SlideShare uma empresa Scribd logo
ç
19.1 Sistemascirculatórios
Osanimâistêmderealizar.ininterruptamen-
te. trocasde substâncìâscom o anbiente, pois
todasassuascéÌuÌâsprecisamrccebernuÌÌìentes
e gásoxigênio,e eÌiminargáscarbónicoe outros
rcsíduostóxicosproduzidosno metâbolismo.
Nos anirÌÌaìs mâis simples, como o! celente-
râdos e os plÀtelmintos, âs trocâs de substâncias
ocorremdiretamenteentreascéÌuÌâsdo corpo e
o âmbicnte-Isso só é possíveìporquetodasas
célulâsdo organismoseencontrâmreÌâtivamen
te próximastantoda cavidadegâstrovaiculaf,de
ondc absorvemnutrienles,como da superfície
coÍporal,ondeocoÍem âstroca-sgasosas.
Já nos ânìmaismais complexos,há órgnos
especializadosnâ absorçãoe na excreção de
substânciâs.as qu:dssãoconduzidasa todasas
célülèscorporaisâtravésde um sisaemadetÌans-
porte:o sistemacircülatório. (Fig. 19.t)
UomÉorÈrÌterdossl0ursrrcrlltir io
Os sistemascirculâ6nos dosanirÌÌâisveÍe-
b.âdos consistem de tÌês parresfundamenÌaÌs:
a) sângue,fluido ro.madopor célulasdis-
persasem uÌn Ìíquido;
b) vasossaneüínêos.tubospor ondeo san-
gue circula, âtingjndo todas trspaÍes do corpol
c) corâção,órgãonuscuÌosocujr contração
impulsionáo sangue.fazendo-ocircularno inte
dor dosvâsossângüíneos.
FunçÕedosìsleÌnacilclrlxlóÍ;o
Os sistemascirculatóÍiostêm diversasfun
ções,cntreasquaissedestacâm:
a) o trânspoíe denütri€trtes,ncccssários
à âlinent4ãodascélulâsi
bìolrân{poírdesároúgènio.nrrr--rr
ì rcspiraçãocelulaq
c) â remoçãode gáscarbônico.produzido
narespirâçãoceÌulâí;
d) â remoçãodas excreçõ€s(âÌnôniâe
uréia,poÍexemplo)produzidasnometâbolismo
e) o trânsporte de hormônioq produzidos
nft glândnlâsendócrinas;
0 o trânsportedecélulase deânticorpos
do sistcmaimunitáúo, rcsponsávcispekrcoÌn
batea ageniesìn1ècciososqueinvâdàmo corpo.
Tiposdesistemâscirculâtórios
Os sistemascÌcÌrl{órios poilem ser classr-
ticados em dois tipos fündamenlâis: âbe.tos (ou
lâcunares)e teclÌâdos.
Si;r.rììasüÍcrÌxlórirxnLìeíoror llorr.$
Nos sistêmâscirculâtórios âbertos. o lí
quido circuìânte,dcnominâdohemolinfa. é im-
puÌsionâdopelo coÍrìçàoe scguepelo inrerioÍ
de vasos,queâ conduzematéos tecidoscorpo-
rais.Nos tecidos,à hemoÌÌnfâabandonaoSva-
sos e cai eÍn lactr.âs (hemocelâs) exisÌenres
entreascélülas.Dentrodashemocelas.a hemo,
Ìinfa enúa em ín1imocontarocom ascéÌulasao
redor. lbrnecendoìhes nutÌientes e caprando
suasexcreçÕes-Após irrigar os tecìdos.! he-
molinfa fetornaa outrosvasosqüe â condüzem
de volta ao corâção.
figurol9.l Celenterodôs
lAl,esponios(Bl€plôíêlmln-
lo5íC)5õoonimôisdspro-
vidosde5istêmocÍculolóío.
Nelês05hocosde subsl€n'
cio,ocoíêmpordituúo di
rêtoênlreoscéluìoieo om'
biênle.Animoìsmoiscom-
pldos,@moumonÍíbioíDl,
opresen'omum r5Íemocrr
culotórioqle exêculoo
tronrpodede 5ubtôncids
enheos<êlulore ô, órgõos
dê hoco(pulmõês,iniestino,
le.idoscoçorois elc-].
StrÌenu.irüúh(iÍiosÌ3chrÌdos
Nos sistemâscirculatóúos f€chados,o lí-
quidocirculante,denominadosângue,nunca
àbândonâo inteÍior dos vâsossângüíneos.Im-
pulsionâdopeÌocoração.o sânguecaminhapelo
irterior de vâsosdenominadosartériâ6. quese
râmificâmprogressivamenteem aÍérias meno-
res,âtingindotodasaspãíes do corpo.Nosór-
gnose tecidos,aÍériasÍiníssimas,denoÍninâdas
âíeríolâs, ligâm-seâvâsosaindamaisfinos,os
$pilâr€s sâtrgiíneo6,queatingemprâticâmen-
letodâsascélulâsdocoÍpo-Nenhumadenossâs
célulâs,poÍexemplo,situâ-seâ maisde130!m
(0.l3 Ínm)dedistârÌciadeumcâpiÌâÍsangüíÍeo-
OscâpiÌâIesseconectâm,no ladoopostoao
dâ conev.ãocom asarleíolâs,com vasosmuito
lÍÌos denominadosvênt âs-Estâsseunempârâ
formaÍv€iasprogessiv.Ìnentemaiores,quecon-
duzÊmo sanguedevoltââocoração.(Fig- 19.2)
FigurdI9.2 Si3tìêmscirculotÍio3ôbêdo(eimol e F
chodoÍoboixol.lrertebrodo, @modftópodo' e D
lu@s tên ,istemocir<ulolóriooberto,emqueo heú
linÍosi d6 voos 5ôn9üín6se6ho n côntìoicdircio
@mostecidorcorporoir.l.I€6riítênG.r@k'tórior fe'
chodos,onro o de onelideose o ds wtebrodos, o
sngue circulospe noiniêdordevos engúi.êoi.
359
Artérias, veiasecapilaressangüíneos
Artériâssãovasosquelevamsânguedoco-
ÌaçãopaÌaosórgãosetecidosdocorpo.A pare'
dedasârtériâsé espessâe contémtÌ€scamadâs
deÌecìdos.A câmadamaisinternaéo endotólio,
umt€.ido epitelialformadoporumÌínicoestrato
decélulasachâtadas.A canadamedianadaarté-
iâ é conÍituídapor tecidomusculaÍliso e a
camâdamaisextemaé constituídapor tecido
conjuntivo. rjco emfibÌas elásticas.
QuandoaÌnusculaturadaparededeumâaÍé-
riaseconÌrai,seudiâmetrointemodiÍninui;oÌeÌâ-
xamentoda musculânüââÍeriaÌ, poÌ ouío Ìâdo,
ÌevaâoâumenlododiâmetíointemodaaÍéÍia. A
contÌaçãoe o ÌElilr(amentodasaíériaspermitem
contoÌârâ pressãosangüíneae o volumedesan
guequecirculaemdeterminadarcgiãodocoÍ!o.
O líqìido sangüíneoextravasâdo,denomi
nadofluido tissular,bânhaascélulâspróximas
aoscapilâres.nuÌdndo-ase oxigenando-âs.As
céÌulas,por suavez,eliminamgáscaÌbônicoe
.outrasexcreçôesnofluidotissular.
A rnâiorpaÌÌedolíquidoqueâbandonouos
vâsose bânhouostecidosé reabsorvidapelos
píóprioscapilâÌes,Íeincoryorândoseaosargue.
Assim,aopassarpeloscâpiÌaÌesdostecidos.o
sanguetoÌna-semaispobÍeem nutrientese em
gásoxigênio.e maisricoeÌngáscarbônicoe em
No ponio deconexãoentÌeumaaÌreíola e
um capilarexisteumacélulaÌnuscuÌarlisa,en-
roladânovâsosangüíneo.queconsrituio esfinc-
t€r pré-capilaÌ.Quandoesseesfínclerunicelü
lârsecontlai,âpâssagemdosânguepaÌao capi-
lâÌé diÍninuídÂoubloqueadâidessemodoépos
sívelregulâro suprimentode sanguequeaflui
âostecidos-(Fig.19.3)
CapiìnressanCüineos
Câpilâressangüíneossãovâsosnuito finos
queÌigamasâÌreríolâsàsvênulas.A parededos
capiÌareséconsÌituídaporumâúnicâcâÍnâdâde
célu1as,corÍespondenteaoendotélìode ârlérias
e veias.As célulâsquefoÌmamapâÌededosca-
pilaresdeixarnpequ€níssimosespâçosentresi,
porondeextrâvasaÌíquidosangüíneo.
VeiâssãovasosquelevamsânguedosóÍ,
gãosetecidosdevoltaaocoÌação.A parededâs
veiasé formadaportÌêscamadâs,equivâlentes
àsdasartérias.EntreÌanto.ascamadasmediâna
e externadasveiassãomenosespessasquesuas
conespondenlesarteriâis.
As veiâsdemâlorcalibre.nohomeme en
muitosânimâis,possuemválvulasemse in
terioÌqueimpedemo Ìefluxodesanguee ga
íanternsuacirculaçãoem um únicosentido.
(Fis. 19.4)
Figu6 19.3 (A)Repre!€ntoçõoesquemóikodeodé
riõs,.opibB ê veios.No dêlolheò dneik, trccdde
subslÊncìosenlreo songuedo copibrê oscêlulosoo
redor.{B)Côntolêdô circuloçõôcopilarpormêiodo5
eslincreresoÉ-cooilorês.
360
Fisuro19.4 Desenhode ouroio do medicoinsês
WilliomHoruey,qre,nosécuoXVl,descobriuo exls
tênciodÕsvólvuiÕsno inieriordosveios.Asvólvulas
impedemo refuxodo songue,forçondoo o circuor
sempÍeemdirecõôoo coroçôo.
19.2 A circulaçãosangüínea
humana
O homcnÌe os dcnris veìtehftÌdostôìn sis
teÌÌìascircülatóriosfcchrdos.de constituiçãosc
raÌ semeÌhrnLc.A comparaçãoeÌÍe os sislcìnrs
ciÍculatóriosdos diversosvertebradosé tmtrdr
no Capítulo l7 dcstevolunìe.
GÍrìndepaÍe dasinlbrmrções desteclìpíÌu-
1o.enboÍrì relatjlas à circulâçãohumana,sao
igualmcnte váÌidâs parâ oulros lertebrâdos.
(Fig. l9.s)
^á
Fisuro | 9-5 O sistemo.nculoi.rio humonoé umÕvÕsbredede ú$s de diwes lipose coÌbres,quepoemem
comunicoçõôiódosos porlesdo corpo.Emvemelho,e*o epresntodÕsosvoss queironsporiomsongueÍko
em gós oxÌgênio{sngue aderiol)e, em ozul, ôsvo$s qoe lronspo'1Õmingúe pobreem gósoxigênìôhangue
vênosoì.Os órqôossãoirrhodos porintrincodosredesdecopilore!,quêènlromêmínrimoconrotocomoscélúlos.
361

