MEMORIAL DO
CONVENTO
CAPÍTULO XIX
MEMORIAL DO
CONVENTO
CAPÍTULO XIX
J O S É S A R A M A G O
Dinis Rocha Oliveira nº4 12ºA
José Saramago............................................................................................3
Contextualização do capítulo XIX na obra................................................4
Resumo do Capítulo....................................................................................5
Linhas de Ação............................................................................................6
Espaço.........................................................................................................9
Tempo........................................................................................................10
Personagens..............................................................................................11
Narrador....................................................................................................15
Linguagem e Estilo....................................................................................16
Intertextualidade......................................................................................18
A Odisseia da Pedra..................................................................................19
Exaltação do Povo.....................................................................................21
Visão Crítica..............................................................................................24
Importância do capítulo............................................................................25
Bibliografia e Webgrafia..........................................................................26
ÌNDICE
ÌNDICE
JOSÉ SARAMAGO
JOSÉ SARAMAGO
Nascido em Azinhaga, na Golegã, a
16 de novembro de 1922.
Vencedor de prémios de renome
com Prémio Nobel da Literatura
em 1998 e o Prémio Camões em
1995.
Falecido a 18 de junho de 2010 (87
anos)
CONTEXTUALIZAÇÃO
DO CAPÍTULO XIX NA
OBRA
Quinze anos após o início da
narrativa.
Baltasar e Blimunda vivem
em Mafra.
Padre Bartolomeu faleceu.
A passarola encontra-se
abandonada na serra de
Montejunto.
Serra do Montejunto
Descrição do ritmo frenético na
construção do convento.
Mudança do serviço de Baltasar.
Necessidade de ir a Pêro Pinheiro
buscar a Benedictione - pedra
gigante.
RESUMO DO CAPÍTULO
RESUMO DO CAPÍTULO
Viagem de Mafra a Pêro Pinheiro.
Início do transporte da pedra e
descrição da mesma e do método de
transporte.
Ferimento de um trabalhador.
Antes de dormir, início da narrativa
de Manuel Milho.
RESUMO DO CAPÍTULO
RESUMO DO CAPÍTULO
Chegada a Cheleiros e morte de um
dos trabalhadores.
Velório.
Missa de Domingo.
Fim da narrativa de Manuel Milho.
Chegada a Mafra após oito dias de
viagem.
RESUMO DO CAPÍTULO
RESUMO DO CAPÍTULO
LINHAS DE ACÃO
LINHAS DE ACÃO
A obra vista do ar
Transporte da pedra
de Pêro Pinheiro
C O N S T R U Ç Ã O D O
C O N V E N T O
R E L A Ç Ã O E N T R E
B A L T A S A R E B L I M U N D A
Sonho, recordações e
saudade de Baltasar.
ESPAÇO
Viagem entre Mafra e Pêro Pinheiro - cerca de 30km ao todo
Macro-espaços - Mafra, Cheleiros, Pêro Pinheiro
"(...)está saindo da vila de Mafra, ainda madrugada(...)" 3ºparágrafo
"(...)parecia que ia a Cheleiros(...)" 4ºparágrafo
"(...) chegou a Pêro Pinheiro(...)" 5º parágrafo
"(...)a um lado e outro do rebaixo fundo da pedreira grandes blocos
esperavam a sua vez de ser levados a Mafra." 5ºparágrafo
Micro-espaços - Pedreira
TEMPO
Tempo Histórico : 1726
"(...)estava Baltasar há pouco tempo nesta sua nova vida(...)" 3ºparágrafo
"(...)está saindo da vila de Mafra, ainda madrugada(...)" 3ºparágrafo
"(...) nem admira se julho é(...)" 4º parágrafo
"(...)viu o sangue esguichar, e num repente achou-se em Jerez delos
Caballeros, quinze anos atrás, como o tempo passa." 10ºparágrafo
Analepse
Marcas Temporais
Prolepse
"(...)e quando um dia se acabarem palmos e pés, por se terem achado
metros na terra, irão outros homens a tirar outras medidas e encontrarão
sete metros, três metros, sessenta e quatro centímetros." 8ºparágrafo
PERSONAGENS
PERSONAGENS
Baltasar
Maneta
Simples e trabalhador.
