde da Família A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Algumas frases sobre a VD no PSF: “Many of the illnesses seen in family practice cannot be fully understood unless they are seen in their personal, family and social context.” Ian McWhinney (A Textbook of Family Medicine) “A casa está na esfera central de todas as ações, está no centro de todos os níveis.” Mariana Borges Dias (GESF/AMMFC) “VD em saúde da família é iminentemente multiprofissional” Vinicius Araújo Oliveira (GESF/AMMFC)
  • 6. A Atenção Domiciliar na Saúde da Família A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Algumas frases sobre a VD no PSF: “O atendimento ao paciente em domicílio não deve ser feito por profissional médico ou de enfermagem em todas as circunstâncias, sendo esta ação não custo-efetiva (...). Por outro lado, torna-se claro o papel da Visita Domiciliar no cuidado ao paciente acamado temporariamente, no paciente restrito ao leito ou ao lar, no paciente sem condições de acesso a Unidade de Saúde da Família (...) . Neste caminho entre o necessário e o não indicado, situam-se inúmeros casos não definidos por protocolos, diretrizes ou referenciais teóricos que tem sido individualizados pelas Equipes de acordo com a demanda de atendimentos, e com a disponibilidade para atividades "extraconsultórios". Referencial teórico do Grupo de Estudos em Saúde da Família
  • 7. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período LEGISLAÇÃO PERTINENTE: A Política Nacional de Atenção Domiciliar
  • 8. Assistência e Internação Domiciliar A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Algumas definições: ANVISA e Portaria MS 2529/2006 A RDC nº 11, de 26/01/06, da ANVISA e a Portaria MS 2529/2006 definiam os seguintes conceitos em AD: Atenção domiciliar: termo genérico que envolve ações de promoção à saúde, prevenção, tratamento de doenças e reabilitação desenvolvidas em domicílio. Assistência domiciliar: conjunto de atividades ambulatoriais, programadas e continuadas desenvolvidas em domicílio. Internação Domiciliar: conjunto de atividades prestadas no domicílio, caracterizadas pela atenção em tempo integral ao paciente com quadro clínico mais complexo e com necessidade de tecnologia especializada. Portaria MS 2529/2006 RDC nº11, de 26 de janeiro de 2006
  • 9. Assistência e Internação Domiciliar Algumas definições: PNAB 2011 A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período • Processo de trabalho das eAB: VI - Realizar atenção à saúde na UBS, no domicílio, ... XII - Realizar atenção domiciliar a usuários que possuam problemas de saúde controlados/ compensados e com dificuldade ou impossibilidade física de locomoção até uma UBS, que necessitam de cuidados com menor frequência e menor necessidade de recursos de saúde, e realizar o cuidado compartilhado com as equipes de AD nos demais casos. Portaria MS/GM nº 2.488/2011
  • 10. Assistência e Internação Domiciliar Algumas definições: Portaria MS 2527/2011 A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período • A Atenção Domiciliar: “Consiste numa modalidade de atenção à saúde substitutiva ou complementar às já existentes, caracterizada por um conjunto de ações de promoção à saúde, prevenção e tratamento de doenças e reabilitação prestadas em domicílio, com garantia de continuidade de cuidados e integrada às redes de atenção à saúde.”(BRASIL, 2011) Portaria MS/GM nº 2.527/2011
  • 11. Assistência e Internação Domiciliar Algumas definições: Portaria MS 2527/2011 AD 1 A AD1 é de responsabilidade das equipes de Atenção Básica, por meio de VD regulares, no mínimo, uma vez por mês. As eAB que executarem AD1 serão apoiadas pelos NASF e ambulatórios de especialidades e de reabilitação. AD 2 usuários com problemas de saúde + dificuldade ou impossibilidade física de locomoção até uma UBS com maior frequência de cuidado, recursos de saúde e acompanhamento contínuo. AD 3 usuários com problemas de saúde + dificuldade ou impossibilidade física de locomoção até uma UBS com maior frequência de cuidado, recursos de saúde e acompanhamento contínuo e uso de equipamentos. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período • A AD será organizada em três modalidades: Portaria MS/GM nº 2.527/2011
  • 12. Assistência e Internação Domiciliar Algumas definições: Portaria MS 2527/2011 A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período • Equipes da Atenção Domiciliar: Art. 15. A EMAD terá a seguinte composição mínima: I - 2 médicos com CH mínima de trabalho de 20 h semanais ou 1 médico com CH de 40 hs semanais; II - 2 enfermeiros com CH mínima de trabalho de 20 h semanais ou 1 enfermeiro com CH de trabalho de 40 h semanais; III - 1 fisioterapeuta com CH mínima de 30 h por semana ou 1 assistente social com CH mínima de 30 h por semana; e IV -4 auxiliares/técnicos de enfermagem com CH de 40 h semanais. Portaria MS/GM nº 2.527/2011
  • 13. Assistência e Internação Domiciliar Algumas definições: Portaria MS 2527/2011 V - odontólogo; VI - psicólogo; VII - farmacêutico; e VIII - terapeuta ocupacional. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período • Equipes da Atenção Domiciliar: Art. 16. A EMAP será constituída por, no mínimo, 3 profissionais de saúde de nível superior, com CH semanal mínima de trabalho de 30h, eleitos de acordo com a necessidade local entre as seguintes categorias profissionais: I - assistente social; II - fisioterapeuta; III - fonoaudiólogo; IV - nutricionista; Portaria MS/GM nº 2.527/2011
