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Lições Adultos Reavivamento e Reforma
Lição 6 - Confissão e arrependimento: as condições do reavivamento 3 a 10 de agosto
❉ Sábado à tarde - “O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará
misericórdia” (Pv 28:13).
As condições para obter misericórdia de Deus são simples, justas e razoáveis. O Senhor não requer de nós atos
penosos a fim de que alcancemos o perdão dos pecados. Não precisamos empreender longas e cansativas peregrinações,
nem praticar duras penitências a fim de recomendar nossa alma ao Deus do Céu ou expiar nossas transgressões; mas o
que confessa os seus pecados e os deixa, alcançará misericórdia. Caminho a Cristo, 37.
Se tendes pecados a confessar, não percais tempo. Estes momentos são ouro. "Se confessarmos os nossos pecados, Ele
é fiel e justo, para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça." I João 1:9. Testemunhos Seletos, vol. 2, p. 93.
❉ Domingo - Arrependimento: um dom de Deus
1. Leia Atos 5:30-32. Que lições importantes podemos tirar das palavras de Pedro?
Atos 5:30 O Deus de nossos pais ressuscitou a Jesus, ao qual vós matastes, suspendendo-o no madeiro. 31 Deus, com
a sua destra, o elevou a Príncipe e Salvador, para dar a Israel o arrependimento e remissão dos pecados . 32 E nós
somos testemunhas acerca destas palavras, nós e também o Espírito Santo, que Deus deu àqueles que lhe obedecem. RC.
Pedro destaca que Deus ressuscitou Jesus, a qual foi morto, suspenso num madeiro. At 3:15; Dt 21:23; At 10:39; At 13:29;
1Pe 2:24; At 2:23; Em sua morte Jesus pagou o preço por nossos pecados se tornado nosso substituto Jo 1:29, 36; Is 53:5;
Is 53:7; 1Co 5:7. Em sua ressurreição Jesus se torna nosso sumo sacerdote Hb 2:17; 3:1; 5:5, 8-10; 6:20; 8:1,3; 9:11, para
nos conceder o meio para o arrependimento e perdão dos pecados “Deus o exaltou, colocando-o à sua direita como
Príncipe e Salvador, para dar a Israel arrependimento e o perdão dos pecados”. At. 5:30-31. At 2:33; 3:15; Fp 2:9. O
reconhecimento e o arrependimento são dons de Deus por intermédio do Espírito Santo e nos leva a obedecer. “Nós somos
testemunhas destas coisas, bem como o Espírito Santo, que Deus concedeu aos que lhe obedecem". At. 5:32. Jo 15:27.
Ao esperarem os discípulos pelo cumprimento da promessa, humilharam o coração em verdadeiro arrependimento
e confessaram sua incredulidade. Ao trazerem à lembrança as palavras que Cristo lhes havia dito antes de Sua morte,
entenderam mais amplamente seu significado. Verdades que lhes tinham escapado à lembrança lhes voltavam à mente, e
eles as repetiam uns aos outros. Reprovavam-se a si mesmos por não haverem compreendido o Salvador. Como
numa procissão, cena após cena de Sua maravilhosa vida passou perante eles. Meditando sobre Sua vida pura, santa,
sentiram que nenhum trabalho seria árduo demais, nenhum sacrifício demasiado grande, contanto que pudessem
testemunhar na própria vida, da amabilidade do caráter de Cristo. …
Os discípulos oraram com intenso fervor para serem habilitados a se aproximar dos homens, e em seu trato diário,
falar palavras que levassem os pecadores a Cristo. Pondo de parte todas as divergências, todo o desejo de supremacia,
uniram-se em íntima comunhão cristã. Aproximaram-se mais e mais de Deus, e fazendo isto sentiram que era um privilégio
o ser-lhes dado associar-se tão intimamente com Cristo. A tristeza lhes inundava o coração ao se lembrarem de quantas
vezes O haviam mortificado por terem sido tardos de compreensão, falhos em entender as lições que, para seu bem,
estivera buscando ensinar-lhes.
Esses dias de preparo foram de profundo exame de coração. Os discípulos sentiram sua necessidade espiritual, e
suplicaram do Senhor a santa unção que os devia capacitar para o trabalho de salvar almas. Não suplicaram essas
bênçãos apenas para si. Sentiam a responsabilidade que lhes cabia nessa obra de salvação de almas. Compreendiam que
o evangelho devia ser proclamado ao mundo, e reclamavam o poder que Cristo prometera. Atos dos Apóstolos, 36-37.
❉ Segunda - Definição do verdadeiro arrependimento
2. Como o apóstolo Paulo descreve o verdadeiro arrependimento? 2Co 7:9-11
II Cor. 7:9 A tristeza segundo Deus produz um arrependimento que leva à salvação e não remorso, mas a tristeza
segundo o mundo produz morte. 10 Vejam o que esta tristeza segundo Deus produziu em vocês: que dedicação, que
desculpas, que indignação, que temor, que saudade, que preocupação, que desejo de ver a justiça feita! Em tudo
vocês se mostraram inocentes a esse respeito. 11 Assim, se lhes escrevi, não foi por causa daquele que cometeu o erro
nem daquele que foi prejudicado, mas para que diante de Deus vocês pudessem ver por si próprios como são dedicados a
nós. NVI.
A tristeza produzida pela influência divina fez com que haja arrependimento da malignidade do pecado. A tristeza usada por
Deus, não nos causa nenhum mal, pelo contrário a repreensão utilizada é para a vida. "Pois a tristeza que é usada por
Deus produz o arrependimento que leva à salvação”; e nisso não há motivo para alguém ficar triste. Mas as tristezas deste
mundo que é apenas remorso pela consequência produzem a morte. 2Sm 12:13; Mt 26:75; Lc 18:13; Se suportarmos a
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tristeza da maneira que agrada a Deus veremos os resultados: isso fez com que levemos a sério o o conselho divino e será
feito com dedicação, com desculpas, com indignação, temor, saudade, e preocupação, desejando que a justiça seja
estabelecida. II Cor. 7:9-11.
Essa tristeza (segundo o mundo) é de espécie enganosa. Nenhuma virtude tem em si. Não há o senso do caráter agravado
do pecado, mas uma tristeza, um pesar de que o pecado tenha chegado ao conhecimento de outro, e assim não se faz
nenhuma confissão, a não ser no reconhecimento das coisas assim reveladas e que não podem ser negadas.
Essa é a tristeza segundo o mundo, que produz a morte e acalma a consciência, enquanto o pecado ainda é
acariciado, e seria continuado justamente da mesma forma se houvesse uma oportunidade e eles não pudessem
ser descobertos. Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos, 448-449. (acrescentei o parênteses)
Este arrependimento (segundo Deus), produzido pela influência da divina graça no coração, levará à confissão e ao
abandono do pecado. Tais eram os frutos que o apóstolo declarava terem sido vistos na vida dos crentes coríntios.
"Porque, quanto cuidado não produziu isto mesmo em vós, que segundo Deus fostes contristados! Que apologia, que
indignação, que temor, que saudades, que zelo." II Cor. 7:11. Atos dos Apóstolos, 324-325. (acrescentei o parênteses)
A confissão não será aceitável a Deus sem o sincero arrependimento e reforma. E preciso que haja decisivas
mudanças na vida; tudo que seja ofensivo a Deus tem de ser renunciado. Este será o resultado da genuína tristeza
pelo pecado. A obra que nos cumpre fazer de nossa parte, é-nos apresentada claramente: "Lavai-vos, purificai-vos, tirai a
maldade de vossos atos de diante dos Meus olhos e cessai de fazer mal. Aprendei a fazer bem; praticai o que é reto; ajudai
o oprimido; fazei justiça ao órfão; tratai da causa das viúvas." Isa. 1:16 e 17. "Restituindo esse ímpio o penhor, pagando o
furtado, andando nos estatutos da vida e não praticando iniquidade, certamente viverá, não morrerá." Ezeq. 33:15. Paulo
diz, falando da obra do arrependimento: "Quanto cuidado não produziu isso mesmo em vós que, segundo Deus, fostes
contristados! Que apologia, que indignação, que temor, que saudades, que zelo, que vingança! Em tudo mostrastes estar
puros neste negócio." II Cor. 7:11. Caminho a Cristo, 39.
