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10ª. Aula EBD
Quando vocês estavam mortos em pecados e
na incircuncisão da sua carne, Deus os
vivificou juntamente com Cristo. Ele nos
perdoou todas as transgressões, e cancelou a
escrita de dívida, que consistia em
ordenanças, e que nos era contrária. Ele a
removeu, pregando-a na cruz,
e, tendo despojado os poderes e as
autoridades, fez deles um espetáculo público,
triunfando sobre eles na cruz.
Colossenses 2:13-15
13 E a vós (mortos estando nos vossos pecados e na incircuncisão da
vossa carne) Ele (Deus) vivificou juntamente- com Ele (com o Cristo),
havendo-vos perdoado todas as ofensas,
14 Tendo riscado a cédula- de- dívida {*} que era contra nós nas
Suas ordenanças, a qual nos era contrária, e a tirou para fora do
meio do caminho, havendo-a cravado na cruz. {* Nota escrita pelas
mãos do devedor e por ele assinada, em que ele reconhece uma
dívida a ser paga em certo tempo}
15 Havendo Ele despojado {*} os principados e as potestades, fez-
deles- exemplo- público, nela (na cédula- de- dívida) havendo
triunfado sobre eles. {* "Despojar" = tirar as armas, enfeites,
vestes, e todos os bens}
O escrito é um certificado de débito e presumivelmente se refere à
lei escrita de Moisés. Para os gentios ela também pode incluir a lei
com a qual suas consciências concordavam (cons. Rm. 2:14, 15; Êx.
24:3; Ef. 2:15). Esta obrigação que, não estando quitada,
permanecia contra nós foi paga na cruz.
• Despojando, ou melhor, despindo (apekdyomai) é uma
palavra composta usada na LXX (e no grego clássico) em se
tratando de "desnudar" inimigos de guerra,
• No tempo do V.T. os prisioneiros eram despidos de quase toda a
roupa. Esse ato veio a simbolizar a derrota,
• para os profetas significa o juízo de Deus
• No N.T. esta idéia entra no reino das "últimas coisas" quando os
justos serão vestidos, em contraste com os injustos, que ficarão
despidos e nus sob o juízo de Deus
• O presente versículo, descrevendo Cristo como "despindo"
principados e as potestades através de Sua morte e
ressurreição,
• Cristo morreu, "para que pela morte aniquilasse o que
tinha o império da morte, isto é, o diabo; e livrasse todos
os que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à
servidão
O perdão gracioso de Deus (Cl. 2:13) tem de ser
compreendido à luz do significado da cruz: nela
o débito do homem está cancelado e os
poderes que mantém o homem cativo são
eles mesmos publicamente derrotados e
feitos prisioneiros
Aquele que pratica o pecado é do diabo, porque o diabo vem
pecando desde o princípio. Para isso o Filho de Deus se
manifestou: para destruir as obras do diabo.
Todo aquele que é nascido de Deus não pratica o pecado, porque a
semente de Deus permanece nele; ele não pode estar no pecado,
porque é nascido de Deus.
1 João 3:8-9
• Impossível que alguém leia o Novo Testamento sem se
impressionar com o ambiente de confiança alegre que o penetra,
o qual se destaca contra a religião um tanto insípida que muitas
vezes passa por Cristianismo hoje.
• Não havia derrotismo nos cristãos primitivos; antes, falavam de
vitória. Por exemplo: "Graças a Deus que nos dá a vitória. , ."
• O que Paulo, na realidade, escreveu foi: "Deus nos dá a vitória
por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo", "somos mais que
vencedores, por meio daquele que nos amou", e: "Deus que em
Cristo nos conduz em triunfo". É ele quem "venceu", "triunfou", e
além do mais o fez "pela cruz".
• É claro, qualquer observador contemporâneo de Cristo que o
viu morrer, teria ouvido com incredulidade e espanto a
reivindicação de que o Crucificado saiu Vencedor.
