COORDENAÇÕES GLOBAIS AMANDA JOÃO PAULO LIMA KELLISØN LIMA ELISABETE LIMA TACIANE  WANDERSON VILTON PSICOLOGIA/UFAL 2008
No estudo da  Coordenação Global,  observa-se a postura e a locomoção, isto é, a integração sistêmica dos movimentos do corpo com os estímulos ambientais .   COORDENAÇÃO MOTORA GLOBAL
DISSOCIAÇÃO DE MOVIMENTOS: Capacidade de realizar múltiplos movimentos ao mesmo tempo, cada membro realizando uma atividade diferente, havendo uma conservação de energia. COORDENAÇÃO MOTORA GLOBAL
Possibilidade de controle de movimentos amplos do corpo como, andar, correr, rolar, saltitar, rastejar, engatinhar, entre outros. COORDENAÇÃO MOTORA GLOBAL ANDAR CORRER PULAR
Ao correr, andar, saltar, etc., a criança chega à escola já possuindo certa coordenação global de seus movimentos; Algumas podem apresentar dificuldades e o professor deve levar em conta essas possibilidades, avaliando aquisições anteriores. COORDENAÇÃO MOTORA GLOBAL
Capacidade de controlar pequenos músculos para a realização de habilidades finas; A coordenação fina envolve concentração,  organização dos movimentos e coordenação visuo-motora; Exemplo: Recortar, colar, pintar, escrever, encaixar e outras.  COORDENAÇÃO MOTORA FINA
Os exercícios de  coordenação fina  podem ser realizados com atividades que envolvem o corpo um todo, visando estimular  a destreza, a velocidade e a precisão dos movimentos. Exemplo: Bailarina e equilibristas. COORDENAÇÃO MOTORA FINA
COORDENAÇÃO MOTORA ÓCULO-MANUAL A coordenação motora óculo-manual compreende a capacidade de coordenar movimentos com os membros superiores de acordo com as referências perceptivo-visuais presentes no espaço.
 
Bibliografia AJURRIAGUERRA, J.  Manual de Psiquiatria Infantil . São Paulo: Masson. 1980. DE MEUR, A.; STAES, L.  Psicomotricidade : educação e reeducação. Rio de Janeiro: Manole. 1984.  FONSECA, V.  Manual de Observação Psicomotora: significação psiconeurológica dos fatores psicomotores . Porto Alegre: Artes Médicas. p. 371. 1995a. GALLAHUE, D. L. & OZMUN J. C.  Compreendendo o desenvolvimento motor:   bebês, crianças, adolescentes e adultos . 2ed. São Paulo: Phorte. 641p. 2003.  GUYTON, A. C.; HALL, J. E.  Tratado de fisiologia médica . Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1014p. 1997.

Coordenações Globais

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    COORDENAÇÕES GLOBAIS AMANDAJOÃO PAULO LIMA KELLISØN LIMA ELISABETE LIMA TACIANE WANDERSON VILTON PSICOLOGIA/UFAL 2008
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    No estudo da Coordenação Global, observa-se a postura e a locomoção, isto é, a integração sistêmica dos movimentos do corpo com os estímulos ambientais . COORDENAÇÃO MOTORA GLOBAL
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    DISSOCIAÇÃO DE MOVIMENTOS:Capacidade de realizar múltiplos movimentos ao mesmo tempo, cada membro realizando uma atividade diferente, havendo uma conservação de energia. COORDENAÇÃO MOTORA GLOBAL
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    Possibilidade de controlede movimentos amplos do corpo como, andar, correr, rolar, saltitar, rastejar, engatinhar, entre outros. COORDENAÇÃO MOTORA GLOBAL ANDAR CORRER PULAR
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    Ao correr, andar,saltar, etc., a criança chega à escola já possuindo certa coordenação global de seus movimentos; Algumas podem apresentar dificuldades e o professor deve levar em conta essas possibilidades, avaliando aquisições anteriores. COORDENAÇÃO MOTORA GLOBAL
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    Capacidade de controlarpequenos músculos para a realização de habilidades finas; A coordenação fina envolve concentração, organização dos movimentos e coordenação visuo-motora; Exemplo: Recortar, colar, pintar, escrever, encaixar e outras. COORDENAÇÃO MOTORA FINA
  • 7.
    Os exercícios de coordenação fina podem ser realizados com atividades que envolvem o corpo um todo, visando estimular a destreza, a velocidade e a precisão dos movimentos. Exemplo: Bailarina e equilibristas. COORDENAÇÃO MOTORA FINA
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    COORDENAÇÃO MOTORA ÓCULO-MANUALA coordenação motora óculo-manual compreende a capacidade de coordenar movimentos com os membros superiores de acordo com as referências perceptivo-visuais presentes no espaço.
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    Bibliografia AJURRIAGUERRA, J. Manual de Psiquiatria Infantil . São Paulo: Masson. 1980. DE MEUR, A.; STAES, L. Psicomotricidade : educação e reeducação. Rio de Janeiro: Manole. 1984. FONSECA, V. Manual de Observação Psicomotora: significação psiconeurológica dos fatores psicomotores . Porto Alegre: Artes Médicas. p. 371. 1995a. GALLAHUE, D. L. & OZMUN J. C. Compreendendo o desenvolvimento motor: bebês, crianças, adolescentes e adultos . 2ed. São Paulo: Phorte. 641p. 2003. GUYTON, A. C.; HALL, J. E. Tratado de fisiologia médica . Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1014p. 1997.