Boieiro
Tem 41 anos.
"(...)tornou ao carro de
mão, sem desdouro(...)"
PERSONAGENS
PERSONAGENS
Vaidoso
Megalómano
Cumpridor da sua
palavra.
Tirano
Tem 36 anos
D. João V
PERSONAGENS
PERSONAGENS
Massa coletiva e
anónima que construiu o
convento.
O verdadeiro
protagonista do
Memorial do Convento.
Exaltado pela
enumeração de nomes
de trabalhadores.
Povo
PERSONAGENS
PERSONAGENS
José Pequeno
Manuel Milho
Tadeu
Isidro
Outras
personagens
Nascido em Cheleiros
Homem de família
Trabalhador
Representa todos os que
morreram em nome da
megalomania do rei.
Francisco Marques
"(...)talvez queira apenas estar com os filhos ,
dar uma palavra à esposa(...)"parágrafo 4
"(...)tem consciência de que está a fazer um
bom trabalho." parágrafo 21
NARRADOR
HETERODIEGÉTICO
OMNISCIENTE
SUBJETIVO
"Quando nessa noite chegou a casa, ia tão
contente como quando, em garoto, descobrira
o primeiro ninho(...)"parágrafo 2
"Muito melhor veríamos, e muito mais, se
olhássemos de alto, por exemplo, pairando na
máquina voadora sobre este lugar de
Mafra(...)"parágrafo 1
LINGUAGEM E ESTILO
"(...) os homens são tão curiosos como os
cachopos"parágrafo 10
"(...) ouviríamos o gemer da seiva, como ouvimos agora o
gemido de espanto que saiu da boca dos
homens(...)"parágrafo 11
"(...)o peso da varanda da casa a que se chamará
Benedictione é de trinta e um mil e vinte e um quilos,
trinta e uma toneladas em números redondos, senhoras
e senhores visitantes, e agora passemos à sala
seguinte, que ainda temos muito que andar
(...)"parágrafo 12
Comparação
Ironia
LINGUAGEM E ESTILO
"(...)todo o poder de el-rei será vento, pó e coisa
nenhuma (...)"parágrafo 11
"(...)se partirem alguns dos primitivos, escoras de
vário tamanho, martelos, torqueses, chapas de ferro,
gardanhas (...)"parágrafo 5
Enumeração
Metáfora
INTERTEXTUALIDADE
"(...)deitar os bodes pela
boca (...)"parágrafo 5
"(...)chegou-se-lhe o fogo ao rabo
(...)"parágrafo 4
Alusão
A ODISSEIA DA PEDRA
A ODISSEIA DA PEDRA
"a laje tem de comprimento trinta e cinco palmos, de
largura quinze, e a espessura é de quatro palmos(...)sete
metros, três metros, sessenta e quatro
centímetros(...)trinta e um mil e vinte e um quilos(...)"
Benedictione
A ODISSEIA DA PEDRA
A ODISSEIA DA PEDRA
As dimensões da pedra evidenciam a tirania e a megalomania do rei,
exigindo um esforço heróico dos trabalhadores e dos animais que a
transportam.
Simboliza a Terra-mãe.
Benedictione
EXALTAÇÃO DO POVO
EXALTAÇÃO DO POVO
O povo é o herói do Memorial, o verdadeiro
construtor do convento de Mafra.
O seu sacrifício fá-lo herói.