• Não havia ele sido rejeitado pela sua própria nação, traído,
negado e abandonado por seus próprios discípulos, e
executado por autoridade do procurador romano?
• Olhe para ele, pregado na cruz, despido de toda
liberdade e movimento, pregado com pregos ou
amarrado com cordas, ou ambos, preso e impotente.
• Parece derrota total.
• Se houver vitória, é a do orgulho, prejuízo, inveja,
ódio, covardia e brutalidade.
• Contudo, o cristão afirma que a realidade é o oposto
das aparências.
• O que parece (e deveras foi) a derrota do bem pelo
mal, também é, e mais certamente, a derrota do mal
pelo bem.
• Vencido, ele estava vencendo.
• Esmagado pelo poder inflexível de Roma, ele mesmo
estava esmagando a cabeça da serpente (Gênesis 3:15).
• A vítima era o vencedor, e a cruz ainda é
o trono do qual ele governa o
mundo.
• Eis mais um motivo na realização da cruz de Cristo.
Além da salvação dos pecadores e a revelação de
Deus, a cruz garantiu a conquista do mal.
A vitória de Cristo
O que o Novo Testamento afirma, de modo franco, é
que na cruz Jesus desarmou o diabo e triunfou
sobre ele, e sobre todos os "principados e
poderes" que estão ao seu comando.
Parece que devemos pensar na vitória dele, embora real
e objetiva, em outros termos.
1º. Certamente é significativo que Paulo compare o que
Cristo fez ao cheirographon (cancelamento e
remoção) com o que ele fez aos principados e
potestades (desarmando-os e os vencendo). O
título ele pregou na cruz; os poderes ele derrotou por
meio da cruz. Não parece necessário insistir em que este
último seja mais literal do que o primeiro. O ponto
importante é que ambos aconteceram juntos.
5498 χειρογραφον cheirographon
de um composto de 5495 e 1125; TDNT - 9:435,1309; n n
1) manuscrito, o que alguém escreveu por sua própria mão
2) nota manuscrita na qual alguém reconhece que
recebeu dinheiro como depositário ou por empréstimo, e
que será devolvido no tempo determinado
2º. Ele (Cristo) venceu o diabo mediante a resistência
total a suas tentações. Tentado a evitar a cruz, Jesus
perseverou no caminho da obediência, e tornou-se
"obediente até à morte, e morte de cruz" (Filipenses 2:8).
A sua obediência foi indispensável à sua obra salvadora.
"Porque, como pela desobediência de um só homem
muitos se tornaram pecadores, assim também por meio
da obediência de um só muitos se tornarão justos"
(Romanos 5:19).
Se ele tivesse desobedecido, desviando-se um pouquinho que
fosse do caminho da vontade de Deus, o diabo teria ganho um
ponto e frustrado o plano da salvação. Mas Jesus obedeceu, e o
diabo foi derrotado.
3º. Novamente, quando os poderes
combinados de Roma e de Jerusalém se
dispuseram contra ele, ele poderia ter
enfrentado poder com poder. Pois Pilatos não
tinha autoridade última sobre ele; mais de
doze legiões de anjos ter-se-iam
apressado ao seu resgate, caso ele as
tivesse convocado; ele poderia ter descido
da cruz, como, escarnecendo, desafiaram-no a
fazer.1
Mas ele se recusou recorrer ao poder
mundano.
4º. A ressurreição foi a confirmação e o anúncio da
conquista. Não devemos ver a cruz como derrota, e a
ressurreição como vitória. Antes, a cruz foi a vitória
ganha, e a ressurreição a vitória endossada,
proclamada e demonstrada. "Não era possível
fosse ele retido" pela morte, pois ela já havia
sido derrotada.
Os principados e os poderes do mal, que haviam sido
privados de suas armas e sua dignidade na cruz, agora,
como conseqüência da derrota, foram colocados sob os
pés de Cristo e feitos sujeitos a ele.