3. Leia 1 Timóteo 1:14-17 e Atos 26:10-16. O que essas passagens falam sobre a pecaminosidade de Paulo e a justiça de
Jesus?
I Tim. 1:14 contudo, a graça de nosso Senhor transbordou sobre mim, juntamente com a fé e o amor que estão em Cristo Jesus. 15
Esta afirmação é fiel e digna de toda aceitação: Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o
pior. 16 Mas, por isso mesmo alcancei misericórdia, para que em mim, o pior dos pecadores, Cristo Jesus demonstrasse
toda a grandeza da sua paciência, usando-me como um exemplo para aqueles que nele haveriam de crer para a vida
eterna. 17 Ao Rei eterno, ao Deus único, imortal e invisível, sejam honra e glória para todo o sempre. Amém. NVI.
Atos 26:10 o que, com efeito, fiz em Jerusalém. Pois havendo recebido autoridade dos principais dos sacerdotes, não
somente encerrei muitos dos santos em prisões, como também dei o meu voto contra eles quando os matavam . 11 E,
castigando-os muitas vezes por todas as sinagogas, obrigava-os a blasfemar; e enfurecido cada vez mais contra eles,
perseguia-os até nas cidades estrangeiras. 12 Indo com este encargo a Damasco, munido de poder e comissão dos principais
sacerdotes, 13 ao meio-dia, ó rei vi no caminho uma luz do céu, que excedia o esplendor do sol, resplandecendo em torno de mim
e dos que iam comigo. 14 E, caindo nós todos por terra, ouvi uma voz que me dizia em língua hebraica: Saulo, Saulo, por que me
persegues? Dura coisa te é recalcitrar contra os aguilhões. 15 Disse eu: Quem és, Senhor? Respondeu o Senhor: Eu sou
Jesus, a quem tu persegues; 16 mas levanta-te e põe-te em pé; pois para isto te apareci, para te fazer ministro e
testemunha tanto das coisas em que me tens visto como daquelas em que te hei de aparecer. RC.
Paulo se considerava o principal dos pecadores I Tm 1:15-16, assim se considerava, por ter perseguido ferozmente a igreja
de Deus At 8:3; 9:1; 22:4; 26:10-11; 1Co 15:9; Gl 1:13; 1Tm 1:13. O Seu testemunho é uma prova real de como Deus é
paciente e misericordioso e pode alcançar a humanidade caída com sua justiça, perdoar e restaurar a todos o que escutam
sua voz, independente do que tenham feito no passado. O amor divino nos faz reconhecer a nossa culpa, mas não com
abatimento e prostração, pelo contrário com todo ânimo e disposição de ser obedientes a Cristo sendo agora usados como
exemplo para auxiliar na salvação de outros. “Mas, por isso mesmo alcancei misericórdia, para que em mim, o pior dos
pecadores, Cristo Jesus demonstrasse toda a grandeza da sua paciência, usando-me como um exemplo para aqueles que
nele haveriam de crer para a vida eterna”. I Tm 1:14-17.
Os exemplos que a Palavra de Deus nos apresenta de genuíno arrependimento e humilhação revelam um espírito
de confissão em que não há escusa do pecado, nem tentativa de justificação própria. Paulo não procurava
desculpar-se; pintava seus pecados nas cores mais negras, não procurando atenuar sua culpa. Diz ele: "Encerrei
muitos dos santos nas prisões; e, quando os matavam, eu dava o meu voto contra eles. E, castigando-os muitas vezes por
todas as sinagogas, os obriguei a blasfemar. E, enfurecido demasiadamente contra eles, até nas cidades estranhas os
persegui." Atos 26:10 e 11. Não hesita em declarar que "Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais
eu sou o principal". I Tim. 1:15.
O coração humilde e contrito, rendido pelo arrependimento genuíno, apreciará algo do amor de Deus e do preço do
Calvário; e, como um filho confessa sua transgressão a um amante pai, assim trará o verdadeiro penitente todos os
seus pecados perante Deus. E está escrito: "Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os
pecados e nos purificar de toda injustiça." I João 1:9. Caminho a Cristo, 41.
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❉ Terça - Verdadeiro arrependimento e confissão Ano Bíblico: Is 52–55
4. Que princípios aprendemos na Bíblia a respeito da natureza do verdadeiro arrependimento e confissão? Lv 5:5; 1Jo
1:9; Is 1:16-18; At 26:19, 20
Deverá, pois, quando for culpado numa destas coisas, confessar aquilo em que houver pecado. Lv 5:5
Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda
injustiça. 1Jo 1:9.
Isa. 1:16 Lavem-se! Limpem-se! Removam suas más obras para longe da minha vista! Parem de fazer o mal, 17
aprendam a fazer o bem! Busquem a justiça, acabem com a opressão. Lutem pelos direitos do órfão, defendam a
causa da viúva. 18 "Venham, vamos refletir juntos", diz o Senhor. "Embora os seus pecados sejam vermelhos como
escarlate, eles se tornarão brancos como a neve; embora sejam rubros como púrpura, como a lã se tornarão. NVI.
Atos 26:19 Pelo que, ó rei Agripa, não fui desobediente à visão celestial. 20 Antes, anunciei primeiramente aos que estão
em Damasco e em Jerusalém, e por toda a terra da Judéia, e aos gentios, que se emendassem e se convertessem a
Deus, fazendo obras dignas de arrependimento. RC.
Devemos confessar pecados de forma específica “quando for culpado numa destas coisas, confessar aquilo em que
houver pecado”. Lv 5:5, e não dizer como vemos muitas vezes “me perdoa por qualquer coisa que eu possa ter feito de
errado” quando agimos assim passamos a tornar comum e até banal um assunto tão serio como este, quando confessamos
de acordo com o princípio, o Senhor nos perdoa e purifica 1Jo 1:9; Sl 32:5; Pv 28:13. Os más obras são removidas e
passamos a buscar a justiça, acabado com a opressão, os pecados que eram vermelho escarlate se tornarão brancos como
a neve Isa 1:16-18. Anunciamos agora o evangelho de cristo convidando a outros para praticar obras dignas de
arrependimento. At 26:19-20.
A confissão verdadeira tem sempre caráter específico e faz distinção de pecados. Estes podem ser de natureza que
devam ser apresentados a Deus unicamente; podem ser faltas que devam ser confessadas a pessoas que por elas foram
ofendidas; ou podem ser de caráter público, devendo então ser confessados com a mesma publicidade. Toda confissão,
porém, deve ser definida e sem rodeios, reconhecendo justamente os pecados dos quais somos culpados. Caminho
a Cristo, 38.
Este é o resultado da obra do Espírito de Deus. Não há prova de genuíno arrependimento a menos que ele opere
reforma na vida. Se restitui o penhor, devolve o que tinha roubado, confessa os pecados, e ama a Deus e seus
semelhantes, pode o pecador estar certo de que encontrou paz com Deus. Foram estes os efeitos que, em anos anteriores,
se seguiram às ocasiões de avivamento religioso. Julgados pelos seus frutos, sabia-se que eram abençoados por Deus
para a salvação dos homens e para reerguimento da humanidade. O Grande Conflito, 462-463.
❉ Quarta - Verdadeiro e falso arrependimento contrastados Ano Bíblico: Is 56–58
Na Bíblia, há alguns exemplos de pessoas que buscaram o arrependimento, mas não foram perdoadas por Deus. Elas
choraram, ficaram tristes, confessaram seu pecado, mas não foram perdoadas.
