Unidade de Ensino: Anhanguera Uniderp - Pólo São Borja RS (4140)
Curso: Administração
Disciplina: Sociologia Geral
Nome e RA dos integrantes:
Daniel Moreira 358029
Douglas Gottfried 398793
Graziele Lago 390227
Marcelly Vitali 364217
Tanilse Lago 401450
Atividade: Conhecimento da Sociologia
Tutor: Ma. Cláudia Regina Benedetti
São Borja – RS
Cultura
O estudo da Cultura hoje assume um aspecto muito importante de valorizar o próprio
ser humano em toda a sua diversidade. Manter a diversidade dentro da globalização e no
encontro de valores universais deve ser o maior desafio da humanidade hoje. E para manter
múltiplas culturas convivendo no mesmo espaço e no mesmo tempo devemos entender cada
vez mais o quão relativo são os nossos julgamentos do que é certo, errado, bom, ruim e assim
por diante, quando examinados fora de seu contexto cultural.
O indivíduo só é humano por possuir cultura, em contrapartida só encontramos a cultura
junto aos seres humanos. Podemos afirmar que todos os grupos humanos possuem cultura, e
não podemos graduá-la como melhor ou pior.
É através da cultura que o homem adquire os conhecimentos necessários à sua
sobrevivência física e social. Cada cultura e cada sociedade têm a sua integridade própria, o
seu próprio sistema de valores e seus costumes. Devemos entender que cultura compreende a
totalidade das criações humanas. Inclui ideias, valores, manifestações artísticas de todo o tipo,
crenças, instituições sociais, conhecimentos científicos e técnicos, instrumentos de trabalho,
tipos de vestuário, alimentação, construções etc. A cultura é uma característica exclusiva das
sociedades humanas. Os animais são incapazes de criar cultura.
Toda e qualquer sociedade apresenta elementos de cultura material e não material. A
cultura material se refere aos aspectos físicos ou tecnológicos de nossas vidas diárias,
inclusive a comida, casas, fábricas, vestuário, transportes e matéria-prima. A cultura não
material se refere aos modos de usar os objetos materiais, aos costumes, crenças, filosofias,
governos e padrões de comunicação.
Todas as culturas apresentam alguns elementos básicos que são: as crenças, os valores,
as normas e sanções, os símbolos, o idioma e a tecnologia.
 As culturas são fundamentadas em um conjunto de Crenças, compartilhando
conhecimento e ideias sobre a natureza da vida.
 Os Valores são concepções coletivas do que é considerado bom, desejável,
certo, bonito, gostoso (ou ruim, indesejável, errado, feio) em uma determinada cultura.
 As Normas traduzem crenças e valores em regras específicas para o
comportamento. Detalham aquilo que pode e que não pode ser feito.
 As sanções são as punições e recompensas que são utilizadas para fazer com
que as normas sejam seguidas.
 Os Símbolos são definidos como qualquer coisa que carrega um significado
particular reconhecido pelas pessoas que compartilham uma determinada cultura.
 O Idioma é um elemento-chave da cultura. É um sistema de símbolos que
permitem que os membros de uma sociedade comuniquem-se uns com os outros.
 A Tecnologia estabelece um parâmetro para a cultura e não só influencia como
as pessoas trabalham, mas também como eles socializam e pensam sobre o mundo.
A Socialização
Podemos definir socialização como sendo a aquisição das maneiras de agir, pensar e
sentir próprias dos grupos, da sociedade ou da civilização em que o indivíduo vive. Esse
processo tem início no momento em que nasce, continua ao longo de toda a sua vida e só
acaba quando a pessoa morre.
A socialização do indivíduo numa dada sociedade permite que ele adquira uma
personalidade própria, que o diferenciará dos demais e ao mesmo tempo o identificará com o
seu grupo social. Embora haja elementos comuns na experiência de todas as pessoas, e mais
ainda na experiência de pessoas dentro de uma determinada sociedade, cada pessoa continua
sendo única. Assim cada homem é socializado de tal modo que sua personalidade é ao mesmo
tempo muito parecida com a dos outros em sua sociedade e em outro sentido possui
diferenças que a tornam única.
O processo de socialização é um processo profundamente cultural, no sentido da
definição de que cultura é tudo que é socialmente aprendido e partilhado pelos membros da
sociedade, inclui também conhecimentos, crença, arte, moral, costumes e outras capacidades e
hábitos adquiridos pelos indivíduos em sociedade.
Podemos identificar cinco principais agentes de cocialização: a família, a escola, os
grupos de “status”, os meios de comunicação e os grupos de referência.
 A família é o principal agente de socialização, é o agente básico e o mais
importante no qual o indivíduo é influenciado num primeiro momento ao nascer, e
mantém essa influência de alguma forma durante significativa parte de sua vida. Os
pais de modo geral socializam suas crianças baseados no universo cultural que
conhecem, em que foram socializados e no qual estão adaptados. Assim reproduzem
para seus filhos os valores, as normas e os costumes através de um processo de
transmissão cultural.