5º. A extensão da conquista à medida que a
igreja sai para executar a sua missão no poder
do Espírito, pregar a Cristo crucificado como
Senhor, e convocar o povo a se arrepender e
crer nele. Em toda conversão genuína há um voltar-se
não apenas do pecado para Cristo, mas também "das
trevas para a luz", "do poder de Satanás para Deus", e
dos ídolos para servir o "Deus vivo e verdadeiro"; há
também um resgate do domínio das trevas para o reino
do Filho a quem Deus ama. De modo que a conversão de
cada crente envolve um encontro com o poder que
obriga o diabo a descontrair o controle da vida de
alguém e demonstra o poder superior de Cristo
6º. Estamos olhando com expectativa a consumação da
conquista na Parousia, o intervalo entre os dois adventos
deve ser preenchido com a missão da igreja.
O Ungido do Senhor já está reinando, mas também está
aguardando até que seus inimigos sejam postos como
estrado dos seus pés. Nesse dia todo joelho se dobrará em sua
presença e toda língua confessará que ele é Senhor. O diabo será
jogado no lago do fogo, onde a morte e o inferno o seguirão. Pois a
morte é o último inimigo a ser destruído. Então, quando todo o
domínio, autoridade e poder do mal tiver sido destruído, o Filho
entregará o reino ao Pai, e ele será tudo em todos
3952 παρουσια parousia do particípio presente de 3918; TDNT
1) presença
2) vinda, chegada, advento
2a) a volta futura e visível de Jesus do céu, a ressurreição dos mortos, o
julgamento final, e o estabelecimento formal e glorioso do reino de Deus
João faz a importante afirmação de que "o motivo pelo qual o
Filho de Deus se manifestou foi para 'desfazer' as obras
do diabo" (1 João 3:8, ). E
le veio para confrontar e derrotar o diabo, e assim desfazer o dano
que este havia causado.
Quais são as "obras do diabo",?
1. Através de Cristo já não estamos sob a tirania da lei.
2. Através de Cristo já não estamos sob a tirania da
carne
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A autosubstituição de Deus II

  • 2. Quando vocês estavam mortos em pecados e na incircuncisão da sua carne, Deus os vivificou juntamente com Cristo. Ele nos perdoou todas as transgressões, e cancelou a escrita de dívida, que consistia em ordenanças, e que nos era contrária. Ele a removeu, pregando-a na cruz, e, tendo despojado os poderes e as autoridades, fez deles um espetáculo público, triunfando sobre eles na cruz. Colossenses 2:13-15
  • 3. 13 E a vós (mortos estando nos vossos pecados e na incircuncisão da vossa carne) Ele (Deus) vivificou juntamente- com Ele (com o Cristo), havendo-vos perdoado todas as ofensas, 14 Tendo riscado a cédula- de- dívida {*} que era contra nós nas Suas ordenanças, a qual nos era contrária, e a tirou para fora do meio do caminho, havendo-a cravado na cruz. {* Nota escrita pelas mãos do devedor e por ele assinada, em que ele reconhece uma dívida a ser paga em certo tempo} 15 Havendo Ele despojado {*} os principados e as potestades, fez- deles- exemplo- público, nela (na cédula- de- dívida) havendo triunfado sobre eles. {* "Despojar" = tirar as armas, enfeites, vestes, e todos os bens} O escrito é um certificado de débito e presumivelmente se refere à lei escrita de Moisés. Para os gentios ela também pode incluir a lei com a qual suas consciências concordavam (cons. Rm. 2:14, 15; Êx. 24:3; Ef. 2:15). Esta obrigação que, não estando quitada, permanecia contra nós foi paga na cruz.