5. Leia os relatos acerca de Faraó, Balaão, Esaú e Judas. Que traço comum você vê em cada uma dessas histórias no que
diz respeito ao arrependimento e confissão? Êx 12:29-32; Nm 22:32-35; Hb 12:17; Mt 27:4
Êxo. 12:29 E aconteceu, à meia-noite, que o SENHOR feriu todos os primogênitos na terra do Egito, desde o primogênito de Faraó, que
se sentava em seu trono, até ao primogênito do cativo que estava no cárcere, e todos os primogênitos dos animais. 30 E Faraó levantou-
se de noite, ele, e todos os seus servos, e todos os egípcios; e havia grande clamor no Egito, porque não havia casa em que
não houvesse um morto. 31 Então, chamou a Moisés e a Arão de noite e disse: Levantai-vos, saí do meio do meu povo, tanto
vós como os filhos de Israel; e ide, servi ao SENHOR, como tendes dito. 32 Levai também convosco vossas ovelhas e vossas
vacas, como tendes dito; e ide e abençoai-me também a mim. RC.
Nm 22:32 Disse-lhe o anjo do senhor: Por que já três vezes espancaste a tua jumenta? Eis que eu te saí como adversário, porquanto o
teu caminho é perverso diante de mim; 33 a jumenta, porém, me viu, e já três vezes se desviou de diante de mim; se ela não se tivesse
desviado de mim, na verdade que eu te haveria matado, deixando a ela com vida. 34 Respondeu Balaão ao anjo do Senhor: pequei,
porque não sabia que estavas parado no caminho para te opores a mim; e agora, se parece mal aos teus olhos, voltarei. 35 E
disse o Anjo do SENHOR a Balaão: Vai-te com estes homens, mas somente a palavra que eu falar a ti, esta falarás. Assim, Balaão foi-se
com os príncipes de Balaque. RA.
Hb 12:16 Não haja nenhum imoral ou profano, como Esaú, que por uma única refeição vendeu os seus direitos de herança como
filho mais velho. 17 Como vocês sabem, posteriormente, quando quis herdar a bênção, foi rejeitado; e não teve como alterar a
sua decisão, embora buscasse a bênção com lágrimas. NVI.
Mt 27:3 Então, Judas, o que o traíra, vendo que fora condenado, trouxe, arrependido, as trinta moedas de prata aos príncipes dos
sacerdotes e aos anciãos, 4 dizendo: Pequei, traindo sangue inocente. Eles, porém, disseram: Que nos importa? Isso é contigo.
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Em todos as experiências sitadas (de Faraó, Balaão, Esaú e Judas) todos tiveram um arrependimento por desobedecer a
Deus, mais foi uma tristeza por causa das consequências ruins que lhes sobrevieram, por causa de seus pecados, e não de
seus caminhos maus, não tinham vontade de se reconciliar com Deus. Êx 12:29-32; Nm 22:32-35; Hb 12:17; Mt 27:4.
A Esaú não foi excluído o privilégio de buscar o favor de Deus pelo arrependimento; mas não podia encontrar meios para
recuperar a primogenitura. Sua mágoa não se originava da convicção do pecado; não desejava reconciliar-se com
Deus. Entristecia-se por causa dos resultados de seu pecado, mas não pelo próprio pecado. Patriarcas e Profetas,
págs. 180 e 181.
O arrependimento compreende tristeza pelo pecado e afastamento do mesmo. Não renunciaremos ao pecado
enquanto não reconhecermos a sua malignidade; enquanto dele não nos afastarmos sinceramente, não haverá em
nós uma mudança real da vida.
Muitos há que não compreendem a verdadeira natureza do arrependimento. Multidões de pessoas se entristecem
pelos seus pecados, efetuando mesmo exteriormente uma reforma, porque receiam que seu mau procedimento
lhes traga sofrimentos. Mas não é este o arrependimento segundo o sentido que lhe dá a Bíblia. Lamentam antes os
sofrimentos, do que o próprio pecado. Tal foi a tristeza de Esaú quando viu que perdera para sempre o direito da
primogenitura. Caminho a Cristo, pág. 23.
Quando o pecado embota as percepções morais, o transgressor já não discerne os defeitos de seu caráter, nem
reconhece a enormidade do mal que cometeu; e a menos que se renda ao poder persuasivo do Espírito Santo,
permanece em parcial cegueira quanto aos seus pecados. Suas confissões não são sinceras e ferventes. A cada
reconhecimento de seu pecado acrescenta uma desculpa em justificação de seu procedimento, declarando que se não
fossem certas circunstâncias, não teria praticado este ou aquele ato, pelo qual está sendo reprovado. Caminho a Cristo, 40.
❉ Quinta - Poder de cura da confissão Ano Bíblico: Is 59–62
6. Leia o Salmo 32:1-8. O que isso nos ensina sobre confissão e arrependimento?
O Arrependimento sincero e o abandono da transgressão são os meios indicados por Deus para recebermos perdão, que
resulta em paz e felicidade “Como é feliz aquele que tem suas transgressões perdoadas e seus pecados apagados! Como
é feliz aquele a quem o Senhor não atribui culpa e em quem não há hipocrisia! ”. “Então reconheci diante de ti o meu
pecado e não encobri as minhas culpas. Eu disse: "Confessarei as minhas transgressões ao Senhor", e tu perdoaste a
culpa do meu pecado”. Sl 32:1-2 e 5. NVI. A Culpa sem confissão tem como resultado o sofrimento físico e emocional
“Enquanto escondi os meus pecados, o meu corpo definhava de tanto gemer. Pois de dia e de noite a tua mão pesava
sobre mim; minha força foi se esgotando como em tempo de seca”. Sl 32:3-4. NVI. Por isso é importante orarmos a Deus,
que nos perdoa, restaura, ensina o caminho, aconselha e protege. “Portanto, que todos os que são fiéis orem a ti enquanto
podes ser encontrado; quando as muitas águas se levantarem, elas não os atingirão. Tu és o meu abrigo; tu me
preservarás das angústias e me cercarás de canções de livramento. Eu o instruirei e o ensinarei no caminho que você deve
seguir; eu o aconselharei e cuidarei de você. Sl 32:6-8. NVI.
Justificação é o oposto de condenação. A ilimitada misericórdia de Deus é exercida para com aqueles que são
totalmente indignos. Ele perdoa transgressões e pecados por amor de Jesus, que Se tornou a propiciação por nossos
pecados. Mediante a fé em Cristo, o culpado transgressor é trazido ao favor de Deus e à forte esperança da vida eterna. …
A transgressão de Davi foi perdoada porque ele humilhou seu coração perante Deus em arrependimento e
contrição de alma e creu que se cumpriria a promessa do perdão de Deus. Confessou seu pecado, arrependeu-se e
se reconverteu. No enlevo da segurança do perdão, exclamou: "Bem-aventurado aquele cuja iniquidade é perdoada, cujo
pecado é coberto. Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não atribui iniquidade e em cujo espírito não há dolo." A
bênção vem por causa do perdão; o perdão vem mediante a fé em que o grande Portador de pecados assume o pecado
confessado. Todas as nossas bênçãos provêm, assim, de Cristo. Sua morte é o sacrifício expiatório por nossos pecados. É
Ele o grande meio através do qual recebemos a misericórdia e o favor de Deus. Ele é na realidade, então, o Originador,
Autor, bem como o Consumador de nossa fé. Manuscrito 21, 1891. Manuscript Releases, vol. 9, págs. 300-301.
7. Leia Atos 24:16. O apóstolo Paulo se esforçou para ter uma “consciência pura diante de Deus e dos homens”. O que isso
significa?
