CONSUMERIZAÇÃO
IBE-FGV Marçal Santos
Consumerização é o
termo dado para o uso de
dispositivos pessoais no
ambiente de trabalho.
Simples assim!
O que é ?
Nossa Agenda
1. Algumas verdades para você refletir sobre Consumerização
2. Exemplos de adaptação para esta nova realidade
3. As aplicações que circulam na rede
4. Os devices Móveis (móveis mesmo) superam os fixos !
5. A disponibilidade de Rede pode ser um grande gargalo
6. Perguntas
1.Não se consegue pará-la (nem
se deve querer fazê-lo)
– Não é o fato das pessoas não
saberem usar ou não
quererem as ferramentas
corporativas. Tecnologia
(acesso) está se tornando
como uma grafia de cada um.
2. É realmente uma questão de
gestão
– Aceitando o fato de forma
ponderada, exalta-se a
capacidade individual, e
filtra-se aqueles que não são
confiáveis, por não saberem
gozar desta “liberdade
tecnológica”
3.Fazer gestão de dispositivos é um
bom primeiro passo
– Embora a consumerização
abranja dispositivos móveis,
serviços de cloud computing,
aplicações de desktop, e redes
sociais, é bom começar com os
dispositivos, dado essas
plataformas virem com
componentes de API, capazes de
suportar uma abordagem
baseada em políticas para
acesso e gestão da informação.
4.Legislação sobre propriedade
da informação é instável
–O que é trocado nos e-mails,
redes sociais , mesmo
durante o trabalho, embora
muitos considerem de
propriedade das empresas, o
assunto engatinha em
termos de legislação.
5.Participação em redes sociais não
pode ser decretada
– As empresas foram para o
Twitter e Facebook,
incentivando seus
colaboradores a formarem
grupos, discussões para
promover a empresa o produto,
mas ainda parece que os
mesmos não se sentem tão
confortáveis para fazer isso de
fato, o de “jure” não vai
funcionar.
6. Experiência do utilizador não
pode ser defraudada
–Muitas aplicações “oficiais
de TI” tem interfaces pobres.
Segundo o CIO da SAP,
Oliver Bussman, isso vai ter
que deixar de acontecer: os
utilizadores têm agora
aplicações pessoais e
serviços, que lhes aumentam
as expectativas.
Consulta de dashboards
executivos
A plataforma WEB tradicional
A Plataforma Móvel
Iphone
Blackberry
• Utilização em vários
tipos de dispositivos
móveis (Ipad, Iphone,
Blackberry e Android)
• Função swipe – troca de
janelas através do
deslize do dedo
• Botões de navegação
facilitada
7. A concorrência já está a trabalhar
sobre o assunto
– Apesar das preocupações sobre
segurança e gestão da
informação serem legítimas,
muitas empresas estão a
perceber o potencial de permitir
que os empregados usem
dispositivos móveis pessoais
para trabalhar.
As vendas de Devices móveis foi
maior que a de PCs
• Em 2011, o uso de banda larga móvel no Brasil teve
crescimento de quase 100% foram 41,1 milhões de
acessos, ante 20,6 milhões em 2010,
• O crescimento é bem maior do que a média mundial, de
26,2%, de acordo com a UIT (União Internacional de
Telecomunicações).
• O número em 2014 chegou a 130 milhões.
• Lembrando que ainda no Brasil a grande maioria dos
acessos são EDGE (média 130Kbps) e 3G HSPA
(WCDMA) (média 500Kbps-1.1Mbps). O 4G com LTE
100Mbps (velocidades teóricas), vem ai o 5G.
BANDA LARGA MÓVEL
BANDA LARGA FIXA
• As Operadoras estão num esforço muito grande para
aumentar seus Backbones, para atender a demanda
das Instituições
• O compartilhamento entre elas ajuda nas
disparidades comerciais que em determinado
momento umas tem mais avanço outras
• Alguns estados/cidades não tem uma competição
significativa, fazendo com que ofertas sejam
menores e preços sejam maiores
• O PNBL, com a ressurreição da Telebrás pode
ajudar não somente os usuários domésticos mas
também as Empresas
Consumerização

Consumerização

  • 1.