  • 14. Assistência e Internação Domiciliar Algumas definições: Portaria MS 2527/2011 A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Atenção Domiciliar 1 (AD1) destina-se aos usuários que: I - possuam problemas de saúde controlados/compensados e com dificuldade ou impossibilidade física de locomoção até uma unidade de saúde; II - necessitem de cuidados de menor complexidade, incluídos os de recuperação nutricional, de menor frequência, com menor necessidade de recursos de saúde e dentro da capacidade de atendimento das Unidades Básicas de Saúde (UBS); e III - não se enquadrem nos critérios previstos para as modalidades AD2 e AD3 descritos nesta Portaria. Portaria MS/GM nº 2.527/2011
  • 15. Assistência e Internação Domiciliar Algumas definições: Portaria MS 2527/2011 • Critérios de inclusão na AD2: ao menos, uma das seguintes: I - demanda por procedimentos de maior complexidade no domicílio, tais como: curativos complexos e drenagem de abscesso, entre outros; II - dependência de monitoramento frequente de sinais vitais; III - necessidade frequente de exames de laboratório de menor complexidade; IV - adaptação do usuário e/ou cuidador ao uso do dispositivo de traqueostomia; V - adaptação do usuário ao uso de órteses/próteses/ VI – sondas/ ostomias; VII - acompanhamento domiciliar em pós-operatório; VIII - reabilitação de pessoas com deficiência permanente ou transitória, que necessitem de atendimento contínuo, até apresentarem condições de frequentarem serviços de reabilitação; IX - uso de aspirador de vias aéreas para higiene brônquica; X - acompanhamento de ganho ponderal de RN baixo peso; XI - Necessidade de atenção nutricional permanente ou transitória; XII- necessidade de cuidados paliativos; XIII - necessidade de medicação EV ou SC; XIV- necessidade de fisioterapia semanal. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Portaria MS/GM nº 2.527/2011
  • 16. Assistência e Internação Domiciliar Algumas definições: Portaria MS 2527/2011 • Critérios de inclusão na AD3: I - existência de pelo menos uma das situações admitidas como A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Portaria MS/GM nº 2.527/2011 critério de inclusão para a AD2; e II - necessidade do uso de, no mínimo, um dos seguintes equipamentos/ procedimentos: a) oxigenoterapia e Suporte Ventilatório não invasivo (Pressão Positiva Contínua nas Vias Aéreas (CPAP), Pressão Aérea Positiva por dois Níveis (BIPAP), Concentrador de O2; b) diálise peritoneal; e c) paracentese.
  • 17. Assistência e Internação Domiciliar Algumas definições: Portaria MS 2527/2011 A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período São requisitos para que os Municípios tenham SAD: • I - apresentar população igual ou superior a 100.000 (cem mil) habitantes, com base na população estimada pelo IBGE; • II - estar coberto SAMU ou possuir serviço móvel local de atenção às urgências; e • III - possuir hospital de referência no Município ou região que o integra." (NR) Portaria MS/GM nº 2527/2011
  • 18. Assistência e Internação Domiciliar Algumas definições: Portaria MS 1.533/2012 A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período São requisitos para que os Municípios tenham SAD: • I - apresentar população igual ou superior a 40.000 (quarenta mil) habitantes, com base na população estimada pelo IBGE; • II - estar coberto SAMU ou possuir serviço móvel local de atenção às urgências; e • III - possuir hospital de referência no Município ou região que o integra. (NR) Portaria MS/GM nº 1533/2012
  • 19. Assistência e Internação Domiciliar Algumas definições: Portaria MS 963/2013 A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período São requisitos para que os Municípios tenham SAD: I - apresentar população igual ou superior a 20.000 (vinte mil) habitantes, com base na população estimada pelo IBGE; II - estar coberto SAMU ou possuir serviço móvel local de atenção às urgências; e III - possuir hospital de referência no Município ou região que o integra. Nos Municípios com população superior a 40.000 habitantes, a cobertura por serviço móvel local de atenção às urgências diferente do SAMU 192 será, também, considerada requisito para a implantação de um SAD. Portaria MS/GM nº 963/2013
  • 20. Assistência e Internação Domiciliar Algumas definições: Portaria MS 963/2013 A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Art. 7º As equipes de atenção domiciliar que compõem o SAD são: I - EMAD, que pode ser constituída como: a) EMAD Tipo 1; e b) EMAD Tipo 2; e II - EMAP. Portaria MS/GM nº 963/2013
  • 21. Assistência e Internação Domiciliar Algumas definições: Portaria MS 963/2013 A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Art. 8º A EMAD terá a seguinte composição mínima: I - EMAD Tipo 1: a) médicos, com somatório de CH semanal mínimo 40 h de trabalho; b) enfermeiros, com somatório de CHS de, no mínimo, 40 h de trabalho; c) fisioterapeuta e/ou assistente social, com somatório de CHS mínimo, 30h; d) - auxiliares/técnicos de enfermagem, com somatório de CHS mínimo, 120 h; II - EMAD Tipo 2: a) médico, com CHS mínimo 20h de trabalho; b) enfermeiro, com CHS mínimo 30h de trabalho; c) 1 fisioterapeuta ou 1 assistente social com CHS mínimo 30 h de trabalho; e d) auxiliares/técnicos de enfermagem, com somatório de CHS mínimo, 120 h. Parágrafo único. Nenhum profissional componente de qualquer EMAD poderá ter CHS inferior a 20 (vinte) horas de trabalho. Portaria MS/GM nº 963/2013
  • 22. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Atenção Domiciliar na Atenção Primária Mundial e no Brasil.