 A escola transmite, particularmente, às crianças a experiência de lidar com uma
grande organização, onde as relações sociais são diferentes daquelas encontradas no
núcleo familiar. Este é um importante momento de processo de socialização, quando
as relações informais- pessoais que predominam na família são substituídas por
relações formais- impessoais. Nesta fase podem tomar contato com membros de
sobculturas existentes na sociedade que provocará um aprofundamento do seu
processo de socialização, consolidando sua personalidade tanto individual como
social.
 Os grupos de “status” aumentam sua importância para o processo de
socialização com o avanço da idade do indivíduo. Nesses grupos aprende-se gestos,
gosto por determinadas leituras, um linguajar próprio, um tipo de consumo, e assim
por diante.
 Os meios de comunicação de massa, são, relativamente, novos agentes de
socialização.
 Os grupos de referência são utilizados como modelos de comportamento e de
atitudes ao longo de toda a vida do indivíduo, e podem ter papel positivo e negativo.
A vida cotidiana hoje não é mais a mesma de um tempo atrás, antes se cultuava o que os
pais nos ensinavam, nos dias de hoje tem uma mistura de todas as culturas, religiões e
educação. Em casa aprendemos com nossos pais o que é certo ou errado para eles, mas nem
sempre isso é certo. O outro lado é que muitos nem tem cultura ou uma socialização, é por
isso que a escola é o melhor lugar para a formação de todos os cidadãos, é na escola eu
aprendemos, que nos socializamos, que convivemos com pessoas de diversas culturas, e esse
entrosamento faz com que todo o cidadão saiba se portar em sociedade.
O FILME "A classe operária vai ao paraíso", de Elio Petri (Itália, 1971)
O filme retrata a vida de Lulu Massa que é um operário consumido pelo capital e cujo
trabalho estranhado consome sua vida. A historia transcorre na década de 70, que foi um
período de profundas transformações no capitalismo do mundo todo, pois após um de um
período de conquistas para a classe trabalhadora, o padrão de acumulação taylorista- fordista
entra em plena decadência. O resultado seria que muitos dos direitos conquistados seriam
postos a prova pela burguesia da época, que objetivando diminuir os custos introduzem
inovações tecnológicas poupadoras de força de trabalho. O papel do trabalhador na geração de
riqueza passa a ser questionado. A crise capitalista faz com que a organização dos
trabalhadores se depare com o aumento do desemprego e a carestia.
O filme tem como cenário principal a BAN, uma fábrica que produz peças para
motores. Ela utiliza o sistema de metas de produção, sendo que o desenvolvimento
tecnológico que leva ao aumento da produtividade do trabalho não tem sido acompanhado do
acréscimo salarial. Lulu é o operário-padrão da fábrica, porem sofre um acidente na maquina
que opera e é hostilizado pelos outros companheiros de chão de fábrica. O se evidenciava
cada vez mais que o homem se tornara um apêndice da máquina, não é mais a ferramenta que
é construída para adaptar-se a mão do homem, é o homem que tem de adaptar-se à máquina.
Após perder um dedo no acidente, Lulu adota uma atitude critica ao modelo de exploração,
confrontando a gerencia. Os operários de maneira geral contestam as cotas. Após uma greve,
Lulu tem que pagar um preço pela sua conduta confrontadora e é demitido. Após negociações,
ele consegue ser readmitido na fábrica, voltando à linha de produção e reintegrando-se ao
coletivo de trabalho. Devido a mobilização operária, o sistema de cotas é revisto pela direção
da fábrica. Desta forma podemos apontar dois importantes pontos: primeiro, produção de
mais-valia relativa (inovação técnico-organizacional do capital), desvalorização da força de
trabalho como mercadoria, degradação do trabalho vivo (saúde do trabalhador) e resistência
contingente e necessária do proletariado. Segundo, capital consome trabalho vivo e trabalho
estranhado consome vida. Os dois eixos explicativos da estrutura narrativa do filme
constituem os traços essenciais do que seria a precarização (e precariedade) do trabalho no
capitalismo global.
“Eu sou uma máquina, eu sou uma roldana, eu sou uma rosca,
eu sou um parafuso, eu sou uma correia de transmissão,
eu sou uma bomba, aliás, a bomba está estragada,
não funciona mais, e agora não pode mais ser reparada”.
(Lulu Massa)
“Os pobres ficam loucos porque tem pouco”,
e os ricos ficam loucos porque tem demais”
O filme se passa nos anos 70, época em que os operários faziam um trabalho pesado nas
fábricas, que não lhes dava satisfação e nem mesmo sabiam, muitas vezes, o objetivo do seu
trabalho. Conta a história de um operário, Lulu Massa, que é consumido pelo capitalismo e
tem no seu trabalho toda a sua vida. Ele é um operário modelo, ultrapassando todas as cotas
estipuladas pela empresa e assim não sendo muito bem visto pelos companheiros de trabalho.