il
:
O sanguehumanoé constiluídoporumlíquidoamarelado,o plesma,ê
por três lipos de elementoscêlulaÉs,gênericamentechamadosde êle-
mentoêfiguradosdo sangu€:hemáclas(célulasvêrmelhas),leucócltos
(célulâsbrancas)e plaquelas(fragmentoscelularestembémconhecidos
comotrcmbóciloa).Cercade 55%do volumêdo sanguêé devidoao plas-
ma!sêndoo Íestantedevidoàscélulas.Nocorpode umepessoade apro-
ximadamênte70kghácercadê5,6litrosdesangue.(Fig.Q19.1-1)
I
I
I
ï
I
bNs
Glcio Si@.honoro
PRO'IIíNA5
FigurcO19.1-ì
362
Plesmesengüínêo
No plasmasangüínêo,a águaé responsávelpor 92yode seu peso,
sendoo Íestanledevldoà prêsençâde proleínas(elbuminas,globulinas
elc.),saise substânciâsdivêlsa6,iaiscomonulrient€s,gases,excíeçõese
hormônios,
UmgrupoimpoÍtantede proioínasdo plasmesãoas gemaglobulinas,
queconslituemosanticorpos,substânciasqueprotegemo organismodos
ag6nt€sinfecciosos.
Outrapíot€ínalmportânlêdo plasmasangüíneoé o fibrinogênio.So
ocoÍe umÍ6Ímênto,o llbrinogêniosêtrenslormaemumaproteinaíibÍosa,
a ÍlbÌlna, cuiasmolóculasse êntrêlâçeme formamum tampáona área
íe da. As hemácias,rêlidesnâ melhed€ librina,Íormâmo coágulo,quê
impedea perdad6sangue,O líquidoquesobredepoisd€o sanguêcoagu-
laré chamadosoro sangüíneo.
Hêmáclâs
Ashemácias,tambémconhecidasporglóbulosveÌmêlhosouêrliró-
cltoç (dogregoeriÍos, vermelho,e kïos, célula),sãocélulasêspêciâlizã-
r,x l0óoó x ì0épormm3
Õ.'TrcÈPoft
dêsósdisênio
--Õ-
5.l0roó, l0r Pormmr
{ew
ÂNCP"5Ì&ANSPORTADAS
GlicoÈ tipidiôs
Aminó.ldôs Viìôminos6h.
PIAOUETAS 2,5 x t05o 4 x ì05pormml
C@quo<ôodosnouê
Gmposiçõodo ronguehumono.
dasnolransportsdêgásoxigênio.A hêmáciahumanaé umdiscobicônca-
vo com 7 a I pm dê diâmelro,e 1 a 2 pm de espessura.Há cercade
5 milhõesde hemáciaspormilímelrocúbicodê sangueem umhomêm,e
4,5milhõespormilímelrocúbicode sangueemumaínulhêr.Cadapessoa
possui,êmmédia,cercade 30tÍilhõesde hemáciasêmsuacirculação.
As hêmáciassáoproduzidâsno interiordosossos,a partiÍde celulas
da medulâos6eavermelha.dênominadaseritroblastos,À medidaque
amaduÍecom,oseritroblastosproduzêmhêmogloblna,pÍotêínadêcorvêÍ-
melhaquê contémíerro.Umav6z rêplêlode hemoglobinâ,o êriÍoblaslo
eliminao núclêoe assumesuâíormadiscóidelípica,lransloÍmando-seno
êrilrócito(hemácia).AtravésdosvasosquêiÍigam a medulaósseâ,oseÍi,
tÍócitosmadurosênlramnacifculaçãosangüínea.
lJmahemáciapêínânececercade 120diasêmcirculação.Aofimdes-
so pêrÍodo,perdesuacapacidadefuncionalê é fagocitadae digeridapor
célulasdo fígadoou do baço.Calcula-sequê,em apenasum segundo,
cercade 2,4 milhóesde hêmáciassejamdestruídassm nossocorpo.A
mesmaquânlidadeé libeÍada,pelamedulados ossos,parasubstiluiras
hemáciasrêmovidasdacirculação.
Dentrêos vertebrados,apênasas hemáciasdos mamílêrossãoânu-
cleadas,Hêmáciasdepeixes,dêanfíbios,derépteise dêâvêstêmnúclêo.
Lêucócitos
Os leucócitos ou glóbulos bÉncos 9áo célulasêspecializadasna
defesado orgenismo;combalemvíÍus,bactériase ouìrosagêntesinvaso-
resquepênêlrememnossocorpo,Emcondiçõesnormais,háêntrê5 e 10
milleucócilospormilímetrocúbicodê sangue.
Os leucócitossão produzidosnâ medulados ossose podêmser dê
cincotiposbásicos:neutrófllos,basóÍilos,acidóÍitos,ltnÍócttose mo-
nócitos,Asquânìidadesdessascélulâsnosanguee suasrespeclivâsÍun-
çôêseslãomoslradasnãlabela019,1-1,
Tob€loQl9.t-t Ascélulosdosonguêhumono.
Pleouetas
Emtodososverlebrados,com€xceçáodos mamíÍeros,as plaquetas
ou lrombócllos são pequenascélulâsovais.NosmamÍÍeros,porém,as
plaqueìassão fragmentosesíéricosou achatadosde célulaschamadas
mêgacârlócllos,Íormadasoriginalmêntênamédulaóssea,Há,6mmédia,
300milplâquêlaspormilímeìrocúbicodê sanguehumano.
Asplâquetasparticipamaiívâmentedoprocessodecoagutaçãodosan-
guedosvertebrados,QuandoháumíerimenÌo,plaquêtaspresenlesnare-
giãolesadãliberamtâtoresde coâgulação,quelevamà lormaçãode um
coágulo,Divêrsosíatoresdecoagulaçãojá íoramidenlificados,maso me-
canismocomplêtoda coagulaçãodo sanguêaindanáofoi tolalmenlêes-
claÍecido.
Tip(N
Coagulação
363
Homem:.4,2oó,0x10álmm3
Mulfer 3,óo 5,0x loólmnr
TrcisporledêgósoxigênÌo
2,5o 4,0x l0r/mm3 Cooguloçõodo,"'s,"
5 o ó,0x 103/mm3{totol)
50o I50/mm3
-50/mm3=500/mml
2,0o3,0x10r/mm3
Reguloçõodo<oosuoçôo
Prcduçôodêonticorposedêskuiçõo
UmdosimpoÍtantesfaloresdecoagulaçãolibeÍadospelasplaquetasé
a enzimairomboplaslina-quinase,que alua na lransfoÍmaçãoda pro'
trombinâ(proteínapÍesêntenosangue)emtromblna.
A trombina,porsuâ vez,atuaenzimaticamentenâ transiormaçãodo
fibrinogênio(outÍapíoleínasângüínea)emfibrina.As moléculasdêiibri-
naseêntrelaçâme ÍormamUmaredequeretémhemácias,o coágulo,que
vêdao lê mênto.(Fig.019.1-2)
Algumasdasenzimasenvolvidasnoprocêssodecoagulaçãoprecisam
estaÍassociâdasa íonsdecálcioparaíuncionar.Talassociâçãodepende,
porouÍo lado,da presençadêvitaminaK. Assim,lantoo cálcioquantoa
vitaminaK têmde estarpresenlesna dielahumana,poissão indispensá-
veisà coagulaçãosangÜÍnea.
Na espéciehurnanahá umadoençaherediÌáriaque aÍelaa coagula-
ção:â hêmofilia.Noiipo maiscomumde hemoÍilia,a pêssoanãoé capaz
de pÍoduziÍumÍatordecoâgulaçãodenominadoÍatoÌ Vlll. Pessoashemo'
fílicasesiãosujeitasa hemoríâgiasgraves,mesmoem conseqüênciade
oeouenosÍerimêntos.o lratamenloconsisteemtransÍusãodê Íaìoíesde
coagulaçãoobtdosdosangJedepessoasrormais.
É
e
FisurcOl9.l-2 Folìômicrcsrcfìooo microscópioele-
rrônicodè voíêduro dd redede fibrino envolvendo
hemóciosemumcoágulo.
O coração
O corâçãoéumórgãonuscuÌoso,dotama-
nho aproxìmâdode üm punhofèchâdoe com
pesoâproximadode400 g. Ele seÌocâlizano
meiodopejro,sobo ossoestemo.ljgeiÍâmenÌe
deslocadoparaaesquerda.
OcorâçãoaFesentâquatrocavidadesnrtetr
nas.genericamenÌedenominadarcâmârâscâr-
díâcâs.As duascâmarassuperioressãoosátrios
ou âurículâse asduasinferioÍes,os ventrí-
culos,
O átlio direito secomunicacomo ventrí-
culo diÌeito por rneiodaváhìrlâ tricúspide. O
átrio esqueÌdo,poÍ suavez,secomunicacomo
ventrícuÌo esquerdopor intermédiodaváÌvulâ
bicúpide ou mitral. A funçãodessasválvulâs
atrioventricularcsé garantiracirculdçãodosân-
guenocoraçãoemuln únicosentido,sempÍedos
átriosparaosventrículos.(Fig. I9.6)
364
S(toh!ediÍsroles
As câmarasdocorâçãocontraemsee dila
tâm-seaÌÌelnadamente,emÍnédiâ,70 vezespor
minuto.A conaaçãodeumâcâmarâcâÍdíâcâé
denoÌninâdasístol€e seurelâxamento.diástole.
A freqüênciâdemovimentosdocoração,ou
seja.a freqüência cârdíaca, vâÌiâ de âcordo
como graudeàtividâdeesituaçãoemocionalem
quenosencontrâÌnos.Duranteo sono.porexem
plo,ocoraçãodeumapessoapodebaterentre35
e 50 vezesporminuto;jáduranteulnexercício
físico intenso,â freqüênciacardíacapodeultra-
pêssar180bâtimentosporminuto.
Ciclocardíaco
Ciclo cârdíâco ó uma seqüênciacompleta
desístolese diástoÌesdascânarasdocorâçãoe
duracercade8 décimosdesesundo(0,8s).
{,"*--
O iníclo do cick) crrdíaco é nìafcâdopelâ
siÍoÌe dos átrios,quc boììbeirìì sarguepam o
iìÍerior dos ventlículos;cslcs,nessemomeÌto.
cstãoem diástoÌe.Às váÌ'ul.ìspresentesnasen
tÍ.ìd{sdasveiascalas (juntoâo !cntrícul.ì dirci
1(r)c dasleias pulmonaresounro âo lcntrícrkì
csqueÌdo)sefècham.evìlandoÍefluxodc sâDguc.
Passadoscelcadc 3 décnnosde segundôdo
início do ciclo. os ventfículosdlreltoe esqLrcrdo
entramem sí!Ìole. bomheandosangue,respcc
ti!ânìenie,pâraasaÍérirs pulmonareaorta.Du
râDtea sístoleventriculâr'.asviÌlvulastÌìcúspide
e bicústidesefechanÌ,evìtindo o felornodesan-
risuro 19.óCôrÕçõohumonoêmvi5tohonrollA)e emvEtodo6ollBì.EmlC),.orrelonsiiudiiolmoíÍondÕÕs
cômorcs<ordíocos,osvóvulÒsêosvosossÕnsüíneosllsodosoocoroçõo.Asseiosemvernehoiidtcomo Íruxô
de sÕnslericoemsósoxigêiiô.As setosemozu indicomo filxo de songlericoemsóscorbôfico.A Íoio
môsiÍoo rêdecoronórlohumonoevdeiciodoporcôÍonÌes
365
Enquantoa sístoleventicuÌar progride. os
átrios en!Ìam em dìástoÌe,enchendo-senova-
ììente de sangue.Ao ocoÍer a sístoÌeaúiêI.terá
início um novo cìclo cardíaco.
Os sonsproduzidospeÌocorâçãosãocâusâ-
dos pelo fèchâÌìenlorápido dâsváìvuÌasrlrio
venÌricxlarese seììilunâres,estâsúkimaslocâÌi
zâdâsnâscnlrMêsdrs anériaspulmonffe aortâ.
Durânte um ciclo cardíaco,pode se identificdÌ
duls "batid$'subseqüentesia primeira.detom
nlâis bâixo e menosaudível,é causadapelo fe
cbâìÌenio dasválvulastrjcúspidee bicúspide.e
marc.ìo
'nício
da sístoleventricular.A segunda.
mais 4gudae alta, écausadêpelo fechaÌnento das
víílvulas semilunarcs arieriais e Ìnarca o início
da úáÍole ventricular.(Fis. 19.7)
Oúrtroe,1!ffúqrar r ú rlirül
A ffeqüênciade batimentoscardíacosé
controladaporumaregiâoespecialdocoração
denominadanódulosino-atrialoumârcâpâs-
so. O nódulosino-atÍiâlé um aglomeradode
célulasmuscuÌâresespeciâÌizâdâs,Ìocalizado
pertodajunçãoentreo álrio dìreitoÈâ veìa
Aproximâdamentea câdâsegundo,ascélu-
lasdomarcâpassoemitemumsinaÌelétrìcoque
Figu.o19.7Movimentosde,isroleedióíoledurorie
sepropagadirctanentepâÌââ muscuÌaturrdos
átrios,provocandosuacontração.
OuúâregiãoespeciâÌizâdadocomção.o nódu-
loatúoventriculâr.atuaconlodistribuidordosiìral
gendopeÌorÌÌa$apasso.estimüldndoamuscülâtüa
dosvenÌrículosaentÌarelnsístole.(Fig.I9.8)
'rrmìiìiìç"--.
Diósioe Yenlrl.uôr
SklolêveírÌiculor
FigurdI 9.8 (A)Locolizoçõodosnód!ossino'ohioe atriovenhiculor, respônsóvêlspeo corhoedo5boiimen-
lôsco.diocos(81Os sinonelêtricosquecoo.denomosbolimênhrscordíocosseproposqmporiodoo corpo,
umovêzqle os iecldôssõôhonscônduicrêsde eleiricldode,e podemsercoptdos por êldrÒdossensÍÌ€is
colocodossobreo pee.{ClUmomoquinoêspec,oregislroossinoiselêhicosdocoroçõonoÍormodegróflcos,
366
s
l
!
;
O sanguenasartériâs
O sanguebombeâdopelos ventÌículos pene-
aâ nas artérias sob âÌtâ pressão.lmedialamenÊ,
d, pJrede.úeidi. c redïn. runer rânJoJe
volume e dirnnruindo a prcssãoinÌemâ. Se âs âr
tériasnãoreÌâxâ.eìno suficiente,apressãodo sân
gueem seüinterjoÌpode'subìraníleis perigosos,
compossívclrupturanasparedeslríerids.
A cadasístoÌevenrricuÌÍÌ é geÌadauma onda
de rclaxaììento da muscuÌâturâaúerial, que se
Fopaga desdeo coÌâção àróaçex!€midades das
âÌtcríoìas.Na diásÌolevenlricuÌar.quandoa pres-
são sangüíneadìÌninui, â mulculatura aÍterial se
cont|ai. mêntendoâ pressãoadequadapaÍa que o
sanguecontìnüe âcircuìar atéa próximâ sístole.
@
llcsÌor erI
A prcssãoexercidâpelosanguecontÌââpaÌe
dedÀsaúéria.sédenomiìÌadapr€ssãoãrterial. Em
üììa pessoajovemecoÌnboâsaúde.âpressaronas
artériasdulãnleasístoÌeventdculâr,apressão,sis-
íilicâ oumáxima.édaordemde120mmHg(120
nilímetrosdenercúÌio).DuÌânLeâdiásrole.apres-
sãodimlnuì,flcandoemtomode80mrÌÌHg.essaé
apÌ€ssãodiastólicâoumínirna.(Fig.19.9)
O sanguenasveias
Depoisdepassarpornilhõesdeâíeíolase
c.ìpilares,apressãosângiiíneacâimujLo.atingìn-
dolaloresmuÌtobaìxosnoinreÌiordâsveias.
sistói.o = 120múHa
diosióicÕ= 80 mmHa
dr moiorgue.l20mmHg
sngüineoPordo brÕço
Ê
P
or entre80 e 120 mmHo menoroue80 mmHÕ
permib Íllxo de sonsue' peÌn ie furc
FiguÍô19.9 {A)O ciclode exponsôoe reoxomeiàoderiÕ|,conhecidocomopltsôçõo,podeserpercebido
locl-ere ro o t- io odol do pLllooL ro oieno co-o_idodo peroco.A prkoçoocoÍ-,ponÕeó5' o' oçòes
de prc$õosongüínêono orteriodurorieos botimenicscordocos.1Be C) As pre$õesorrerio,5mo. mo e
mínimopodemserdêlectodÕsno,oiÉriqsdobroçoe medidoscomumoporêlhôchomodoesfigúomanômerro.
367
5
s
Fisuro I 9.ì 0 À esquerdo,sróÍìco do pressôodo songue nosdiferentes
tiposde vosossoigúíneosdoco|po (A, oorta;B,orlérios,C, orleriolos;D,
copiloresjE,veios;F,óiio). A dlreito,meconlsmosde propukao do sor
gue no sistemovenoso.A muscliÕr!roesquêléllcÕ,oo secontroir,prê$io'
nÕo songle io inieriordos veios;cs vólwlos fozem com que o songue
sempÍesedesloqle em dneçõoÕôcorÕçõo
tigurq l9.l ì Representoçõoêsquem&cado circuo
çõosislêmico(A)edo circuloçaopulmoncr(B).
O retornodo sangueaocoüçâo deve sc,cm
grode paúe,à! corÍ4õe! dosnrúsculoscKÌr'c
léticos.As leias se situâmou eni|e fcixcsdc
ìÌúsculos.de nrodoqueâ contr.qio nÌrscuìrì as
coDìpfinìe,fììzendocom que o sanguese d.skl
que enì seuinÌeriof. Devido às !il'|Ìlas, o sân
gÌÌeqxe se deslocanasleias sonente pode se
gÌrirrurìo:ìo coÍ.ìçio. (Fig. Ì9.1tì)
Circulâçõespulmonaresistêmica
Ao sc dcsk)cr [)cll)coìto hurmno,o sangue
passrdús !.zcs pelocor.çâo.IìÌpuìsnììâdopeÌo
vcnLìículodireito.o s.ìngue{i ros pulnÍlcs. de
onderetonra{o coraçao.IÌnpulsnì dopckrvcnlÉ
cuk)cs.Ìuerdo.o saDgucvaipa{ L(kx ossisteÌnas
do coÌto. de ondenov{nrcDtcrctorÌr rìocoÍrção.
PoÍissoscdiz qucDossâcìrcuÌaçãoéduplâ. sendo
cìtrâjcto corâção + pulmões + corâção derìorn-
mdo circülâçâopulmorìâr íou p€qrcnâ circula-
ção) c o tìqeto coràção J sist€mâscoeorâis +
coÍàção denonrin.Ìdocirculâção sistêmicâ (ou
grànd€circulâção).(Fig. 19.Il)
( .1. i r if ìr,r.l
O languecheg.r,ìo árn) direito do corâção
porduasgranáesveìas.avèiacàrà superior,quc
368
coletasangued^cat'cçr.dosbÍrçosccìâpâÍ( {l
l)eriofdo tlìrco. c r veiâcaia iúerior. quecoÌe-
tâ sângucdrs pcÌn.ìse dâpÂfteÌnfèriordo ilonco.
Do ,úriodirciLoo srnguepâssrìp|Ìrì oYentrícr-
lo dircito.queo hoìbeia pâr.ì ârtériâpuhnonâr.
Estare divrde em durls(djirìtâ c cs.Ìucrdrl. quc lc
lrÌn sârgueaospulmões.Nos fuhÌaÈs o sanguc
.ìdqoft gis oxigênìoeÌitErâ sáscrbônico.
Ì po( d. ro,.,,Õngu n$
CìrculaqãosìsÌêmica
DospulÍnõ€so sângue,âgoÍâoxigenâdo,Ìe-
toÌnâaocoraçãopelâsveiâspulmonaÌ€s e pe-
netrano átrio esqüerdo.
Do átÌioesquerdoo sânguepassâpârâoven:
tÌícÌlo esquerdo,queo bombeiâpârââ ârtéúa
aoÍâ. EÍa sedivideemváriosrâmos,quelevam
sangüeoxigenâdoâtodosossistemasdocoryo.
Sligúesâíen er.noÍr
A maioriadasa.rtériastranspoÌtasanguerico
emgásoxigênio;porissoo termo"sangueâÍte-
riâ|" costumaserusadocono sirÌônimode san
gueoxigenado.Jáa rnaioriadasveiastransporta
saüsuepobreems,ísoxigênioe rico eln sáscar
bônico;porissoo termo"sÍrnguevenoso'costu
maserusadocolnosinônnnodesanguepobÌ€em
oxigênio.Constituemexceçõesasàrténâs pul-
monâres,quelevamsanguepobreemoxigônio
âospulmões,e asvebs pülmonsres.quetíâzem
glóbulosbÍâncospresentesnaLinfâsãoÌintócitos.
enquantonosangueessetipo deleuc&iro repre-
sentâcercâde509. dototâl deglóbulosbrancos
(vejaaÌabelaQ19.1-1,noquaúo19.1).
CângliosÌinfÍticoi
Emdivenospontosdaredelinfáticaexistem
gângioslinfáticos,quesãopequenosóÍgãosper-
furâdosporcanais.A linfa emseucaminhopara
o coÌação,circuÌapelointeriordessesgânglios,
ondeé lìÌtrada.PariícuÌâscomovírns,bactériase
resíduoscelularessãofàgocitaddspeloslinfócitos
existentesnosgângliosÌinfáticos.(Fig.19.12)
Os gânglioslinfáticossãoó.gãosdedefesa
do organismohumano.Quandoesteé ìnvadido
pormic.oorsanismos,porexemplo,osglóbulos
brâncosdosgârylios Ìinfáticospróx;mosao1(}
sângüeox;genadodospulmõesâocorâção.
19.3 Sistemalinfático : 
o sist€malinfático é constituídopor ''ì':
umâvastarededevâsoslinfáticos. quese t1,i
di,rribuemporlodoocorpo.O' a.o' lin
fáticosmenìrestêmcalibrepoucomaìor l: ,.
queoscapìlarcssangüíneosediferemdes ì..
tesporterminaremfundocego,istoé.tê.n I
aextremidadefechada. .1 .. t.
Os capìÌareslìnfáticosestãomergu- il -. .
lhJdoseDtreascelula"dosrec,dos.deonde
A f SP.
copramo erceso deliquidori..ular.ori íïÁ llll
sindlmenreeÀtrarísadodo.crpilrrc..àn Vl/ q)
tsl|ne'.|efondU/ind'ìu)(i|{u|Jiâo'{{N
conrìuènriado"rdpilâre'linfâ,nôo,igi- Sì
nâ ii!'' deculibr frogr".irmenremrio'. l
que ronergem turr z regiáuru'áficâ. t

