CATARATAFacoemulsificação e Implante de LIO dobrávelDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
AnatomiaDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
Lente ou cristalinoAvascular, transparenteSem inervaçãoBiconvexa2/3 água1/3 proteínas (  refração )Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
Anatomia lenticularCápsula anteriorCápsula posteriorEpitélioCórtex anteriorNúcleo adultoNúcleo fetalNúcleo embrionárioLigamentoszonularesCanal Hialóideo (Cloquet)Atrofia da artéria hialóideDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
Embrião canino de 26 diasTúnica vasculosa lenticularDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brDIMENSÕESVolume:Humano: 0,2 mlGato: 0,3 mlCão: 0,5 mlCavalo: 3,1 mlCápsula:Elástica (colágeno tipo IV)Anterior: 50 – 70 µmEquador: 8 – 12 µmPosterior: 2 – 4 µm
Fisiologia lenticularNutrição / Oxigenação Humor aquoso:  2,5µl / min cão15µl / min gatoVítreo.Hidratação (bomba Na/K - ATPase)GlicoseDifusão facilitadaGlicólise anaeróbica Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brProteínas lenticulares:Solúveis (cristalinas):    jovensInsolúveis (albuminóides):  núcleo lenticular Com a idade as solúveis  insolúveisEsclerose nuclear Catarata
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brVisão
Cones:Visão de corVisão em detalhes (resolução)Mais sensíveis à luz claraVisão fotópicaBastonetes:Detecção de movimento Sensíveis à luz fraca (penumbra)Visão escotópica.Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
EmétropeMíopeHipermétropeDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brGeralmente:Cão:  Hipermétrope(0,25D)Exceto P.A. e RottweilerGato: míopeD=1/f (f=distância focal)0,25 Datrest = foco 0,4 m na frente dos olhos.
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brPrecisam 6x menos luz que o humano para ver;Zona tapetal reflete luz e estimula retinaExcelente detecção de movimentoEscala de cinza na sombra“Update” da retina mais lento
GatosDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brExcelente visão noturnaTapetum reflete 130 x mais luz que o humanoPupila vertical fecha-se quase que por completo na luz forte (área livre 6mm maior)Córnea ampla: entra mais luz Cristalino mais posterior: imagem menor e mais brilhanteRetina rica em bastonetes.
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brAstigmatismoEstado de refração desigual da luz nos diferentes meios oculares. (ex. corneapatias);Comum no reino animal;Imagem das letras, objetos borrada;Em humanos a maior parte (90 %) vem da córnea;
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brCÃOHUMANOCÃO SEM LIOCATARATA IMATURA
120o160oDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brHumanoMacacoGatoCão
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br1. Pássaro, rato albino, rato de máscara, canguru, suíno, macaco rhesus e humano.2. Crocodilo, furão e morcego frugívoro.3. Cão filhote e adulto (3 seguintes), felino, jaguar, leopardo.4. Potro, eqüino, ovelha, cabra, bovino, veado, carneiro selvagem.
DEFINIÇÃODr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br“O termo catarata envolve um grupo comum de desordens oculares manifestadas por uma opacidade lenticular quepodetervárias formas, tamanhos, etiologias e estágios de progressão”
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brESTÁGIOS 			DEDESENVOLVIMENTO
INCIPIENTEDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brInício de opacificaçãoPode ser confundida com esclerose nuclear em animais com mais de 6 anos.Labrador (hereditária)
ESCLEROSENUCLEARDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brPresbiopia (perda da acomodação).  Humanos com mais de 40 anos.Oftalmoscópio Direto à distância de um braço com dioptria “0”Catarata: Mancha escura em contraste com o tapetum.Esclerose: Anel entre córtex e núcleo.