Porém um acidente de trabalho acontece e Lulu perde um dedo. A partir disso Lulu começa a
encarar o trabalho de forma diferente, vendo nele próprio um escravo dessa exploração e
começa a confrontar seus superiores. Dois movimentos (sindicatos e estudantes) brigavam
pelos direitos dos trabalhadores. Os sindicatos buscando a negociação e os estudantes
buscando uma revolução. Lulu Massa toma então o lado dos estudantes e contestam as cotas
(metas) de produção que gera tanta competitividade e hostilidade entre os trabalhadores da
fábrica. Porém, após uma greve, Lulu é demitido. Ele leva para sua casa os amigos
revolucionários, o que leva a sua mulher a abandoná-lo. Ela discordava da visão comunista
dos estudantes e mostra sua preferência pelo capitalismo ao falar que um dia teria um casaco
de vison. Os estudantes com medo que ela chamasse a polícia, também foram embora. Ele
então se revolta e percebe o quão controlado era pelo trabalho e pelo consumo, na maior parte
de objetos sem valor real. Os sindicalistas então lhe dão a notícia que um acordo foi feito e
que ele foi readmitido. Com a negociação, o sistema de metas é revisto e Lulu volta a se
integrar com seus colegas de trabalho, agora já com uma visão não escravizada pelo capital.
Os operários então sonham com um mundo em que o muro da escravidão pela fábrica e pelo
capitalismo seria derrubado.
O filme mostra a divisão técnica do trabalho, que é diferente da divisão social do
trabalho. A divisão social é uma característica da sociedade, onde cada indivíduo pertence a
uma divisão na qual realiza um tipo de atividade. A divisão técnica do trabalho diminui a
habilitação do trabalhador. O trabalhador fica alienado porque perde a habilidade de
conhecimento de um todo e passa a não conhecer a produção completa do bem. Não há mais a
qualificação e sim a especialização, onde muitas vezes ao trabalhador não é dado nem mesmo
o direito de saber o que fabrica e para quê serve.
A perseguição do lucro econômico criado pelo capitalismo é mostrada quando a mulher
de Massa o abandona por ser contra o movimento revolucionário e afirma que um dia teria um
caso de vison. Mostra a base motivacional do trabalho assalariado. O capitalismo convenceu
as pessoas de que sua realização estaria nos bens econômicos e não em outros bens não
econômicos, como se acreditava no período pré-capitalista.
A resistência, oposição e conflito contra esse novo sistema de produção proporcionou a
formação de grupos como os estudantes e os sindicatos.
O grande desafio da administração então era domar o indomável, ou seja, controlar o
recurso humano que diferentemente da máquina, trazia consigo costumes, hábitos, tradições,
etc.
Métodos que foram criados na tentativa de sanar o problema de disciplina, como a
demissão e ameaça de demissão também são mostrados no filme. Outros métodos como
incentivo (pagamento por resultados, etc) também foram usados na tentativa de motivar o
trabalhador e assim aumentar sua produtividade.
A questão das metas de produtividade mostra o conflito criado a partir da perda do
acesso à propriedade produtiva e independente dos meios de subsistência e a tendência do
trabalhador a se submeter a um mercado de trabalho onde havia a imposição de um aumento
da produtividade sem que tenha sido acompanhado do acréscimo salarial.
Mensagem do filme
A mensagem pode ser vista definida na última cena quando Lulu conversa com seus
companheiros e conta o sonho que teve sobre a queda do “muro”. Agora ele pensa por si, se
humanizou, não é mais apenas uma “peça” do maquinário da fábrica. Ele compartilha então
com os demais o sonho de que um dia o muro cairá e possibilitará que saiam do inferno
imposto pelo capital e cheguem ao paraíso livre da escravidão do casaco de vison. Este é o
processo da formação da consciência do trabalhador
Conclusão
- Podemos concluir que o conflito é o que traz a resposta para os problemas. Partindo de
um conflito buscaram-se soluções e a negociação trouxe melhorias nas condições de trabalho
dos operários. Além de refletir nas condições de trabalho, também se vê o resultado dos
conflitos refletido em Lulu. ASPECTOS SOCIAIS, POLÍTICOS, HISTÓRICOS E
CULTURAIS.