on,Iciomâm doi"gÍos"ú. duro.ììnfâtìco.. A
qìre.eunemài eiâ' 'ukliia.. ,L
nâ ii!'' deculibr frogr".irmenremrio'. .
5e.p,Ì rìgumm,Íio. o silemâlinfá Ll
tico deimÌ decììmpÍir suâfrrnçãodedre-
nagerndo excessodeÌíquidoÌìssular,este I
seâcìmulaúnostecidos,causandoumin- i ,
châço conhecido como edema liúático. ,!l:::ì
A lnia figuro I9.12 (Al Reprcsênlìdçõôêsquêhóticôdepor
tedo sislemolinfóticohumono.ÍB)Detolhedo redede
No inte.iordosvasoslinfáticoscirculââlin- sôngliôsê vo$s linÍólicosno resiõodo pescoço.lC)
fâ. cuja constituição é nuitô semelhanteàdo sân' Reprêsenroçôoesquemóticodo eshvturciniemodeum
gue,do quâÌ diferepor não conterhem.ícias.A sônsliolinÍotico.lD) Estruturodê um.opilorlinfotico
Linla tâmbém contém gÌóbulos bíancos, coÌno o co'todo porciolhênlêporo moslrorosvólwlos.r'6 se
sangue.A diferençâ,polém, é quequâse997údos tosindicqmo sonridodè movimênloçõôdo lìnfo-
369
cdl dainvasãocomeçâma semútiplicar ativa-
mente.paradaÌcombâteaosinvasores.Comisso
osgânsliosinchaÍn,fomsìdo asírguas. É pos-
sível.mütas vezes,det€ctâÌurnprocessoinfec-
cioso pela eístênciâ de gânglioslinfáticos in-
19.4Doençasdo aparelho
circulatório
MaisdametadedasmoÌtesempâísesindus-
trializâdosé câusadapelasdoengs cardiovas-
culaÌes, comosãogenericamentechâmadasas
doençâsdocoÌãçãoedosvasossangtÍneos.
As doençascâÍdìovâsculaíesmaisgraves
sãoprovocadasporobstÌuçõesdeaÍéÌias impor-
tântes,comoasqueirrigam o coraçáo(coroná-
AÌterioscÌeros€é umpqrsso deperdagra-
dualdaelasticidâdedapâÌededasanérias,causado
pelêdepoúãodeplâcasdegoÌduÌa(âtsmna9 na
superfícieanÊÌiâÌintema.A aÍerioscleroseplovo-
caa diminuiçãodocâÌibÌr intemodasar6érias,e,
emâlgunscasoqosâtercmasseimpregnamdecáÌ-
cio e setomamígidos, diÍninuindosignificativâ-
menteaeÌasticìdadeilaparedearterial.
UmâdasconseqüêncìâsdaaÍerioscleÌoseé
o aumentodapressãoa eriaÌ sistóÌicâ,umavez
queâsâÌtériasendurecìdasperdemacapacidade
desereÌaxêrdurantea sísioledo coração.AIém
disso,osâteromastomamásperââsupedíciein-
telnâ dâsâÍérias, favorecendoâ foÌïação de
coáguÌos,quepodemcausmobstruções.Atero-
mâsque sedesprendem,por suâvez. também
contÌibuemp:uacâusarobstruçõesâúeriais.com
prejuízosàcirculaçãodosângue.
^ngiÌrâ
doÌ)crto
Angina dopeitoéumaenfemidâdeemque
a pessoâÌernfortesdoresnopeitoâornenores
tbrço câÌdíaco.A anúa dopeiloé conseqüên
cia doestrcìtamentodeumâouÍnâisaÌtériasco,
ionáriâs.o que câusaisquemia,ou seja,redu,
çãodâciÌculaçãodosangueemceÍâs regiõesda
muscuÌatììrâdo coração(nÌiocáÌdio),diminuin
do suanutriçãoe oxigenàção.A diminuiçãodâ
circuÌaçãonascoronáriasgeralrnentenãochegâ
a comprometeÍâ atividade'nomaÌdo corâção,
370
mr., .e houeraumenrodaari!idâdecardiacà
devido a um exercíciofísico ou â umâsrande
enoção.sulgeadorcaÌâcterísticadaângina.
Inïàúodem0círdio
O inlhrtodemioqirdio.ouâtâquedecorâ-
çâo.e cau,âdopeìâb,uscai,quemiadomuscuto
cdrdiâco.prorocrJatela obrruçàode umaoL
mârsÍrérir. corônárir,.A. cdluh"mu* uldresdr
íegrdoi'quêmicâ.prirdâ, deoigè o. morÍeÍr.
empoucosÌÌinutos,originândoo itr:ÊaÍo.
SeLrÌü gÌìnde regriodocomçãofoÍ df(râdl
peloinfaÌto.aconduçãodoimpúsoeÌétricoprodu
/ido pelomarcJpó.oe inrercmpidae o cordçàu
deiÀadebaler..obrelrndoamoÍre.Seâpenauml
pequenaregãoe dJeLâdâ.o coÌaçro(onrinuaen.
úiúdade e alesãocicâtÍiza,comsubstitu;çãodas
célulasmuscularesmotur portecidoconjuntivo.
lnÌüeììixr..cbmI
A isquemiacerebrâl é o bloqueiodacircu
lâçãoemâÌtéÌiasquefomecemsangueâoencó
fâlo.Ascausasma;sfreqüentesdaisquemiâsão
â fomâção decoáguìos,dev;daa rrêumaúsÍnos
ouàexistênciâdeâteÌI}mas.As célulasnervosâs
ÌocâÌizâdâsnâáreaisquêmicâmorÌem.compÍe-
juízo dââtividâdecerebraÌ.
Osefeitosdaisquemiac€rebÍâÌ,bemcomoíìs
chancesdea pessoasobÌeviverdependemdaex-
tensãoedaÌocaÌizâçaodâlesã{].A isquemiacere-
bÌalpodecausarpâralisiâtotaìoupârciâldocorpo.
perdâÌotaÌouparciâÌdâfala perdâdâcoordenação
motomedìversasaltemçõesnocompoúmento.
HiJ'slensilo
Hipertensãoé sinônimodepressãosangüí-
nea eÌêvâdâ,conhecidapopularlnenrecomo
'pÌ€ssãoalta".A hipertensãoaümenraosriscos
de ataquescardíâcosê derramesde sangueno
AscâusâsmâiscomunsdâhìpeÍensãosãoo
estresseemocional,a alimentaçãoinadequadâ
(ricâ emgordurâse sâis)e a vidêsedenráriâ.
Chamadààsvezesde"matadoÌasilenciosa',
poismuitaspessoashipeÍensasnãoapresentâm
sintomâsdadoença,ahipeÍensãopodesercon-
toìadâ commedicâmentos,dieta,exercíciosfÍ-
sìcose reÌâÌâmento.Bmborâa pÌessãoarterìal
ÌendaaseelevâÌcomo aumentodaidade,deve-
se procurâr orientaçãomédica caso a pressão
diastólicââtinjamaisde9 ou l0 lnmHg eâ sistó
licâ,mâisde 15mmHg.
PrelcÌ1tifdriloonçrcdlirÌuru rrl
A constituìção genéticâ predispõe ce âs
pessoâsâ desenvoìveÌemdoençâscÍrdìovâscu-
ÌaÌes. Os genes,entretânto, â{oam em conjrnto
com fâtoresâmbientâisque coìÌprovâdâmente
desencâdeiâmdoençâs,eessesfâtorespodemser
conlÍolâdosde modoa promovera saúde.
Fumo,dieh nca em gordurâse coÌeslerol,
fâÌtadeexeÌcíciosfísicose vidâ estressantesão
âlgunsfâtoresquepÌedispõemadoençascaÌdìo-
A pessoaque querFecâver sede doenças
caÌdiovascularesdeveevìtaÌo fumo,osÀlinen-
tos goÌdurosos.sobretudoosdeorigemaüimal.
manterpesocoÌporaÌcompatívelcomsuaêltufa
e idade,IazeÌexercíciosfísicosregularese evi-
târsituâçõesdeestresse.Devetambémmedirpe-
riodicâmentea pÌessãoâÌterial e fazer exarnes
T*io troduzidoe odoptododo orliso 'Elusi'eOuorry" Reseorchers
ore closinsin on fie stemcell de TimBeordsley,publ(odo no revisto
ScíentìfìcAnericon,vol.265, n'i3, 1991.
A mêdulaósseaoriginatodosos liposde célulasdo sanguede queo organismo
nêcêssitâ- leucócitos,célulasvermêlhâse plaquelas.Oscientistasacreditamquea pro-
duçâodecélulassangüíneasestáacargodecélulasgerâdoías(sfemcel/gcâpazêsdesê
multiplicarindefinidamenle,diferenciando-sequandonecessário.Taiscélulasgêradorâs,
porém,nuncaforamisoladasnaespéciehumana.Acrêdita-sêquea proporçãodecélulas
gêradoraspresentesna medulaósseasejamuitopequênae elassãoapaíentementein-
distinguíveisdasdemaiscélulasmedulares.
Atualmente,doisgruposde pesquisadores,usandométodosdistintos,parecemêslar
descobrindoasmisteíiosascélulasgeradorasdameduìaóssêâ.O grupolidêradoporl,,laF
colmA.S.Moore,doCentrodeCâncerdoÌúemorialSloan-Kettering(EUA),estácompetin-
do comos pesquisadorescaliÍornianosChadesI,,1.Baum,de PaloAlto,e lrvingL.Weiss-
man,daUnivêrsidadedeStanÍord.NosúltimosmesesosdoisgruposaperÍeiçoaramtécni-
casdeslinadasa isolarcélulasgeradorasemculluradetecidose demonstrarsuaatividade.
A capacidadede oblerumsuprimenlopurodecélulasgeradorasdê medulaóssea
poderiaforneceraosmédicosumaimportanteferramentapaÍasalvatvidashumanâs,pois
permiliriaregeneraro sistemaprodutordesangueempacienlescujamedulaóssealives-
sesidodanificadapordoençaouporquimioterapia.Ascélulasgeradorastambémseriam
alvosvaliososparaateíapiagênicadedoençashêreditáriasoumesmoinfecciosas.Como
essascélulasse renovampoí multiplicação,gênesnelasintroduzidospersistiriampelo
restodavidadopaciente.
Nomomentojá é possívelreconstituira medulaósseade pacientesportadoresde
leucemiaa parlirdaintroduçãodeumpequenonúmerodecélulassadias.Ivlasastécnicas
paraeìiminaras célulasdoeniesda medulaósseaaindaeslãolongede serperfêitas.O
procedimentoé arriscado:consisteem retirarumaamostrade célulasmedularesdo pâ-
ciente,preservando-asemmeiodecultura.Emseguida,matam-se,porirrâdiaçãoou por
administraçãodedrogas.todasascélulasrestantesdamedula.Maistarde,a amostrade
célulasinicialmentecolhidaé reintroduzidana medulapararegeneíaro sistemaprodutor
desangue.OscitadosgruposdepesquisadoresjáconseguiramumcêrtograudêpuÍilica-
çãode célulasgeÍadoras.Falla,ainda,testarse essascélulasseráocapazesde salvar
pâciêntesemestadocrítico.Ë issoo quesêêspera.OsÌeslesdêverãocomêçarembrêvê.
371
SlsrtrNÍ-s cIRcuL TóRlos
FICHAI
FICHA2
l. SobÌcos siícìÌìâs ciÍculatúios dosïeÍebÌados. reiponda:
a) QuaissãoscusconrponcDrcslìüdanìerìtnisl
b) Quâi assu,rspriÌcìpris fünçõcs?
2. Câr{cterize.eìÌ Imhasgcìais.sislcìÌascìÍculatóriosabeÍos e techados.
3. CâmctcriTe.qurDtoà círuÌurc à lunção,aÍérlas. veiase capiÌarcssrDgüíncos.
4. QuaÌé o papeldasválvulaspresentesno intcriofdrs vcir'l
A crRcul-ÀÇÃo SANGüíNEAHIiNÍaNÀ
1. Fàçaum esquenÌìsxnplilìcadodocorìça()hüìÌrno. UseÌegendaspaÌàdcnoÌninarascâma
Írs caÍdíacN e asviiÌvuhs atÌioveÌìtficul.Ìrcs, alóìì drs rrLúìas e veìasl;gadasao coraçlio.
2. Conceìtuesístolee diíìsiole.
3. O queé freqüênciâcârdía.a?
4. O.Ìüc ó ciclo crrdíâco?
5. QuemecânisÌnoproduzo somtipìco das 'bâtid{s'do cor.ìçãol
6, QuaÌé a re-qìãodo coraçãoresponsávelpcÌo conlroÌeda 1ìeqüênciacardíac,Ìl
7. I)etìnapressãoaÍeri{1.
8. I)efiÌapressàorrte.irlsidólicac p.cssàoaíerial diastólica.Quevalorcssãoconsidcra
dosnonn.Ìisprr! cssrspfcssõcs,cnÌ unì.ìpessoaJoveml
9. ExpÌnÌuc!:sunìidrnerÍe os ÌnecaniïnosqueNssibilir{ìì o rjronÍr do sangìepreserÌe
10.
lÌ.
Ììàsverff ro coração.
CarâctefizecirculaçãopulìÌonrr c cìÍcuÌâçÌosislenncr.
Ulilizando sedeesquemassinìplifÌcndos.indì!Ìueo tìãictodo smgue:
r) nr cir.rÌrçãopuhnoâr; b) na cìrcnlaçãosistênri.r.
12. Caracierize.sobo pontode vist,Ìdr oxìgcÌrção. srDsueüterial e sangnevenoso.Ore
aÍériès conduzemsangüevenoÍ,Ì Quc lcirs coDduzemsangueaícrirl?
372
A.'TESTES
Bloco1.SistemâscirculatóÍios
r. (PUCSP)Asìnãlea lràËquemelho.dclinea
lúnçãodoaparelhocircolatóúóno$veÍebcdos:
à) 'rranÍbrmd compostosnilÍogenadose resí-
duosmetabóìicospoduzidospelascélulas.
b)Distrìbuì substâncidsDltritivaspor rodoo
coryoe recolhersubstârciàskjÌicasresuìtan
tesdometabolismoelulú.
c) 'Iransfonnaras sìbstânciasãlinenLaÍeseìn
Írdhtos asimilíveis peloorganisno.
d)OÌidâr o alimcntopeloO,, produzindoHrO,
c) Recebeiestínü16,pÍoces
eÌenose8.er.rresposÌrs.
2. (L ObjÈlivo-SP)O súguc podetansportaras
seguintessubLâncias:'
L gasesrspna!órios
Nosmmílèros, o sdnguctransporta:
a)apeMsI, treIIÌ. d) apenrsIÌ,lll e Iv.
b) apenasI, treIV. c) I, II,III eIV.
3. (FtspPtj)ObsèrvcosesquenasA c B.quemos-
hãm.demodosinìpÌìficado.o senÍdoú coÍen
tecinulatóriaen diversosgrq'os deanimais,qle
apresentamo sistemacircularórìo:
Ì*'i"'
L c.:"q,;..
G)
Ì
t
G)
373
AssinaÌeaaÌtdrativa coreta:
a) A élbchado.geseDteemaÌtrópodosemgeral
e celalópodosiB é aberto.encontradoemne
malelninloseréptejs.
b) A éãbeÍo, presenleeÌncrusláceosenoluscos
em geralrB é fèchndo,encontadoen veÍte-
c) A é fechado,presenteem úelídeôs: B é fe-
chado,encontradoemmmíferos.
d) A éabeÍo, presenleen plúáÍia; B éfechado,
enconiradoemanííbiosepeixes.
ê) Ambossaofechados,encontmdostdto emiD
veíebÍlrdoscomoemvertebrados.
(LIFSC)Sãoaninah quê ãpresèntaftapaJelho
circulatóriodotjpo âberto:
a)noluscoeaÍtópodo. d) mmífeÍo emolNco.
b)úoluscoeâneÌídeo. e)râÌnífero edftuodo.
c) úelídeo eâÌEópodo.
(MackenziÈSP)Obseaândoum co.te trânsver-
saldeumâdtéria edeumaveia,deâcôrdocomo
esquemaabaixo,podemosatumú:
3.levaqpm6tecidos ( ) aÌláiapulÌnond
4.@nduzmgue vercso ( ) grode circuÌação
5.retin Cq deciolação ( ) corc!ária
A coreta seqüênciaüunéric,ì .lâ seguiìâ colu-
!a, de cina pda baixo, de confornidâdecom a
a)2,5,4.3.1.
b) 1.3,4,5.2.
c)5,3,2.4.1.
d)4,2,3.1.5.
4.
a) A éaÍéria. poisposui muitomaisdDsculalu
E lisa efibms eÌásticas.
b) B é aÍérÌa. mostmdo o sisÌeM de vavulas
Pâraevitaro rotluxodo sdgue.
c) A éveia,indicandoo tlchmento daválvula.
d) A eB são8ÍéÍiàs. sèndoqueA Íri do coração
eB chegaaoconção.
e) A eB sãoveis, sendoqueA chegââocoração
eB saido coraçao.
ó. (U- E. Londrira-PR)A função.làsválvulasexls-
â)rel2rdú o fluxo sangúíneo.
b) lmpediroÊfluxo do sanguè.
c) acelerâiosbddnentoscâÍdíacos.
dl retârdârâ! pulsações.
è)retorç'ri aspaÌedesdosvâsos.
Bìoco 2. A ciÌc' âção sânsüín€a h||mânâ
7. (Mogi-SP)Sístoleedìíltole sãÒ.relpectìvãfren1è:
a) contnçãodo(mção erclamenlo dospÌnmões.
b) contraçãododiafÍagmâe relâxamentodos
músoÌos intercostais.
c) reÌia]mertodoc@çãoeontnção d6 puìnõs.
d) reÌaxuento do diafragma e contraçãodos
fr úlcuìosintercostais.
e) contraçãoereldmenlo dasldLes docomção.
8, (LrnCE)Rclacioneascolund:
l. irigaçãodomi@tudìo ( ) veialuìnoE
2.conduzsdgue arteriaÌ' ( )lequenacioÌação
374
9. (FGV SP)Ch:ì'rrmos artériaatodovasosangüí
a)chegaaocoiação.
b) coduz saneuevenoso.
c) paÍe do comção.
d) chegaàsauríoÌas.
e)cônduzsaryueüteÍial.
10. (F. Objetivo SP)O conção furciona comoDna
bomba.Nosmanúeros,o sdgue combaixoteor
de oxigêlio é elviado aospuÌmões.Por outro
lado.o smgueoigenado nospulmõesémmda
dopda osvánossetoresdoorgãnisúo.AssiÍale
aopçãocoreta entrèasabâüo represènràdas:
â) O sângúequesâidoventrículoesquerdoéen,
viadoaospulmõespâraaoxigenação.
b) O átriodireitorecehêsdeue dasveiascavase
o envrapüa o orgúrsÌno.
c) As veiaslulmon@s lelaÌn o súguo oxigena
dopda o átrioesquerdo.
d) O ventríc!ìo direìtorecebeo srìngueoxìgçna-
dÒeô enviâpdâ o ofgdismo.
e) A aortasaidoventÍícuÌodireìtoerrdsporta o
sanSueoxrgemdo.
ll, rurFRS
'
oequemadbaiô.Rlerenleaoj.rema
- crrculalonohumcno.a. leÌú. A e B nodêm.e'
subslituídds, Íelpe.tivdnente, por:
a)pulnões,células. d) coÍação.lecidos.
b) corâção,lDlnõès. e)tecidos,puÌnões.
c)céluÌas,coÍação.
12. (PUC-SP)As veiascavas,adtéria aortaeâdLé-
na pulmoneestãoindicadd,respecúvamente.
leÌassetas:
-1.-&r,"n
2
a)1,2e 3. c)2,3ei. e)4,2e1
b)1,4e2. dJ4,1e2.
13. (PUC-SP)ED r€Ìaçãoao €squeM dterioli os
vasosindicâdospoÍ l,2.3 e4 ftìnspoÍar, res-
!@livmentei súgue:
a)venoso,venoso,aneriâlèdterial.
b) aíerial, vênoso.aÍle.ial evenoso.
c) arlèriâI,â.tdiâ1.venosoeveÌoso.
d) lenoso.aÍeíal. ãterial ev6Doso.
e)v€noso.aÍeriaÌ. venosoeartêrial.
14. (Fuv€st-SP)O esquem reprcsentaum coÍe Ìon
gitudiDaldo coFçãodem nmÍfero. O sânguo
quedeixâo vêntrículodireno(VD) €o quedeixa
o venh.ículoesquerdo(VE) seguhão.Íespectiva-
u. (UFRS)Quâtrdoo coraçãoboÌnbeiasangE com
todââlôrça:
â)asaíériãs sedistendememvirtude.laprêssão.
b) asveis secontraem.
c) âpressãoârúerialémJnira.
d) €leencontrâ+eemdiáíole.
e)o fluxo sdgúDeo dininui.
B. QUESTÕES DISCIJ'RSIVAS
r8, (FuvesGSP)CancterizeapaÍelhocjrculatóno
âbertoe apâreÌhocnolatódo fêchado.Dê um
èxemplodecadâ.
a)auícDÌadireilâ eaurículaesquerda.
b) veiacàvaeaÍtéiiâpulmonú.
cl venbículoesquerdoelulnões.
d) pülnões eartériââorta.
e)pulnõ€s eventrícuìodiroito.
15. (U. F. Fluminense-RJ)No âprìrclhocirculãtórìo,
asftocasgâsosãsênre o sang
a)Ìênulas. c) aíedolas.
b) câpilms. d) linfáticos.
19. (PUc SP) o es
AE quena ao lado é
rcferelreaocora
çãodeum mamí
iero.
16. (Cesgrmio) No coÍaçãoh'jlfuo, âsválnlas tri
cúspideemit d slão l@tiada, Êspetivmúte:
a) enlreo átÍio esquerdoeo ventículo esquerdo
ee!Ìre o á1riodiÌeito eo ventrÍculodircito.
b) entr€oáaiodircito eoátrio€squerdoeentreo
yentículodireito eo ventículo esq@.do.
c) enlrea âr1értuaortae o ventículo esquddoe
entreaaíéria lulmonú eo vent ículodireito.
d) entreo átÍio diftito eo venlícÌúo direiio een
t|e ô átio esquddoe o ventÍícuÌoesquerdo.
e) entreo átrio direito e a veia cÀvasuperiore
€nt|eo átrìodircito e aveiacavaiDferior,
a) Quenúmercsi.dicaÌn aÍériaseveias?
b) Quenúneros indicam vr$ospor ondecircu-
Ìâms'tngueârterialesãnguevenoso?
c) QuenúÌne'osindicm vâsosquepaúciprm da
cncuhçãopulmoM edacirculaçãosislêmìcã?
Z). (Fuvest'SP)Na linguagemcomnmé freqúenre
dizer que as aÍérìas caregam sanguearterial
(rico en onsênio) e âs v€iascresm saDsue
vcnoso(pobrcemoxigênio).Essacaracte.ização
éválidapdmquaÌqüervasosangúíneodeumma-
mífero?Justifiquoaresposta.
2r. Guvesr-sP)Quâl o cmiúo percorido por um
glóbulovermelhodesdeo venÌrícDÌodjreitoatéo
átrioesqueldodeìm namífelo?
22. (U. F.tÌberlândia-Mc)DesrevãouèsquemÍia â
Fquenaeagmde cirolaçãonaesp*ie hu'ba.
23. (FuvesrsP) Explique,em ünhaseerais,comoé
constltuídonoso sistemaÌinfáncoequaÌsuafun
çãoDooredisDo-
l. DoençÀscono adterioscleroseprovocd endu
ecime.to e perdade elaslicidadedasaÍérias.
If,vüdo emcontâo papeÌdd artériasnamanu
tençãodapressãosd8üínea,o quevocêpoderia
dizerarcspeitodasprcsõ€s sistóÌicaediastóìica
en ún indivídúôquesofredeàneúôsclercse?
2. Quelanrasen (ou vâúLagens)a!ÈseúrâaciÍcula
çãodupla,onlleta, comoadosmmíiqos. sobre
acircuÌaçãoencontradaemaDfibios?Discuta.
3. Ura dÀsprjnci!ãis tunçõesdosistemâlinfátlcÕé
â d.ènagemdo flüido sdgüineo exlrâvasadodos
capìlms. A etefúlíâle é umadoençapúNitÍia
causâdapú umveme quobÌoqueiaeprejudicaos
vasosegtu8ìiosÌinJáticos,obst$indo-os.Emge
raÌ.o veúe âlojÈ-sems menbrcsinfèriorcs,que
selomm inchadÒse deformdos, lembrandoa
palade um elefmte.ComovocêexpÌicüia esse
inchaço,coú@endoo locâldapârâsìtoseeâfun-
çaodo sjstem linfátio noorgdisno?
375

