O documento discute a verdadeira religião, enfatizando que o relacionamento com Deus não é apenas ritualístico, mas deve ser pautado pela prática da justiça e solidariedade, especialmente em tempos de exílio e sofrimento. Jesus é apresentado como quem dissolve as barreiras entre puros e impuros, e Tiago ressalta que a verdadeira religião consiste em cuidar dos marginalizados e rejeitar práticas que perpetuam a injustiça. As leituras sugerem que a aproximação de Deus se faz por meio da luta por uma legislação justa que promove a vida e dignidade para todos.