Nos documentários, percebemos as diferenças sociais, é assim a realidade humana, toda
e qualquer pessoa pobre é tratada com diferença por mais digna e honesta que seja, notamos
nos documentários que muito dessas pessoas pobres, por necessidade acomodam-se e fazem
casas em lugares perigosos, inadequados para construções, das imagens dos documentários
escolhemos duas que mostram a diferença do rico para o pobre, os ricos constroem mansões
com piscinas, garagem, tudo com muito luxo, já o pobre muitas vezes é apenas um barraco
montado onde tem riscos de desabamento, muitas vezes de enchente. Essas imagens mostram
realmente a realidade da vida humana, pois vemos e sabemos que há muita desigualdade, que
há necessidade de estudo e aprendizado, na maioria das vezes os pais não tem condições de
mandar os filhos para escola, e Talvez tudo isso aconteça por falta de oportunidade, por causa
do preconceito de muitos, pois tem receio ou até medo de dar oportunidade a essas pessoas,
julgam apenas pela aparência. A outra imagem escolhida do documentário foi a que mostra
crianças e adultos, buscando alimento em uma propriedade que junta restos na cidade e traz
para dar aos porcos, mas muitos desses restos são para crianças e adultos fazerem sua refeição
porque essas famílias não tem condições financeiras de comprar seu alimento. É comovente
ver crianças correndo dentro daquele chiqueiro para pegar algo para comer, algo que está
sujo, cheio de bactérias ou até mesmo estragado que não serviria para o uso doméstico, é por
esse motivo que crianças não conseguem sobreviver, pois ficam doentes e acabam morrendo
por desnutrição ou por alguma bactéria gerada no lixo. E tudo isso ainda acontece bem perto
de nós, as desigualdades ainda existe e é preciso agir cada vez mais para que isso mude, para
que todos possam ter uma vida limpa e saudável
No documentário assistido, o principal argumento é a falta de respeito da sociedade
humana com a natureza.
Esse documentário mostra como o homem desrespeita a natureza e os animais. Fazem
com que florestas, matos e campos tornem-se produção para gerar mais dinheiro, ou para o
aumento da cidade, para mais acesso a alguns pontos por trajetos mais curtos. Fazendo todas
essas mudanças o lado positivo é que gera emprego para muitos que precisam trabalhar, mas
para isso não é preciso destruir toda a natureza, é preciso conscientizar-se e ao mesmo tempo
que destrói, tem de construir uma nova área de florestas, pois os animais precisam de um
habitat. O primeiro passo a ser dado por todos os cidadãos é conscientizar de que é preciso
preservar o meio ambiente e se necessário, fazer outras áreas de florestas para que todos
tenham uma vida melhor e que os animais não fiquem sem um habitat.
A vida cotidiana hoje não é mais a mesma de um tempo atrás, antes se cultuava o que os
pais nos ensinavam, nos dias de hoje tem uma mistura de todas as culturas, religiões e
educação. Em casa aprendemos com nossos pais o que é certo ou errado para eles, mas nem
sempre isso é certo. O outro lado é que muitos nem tem cultura ou uma socialização, é por
isso que a escola é o melhor lugar para a formação de todos os cidadãos, é na escola eu
aprendemos, que nos socializamos, que convivemos com pessoas de diversas culturas, e esse
entrosamento faz com que todo o cidadão saiba se portar em sociedade.
Nos documentários, percebemos as diferenças sociais, é assim a realidade humana, toda e
qualquer pessoa pobre é tratada com diferença por mais digna e honesta que seja, notamos nos
documentários que muito dessas pessoas pobres, por necessidade acomodam-se e fazem casas
em lugares perigosos, inadequados para construções, das imagens dos documentários
escolhemos duas que mostram a diferença do rico para o pobre, os ricos constroem mansões
com piscinas, garagem, tudo com muito luxo, já o pobre muitas vezes é apenas um barraco
montado onde tem riscos de desabamento, muitas vezes de enchente. Essas imagens mostram
realmente a realidade da vida humana, pois vemos e sabemos que há muita desigualdade, que
há necessidade de estudo e aprendizado, na maioria das vezes os pais não tem condições de
mandar os filhos para escola, e Talvez tudo isso aconteça por falta de oportunidade, por causa
do preconceito de muitos, pois tem receio ou até medo de dar oportunidade a essas pessoas,
julgam apenas pela aparência. A outra imagem escolhida do documentário foi a que mostra
crianças e adultos, buscando alimento em uma propriedade que junta restos na cidade e traz
para dar aos porcos, mas muitos desses restos são para crianças e adultos fazerem sua refeição
porque essas famílias não tem condições financeiras de comprar seu alimento. É comovente
ver crianças correndo dentro daquele chiqueiro para pegar algo para comer, algo que está
sujo, cheio de bactérias ou até mesmo estragado que não serviria para o uso doméstico, é por
esse motivo que crianças não conseguem sobreviver, pois ficam doentes e acabam morrendo
por desnutrição ou por alguma bactéria gerada no lixo. E tudo isso ainda acontece bem perto
de nós, as desigualdades ainda existe e é preciso agir cada vez mais para que isso mude, para
que todos possam ter uma vida limpa e saudável.
No outro documentário mostra como o homem desrespeita a natureza e os animais.
Fazem com que florestas, matos e campos tornem-se produção para gerar mais dinheiro, ou
para o aumento da cidade, para mais acesso a alguns pontos por trajetos mais curtos. Fazendo
todas essas mudanças o lado positivo é que gera emprego para muitos que precisam trabalhar,
mas para isso não é preciso destruir toda a natureza, é preciso conscientizar-se e ao mesmo
tempo que destrói, tem de construir uma nova área de florestas, pois os animais precisam de
um habitat. O primeiro passo a ser dado por todos os cidadãos é conscientizar de que é preciso
preservar o meio ambiente e se necessário, fazer outras áreas de florestas para que todos
tenham uma vida melhor e que os animais não fiquem sem um habitat.