  • 23. A Atenção Domiciliar na APS mundial A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Algumas informações sobre a VD em Atenção Primária: • EEUU
  • 24. A Atenção Domiciliar na APS mundial A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Algumas informações sobre a VD em Atenção Primária: EEUU • Entre 1989-1995, o número de pacientes sob cuidados domiciliares no Medicare quase dobrou (3.5 milhões), e o número de agências de home health care aumentou 50%. • O número de VDs por médicos declinou dramaticamente no século passado, com queda expressiva após a II Guerra Mundial. • VDs eram: 40% de todos os contatos entre médicos e pacientes em 1930 10% em 1950 0.6% em 1980. AMA, 1997
  • 25. A Atenção Domiciliar na APS mundial A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período • Algumas informações sobre a VD em Atenção Primária: • REINO UNIDO
  • 26. A Atenção Domiciliar na APS mundial A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Algumas informações sobre a VD em Atenção Primária: REINO UNIDO • 60 GPs in England and Wales. • 502 493 patients visited at home (Sept 1991 - Aug 1992) • Home Visits: 10.1% of contacts with GPs • Annual home visiting rate = 299/1000 patient years. • Ratios declined from 411/1000 (1981-2) to 299/1000 (1991-2) • 1% of the patients accounted for nearly 40% of all home visits. Aylin, P. et al. BMJ 1996;313:207-210 Copyright ©1996 BMJ Publishing Group Ltd.
  • 27. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Home visiting rates per 1000 patient years by age group and sex Aylin, P. et al. BMJ 1996;313:207-210 Copyright ©1996 BMJ Publishing Group Ltd.
  • 28. Percentage of patients requiring home visits. Denominator adjusted to take account of patients not present for whole year of study A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Aylin, P. et al. BMJ 1996;313:207-210 Copyright ©1996 BMJ Publishing Group Ltd.
  • 29. A Atenção Domiciliar na APS mundial A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Algumas informações sobre a VD em Atenção Primária: CANADÁ
  • 30. A Atenção Domiciliar na APS mundial A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Algumas informações sobre a VD em Atenção Primária: CANADÁ • 696 GPs Quebec => 487 (70.0%) responded => 283 (58.1%) reported making home visits. • home visits in the most recent week of work: mean of 11.5% of all their medical appointments. 118 (41.7%) 5 or fewer 65 (23.0%) 6 to 10 100 (35.3%) 11 or more
  • 31. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período CLSC: community centres for social and health services FMU: family medicine units
  • 32. A Atenção Domiciliar na Saúde da Família A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Algumas informações sobre a VD em Atenção Primária: BRASIL • 6 Municípios do RJ com Instituições Acadêmicas onde se desenvolve o Centro de Treinamento em Saúde da Família. • 209 profissionais – 78 médicos/ 131 enfermeiras • - Média de 7.1 dias (médicos) e 8.1 dias (enfermeiras)/mês. • - Circunstâncias das VDs: restrito ao leito (30.7% médicos/ 20.6% enfermeiras) x sem restrição. - O que motiva a visita: Planejamento semanal de equipe (69.2% médicos, 61.1% enfermeiras) – único dos motivadores relacionados ao maior número de VDs. Peres et al.
  • 33. A Atenção Domiciliar na Saúde da Família A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Algumas informações sobre a VD em Atenção Primária: BRASIL • 76 congressistas Mineiros, 46 Médicos. Igual distribuição sexos. • - μ 3,75 VDs/semana (médicos). - μ 9,37% do tempo dedicado a VD (médicos). Opinião sobre a importância da Visita Domiciliar (geral) Opinião Freqüência Percentual Dispensável 0 0 De exceção 3 3,9 Importante 28 36,8 Indispensável 45 59,2 Total 76 100,0 Savassi et al (2009)
  • 34. A Atenção Domiciliar na Saúde da Família A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período - Quantas Visitas Domiciliares você faz em sua equipe por semana? μ= 4,4 VD (1-14) - Qual a Proporção de tempo da sua semana é usado em VD? μ= 4,1 horas (1-15) tempo de VD Enfermeiro 52,94 Medico 60,34 0,020 0,193 0,801 Savassi et al (2009)
  • 35. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período A Atenção Domiciliar na Saúde da Família Algumas informações sobre a VD em Atenção Primária: BRASIL Savassi et al (2009)
  • 36. A Atenção Domiciliar na Saúde da Família A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Algumas informações sobre a VD em Atenção Primária: BRASIL Porcentagem de pacientes visitados por faixa etária Savassi et al (2009)
  • 37. A Atenção Domiciliar na Saúde da Família A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Algumas informações sobre a VD em Atenção Primária: BRASIL • Grande diversidade de ações e critérios. • Como país de proporções continentais, há grandes desafios que dependem da realidade local: uma visita domiciliar no interior do Pará é extremamente diferente de uma visita domiciliar em um bairro de Diamantina. • Considerações sobre a atenção domiciliar rural x urbana são totalmente pertinentes. • Considerações sobre área de risco e vulnerabilidade social, bem como índices de periculosidade são mais pertinentes ainda.