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Transporte passivo e ativo 2010
Transporte passivo e ativo 2010Transporte passivo e ativo 2010
Transporte passivo e ativo 2010
enrico626
 
10 membrana celular2[1]
10 membrana celular2[1]10 membrana celular2[1]
10 membrana celular2[1]
Rafaele Sousa
 
Biologia - Organelas e citoplasma (módulo 2 - frente A) 18.04.2011
Biologia - Organelas e citoplasma (módulo 2 - frente A) 18.04.2011Biologia - Organelas e citoplasma (módulo 2 - frente A) 18.04.2011
Biologia - Organelas e citoplasma (módulo 2 - frente A) 18.04.2011
larissahaas
 
Fisiologia Cap 25 Guyton
Fisiologia Cap 25 GuytonFisiologia Cap 25 Guyton
Fisiologia Cap 25 Guyton
Andressa Rondon
 
Citoplasma e organelas
Citoplasma e organelasCitoplasma e organelas
Citoplasma e organelas
giovannimusetti
 
Aula 18 sistema excretor
Aula 18   sistema excretorAula 18   sistema excretor
Aula 18 sistema excretor
Jonatas Carlos
 
Citoplasma
CitoplasmaCitoplasma
Citoplasma
Carla Nascimento
 
Citoplasma
CitoplasmaCitoplasma
Citoplasma
bloglink0
 
rim-e-funcao-renal-vol-16-bioq-clin-princ-e-interp-valter-mota
rim-e-funcao-renal-vol-16-bioq-clin-princ-e-interp-valter-motarim-e-funcao-renal-vol-16-bioq-clin-princ-e-interp-valter-mota
rim-e-funcao-renal-vol-16-bioq-clin-princ-e-interp-valter-mota
Tamara Garcia
 
Fisiologia renal detalhada
Fisiologia renal detalhadaFisiologia renal detalhada
Fisiologia renal detalhada
Thalyan Oliveira
 
6 citoplasma e organelas
6 citoplasma e organelas6 citoplasma e organelas
6 citoplasma e organelas
shandamarques
 
Aula 12 sistema respiratório
Aula 12   sistema respiratórioAula 12   sistema respiratório
Aula 12 sistema respiratório
Jonatas Carlos
 
8º Ano Ewerton
8º Ano Ewerton8º Ano Ewerton
8º Ano Ewerton
E. M. Célia Rabelo
 
Citoplasma
CitoplasmaCitoplasma
Citoplasma
URCA
 
Fisiologia renal
Fisiologia renalFisiologia renal
Fisiologia renal
flaviolimaenfermeiro
 
Transporte de membrana
Transporte de membranaTransporte de membrana
Transporte de membrana
Alpha Colégio e Vestibulares
 
Aula 16 sistema circulatório
Aula 16   sistema circulatórioAula 16   sistema circulatório
Aula 16 sistema circulatório
Jonatas Carlos
 
Organelas citoplasmáticas
Organelas citoplasmáticasOrganelas citoplasmáticas
Organelas citoplasmáticas
marinadapieve
 
Organelas citoplasmaticas
Organelas citoplasmaticasOrganelas citoplasmaticas
Organelas citoplasmaticas
letyap
 
Organelas citoplasmáticas
Organelas citoplasmáticasOrganelas citoplasmáticas
Organelas citoplasmáticas
Val Silva
 

Mais procurados (20)

Transporte passivo e ativo 2010
Transporte passivo e ativo 2010Transporte passivo e ativo 2010
Transporte passivo e ativo 2010
 
10 membrana celular2[1]
10 membrana celular2[1]10 membrana celular2[1]
10 membrana celular2[1]
 
Biologia - Organelas e citoplasma (módulo 2 - frente A) 18.04.2011
Biologia - Organelas e citoplasma (módulo 2 - frente A) 18.04.2011Biologia - Organelas e citoplasma (módulo 2 - frente A) 18.04.2011
Biologia - Organelas e citoplasma (módulo 2 - frente A) 18.04.2011
 
Fisiologia Cap 25 Guyton
Fisiologia Cap 25 GuytonFisiologia Cap 25 Guyton
Fisiologia Cap 25 Guyton
 
Citoplasma e organelas
Citoplasma e organelasCitoplasma e organelas
Citoplasma e organelas
 
Aula 18 sistema excretor
Aula 18   sistema excretorAula 18   sistema excretor
Aula 18 sistema excretor
 
Citoplasma
CitoplasmaCitoplasma
Citoplasma
 
Citoplasma
CitoplasmaCitoplasma
Citoplasma
 
rim-e-funcao-renal-vol-16-bioq-clin-princ-e-interp-valter-mota
rim-e-funcao-renal-vol-16-bioq-clin-princ-e-interp-valter-motarim-e-funcao-renal-vol-16-bioq-clin-princ-e-interp-valter-mota
rim-e-funcao-renal-vol-16-bioq-clin-princ-e-interp-valter-mota
 
Fisiologia renal detalhada
Fisiologia renal detalhadaFisiologia renal detalhada
Fisiologia renal detalhada
 
6 citoplasma e organelas
6 citoplasma e organelas6 citoplasma e organelas
6 citoplasma e organelas
 
Aula 12 sistema respiratório
Aula 12   sistema respiratórioAula 12   sistema respiratório
Aula 12 sistema respiratório
 
8º Ano Ewerton
8º Ano Ewerton8º Ano Ewerton
8º Ano Ewerton
 
Citoplasma
CitoplasmaCitoplasma
Citoplasma
 
Fisiologia renal
Fisiologia renalFisiologia renal
Fisiologia renal
 
Transporte de membrana
Transporte de membranaTransporte de membrana
Transporte de membrana
 
Aula 16 sistema circulatório
Aula 16   sistema circulatórioAula 16   sistema circulatório
Aula 16 sistema circulatório
 
Organelas citoplasmáticas
Organelas citoplasmáticasOrganelas citoplasmáticas
Organelas citoplasmáticas
 
Organelas citoplasmaticas
Organelas citoplasmaticasOrganelas citoplasmaticas
Organelas citoplasmaticas
 
Organelas citoplasmáticas
Organelas citoplasmáticasOrganelas citoplasmáticas
Organelas citoplasmáticas
 

Semelhante a Cap.19 sistemas circulat rios

CN9-constituintes do sangue
CN9-constituintes do sangueCN9-constituintes do sangue
CN9-constituintes do sangue
Rita Rainho
 
Caderno exercicios 10
Caderno exercicios 10Caderno exercicios 10
Caderno exercicios 10
Cláudia Matias
 
1º aula introdução a fisiologia
1º aula   introdução a fisiologia1º aula   introdução a fisiologia
1º aula introdução a fisiologia
Tayslane Rocha
 
Fisiologia Animal Comparada - Respiração, Circulação, Sistema Motor
Fisiologia Animal Comparada - Respiração, Circulação, Sistema MotorFisiologia Animal Comparada - Respiração, Circulação, Sistema Motor
Fisiologia Animal Comparada - Respiração, Circulação, Sistema Motor
Universidade Federal da Fronteira Sul
 
Filo dos Cnidários
Filo dos CnidáriosFilo dos Cnidários
Filo dos Cnidários
AndrezaCarvalho
 
Filo dos Poríferos
Filo dos PoríferosFilo dos Poríferos
Filo dos Poríferos
AndrezaCarvalho
 
Filo dos Poríferos
Filo dos PoríferosFilo dos Poríferos
Filo dos Poríferos
AndrezaCarvalho
 
Citoplasma e organelas
Citoplasma e organelasCitoplasma e organelas
Citoplasma e organelas
giovannimusetti
 
Citoplasma e organelas
Citoplasma e organelasCitoplasma e organelas
Citoplasma e organelas
giovannimusetti
 
Citoplasma e organelas
Citoplasma e organelasCitoplasma e organelas
Citoplasma e organelas
giovannimusetti
 
Trocas gasosas.pptx
Trocas gasosas.pptxTrocas gasosas.pptx
Trocas gasosas.pptx
Isaura Mourão
 
Fisiologia.pptx
Fisiologia.pptxFisiologia.pptx
Fisiologia.pptx
AliniDantasCustdio1
 
Introdução a Fisiologia.pptx
Introdução a Fisiologia.pptxIntrodução a Fisiologia.pptx
Introdução a Fisiologia.pptx
Jackesamiacastilho2
 
rim e função renal
rim e função renalrim e função renal
rim e função renal
Aderson Lima Do Vale
 
71170 20060319043331
71170 2006031904333171170 20060319043331
71170 20060319043331
BrunaSippli
 
sistema hepatobiliar
sistema hepatobiliarsistema hepatobiliar
sistema hepatobiliar
Aderson Lima Do Vale
 
Transporte De Nutrientes E OxigéNio Até àS CéLulas Sangue
Transporte De Nutrientes E OxigéNio Até àS CéLulas SangueTransporte De Nutrientes E OxigéNio Até àS CéLulas Sangue
Transporte De Nutrientes E OxigéNio Até àS CéLulas Sangue
Helena Borralho
 
TECIDO EPITELIAL
TECIDO EPITELIALTECIDO EPITELIAL
TECIDO EPITELIAL
BRENORIBEIRO49
 
Citologia
CitologiaCitologia
Sistema urinário
Sistema urinárioSistema urinário
Sistema urinário
Jorge Rubens
 

Semelhante a Cap.19 sistemas circulat rios (20)

CN9-constituintes do sangue
CN9-constituintes do sangueCN9-constituintes do sangue
CN9-constituintes do sangue
 
Caderno exercicios 10
Caderno exercicios 10Caderno exercicios 10
Caderno exercicios 10
 
1º aula introdução a fisiologia
1º aula   introdução a fisiologia1º aula   introdução a fisiologia
1º aula introdução a fisiologia
 
Fisiologia Animal Comparada - Respiração, Circulação, Sistema Motor
Fisiologia Animal Comparada - Respiração, Circulação, Sistema MotorFisiologia Animal Comparada - Respiração, Circulação, Sistema Motor
Fisiologia Animal Comparada - Respiração, Circulação, Sistema Motor
 
Filo dos Cnidários
Filo dos CnidáriosFilo dos Cnidários
Filo dos Cnidários
 
Filo dos Poríferos
Filo dos PoríferosFilo dos Poríferos
Filo dos Poríferos
 
Filo dos Poríferos
Filo dos PoríferosFilo dos Poríferos
Filo dos Poríferos
 
Citoplasma e organelas
Citoplasma e organelasCitoplasma e organelas
Citoplasma e organelas
 
Citoplasma e organelas
Citoplasma e organelasCitoplasma e organelas
Citoplasma e organelas
 
Citoplasma e organelas
Citoplasma e organelasCitoplasma e organelas
Citoplasma e organelas
 