Ciencias sociais ok

  • 1.
    Unidade de Ensino:Anhanguera Uniderp - Pólo São Borja RS (4140) Curso: Administração Disciplina: Sociologia Geral Nome e RA dos integrantes: Daniel Moreira 358029 Douglas Gottfried 398793 Graziele Lago 390227 Marcelly Vitali 364217 Tanilse Lago 401450 Atividade: Conhecimento da Sociologia Tutor: Ma. Cláudia Regina Benedetti São Borja – RS
  • 2.
    Cultura O estudo daCultura hoje assume um aspecto muito importante de valorizar o próprio ser humano em toda a sua diversidade. Manter a diversidade dentro da globalização e no encontro de valores universais deve ser o maior desafio da humanidade hoje. E para manter múltiplas culturas convivendo no mesmo espaço e no mesmo tempo devemos entender cada vez mais o quão relativo são os nossos julgamentos do que é certo, errado, bom, ruim e assim por diante, quando examinados fora de seu contexto cultural. O indivíduo só é humano por possuir cultura, em contrapartida só encontramos a cultura junto aos seres humanos. Podemos afirmar que todos os grupos humanos possuem cultura, e não podemos graduá-la como melhor ou pior. É através da cultura que o homem adquire os conhecimentos necessários à sua sobrevivência física e social. Cada cultura e cada sociedade têm a sua integridade própria, o seu próprio sistema de valores e seus costumes. Devemos entender que cultura compreende a totalidade das criações humanas. Inclui ideias, valores, manifestações artísticas de todo o tipo, crenças, instituições sociais, conhecimentos científicos e técnicos, instrumentos de trabalho, tipos de vestuário, alimentação, construções etc. A cultura é uma característica exclusiva das sociedades humanas. Os animais são incapazes de criar cultura. Toda e qualquer sociedade apresenta elementos de cultura material e não material. A cultura material se refere aos aspectos físicos ou tecnológicos de nossas vidas diárias, inclusive a comida, casas, fábricas, vestuário, transportes e matéria-prima. A cultura não material se refere aos modos de usar os objetos materiais, aos costumes, crenças, filosofias, governos e padrões de comunicação. Todas as culturas apresentam alguns elementos básicos que são: as crenças, os valores, as normas e sanções, os símbolos, o idioma e a tecnologia.
  • 3.
     As culturassão fundamentadas em um conjunto de Crenças, compartilhando conhecimento e ideias sobre a natureza da vida.  Os Valores são concepções coletivas do que é considerado bom, desejável, certo, bonito, gostoso (ou ruim, indesejável, errado, feio) em uma determinada cultura.  As Normas traduzem crenças e valores em regras específicas para o comportamento. Detalham aquilo que pode e que não pode ser feito.  As sanções são as punições e recompensas que são utilizadas para fazer com que as normas sejam seguidas.  Os Símbolos são definidos como qualquer coisa que carrega um significado particular reconhecido pelas pessoas que compartilham uma determinada cultura.  O Idioma é um elemento-chave da cultura. É um sistema de símbolos que permitem que os membros de uma sociedade comuniquem-se uns com os outros.  A Tecnologia estabelece um parâmetro para a cultura e não só influencia como as pessoas trabalham, mas também como eles socializam e pensam sobre o mundo. A Socialização Podemos definir socialização como sendo a aquisição das maneiras de agir, pensar e sentir próprias dos grupos, da sociedade ou da civilização em que o indivíduo vive. Esse processo tem início no momento em que nasce, continua ao longo de toda a sua vida e só acaba quando a pessoa morre. A socialização do indivíduo numa dada sociedade permite que ele adquira uma personalidade própria, que o diferenciará dos demais e ao mesmo tempo o identificará com o seu grupo social. Embora haja elementos comuns na experiência de todas as pessoas, e mais ainda na experiência de pessoas dentro de uma determinada sociedade, cada pessoa continua sendo única. Assim cada homem é socializado de tal modo que sua personalidade é ao mesmo tempo muito parecida com a dos outros em sua sociedade e em outro sentido possui diferenças que a tornam única. O processo de socialização é um processo profundamente cultural, no sentido da definição de que cultura é tudo que é socialmente aprendido e partilhado pelos membros da sociedade, inclui também conhecimentos, crença, arte, moral, costumes e outras capacidades e hábitos adquiridos pelos indivíduos em sociedade.
  • 4.
