31.1 Comoasplantassenutrem
A rnrrição d$ plântâsé âutotróticâ, nisso
dilerindo dâ nutÌiçãoânimâI..Ìueó heterotróff-
câ.Enquantoosânimâisoblên âlimcntocomen-
do outrossereslivos. âs plantrìslìbÌicaÌn eÌâs
mesmasamatéÌiaorgânicaqueÌhesservede aÌi-
menlo.ParâìssoutiÌìzân gáscârbônicoplove-
nientedo ar e águâe sâìsninerais Íeliradosdo
soÌo.(Fis.31.1)
figurc 3l.l As plontossõô orgonismosoulólrotos.
EldssÌnrelìzofriôdosos subs|ônciosôÍgônicosdè que
nêce$iiomo podn de ógud (l-lzo),soìsúinêrÕìs,gós
corbônico(COJ ê ênergidllinirosd
No séculoXVII o lìsiólogobelgaJean-Bâp
tìsrc!m HeÌmontinvestigoua nutriçãodâsplân
Lâsporlneio deuÌn expcrnrìentosimples.PÌântou
umâscmenteem um vxsoqueconrìnhâ90,9qri
log.ânÌasdc soÌoe. 5 rnos maistaÍde,pesandoâ
plânlâe o soloÌestântcno vaso,Helmonrverilì
couqre âplanlagendâ Ìrelasementepesava76,8
qullogÌanìase o soÌo,34.1quilograÌnas,ou sejâ.
h.ìvì.ìdìmhuído 5ó.8 quilogranìas.A corcÌusão
Ioi de que cercr de 56.8 qujlograÌnâsda plânÌâ
erànrpÍovenientesdesubstânciasdo soÌoe qneos
20 qrihgÌanâs Ìcst.ìntesde,ìamserpÌovcnicntcs
úì águâcolnqueo vâsoe|aregrdo.
Um sécuÌorÌais târdeotisiólogo ingÌôsSre
phenH.ìlessugenüqueas plantâs,âlóm do que
fctiì{vam do solo, âÌiÌnentaìâm sc prìncral
ììente dc subslâúciâspresentesno u.
31.2 O solocomofonte
denutrientes
HoJelabeìnosqueasplânta!retiraìì do solo
apenaságua,saÌsminerâisc gís oxigênioneces-
sárìoàrespìraçãodÂsraízcs.Unla plantapodese
desenvolveÌnorÌnalmentenr au!êncìado soÌo,
desdeque sejamadjcionâdosceftos saìsmine,
raisà águâqüetheé fornecidâ.Os sris ììnÌerais
contêmeleìnentosquílnìcosesscnciâisâodesen
volvimentoda planta.
Componentesinorgânicosdosolo
O soÌo se forma pelâ decomposiçãode ro-
chas. càusadatanto poÌ fatoresfïsicos quanto
peÌaaçãode organisnosvivos. As caÌacterísti-
casde cadasolodependemdostiposde rochâa
partir dos quaìs sefbrmâÍam.
AÌéÌn dâcoììposiçãoquímica.ossoÌosdifc
rem trmbóm quântoâo lâmânhodâspâÌtículàs
que os compõeìì. PâÌtícul.ìsgrxÌdes, con1diâ
meÌro entl€ 2 e 0.02 milínetÌos, sãogeneÌicâ'
mentechâmâdâsde âreiãs;pâÌtículâsde tâmâ'
nhomédio.com diâmetroeDtre0.02c 0,002ni
límeúo. são chrmâdâsde siltesi pa.tículâspe-
quenâs,coÌndiâmelronrenorquc0.002nilíÌne
tro, sãochâmâdâsde argilàs. As pârlícuÌâsde
argìla,portercmcâÌgânegâtivâ.âtrâemíonsmi
nerâiscom c!Ìgrì posilìvâ.evitândoqueelesse
jaln Ìavâdosdo solopelâságüâsdâschuvâs.
SoÌosboDspâ.ââ âgncukuntêm âprcxima
dâmcnlc40q. de areia,409. de siìte e 207. de
argìla.SoÌosmuito arenososretênpouca ágür e
saisninerâi!. Soìosmuito aÌgìlosos.por sui vez.
tendema tornar se müito compactos.o qüe di
ninui osespaçosentreis pâÍículas.oÌde seacu
nrú rgrr noÍ!0
Aproximadamente30 a 608 do volume do
soloconelpondeaosespaçosexistentesentreas
pârtícuÌâsque o constituem.Essesespaçossão
preÈnchidosporíguae ar.quepodemserutili,
zâdospeÌâsÌaízesdaspÌântas.
Componentesorgânicosdo solo
O solocontéìÌ ceÍa quânridâdede subsrân
ciasorgânicâsprcvenientesdâdccomposiçãode
cêdáveresdeplantase ânÌmâis.A decoÌÌposìção
origina o húmus, formâdopor ulÌâ misturâde
soloe matériaorgânicapârciâÌmcntcdcgrâdada.