Consciência pura: É uma Consciência que foi purificada e restaurada por Deus, que atua sem ofensa, maldade ou culpa,
tanto para com Deus como para com os homens. Que passa a amar a Deus e anda conforme os Seus mandamentos Mt
22:37-40; Jo 14:15; 14:21; 14:23; 15:10; 1Jo 5:3, e quando erra esse caminho tem um arrependimento sincero e abandona
a transgressão. “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda
injustiça”. I Jo 1:9; Pv 28:13.
Aquele que, após ouvir a verdade lhe vira as costas, porque, aceitá-la, retardaria seu êxito em ramos de comércio, afasta-se
de Deus e da luz. Vende a alma em mercado barato. Sua consciência será sempre indigna de confiança. Fez uma
barganha com Satanás, violando a consciência que, se conservada pura e sincera, ter-lhe-ia sido de mais valor do
que o mundo todo. Aquele que recusa a vida, participa do fruto da desobediência, como fizeram Adão e Eva, no
Éden. Manuscrito 27, 1900.
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O cristão verdadeiro obtém uma experiência que promove a santidade. Não tem ele na consciência uma mancha de
culpa, nem uma mácula de corrupção na vida. A espiritualidade da lei de Deus, com seus princípios limitadores, é
introduzida em sua vida. A luz da verdade ilumina seu entendimento. Uma chama de perfeito amor ao Redentor espanca as
corrupções que se interpuseram entre o pecador e Deus. A vontade de Deus tornou-se a sua vontade, pura, elevada,
refinada e santa. Seu semblante revela a luz do Céu. Seu corpo é um adequado templo do Espírito Santo. A santidade
adorna-lhe o caráter. Deus pode comungar com ele, pois alma e corpo estão em harmonia com Deus. Carta 139, 1898.
❉ Sexta - Conclusão: Ano Bíblico: Is 38–40
Em “Confissão e arrependimento: as condições do reavivamento” aprendi que …
✰ Domingo - Arrependimento: um dom de Deus: Pedro destaca que Deus ressuscitou Jesus, a qual foi morto, suspenso
num madeiro. At 3:15; Dt 21:23; At 10:39; At 13:29; 1Pe 2:24; At 2:23; Em sua morte Jesus pagou o preço por nossos
pecados se tornado nosso substituto Jo 1:29, 36; Is 53:5; Is 53:7; 1Co 5:7. Em sua ressurreição Jesus se torna nosso sumo
sacerdote Hb 2:17; 3:1; 5:5, 8-10; 6:20; 8:1,3; 9:11, para nos conceder o meio para o arrependimento e perdão dos pecados
“Deus o exaltou, colocando-o à sua direita como Príncipe e Salvador, para dar a Israel arrependimento e o perdão dos
pecados”. At. 5:30-31. At 2:33; 3:15; Fp 2:9. O reconhecimento e o arrependimento são dons de Deus por intermédio do
Espírito Santo e nos leva a obedecer. “Nós somos testemunhas destas coisas, bem como o Espírito Santo, que Deus
concedeu aos que lhe obedecem". At. 5:32. Jo 15:27.
✰ Segunda - Definição do verdadeiro arrependimento: A tristeza produzida pela influência divina fez com que haja
arrependimento da malignidade do pecado. A tristeza usada por Deus, não nos causa nenhum mal, pelo contrário a
repreensão utilizada é para a vida. "Pois a tristeza que é usada por Deus produz o arrependimento que leva à salvação”; e
nisso não há motivo para alguém ficar triste. Mas as tristezas deste mundo que é apenas remorso pela consequência
produzem a morte. 2Sm 12:13; Mt 26:75; Lc 18:13; Se suportarmos a tristeza da maneira que agrada a Deus veremos os
resultados: isso fez com que levemos a sério o o conselho divino e será feito com dedicação, com desculpas, com
indignação, temor, saudade, e preocupação, desejando que a justiça seja estabelecida. II Cor. 7:9-11.
✰ Terça - Verdadeiro arrependimento e confissão: Paulo se considerava o principal dos pecadores I Tm 1:15-16, assim
se considerava, por ter perseguido ferozmente a igreja de Deus At 8:3; 9:1; 22:4; 26:10-11; 1Co 15:9; Gl 1:13; 1Tm 1:13. O
Seu testemunho é uma prova real de como Deus é paciente e misericordioso e pode alcançar a humanidade caída com sua
justiça, perdoar e restaurar a todos o que escutam sua voz, independente do que tenham feito no passado. O amor divino
nos faz reconhecer a nossa culpa, mas não com abatimento e prostração, pelo contrário com todo ânimo e disposição de
ser obedientes a Cristo sendo agora usados como exemplo para auxiliar na salvação de outros. “Mas, por isso mesmo
alcancei misericórdia, para que em mim, o pior dos pecadores, Cristo Jesus demonstrasse toda a grandeza da sua
paciência, usando-me como um exemplo para aqueles que nele haveriam de crer para a vida eterna”. I Tm 1:14-17.
✰ Quarta - Verdadeiro e falso arrependimento contrastados: Devemos confessar pecados de forma específica “quando
for culpado numa destas coisas, confessar aquilo em que houver pecado”. Lv 5:5, e não dizer como vemos muitas vezes
“me perdoa por qualquer coisa que eu possa ter feito de errado” quando agimos assim passamos a tornar comum e até
banal um assunto tão serio como este, quando confessamos de acordo com o princípio, o Senhor nos perdoa e purifica 1Jo
1:9; Sl 32:5; Pv 28:13. Os más obras são removidas e passamos a buscar a justiça, acabado com a opressão, os pecados
que eram vermelho escarlate se tornarão brancos como a neve Isa 1:16-18. Anunciamos agora o evangelho de cristo
convidando a outros para praticar obras dignas de arrependimento. At 26:19-20.
Em todos as experiências sitadas (de Faraó, Balaão, Esaú e Judas) todos tiveram um arrependimento por desobedecer a
Deus, mais foi uma tristeza por causa das consequências ruins que lhes sobrevieram, por causa de seus pecados, e não de
seus maus caminhos, não tinham vontade de se reconciliar com Deus. Êx 12:29-32; Nm 22:32-35; Hb 12:17; Mt 27:4.
✰ Quinta - Poder de cura da confissão: O Arrependimento sincero e o abandono da transgressão são os meios indicados
por Deus para recebermos perdão, que resulta em paz e felicidade “Como é feliz aquele que tem suas transgressões
perdoadas e seus pecados apagados! Como é feliz aquele a quem o Senhor não atribui culpa e em quem não há hipocrisia!
”. “Então reconheci diante de ti o meu pecado e não encobri as minhas culpas. Eu disse: "Confessarei as minhas
transgressões ao Senhor", e tu perdoaste a culpa do meu pecado”. Sl 32:1-2 e 5. NVI. A Culpa sem confissão tem como
resultado o sofrimento físico e emocional “Enquanto escondi os meus pecados, o meu corpo definhava de tanto gemer. Pois
de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; minha força foi se esgotando como em tempo de seca”. Sl 32:3-4. NVI. Por
isso é importante orarmos a Deus, que nos perdoa, restaura, ensina o caminho, aconselha e protege. “Portanto, que todos
os que são fiéis orem a ti enquanto podes ser encontrado; quando as muitas águas se levantarem, elas não os atingirão. Tu
és o meu abrigo; tu me preservarás das angústias e me cercarás de canções de livramento. Eu o instruirei e o ensinarei no
caminho que você deve seguir; eu o aconselharei e cuidarei de você. Sl 32:6-8. NVI.
Consciência pura: É uma Consciência que foi purificada e restaurada por Deus, que atua sem ofensa, maldade ou culpa,
tanto para com Deus como para com os homens. Que passa a amar a Deus e anda conforme os Seus mandamentos Mt
22:37-40; Jo 14:15; 14:21; 14:23; 15:10; 1Jo 5:3, e quando erra esse caminho tem um arrependimento sincero e abandona
a transgressão. “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda
injustiça”. I Jo 1:9; Pv 28:13.