IMATURA ou INCOMPLETAOpacidade mais evidenteFundoscopia incompletaDefictvisual se bilateralUveíteDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brMADURA ou COMPLETAOpacaFundo não visívelFendasCegueira se bilateralMais duras (    faco)
INTUMESCENTEDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br tamanho lenteAtalamiaGlaucoma secundárioUveíte:Facolítica.Facoclástica (+ grave)Luxações (lentidonese)
HIPERMATURAReabsorção (proteólise)Retorno parcial visãoCatarata MorganianaLente encolhe
Sedimentação nuclear
 câmara anterior
Íris escura (inflamações).Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brLOCALIZAÇÃO
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brPolar AnteriorPolar posteriorSubcapsularEquatorialCortical posteriorLamelarNuclear
Tempo de evoluçãoEmbrionáriaCongênita / HereditáriaJuvenilSenilAdquiridaDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brETIOPATOGENIA
DiabetogênicaDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brEnergia LenteNão insulino dependenteGlicose  hexoquinase	 glicose   hexoquinase			      Sorbitol  aldose-redutase   Desvio osmótico			Acúmulo H2OSRD 8 anos diabético
TraumáticaDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br3 semanasapós corneorrafia.CoágulolenteSinéquia anteriorNébulaInícioÍrisBombé ** convexo
SecundáriaoucomplicadaUveítes felinosDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
Pós-cirurgiacatarataCórtex remanescenteImplante de LIOS com opacidade capsularOcorrência raraDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
OutrasDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brElétricaReduplicação: 2o camada epitélioRadiaçãoTóxica:DialdeídosSecundária a P.R.A (ex. poodles)Substituto do leite materno (falta de aminoácidos).Hipocalcemia (I.R, hipoparatireoidismo)
Colírio de corticóide tópico NÃO CAUSAcatarata nem glaucoma nos cães e gatos !!!!Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brCãesHumanosDrenagem Humor Aquoso
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brTRATAMENTO
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br“O único tratamento para catarata é sua remoção cirúrgica”Aspirina ?Vitamina E ?Colírios ?Pacientes com catarata têm 20% mais chance de ter glaucoma.
Clarvisol ???Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brPirenoxina sódica (1 comprimido). Excipiente basicamente constituído de:taurina, ácido bórico e polivinilpirrolidona
Cinerária Marítima ???Alcalóides (jacobina)FlavonóidesTaninosMucilagens. EmenagogoDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
TÉCNICAS CIRÚRGICASDiscissãoExtracapsularIntracapsularFacoemulsificaçãoDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
DISCISSÃODr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brAnimais novosCataratas líquidas
EXTRACAPSULARDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brIncisões maioresPermanece apenas cápsula posteriorUveíte severa pós-opMaior perda de endotélio corneanoAmplamente substituído pela faco
Incisões grandes
Perda da inervação corneana
Olho secoDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
PRÉ-OP EXTRACAPSULARDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brPÓS-IMEDIATOHumor Plasmóide
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brPÓS-OP POODLE
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brINTRACAPSULARRisco:Luxações lenticularesPerda vítreoDescolamento retinaAderência fibras colágeno vítreo 		   cápsula posterior + fortes que no humano
PRÉ-OP (UVEÍTE FACOCLÁSTICA)Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
PÓS IMEDIATODr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brTécnica antigaResultados desfavoráveisSucesso baixo (30% - 40%)Uveítes severasGrande tempo cirúrgicoIncisões grandes (perda inervação)Dificulta a colocação de LIO
Objetivos da Cirurgia de CatarataIncisões pequenas ( ↓ astigmatismo);Mínimo trauma tecidual;Tempo cirúrgico eficiente;Manter a câmara anterior;Restaurar o estado de emetropia.Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
FACOEMULSIFICAÇÃODr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
PREPARO DOS PACIENTESAnimais com deficit visual unilateral ou bilateral
Faco: Quanto antes melhor !
Animais velhos possuem lentes duras (esclerose).
Reflexos oculares normais (ERG, U-Som, etc)
Oftalmopatias 2o  mínimas:
Uveíte, epífora, disfunção do filme lacrimal.Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brAvaliação PIO
Normoglicemia
Profilaxia dentária, otites e dermatopatias
Animais MUITO agressivos !