Trocas gasosas.pptx
Trocas gasosas.pptxTrocas gasosas.pptx
Trocas gasosas.pptx
 
Fisiologia.pptx
Fisiologia.pptxFisiologia.pptx
Fisiologia.pptx
 
Introdução a Fisiologia.pptx
Introdução a Fisiologia.pptxIntrodução a Fisiologia.pptx
Introdução a Fisiologia.pptx
 
rim e função renal
rim e função renalrim e função renal
rim e função renal
 
71170 20060319043331
71170 2006031904333171170 20060319043331
71170 20060319043331
 
sistema hepatobiliar
sistema hepatobiliarsistema hepatobiliar
sistema hepatobiliar
 
Transporte De Nutrientes E OxigéNio Até àS CéLulas Sangue
Transporte De Nutrientes E OxigéNio Até àS CéLulas SangueTransporte De Nutrientes E OxigéNio Até àS CéLulas Sangue
Transporte De Nutrientes E OxigéNio Até àS CéLulas Sangue
 
TECIDO EPITELIAL
TECIDO EPITELIALTECIDO EPITELIAL
TECIDO EPITELIAL
 
Citologia
CitologiaCitologia
Citologia
 
Sistema urinário
Sistema urinárioSistema urinário
Sistema urinário
 

Mais de Alice MLK

Bio01 livro-propostos
Bio01 livro-propostosBio01 livro-propostos
Bio01 livro-propostos
Alice MLK
 
Biologia 1EM 2BIM
Biologia 1EM 2BIM Biologia 1EM 2BIM
Biologia 1EM 2BIM
Alice MLK
 
Fisica 1EM 2BIM
Fisica 1EM 2BIM Fisica 1EM 2BIM
Fisica 1EM 2BIM
Alice MLK
 
Quimica 1EM 1BIM
Quimica 1EM 1BIM Quimica 1EM 1BIM
Quimica 1EM 1BIM
Alice MLK
 
Portugues 1EM 1BIM
Portugues 1EM 1BIM Portugues 1EM 1BIM
Portugues 1EM 1BIM
Alice MLK
 
Matematica 1EM 1BIM
Matematica  1EM 1BIM Matematica  1EM 1BIM
Matematica 1EM 1BIM
Alice MLK
 
Historia 1EM 1BIM
Historia  1EM 1BIM Historia  1EM 1BIM
Historia 1EM 1BIM
Alice MLK
 
Geografia 1EM 1BIM
Geografia  1EM 1BIM Geografia  1EM 1BIM
Geografia 1EM 1BIM
Alice MLK
 
Biologia 1EM 1BIM
Biologia 1EM 1BIM Biologia 1EM 1BIM
Biologia 1EM 1BIM
Alice MLK
 
Fisica 1EM 1BIM
Fisica 1EM 1BIM Fisica 1EM 1BIM
Fisica 1EM 1BIM
Alice MLK
 
Quimica 2° Bim
Quimica 2° BimQuimica 2° Bim
Quimica 2° Bim
Alice MLK
 
Química
QuímicaQuímica
Química
Alice MLK
 
Memorex Biologia 1.1
Memorex Biologia  1.1Memorex Biologia  1.1
Memorex Biologia 1.1
Alice MLK
 
Memorex Biologia 2.2
Memorex Biologia 2.2Memorex Biologia 2.2
Memorex Biologia 2.2
Alice MLK
 
Exercicios biologia parasitologia
Exercicios biologia parasitologiaExercicios biologia parasitologia
Exercicios biologia parasitologia
Alice MLK
 
Cap.29 anatomia das plantas angiospermas
Cap.29 anatomia das plantas angiospermasCap.29 anatomia das plantas angiospermas
Cap.29 anatomia das plantas angiospermas
Alice MLK
 
Cap.31 nutriç o das plantas
Cap.31 nutriç o das plantasCap.31 nutriç o das plantas
Cap.31 nutriç o das plantas
Alice MLK
 
Cap.30 sistemas de transporte-xilema e floema
Cap.30 sistemas de transporte-xilema e floemaCap.30 sistemas de transporte-xilema e floema
Cap.30 sistemas de transporte-xilema e floema
Alice MLK
 
Cap.28 morfologia externa das plantas angiospermas
Cap.28 morfologia externa das plantas angiospermasCap.28 morfologia externa das plantas angiospermas
Cap.28 morfologia externa das plantas angiospermas
Alice MLK
 
Cap.27 reproduç o e desenvolvimento dos animais
Cap.27 reproduç o e desenvolvimento dos animaisCap.27 reproduç o e desenvolvimento dos animais
Cap.27 reproduç o e desenvolvimento dos animais
Alice MLK
 

Mais de Alice MLK (20)

Bio01 livro-propostos
Bio01 livro-propostosBio01 livro-propostos
Bio01 livro-propostos
 
Biologia 1EM 2BIM
Biologia 1EM 2BIM Biologia 1EM 2BIM
Biologia 1EM 2BIM
 
Fisica 1EM 2BIM
Fisica 1EM 2BIM Fisica 1EM 2BIM
Fisica 1EM 2BIM
 
Quimica 1EM 1BIM
Quimica 1EM 1BIM Quimica 1EM 1BIM
Quimica 1EM 1BIM
 
Portugues 1EM 1BIM
Portugues 1EM 1BIM Portugues 1EM 1BIM
Portugues 1EM 1BIM
 
Matematica 1EM 1BIM
Matematica  1EM 1BIM Matematica  1EM 1BIM
Matematica 1EM 1BIM
 
Historia 1EM 1BIM
Historia  1EM 1BIM Historia  1EM 1BIM
Historia 1EM 1BIM
 
Geografia 1EM 1BIM
Geografia  1EM 1BIM Geografia  1EM 1BIM
Geografia 1EM 1BIM
 
Biologia 1EM 1BIM
Biologia 1EM 1BIM Biologia 1EM 1BIM
Biologia 1EM 1BIM
 
Fisica 1EM 1BIM
Fisica 1EM 1BIM Fisica 1EM 1BIM
Fisica 1EM 1BIM
 
Quimica 2° Bim
Quimica 2° BimQuimica 2° Bim
Quimica 2° Bim
 
Química
QuímicaQuímica
Química
 
Memorex Biologia 1.1
Memorex Biologia  1.1Memorex Biologia  1.1
Memorex Biologia 1.1
 
Memorex Biologia 2.2
Memorex Biologia 2.2Memorex Biologia 2.2
Memorex Biologia 2.2
 
Exercicios biologia parasitologia
Exercicios biologia parasitologiaExercicios biologia parasitologia
Exercicios biologia parasitologia
 
Cap.29 anatomia das plantas angiospermas
Cap.29 anatomia das plantas angiospermasCap.29 anatomia das plantas angiospermas
Cap.29 anatomia das plantas angiospermas
 
Cap.31 nutriç o das plantas
Cap.31 nutriç o das plantasCap.31 nutriç o das plantas
Cap.31 nutriç o das plantas
 
Cap.30 sistemas de transporte-xilema e floema
Cap.30 sistemas de transporte-xilema e floemaCap.30 sistemas de transporte-xilema e floema
Cap.30 sistemas de transporte-xilema e floema
 
Cap.28 morfologia externa das plantas angiospermas
Cap.28 morfologia externa das plantas angiospermasCap.28 morfologia externa das plantas angiospermas
Cap.28 morfologia externa das plantas angiospermas
 
Cap.27 reproduç o e desenvolvimento dos animais
Cap.27 reproduç o e desenvolvimento dos animaisCap.27 reproduç o e desenvolvimento dos animais
Cap.27 reproduç o e desenvolvimento dos animais
 

Último

Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Zenir Carmen Bez Trombeta
 
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptxVivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptx
Mauricio Alexandre Silva
 
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdfComo montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
AlineOliveira625820
 
O século XVII e o nascimento da pedagogia.pptx
O século XVII e o nascimento da pedagogia.pptxO século XVII e o nascimento da pedagogia.pptx
O século XVII e o nascimento da pedagogia.pptx
geiseortiz1
 
Razonamiento Matematico 6to Primaria MA6 Ccesa007.pdf
Razonamiento Matematico 6to Primaria MA6 Ccesa007.pdfRazonamiento Matematico 6to Primaria MA6 Ccesa007.pdf
Razonamiento Matematico 6to Primaria MA6 Ccesa007.pdf
Demetrio Ccesa Rayme
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
DouglasMoraes54
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
fran0410
 
Concurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdf
Concurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdfConcurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdf
Concurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdf
TathyLopes1
 
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica BasicaExercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
ElinarioCosta
 
Loteria - Adição, subtração, multiplicação e divisão.
Loteria - Adição,  subtração,  multiplicação e divisão.Loteria - Adição,  subtração,  multiplicação e divisão.
Loteria - Adição, subtração, multiplicação e divisão.
Mary Alvarenga
 
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdfPrimeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Maurício Bratz
 
DEUS CURA TODAS AS FERIDAS ESCONDIDAS DA NOSSA.pptx
DEUS CURA TODAS AS FERIDAS ESCONDIDAS DA NOSSA.pptxDEUS CURA TODAS AS FERIDAS ESCONDIDAS DA NOSSA.pptx
DEUS CURA TODAS AS FERIDAS ESCONDIDAS DA NOSSA.pptx
ConservoConstrues
 
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasnTabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
CarlosJean21
 
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Mary Alvarenga
 
said edward w - orientalismo. livro de história pdf
said edward w - orientalismo. livro de história pdfsaid edward w - orientalismo. livro de história pdf
said edward w - orientalismo. livro de história pdf
ThiagoRORISDASILVA1
 
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptxPsicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
TiagoLouro8
 
AVALIAÇÃO PRESENCIAL 8º período pedagogia
AVALIAÇÃO PRESENCIAL 8º período  pedagogiaAVALIAÇÃO PRESENCIAL 8º período  pedagogia
AVALIAÇÃO PRESENCIAL 8º período pedagogia
KarollayneRodriguesV1
 
Copia de cartilla de portugués 1 2024.pdf
Copia de cartilla de portugués 1 2024.pdfCopia de cartilla de portugués 1 2024.pdf
Copia de cartilla de portugués 1 2024.pdf
davidreyes364666
 
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
Manuais Formação
 
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdfUFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
Manuais Formação
 

Último (20)

Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
 
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptxVivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptx
 
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdfComo montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
 
O século XVII e o nascimento da pedagogia.pptx
O século XVII e o nascimento da pedagogia.pptxO século XVII e o nascimento da pedagogia.pptx
O século XVII e o nascimento da pedagogia.pptx
 
Razonamiento Matematico 6to Primaria MA6 Ccesa007.pdf
Razonamiento Matematico 6to Primaria MA6 Ccesa007.pdfRazonamiento Matematico 6to Primaria MA6 Ccesa007.pdf
Razonamiento Matematico 6to Primaria MA6 Ccesa007.pdf
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
 
Concurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdf
Concurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdfConcurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdf
Concurso FEMAR Resultado Final Etapa1-EmpregoscomEtapaII.pdf
 
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica BasicaExercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
Exercicios de Word Básico para a aulas de informatica Basica
 
Loteria - Adição, subtração, multiplicação e divisão.
Loteria - Adição,  subtração,  multiplicação e divisão.Loteria - Adição,  subtração,  multiplicação e divisão.
Loteria - Adição, subtração, multiplicação e divisão.
 
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdfPrimeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
 
DEUS CURA TODAS AS FERIDAS ESCONDIDAS DA NOSSA.pptx
DEUS CURA TODAS AS FERIDAS ESCONDIDAS DA NOSSA.pptxDEUS CURA TODAS AS FERIDAS ESCONDIDAS DA NOSSA.pptx
DEUS CURA TODAS AS FERIDAS ESCONDIDAS DA NOSSA.pptx
 
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasnTabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
 
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.Caça-palavaras  e cruzadinha  - Dígrafos.
Caça-palavaras e cruzadinha - Dígrafos.
 
said edward w - orientalismo. livro de história pdf
said edward w - orientalismo. livro de história pdfsaid edward w - orientalismo. livro de história pdf
said edward w - orientalismo. livro de história pdf
 
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptxPsicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
 
AVALIAÇÃO PRESENCIAL 8º período pedagogia
AVALIAÇÃO PRESENCIAL 8º período  pedagogiaAVALIAÇÃO PRESENCIAL 8º período  pedagogia
AVALIAÇÃO PRESENCIAL 8º período pedagogia
 
Copia de cartilla de portugués 1 2024.pdf
Copia de cartilla de portugués 1 2024.pdfCopia de cartilla de portugués 1 2024.pdf
Copia de cartilla de portugués 1 2024.pdf
 
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
 
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdfUFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
 