  • 38. A Atenção Domiciliar na Saúde da Família A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período O papel da ESF na atenção domiciliar: uma conta a ser feita? IMPORTÂNCIA DA VD = Quadro individual + Risco Familiar + Risco Social + EFETIVIDADE DA VD População de cobertura + Condições de Acesso + tempo disponível
  • 39. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Proposta de atuação: A linha guia da AMMFC/ SES-MG
  • 40. Quem executa a Visita Domiciliar? A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período As atividades de assistência domiciliar não são exclusivas, mas pertencem principalmente aos profissionais da atenção básica: tanto pelo fato de estarem localizados mais próximos do domicílio, quanto pela possibilidade de desenvolverem as ações e serviços de modo longitudinal (LG SESMG/AMMFC)
  • 41. Quem executa a Visita Domiciliar? A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período O ACS visita mensalmente todos os domicílios da área, é aquele que mais visita. É quem identifica as demandas e negocia a visita de outros membros ao domicílio, é o que encabeça a intervenção. Atua como elo entre equipe e comunidade, contribuindo com o seu saber para o enriquecimento do projeto terapêutico. (LG SESMG/AMMFC)
  • 42. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período CritériosRe sdolauti vLidaidneha Guia O problema apresentado é resolutivo no nível da atenção básica? A VD é uma solução possível? Razoabilidade No caso específico do usuário, a VD é A MELHOR solução, com os melhores resultados? Tem a melhor relação custo benefício? Aderência do usuário e sua família ao acompanhamento Se o propósito maior da visita é ofertar orientações que enriqueçam o processo de construção da saúde daquele núcleo familiar, não há motivo para realizá-la junto àqueles que não estão dispostos a se co-responsabilizar pelo seu bem-estar. Há disposição e engajamento da família e usuário para receber uma visita? (LG SESMG/AMMFC)
  • 43. Autorização do usuário e da família É fundamental que o grupo familiar esteja ciente do objetivo da visita e consinta na realização da mesma, inclusive de forma escrita, cujo termo de consentimento deverá ser anexado ao prontuário. Em um primeiro momento, esta autorização deve ser negociada com o ACS. Os objetivos desta atividade e esta permissão para entrar na intimidade daquele lar estão claros para a equipe e usuário? A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período (LG SESMG/AMMFC)
  • 44. Infra-estrutura domiciliar Grande parte dos documentos consultados orienta a considerar a falta de infra-estrutura no domicílio como critério de exclusão para assistência domiciliar; contudo, cabe fazermos uma reflexão e pesar o fato de que um critério como esse exclui ainda mais aqueles que já são normalmente excluídos, e que, via de regra, são os que mais necessitam da intervenção. A falta de infra-estrutura, mais do que critério excludente, deve instigar a equipe à prática intersetorial, estimulando a busca por outros equipamentos sociais, ampliando a rede de apoio e promovendo a saúde ambiental. Portanto, para uma análise e propostas que levem em conta as necessidades dos usuários e famílias, é preciso responder: Com qual infra-estrutura irei me deparar nesta visita? Quem mais poderia ajudar no cuidado com esta família? Existe estrutura para o cuidado que pretendo promover ou precisarei planejar primeiro uma estrutura para tal? A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período (LG SESMG/AMMFC)
  • 45. Critérios da Linha Guia A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período • ótica da equidade no sistema • questionar: a VD é a ferramenta ideal? • cada caso é único • flexibilidade e ponderação da equipe • designação do(s) profissional(is) para a visita (reunião de equipe) de acordo com a necessidade do usuário naquele momento. (LG SESMG/AMMFC)
  • 46. Critérios da Linha Guia – Candidatos a VD A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período • Usuários acamados e/ou restritos ao domicílio, de forma temporária ou permanente, incluindo condições clínicas especiais (pós-operatórios, puérperas, entre outros); • Usuários com arranjos sócio-econômico-familiares frágeis, cuja instabilidade esteja interferindo direta ou indiretamente no seu estado de saúde; (LG SESMG/AMMFC)
  • 47. Critérios da Linha Guia – Candidatos a VD A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período • Usuários com comprometimentos cujas origens possam ser melhor esclarecidas com o conhecimento do contexto doméstico e familiar (visita domiciliar para investigação); • Usuários com limitações funcionais (subseqüentes a comprometimentos de ordem física ou mental), cujos déficits estejam causando prejuízos no desempenho das atividades de vida diária e auto-cuidado. (LG SESMG/AMMFC)
  • 48. Critérios da Linha Guia – Papel do Visitador A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período • Protagonismo, criatividade e inovação; • Empatia e dinamismo; • Tomada de decisões, resolução de problemas e mediação de conflitos • Trabalhar em equipe de maneira interdisciplinar; • Capacidade técnica; • Boa interação com família e cuidadores; (LG SESMG/AMMFC)