EXALTAÇÃO DO POVO
EXALTAÇÃO DO POVO
"(...)que para herói se
deverão escolher os belos e
os formosos , os esbeltos e
escorreitos, os inteiros e
completos(...)"parágrafo 3
Conceito de herói e inclusão
"(...)quanto há de belfos e
tartamudos, de coxos e prognatas,
de zambros e epiléticos, de
orelhudos e parvos, de albinos e de
alvares, os de sarna e os de chaga, os
da tinta e do tinhó(...)lázaros e
quasímodos (...)"parágrafo 3
"Alcino, Brás, Cristóvão, Daniel, Egas , Firmino, Geraldo,
Horácio, Isidro, Juvino, Luís, Marcolino, Nicanor, Onofre, Paulo
Quitério, Rufino, Sebastião Tadeu, Ubaldo, Valério, Xavier,
Zacarias(...)"parágrafo 3
Idealizado Real
EXALTAÇÃO DO POVO
EXALTAÇÃO DO POVO
"Distraiu-se talvez Francisco Marques, ou enxugou com o antebraço o suor da
testa, ou olhou cá do alto a sua vila de Cheleiros, enfim se lembrando da
mulher, fugiu-lhe o calço da mão no preciso momento em que a plataforma
deslizava, não se sabe como isto foi, apenas que o corpo está debaixo do carro,
esmagado passou-lhe a primeira roda por cima, mais de duas mil arrobas só a
pedra, se ainda estamos lembrados(...)"parágrafo 21
Morte de Francisco Marques
Francisco Marques representa todos aqueles que
morreram no transporte da pedra e na contrução do
convento.
VISÃO CRÍTICA
VISÃO CRÍTICA
"pena é que não esteja D.joão V no alto da
subida, não há povo que puxe melhor que este"
parágrafo 11
Megalomania do Rei
Hipocrisia Religiosa
Opressão do povo
pelos poderosos
Sermão da missa de Domingo no parágrafo 26
Acentua-se a exaltação do
povo e a crítica ao Rei.
Imortalização e glorificação
do povo como herói e
construtor do Convento de
Mafra.
IMPORTÂNCIA DO CAPÍTULO
IMPORTÂNCIA DO CAPÍTULO
BIBLIOGRAFIA E WEBGRAFIA
BIBLIOGRAFIA E WEBGRAFIA
Manual Sentidos 12 Leya
https://pt.slideshare.net/ripmitchlucker/memorial-do-convento-
captulo-xix
https://prezi.com/ugaxdx-h-dp8/memorial-do-convento-capitulo-
xix/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%A9mio_Cam%C3%B5es
https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Saramago
http://deve-e-haver.blogspot.com/2013/04/analise-do-episodio-da-
epopeia-da-pedra.html

Capítulo XIX Memorial do Convento

  • 1.
    MEMORIAL DO CONVENTO CAPÍTULO XIX MEMORIALDO CONVENTO CAPÍTULO XIX J O S É S A R A M A G O Dinis Rocha Oliveira nº4 12ºA
  • 2.
    José Saramago............................................................................................3 Contextualização docapítulo XIX na obra................................................4 Resumo do Capítulo....................................................................................5 Linhas de Ação............................................................................................6 Espaço.........................................................................................................9 Tempo........................................................................................................10 Personagens..............................................................................................11 Narrador....................................................................................................15 Linguagem e Estilo....................................................................................16 Intertextualidade......................................................................................18 A Odisseia da Pedra..................................................................................19 Exaltação do Povo.....................................................................................21 Visão Crítica..............................................................................................24 Importância do capítulo............................................................................25 Bibliografia e Webgrafia..........................................................................26 ÌNDICE ÌNDICE
  • 3.
    JOSÉ SARAMAGO JOSÉ SARAMAGO Nascidoem Azinhaga, na Golegã, a 16 de novembro de 1922. Vencedor de prémios de renome com Prémio Nobel da Literatura em 1998 e o Prémio Camões em 1995. Falecido a 18 de junho de 2010 (87 anos)
  • 4.
    CONTEXTUALIZAÇÃO DO CAPÍTULO XIXNA OBRA Quinze anos após o início da narrativa. Baltasar e Blimunda vivem em Mafra. Padre Bartolomeu faleceu. A passarola encontra-se abandonada na serra de Montejunto. Serra do Montejunto
  • 5.
    Descrição do ritmofrenético na construção do convento. Mudança do serviço de Baltasar. Necessidade de ir a Pêro Pinheiro buscar a Benedictione - pedra gigante. RESUMO DO CAPÍTULO RESUMO DO CAPÍTULO
  • 6.