Coìì a decomposiçãodos câdáveres,Ínincrâjs
queconstituíâìÌâmaiaia orgânicâsãolibcrados
oÌgrrnlrodoio o
Os solos gcrâlmenÌe são hâbilâdos por üma
comuni.ladc vivà conplexa, formâda por bâcló
Ìi.rs. algà. protozoírios. fungos, venÍìes, insclos,
plantÀsc ânnnâis.UìÌa únìcâcoÌheÍ dechádesolo
agÌicultíveÌ conlérn nìilhões de orgânismosvivos.
A atividâdc dessesseresconiÌibui pârâmelhorâÌ â
.Ìuâlidâdedo solopâÌa aagricuÌturâ.(Fig. 31.2)
As bactéfjase os 1ìngos sãofundamenrais
no processo de deconposjção de cadáveres,
atuandosobreo húnìuse libcrândomineraises
senciairâo deselvolvinenÌo dâspÌântâs.Algu
mas espéciesdê bâctériassão"âlém disso,fün
damentaispàraâ ocorência do ciclo do nitrogê
nio, um elementoquímicoindispensávelâ qual
Figurô 31.2 O
645
Miconìzas
Inúmerâsplantâs,ertre elasasoÍquídease
asgrândesáÌrores,possuemtungosassociados
àssuâs.aízesforÌnandomicorÌizâs (do grego
nyket, fúgo, eúin,Íaiz).
Há dois tìposde micorÍizas:endótrofas e
exótmfas. MicorrizâsendótÍofas(do gregoet
dos,dentro.e ÍropáoqnutÍìção)sãoaquelasem
queashifasdosfungosvivemdentrodascélulâs
do parênquimaÍadicuÌâÌ.JáâsmicoÍÌizâsexó-
hofas (do gÌego exor,fom) envolvernextema
ÍnenteaÌaiz epenetÌâmnosespâçosentreoste
cidos.AcÍedita-sequeostungosdasmicoÌrizas,
decompondosubstâncìâsoÍgânicasdenúoou
bemjunto àpnípriâÌaiz, fâciliternaabsorçãode
nutrientesmineraispeÌâplanta.Esta,porsuavez,
forneceaotungomorâdiâe substânciasorgâni
casproduzidasnâfotossíntese.(Fig. 3I .3)
Nem sempÍeé Íãcil, poréÌ& identificâÌ os
sìntomâscausadospeÌâdeficiênciânuúcionâl
dealgumelemento.Oscientistasachamqueou-
iÍos eÌementosessencìâisaindapodemseriden,
tiúcados,pois,seumeÌementoérequisitadoeÍn
dosesmuito pequenas,torna-sequaseìmpossí
vel controlaÌ suatotal ausêncìanascondições
experimentais.Por exemplo.um eÌementoquí
micoessenciaÌpoderia,digamos,serumcontâ
minântehâbituaÌdaáguausadâno exp€rìmento
ou âcompanharsemprôos outos minerâisqìre
precìsamosâdicionaÌpüa queapÌantâsedesen
voÌva.Nessecaso,concìuiríamosqueo eÌemen
to nAoé essenciâl,mâsestaríâmoserrândo.por
quenãopudemos,devidoa Ìimitaçõêstécnicas
experimentâis,privâÌ aplantârotâlmentedoele,
Hádezesseiselementosquímicosessenciais
àsplantasjáidentificadospeloscientisras.Des-
ses,novesãoÌ€queridosemquantidadesrelati-
vamentegrandes,sendopor isso denominados
mâcronutrientes.OsseteÍestantessãonecessá-
rìos emquantidâdesmxito pequenas,sendopor
issodenominadosmicronutrientes.(Tab.31.1)
Tobelo3l.l Elementosessencioisoodêsênvolvimen,
CaÌbono,oxigênio,hidrogênio.nitrogênio,
enxofree fósforosãoreqüeridosem srandes
quantidadesporseremosprìncipaisingredientes
dâsmoléculasorgânicas.O cálcio.alémdeou-
trasfunçõesinportantesnâregulaçãodo me&l-
bolismodacélula.tambémentranaconsÌituiçao
dâlamelamédia.Opotássioéo principalreguÌâ-
dordapressãoosmóticâdascélulasdasplântas.
Onasnésioéumconponentebásicodaclorofì-
la e tambématuacomoco-fâtordediversasen-
zimas.Os úicronutrìentesatuâmgeralmenÌe
apenascomoco fatoresdeenzimas.
tigurc 3ì.3 Fotomicrogrcfiooo mKrcÍópio ópiko
de corÌêkonsvero{de oz de orqurdmmosirondo
tunso5{ponrosnesrcrlnointeriordo5céluloscodicoi5.
Essodssdioçôoée$sên.iolòsobrwivênciodo orqui'
deae seerohelecêoindono ÍGe êmbrionóriodo
plonlq.Sementerdeorquíde nôo-inÍecrodospelofun
gô nõogeminom-
31,3Nutrientesinorgânicos
essencla$
Macronutrientes emicronutrientes
Umelementoquímicoéconsideradoumnu-
triente essencialquandosuapÌesençaé indis-
pensáveÌâodesenvolvimentonormaldaplanta.