  • 49. Critérios da Linha Guia – Papel do Visitador A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período • Respeito às diferenças de valores e a variedade cultural; • Olhar ampliado (ver além do corpo doente); • Capacidade de acolhimento e formação de vínculos; • Consciência e atuação em rede; • Compreender o indivíduo como co-autor do processo de sua saúde; • Estar sempre disponível para esclarecer a família; (LG SESMG/AMMFC)
  • 50. A excelência do atendimento A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período A visita domiciliar enquanto ferramenta da equipe cumpre o seu papel na saúde: responde aos 4 princípios básicos da Atenção Primária e aos 3 princípios doutrinários do SUS: Princípios da APS Princípios Doutrinários SUS Acessibilidade Universalidade de acesso Longitudinalidade Eqüidade na assistência Integralidade Integralidade da assistência. Coordenação
  • 51. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período SISTEMATIZAÇÃO DE CRITÉRIOS
  • 52. Propostas de sistematização de critérios A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Atenção domiciliar só se configura como instrumento de intervenção quando planejada e sistematizada, de outra forma configura-se como mera atividade social. (LG SESMG/AMMFC)
  • 53. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período A escala de classificação de risco (vulnerabilidade) familiar (Escala de Coelho-Savassi)
  • 54. Propostas de sistematização de critérios A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Escala Avaliação de Risco Familiar – Escala de Coelho- Savassi • Escala de risco familiar baseada na ficha A do SIAB que utiliza sentinelas de risco avaliadas na primeira VD pelo ACS. • Instrumento simples de análise do risco familiar, não necessitando a criação de nenhuma nova ficha ou escala burocrática. • Criada como uma tentativa de Sistematização da VD na APS/ ESF Coelho & Savassi (2004)
  • 55. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período
  • 56. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Justificativa Sentinelas de Risco Relevância epidemiológica Relevância sanitária Impacto na dinâmica familiar Acamado x x Deficiências física e mental x x Baixas condições de x x saneamento Desnutrição grave x x x Drogadição x x Desemprego x x x Analfabetismo x x x Menor de seis meses x x Maior de 70 anos x x Hipertensão arterial sistêmica x x Diabetes mellitus x x Relação morador/cômodo x x x Savassi, Lage & Coelho (2012)
  • 57. Propostas de sistematização de critérios A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período • Exemplo: “Uma família possui 2 acamados, sendo que um deles é um idoso de 75 anos de idade e hipertenso. O outro acamado é deficiente físico (amputação traumática de membros inferiores). Ambos são analfabetos. Não existem outras sentinelas de risco nesta família.” Escore familiar final: 13 (3+3+1+1+3+1+1) Savassi, Lage & Coelho (2012)
  • 58. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período O que é a ECRCS?
  • 59. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Propostas de sistematização de critérios Escala Avaliação de Risco Familiar – Escala de Coelho-Savassi • Escala de risco familiar baseada na ficha A do SIAB que utiliza sentinelas de risco avaliadas na primeira VD pelo ACS. • Instrumento simples de análise do risco familiar, não necessitando a criação de nenhuma nova ficha ou escala burocrática. • Criada como uma tentativa de Sistematização da VD na APS/ ESF Coelho & Savassi (2004)
  • 60. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Coelho & Savassi (2004)
  • 61. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Justificativa Sentinelas de Risco Relevância epidemiológica Relevância sanitária Impacto na dinâmica familiar Acamado x x Deficiências física e mental x x Baixas condições de x x saneamento Desnutrição grave x x x Drogadição x x Desemprego x x x Analfabetismo x x x Menor de seis meses x x Maior de 70 anos x x Hipertensão arterial sistêmica x x Diabetes mellitus x x Relação morador/cômodo x x x Savassi, Lage & Coelho (2011)
  • 62. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período O que é a ECRCS?
  • 63. O que não é a ERCS? A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período • Não é uma escala de classificação de riscos individuais • Não é uma escala que classifica todos os riscos da presentes na família. • Não é uma classificação estática da família. • Não é uma escala para fins de abordagem da dinâmica familiar, embora possa contribuir para tal.
  • 64. O que é a ERCS? A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período • Um instrumento que auxilia na avaliação da vulnerabilidade (principalmente social) da família • Um instrumento de grande importância no planejamento da equipe = dinâmico • Índice que usa instrumentos simples do cotidiano da equipe (ficha A, SIAB), sem novas escalas burocráticas = dá sentido ao preenchimento da ficha A (e ao trabalho do ACS).