Ensinar a aceitar os colírios e o colar !ELETRORRETINOGRAFIAMede o potencial elétrico da retina quando estimulada através da luz.É um teste de retina e não avalia nervo óptico nem a visão em si.Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
FACODr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brUltra-som (cristal) + irrigação / aspiraçãoMantém câmara anteriorIncisões menores (3,2 mm)Sucesso > 97%
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brMenor incidência de complicações pós-opIdeal para o implante de LIO desconforto e inflamação Trauma ocular
PRÉ-OPERATÓRIODr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brCilodex e genteal 10 dias antesMidríase total (4 – 6 horas antes)AINS ( ”Still” – diclofenaco)Atropina 1%Mydriacyl.Fenilefrina.Antibióticos tópicos (Gatifloxacino3 horas antes)Sistêmicos (cefalexina, enrofloxacina)Dexametasona IV (dose A.I.)Desinfecçãoocular (soro fisiol. + PVPI 5%)
Material cirúrgicoDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brSubstâncias viscoelásticas
ViscoelásticosDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brManterespaçosnaturais do olhoProteçãomecânicaàsestruturasintraocularesMidríase mecânicaMantém a forma do olhoFacilitacapsulorrexisManipulaestruturas
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brHidroxipropilmetilcelulosePolpa da madeiraHialuronato de sódioCrista do galo e fermentaçãobacterianaSulfato de condroitinaCartilagem de tubarãoPodem ser:Coesivos (moléc. Grande)Dispersivos(pequena)
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
Posicionamento e bloqueioDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brBupivacaína sem vaso.Solução salina retrobulbar  Melhor exposição, evita cantotomia.PVPI 5%  1 gota 3 minutos antes da incisão. Lavar em seguida.
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brSutura fixação palpebral
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brCentro Cirúrgico HVSB / IOVC
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brAzul de Tripan
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brViscoelástico
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brCápsuloréxis
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brHidrodelineaçãoHidrodissecção* Retirar um pouco de visco antes
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brEmulsificação  (FACO)
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brFazer uma boa I/A e polimento da cápsula anterior e posterior antes do implante da LIO. Usar vácuo baixo (50 mmHg).
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brLENTES INTRAOCULARES
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br1º LIO moderna em humanos implantada por	 Dr. Harold Ridley 1949.Material usado (acrílico) nos cockpits de aeronaves WW II.Iniciou na década de 80 em cãesMelhoram visão de perto e de detalhes. (EMETROPIA)
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brAnimais sem LIO (Afácicos):Hipermétropes ( +14 D )Fora de focoTipo espelhoLado direito para cimaAumentadaPrejudica estereoscopia  ( 3D )
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brSeu poder depende do tamanho (profundidade) da câmara anterior.Cães : 41 DGatos : 52 DHumanos : 18 – 19 DO contato da LIO com a cápsula posterior diminui a migração celular epitelial, diminuindo opacidades capsulares a longo prazo.
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brLIOS Acrílicas Dobráveis
Dioptrix PFI 12 SEDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brPara sacos capsulares pequenos (Pequeno e Médio Porte)Incisão de 2,85 a 3,2 mmPeça única26% acrílico hidrofílicoFiltro UVDiâmetro total: 12 mmDiâmetro óptico: 6 mmBordas anguladasAngulação de alça de 100+41 D de poder refrativoEsterilizado em autoclave.
Dioptrix PFI 14 SEDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brPara sacos capsulares grandes (Médio a grande porte)Incisão de 2,85 a 3,2 mmPeça única26% acrílico hidrofílicoFiltro UVDiâmetro total: 14 mmDiâmetro óptico: 6 mmBordas anguladasAngulação de alça de 100+41 D de poder refrativoEsterilizado em autoclave.
Dioptrix C DOG SEDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brPara sacos capsulares pequenos e grandes Para lesões capsularesIncisão de 3,2 mmPeça única26% acrílico hidrofílicoFiltro UVDiâmetro total: 14 mmDiâmetro óptico: 6 mmBordas anguladasHaptic modificada em C Angulação de alça de 100+41 D de poder refrativoEsterilizado em autoclave.