  • 2.
    Consumerização é o termodado para o uso de dispositivos pessoais no ambiente de trabalho. Simples assim! O que é ?
  • 3.
    Nossa Agenda 1. Algumasverdades para você refletir sobre Consumerização 2. Exemplos de adaptação para esta nova realidade 3. As aplicações que circulam na rede 4. Os devices Móveis (móveis mesmo) superam os fixos ! 5. A disponibilidade de Rede pode ser um grande gargalo 6. Perguntas
  • 4.
    1.Não se conseguepará-la (nem se deve querer fazê-lo) – Não é o fato das pessoas não saberem usar ou não quererem as ferramentas corporativas. Tecnologia (acesso) está se tornando como uma grafia de cada um.
  • 5.
    2. É realmenteuma questão de gestão – Aceitando o fato de forma ponderada, exalta-se a capacidade individual, e filtra-se aqueles que não são confiáveis, por não saberem gozar desta “liberdade tecnológica”
  • 6.
    3.Fazer gestão dedispositivos é um bom primeiro passo – Embora a consumerização abranja dispositivos móveis, serviços de cloud computing, aplicações de desktop, e redes sociais, é bom começar com os dispositivos, dado essas plataformas virem com componentes de API, capazes de suportar uma abordagem baseada em políticas para acesso e gestão da informação.
  • 7.
    4.Legislação sobre propriedade dainformação é instável –O que é trocado nos e-mails, redes sociais , mesmo durante o trabalho, embora muitos considerem de propriedade das empresas, o assunto engatinha em termos de legislação.
  • 8.
    5.Participação em redessociais não pode ser decretada – As empresas foram para o Twitter e Facebook, incentivando seus colaboradores a formarem grupos, discussões para promover a empresa o produto, mas ainda parece que os mesmos não se sentem tão confortáveis para fazer isso de fato, o de “jure” não vai funcionar.
  • 9.
    6. Experiência doutilizador não pode ser defraudada –Muitas aplicações “oficiais de TI” tem interfaces pobres. Segundo o CIO da SAP, Oliver Bussman, isso vai ter que deixar de acontecer: os utilizadores têm agora aplicações pessoais e serviços, que lhes aumentam as expectativas.
  • 10.
    Consulta de dashboards executivos Aplataforma WEB tradicional
  • 11.
    A Plataforma Móvel Iphone Blackberry •Utilização em vários tipos de dispositivos móveis (Ipad, Iphone, Blackberry e Android) • Função swipe – troca de janelas através do deslize do dedo • Botões de navegação facilitada
  • 12.
    7. A concorrênciajá está a trabalhar sobre o assunto – Apesar das preocupações sobre segurança e gestão da informação serem legítimas, muitas empresas estão a perceber o potencial de permitir que os empregados usem dispositivos móveis pessoais para trabalhar.
  • 15.
    As vendas deDevices móveis foi maior que a de PCs
  • 16.
    • Em 2011,o uso de banda larga móvel no Brasil teve crescimento de quase 100% foram 41,1 milhões de acessos, ante 20,6 milhões em 2010, • O crescimento é bem maior do que a média mundial, de 26,2%, de acordo com a UIT (União Internacional de Telecomunicações). • O número em 2014 chegou a 130 milhões. • Lembrando que ainda no Brasil a grande maioria dos acessos são EDGE (média 130Kbps) e 3G HSPA (WCDMA) (média 500Kbps-1.1Mbps). O 4G com LTE 100Mbps (velocidades teóricas), vem ai o 5G. BANDA LARGA MÓVEL
  • 17.
    BANDA LARGA FIXA •As Operadoras estão num esforço muito grande para aumentar seus Backbones, para atender a demanda das Instituições • O compartilhamento entre elas ajuda nas disparidades comerciais que em determinado momento umas tem mais avanço outras • Alguns estados/cidades não tem uma competição significativa, fazendo com que ofertas sejam menores e preços sejam maiores • O PNBL, com a ressurreição da Telebrás pode ajudar não somente os usuários domésticos mas também as Empresas