O documento discute a relação entre civilização e culpa, destacando que as normas sociais frequentemente causam mal-estar e têm raízes na culpa e no medo. Sugere que a organização atual da civilização produz indivíduos doentes em vez de saudáveis, e que a verdadeira liberdade é limitada pelo medo da punição. A reflexão final questiona a possibilidade de uma formação civilizada que não esteja baseada na culpa, revelando a ambivalência histórica da humanidade em lidar com esses dilemas.