    Podemos identificar cincoprincipais agentes de cocialização: a família, a escola, os grupos de “status”, os meios de comunicação e os grupos de referência.  A família é o principal agente de socialização, é o agente básico e o mais importante no qual o indivíduo é influenciado num primeiro momento ao nascer, e mantém essa influência de alguma forma durante significativa parte de sua vida. Os pais de modo geral socializam suas crianças baseados no universo cultural que conhecem, em que foram socializados e no qual estão adaptados. Assim reproduzem para seus filhos os valores, as normas e os costumes através de um processo de transmissão cultural.  A escola transmite, particularmente, às crianças a experiência de lidar com uma grande organização, onde as relações sociais são diferentes daquelas encontradas no núcleo familiar. Este é um importante momento de processo de socialização, quando as relações informais- pessoais que predominam na família são substituídas por relações formais- impessoais. Nesta fase podem tomar contato com membros de sobculturas existentes na sociedade que provocará um aprofundamento do seu processo de socialização, consolidando sua personalidade tanto individual como social.  Os grupos de “status” aumentam sua importância para o processo de socialização com o avanço da idade do indivíduo. Nesses grupos aprende-se gestos, gosto por determinadas leituras, um linguajar próprio, um tipo de consumo, e assim por diante.  Os meios de comunicação de massa, são, relativamente, novos agentes de socialização.  Os grupos de referência são utilizados como modelos de comportamento e de atitudes ao longo de toda a vida do indivíduo, e podem ter papel positivo e negativo. A vida cotidiana hoje não é mais a mesma de um tempo atrás, antes se cultuava o que os pais nos ensinavam, nos dias de hoje tem uma mistura de todas as culturas, religiões e educação. Em casa aprendemos com nossos pais o que é certo ou errado para eles, mas nem sempre isso é certo. O outro lado é que muitos nem tem cultura ou uma socialização, é por isso que a escola é o melhor lugar para a formação de todos os cidadãos, é na escola eu aprendemos, que nos socializamos, que convivemos com pessoas de diversas culturas, e esse entrosamento faz com que todo o cidadão saiba se portar em sociedade.
  • 5.
    O FILME "Aclasse operária vai ao paraíso", de Elio Petri (Itália, 1971) O filme retrata a vida de Lulu Massa que é um operário consumido pelo capital e cujo trabalho estranhado consome sua vida. A historia transcorre na década de 70, que foi um período de profundas transformações no capitalismo do mundo todo, pois após um de um período de conquistas para a classe trabalhadora, o padrão de acumulação taylorista- fordista entra em plena decadência. O resultado seria que muitos dos direitos conquistados seriam postos a prova pela burguesia da época, que objetivando diminuir os custos introduzem inovações tecnológicas poupadoras de força de trabalho. O papel do trabalhador na geração de riqueza passa a ser questionado. A crise capitalista faz com que a organização dos trabalhadores se depare com o aumento do desemprego e a carestia. O filme tem como cenário principal a BAN, uma fábrica que produz peças para motores. Ela utiliza o sistema de metas de produção, sendo que o desenvolvimento tecnológico que leva ao aumento da produtividade do trabalho não tem sido acompanhado do acréscimo salarial. Lulu é o operário-padrão da fábrica, porem sofre um acidente na maquina que opera e é hostilizado pelos outros companheiros de chão de fábrica. O se evidenciava cada vez mais que o homem se tornara um apêndice da máquina, não é mais a ferramenta que é construída para adaptar-se a mão do homem, é o homem que tem de adaptar-se à máquina. Após perder um dedo no acidente, Lulu adota uma atitude critica ao modelo de exploração, confrontando a gerencia. Os operários de maneira geral contestam as cotas. Após uma greve, Lulu tem que pagar um preço pela sua conduta confrontadora e é demitido. Após negociações, ele consegue ser readmitido na fábrica, voltando à linha de produção e reintegrando-se ao coletivo de trabalho. Devido a mobilização operária, o sistema de cotas é revisto pela direção da fábrica. Desta forma podemos apontar dois importantes pontos: primeiro, produção de mais-valia relativa (inovação técnico-organizacional do capital), desvalorização da força de trabalho como mercadoria, degradação do trabalho vivo (saúde do trabalhador) e resistência contingente e necessária do proletariado. Segundo, capital consome trabalho vivo e trabalho estranhado consome vida. Os dois eixos explicativos da estrutura narrativa do filme constituem os traços essenciais do que seria a precarização (e precariedade) do trabalho no capitalismo global.
  • 6.
