O documento discute a proibição bíblica de evocar os mortos segundo o Espiritismo. Afirma que a proibição de Moisés se justificava na época para evitar abusos, mas não se aplica mais hoje. Também aponta que as traduções bíblicas inserem termos como "espiritismo" de forma tendenciosa. Conclui que se os mortos podiam ser evocados na época de Moisés, também podem hoje, não sendo exclusivamente demônios como alega a Igreja.