    Viagem de Mafraa Pêro Pinheiro. Início do transporte da pedra e descrição da mesma e do método de transporte. Ferimento de um trabalhador. Antes de dormir, início da narrativa de Manuel Milho. RESUMO DO CAPÍTULO RESUMO DO CAPÍTULO
  • 7.
    Chegada a Cheleirose morte de um dos trabalhadores. Velório. Missa de Domingo. Fim da narrativa de Manuel Milho. Chegada a Mafra após oito dias de viagem. RESUMO DO CAPÍTULO RESUMO DO CAPÍTULO
  • 8.
    LINHAS DE ACÃO LINHASDE ACÃO A obra vista do ar Transporte da pedra de Pêro Pinheiro C O N S T R U Ç Ã O D O C O N V E N T O R E L A Ç Ã O E N T R E B A L T A S A R E B L I M U N D A Sonho, recordações e saudade de Baltasar.
  • 9.
    ESPAÇO Viagem entre Mafrae Pêro Pinheiro - cerca de 30km ao todo Macro-espaços - Mafra, Cheleiros, Pêro Pinheiro "(...)está saindo da vila de Mafra, ainda madrugada(...)" 3ºparágrafo "(...)parecia que ia a Cheleiros(...)" 4ºparágrafo "(...) chegou a Pêro Pinheiro(...)" 5º parágrafo "(...)a um lado e outro do rebaixo fundo da pedreira grandes blocos esperavam a sua vez de ser levados a Mafra." 5ºparágrafo Micro-espaços - Pedreira
  • 10.
    TEMPO Tempo Histórico :1726 "(...)estava Baltasar há pouco tempo nesta sua nova vida(...)" 3ºparágrafo "(...)está saindo da vila de Mafra, ainda madrugada(...)" 3ºparágrafo "(...) nem admira se julho é(...)" 4º parágrafo "(...)viu o sangue esguichar, e num repente achou-se em Jerez delos Caballeros, quinze anos atrás, como o tempo passa." 10ºparágrafo Analepse Marcas Temporais Prolepse "(...)e quando um dia se acabarem palmos e pés, por se terem achado metros na terra, irão outros homens a tirar outras medidas e encontrarão sete metros, três metros, sessenta e quatro centímetros." 8ºparágrafo
  • 11.
    PERSONAGENS PERSONAGENS Baltasar Maneta Simples e trabalhador. Boieiro Tem41 anos. "(...)tornou ao carro de mão, sem desdouro(...)"
  • 12.
  • 13.
    PERSONAGENS PERSONAGENS Massa coletiva e anónimaque construiu o convento. O verdadeiro protagonista do Memorial do Convento. Exaltado pela enumeração de nomes de trabalhadores. Povo
  • 14.
    PERSONAGENS PERSONAGENS José Pequeno Manuel Milho Tadeu Isidro Outras personagens Nascidoem Cheleiros Homem de família Trabalhador Representa todos os que morreram em nome da megalomania do rei. Francisco Marques "(...)talvez queira apenas estar com os filhos , dar uma palavra à esposa(...)"parágrafo 4 "(...)tem consciência de que está a fazer um bom trabalho." parágrafo 21
  • 15.
    NARRADOR HETERODIEGÉTICO OMNISCIENTE SUBJETIVO "Quando nessa noitechegou a casa, ia tão contente como quando, em garoto, descobrira o primeiro ninho(...)"parágrafo 2 "Muito melhor veríamos, e muito mais, se olhássemos de alto, por exemplo, pairando na máquina voadora sobre este lugar de Mafra(...)"parágrafo 1
  • 16.
    LINGUAGEM E ESTILO "(...)os homens são tão curiosos como os cachopos"parágrafo 10 "(...) ouviríamos o gemer da seiva, como ouvimos agora o gemido de espanto que saiu da boca dos homens(...)"parágrafo 11 "(...)o peso da varanda da casa a que se chamará Benedictione é de trinta e um mil e vinte e um quilos, trinta e uma toneladas em números redondos, senhoras e senhores visitantes, e agora passemos à sala seguinte, que ainda temos muito que andar (...)"parágrafo 12 Comparação Ironia
  • 17.