Acri-Lens VetHDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brPara sacos capsulares pequenos e grandes Incisão de 3,2 mmPeça única26% acrílico hidrofílicoFiltro UVSuperfície heparinizadaDiâmetro total: 13 mmDiâmetro óptico: 6,5 mmBordas anguladas4 alças Angulação de alça de 50+41 D de poder refrativoÍndice refração: 1,46Esterilizado em autoclave.
Medicontur SVETDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brPara sacos capsulares pequenos  Incisão de 3,2 mmPeça única e asféricaCopolímero hidrofílico - hidrofóbicoFiltro UV, azul e amarelo.Diâmetro total: 12 mmDiâmetro óptico: 6,5 mmBordas anguladas4 alças Angulação de alça de 50+41 D de poder refrativoEsterilizado à vapor.
Medicontur XVETDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brPara sacos capsulares grandes  Incisão de 3,2 mmPeça única e asféricaCopolímero hidrofílico - hidrofóbicoFiltro UV, azul e amarelo.Diâmetro total: 14 mmDiâmetro óptico: 6,5 mmBordas anguladasTipo plate Angulação de alça de 50+41 D de poder refrativoEsterilizado à vapor.
AcriVet(Germany)Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brPara sacos capsulares cães, felinos e equinos. Incisão de 3,2 mmPeça única25% de água e acrílico hidrofílicoFiltro UVAbertura lentaDiâmetro total: 12 / 13 / 14 mm (cães e gatos)21 / 22 mm (equinos)Diâmetro óptico: 7 mmBordas anguladasAngulação de alça de 00+41 D (cães)+ 53,5 D (felinos)+ 14 D e + 21 D (equinos) Esterilizado em autoclave.
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brAnéis melhoram a difração (foco) dos raios luminosos e permitem uma espessura menor da LIOEspessura: 1,01 mmLIO normal 2,4 mm
Acrivet 60 VDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brBiconvexaPara sacos capsulares cães. Incisão de 3,2 mmPeça única25% de água e acrílico hidrofílico Filtro UVAbertura lentaDiâmetro total: 12 / 13 / 14 mm Diâmetro óptico: 6,5 mmBordas anguladasAngulação de alça de 0 0+41 D (cães)Esterilizado em autoclave.
Tomografia óptica helicoidalDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brIMPLANTE DE LIO					PASSO A PASSO
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brVisco “ In the Bag ” para distender saco capsular.
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brLavar bem com BSS antes de dobrar no cartucho.
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brLIO Intra-sacular (“In the Bag”)
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brCorneorrafia vicryl 8-0
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br0,3 ml subconjuntival
Pré-op PoodleDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brPoodle 6 meses pós-opSchnauzer 1 ano pós-opLhasa Apso dia seguinte da cirurgia
Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brBasset Hound 8 anos ERG ↓ a -Glaucoma e luxação lenticularOpacidades capsulares de RCD 20 % dos casos de catarata evoluem para glaucoma !

CATARATA EM ANIMAIS

  • 1.
    CATARATAFacoemulsificação e Implantede LIO dobrávelDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 2.
    AnatomiaDr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 3.
    Lente ou cristalinoAvascular,transparenteSem inervaçãoBiconvexa2/3 água1/3 proteínas (  refração )Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 4.
    Anatomia lenticularCápsula anteriorCápsulaposteriorEpitélioCórtex anteriorNúcleo adultoNúcleo fetalNúcleo embrionárioLigamentoszonularesCanal Hialóideo (Cloquet)Atrofia da artéria hialóideDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 5.
    Embrião canino de26 diasTúnica vasculosa lenticularDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 6.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brDIMENSÕESVolume:Humano: 0,2 mlGato: 0,3 mlCão: 0,5 mlCavalo: 3,1 mlCápsula:Elástica (colágeno tipo IV)Anterior: 50 – 70 µmEquador: 8 – 12 µmPosterior: 2 – 4 µm
  • 7.