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Confissão e arrependimento: as condições do reavivamento_Resumo_632013

  • 1. Lições Adultos Reavivamento e Reforma Lição 6 - Confissão e arrependimento: as condições do reavivamento 3 a 10 de agosto ❉ Sábado à tarde - “O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia” (Pv 28:13). As condições para obter misericórdia de Deus são simples, justas e razoáveis. O Senhor não requer de nós atos penosos a fim de que alcancemos o perdão dos pecados. Não precisamos empreender longas e cansativas peregrinações, nem praticar duras penitências a fim de recomendar nossa alma ao Deus do Céu ou expiar nossas transgressões; mas o que confessa os seus pecados e os deixa, alcançará misericórdia. Caminho a Cristo, 37. Se tendes pecados a confessar, não percais tempo. Estes momentos são ouro. "Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo, para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça." I João 1:9. Testemunhos Seletos, vol. 2, p. 93. ❉ Domingo - Arrependimento: um dom de Deus 1. Leia Atos 5:30-32. Que lições importantes podemos tirar das palavras de Pedro? Atos 5:30 O Deus de nossos pais ressuscitou a Jesus, ao qual vós matastes, suspendendo-o no madeiro. 31 Deus, com a sua destra, o elevou a Príncipe e Salvador, para dar a Israel o arrependimento e remissão dos pecados . 32 E nós somos testemunhas acerca destas palavras, nós e também o Espírito Santo, que Deus deu àqueles que lhe obedecem. RC. Pedro destaca que Deus ressuscitou Jesus, a qual foi morto, suspenso num madeiro. At 3:15; Dt 21:23; At 10:39; At 13:29; 1Pe 2:24; At 2:23; Em sua morte Jesus pagou o preço por nossos pecados se tornado nosso substituto Jo 1:29, 36; Is 53:5; Is 53:7; 1Co 5:7. Em sua ressurreição Jesus se torna nosso sumo sacerdote Hb 2:17; 3:1; 5:5, 8-10; 6:20; 8:1,3; 9:11, para nos conceder o meio para o arrependimento e perdão dos pecados “Deus o exaltou, colocando-o à sua direita como Príncipe e Salvador, para dar a Israel arrependimento e o perdão dos pecados”. At. 5:30-31. At 2:33; 3:15; Fp 2:9. O reconhecimento e o arrependimento são dons de Deus por intermédio do Espírito Santo e nos leva a obedecer. “Nós somos testemunhas destas coisas, bem como o Espírito Santo, que Deus concedeu aos que lhe obedecem". At. 5:32. Jo 15:27. Ao esperarem os discípulos pelo cumprimento da promessa, humilharam o coração em verdadeiro arrependimento e confessaram sua incredulidade. Ao trazerem à lembrança as palavras que Cristo lhes havia dito antes de Sua morte, entenderam mais amplamente seu significado. Verdades que lhes tinham escapado à lembrança lhes voltavam à mente, e eles as repetiam uns aos outros. Reprovavam-se a si mesmos por não haverem compreendido o Salvador. Como numa procissão, cena após cena de Sua maravilhosa vida passou perante eles. Meditando sobre Sua vida pura, santa, sentiram que nenhum trabalho seria árduo demais, nenhum sacrifício demasiado grande, contanto que pudessem testemunhar na própria vida, da amabilidade do caráter de Cristo. … Os discípulos oraram com intenso fervor para serem habilitados a se aproximar dos homens, e em seu trato diário, falar palavras que levassem os pecadores a Cristo. Pondo de parte todas as divergências, todo o desejo de supremacia, uniram-se em íntima comunhão cristã. Aproximaram-se mais e mais de Deus, e fazendo isto sentiram que era um privilégio o ser-lhes dado associar-se tão intimamente com Cristo. A tristeza lhes inundava o coração ao se lembrarem de quantas vezes O haviam mortificado por terem sido tardos de compreensão, falhos em entender as lições que, para seu bem, estivera buscando ensinar-lhes. Esses dias de preparo foram de profundo exame de coração. Os discípulos sentiram sua necessidade espiritual, e suplicaram do Senhor a santa unção que os devia capacitar para o trabalho de salvar almas. Não suplicaram essas bênçãos apenas para si. Sentiam a responsabilidade que lhes cabia nessa obra de salvação de almas. Compreendiam que o evangelho devia ser proclamado ao mundo, e reclamavam o poder que Cristo prometera. Atos dos Apóstolos, 36-37. ❉ Segunda - Definição do verdadeiro arrependimento 2. Como o apóstolo Paulo descreve o verdadeiro arrependimento? 2Co 7:9-11 II Cor. 7:9 A tristeza segundo Deus produz um arrependimento que leva à salvação e não remorso, mas a tristeza segundo o mundo produz morte. 10 Vejam o que esta tristeza segundo Deus produziu em vocês: que dedicação, que desculpas, que indignação, que temor, que saudade, que preocupação, que desejo de ver a justiça feita! Em tudo vocês se mostraram inocentes a esse respeito. 11 Assim, se lhes escrevi, não foi por causa daquele que cometeu o erro nem daquele que foi prejudicado, mas para que diante de Deus vocês pudessem ver por si próprios como são dedicados a nós. NVI. A tristeza produzida pela influência divina fez com que haja arrependimento da malignidade do pecado. A tristeza usada por Deus, não nos causa nenhum mal, pelo contrário a repreensão utilizada é para a vida. "Pois a tristeza que é usada por Deus produz o arrependimento que leva à salvação”; e nisso não há motivo para alguém ficar triste. Mas as tristezas deste mundo que é apenas remorso pela consequência produzem a morte. 2Sm 12:13; Mt 26:75; Lc 18:13; Se suportarmos a ramos@advir.comramos@advir.com
  • 2. tristeza da maneira que agrada a Deus veremos os resultados: isso fez com que levemos a sério o o conselho divino e será feito com dedicação, com desculpas, com indignação, temor, saudade, e preocupação, desejando que a justiça seja estabelecida. II Cor. 7:9-11. Essa tristeza (segundo o mundo) é de espécie enganosa. Nenhuma virtude tem em si. Não há o senso do caráter agravado do pecado, mas uma tristeza, um pesar de que o pecado tenha chegado ao conhecimento de outro, e assim não se faz nenhuma confissão, a não ser no reconhecimento das coisas assim reveladas e que não podem ser negadas. Essa é a tristeza segundo o mundo, que produz a morte e acalma a consciência, enquanto o pecado ainda é acariciado, e seria continuado justamente da mesma forma se houvesse uma oportunidade e eles não pudessem ser descobertos. Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos, 448-449. (acrescentei o parênteses) Este arrependimento (segundo Deus), produzido pela influência da divina graça no coração, levará à confissão e ao abandono do pecado. Tais eram os frutos que o apóstolo declarava terem sido vistos na vida dos crentes coríntios. "Porque, quanto cuidado não produziu isto mesmo em vós, que segundo Deus fostes contristados! Que apologia, que indignação, que temor, que saudades, que zelo." II Cor. 7:11. Atos dos Apóstolos, 324-325. (acrescentei o parênteses) A confissão não será aceitável a Deus sem o sincero arrependimento e reforma. E preciso que haja decisivas mudanças na vida; tudo que seja ofensivo a Deus tem de ser renunciado. Este será o resultado da genuína tristeza pelo pecado. A obra que nos cumpre fazer de nossa parte, é-nos apresentada claramente: "Lavai-vos, purificai-vos, tirai a maldade de vossos atos de diante dos Meus olhos e cessai de fazer mal. Aprendei a fazer bem; praticai o que é reto; ajudai o oprimido; fazei justiça ao órfão; tratai da causa das viúvas." Isa. 1:16 e 17. "Restituindo esse ímpio o penhor, pagando o furtado, andando nos estatutos da vida e não praticando iniquidade, certamente viverá, não morrerá." Ezeq. 33:15. Paulo diz, falando da obra do arrependimento: "Quanto cuidado não produziu isso mesmo em vós que, segundo Deus, fostes contristados! Que apologia, que indignação, que temor, que saudades, que zelo, que vingança! Em tudo mostrastes estar puros neste negócio." II Cor. 7:11. Caminho a Cristo, 39. 