Parasedeterminarseuú elemenroé essencìal
ou não,deve-seprivrÌ experimentalmenteuma
plantado eìementoeâcompânhâÌseudesenvol-
vimento.SeestefornormâI,issosignificâqueo
elementonãoéessenciâl-
646
JúocMuhiilio! Micronutienrr
corbono(c) FerolFe)
Hid@sênio(Hl Borc(B)
oxigônio(o) MqnsonêslMn)
Nihosêôio(N) Cobre(cul
Fó$bro{Pl Molibdênio(Mb)
Poró$io(K) cloro(cll
Ènrore {òJ Lt^<otLnt
cólcìolcol
Mosnésio(Ms)
Além dosnutrientesessenciaismenciona-
dos, algumâsplantasnecessitamde eÌementos
âdicionais.CeÍas plantaslitoúneas,poÍ exem-
plo,necessitâmdesódioparasedesenvolvernoÍ-
malmente.
DeÍiciêncianutricional
us srDtonÌascausâdospeLaÌaltaoeun ele-
mentoquímicodependemdâtungãoqueelede-
semp€úanoorganismodâpÌânta.A deficiêncja
demagnésio,por exeÌÌplo, fâz com que asfo-
thasfiqüemamâreladas,emviíude daquedana
produçãode clorofila,moléculaque contém
mâgnésioemsuaconstituição.
Agricultorcsexperientesdescobremdefi-
ciênciâsdenutrìentesemsuasplântâçõ€speÌos
sinlomâsapresentadospelasplantas.O diagnós-
lico podeserconfìrmadoatravésdaanáÌisequí
Ai d€fi.ièn.iânumcionJispodemseÍcom.
gidâsadicionando-seaosolooelementoemfâÌta
O' probleÍnâmâi.comun.'àocau.ado'porde-
ficiênciâsdenitÌogênio,fósfoÌoepotássio.
Adubosou fertilizantes
A monee a decomposiçáodo' 'ere.
ivoc
deumambientenatuÍal,comoumcampoouLÌma
noresta,deolreâo.oìoo elemenlosreúrados
pelasplantas.lssopossibìÌitâaconstanterecicÌ&
gemdoselementosqüímicos.
EmumcâmpodecultiYo,poÌém,a situação
édiferenÌe.Açpranlas.io removidas.inleirasor
em paÍe, e utilizadascomoaÌimentopeÌoho
memouporanimaisdonésticos.Comis,soo soÌo
vâigradâiìvamenteempobrecendoemeÌemenÌos
qurmi(ore*enciâi.Paraqueo rolonio 'e es-
gote,tomândo-seìnâdequadoà agÍcuìturâ,os
elemenro.p€Ídido.deem'er rcpo'ro.periodi-
câmenÌepeldâdiçàodecompoïo' rico' emele-
menÍoses'enciàs.L'es compo'ro(.dodenomi-
nâdo.âdubosou ferlilizâDles.e podem'er de
doistipos:orgânicose inorgânicos.
AdrìbosoÍgâücos
Os âdubosorgánicossàocon.liruído'por
restosoupaÌ1esdeanimaisoudeplantas.Fezes
deânimâi..fâíúd depeieeÍari$hâde'ojâ.ào
âìgun.eempìo'.A medrdaqueüo decompos-
tosp€losorgânismosdosoÌo,osâdubosorgâni-
cosvão libeÌaDdoeÌementosessenciaisaoffes-
cimentodâspÌântas.
Mútos agdcultoÍesâdubamo soÌocultivan-
doplantasleguminosasedeixandoasâpodrecer
nocampo.As plântasleguminosas,porviverem
emassociaçãocombactériasquefixam nìtrogê-
nio diÌetamentedo aÌ, incorporamquantidâdes
elevâdasdesseeÌementoquímico. A ntilizâção
de leguminosascomoaduboé conhecidâcorno
adübâçãoverde.
Adubosinorgânicos
Adubos inorgânicossãocompostosprodu-
zidos industrialnente que contêmpelo menos
três elemenrosquímicosessenciais:nitrogênio
(N),fósforo(P)e potássio(K). (Fig.31.4)
?
Fisuro3ì.4 Foiodeembolosemdeoduboindudrioli
zodo.Asporcenlogensdecodoelementoquímìcocon
tiJôêmumÍêrlilìzônlôóstumomserindicodosnoem'
bologem.Porexomplo,umÊrtilizonlêrctulodôcomo
sislo"NPK10-12'8" conlêft10%dê nihogênlonofor
mode omôniooo nirrobs,I2% de Íósbrono Íormo
deÍosÍoiosê 8%dêpoir$io nofomq minêrol.