  • 65. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período ECR-CS: O que já sabemos? (Revisão Integrativa: dados parciais)
  • 66. Revisão Integrativa: a ERCS? A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período • Realizada RI a partir do artigo índice nas bases de dados SciELO, LILACs e Google Acadêmico • Unitermos “Escala de Risco de Coelho”, “Visita Domiciliar”, “Atenção Domiciliar” e busca a partir da citação do artigo índice. • Contribuições importantes para redefinição do foco da ECR-CS, com críticas pertinentes.
  • 67. Revisão Integrativa: a ERCS? A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período • “identificar a necessidade de práticas educativas em saúde (...), gerar conteúdos e ações coletivas voltadas para aquisição de hábitos saudáveis.” Santos SMR, Jesus MCP, Peyroton, et al. J. res.: fundam. care. online 2014 • necessidade de atualização constante ... Pela possível migração de famílias do escore R2 para R3 e vice versa, frente à dinâmica do território vivo. Melo; Vilar; Ferreira; Pereira; Carneiro; Freitas; Diniz Jr. Revista Brasileira de Inovação Tecnológica em Saúde (2013)
  • 68. Revisão Integrativa: a ERCS? A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período • Favorece planejamento ações de saúde para população Ferraz, TAC; Alves, KR; Cavalcanti, TPO et al . CBMFC 2008; Elia PC; Nascimento, MC. Physis Revista de Saúde Coletiva 2011 Menezes, AHR et al. Cienc Cuid Saude 2012 • “Subsidios para la planificación de las visitas domiciliares, la implementación de acciones de vigilancia de salud y mayor comprensión de los profesionales de la salud sobre las vulnerabilidades de las familias atendidas.” Nakata, PT et al. Rev. Latino-Am. Enfermagem 2013
  • 69. Revisão Integrativa: a ERCS? A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período • avaliação a partir de um conjunto de fatores, nem sempre explícitos, ajuda a incluir componentes sociais, ambientais e clínicos, a mobilizar a relação médico-paciente- família/ equipe-paciente-família. • noção de um risco ampliado, problematização sobre “necessidades de saúde” na perspectiva da integralidade. • exercício de desmanchar o raciocínio linear causa-efeito, problema-solução (...) intervenção não se desenha de maneira simplificada, tampouco depende somente da ação e da tecnologia médica. Pereira, JG; Martines, WRV; Campinas, LLSL, Chueri,PS. O mundo da Saúde São Paulo, 2009
  • 70. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Revisão Integrativa: a ERCS? • (...) modo de olhar as famílias do território e, nelas, as que demandam um maior foco de atenção por parte da equipe, no sentido de planejar e implementar ações relacionadas à assistência clínica e à visita domiciliar do MFC. • Ponto de partida para a construção de redes de solidariedade dentro do próprio núcleo familiar, muitas vezes inexistentes ou precárias. Pereira, JG; Martines, WRV; Campinas, LLSL, Chueri, PS. O mundo da Saúde São Paulo, 2009
  • 71. Revisão Integrativa: a ERCS? A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período • Priorizar as VD pelo grau de risco familiar, pelas microáreas de maior necessidade e direcionar o investimento de RH e financeiro pela necessidade das microregiões; • Atender necessidades das famílias direcionando o atendimento para problemáticas levantadas pela escala Costa, ADI; Araújo, D; Melo, JAS; Rafael, MEPPB, . CBMFC 2008
  • 72. Revisão Integrativa: a ERCS? A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período •Potencializar a equidade e aumentar a efetividade das ações de prevenção e controle da cárie, além de ajudar na organização da demanda aos serviços de saúde bucal Michelon, S; Raddatz, CE; Fantinelle, LS; Ely, HCE. I Encontro Sul Brasileiro de Saúde Bucal, 2008 • Relação direta entre o risco familiar e individual da doença cárie, indicando ser uma possibilidade de uso prático para priorizar atendimento odontológico em saúde coletiva. Silva, Amaral & Sousa. Rev Assoc Paul Cir Dent, 2013
  • 73. Revisão Integrativa: a ERCS? A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período • Organiza os programas implantados segundo necessidades reais da população • Descreve os indicadores necessários para sistematizar a assistência de Enfermagem nas USF Ferraz, TAC; Alves, KR; Cavalcanti, TPO et al . CBMFC 2008 • Enfermeiros fazem mais VD a famílias consideradas de médio e alto risco, médicos a famílias de menor risco. • Fatores que mais favorecem VD foram HAS e idoso. • Priorização deve ir além da estratificação de risco. Costa, AF; Pedroso, C; de-Lucca, N; et al. CBMFC, 2010.
  • 74. Revisão Integrativa: a ERCS? A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período • (Escola) identificar a necessidade de realizar práticas educativas em saúde, busca de conteúdos e ações coletivas para sensibilização aquisição de hábitos saudáveis Santos SMR, Jesus MCP, Peyroton, et al. Revista de Pesquisa: Cuidado é Fundamental Online 2014.