3. Leia 1 Timóteo 1:14-17 e Atos 26:10-16. O que essas passagens falam sobre a pecaminosidade de Paulo e a justiça de Jesus? I Tim. 1:14 contudo, a graça de nosso Senhor transbordou sobre mim, juntamente com a fé e o amor que estão em Cristo Jesus. 15 Esta afirmação é fiel e digna de toda aceitação: Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o pior. 16 Mas, por isso mesmo alcancei misericórdia, para que em mim, o pior dos pecadores, Cristo Jesus demonstrasse toda a grandeza da sua paciência, usando-me como um exemplo para aqueles que nele haveriam de crer para a vida eterna. 17 Ao Rei eterno, ao Deus único, imortal e invisível, sejam honra e glória para todo o sempre. Amém. NVI. Atos 26:10 o que, com efeito, fiz em Jerusalém. Pois havendo recebido autoridade dos principais dos sacerdotes, não somente encerrei muitos dos santos em prisões, como também dei o meu voto contra eles quando os matavam . 11 E, castigando-os muitas vezes por todas as sinagogas, obrigava-os a blasfemar; e enfurecido cada vez mais contra eles, perseguia-os até nas cidades estrangeiras. 12 Indo com este encargo a Damasco, munido de poder e comissão dos principais sacerdotes, 13 ao meio-dia, ó rei vi no caminho uma luz do céu, que excedia o esplendor do sol, resplandecendo em torno de mim e dos que iam comigo. 14 E, caindo nós todos por terra, ouvi uma voz que me dizia em língua hebraica: Saulo, Saulo, por que me persegues? Dura coisa te é recalcitrar contra os aguilhões. 15 Disse eu: Quem és, Senhor? Respondeu o Senhor: Eu sou Jesus, a quem tu persegues; 16 mas levanta-te e põe-te em pé; pois para isto te apareci, para te fazer ministro e testemunha tanto das coisas em que me tens visto como daquelas em que te hei de aparecer. RC. Paulo se considerava o principal dos pecadores I Tm 1:15-16, assim se considerava, por ter perseguido ferozmente a igreja de Deus At 8:3; 9:1; 22:4; 26:10-11; 1Co 15:9; Gl 1:13; 1Tm 1:13. O Seu testemunho é uma prova real de como Deus é paciente e misericordioso e pode alcançar a humanidade caída com sua justiça, perdoar e restaurar a todos o que escutam sua voz, independente do que tenham feito no passado. O amor divino nos faz reconhecer a nossa culpa, mas não com abatimento e prostração, pelo contrário com todo ânimo e disposição de ser obedientes a Cristo sendo agora usados como exemplo para auxiliar na salvação de outros. “Mas, por isso mesmo alcancei misericórdia, para que em mim, o pior dos pecadores, Cristo Jesus demonstrasse toda a grandeza da sua paciência, usando-me como um exemplo para aqueles que nele haveriam de crer para a vida eterna”. I Tm 1:14-17. Os exemplos que a Palavra de Deus nos apresenta de genuíno arrependimento e humilhação revelam um espírito de confissão em que não há escusa do pecado, nem tentativa de justificação própria. Paulo não procurava desculpar-se; pintava seus pecados nas cores mais negras, não procurando atenuar sua culpa. Diz ele: "Encerrei muitos dos santos nas prisões; e, quando os matavam, eu dava o meu voto contra eles. E, castigando-os muitas vezes por todas as sinagogas, os obriguei a blasfemar. E, enfurecido demasiadamente contra eles, até nas cidades estranhas os persegui." Atos 26:10 e 11. Não hesita em declarar que "Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal". I Tim. 1:15. O coração humilde e contrito, rendido pelo arrependimento genuíno, apreciará algo do amor de Deus e do preço do Calvário; e, como um filho confessa sua transgressão a um amante pai, assim trará o verdadeiro penitente todos os seus pecados perante Deus. E está escrito: "Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça." I João 1:9. Caminho a Cristo, 41. ramos@advir.comramos@advir.com
  • 3. ❉ Terça - Verdadeiro arrependimento e confissão Ano Bíblico: Is 52–55 4. Que princípios aprendemos na Bíblia a respeito da natureza do verdadeiro arrependimento e confissão? Lv 5:5; 1Jo 1:9; Is 1:16-18; At 26:19, 20 Deverá, pois, quando for culpado numa destas coisas, confessar aquilo em que houver pecado. Lv 5:5 Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda injustiça. 1Jo 1:9. Isa. 1:16 Lavem-se! Limpem-se! Removam suas más obras para longe da minha vista! Parem de fazer o mal, 17 aprendam a fazer o bem! Busquem a justiça, acabem com a opressão. Lutem pelos direitos do órfão, defendam a causa da viúva. 18 "Venham, vamos refletir juntos", diz o Senhor. "Embora os seus pecados sejam vermelhos como escarlate, eles se tornarão brancos como a neve; embora sejam rubros como púrpura, como a lã se tornarão. NVI. Atos 26:19 Pelo que, ó rei Agripa, não fui desobediente à visão celestial. 20 Antes, anunciei primeiramente aos que estão em Damasco e em Jerusalém, e por toda a terra da Judéia, e aos gentios, que se emendassem e se convertessem a Deus, fazendo obras dignas de arrependimento. RC. Devemos confessar pecados de forma específica “quando for culpado numa destas coisas, confessar aquilo em que houver pecado”. Lv 5:5, e não dizer como vemos muitas vezes “me perdoa por qualquer coisa que eu possa ter feito de errado” quando agimos assim passamos a tornar comum e até banal um assunto tão serio como este, quando confessamos de acordo com o princípio, o Senhor nos perdoa e purifica 1Jo 1:9; Sl 32:5; Pv 28:13. Os más obras são removidas e passamos a buscar a justiça, acabado com a opressão, os pecados que eram vermelho escarlate se tornarão brancos como a neve Isa 1:16-18. Anunciamos agora o evangelho de cristo convidando a outros para praticar obras dignas de arrependimento. At 26:19-20. A confissão verdadeira tem sempre caráter específico e faz distinção de pecados. Estes podem ser de natureza que devam ser apresentados a Deus unicamente; podem ser faltas que devam ser confessadas a pessoas que por elas foram ofendidas; ou podem ser de caráter público, devendo então ser confessados com a mesma publicidade. Toda confissão, porém, deve ser definida e sem rodeios, reconhecendo justamente os pecados dos quais somos culpados. Caminho a Cristo, 38. Este é o resultado da obra do Espírito de Deus. Não há prova de genuíno arrependimento a menos que ele opere reforma na vida. Se restitui o penhor, devolve o que tinha roubado, confessa os pecados, e ama a Deus e seus semelhantes, pode o pecador estar certo de que encontrou paz com Deus. Foram estes os efeitos que, em anos anteriores, se seguiram às ocasiões de avivamento religioso. Julgados pelos seus frutos, sabia-se que eram abençoados por Deus para a salvação dos homens e para reerguimento da humanidade. O Grande Conflito, 462-463. ❉ Quarta - Verdadeiro e falso arrependimento contrastados Ano Bíblico: Is 56–58 Na Bíblia, há alguns exemplos de pessoas que buscaram o arrependimento, mas não foram perdoadas por Deus. Elas choraram, ficaram tristes, confessaram seu pecado, mas não foram perdoadas. 