Impoíânciadaâdubaqão
A âdubação orgânicâ, âlém de fomecer Âo
solo elementosessenciâìs,dá a eÌe uÍÌa textura
que favoÍece a retenção de águâ. A âdubação
inorgânicâ, poÌ suavez, possibiÌita câlcüìar exa-
ramente que quântidâdes de diferentes eÌemen-
ros foram fomecidâs àsplantas. lsso é importan-
te, pois aconcentraçãoÍelativa decadâeÌemento
tem influência no tipo de cÍescimento da pÌanta.
Por exemplo, o fomecimento de âltas doses de
nitrogênio estimulâ um cÌescimenlo vegetâtivo
647
vigoÌoso, com produçãode muitasfolhas, em
deÍrimenrodr repÍoduçáo.A5sim.e inlere,san|-e
lomecerbaslanletuúogèniopâraumaculruÍade
alla.e.poÍe(emplo.cujoprodüroeploradoco-
meíciâìmenreea lo[ìa.JâemumaculuradeLo
mates,ondeo produtoexploradoéo fruto,deve.
sereduzira quanúdâdedenitrogênio.
Muitâçpe.oa,rorulamde Dáo-nâruÍâito
âlimentosproduzidosem solos âdubâdoscom
feúilizantesinoÌgânicos,defendendoumaadÈ
baçãopuramenteoÌgânica.Essavìsão,porém,
cârecedefundâmentosepensarmosqueoseÌe
menlosquímicotomecidospelosdoìrúporde
fertilizantessãoidênticos;nãoháqualqueÌdife.
Íencaentreo nirrogèniodeumâduboquímicoe
odo estrumedaffa. A ongemdes,âideiapode
eslarligadâa conÍuìàoqueselâ7enlreferÌjli-
zanteseâgrotóxicosiestesusadospaÌacombater
prrgaçqueâtacama5planrâ.o âgÌotóricos.de
Íaro.podem5erprejudicrarsà çaúde.pÍincipal-
mentesenãoforemaplicadoscoÌretamente.
AnÌlortânciadopHdosoÌo
A e6ciènciâda adubaçàoestádiretâmenle
Ìigadêaogrâudeacidezdo solo.AntesdeâpÌi-
câro( ÍeniU/ante5.o âgÌicuhordevedererminâr
o pH do çolo.corÍjgindo-o.senecessáno.Ser.
soloé ácido,deve-seadicionarcalcário(carbo-
nalodecálcioìparacorrigi-lo.Seé âlcalino.a
correçãoé feitapelaadiçãodesulfatosdesódio
O pH teln influênciadiretasobrca capaci-
dadede absorçãodosdiferenteselementosquí-
micospelaplanta.Mesmoqueo solocontenha
todososelementosessenciâis,âsplantâspodem
deixff de abso er um ou outro deles.seb pH
10Íinadequado.PorexempÌo,emumsolodepH
8 apÌantaconsegueabsorvercálcio,masé incâ-
pâzdeabsorverfer1o.
Ìnjgaçao
Um fatoÍ fundâmentalparao crescìmento
dasplantasé â disponibilidadedeáguano solo.
MuitâsregiõesdeséÍticas,âpesaÌdeteÍ soloféÌ-
til. sobo pontodevistade suâcomposiçãomi-
neral,sâopobresem vegetagãoporquefalta
água.Issoó evìdentenasregiõesdesérticasque
setomarâmâÌtâmenteprodutivaspormeiodâiÍ,
rigaçãoâÍtificid.(Fis.31.5)
648
tiguro 3ì.5 Plon|oçõode melõoirigodo orìificiol-
mênleêmregiõoóridodo Nodes|ehrGibiro(Mos-
soró,RN).Assimcomoesil, djwrcos rêqiõesdesórri-
cosdo Nordêd,eSrosileircêsrôoprcduzi;do Íru|osde
qceleniequdlidõdêgroçosoo, prccesssde nrigo
çõoodìliciol.
Fixaçãode nitrogênio
O nitrogênioé ümelementocujalalra acâr-
retalimìtaçãodÍásticado crescimentodâspÌan
tas.OnitÍogênioécomponentefundamentâldâs
pÍoteínâs,dos ácìdosnucÌéicose de váÌiâsou
tÌas molécuÌâsorgânicasfundamenraisà arqui
teturâeâofuncionamenrodâscélulas.
Épara<loxaÌqueosseresvivospossamapÍe
sentmdeficiênciadenirogênio quandoesseêle
mentoquímicoé o nais âbundanredâarmosfe-
Ía. O nihogênioatmosférico,no enranro,encon-
trâ-senafoÌmadegásnitÌogêúo (), quenãoé
utilizávelpelasplantas.Estassomenreconse-
guemutilizâr nitrogênionasformasde íons
amônio (NH) ou deíons nitrafo (NO;). Esses
doisíonssãoproduzidosâpaÍrir doN1por ação
dediveísostiposdebâctáiaspíesenresno solo.