  • 75. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Revisão Integrativa: a ERCS? • Incluir outras doenças crônicas não transmissíveis como câncer, cirrose, etc., não sendo consideradas de risco pela escala. • no escore “Baixas Condições de Saneamento”, substituir por “Baixas Condições de Higiene”. [incluir condições intradomicílio] • patologias que (...) causam algum tipo de isolamento, poderiam ser adicionadas ao escore “Deficiência Mental”, substituído por “Isolamento Social/ Deficiência Mental”. •“Drogadição”, por “Uso de Drogas Lícitas e Ilícitas” • substituição do escore “deficiência física” por “Dificuldade de Locomoção” • considerada a idade estipulada de 60 anos • necessidade de um escore relacionado à “Violência Familiar” Dissertação de Costa, F. (2009)
  • 76. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período NASCIMENTO, FG et al. Ciênc. saúde coletiva [online]. 2010.
  • 77. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período MODESTO, C et al. UFMT Campus Cuiabá , 2014
  • 78. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Considerações sobre a ERF-CS • Registrar “todos” os riscos da família vs. sentinelas apenas da Ficha A/ SIAB. SIAB é boa fonte de sentinelas? • ERF-CS como instrumento de avaliação da vulnerabilidade familiar. • ERF-CS como instrumento de Educação em Saúde mostrando interrelação entre sentinelas de vulnerabilidade. • Necessidade de validação e padronização de critérios de pontuação e/ou pontos de corte. •Readequação para novas fichas de cadastro que substituirão as fichas A, propostas pelo Sistema de Informação E-SUS
  • 79. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período A escala de classificação de risco familiar do PDAPS (SES-MG)
  • 80. Propostas de sistematização de critérios A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Algumas tentativas de Sistematização da VD no PSF: Classificação de Risco Familiar – SESMG 1. Fatores socioeconômicos: • a) Alfabetização do chefe da família • b) Renda familiar • c) Abastecimento de água
  • 81. Propostas de sistematização de critérios A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Algumas tentativas de Sistematização da VD no PSF: Classificação de Risco Familiar – SESMG • 2. Presença de condições ou patologias crônicas prioritárias: a) Crianças com situações de risco b) Adolescentes em alto risco c) Adultos com risco CV elevado d) Adultos com risco para DM e) Adultos com alto risco para TBC f) Adultos com alto risco para MH g) Adultos com alto risco para S.Mental h) Gestantes de alto risco i) Idosos com alto risco/ idoso frágil j) Outras condições definidas pela equipe
  • 82. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Propostas de sistematização de critérios
  • 83. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período A escala de classificação de risco individual (idoso) (UFOP)
  • 84. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período
  • 85. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período O que é a escala? • Escala de Classificação de Risco Individual, baseado em sentinelas específicas voltadas ao idoso • Representa a adaptação da Escala do HAAF (SAD) às necessidades da Atenção Primária baseado nas sentinelas do CAB Atenção ao idoso. • Estabelece critérios para Visitas Domiciliares (não necessariamente AD) e definição de Planos de cuidados. • Prevê a interface com o Melhor em Casa (Portarias MS/GM 2527/2011 e 963/2013) Savassi et al (2012)
  • 86. Savassi et al (2012)
  • 87. Savassi et al (2012)
  • 88. Savassi et al (2012)
  • 89. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Savassi et al (2012)
  • 90. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Especialização e Residência Médica em AD: quando e como?
  • 91. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Cursos de Especialização: UnASUS • Início: 2015. • Público-alvo: – Médicos – Enfermeiros Profissionais das EMAD 300 vagas para cada • Carga Horária de 390 horas • Certificação pelas IES responsáveis
  • 92. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Cursos de Especialização • 3 Eixos: – Um eixo de implantação e gestão do Serviço – Um eixo clínico de Campo – Um eixo clínico (Médicos) x de Procedimentos (Enfermeiros) para cada Núcleo • TCC e avaliações (provas) presenciais.
  • 93. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Cursos de Especialização • 1º Eixo: Introdução: AD – Diagnóstico e inserção na Rede Implantação e gerenciamento de um Serviço de AD Judicialização da Atenção Domiciliar Gestão do cuidado Abordagem de Cuidadores Abordagem Familiar
  • 94. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Cursos de Especialização • 2º Eixo: – Situações clínicas Materno-Infantis: quadros clínicos e situações mais comuns na AD à gestante de AD na faixa etária pediátrica – Situações clínicas adulto: , oxigenoterapia e ventilação mecânica – Situações clínicas Idoso: Situações clínicas comuns, terminalidade e o óbito no domicílio
  • 95. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Cursos de Especialização • 3º Eixo: Médico – 24 intercorrências clínicas mais comuns no domicílio, sua abordagem e tratamento; • 3º Eixo: Enfermeiros – Procedimentos comuns no domicílio;
  • 96. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Análise de cenário: Especialização Médica • Mercado de trabalho em amplo crescimento; • Financiamento x falta de médicos capacitados (realidade dos subsetores público e privado) • Serviços com expertise x campo da prática de serviços de alocação municipal; • Competências específicas;
  • 97. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Análise da formação: • Em qual nível de Especialização (R1? R3?)? • Especialidade médica x área de atuação? • Quais especialidades seriam pré-requisitos? • Qual seria a duração/ tempo da formação? • Quais cenários práticos e quais cenários de apoio?