    Fisiologia lenticularNutrição /Oxigenação Humor aquoso: 2,5µl / min cão15µl / min gatoVítreo.Hidratação (bomba Na/K - ATPase)GlicoseDifusão facilitadaGlicólise anaeróbica Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 8.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brProteínas lenticulares:Solúveis (cristalinas):  jovensInsolúveis (albuminóides):  núcleo lenticular Com a idade as solúveis  insolúveisEsclerose nuclear Catarata
  • 9.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brVisão
  • 10.
    Cones:Visão de corVisãoem detalhes (resolução)Mais sensíveis à luz claraVisão fotópicaBastonetes:Detecção de movimento Sensíveis à luz fraca (penumbra)Visão escotópica.Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 11.
    EmétropeMíopeHipermétropeDr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 12.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brGeralmente:Cão: Hipermétrope(0,25D)Exceto P.A. e RottweilerGato: míopeD=1/f (f=distância focal)0,25 Datrest = foco 0,4 m na frente dos olhos.
  • 13.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brPrecisam 6x menos luz que o humano para ver;Zona tapetal reflete luz e estimula retinaExcelente detecção de movimentoEscala de cinza na sombra“Update” da retina mais lento
  • 14.
    GatosDr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brExcelente visão noturnaTapetum reflete 130 x mais luz que o humanoPupila vertical fecha-se quase que por completo na luz forte (área livre 6mm maior)Córnea ampla: entra mais luz Cristalino mais posterior: imagem menor e mais brilhanteRetina rica em bastonetes.
  • 15.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brAstigmatismoEstado de refração desigual da luz nos diferentes meios oculares. (ex. corneapatias);Comum no reino animal;Imagem das letras, objetos borrada;Em humanos a maior parte (90 %) vem da córnea;
  • 16.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brCÃOHUMANOCÃO SEM LIOCATARATA IMATURA
  • 17.
    120o160oDr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 18.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brHumanoMacacoGatoCão
  • 19.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br1. Pássaro, rato albino, rato de máscara, canguru, suíno, macaco rhesus e humano.2. Crocodilo, furão e morcego frugívoro.3. Cão filhote e adulto (3 seguintes), felino, jaguar, leopardo.4. Potro, eqüino, ovelha, cabra, bovino, veado, carneiro selvagem.
  • 20.
    DEFINIÇÃODr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br“O termo catarata envolve um grupo comum de desordens oculares manifestadas por uma opacidade lenticular quepodetervárias formas, tamanhos, etiologias e estágios de progressão”
  • 21.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brESTÁGIOS DEDESENVOLVIMENTO
  • 22.
    INCIPIENTEDr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brInício de opacificaçãoPode ser confundida com esclerose nuclear em animais com mais de 6 anos.Labrador (hereditária)
  • 23.
    ESCLEROSENUCLEARDr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brPresbiopia (perda da acomodação). Humanos com mais de 40 anos.Oftalmoscópio Direto à distância de um braço com dioptria “0”Catarata: Mancha escura em contraste com o tapetum.Esclerose: Anel entre córtex e núcleo.
  • 24.
    IMATURA ou INCOMPLETAOpacidademais evidenteFundoscopia incompletaDefictvisual se bilateralUveíteDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 25.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brMADURA ou COMPLETAOpacaFundo não visívelFendasCegueira se bilateralMais duras (  faco)
  • 26.
    INTUMESCENTEDr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br tamanho lenteAtalamiaGlaucoma secundárioUveíte:Facolítica.Facoclástica (+ grave)Luxações (lentidonese)
  • 27.
    HIPERMATURAReabsorção (proteólise)Retorno parcialvisãoCatarata MorganianaLente encolhe
  • 28.
  • 29.
  • 30.
    Íris escura (inflamações).Dr.João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 31.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 32.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brLOCALIZAÇÃO
  • 33.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brPolar AnteriorPolar posteriorSubcapsularEquatorialCortical posteriorLamelarNuclear
  • 34.