Bactúiâslìx{donsdenil$gênio
Existembactáias no soÌocapazesderans-
forrÌar sásnitrogênio(N,) emaÌnônia(NH.). A
amôniacombina-secomíonshidÍogênio.tÌans-
formando-seno íon positivo âmônio(NH;), fâ-
cilmenteabsorvidopeÌasplantâs.Por.etirarem
nitrogêniodo ar,"fixando-o" emmoléculasque
aspÌantasâbsoÍvem,essasbâctériassãochâma-
dâsbâctériasíixadoÌâs denitrogênio.
Outrâsbactériâs,chamadasgeneÌicamente
bactéÌiâs nitÌificântes, transfonnamo amônio
emnitrato(NO), queé amaisimpoÍrantefonte
denilÌogênioparaasplantas.(Fig.31.6)
I
5
.::':
NHI
,*,t-
:r nÍnÍi<oniês
? ^.3*
BocÉrios It
omonificonta .y't
ïsìr,:E
# NO:
" rNir-tt
:,4
,,-r,..t:.,,.-:,..:-t,:t,,ì,:,...r-.r:.::..t:,-t::.:r:..:r
-._::.1..:.:ra
Figurc3l.ó Repe"-11ôdo esqJemólcoÕeprocê'so'oueo.o""r t soloe ouele"omo prodrcoode ors
"t'oro lNO,ì qJ-o. ponrosr_irzomBo(léosÍiodo05I ol bmo^ 9ó'li_íogeno{Nle- or.omo'io
{NHiJ.BocreriosomoniÍicqntêsdtrompõêmreslosde motéridorgônico,PrÒduzindoíonsomôniô.Bociérios
ninfkônteshonslormomomônioemiihoìos
Ìegião.porexemplo,müi1osâgricuÌtoÌespÌantaìì
feijáo.quercs1âuÌanosotoo nitrogènioconsu
midopelacuìtuâanterior.
Figúro3]17 Osnód!ospresenlesnosroízesdeplon_
iosleauminosossõocÕusqdospeo invosõôdoscélu-
osveóetolsporbociériosdogè""," Rhitubiún.A rc'
loçõoentreo bocrerioe o plôito lroz beneÍcloso
ombos,consiiiuindoumexempodêmuluolismo.
ÌrliL.i(,Ll.Ljilr'{ì!,1ìo]Úihxr(:riô.rLfÌ,riii]
Plantasda famí1iadâsleguminosas,como o
Íèijão, â soja.a alfafâ. o âÌnendoime!c.,fixânì
nìtogênio graçasà ição de bacléÌiasdo gêDeÌo
Ràizoóium.quevivem no inleÍìordascéluìâsdâs
râízes.As bactédâsinduzemascéÌuÌasase ÌÌul-
tipÌicar,o quedá origemâ nódulos. (Fig. 31.7)
As bâctérìâsdos nódulosâbsorvemgásni
trogôniodo :Ì. tranúoÌmandoo crÌ compostos
nitrogenâdos,que sãoaproleitidos peÌâpÌân!a.
Por suâ vez, âs pÌantasforneccm às bactérias,
âlém de âbrigoem suascélulâs,subsúnciasor
gânicâsproduzidasnâfotossíntese.
EìÌ condiçõesfavoráleis. a produção de
composto!nitrogenâdospela! bâctéÌiâsdosnó'
duÌos das Bizes ó Ìão gÍandeque pâÌte desses
compostosdifundesepaÍao solo.fenilizândo-o.
PoÌ isso celtos agÌicxÌÌores costumam pÌânÌar 3Ì-
ternadamentecüÌturâsde plantasnão legumino-
sft e Iegrnjnosâs,processoconhecidocomoro-
tâção de culttrrâs.Apó6 cultivarmilho em uma
649
Produçãod6gáaoxlgênlonefot$síntês€
?
A produçãode gásoxigènjono proc€ssodê fotosEíntes6podesêrfa-
cilmentêd€monslradâem umêxperimentocomâ plantaâquállcaE/od€a,
Colocâ-sêumacenaquantldadedê€mosdêssaplântaámumrêciDi6n-
ìe dê vidrc,contendoáguacombtcarbonatod€sódionaproporçãodê à co-
lherêsdêsopaporlltro.O bicaòonetotêmporfunçãoâumêntarà concentra-
çãodêgáscaúônlconaágua,o quêê6timulao procêssod€fotossÍniesê.
Dentrcda águaas plântassáo cobênascom um funildê vidro.ot/ê
deveÍicar totalm€nlôsubmêrso,SobÍ6o blcodo lunité êmborcadoüm
tubodô €nsalocheiodoágriâ.