  • 4. • Despojando, ou melhor, despindo (apekdyomai) é uma palavra composta usada na LXX (e no grego clássico) em se tratando de "desnudar" inimigos de guerra, • No tempo do V.T. os prisioneiros eram despidos de quase toda a roupa. Esse ato veio a simbolizar a derrota, • para os profetas significa o juízo de Deus • No N.T. esta idéia entra no reino das "últimas coisas" quando os justos serão vestidos, em contraste com os injustos, que ficarão despidos e nus sob o juízo de Deus • O presente versículo, descrevendo Cristo como "despindo" principados e as potestades através de Sua morte e ressurreição, • Cristo morreu, "para que pela morte aniquilasse o que tinha o império da morte, isto é, o diabo; e livrasse todos os que, com medo da morte, estavam por toda a vida sujeitos à servidão
  • 5. O perdão gracioso de Deus (Cl. 2:13) tem de ser compreendido à luz do significado da cruz: nela o débito do homem está cancelado e os poderes que mantém o homem cativo são eles mesmos publicamente derrotados e feitos prisioneiros Aquele que pratica o pecado é do diabo, porque o diabo vem pecando desde o princípio. Para isso o Filho de Deus se manifestou: para destruir as obras do diabo. Todo aquele que é nascido de Deus não pratica o pecado, porque a semente de Deus permanece nele; ele não pode estar no pecado, porque é nascido de Deus. 1 João 3:8-9
  • 6. • Impossível que alguém leia o Novo Testamento sem se impressionar com o ambiente de confiança alegre que o penetra, o qual se destaca contra a religião um tanto insípida que muitas vezes passa por Cristianismo hoje. • Não havia derrotismo nos cristãos primitivos; antes, falavam de vitória. Por exemplo: "Graças a Deus que nos dá a vitória. , ." • O que Paulo, na realidade, escreveu foi: "Deus nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo", "somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou", e: "Deus que em Cristo nos conduz em triunfo". É ele quem "venceu", "triunfou", e além do mais o fez "pela cruz".
  • 7. • É claro, qualquer observador contemporâneo de Cristo que o viu morrer, teria ouvido com incredulidade e espanto a reivindicação de que o Crucificado saiu Vencedor. • Não havia ele sido rejeitado pela sua própria nação, traído, negado e abandonado por seus próprios discípulos, e executado por autoridade do procurador romano? • Olhe para ele, pregado na cruz, despido de toda liberdade e movimento, pregado com pregos ou amarrado com cordas, ou ambos, preso e impotente. • Parece derrota total. • Se houver vitória, é a do orgulho, prejuízo, inveja, ódio, covardia e brutalidade.
  • 8. • Contudo, o cristão afirma que a realidade é o oposto das aparências. • O que parece (e deveras foi) a derrota do bem pelo mal, também é, e mais certamente, a derrota do mal pelo bem. • Vencido, ele estava vencendo. • Esmagado pelo poder inflexível de Roma, ele mesmo estava esmagando a cabeça da serpente (Gênesis 3:15). • A vítima era o vencedor, e a cruz ainda é o trono do qual ele governa o mundo. • Eis mais um motivo na realização da cruz de Cristo. Além da salvação dos pecadores e a revelação de Deus, a cruz garantiu a conquista do mal.
  • 9. A vitória de Cristo O que o Novo Testamento afirma, de modo franco, é que na cruz Jesus desarmou o diabo e triunfou sobre ele, e sobre todos os "principados e poderes" que estão ao seu comando. Parece que devemos pensar na vitória dele, embora real e objetiva, em outros termos.