Cap.19 sistemas circulat rios

  • 1. ç 19.1 Sistemascirculatórios Osanimâistêmderealizar.ininterruptamen- te. trocasde substâncìâscom o anbiente, pois todasassuascéÌuÌâsprecisamrccebernuÌÌìentes e gásoxigênio,e eÌiminargáscarbónicoe outros rcsíduostóxicosproduzidosno metâbolismo. Nos anirÌÌaìs mâis simples, como o! celente- râdos e os plÀtelmintos, âs trocâs de substâncias ocorremdiretamenteentreascéÌuÌâsdo corpo e o âmbicnte-Isso só é possíveìporquetodasas célulâsdo organismoseencontrâmreÌâtivamen te próximastantoda cavidadegâstrovaiculaf,de ondc absorvemnutrienles,como da superfície coÍporal,ondeocoÍem âstroca-sgasosas. Já nos ânìmaismais complexos,há órgnos especializadosnâ absorçãoe na excreção de substânciâs.as qu:dssãoconduzidasa todasas célülèscorporaisâtravésde um sisaemadetÌans- porte:o sistemacircülatório. (Fig. 19.t) UomÉorÈrÌterdossl0ursrrcrlltir io Os sistemascirculâ6nos dosanirÌÌâisveÍe- b.âdos consistem de tÌês parresfundamenÌaÌs: a) sângue,fluido ro.madopor célulasdis- persasem uÌn Ìíquido; b) vasossaneüínêos.tubospor ondeo san- gue circula, âtingjndo todas trspaÍes do corpol c) corâção,órgãonuscuÌosocujr contração impulsionáo sangue.fazendo-ocircularno inte dor dosvâsossângüíneos. FunçÕedosìsleÌnacilclrlxlóÍ;o Os sistemascirculatóÍiostêm diversasfun ções,cntreasquaissedestacâm: a) o trânspoíe denütri€trtes,ncccssários à âlinent4ãodascélulâsi bìolrân{poírdesároúgènio.nrrr--rr ì rcspiraçãocelulaq c) â remoçãode gáscarbônico.produzido narespirâçãoceÌulâí; d) â remoçãodas excreçõ€s(âÌnôniâe uréia,poÍexemplo)produzidasnometâbolismo e) o trânsporte de hormônioq produzidos nft glândnlâsendócrinas; 0 o trânsportedecélulase deânticorpos do sistcmaimunitáúo, rcsponsávcispekrcoÌn batea ageniesìn1ècciososqueinvâdàmo corpo. Tiposdesistemâscirculâtórios Os sistemascÌcÌrl{órios poilem ser classr- ticados em dois tipos fündamenlâis: âbe.tos (ou lâcunares)e teclÌâdos. Si;r.rììasüÍcrÌxlórirxnLìeíoror llorr.$ Nos sistêmâscirculâtórios âbertos. o lí quido circuìânte,dcnominâdohemolinfa. é im- puÌsionâdopelo coÍrìçàoe scguepelo inrerioÍ de vasos,queâ conduzematéos tecidoscorpo- rais.Nos tecidos,à hemoÌÌnfâabandonaoSva- sos e cai eÍn lactr.âs (hemocelâs) exisÌenres entreascélülas.Dentrodashemocelas.a hemo, Ìinfa enúa em ín1imocontarocom ascéÌulasao redor. lbrnecendoìhes nutÌientes e caprando suasexcreçÕes-Após irrigar os tecìdos.! he- molinfa fetornaa outrosvasosqüe â condüzem de volta ao corâção.
  • 2. figurol9.l Celenterodôs lAl,esponios(Bl€plôíêlmln- lo5íC)5õoonimôisdspro- vidosde5istêmocÍculolóío. Nelês05hocosde subsl€n' cio,ocoíêmpordituúo di rêtoênlreoscéluìoieo om' biênle.Animoìsmoiscom- pldos,@moumonÍíbioíDl, opresen'omum r5Íemocrr culotórioqle exêculoo tronrpodede 5ubtôncids enheos<êlulore ô, órgõos dê hoco(pulmõês,iniestino, le.idoscoçorois elc-]. StrÌenu.irüúh(iÍiosÌ3chrÌdos Nos sistemâscirculatóúos f€chados,o lí- quidocirculante,denominadosângue,nunca àbândonâo inteÍior dos vâsossângüíneos.Im- pulsionâdopeÌocoração.o sânguecaminhapelo irterior de vâsosdenominadosartériâ6. quese râmificâmprogressivamenteem aÍérias meno- res,âtingindotodasaspãíes do corpo.Nosór- gnose tecidos,aÍériasÍiníssimas,denoÍninâdas âíeríolâs, ligâm-seâvâsosaindamaisfinos,os $pilâr€s sâtrgiíneo6,queatingemprâticâmen- letodâsascélulâsdocoÍpo-Nenhumadenossâs célulâs,poÍexemplo,situâ-seâ maisde130!m (0.l3 Ínm)dedistârÌciadeumcâpiÌâÍsangüíÍeo- OscâpiÌâIesseconectâm,no ladoopostoao dâ conev.ãocom asarleíolâs,com vasosmuito lÍÌos denominadosvênt âs-Estâsseunempârâ formaÍv€iasprogessiv.Ìnentemaiores,quecon- duzÊmo sanguedevoltââocoração.(Fig- 19.2) FigurdI9.2 Si3tìêmscirculotÍio3ôbêdo(eimol e F chodoÍoboixol.lrertebrodo, @modftópodo' e D lu@s tên ,istemocir<ulolóriooberto,emqueo heú linÍosi d6 voos 5ôn9üín6se6ho n côntìoicdircio @mostecidorcorporoir.l.I€6riítênG.r@k'tórior fe' chodos,onro o de onelideose o ds wtebrodos, o sngue circulospe noiniêdordevos engúi.êoi. 359
  • 3. Artérias, veiasecapilaressangüíneos Artériâssãovasosquelevamsânguedoco- ÌaçãopaÌaosórgãosetecidosdocorpo.A pare' dedasârtériâsé espessâe contémtÌ€scamadâs deÌecìdos.A câmadamaisinternaéo endotólio, umt€.ido epitelialformadoporumÌínicoestrato decélulasachâtadas.A canadamedianadaarté- iâ é conÍituídapor tecidomusculaÍliso e a camâdamaisextemaé constituídapor tecido conjuntivo. rjco emfibÌas elásticas. QuandoaÌnusculaturadaparededeumâaÍé- riaseconÌrai,seudiâmetrointemodiÍninui;oÌeÌâ- xamentoda musculânüââÍeriaÌ, poÌ ouío Ìâdo, ÌevaâoâumenlododiâmetíointemodaaÍéÍia. A contÌaçãoe o ÌElilr(amentodasaíériaspermitem contoÌârâ pressãosangüíneae o volumedesan guequecirculaemdeterminadarcgiãodocoÍ!o. O líqìido sangüíneoextravasâdo,denomi nadofluido tissular,bânhaascélulâspróximas aoscapilâres.nuÌdndo-ase oxigenando-âs.As céÌulas,por suavez,eliminamgáscaÌbônicoe .outrasexcreçôesnofluidotissular. A rnâiorpaÌÌedolíquidoqueâbandonouos vâsose bânhouostecidosé reabsorvidapelos píóprioscapilâÌes,Íeincoryorândoseaosargue. Assim,aopassarpeloscâpiÌaÌesdostecidos.o sanguetoÌna-semaispobÍeem nutrientese em gásoxigênio.e maisricoeÌngáscarbônicoe em No ponio deconexãoentÌeumaaÌreíola e um capilarexisteumacélulaÌnuscuÌarlisa,en- roladânovâsosangüíneo.queconsrituio esfinc- t€r pré-capilaÌ.Quandoesseesfínclerunicelü lârsecontlai,âpâssagemdosânguepaÌao capi- lâÌé diÍninuídÂoubloqueadâidessemodoépos sívelregulâro suprimentode sanguequeaflui âostecidos-(Fig.19.3) CapiìnressanCüineos Câpilâressangüíneossãovâsosnuito finos queÌigamasâÌreríolâsàsvênulas.A parededos capiÌareséconsÌituídaporumâúnicâcâÍnâdâde célu1as,corÍespondenteaoendotélìode ârlérias e veias.As célulâsquefoÌmamapâÌededosca- pilaresdeixarnpequ€níssimosespâçosentresi, porondeextrâvasaÌíquidosangüíneo. VeiâssãovasosquelevamsânguedosóÍ, gãosetecidosdevoltaaocoÌação.A parededâs veiasé formadaportÌêscamadâs,equivâlentes àsdasartérias.EntreÌanto.ascamadasmediâna e externadasveiassãomenosespessasquesuas conespondenlesarteriâis. As veiâsdemâlorcalibre.nohomeme en muitosânimâis,possuemválvulasemse in terioÌqueimpedemo Ìefluxodesanguee ga íanternsuacirculaçãoem um únicosentido. (Fis. 19.4) Figu6 19.3 (A)Repre!€ntoçõoesquemóikodeodé riõs,.opibB ê veios.No dêlolheò dneik, trccdde subslÊncìosenlreo songuedo copibrê oscêlulosoo redor.{B)Côntolêdô circuloçõôcopilarpormêiodo5 eslincreresoÉ-cooilorês. 360
  • 4. Fisuro19.4 Desenhode ouroio do medicoinsês WilliomHoruey,qre,nosécuoXVl,descobriuo exls tênciodÕsvólvuiÕsno inieriordosveios.Asvólvulas impedemo refuxodo songue,forçondoo o circuor sempÍeemdirecõôoo coroçôo. 19.2 A circulaçãosangüínea humana O homcnÌe os dcnris veìtehftÌdostôìn sis teÌÌìascircülatóriosfcchrdos.de constituiçãosc raÌ semeÌhrnLc.A comparaçãoeÌÍe os sislcìnrs ciÍculatóriosdos diversosvertebradosé tmtrdr no Capítulo l7 dcstevolunìe. GÍrìndepaÍe dasinlbrmrções desteclìpíÌu- 1o.enboÍrì relatjlas à circulâçãohumana,sao igualmcnte váÌidâs parâ oulros lertebrâdos. (Fig. l9.s) ^á Fisuro | 9-5 O sistemo.nculoi.rio humonoé umÕvÕsbredede ú$s de diwes lipose coÌbres,quepoemem comunicoçõôiódosos porlesdo corpo.Emvemelho,e*o epresntodÕsosvoss queironsporiomsongueÍko em gós oxÌgênio{sngue aderiol)e, em ozul, ôsvo$s qoe lronspo'1Õmingúe pobreem gósoxigênìôhangue vênosoì.Os órqôossãoirrhodos porintrincodosredesdecopilore!,quêènlromêmínrimoconrotocomoscélúlos. 361 il :
  • 5. O sanguehumanoé constiluídoporumlíquidoamarelado,o plesma,ê por três lipos de elementoscêlulaÉs,gênericamentechamadosde êle- mentoêfiguradosdo sangu€:hemáclas(célulasvêrmelhas),leucócltos (célulâsbrancas)e plaquelas(fragmentoscelularestembémconhecidos comotrcmbóciloa).Cercade 55%do volumêdo sanguêé devidoao plas- ma!sêndoo Íestantedevidoàscélulas.Nocorpode umepessoade apro- ximadamênte70kghácercadê5,6litrosdesangue.(Fig.Q19.1-1) I I I ï I bNs Glcio Si@.honoro PRO'IIíNA5 FigurcO19.1-ì 362 Plesmesengüínêo No plasmasangüínêo,a águaé responsávelpor 92yode seu peso, sendoo Íestanledevldoà prêsençâde proleínas(elbuminas,globulinas elc.),saise substânciâsdivêlsa6,iaiscomonulrient€s,gases,excíeçõese hormônios, UmgrupoimpoÍtantede proioínasdo plasmesãoas gemaglobulinas, queconslituemosanticorpos,substânciasqueprotegemo organismodos ag6nt€sinfecciosos. Outrapíot€ínalmportânlêdo plasmasangüíneoé o fibrinogênio.So ocoÍe umÍ6Ímênto,o llbrinogêniosêtrenslormaemumaproteinaíibÍosa, a ÍlbÌlna, cuiasmolóculasse êntrêlâçeme formamum tampáona área íe da. As hemácias,rêlidesnâ melhed€ librina,Íormâmo coágulo,quê impedea perdad6sangue,O líquidoquesobredepoisd€o sanguêcoagu- laré chamadosoro sangüíneo. Hêmáclâs Ashemácias,tambémconhecidasporglóbulosveÌmêlhosouêrliró- cltoç (dogregoeriÍos, vermelho,e kïos, célula),sãocélulasêspêciâlizã- r,x l0óoó x ì0épormm3 Õ.'TrcÈPoft dêsósdisênio --Õ- 5.l0roó, l0r Pormmr {ew ÂNCP"5Ì&ANSPORTADAS GlicoÈ tipidiôs Aminó.ldôs Viìôminos6h. PIAOUETAS 2,5 x t05o 4 x ì05pormml C@quo<ôodosnouê Gmposiçõodo ronguehumono.
  • 6. dasnolransportsdêgásoxigênio.A hêmáciahumanaé umdiscobicônca- vo com 7 a I pm dê diâmelro,e 1 a 2 pm de espessura.Há cercade 5 milhõesde hemáciaspormilímelrocúbicodê sangueem umhomêm,e 4,5milhõespormilímelrocúbicode sangueemumaínulhêr.Cadapessoa possui,êmmédia,cercade 30tÍilhõesde hemáciasêmsuacirculação. As hêmáciassáoproduzidâsno interiordosossos,a partiÍde celulas da medulâos6eavermelha.dênominadaseritroblastos,À medidaque amaduÍecom,oseritroblastosproduzêmhêmogloblna,pÍotêínadêcorvêÍ- melhaquê contémíerro.Umav6z rêplêlode hemoglobinâ,o êriÍoblaslo eliminao núclêoe assumesuâíormadiscóidelípica,lransloÍmando-seno êrilrócito(hemácia).AtravésdosvasosquêiÍigam a medulaósseâ,oseÍi, tÍócitosmadurosênlramnacifculaçãosangüínea. lJmahemáciapêínânececercade 120diasêmcirculação.Aofimdes- so pêrÍodo,perdesuacapacidadefuncionalê é fagocitadae digeridapor célulasdo fígadoou do baço.Calcula-sequê,em apenasum segundo, cercade 2,4 milhóesde hêmáciassejamdestruídassm nossocorpo.A mesmaquânlidadeé libeÍada,pelamedulados ossos,parasubstiluiras hemáciasrêmovidasdacirculação. Dentrêos vertebrados,apênasas hemáciasdos mamílêrossãoânu- cleadas,Hêmáciasdepeixes,dêanfíbios,derépteise dêâvêstêmnúclêo. Lêucócitos Os leucócitos ou glóbulos bÉncos 9áo célulasêspecializadasna defesado orgenismo;combalemvíÍus,bactériase ouìrosagêntesinvaso- resquepênêlrememnossocorpo,Emcondiçõesnormais,háêntrê5 e 10 milleucócilospormilímetrocúbicodê sangue. Os leucócitossão produzidosnâ medulados ossose podêmser dê cincotiposbásicos:neutrófllos,basóÍilos,acidóÍitos,ltnÍócttose mo- nócitos,Asquânìidadesdessascélulâsnosanguee suasrespeclivâsÍun- çôêseslãomoslradasnãlabela019,1-1, Tob€loQl9.t-t Ascélulosdosonguêhumono. Pleouetas Emtodososverlebrados,com€xceçáodos mamíÍeros,as plaquetas ou lrombócllos são pequenascélulâsovais.NosmamÍÍeros,porém,as plaqueìassão fragmentosesíéricosou achatadosde célulaschamadas mêgacârlócllos,Íormadasoriginalmêntênamédulaóssea,Há,6mmédia, 300milplâquêlaspormilímeìrocúbicodê sanguehumano. Asplâquetasparticipamaiívâmentedoprocessodecoagutaçãodosan- guedosvertebrados,QuandoháumíerimenÌo,plaquêtaspresenlesnare- giãolesadãliberamtâtoresde coâgulação,quelevamà lormaçãode um coágulo,Divêrsosíatoresdecoagulaçãojá íoramidenlificados,maso me- canismocomplêtoda coagulaçãodo sanguêaindanáofoi tolalmenlêes- claÍecido. Tip(N Coagulação 363 Homem:.4,2oó,0x10álmm3 Mulfer 3,óo 5,0x loólmnr TrcisporledêgósoxigênÌo 2,5o 4,0x l0r/mm3 Cooguloçõodo,"'s," 5 o ó,0x 103/mm3{totol) 50o I50/mm3 -50/mm3=500/mml 2,0o3,0x10r/mm3 Reguloçõodo<oosuoçôo Prcduçôodêonticorposedêskuiçõo
  • 7. UmdosimpoÍtantesfaloresdecoagulaçãolibeÍadospelasplaquetasé a enzimairomboplaslina-quinase,que alua na lransfoÍmaçãoda pro' trombinâ(proteínapÍesêntenosangue)emtromblna. A trombina,porsuâ vez,atuaenzimaticamentenâ transiormaçãodo fibrinogênio(outÍapíoleínasângüínea)emfibrina.As moléculasdêiibri- naseêntrelaçâme ÍormamUmaredequeretémhemácias,o coágulo,que vêdao lê mênto.(Fig.019.1-2) Algumasdasenzimasenvolvidasnoprocêssodecoagulaçãoprecisam estaÍassociâdasa íonsdecálcioparaíuncionar.Talassociâçãodepende, porouÍo lado,da presençadêvitaminaK. Assim,lantoo cálcioquantoa vitaminaK têmde estarpresenlesna dielahumana,poissão indispensá- veisà coagulaçãosangÜÍnea. Na espéciehurnanahá umadoençaherediÌáriaque aÍelaa coagula- ção:â hêmofilia.Noiipo maiscomumde hemoÍilia,a pêssoanãoé capaz de pÍoduziÍumÍatordecoâgulaçãodenominadoÍatoÌ Vlll. Pessoashemo' fílicasesiãosujeitasa hemoríâgiasgraves,mesmoem conseqüênciade oeouenosÍerimêntos.o lratamenloconsisteemtransÍusãodê Íaìoíesde coagulaçãoobtdosdosangJedepessoasrormais. É e FisurcOl9.l-2 Folìômicrcsrcfìooo microscópioele- rrônicodè voíêduro dd redede fibrino envolvendo hemóciosemumcoágulo. O coração O corâçãoéumórgãonuscuÌoso,dotama- nho aproxìmâdode üm punhofèchâdoe com pesoâproximadode400 g. Ele seÌocâlizano meiodopejro,sobo ossoestemo.ljgeiÍâmenÌe deslocadoparaaesquerda. OcorâçãoaFesentâquatrocavidadesnrtetr nas.genericamenÌedenominadarcâmârâscâr- díâcâs.As duascâmarassuperioressãoosátrios ou âurículâse asduasinferioÍes,os ventrí- culos, O átlio direito secomunicacomo ventrí- culo diÌeito por rneiodaváhìrlâ tricúspide. O átrio esqueÌdo,poÍ suavez,secomunicacomo ventrícuÌo esquerdopor intermédiodaváÌvulâ bicúpide ou mitral. A funçãodessasválvulâs atrioventricularcsé garantiracirculdçãodosân- guenocoraçãoemuln únicosentido,sempÍedos átriosparaosventrículos.(Fig. I9.6) 364 S(toh!ediÍsroles As câmarasdocorâçãocontraemsee dila tâm-seaÌÌelnadamente,emÍnédiâ,70 vezespor minuto.A conaaçãodeumâcâmarâcâÍdíâcâé denoÌninâdasístol€e seurelâxamento.diástole. A freqüênciâdemovimentosdocoração,ou seja.a freqüência cârdíaca, vâÌiâ de âcordo como graudeàtividâdeesituaçãoemocionalem quenosencontrâÌnos.Duranteo sono.porexem plo,ocoraçãodeumapessoapodebaterentre35 e 50 vezesporminuto;jáduranteulnexercício físico intenso,â freqüênciacardíacapodeultra- pêssar180bâtimentosporminuto. Ciclocardíaco Ciclo cârdíâco ó uma seqüênciacompleta desístolese diástoÌesdascânarasdocorâçãoe duracercade8 décimosdesesundo(0,8s).