Ouandoo conjuntoé ilumlnadocom luz intênsa,a plantacomêoaa
sollarpequ€nasboìhaad6 gásoxtgênio,qu6vãosê acumularnotubõde
ên6aio.A lib€raçãodêgásoxigôntopoderás6rcornprovedâr€tirando-sêo
tubodeênaaiocomcuidâdo,paraêvltara Éaídadogásacumuladoemseu
intêflor,e introduzlndonêlêa brasadê rimpalitodóíósforo.Na pí6sencê
d6 gásoxigánio,a brasase reaviva,
Conauno d€ 9á6 carbônlcone ÍotoôaÍntê3e
Pode-s€dêmonstraro consumode gáscaÈônicoduranlêa fotossín-
têsê utilizandofolhasrecóm-r€titadâsd€ uma plantae uma solucãode
vêrmelhod€ cresol,quesôru€comoindicadord€ pH,
A soluçãodêvgmêlhod6cresolpossuicoloraçáorósêâ,Emaliascon_
cenlreçõesdo CO, (pH ácido),â sotuçãotofnâ-s6amârêla!e, em baixâs
concentraçõêsde CO, (pHbásico).toha-se roxa.O pH da sotuçãovârta
dê,acordocom a conc€ìtreçáode co, porque€ssêgás se dissotvena
sotuçaoe reâgecoma água,produzindoácidocarbônlco(H"co.).
Cênaquantldadeda soluçãoIndicadoradê vgrm€lhodeèí6s"olé colo_
câdanoÍundod€tubosdevidro,A6lolhassãoprêsasàs rclhasdostubos,
dê modoa licaremsusponÉas,semtocara soluçãodevêrmêlhod6crêsol
€ os tuboEsãov€dedoshêtmoticâmenlê.Algunslubossãocolocadosêm
umacalxaà provadê luz,ênquantooutrossãodôixados€xpostoEà luz,
Algumashorasâpó6o iníciodo €xpertmêôtoa soluçáodostubos€x-
postosàÌuz estarároxa,Indicando6l€vaçãodo pH,causadapêloconsu-
mod€ CO..A eoluçãodostubosmantidosnoêscurossta.áaíiìâÍêlâ,indi-
candodimlnulçãodo pH,provocadapeloaumentod6 CO, produztdopêta
respirâçâodasfolhas.
As plantasrespilamlanto no ambiênteiluminâdoquantono êscuro.
No ambienteilumlnado,porém,todoo gás carbôntcolib€redona r€sDtra-
çãoé utilizâdonãfotossíntêse.(Fig.O31,1-l)
Produçãóde amldo na Íotossínta6ê
A glicosêproduzidanafoÌosôínlê86é,empartê,transformadaemâm!
do o atmaz€nadanascélulasda Íolha,EsEaproduçáodê amidopodesêr
demonstradapor melodê um6xpêflmentolêlativamêôleslmplêg,
.O axpê m6nloconslsteem cobír pârciatmênt€rjmafotiìâdâ planta
conhocldâcomoflor d€ chagâsou câpuchtnho(Lopaêolum)comum pa-
pêlà provade luz.Apósêxpora plantaao sotporc€rcad62 dtes,â folha
parclalnentêcob€rta(experìmêntaì)o umâoutrafolhaqualquêr(conÍolê)
Êãoarancedâs,íeryidâs€málcool'e m6ígulhâdas€m umasoluçãoalco-
ólicadêiodo(lugot).O iodoreagecomo amidodasfothâsproduziiìdouma
col0€ção azul-affoxêada.
' Ârânçáo:Èrorüà noá.@t dryõe9rr.ìtà.m rooÍÊtroëtárÌe . náonâchànàpôÌ!o lBràrdáeubÊìanotà
t5u
"i
Apóso tratamenlocomo iodo,a folha-conÍoleÍicarálolalmenlêazul-
aíoxeada,mosÍandoa pÍesênçad€ amido.A íolhapaÍcialmentecob€da
dêsenvolvêrácor apenasna regiâoque Íicou€xpostaà luz. lssoocoÍre
porquena rêgiãoexpostaascélulascontinuâÍamâ Íâzêrlotossíntesee a
produziramido,enquanlonas parlescobertâsa íotossÍntêsêdêixoude
ocoírere o amidoexisÌentefoiconsumidosemserÍeposto,
FiguroQ3l.l-l Experi
menicquedomoníro o ob-
so4õoeoeliminoçõode
sôscoóônicopelosÍolhos.
Ìubos contendosoluçõode
vemelhode cresol,con e
sên loihqem seuinierior,
sôo hêÍìrêticomenbË€ho-
dose manlidosno clorce
no e*urc por ce.ÌoÍèmPo.
(AìSiluoçôôdo,tubosmon-
tidosnoescurô.{BlSiluoçõo
dostubosmonridosnõ luz.
Noteo mudonçodecordo
soluçõoindicodorode pH.
31.4 Fotossíntese
A grarÌdemaioriadosseresvivosdepende
diretaouìndiretamentedafotossíniese.O pro-
dutoprimáriodafoÌossínteseé a gÌicose,urn
âçúcarque,âlémdeserviÍcomofontedeêner
giâparaosprocessosvitais,podetâmbémser
convertidoem dive$os lipos de substânciâs
quêa plantautìliza.Hoje sesabequedurânte
o processofotossintéticopodemseÍproduzi
dasouúassubÍânciasaÌémdâglicose,como
aminoácidos,certosácidosgraxose alguns
ácidosorgânicos.Um fato interessênteé que
em condiçõesde âÌtâÌuminosidadeos cÌoro,
plastostendema formargrândesquantidades
de açúcares,mâs,em condiçõesde baixaÌu
rninosidade,aendemâ formaÌquântìdadesre-
lativamentegrândesdeaminoácidos.