    “Eu sou umamáquina, eu sou uma roldana, eu sou uma rosca, eu sou um parafuso, eu sou uma correia de transmissão, eu sou uma bomba, aliás, a bomba está estragada, não funciona mais, e agora não pode mais ser reparada”. (Lulu Massa) “Os pobres ficam loucos porque tem pouco”, e os ricos ficam loucos porque tem demais” O filme se passa nos anos 70, época em que os operários faziam um trabalho pesado nas fábricas, que não lhes dava satisfação e nem mesmo sabiam, muitas vezes, o objetivo do seu trabalho. Conta a história de um operário, Lulu Massa, que é consumido pelo capitalismo e tem no seu trabalho toda a sua vida. Ele é um operário modelo, ultrapassando todas as cotas estipuladas pela empresa e assim não sendo muito bem visto pelos companheiros de trabalho. Porém um acidente de trabalho acontece e Lulu perde um dedo. A partir disso Lulu começa a encarar o trabalho de forma diferente, vendo nele próprio um escravo dessa exploração e começa a confrontar seus superiores. Dois movimentos (sindicatos e estudantes) brigavam pelos direitos dos trabalhadores. Os sindicatos buscando a negociação e os estudantes buscando uma revolução. Lulu Massa toma então o lado dos estudantes e contestam as cotas (metas) de produção que gera tanta competitividade e hostilidade entre os trabalhadores da fábrica. Porém, após uma greve, Lulu é demitido. Ele leva para sua casa os amigos revolucionários, o que leva a sua mulher a abandoná-lo. Ela discordava da visão comunista dos estudantes e mostra sua preferência pelo capitalismo ao falar que um dia teria um casaco de vison. Os estudantes com medo que ela chamasse a polícia, também foram embora. Ele então se revolta e percebe o quão controlado era pelo trabalho e pelo consumo, na maior parte de objetos sem valor real. Os sindicalistas então lhe dão a notícia que um acordo foi feito e que ele foi readmitido. Com a negociação, o sistema de metas é revisto e Lulu volta a se integrar com seus colegas de trabalho, agora já com uma visão não escravizada pelo capital. Os operários então sonham com um mundo em que o muro da escravidão pela fábrica e pelo capitalismo seria derrubado.
  • 7.
    O filme mostraa divisão técnica do trabalho, que é diferente da divisão social do trabalho. A divisão social é uma característica da sociedade, onde cada indivíduo pertence a uma divisão na qual realiza um tipo de atividade. A divisão técnica do trabalho diminui a habilitação do trabalhador. O trabalhador fica alienado porque perde a habilidade de conhecimento de um todo e passa a não conhecer a produção completa do bem. Não há mais a qualificação e sim a especialização, onde muitas vezes ao trabalhador não é dado nem mesmo o direito de saber o que fabrica e para quê serve. A perseguição do lucro econômico criado pelo capitalismo é mostrada quando a mulher de Massa o abandona por ser contra o movimento revolucionário e afirma que um dia teria um caso de vison. Mostra a base motivacional do trabalho assalariado. O capitalismo convenceu as pessoas de que sua realização estaria nos bens econômicos e não em outros bens não econômicos, como se acreditava no período pré-capitalista. A resistência, oposição e conflito contra esse novo sistema de produção proporcionou a formação de grupos como os estudantes e os sindicatos. O grande desafio da administração então era domar o indomável, ou seja, controlar o recurso humano que diferentemente da máquina, trazia consigo costumes, hábitos, tradições, etc. Métodos que foram criados na tentativa de sanar o problema de disciplina, como a demissão e ameaça de demissão também são mostrados no filme. Outros métodos como incentivo (pagamento por resultados, etc) também foram usados na tentativa de motivar o trabalhador e assim aumentar sua produtividade. A questão das metas de produtividade mostra o conflito criado a partir da perda do acesso à propriedade produtiva e independente dos meios de subsistência e a tendência do trabalhador a se submeter a um mercado de trabalho onde havia a imposição de um aumento da produtividade sem que tenha sido acompanhado do acréscimo salarial.
  • 8.
    Mensagem do filme Amensagem pode ser vista definida na última cena quando Lulu conversa com seus companheiros e conta o sonho que teve sobre a queda do “muro”. Agora ele pensa por si, se humanizou, não é mais apenas uma “peça” do maquinário da fábrica. Ele compartilha então com os demais o sonho de que um dia o muro cairá e possibilitará que saiam do inferno imposto pelo capital e cheguem ao paraíso livre da escravidão do casaco de vison. Este é o processo da formação da consciência do trabalhador
  • 9.
    Conclusão - Podemos concluirque o conflito é o que traz a resposta para os problemas. Partindo de um conflito buscaram-se soluções e a negociação trouxe melhorias nas condições de trabalho dos operários. Além de refletir nas condições de trabalho, também se vê o resultado dos conflitos refletido em Lulu. ASPECTOS SOCIAIS, POLÍTICOS, HISTÓRICOS E CULTURAIS. Nos documentários, percebemos as diferenças sociais, é assim a realidade humana, toda e qualquer pessoa pobre é tratada com diferença por mais digna e honesta que seja, notamos nos documentários que muito dessas pessoas pobres, por necessidade acomodam-se e fazem casas em lugares perigosos, inadequados para construções, das imagens dos documentários escolhemos duas que mostram a diferença do rico para o pobre, os ricos constroem mansões com piscinas, garagem, tudo com muito luxo, já o pobre muitas vezes é apenas um barraco montado onde tem riscos de desabamento, muitas vezes de enchente. Essas imagens mostram realmente a realidade da vida humana, pois vemos e sabemos que há muita desigualdade, que há necessidade de estudo e aprendizado, na maioria das vezes os pais não tem condições de mandar os filhos para escola, e Talvez tudo isso aconteça por falta de oportunidade, por causa do preconceito de muitos, pois tem receio ou até medo de dar oportunidade a essas pessoas, julgam apenas pela aparência. A outra imagem escolhida do documentário foi a que mostra crianças e adultos, buscando alimento em uma propriedade que junta restos na cidade e traz para dar aos porcos, mas muitos desses restos são para crianças e adultos fazerem sua refeição porque essas famílias não tem condições financeiras de comprar seu alimento. É comovente ver crianças correndo dentro daquele chiqueiro para pegar algo para comer, algo que está sujo, cheio de bactérias ou até mesmo estragado que não serviria para o uso doméstico, é por esse motivo que crianças não conseguem sobreviver, pois ficam doentes e acabam morrendo por desnutrição ou por alguma bactéria gerada no lixo. E tudo isso ainda acontece bem perto de nós, as desigualdades ainda existe e é preciso agir cada vez mais para que isso mude, para que todos possam ter uma vida limpa e saudável
  • 10.