  • 8. {,"*-- O iníclo do cick) crrdíaco é nìafcâdopelâ siÍoÌe dos átrios,quc boììbeirìì sarguepam o iìÍerior dos ventlículos;cslcs,nessemomeÌto. cstãoem diástoÌe.Às váÌ'ul.ìspresentesnasen tÍ.ìd{sdasveiascalas (juntoâo !cntrícul.ì dirci 1(r)c dasleias pulmonaresounro âo lcntrícrkì csqueÌdo)sefècham.evìlandoÍefluxodc sâDguc. Passadoscelcadc 3 décnnosde segundôdo início do ciclo. os ventfículosdlreltoe esqLrcrdo entramem sí!Ìole. bomheandosangue,respcc ti!ânìenie,pâraasaÍérirs pulmonareaorta.Du râDtea sístoleventriculâr'.asviÌlvulastÌìcúspide e bicústidesefechanÌ,evìtindo o felornodesan- risuro 19.óCôrÕçõohumonoêmvi5tohonrollA)e emvEtodo6ollBì.EmlC),.orrelonsiiudiiolmoíÍondÕÕs cômorcs<ordíocos,osvóvulÒsêosvosossÕnsüíneosllsodosoocoroçõo.Asseiosemvernehoiidtcomo Íruxô de sÕnslericoemsósoxigêiiô.As setosemozu indicomo filxo de songlericoemsóscorbôfico.A Íoio môsiÍoo rêdecoronórlohumonoevdeiciodoporcôÍonÌes 365
  • 9. Enquantoa sístoleventicuÌar progride. os átrios en!Ìam em dìástoÌe,enchendo-senova- ììente de sangue.Ao ocoÍer a sístoÌeaúiêI.terá início um novo cìclo cardíaco. Os sonsproduzidospeÌocorâçãosãocâusâ- dos pelo fèchâÌìenlorápido dâsváìvuÌasrlrio venÌricxlarese seììilunâres,estâsúkimaslocâÌi zâdâsnâscnlrMêsdrs anériaspulmonffe aortâ. Durânte um ciclo cardíaco,pode se identificdÌ duls "batid$'subseqüentesia primeira.detom nlâis bâixo e menosaudível,é causadapelo fe cbâìÌenio dasválvulastrjcúspidee bicúspide.e marc.ìo 'nício da sístoleventricular.A segunda. mais 4gudae alta, écausadêpelo fechaÌnento das víílvulas semilunarcs arieriais e Ìnarca o início da úáÍole ventricular.(Fis. 19.7) Oúrtroe,1!ffúqrar r ú rlirül A ffeqüênciade batimentoscardíacosé controladaporumaregiâoespecialdocoração denominadanódulosino-atrialoumârcâpâs- so. O nódulosino-atÍiâlé um aglomeradode célulasmuscuÌâresespeciâÌizâdâs,Ìocalizado pertodajunçãoentreo álrio dìreitoÈâ veìa Aproximâdamentea câdâsegundo,ascélu- lasdomarcâpassoemitemumsinaÌelétrìcoque Figu.o19.7Movimentosde,isroleedióíoledurorie sepropagadirctanentepâÌââ muscuÌaturrdos átrios,provocandosuacontração. OuúâregiãoespeciâÌizâdadocomção.o nódu- loatúoventriculâr.atuaconlodistribuidordosiìral gendopeÌorÌÌa$apasso.estimüldndoamuscülâtüa dosvenÌrículosaentÌarelnsístole.(Fig.I9.8) 'rrmìiìiìç"--. Diósioe Yenlrl.uôr SklolêveírÌiculor FigurdI 9.8 (A)Locolizoçõodosnód!ossino'ohioe atriovenhiculor, respônsóvêlspeo corhoedo5boiimen- lôsco.diocos(81Os sinonelêtricosquecoo.denomosbolimênhrscordíocosseproposqmporiodoo corpo, umovêzqle os iecldôssõôhonscônduicrêsde eleiricldode,e podemsercoptdos por êldrÒdossensÍÌ€is colocodossobreo pee.{ClUmomoquinoêspec,oregislroossinoiselêhicosdocoroçõonoÍormodegróflcos, 366 s l ! ;
  • 10. O sanguenasartériâs O sanguebombeâdopelos ventÌículos pene- aâ nas artérias sob âÌtâ pressão.lmedialamenÊ, d, pJrede.úeidi. c redïn. runer rânJoJe volume e dirnnruindo a prcssãoinÌemâ. Se âs âr tériasnãoreÌâxâ.eìno suficiente,apressãodo sân gueem seüinterjoÌpode'subìraníleis perigosos, compossívclrupturanasparedeslríerids. A cadasístoÌevenrricuÌÍÌ é geÌadauma onda de rclaxaììento da muscuÌâturâaúerial, que se Fopaga desdeo coÌâção àróaçex!€midades das âÌtcríoìas.Na diásÌolevenlricuÌar.quandoa pres- são sangüíneadìÌninui, â mulculatura aÍterial se cont|ai. mêntendoâ pressãoadequadapaÍa que o sanguecontìnüe âcircuìar atéa próximâ sístole. @ llcsÌor erI A prcssãoexercidâpelosanguecontÌââpaÌe dedÀsaúéria.sédenomiìÌadapr€ssãoãrterial. Em üììa pessoajovemecoÌnboâsaúde.âpressaronas artériasdulãnleasístoÌeventdculâr,apressão,sis- íilicâ oumáxima.édaordemde120mmHg(120 nilímetrosdenercúÌio).DuÌânLeâdiásrole.apres- sãodimlnuì,flcandoemtomode80mrÌÌHg.essaé apÌ€ssãodiastólicâoumínirna.(Fig.19.9) O sanguenasveias Depoisdepassarpornilhõesdeâíeíolase c.ìpilares,apressãosângiiíneacâimujLo.atingìn- dolaloresmuÌtobaìxosnoinreÌiordâsveias. sistói.o = 120múHa diosióicÕ= 80 mmHa dr moiorgue.l20mmHg sngüineoPordo brÕço Ê P or entre80 e 120 mmHo menoroue80 mmHÕ permib Íllxo de sonsue' peÌn ie furc FiguÍô19.9 {A)O ciclode exponsôoe reoxomeiàoderiÕ|,conhecidocomopltsôçõo,podeserpercebido locl-ere ro o t- io odol do pLllooL ro oieno co-o_idodo peroco.A prkoçoocoÍ-,ponÕeó5' o' oçòes de prc$õosongüínêono orteriodurorieos botimenicscordocos.1Be C) As pre$õesorrerio,5mo. mo e mínimopodemserdêlectodÕsno,oiÉriqsdobroçoe medidoscomumoporêlhôchomodoesfigúomanômerro. 367
  • 11. 5 s Fisuro I 9.ì 0 À esquerdo,sróÍìco do pressôodo songue nosdiferentes tiposde vosossoigúíneosdoco|po (A, oorta;B,orlérios,C, orleriolos;D, copiloresjE,veios;F,óiio). A dlreito,meconlsmosde propukao do sor gue no sistemovenoso.A muscliÕr!roesquêléllcÕ,oo secontroir,prê$io' nÕo songle io inieriordos veios;cs vólwlos fozem com que o songue sempÍesedesloqle em dneçõoÕôcorÕçõo tigurq l9.l ì Representoçõoêsquem&cado circuo çõosislêmico(A)edo circuloçaopulmoncr(B). O retornodo sangueaocoüçâo deve sc,cm grode paúe,à! corÍ4õe! dosnrúsculoscKÌr'c léticos.As leias se situâmou eni|e fcixcsdc ìÌúsculos.de nrodoqueâ contr.qio nÌrscuìrì as coDìpfinìe,fììzendocom que o sanguese d.skl que enì seuinÌeriof. Devido às !il'|Ìlas, o sân gÌÌeqxe se deslocanasleias sonente pode se gÌrirrurìo:ìo coÍ.ìçio. (Fig. Ì9.1tì) Circulâçõespulmonaresistêmica Ao sc dcsk)cr [)cll)coìto hurmno,o sangue passrdús !.zcs pelocor.çâo.IìÌpuìsnììâdopeÌo vcnLìículodireito.o s.ìngue{i ros pulnÍlcs. de onderetonra{o coraçao.IÌnpulsnì dopckrvcnlÉ cuk)cs.Ìuerdo.o saDgucvaipa{ L(kx ossisteÌnas do coÌto. de ondenov{nrcDtcrctorÌr rìocoÍrção. PoÍissoscdiz qucDossâcìrcuÌaçãoéduplâ. sendo cìtrâjcto corâção + pulmões + corâção derìorn- mdo circülâçâopulmorìâr íou p€qrcnâ circula- ção) c o tìqeto coràção J sist€mâscoeorâis + coÍàção denonrin.Ìdocirculâção sistêmicâ (ou grànd€circulâção).(Fig. 19.Il) ( .1. i r if ìr,r.l O languecheg.r,ìo árn) direito do corâção porduasgranáesveìas.avèiacàrà superior,quc 368 coletasangued^cat'cçr.dosbÍrçosccìâpâÍ( {l l)eriofdo tlìrco. c r veiâcaia iúerior. quecoÌe- tâ sângucdrs pcÌn.ìse dâpÂfteÌnfèriordo ilonco. Do ,úriodirciLoo srnguepâssrìp|Ìrì oYentrícr- lo dircito.queo hoìbeia pâr.ì ârtériâpuhnonâr. Estare divrde em durls(djirìtâ c cs.Ìucrdrl. quc lc lrÌn sârgueaospulmões.Nos fuhÌaÈs o sanguc .ìdqoft gis oxigênìoeÌitErâ sáscrbônico. Ì po( d. ro,.,,Õngu n$
  • 12. CìrculaqãosìsÌêmica DospulÍnõ€so sângue,âgoÍâoxigenâdo,Ìe- toÌnâaocoraçãopelâsveiâspulmonaÌ€s e pe- netrano átrio esqüerdo. Do átÌioesquerdoo sânguepassâpârâoven: tÌícÌlo esquerdo,queo bombeiâpârââ ârtéúa aoÍâ. EÍa sedivideemváriosrâmos,quelevam sangüeoxigenâdoâtodosossistemasdocoryo. Sligúesâíen er.noÍr A maioriadasa.rtériastranspoÌtasanguerico emgásoxigênio;porissoo termo"sangueâÍte- riâ|" costumaserusadocono sirÌônimode san gueoxigenado.Jáa rnaioriadasveiastransporta saüsuepobreems,ísoxigênioe rico eln sáscar bônico;porissoo termo"sÍrnguevenoso'costu maserusadocolnosinônnnodesanguepobÌ€em oxigênio.Constituemexceçõesasàrténâs pul- monâres,quelevamsanguepobreemoxigônio âospulmões,e asvebs pülmonsres.quetíâzem glóbulosbÍâncospresentesnaLinfâsãoÌintócitos. enquantonosangueessetipo deleuc&iro repre- sentâcercâde509. dototâl deglóbulosbrancos (vejaaÌabelaQ19.1-1,noquaúo19.1). CângliosÌinfÍticoi Emdivenospontosdaredelinfáticaexistem gângioslinfáticos,quesãopequenosóÍgãosper- furâdosporcanais.A linfa emseucaminhopara o coÌação,circuÌapelointeriordessesgânglios, ondeé lìÌtrada.PariícuÌâscomovírns,bactériase resíduoscelularessãofàgocitaddspeloslinfócitos existentesnosgângliosÌinfáticos.(Fig.19.12) Os gânglioslinfáticossãoó.gãosdedefesa do organismohumano.Quandoesteé ìnvadido pormic.oorsanismos,porexemplo,osglóbulos brâncosdosgârylios Ìinfáticospróx;mosao1(} sângüeox;genadodospulmõesâocorâção. 19.3 Sistemalinfático : o sist€malinfático é constituídopor ''ì': umâvastarededevâsoslinfáticos. quese t1,i di,rribuemporlodoocorpo.O' a.o' lin fáticosmenìrestêmcalibrepoucomaìor l: ,. queoscapìlarcssangüíneosediferemdes ì.. tesporterminaremfundocego,istoé.tê.n I aextremidadefechada. .1 .. t. Os capìÌareslìnfáticosestãomergu- il -. . lhJdoseDtreascelula"dosrec,dos.deonde A f SP. copramo erceso deliquidori..ular.ori íïÁ llll sindlmenreeÀtrarísadodo.crpilrrc..àn Vl/ q) tsl|ne'.|efondU/ind'ìu)(i|{u|Jiâo'{{N conrìuènriado"rdpilâre'linfâ,nôo,igi- Sì nâ ii!'' deculibr frogr".irmenremrio'. l que ronergem turr z regiáuru'áficâ. t on,Iciomâm doi"gÍos"ú. duro.ììnfâtìco.. A qìre.eunemài eiâ' 'ukliia.. ,L nâ ii!'' deculibr frogr".irmenremrio'. . 5e.p,Ì rìgumm,Íio. o silemâlinfá Ll tico deimÌ decììmpÍir suâfrrnçãodedre- nagerndo excessodeÌíquidoÌìssular,este I seâcìmulaúnostecidos,causandoumin- i , châço conhecido como edema liúático. ,!l:::ì A lnia figuro I9.12 (Al Reprcsênlìdçõôêsquêhóticôdepor tedo sislemolinfóticohumono.ÍB)Detolhedo redede No inte.iordosvasoslinfáticoscirculââlin- sôngliôsê vo$s linÍólicosno resiõodo pescoço.lC) fâ. cuja constituição é nuitô semelhanteàdo sân' Reprêsenroçôoesquemóticodo eshvturciniemodeum gue,do quâÌ diferepor não conterhem.ícias.A sônsliolinÍotico.lD) Estruturodê um.opilorlinfotico Linla tâmbém contém gÌóbulos bíancos, coÌno o co'todo porciolhênlêporo moslrorosvólwlos.r'6 se sangue.A diferençâ,polém, é quequâse997údos tosindicqmo sonridodè movimênloçõôdo lìnfo- 369
  • 13. cdl dainvasãocomeçâma semútiplicar ativa- mente.paradaÌcombâteaosinvasores.Comisso osgânsliosinchaÍn,fomsìdo asírguas. É pos- sível.mütas vezes,det€ctâÌurnprocessoinfec- cioso pela eístênciâ de gânglioslinfáticos in- 19.4Doençasdo aparelho circulatório MaisdametadedasmoÌtesempâísesindus- trializâdosé câusadapelasdoengs cardiovas- culaÌes, comosãogenericamentechâmadasas doençâsdocoÌãçãoedosvasossangtÍneos. As doençascâÍdìovâsculaíesmaisgraves sãoprovocadasporobstÌuçõesdeaÍéÌias impor- tântes,comoasqueirrigam o coraçáo(coroná- AÌterioscÌeros€é umpqrsso deperdagra- dualdaelasticidâdedapâÌededasanérias,causado pelêdepoúãodeplâcasdegoÌduÌa(âtsmna9 na superfícieanÊÌiâÌintema.A aÍerioscleroseplovo- caa diminuiçãodocâÌibÌr intemodasar6érias,e, emâlgunscasoqosâtercmasseimpregnamdecáÌ- cio e setomamígidos, diÍninuindosignificativâ- menteaeÌasticìdadeilaparedearterial. UmâdasconseqüêncìâsdaaÍerioscleÌoseé o aumentodapressãoa eriaÌ sistóÌicâ,umavez queâsâÌtériasendurecìdasperdemacapacidade desereÌaxêrdurantea sísioledo coração.AIém disso,osâteromastomamásperââsupedíciein- telnâ dâsâÍérias, favorecendoâ foÌïação de coáguÌos,quepodemcausmobstruções.Atero- mâsque sedesprendem,por suâvez. também contÌibuemp:uacâusarobstruçõesâúeriais.com prejuízosàcirculaçãodosângue. ^ngiÌrâ doÌ)crto Angina dopeitoéumaenfemidâdeemque a pessoâÌernfortesdoresnopeitoâornenores tbrço câÌdíaco.A anúa dopeiloé conseqüên cia doestrcìtamentodeumâouÍnâisaÌtériasco, ionáriâs.o que câusaisquemia,ou seja,redu, çãodâciÌculaçãodosangueemceÍâs regiõesda muscuÌatììrâdo coração(nÌiocáÌdio),diminuin do suanutriçãoe oxigenàção.A diminuiçãodâ circuÌaçãonascoronáriasgeralrnentenãochegâ a comprometeÍâ atividade'nomaÌdo corâção, 370 mr., .e houeraumenrodaari!idâdecardiacà devido a um exercíciofísico ou â umâsrande enoção.sulgeadorcaÌâcterísticadaângina. Inïàúodem0círdio O inlhrtodemioqirdio.ouâtâquedecorâ- çâo.e cau,âdopeìâb,uscai,quemiadomuscuto cdrdiâco.prorocrJatela obrruçàode umaoL mârsÍrérir. corônárir,.A. cdluh"mu* uldresdr íegrdoi'quêmicâ.prirdâ, deoigè o. morÍeÍr. empoucosÌÌinutos,originândoo itr:ÊaÍo. SeLrÌü gÌìnde regriodocomçãofoÍ df(râdl peloinfaÌto.aconduçãodoimpúsoeÌétricoprodu /ido pelomarcJpó.oe inrercmpidae o cordçàu deiÀadebaler..obrelrndoamoÍre.Seâpenauml pequenaregãoe dJeLâdâ.o coÌaçro(onrinuaen. úiúdade e alesãocicâtÍiza,comsubstitu;çãodas célulasmuscularesmotur portecidoconjuntivo. lnÌüeììixr..cbmI A isquemiacerebrâl é o bloqueiodacircu lâçãoemâÌtéÌiasquefomecemsangueâoencó fâlo.Ascausasma;sfreqüentesdaisquemiâsão â fomâção decoáguìos,dev;daa rrêumaúsÍnos ouàexistênciâdeâteÌI}mas.As célulasnervosâs ÌocâÌizâdâsnâáreaisquêmicâmorÌem.compÍe- juízo dââtividâdecerebraÌ. Osefeitosdaisquemiac€rebÍâÌ,bemcomoíìs chancesdea pessoasobÌeviverdependemdaex- tensãoedaÌocaÌizâçaodâlesã{].A isquemiacere- bÌalpodecausarpâralisiâtotaìoupârciâldocorpo. perdâÌotaÌouparciâÌdâfala perdâdâcoordenação motomedìversasaltemçõesnocompoúmento. HiJ'slensilo Hipertensãoé sinônimodepressãosangüí- nea eÌêvâdâ,conhecidapopularlnenrecomo 'pÌ€ssãoalta".A hipertensãoaümenraosriscos de ataquescardíâcosê derramesde sangueno AscâusâsmâiscomunsdâhìpeÍensãosãoo estresseemocional,a alimentaçãoinadequadâ (ricâ emgordurâse sâis)e a vidêsedenráriâ. Chamadààsvezesde"matadoÌasilenciosa', poismuitaspessoashipeÍensasnãoapresentâm sintomâsdadoença,ahipeÍensãopodesercon- toìadâ commedicâmentos,dieta,exercíciosfÍ- sìcose reÌâÌâmento.Bmborâa pÌessãoarterìal ÌendaaseelevâÌcomo aumentodaidade,deve-