    Tempo de evoluçãoEmbrionáriaCongênita/ HereditáriaJuvenilSenilAdquiridaDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 35.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brETIOPATOGENIA
  • 36.
    DiabetogênicaDr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brEnergia LenteNão insulino dependenteGlicose  hexoquinase  glicose   hexoquinase  Sorbitol  aldose-redutase Desvio osmótico Acúmulo H2OSRD 8 anos diabético
  • 37.
    TraumáticaDr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br3 semanasapós corneorrafia.CoágulolenteSinéquia anteriorNébulaInícioÍrisBombé ** convexo
  • 38.
    SecundáriaoucomplicadaUveítes felinosDr. JoãoAlfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 39.
    Pós-cirurgiacatarataCórtex remanescenteImplante deLIOS com opacidade capsularOcorrência raraDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 40.
    OutrasDr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brElétricaReduplicação: 2o camada epitélioRadiaçãoTóxica:DialdeídosSecundária a P.R.A (ex. poodles)Substituto do leite materno (falta de aminoácidos).Hipocalcemia (I.R, hipoparatireoidismo)
  • 41.
    Colírio de corticóidetópico NÃO CAUSAcatarata nem glaucoma nos cães e gatos !!!!Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brCãesHumanosDrenagem Humor Aquoso
  • 42.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brTRATAMENTO
  • 43.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br“O único tratamento para catarata é sua remoção cirúrgica”Aspirina ?Vitamina E ?Colírios ?Pacientes com catarata têm 20% mais chance de ter glaucoma.
  • 44.
    Clarvisol ???Dr. JoãoAlfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brPirenoxina sódica (1 comprimido). Excipiente basicamente constituído de:taurina, ácido bórico e polivinilpirrolidona
  • 45.
    Cinerária Marítima ???Alcalóides(jacobina)FlavonóidesTaninosMucilagens. EmenagogoDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 46.
    TÉCNICAS CIRÚRGICASDiscissãoExtracapsularIntracapsularFacoemulsificaçãoDr. JoãoAlfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 47.
    DISCISSÃODr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brAnimais novosCataratas líquidas
  • 48.
    EXTRACAPSULARDr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brIncisões maioresPermanece apenas cápsula posteriorUveíte severa pós-opMaior perda de endotélio corneanoAmplamente substituído pela faco
  • 49.
  • 50.
  • 51.
    Olho secoDr. JoãoAlfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 52.
    PRÉ-OP EXTRACAPSULARDr. JoãoAlfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 53.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brPÓS-IMEDIATOHumor Plasmóide
  • 54.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brPÓS-OP POODLE
  • 55.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brINTRACAPSULARRisco:Luxações lenticularesPerda vítreoDescolamento retinaAderência fibras colágeno vítreo cápsula posterior + fortes que no humano
  • 56.
    PRÉ-OP (UVEÍTE FACOCLÁSTICA)Dr.João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 57.
    PÓS IMEDIATODr. JoãoAlfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 58.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brTécnica antigaResultados desfavoráveisSucesso baixo (30% - 40%)Uveítes severasGrande tempo cirúrgicoIncisões grandes (perda inervação)Dificulta a colocação de LIO
  • 59.
    Objetivos da Cirurgiade CatarataIncisões pequenas ( ↓ astigmatismo);Mínimo trauma tecidual;Tempo cirúrgico eficiente;Manter a câmara anterior;Restaurar o estado de emetropia.Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 60.
    FACOEMULSIFICAÇÃODr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 61.
    PREPARO DOS PACIENTESAnimaiscom deficit visual unilateral ou bilateral
  • 62.
  • 63.
    Animais velhos possuemlentes duras (esclerose).
  • 64.
    Reflexos oculares normais(ERG, U-Som, etc)
  • 65.
  • 66.
    Uveíte, epífora, disfunçãodo filme lacrimal.Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 67.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brAvaliação PIO
  • 68.
  • 69.
  • 70.
  • 71.