    LINGUAGEM E ESTILO "(...)todoo poder de el-rei será vento, pó e coisa nenhuma (...)"parágrafo 11 "(...)se partirem alguns dos primitivos, escoras de vário tamanho, martelos, torqueses, chapas de ferro, gardanhas (...)"parágrafo 5 Enumeração Metáfora
  • 18.
    INTERTEXTUALIDADE "(...)deitar os bodespela boca (...)"parágrafo 5 "(...)chegou-se-lhe o fogo ao rabo (...)"parágrafo 4 Alusão
  • 19.
    A ODISSEIA DAPEDRA A ODISSEIA DA PEDRA "a laje tem de comprimento trinta e cinco palmos, de largura quinze, e a espessura é de quatro palmos(...)sete metros, três metros, sessenta e quatro centímetros(...)trinta e um mil e vinte e um quilos(...)" Benedictione
  • 20.
    A ODISSEIA DAPEDRA A ODISSEIA DA PEDRA As dimensões da pedra evidenciam a tirania e a megalomania do rei, exigindo um esforço heróico dos trabalhadores e dos animais que a transportam. Simboliza a Terra-mãe. Benedictione
  • 21.
    EXALTAÇÃO DO POVO EXALTAÇÃODO POVO O povo é o herói do Memorial, o verdadeiro construtor do convento de Mafra. O seu sacrifício fá-lo herói.
  • 22.
    EXALTAÇÃO DO POVO EXALTAÇÃODO POVO "(...)que para herói se deverão escolher os belos e os formosos , os esbeltos e escorreitos, os inteiros e completos(...)"parágrafo 3 Conceito de herói e inclusão "(...)quanto há de belfos e tartamudos, de coxos e prognatas, de zambros e epiléticos, de orelhudos e parvos, de albinos e de alvares, os de sarna e os de chaga, os da tinta e do tinhó(...)lázaros e quasímodos (...)"parágrafo 3 "Alcino, Brás, Cristóvão, Daniel, Egas , Firmino, Geraldo, Horácio, Isidro, Juvino, Luís, Marcolino, Nicanor, Onofre, Paulo Quitério, Rufino, Sebastião Tadeu, Ubaldo, Valério, Xavier, Zacarias(...)"parágrafo 3 Idealizado Real
  • 23.
    EXALTAÇÃO DO POVO EXALTAÇÃODO POVO "Distraiu-se talvez Francisco Marques, ou enxugou com o antebraço o suor da testa, ou olhou cá do alto a sua vila de Cheleiros, enfim se lembrando da mulher, fugiu-lhe o calço da mão no preciso momento em que a plataforma deslizava, não se sabe como isto foi, apenas que o corpo está debaixo do carro, esmagado passou-lhe a primeira roda por cima, mais de duas mil arrobas só a pedra, se ainda estamos lembrados(...)"parágrafo 21 Morte de Francisco Marques Francisco Marques representa todos aqueles que morreram no transporte da pedra e na contrução do convento.
  • 24.
    VISÃO CRÍTICA VISÃO CRÍTICA "penaé que não esteja D.joão V no alto da subida, não há povo que puxe melhor que este" parágrafo 11 Megalomania do Rei Hipocrisia Religiosa Opressão do povo pelos poderosos Sermão da missa de Domingo no parágrafo 26
  • 25.
    Acentua-se a exaltaçãodo povo e a crítica ao Rei. Imortalização e glorificação do povo como herói e construtor do Convento de Mafra. IMPORTÂNCIA DO CAPÍTULO IMPORTÂNCIA DO CAPÍTULO
  • 26.
    BIBLIOGRAFIA E WEBGRAFIA BIBLIOGRAFIAE WEBGRAFIA Manual Sentidos 12 Leya https://pt.slideshare.net/ripmitchlucker/memorial-do-convento- captulo-xix https://prezi.com/ugaxdx-h-dp8/memorial-do-convento-capitulo- xix/ https://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%A9mio_Cam%C3%B5es https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Saramago http://deve-e-haver.blogspot.com/2013/04/analise-do-episodio-da- epopeia-da-pedra.html