Fatoresqueafetâma fotossíntese
A fotossínteseé afetadapoÌ diversoafato-
Íes,entreosquaissedestâcâma concentração
deCO, naârmosfera,a temperâfurâ e ainten,
sidadeIuminosa,
CfnccnrrçãodeCO.
O gáscarbônìcoconsriruiceÍcâde0,03%do
voÌumeda atmosferâ.EssaconcentÌaçãoé bem
inferioÌ àqueâplântâseriacâpazdeutilizar.Em
condìçô€sideâisdêÌuminosidadeedetempeÌaru-
râ, a Ìâxa de 1-otossínteseaumentapÌogressiva-
menteemfunçãodoaumentonaconcentraçãode
CO,noâr,âtéatingiÍcercade0,37ó.A partirdaí,
aumentosnaconcentíaçãodeCO,deixamdepro-
duziÌâumentoconelatonâtââ deforossíntese.
No ambientenatuml,emcondiçõesideâisde
luminosidadee detempeÍatura,a plantasónão
realizaatâxamáximadefotossínreseporquenão
há gáscârbônicosuficientena atmosfela.Diz-
se,então,queo CO,esú âtuândocomofâfor li-
mitânte doprocessodefotossíntese.
TemÈLàluÌr
A fotossínteseé umprocessodo quâtpaÌ,
ticipammuitasenzimas.Conseqüentemente,
sofÌeforteinfluênciada temperatura.Plântas
mântidasemcondiçõesideaisde luminosidâ-
deeconcentrâçãodegáscarbônicoaumentam
651
a taxa de lìt{)ssínteseà nìedid{ que rumenta r
ternperatur{ânbìertal. ató ccÍca de 15"c.
Tenrperâturas âcnna deise btÌite provocaìÌ
dríliica fcduçao não só d{ fotossíntesecomo
taÌnbénìdâ nrrioÍi:ì das reaçõcsvitais. ì!so
ocoffe porqtrers cnziÌnassàodc$râl Írdas eÌr
ÌemperaÌura!erevroâs.
planta! 1!mbéÌÌìrcsfirarn duranteo dir. mrs o
gásca.bônicopfodüzidonenrchegâa scrlìbera-
do p,Ìrar .ìhosfèrâ. sendoinìediatanrcnteulili
zâdo nr tbtossíìtesc.O gás oxigônio de que a
pÌ3ntaDccessriaparnresprmf.por sur !cz. taÌÌì-
bénìor)róìn di.etamentedatotossíntesc.
,100 50c ó00 1aa
Coìprmenfodôondod. u,1iìì)
FiSUro31.9 À corofilo pÌesenleios clÒrcposiosob_
mrye luz ozul e vsme ho, refleiindoos dêmoiscom
primenbsdeondo.OgróÍico.opodêinÍeriordoius
tÍoçõo é chomodoêspecÍôde obsorçaodo c oroÍiloe
mostroo perfi de obsorçõode rz peo d","Íll" ..
diÍereniescohprimenio5de ondo
Em condiçõe!idcâisde temper{turrìe con'
ccntÍaçaode gáscarba)nìco,a taxade folossínle'
sc ruÌnentâprogressivânenteenrfuÌção do au-
nrcntode Ìunìinosidrdc.O laÌor de intcnsid:ìde
luìnìnosâa partìr do .Ìuâl a tâxade fotGsíntese
dcixade aumentafé.hânÌrdo porto de sâturâ-
ção luÌninosâ.(Fìg.3l.8)
LuzcsdecoresdiferclLcs,ou seja.coÌndifeÊn-
tes comÌìimentos de ondr, inllnenciãnì difcÌúte-
ÌnenLco pÍocessofìrÌossiìÌtótico.A cÌorofila absoÍle
ìì{is eficicntementeoscoìnprineìÌtos de ondlì cor-
|esÌÌìÌdcDtcsâoâzuÌ.aovr)lctâ câovelnìelho cpÍâ
ti.aììcDtcnãoâbsone1u7ve c.(Fìg.3Ì.9)
31.5 Respirâção
As plaÌtas.conìoa majoriadosseÌesj!os.
respiranÌ.A rcstn.ìçãoé um pn)ccssopelo qnâl
ascéluÌasextr cìÌ energiade ììolócul.ìsorgâni
cas.Nè respifução,nìoÌécuÌ.t!ofgâDjcasreagem
coln molécula!de g:isorigènìo. origin.ìndogá!