    Ensinar a aceitaros colírios e o colar !ELETRORRETINOGRAFIAMede o potencial elétrico da retina quando estimulada através da luz.É um teste de retina e não avalia nervo óptico nem a visão em si.Dr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 72.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 73.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 74.
    FACODr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brUltra-som (cristal) + irrigação / aspiraçãoMantém câmara anteriorIncisões menores (3,2 mm)Sucesso > 97%
  • 75.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brMenor incidência de complicações pós-opIdeal para o implante de LIO desconforto e inflamação Trauma ocular
  • 76.
    PRÉ-OPERATÓRIODr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brCilodex e genteal 10 dias antesMidríase total (4 – 6 horas antes)AINS ( ”Still” – diclofenaco)Atropina 1%Mydriacyl.Fenilefrina.Antibióticos tópicos (Gatifloxacino3 horas antes)Sistêmicos (cefalexina, enrofloxacina)Dexametasona IV (dose A.I.)Desinfecçãoocular (soro fisiol. + PVPI 5%)
  • 77.
    Material cirúrgicoDr. JoãoAlfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 78.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brSubstâncias viscoelásticas
  • 79.
    ViscoelásticosDr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brManterespaçosnaturais do olhoProteçãomecânicaàsestruturasintraocularesMidríase mecânicaMantém a forma do olhoFacilitacapsulorrexisManipulaestruturas
  • 80.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brHidroxipropilmetilcelulosePolpa da madeiraHialuronato de sódioCrista do galo e fermentaçãobacterianaSulfato de condroitinaCartilagem de tubarãoPodem ser:Coesivos (moléc. Grande)Dispersivos(pequena)
  • 81.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 82.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 83.
    Posicionamento e bloqueioDr.João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brBupivacaína sem vaso.Solução salina retrobulbar  Melhor exposição, evita cantotomia.PVPI 5%  1 gota 3 minutos antes da incisão. Lavar em seguida.
  • 84.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 85.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brSutura fixação palpebral
  • 86.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brCentro Cirúrgico HVSB / IOVC
  • 87.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 88.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 89.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brAzul de Tripan
  • 90.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brViscoelástico
  • 91.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brCápsuloréxis
  • 92.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 93.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brHidrodelineaçãoHidrodissecção* Retirar um pouco de visco antes
  • 94.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brEmulsificação (FACO)
  • 95.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brFazer uma boa I/A e polimento da cápsula anterior e posterior antes do implante da LIO. Usar vácuo baixo (50 mmHg).
  • 96.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 97.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brLENTES INTRAOCULARES
  • 98.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br1º LIO moderna em humanos implantada por Dr. Harold Ridley 1949.Material usado (acrílico) nos cockpits de aeronaves WW II.Iniciou na década de 80 em cãesMelhoram visão de perto e de detalhes. (EMETROPIA)
  • 99.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brAnimais sem LIO (Afácicos):Hipermétropes ( +14 D )Fora de focoTipo espelhoLado direito para cimaAumentadaPrejudica estereoscopia ( 3D )
  • 100.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brSeu poder depende do tamanho (profundidade) da câmara anterior.Cães : 41 DGatos : 52 DHumanos : 18 – 19 DO contato da LIO com a cápsula posterior diminui a migração celular epitelial, diminuindo opacidades capsulares a longo prazo.
  • 101.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brLIOS Acrílicas Dobráveis
  • 102.
    Dioptrix PFI 12SEDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brPara sacos capsulares pequenos (Pequeno e Médio Porte)Incisão de 2,85 a 3,2 mmPeça única26% acrílico hidrofílicoFiltro UVDiâmetro total: 12 mmDiâmetro óptico: 6 mmBordas anguladasAngulação de alça de 100+41 D de poder refrativoEsterilizado em autoclave.
  • 103.
    Dioptrix PFI 14SEDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brPara sacos capsulares grandes (Médio a grande porte)Incisão de 2,85 a 3,2 mmPeça única26% acrílico hidrofílicoFiltro UVDiâmetro total: 14 mmDiâmetro óptico: 6 mmBordas anguladasAngulação de alça de 100+41 D de poder refrativoEsterilizado em autoclave.