  • 14. se procurâr orientaçãomédica caso a pressão diastólicââtinjamaisde9 ou l0 lnmHg eâ sistó licâ,mâisde 15mmHg. PrelcÌ1tifdriloonçrcdlirÌuru rrl A constituìção genéticâ predispõe ce âs pessoâsâ desenvoìveÌemdoençâscÍrdìovâscu- ÌaÌes. Os genes,entretânto, â{oam em conjrnto com fâtoresâmbientâisque coìÌprovâdâmente desencâdeiâmdoençâs,eessesfâtorespodemser conlÍolâdosde modoa promovera saúde. Fumo,dieh nca em gordurâse coÌeslerol, fâÌtadeexeÌcíciosfísicose vidâ estressantesão âlgunsfâtoresquepÌedispõemadoençascaÌdìo- A pessoaque querFecâver sede doenças caÌdiovascularesdeveevìtaÌo fumo,osÀlinen- tos goÌdurosos.sobretudoosdeorigemaüimal. manterpesocoÌporaÌcompatívelcomsuaêltufa e idade,IazeÌexercíciosfísicosregularese evi- târsituâçõesdeestresse.Devetambémmedirpe- riodicâmentea pÌessãoâÌterial e fazer exarnes T*io troduzidoe odoptododo orliso 'Elusi'eOuorry" Reseorchers ore closinsin on fie stemcell de TimBeordsley,publ(odo no revisto ScíentìfìcAnericon,vol.265, n'i3, 1991. A mêdulaósseaoriginatodosos liposde célulasdo sanguede queo organismo nêcêssitâ- leucócitos,célulasvermêlhâse plaquelas.Oscientistasacreditamquea pro- duçâodecélulassangüíneasestáacargodecélulasgerâdoías(sfemcel/gcâpazêsdesê multiplicarindefinidamenle,diferenciando-sequandonecessário.Taiscélulasgêradorâs, porém,nuncaforamisoladasnaespéciehumana.Acrêdita-sêquea proporçãodecélulas gêradoraspresentesna medulaósseasejamuitopequênae elassãoapaíentementein- distinguíveisdasdemaiscélulasmedulares. Atualmente,doisgruposde pesquisadores,usandométodosdistintos,parecemêslar descobrindoasmisteíiosascélulasgeradorasdameduìaóssêâ.O grupolidêradoporl,,laF colmA.S.Moore,doCentrodeCâncerdoÌúemorialSloan-Kettering(EUA),estácompetin- do comos pesquisadorescaliÍornianosChadesI,,1.Baum,de PaloAlto,e lrvingL.Weiss- man,daUnivêrsidadedeStanÍord.NosúltimosmesesosdoisgruposaperÍeiçoaramtécni- casdeslinadasa isolarcélulasgeradorasemculluradetecidose demonstrarsuaatividade. A capacidadede oblerumsuprimenlopurodecélulasgeradorasdê medulaóssea poderiaforneceraosmédicosumaimportanteferramentapaÍasalvatvidashumanâs,pois permiliriaregeneraro sistemaprodutordesangueempacienlescujamedulaóssealives- sesidodanificadapordoençaouporquimioterapia.Ascélulasgeradorastambémseriam alvosvaliososparaateíapiagênicadedoençashêreditáriasoumesmoinfecciosas.Como essascélulasse renovampoí multiplicação,gênesnelasintroduzidospersistiriampelo restodavidadopaciente. Nomomentojá é possívelreconstituira medulaósseade pacientesportadoresde leucemiaa parlirdaintroduçãodeumpequenonúmerodecélulassadias.Ivlasastécnicas paraeìiminaras célulasdoeniesda medulaósseaaindaeslãolongede serperfêitas.O procedimentoé arriscado:consisteem retirarumaamostrade célulasmedularesdo pâ- ciente,preservando-asemmeiodecultura.Emseguida,matam-se,porirrâdiaçãoou por administraçãodedrogas.todasascélulasrestantesdamedula.Maistarde,a amostrade célulasinicialmentecolhidaé reintroduzidana medulapararegeneíaro sistemaprodutor desangue.OscitadosgruposdepesquisadoresjáconseguiramumcêrtograudêpuÍilica- çãode célulasgeÍadoras.Falla,ainda,testarse essascélulasseráocapazesde salvar pâciêntesemestadocrítico.Ë issoo quesêêspera.OsÌeslesdêverãocomêçarembrêvê. 371
  • 15. SlsrtrNÍ-s cIRcuL TóRlos FICHAI FICHA2 l. SobÌcos siícìÌìâs ciÍculatúios dosïeÍebÌados. reiponda: a) QuaissãoscusconrponcDrcslìüdanìerìtnisl b) Quâi assu,rspriÌcìpris fünçõcs? 2. Câr{cterize.eìÌ Imhasgcìais.sislcìÌascìÍculatóriosabeÍos e techados. 3. CâmctcriTe.qurDtoà círuÌurc à lunção,aÍérlas. veiase capiÌarcssrDgüíncos. 4. QuaÌé o papeldasválvulaspresentesno intcriofdrs vcir'l A crRcul-ÀÇÃo SANGüíNEAHIiNÍaNÀ 1. Fàçaum esquenÌìsxnplilìcadodocorìça()hüìÌrno. UseÌegendaspaÌàdcnoÌninarascâma Írs caÍdíacN e asviiÌvuhs atÌioveÌìtficul.Ìrcs, alóìì drs rrLúìas e veìasl;gadasao coraçlio. 2. Conceìtuesístolee diíìsiole. 3. O queé freqüênciâcârdía.a? 4. O.Ìüc ó ciclo crrdíâco? 5. QuemecânisÌnoproduzo somtipìco das 'bâtid{s'do cor.ìçãol 6, QuaÌé a re-qìãodo coraçãoresponsávelpcÌo conlroÌeda 1ìeqüênciacardíac,Ìl 7. I)etìnapressãoaÍeri{1. 8. I)efiÌapressàorrte.irlsidólicac p.cssàoaíerial diastólica.Quevalorcssãoconsidcra dosnonn.Ìisprr! cssrspfcssõcs,cnÌ unì.ìpessoaJoveml 9. ExpÌnÌuc!:sunìidrnerÍe os ÌnecaniïnosqueNssibilir{ìì o rjronÍr do sangìepreserÌe 10. lÌ. Ììàsverff ro coração. CarâctefizecirculaçãopulìÌonrr c cìÍcuÌâçÌosislenncr. Ulilizando sedeesquemassinìplifÌcndos.indì!Ìueo tìãictodo smgue: r) nr cir.rÌrçãopuhnoâr; b) na cìrcnlaçãosistênri.r. 12. Caracierize.sobo pontode vist,Ìdr oxìgcÌrção. srDsueüterial e sangnevenoso.Ore aÍériès conduzemsangüevenoÍ,Ì Quc lcirs coDduzemsangueaícrirl? 372
  • 16. A.'TESTES Bloco1.SistemâscirculatóÍios r. (PUCSP)Asìnãlea lràËquemelho.dclinea lúnçãodoaparelhocircolatóúóno$veÍebcdos: à) 'rranÍbrmd compostosnilÍogenadose resí- duosmetabóìicospoduzidospelascélulas. b)Distrìbuì substâncidsDltritivaspor rodoo coryoe recolhersubstârciàskjÌicasresuìtan tesdometabolismoelulú. c) 'Iransfonnaras sìbstânciasãlinenLaÍeseìn Írdhtos asimilíveis peloorganisno. d)OÌidâr o alimcntopeloO,, produzindoHrO, c) Recebeiestínü16,pÍoces eÌenose8.er.rresposÌrs. 2. (L ObjÈlivo-SP)O súguc podetansportaras seguintessubLâncias:' L gasesrspna!órios Nosmmílèros, o sdnguctransporta: a)apeMsI, treIIÌ. d) apenrsIÌ,lll e Iv. b) apenasI, treIV. c) I, II,III eIV. 3. (FtspPtj)ObsèrvcosesquenasA c B.quemos- hãm.demodosinìpÌìficado.o senÍdoú coÍen tecinulatóriaen diversosgrq'os deanimais,qle apresentamo sistemacircularórìo: Ì*'i"' L c.:"q,;.. G) Ì t G) 373
  • 17. AssinaÌeaaÌtdrativa coreta: a) A élbchado.geseDteemaÌtrópodosemgeral e celalópodosiB é aberto.encontradoemne malelninloseréptejs. b) A éãbeÍo, presenleeÌncrusláceosenoluscos em geralrB é fèchndo,encontadoen veÍte- c) A é fechado,presenteem úelídeôs: B é fe- chado,encontradoemmmíferos. d) A éabeÍo, presenleen plúáÍia; B éfechado, enconiradoemanííbiosepeixes. ê) Ambossaofechados,encontmdostdto emiD veíebÍlrdoscomoemvertebrados. (LIFSC)Sãoaninah quê ãpresèntaftapaJelho circulatóriodotjpo âberto: a)noluscoeaÍtópodo. d) mmífeÍo emolNco. b)úoluscoeâneÌídeo. e)râÌnífero edftuodo. c) úelídeo eâÌEópodo. (MackenziÈSP)Obseaândoum co.te trânsver- saldeumâdtéria edeumaveia,deâcôrdocomo esquemaabaixo,podemosatumú: 3.levaqpm6tecidos ( ) aÌláiapulÌnond 4.@nduzmgue vercso ( ) grode circuÌação 5.retin Cq deciolação ( ) corc!ária A coreta seqüênciaüunéric,ì .lâ seguiìâ colu- !a, de cina pda baixo, de confornidâdecom a a)2,5,4.3.1. b) 1.3,4,5.2. c)5,3,2.4.1. d)4,2,3.1.5. 4. a) A éaÍéria. poisposui muitomaisdDsculalu E lisa efibms eÌásticas. b) B é aÍérÌa. mostmdo o sisÌeM de vavulas Pâraevitaro rotluxodo sdgue. c) A éveia,indicandoo tlchmento daválvula. d) A eB são8ÍéÍiàs. sèndoqueA Íri do coração eB chegaaoconção. e) A eB sãoveis, sendoqueA chegââocoração eB saido coraçao. ó. (U- E. Londrira-PR)A função.làsválvulasexls- â)rel2rdú o fluxo sangúíneo. b) lmpediroÊfluxo do sanguè. c) acelerâiosbddnentoscâÍdíacos. dl retârdârâ! pulsações. è)retorç'ri aspaÌedesdosvâsos. Bìoco 2. A ciÌc' âção sânsüín€a h||mânâ 7. (Mogi-SP)Sístoleedìíltole sãÒ.relpectìvãfren1è: a) contnçãodo(mção erclamenlo dospÌnmões. b) contraçãododiafÍagmâe relâxamentodos músoÌos intercostais. c) reÌia]mertodoc@çãoeontnção d6 puìnõs. d) reÌaxuento do diafragma e contraçãodos fr úlcuìosintercostais. e) contraçãoereldmenlo dasldLes docomção. 8, (LrnCE)Rclacioneascolund: l. irigaçãodomi@tudìo ( ) veialuìnoE 2.conduzsdgue arteriaÌ' ( )lequenacioÌação 374 9. (FGV SP)Ch:ì'rrmos artériaatodovasosangüí a)chegaaocoiação. b) coduz saneuevenoso. c) paÍe do comção. d) chegaàsauríoÌas. e)cônduzsaryueüteÍial. 10. (F. Objetivo SP)O conção furciona comoDna bomba.Nosmanúeros,o sdgue combaixoteor de oxigêlio é elviado aospuÌmões.Por outro lado.o smgueoigenado nospulmõesémmda dopda osvánossetoresdoorgãnisúo.AssiÍale aopçãocoreta entrèasabâüo represènràdas: â) O sângúequesâidoventrículoesquerdoéen, viadoaospulmõespâraaoxigenação. b) O átriodireitorecehêsdeue dasveiascavase o envrapüa o orgúrsÌno. c) As veiaslulmon@s lelaÌn o súguo oxigena dopda o átrioesquerdo. d) O ventríc!ìo direìtorecebeo srìngueoxìgçna- dÒeô enviâpdâ o ofgdismo. e) A aortasaidoventÍícuÌodireìtoerrdsporta o sanSueoxrgemdo. ll, rurFRS ' oequemadbaiô.Rlerenleaoj.rema - crrculalonohumcno.a. leÌú. A e B nodêm.e' subslituídds, Íelpe.tivdnente, por: a)pulnões,células. d) coÍação.lecidos. b) corâção,lDlnõès. e)tecidos,puÌnões. c)céluÌas,coÍação. 12. (PUC-SP)As veiascavas,adtéria aortaeâdLé- na pulmoneestãoindicadd,respecúvamente. leÌassetas: -1.-&r,"n 2 a)1,2e 3. c)2,3ei. e)4,2e1 b)1,4e2. dJ4,1e2.
  • 18. 13. (PUC-SP)ED r€Ìaçãoao €squeM dterioli os vasosindicâdospoÍ l,2.3 e4 ftìnspoÍar, res- !@livmentei súgue: a)venoso,venoso,aneriâlèdterial. b) aíerial, vênoso.aÍle.ial evenoso. c) arlèriâI,â.tdiâ1.venosoeveÌoso. d) lenoso.aÍeíal. ãterial ev6Doso. e)v€noso.aÍeriaÌ. venosoeartêrial. 14. (Fuv€st-SP)O esquem reprcsentaum coÍe Ìon gitudiDaldo coFçãodem nmÍfero. O sânguo quedeixâo vêntrículodireno(VD) €o quedeixa o venh.ículoesquerdo(VE) seguhão.Íespectiva- u. (UFRS)Quâtrdoo coraçãoboÌnbeiasangE com todââlôrça: â)asaíériãs sedistendememvirtude.laprêssão. b) asveis secontraem. c) âpressãoârúerialémJnira. d) €leencontrâ+eemdiáíole. e)o fluxo sdgúDeo dininui. B. QUESTÕES DISCIJ'RSIVAS r8, (FuvesGSP)CancterizeapaÍelhocjrculatóno âbertoe apâreÌhocnolatódo fêchado.Dê um èxemplodecadâ. a)auícDÌadireilâ eaurículaesquerda. b) veiacàvaeaÍtéiiâpulmonú. cl venbículoesquerdoelulnões. d) pülnões eartériââorta. e)pulnõ€s eventrícuìodiroito. 15. (U. F. Fluminense-RJ)No âprìrclhocirculãtórìo, asftocasgâsosãsênre o sang a)Ìênulas. c) aíedolas. b) câpilms. d) linfáticos. 19. (PUc SP) o es AE quena ao lado é rcferelreaocora çãodeum mamí iero. 16. (Cesgrmio) No coÍaçãoh'jlfuo, âsválnlas tri cúspideemit d slão l@tiada, Êspetivmúte: a) enlreo átÍio esquerdoeo ventículo esquerdo ee!Ìre o á1riodiÌeito eo ventrÍculodircito. b) entr€oáaiodircito eoátrio€squerdoeentreo yentículodireito eo ventículo esq@.do. c) enlrea âr1értuaortae o ventículo esquddoe entreaaíéria lulmonú eo vent ículodireito. d) entreo átÍio diftito eo venlícÌúo direiio een t|e ô átio esquddoe o ventÍícuÌoesquerdo. e) entreo átrio direito e a veia cÀvasuperiore €nt|eo átrìodircito e aveiacavaiDferior, a) Quenúmercsi.dicaÌn aÍériaseveias? b) Quenúneros indicam vr$ospor ondecircu- Ìâms'tngueârterialesãnguevenoso? c) QuenúÌne'osindicm vâsosquepaúciprm da cncuhçãopulmoM edacirculaçãosislêmìcã? Z). (Fuvest'SP)Na linguagemcomnmé freqúenre dizer que as aÍérìas caregam sanguearterial (rico en onsênio) e âs v€iascresm saDsue vcnoso(pobrcemoxigênio).Essacaracte.ização éválidapdmquaÌqüervasosangúíneodeumma- mífero?Justifiquoaresposta. 2r. Guvesr-sP)Quâl o cmiúo percorido por um glóbulovermelhodesdeo venÌrícDÌodjreitoatéo átrioesqueldodeìm namífelo? 22. (U. F.tÌberlândia-Mc)DesrevãouèsquemÍia â Fquenaeagmde cirolaçãonaesp*ie hu'ba. 23. (FuvesrsP) Explique,em ünhaseerais,comoé constltuídonoso sistemaÌinfáncoequaÌsuafun çãoDooredisDo- l. DoençÀscono adterioscleroseprovocd endu ecime.to e perdade elaslicidadedasaÍérias. If,vüdo emcontâo papeÌdd artériasnamanu tençãodapressãosd8üínea,o quevocêpoderia dizerarcspeitodasprcsõ€s sistóÌicaediastóìica en ún indivídúôquesofredeàneúôsclercse? 2. Quelanrasen (ou vâúLagens)a!ÈseúrâaciÍcula çãodupla,onlleta, comoadosmmíiqos. sobre acircuÌaçãoencontradaemaDfibios?Discuta. 3. Ura dÀsprjnci!ãis tunçõesdosistemâlinfátlcÕé â d.ènagemdo flüido sdgüineo exlrâvasadodos capìlms. A etefúlíâle é umadoençapúNitÍia causâdapú umveme quobÌoqueiaeprejudicaos vasosegtu8ìiosÌinJáticos,obst$indo-os.Emge raÌ.o veúe âlojÈ-sems menbrcsinfèriorcs,que selomm inchadÒse deformdos, lembrandoa palade um elefmte.ComovocêexpÌicüia esse inchaço,coú@endoo locâldapârâsìtoseeâfun- çaodo sjstem linfátio noorgdisno? 375