  • 98. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Competências do Médico: • CONHECIMENTOS: Quadros clínicos e intercorrências mais comuns. • HABILIDADES : Procedimentos no domicílio, procedimentos do domicílio, ODT e VMD, estomias, sondagens, nutrologia, prevenção. • POSTURA: respeito ao espaço do outro, visão ampliada, gestão da clínica e do cuidado, hermenêutica, competência cultural,
  • 99. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Configurando uma grade?
  • 100. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Configurando uma grade? • Diretrizes da AD: conceitos, pressupostos, princípios, evidências [C] • Gestão da AD: Critérios, Implantação, Monitoramento, Avaliação [C] [H] • Perfil de elegibilidade e de alta [C] • Abordagem do cuidador [H] [P] • Judicialização na AD [H] [P]
  • 101. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Configurando uma grade? • Gestão do cuidado [C] [H] • Abordagem familiar [C] [H] [P] • Classificação de complexidade [C] [H] • Situações Clínicas Comuns [C] [H] • Procedimentos comuns [H] • Cuidados Paliativos [C] [H] [P] • O óbito no domicílio [P] • Abordagem da violência [H] [P]
  • 102. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Como montar o programa? • Elementos da APS/ MFC; • Elementos da Medicina Intensiva; • Elementos da Medicina Interna; • Elementos multiprofissionais necessários. Ou seja, HOJE não há uma especialidade médica que abarque todos os elementos em seus PRM.
  • 103. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Como montar o programa? • Campo da prática: Treinamento em serviço intercalado entre APS, hospital, CTI/ UTI (treinamento de habilidades) e o próprio domicílio. • Conteúdo teórico: voltado para os elementos clínicos mais prevalentes na AD. • Treinamento de habilidades: abordagem do cuidador, da família, das situações de vulnerabilidade, violência e condições sociais ligadas ao domicílio.
  • 104. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Como montar o programa? • Ferramentas de acesso (celular/ prontuário/ T.I.C.). • Cuidado baseado em evidências e ao longo do tempo. • Integralidade da Atenção e advocacia do paciente. • Coordenação da rede de atenção, da equipe e gestão do cuidado. Método de registro próprio.
  • 105. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Como montar o programa? • Elementos de Abordagem da Família • Entendimento das questões culturais que envolvem a família e o indivíduo. • Incorporar prevenção e promoção da saúde sempre que possível. • Negociação de papéis da equipe. • Reconhecimento dos fatores do contexto. • RMP: duradoura, intensa, contra-transferência.
  • 106. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Conclusões: especialização médica em AD • Muitas especificidades = conhecimento próprio; • Habilidades do cuidado em locus diferencial; • Elementos de campo e núcleo = trabalho em equipe como parte do treinamento em serviço; • Habilidade/ Postura = treinamento em serviço; • Volume de conteúdos que demanda um tempo provavelmente ampliado
  • 107. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Conclusões: especialização médica em AD • Momento ímpar na construção da “especialidade”: demanda de um mercado de trabalho em ampliação (público e suplementar) • Amplas opções de campos da prática • Estrategicamente: área de atuação x especialidade própria x subespecialidade? • Papel de todos os atores: Serviços/ Associações/ Entidades Governo/ Profissionais
  • 108. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período • A excelência do atendimento “As visitas devem ser realizadas inicialmente em equipe, o que possibilita um agendamento de tarefas multiprofissionais em conformidade com um debate prévio. Neste momento o ACS deve sempre encabeçar o grupo, procurando-se legitimar a sua representatividade. Agendar a VD por vezes representa um dilema na equipe. Em alguns casos, há a necessidade de conhecer a família na sua espontaneidade cotidiana, o que pode entretanto gerar problemas quanto a invasão da privacidade desta. • (continua...) Finalmente...
  • 109. Finalmente... A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período • A excelência do atendimento A espontaneidade deve ser uma marca na visita domiciliar, compreendendo-se que é um momento impregnado de imaginários trazidos a partir do reconhecimento do papel do antigo médico da família. Os problemas devem ser atraídos de forma progressiva, um verdadeiro exercício de hermenêutica aprofundado na leitura dos objetos e dos silêncios, com uma semiologia repleta de interfaces e sujeitos. Ao final, deve-se sempre proporcionar encaminhamentos e atribuições bem claros.” • COELHO, FLG, SAVASSI, LCM – RBMFC, 2004
  • 110. Finalmente... A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período • Qual a primeira pergunta a ser feita ao entrar no domicílio?
  • 111. A Visita Domiciliar do MFC Leonardo Cançado Monteiro Savassi Universidade Federal de Ouro Preto Disciplina de Medicina de Família e Comunidade Universidade Federal de Ouro Preto – 9º Período Obrigado! Leonardo C M Savassi leosavassi@gmail.com http://sites.google.com/site/leosavassi