  • 104.
    Dioptrix C DOGSEDr. João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brPara sacos capsulares pequenos e grandes Para lesões capsularesIncisão de 3,2 mmPeça única26% acrílico hidrofílicoFiltro UVDiâmetro total: 14 mmDiâmetro óptico: 6 mmBordas anguladasHaptic modificada em C Angulação de alça de 100+41 D de poder refrativoEsterilizado em autoclave.
  • 105.
    Acri-Lens VetHDr. JoãoAlfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brPara sacos capsulares pequenos e grandes Incisão de 3,2 mmPeça única26% acrílico hidrofílicoFiltro UVSuperfície heparinizadaDiâmetro total: 13 mmDiâmetro óptico: 6,5 mmBordas anguladas4 alças Angulação de alça de 50+41 D de poder refrativoÍndice refração: 1,46Esterilizado em autoclave.
  • 106.
    Medicontur SVETDr. JoãoAlfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brPara sacos capsulares pequenos Incisão de 3,2 mmPeça única e asféricaCopolímero hidrofílico - hidrofóbicoFiltro UV, azul e amarelo.Diâmetro total: 12 mmDiâmetro óptico: 6,5 mmBordas anguladas4 alças Angulação de alça de 50+41 D de poder refrativoEsterilizado à vapor.
  • 107.
    Medicontur XVETDr. JoãoAlfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brPara sacos capsulares grandes Incisão de 3,2 mmPeça única e asféricaCopolímero hidrofílico - hidrofóbicoFiltro UV, azul e amarelo.Diâmetro total: 14 mmDiâmetro óptico: 6,5 mmBordas anguladasTipo plate Angulação de alça de 50+41 D de poder refrativoEsterilizado à vapor.
  • 108.
    AcriVet(Germany)Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brPara sacos capsulares cães, felinos e equinos. Incisão de 3,2 mmPeça única25% de água e acrílico hidrofílicoFiltro UVAbertura lentaDiâmetro total: 12 / 13 / 14 mm (cães e gatos)21 / 22 mm (equinos)Diâmetro óptico: 7 mmBordas anguladasAngulação de alça de 00+41 D (cães)+ 53,5 D (felinos)+ 14 D e + 21 D (equinos) Esterilizado em autoclave.
  • 109.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brAnéis melhoram a difração (foco) dos raios luminosos e permitem uma espessura menor da LIOEspessura: 1,01 mmLIO normal 2,4 mm
  • 110.
    Acrivet 60 VDr.João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brBiconvexaPara sacos capsulares cães. Incisão de 3,2 mmPeça única25% de água e acrílico hidrofílico Filtro UVAbertura lentaDiâmetro total: 12 / 13 / 14 mm Diâmetro óptico: 6,5 mmBordas anguladasAngulação de alça de 0 0+41 D (cães)Esterilizado em autoclave.
  • 111.
    Tomografia óptica helicoidalDr.João Alfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 112.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 113.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brIMPLANTE DE LIO PASSO A PASSO
  • 114.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 115.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brVisco “ In the Bag ” para distender saco capsular.
  • 116.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brLavar bem com BSS antes de dobrar no cartucho.
  • 117.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 118.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 119.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 120.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brLIO Intra-sacular (“In the Bag”)
  • 121.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brCorneorrafia vicryl 8-0
  • 122.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 123.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 124.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br0,3 ml subconjuntival
  • 125.
    Pré-op PoodleDr. JoãoAlfredo Kleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.br
  • 126.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brPoodle 6 meses pós-opSchnauzer 1 ano pós-opLhasa Apso dia seguinte da cirurgia
  • 127.
    Dr. João AlfredoKleiner MV, MScACVO Wisconsin – 1998www.vetweb.com.brBasset Hound 8 anos ERG ↓ a -Glaucoma e luxação lenticularOpacidades capsulares de RCD 20 % dos casos de catarata evoluem para glaucoma !