    No documentário assistido,o principal argumento é a falta de respeito da sociedade humana com a natureza. Esse documentário mostra como o homem desrespeita a natureza e os animais. Fazem com que florestas, matos e campos tornem-se produção para gerar mais dinheiro, ou para o aumento da cidade, para mais acesso a alguns pontos por trajetos mais curtos. Fazendo todas essas mudanças o lado positivo é que gera emprego para muitos que precisam trabalhar, mas para isso não é preciso destruir toda a natureza, é preciso conscientizar-se e ao mesmo tempo que destrói, tem de construir uma nova área de florestas, pois os animais precisam de um habitat. O primeiro passo a ser dado por todos os cidadãos é conscientizar de que é preciso preservar o meio ambiente e se necessário, fazer outras áreas de florestas para que todos tenham uma vida melhor e que os animais não fiquem sem um habitat. A vida cotidiana hoje não é mais a mesma de um tempo atrás, antes se cultuava o que os pais nos ensinavam, nos dias de hoje tem uma mistura de todas as culturas, religiões e educação. Em casa aprendemos com nossos pais o que é certo ou errado para eles, mas nem sempre isso é certo. O outro lado é que muitos nem tem cultura ou uma socialização, é por isso que a escola é o melhor lugar para a formação de todos os cidadãos, é na escola eu aprendemos, que nos socializamos, que convivemos com pessoas de diversas culturas, e esse entrosamento faz com que todo o cidadão saiba se portar em sociedade. Nos documentários, percebemos as diferenças sociais, é assim a realidade humana, toda e qualquer pessoa pobre é tratada com diferença por mais digna e honesta que seja, notamos nos documentários que muito dessas pessoas pobres, por necessidade acomodam-se e fazem casas em lugares perigosos, inadequados para construções, das imagens dos documentários escolhemos duas que mostram a diferença do rico para o pobre, os ricos constroem mansões com piscinas, garagem, tudo com muito luxo, já o pobre muitas vezes é apenas um barraco montado onde tem riscos de desabamento, muitas vezes de enchente. Essas imagens mostram realmente a realidade da vida humana, pois vemos e sabemos que há muita desigualdade, que há necessidade de estudo e aprendizado, na maioria das vezes os pais não tem condições de mandar os filhos para escola, e Talvez tudo isso aconteça por falta de oportunidade, por causa do preconceito de muitos, pois tem receio ou até medo de dar oportunidade a essas pessoas, julgam apenas pela aparência. A outra imagem escolhida do documentário foi a que mostra crianças e adultos, buscando alimento em uma propriedade que junta restos na cidade e traz para dar aos porcos, mas muitos desses restos são para crianças e adultos fazerem sua refeição porque essas famílias não tem condições financeiras de comprar seu alimento. É comovente
  • 11.
    ver crianças correndodentro daquele chiqueiro para pegar algo para comer, algo que está sujo, cheio de bactérias ou até mesmo estragado que não serviria para o uso doméstico, é por esse motivo que crianças não conseguem sobreviver, pois ficam doentes e acabam morrendo por desnutrição ou por alguma bactéria gerada no lixo. E tudo isso ainda acontece bem perto de nós, as desigualdades ainda existe e é preciso agir cada vez mais para que isso mude, para que todos possam ter uma vida limpa e saudável. No outro documentário mostra como o homem desrespeita a natureza e os animais. Fazem com que florestas, matos e campos tornem-se produção para gerar mais dinheiro, ou para o aumento da cidade, para mais acesso a alguns pontos por trajetos mais curtos. Fazendo todas essas mudanças o lado positivo é que gera emprego para muitos que precisam trabalhar, mas para isso não é preciso destruir toda a natureza, é preciso conscientizar-se e ao mesmo tempo que destrói, tem de construir uma nova área de florestas, pois os animais precisam de um habitat. O primeiro passo a ser dado por todos os cidadãos é conscientizar de que é preciso preservar o meio ambiente e se necessário, fazer outras áreas de florestas para que todos tenham uma vida melhor e que os animais não fiquem sem um habitat.