5. Leia os relatos acerca de Faraó, Balaão, Esaú e Judas. Que traço comum você vê em cada uma dessas histórias no que diz respeito ao arrependimento e confissão? Êx 12:29-32; Nm 22:32-35; Hb 12:17; Mt 27:4 Êxo. 12:29 E aconteceu, à meia-noite, que o SENHOR feriu todos os primogênitos na terra do Egito, desde o primogênito de Faraó, que se sentava em seu trono, até ao primogênito do cativo que estava no cárcere, e todos os primogênitos dos animais. 30 E Faraó levantou- se de noite, ele, e todos os seus servos, e todos os egípcios; e havia grande clamor no Egito, porque não havia casa em que não houvesse um morto. 31 Então, chamou a Moisés e a Arão de noite e disse: Levantai-vos, saí do meio do meu povo, tanto vós como os filhos de Israel; e ide, servi ao SENHOR, como tendes dito. 32 Levai também convosco vossas ovelhas e vossas vacas, como tendes dito; e ide e abençoai-me também a mim. RC. Nm 22:32 Disse-lhe o anjo do senhor: Por que já três vezes espancaste a tua jumenta? Eis que eu te saí como adversário, porquanto o teu caminho é perverso diante de mim; 33 a jumenta, porém, me viu, e já três vezes se desviou de diante de mim; se ela não se tivesse desviado de mim, na verdade que eu te haveria matado, deixando a ela com vida. 34 Respondeu Balaão ao anjo do Senhor: pequei, porque não sabia que estavas parado no caminho para te opores a mim; e agora, se parece mal aos teus olhos, voltarei. 35 E disse o Anjo do SENHOR a Balaão: Vai-te com estes homens, mas somente a palavra que eu falar a ti, esta falarás. Assim, Balaão foi-se com os príncipes de Balaque. RA. Hb 12:16 Não haja nenhum imoral ou profano, como Esaú, que por uma única refeição vendeu os seus direitos de herança como filho mais velho. 17 Como vocês sabem, posteriormente, quando quis herdar a bênção, foi rejeitado; e não teve como alterar a sua decisão, embora buscasse a bênção com lágrimas. NVI. Mt 27:3 Então, Judas, o que o traíra, vendo que fora condenado, trouxe, arrependido, as trinta moedas de prata aos príncipes dos sacerdotes e aos anciãos, 4 dizendo: Pequei, traindo sangue inocente. Eles, porém, disseram: Que nos importa? Isso é contigo. ramos@advir.comramos@advir.com
  • 4. Em todos as experiências sitadas (de Faraó, Balaão, Esaú e Judas) todos tiveram um arrependimento por desobedecer a Deus, mais foi uma tristeza por causa das consequências ruins que lhes sobrevieram, por causa de seus pecados, e não de seus caminhos maus, não tinham vontade de se reconciliar com Deus. Êx 12:29-32; Nm 22:32-35; Hb 12:17; Mt 27:4. A Esaú não foi excluído o privilégio de buscar o favor de Deus pelo arrependimento; mas não podia encontrar meios para recuperar a primogenitura. Sua mágoa não se originava da convicção do pecado; não desejava reconciliar-se com Deus. Entristecia-se por causa dos resultados de seu pecado, mas não pelo próprio pecado. Patriarcas e Profetas, págs. 180 e 181. O arrependimento compreende tristeza pelo pecado e afastamento do mesmo. Não renunciaremos ao pecado enquanto não reconhecermos a sua malignidade; enquanto dele não nos afastarmos sinceramente, não haverá em nós uma mudança real da vida. Muitos há que não compreendem a verdadeira natureza do arrependimento. Multidões de pessoas se entristecem pelos seus pecados, efetuando mesmo exteriormente uma reforma, porque receiam que seu mau procedimento lhes traga sofrimentos. Mas não é este o arrependimento segundo o sentido que lhe dá a Bíblia. Lamentam antes os sofrimentos, do que o próprio pecado. Tal foi a tristeza de Esaú quando viu que perdera para sempre o direito da primogenitura. Caminho a Cristo, pág. 23. Quando o pecado embota as percepções morais, o transgressor já não discerne os defeitos de seu caráter, nem reconhece a enormidade do mal que cometeu; e a menos que se renda ao poder persuasivo do Espírito Santo, permanece em parcial cegueira quanto aos seus pecados. Suas confissões não são sinceras e ferventes. A cada reconhecimento de seu pecado acrescenta uma desculpa em justificação de seu procedimento, declarando que se não fossem certas circunstâncias, não teria praticado este ou aquele ato, pelo qual está sendo reprovado. Caminho a Cristo, 40. ❉ Quinta - Poder de cura da confissão Ano Bíblico: Is 59–62 6. Leia o Salmo 32:1-8. O que isso nos ensina sobre confissão e arrependimento? O Arrependimento sincero e o abandono da transgressão são os meios indicados por Deus para recebermos perdão, que resulta em paz e felicidade “Como é feliz aquele que tem suas transgressões perdoadas e seus pecados apagados! Como é feliz aquele a quem o Senhor não atribui culpa e em quem não há hipocrisia! ”. “Então reconheci diante de ti o meu pecado e não encobri as minhas culpas. Eu disse: "Confessarei as minhas transgressões ao Senhor", e tu perdoaste a culpa do meu pecado”. Sl 32:1-2 e 5. NVI. A Culpa sem confissão tem como resultado o sofrimento físico e emocional “Enquanto escondi os meus pecados, o meu corpo definhava de tanto gemer. Pois de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; minha força foi se esgotando como em tempo de seca”. Sl 32:3-4. NVI. Por isso é importante orarmos a Deus, que nos perdoa, restaura, ensina o caminho, aconselha e protege. “Portanto, que todos os que são fiéis orem a ti enquanto podes ser encontrado; quando as muitas águas se levantarem, elas não os atingirão. Tu és o meu abrigo; tu me preservarás das angústias e me cercarás de canções de livramento. Eu o instruirei e o ensinarei no caminho que você deve seguir; eu o aconselharei e cuidarei de você. Sl 32:6-8. NVI. Justificação é o oposto de condenação. A ilimitada misericórdia de Deus é exercida para com aqueles que são totalmente indignos. Ele perdoa transgressões e pecados por amor de Jesus, que Se tornou a propiciação por nossos pecados. Mediante a fé em Cristo, o culpado transgressor é trazido ao favor de Deus e à forte esperança da vida eterna. … A transgressão de Davi foi perdoada porque ele humilhou seu coração perante Deus em arrependimento e contrição de alma e creu que se cumpriria a promessa do perdão de Deus. Confessou seu pecado, arrependeu-se e se reconverteu. No enlevo da segurança do perdão, exclamou: "Bem-aventurado aquele cuja iniquidade é perdoada, cujo pecado é coberto. Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não atribui iniquidade e em cujo espírito não há dolo." A bênção vem por causa do perdão; o perdão vem mediante a fé em que o grande Portador de pecados assume o pecado confessado. Todas as nossas bênçãos provêm, assim, de Cristo. Sua morte é o sacrifício expiatório por nossos pecados. É Ele o grande meio através do qual recebemos a misericórdia e o favor de Deus. Ele é na realidade, então, o Originador, Autor, bem como o Consumador de nossa fé. Manuscrito 21, 1891. Manuscript Releases, vol. 9, págs. 300-301. 7. Leia Atos 24:16. O apóstolo Paulo se esforçou para ter uma “consciência pura diante de Deus e dos homens”. O que isso significa? Consciência pura: É uma Consciência que foi purificada e restaurada por Deus, que atua sem ofensa, maldade ou culpa, tanto para com Deus como para com os homens. Que passa a amar a Deus e anda conforme os Seus mandamentos Mt 22:37-40; Jo 14:15; 14:21; 14:23; 15:10; 1Jo 5:3, e quando erra esse caminho tem um arrependimento sincero e abandona a transgressão. “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça”. I Jo 1:9; Pv 28:13. Aquele que, após ouvir a verdade lhe vira as costas, porque, aceitá-la, retardaria seu êxito em ramos de comércio, afasta-se de Deus e da luz. Vende a alma em mercado barato. Sua consciência será sempre indigna de confiança. Fez uma barganha com Satanás, violando a consciência que, se conservada pura e sincera, ter-lhe-ia sido de mais valor do que o mundo todo. Aquele que recusa a vida, participa do fruto da desobediência, como fizeram Adão e Eva, no Éden. Manuscrito 27, 1900. ramos@advir.comramos@advir.com