  • 10. 1º. Certamente é significativo que Paulo compare o que Cristo fez ao cheirographon (cancelamento e remoção) com o que ele fez aos principados e potestades (desarmando-os e os vencendo). O título ele pregou na cruz; os poderes ele derrotou por meio da cruz. Não parece necessário insistir em que este último seja mais literal do que o primeiro. O ponto importante é que ambos aconteceram juntos. 5498 χειρογραφον cheirographon de um composto de 5495 e 1125; TDNT - 9:435,1309; n n 1) manuscrito, o que alguém escreveu por sua própria mão 2) nota manuscrita na qual alguém reconhece que recebeu dinheiro como depositário ou por empréstimo, e que será devolvido no tempo determinado
  • 11. 2º. Ele (Cristo) venceu o diabo mediante a resistência total a suas tentações. Tentado a evitar a cruz, Jesus perseverou no caminho da obediência, e tornou-se "obediente até à morte, e morte de cruz" (Filipenses 2:8). A sua obediência foi indispensável à sua obra salvadora. "Porque, como pela desobediência de um só homem muitos se tornaram pecadores, assim também por meio da obediência de um só muitos se tornarão justos" (Romanos 5:19). Se ele tivesse desobedecido, desviando-se um pouquinho que fosse do caminho da vontade de Deus, o diabo teria ganho um ponto e frustrado o plano da salvação. Mas Jesus obedeceu, e o diabo foi derrotado.
  • 12. 3º. Novamente, quando os poderes combinados de Roma e de Jerusalém se dispuseram contra ele, ele poderia ter enfrentado poder com poder. Pois Pilatos não tinha autoridade última sobre ele; mais de doze legiões de anjos ter-se-iam apressado ao seu resgate, caso ele as tivesse convocado; ele poderia ter descido da cruz, como, escarnecendo, desafiaram-no a fazer.1 Mas ele se recusou recorrer ao poder mundano.
  • 13. 4º. A ressurreição foi a confirmação e o anúncio da conquista. Não devemos ver a cruz como derrota, e a ressurreição como vitória. Antes, a cruz foi a vitória ganha, e a ressurreição a vitória endossada, proclamada e demonstrada. "Não era possível fosse ele retido" pela morte, pois ela já havia sido derrotada. Os principados e os poderes do mal, que haviam sido privados de suas armas e sua dignidade na cruz, agora, como conseqüência da derrota, foram colocados sob os pés de Cristo e feitos sujeitos a ele.
  • 14. 5º. A extensão da conquista à medida que a igreja sai para executar a sua missão no poder do Espírito, pregar a Cristo crucificado como Senhor, e convocar o povo a se arrepender e crer nele. Em toda conversão genuína há um voltar-se não apenas do pecado para Cristo, mas também "das trevas para a luz", "do poder de Satanás para Deus", e dos ídolos para servir o "Deus vivo e verdadeiro"; há também um resgate do domínio das trevas para o reino do Filho a quem Deus ama. De modo que a conversão de cada crente envolve um encontro com o poder que obriga o diabo a descontrair o controle da vida de alguém e demonstra o poder superior de Cristo
  • 15. 6º. Estamos olhando com expectativa a consumação da conquista na Parousia, o intervalo entre os dois adventos deve ser preenchido com a missão da igreja. O Ungido do Senhor já está reinando, mas também está aguardando até que seus inimigos sejam postos como estrado dos seus pés. Nesse dia todo joelho se dobrará em sua presença e toda língua confessará que ele é Senhor. O diabo será jogado no lago do fogo, onde a morte e o inferno o seguirão. Pois a morte é o último inimigo a ser destruído. Então, quando todo o domínio, autoridade e poder do mal tiver sido destruído, o Filho entregará o reino ao Pai, e ele será tudo em todos 3952 παρουσια parousia do particípio presente de 3918; TDNT 1) presença 2) vinda, chegada, advento 2a) a volta futura e visível de Jesus do céu, a ressurreição dos mortos, o julgamento final, e o estabelecimento formal e glorioso do reino de Deus
  • 16. João faz a importante afirmação de que "o motivo pelo qual o Filho de Deus se manifestou foi para 'desfazer' as obras do diabo" (1 João 3:8, ). E le veio para confrontar e derrotar o diabo, e assim desfazer o dano que este havia causado. Quais são as "obras do diabo",? 1. Através de Cristo já não estamos sob a tirania da lei. 2. Através de Cristo já não estamos sob a tirania da carne 3. Por meio de Cristo já não estamos sob a tirania do mundo. 4. Por meio de Cristo já não estamos sob a tirania da morte.