  • 5. O cristão verdadeiro obtém uma experiência que promove a santidade. Não tem ele na consciência uma mancha de culpa, nem uma mácula de corrupção na vida. A espiritualidade da lei de Deus, com seus princípios limitadores, é introduzida em sua vida. A luz da verdade ilumina seu entendimento. Uma chama de perfeito amor ao Redentor espanca as corrupções que se interpuseram entre o pecador e Deus. A vontade de Deus tornou-se a sua vontade, pura, elevada, refinada e santa. Seu semblante revela a luz do Céu. Seu corpo é um adequado templo do Espírito Santo. A santidade adorna-lhe o caráter. Deus pode comungar com ele, pois alma e corpo estão em harmonia com Deus. Carta 139, 1898. ❉ Sexta - Conclusão: Ano Bíblico: Is 38–40 Em “Confissão e arrependimento: as condições do reavivamento” aprendi que … ✰ Domingo - Arrependimento: um dom de Deus: Pedro destaca que Deus ressuscitou Jesus, a qual foi morto, suspenso num madeiro. At 3:15; Dt 21:23; At 10:39; At 13:29; 1Pe 2:24; At 2:23; Em sua morte Jesus pagou o preço por nossos pecados se tornado nosso substituto Jo 1:29, 36; Is 53:5; Is 53:7; 1Co 5:7. Em sua ressurreição Jesus se torna nosso sumo sacerdote Hb 2:17; 3:1; 5:5, 8-10; 6:20; 8:1,3; 9:11, para nos conceder o meio para o arrependimento e perdão dos pecados “Deus o exaltou, colocando-o à sua direita como Príncipe e Salvador, para dar a Israel arrependimento e o perdão dos pecados”. At. 5:30-31. At 2:33; 3:15; Fp 2:9. O reconhecimento e o arrependimento são dons de Deus por intermédio do Espírito Santo e nos leva a obedecer. “Nós somos testemunhas destas coisas, bem como o Espírito Santo, que Deus concedeu aos que lhe obedecem". At. 5:32. Jo 15:27. ✰ Segunda - Definição do verdadeiro arrependimento: A tristeza produzida pela influência divina fez com que haja arrependimento da malignidade do pecado. A tristeza usada por Deus, não nos causa nenhum mal, pelo contrário a repreensão utilizada é para a vida. "Pois a tristeza que é usada por Deus produz o arrependimento que leva à salvação”; e nisso não há motivo para alguém ficar triste. Mas as tristezas deste mundo que é apenas remorso pela consequência produzem a morte. 2Sm 12:13; Mt 26:75; Lc 18:13; Se suportarmos a tristeza da maneira que agrada a Deus veremos os resultados: isso fez com que levemos a sério o o conselho divino e será feito com dedicação, com desculpas, com indignação, temor, saudade, e preocupação, desejando que a justiça seja estabelecida. II Cor. 7:9-11. ✰ Terça - Verdadeiro arrependimento e confissão: Paulo se considerava o principal dos pecadores I Tm 1:15-16, assim se considerava, por ter perseguido ferozmente a igreja de Deus At 8:3; 9:1; 22:4; 26:10-11; 1Co 15:9; Gl 1:13; 1Tm 1:13. O Seu testemunho é uma prova real de como Deus é paciente e misericordioso e pode alcançar a humanidade caída com sua justiça, perdoar e restaurar a todos o que escutam sua voz, independente do que tenham feito no passado. O amor divino nos faz reconhecer a nossa culpa, mas não com abatimento e prostração, pelo contrário com todo ânimo e disposição de ser obedientes a Cristo sendo agora usados como exemplo para auxiliar na salvação de outros. “Mas, por isso mesmo alcancei misericórdia, para que em mim, o pior dos pecadores, Cristo Jesus demonstrasse toda a grandeza da sua paciência, usando-me como um exemplo para aqueles que nele haveriam de crer para a vida eterna”. I Tm 1:14-17. ✰ Quarta - Verdadeiro e falso arrependimento contrastados: Devemos confessar pecados de forma específica “quando for culpado numa destas coisas, confessar aquilo em que houver pecado”. Lv 5:5, e não dizer como vemos muitas vezes “me perdoa por qualquer coisa que eu possa ter feito de errado” quando agimos assim passamos a tornar comum e até banal um assunto tão serio como este, quando confessamos de acordo com o princípio, o Senhor nos perdoa e purifica 1Jo 1:9; Sl 32:5; Pv 28:13. Os más obras são removidas e passamos a buscar a justiça, acabado com a opressão, os pecados que eram vermelho escarlate se tornarão brancos como a neve Isa 1:16-18. Anunciamos agora o evangelho de cristo convidando a outros para praticar obras dignas de arrependimento. At 26:19-20. Em todos as experiências sitadas (de Faraó, Balaão, Esaú e Judas) todos tiveram um arrependimento por desobedecer a Deus, mais foi uma tristeza por causa das consequências ruins que lhes sobrevieram, por causa de seus pecados, e não de seus maus caminhos, não tinham vontade de se reconciliar com Deus. Êx 12:29-32; Nm 22:32-35; Hb 12:17; Mt 27:4. ✰ Quinta - Poder de cura da confissão: O Arrependimento sincero e o abandono da transgressão são os meios indicados por Deus para recebermos perdão, que resulta em paz e felicidade “Como é feliz aquele que tem suas transgressões perdoadas e seus pecados apagados! Como é feliz aquele a quem o Senhor não atribui culpa e em quem não há hipocrisia! ”. “Então reconheci diante de ti o meu pecado e não encobri as minhas culpas. Eu disse: "Confessarei as minhas transgressões ao Senhor", e tu perdoaste a culpa do meu pecado”. Sl 32:1-2 e 5. NVI. A Culpa sem confissão tem como resultado o sofrimento físico e emocional “Enquanto escondi os meus pecados, o meu corpo definhava de tanto gemer. Pois de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; minha força foi se esgotando como em tempo de seca”. Sl 32:3-4. NVI. Por isso é importante orarmos a Deus, que nos perdoa, restaura, ensina o caminho, aconselha e protege. “Portanto, que todos os que são fiéis orem a ti enquanto podes ser encontrado; quando as muitas águas se levantarem, elas não os atingirão. Tu és o meu abrigo; tu me preservarás das angústias e me cercarás de canções de livramento. Eu o instruirei e o ensinarei no caminho que você deve seguir; eu o aconselharei e cuidarei de você. Sl 32:6-8. NVI. Consciência pura: É uma Consciência que foi purificada e restaurada por Deus, que atua sem ofensa, maldade ou culpa, tanto para com Deus como para com os homens. Que passa a amar a Deus e anda conforme os Seus mandamentos Mt 22:37-40; Jo 14:15; 14:21; 14:23; 15:10; 1Jo 5:3, e quando erra esse caminho tem um arrependimento sincero e abandona a transgressão. “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça”. I Jo 1:9; Pv 28:13. ramos@advir.comramos@advir.com