DuÍanteo dia a planlì executaa folossínte-
sc,consuÍìindogáscarbônicoe pfodunrdo gás
oxigêÌtjo,que é elinÌmrdo paraa atnDslcÍ4.As
ii;9ü'.:11.8(AìIntluên
cio do umlnosidodeso
breo raxodeÍôbsslnlêse
de umo plonto.Alé o
ponroindicodo(PSL,pon
todesotu.oçõoluminoso)
o Íob$inlêsenôoé mÕio.
porqueo iniensidodede
luzeíó limiiondoo pro
c-*so (BJInfluênciodo
remperoturosobreo lÒxo
de iolossinlesede umo
pÕntoemìnteisidodêlu_
mlnosao io (curvoem
ozul)e boixo (cuwoem
652
Gì
n
É
I.€
9
E
Durânteâ noite a plântadeixade fâ-
zer fbÌossíntese,masnãode respìrâÌ. Nes'
seperíodo, eÌâ absorvegásoxigênio do âÌ
e eliminâ o gás caÌbônico produzido nâ
respiÌação.
Pontode compensação
luminosa
A rcspiraçãoe afotossírÌtesesão,em
últimaanálise,pÌocessosinversos.Na
respirêçáo.moléculasorsânicasreâgeÌn
comgásoxisêniopÌoduzindogríscaÌbô-
nicoeágua.Nafotossíntese,molúülas de
sá, carbônicoedeásra reagempaÌapro-
duzirmoléculasorsânicasegásoxisênio.
(Fis.3l.l0) figurc 31.10 Rêpresenlôçõoesquemóti@do rêloçõôenlrc
retpnoçóocelulor. foto*rnreseer Lmoplollo A .êspi'o
cdodo,e nÕin€.iordosmitocóndos,'ibeÍoldoenêrgio
ddsmoléculosorgônicos,o quolêormozenodoemmdeu
Em determinadaintensidadeluÌninosa.as
tâxasdefotossíntesee derespiÌaçãoseequiva-
lem.Todoo gásoxigêniolibeÉdo nafotossínte-
seéutilìzadonarespiraçáoetodoo gáscarbôú-
co produzidonarespiÌaçãoé utilizadonafotos
síntese.A intensidadeluminosaerÌ queisso
oconeéo ponto decompensâçãoluminosâou
ponto decomp€Ísâçãofótico.
Umaplantâ,paÌâcrescerpÍecisarcâlìzaÍÌnais
tbtossíntesequerespiração,câsoconirárionãopo-
deráacumuÌaÌÍìâtériaorgânìcâ.Asplantasneces-
sitamrccebeÌ,porúnto,ìntensidâdedeÌuzsuperior
àdeseupontodecompensâçãofótico.
Pl ìituder,lJrr.DitrdÈ,ìrÌr
Opontodecompensaçãofótico varianasdi-
ÍèÌentesespéciesdeplantas.Espéciescompon-
tos de compensaçãofóticoselevadossóconse-
guemviver emÌocaisdeâltaluminosidade.São
poÍ issochamadasplãntâs de sol ou helióffIâs
(dogÌegoneÌios,soÌ,eptr-Ios,arnigo).Espécies
com pontodecompensâçãofótico baixo neces-
sitâmdeìntensidâdesmenoresdeluzevìvernem
âmbientessombreados.SãochamadâspÌantâs
de sombÌâ ou umbrófiIâs (do 1aÍimunbn,
..i
ENERGIA"T'.:.r':
'ï,"/
A determinaçãodo pontode compensaçâofólicode umaplantalam-
bémpodeseríeiìaulilizandoo vermelhode cresolcomoindicadoÍde pH,
Coloca'seumacertaquanlidadeda soluçãodevermelhode cresolemâl-
gunslubosdêvidro.Emcadaumdostubosé colocadaumaíolhapêndura-
da narolhaeíeitaumavedaçãohermética.Ostubossão,ênlão,colocados
a difêÍentesdistânciasdê umafontedê luz,de modoa êxpoíasÍolhasa
diversâsintensidadesluminosas.
Apósâlgumtempose veriÍicaque a colorâçãoda soluçãotornou-sê
arroxeadânoslubosmaispíóximosàÍonle deluz,ondeincidemaiorintên-
sidadeluminosaihouvediminuiçãodaconcenìfaçãode CO,dêvidaà taxa
deíotossíntesetersidomaìorquea taxade fespiÍação.Esseslubosrece-
bêram,portanlo,intensidadeluminosamaiorquea dopontodêcompensa-
çãolótico.
653
Nostubosmaisdistantesdafontede lLlzâ soluçãodecresolloÍno(]_se
amarelaihouve,portanlo,aumeniodâ concentÍaçãode co,, o queindca
taxasde respiraaãomaioresqueas defoìossíntêse.EssestubosÍecebe-
ram,ponanto,inlensidadedeluzÍÌìenoÍqueâ do ponlodecompensação
Nostubosondeâ soluçãopermaneceuÍósea,nâohouvevariaçãona
concentraçáode CO,,o que ndicâequilíbrioenÍe íotossíntesee respira_
cão,A lntensidadeluminosar€ceÌrda poÍessesluboscoÍresponde,por-
tanto,aoponlodecompensaçáoJóÌicodaplanlaemestudo.(Fg-Q31.2-1)
A intensidâdelumnosados locaisondeÍofarncolocadosos diveÍsos
lubospodesermedidacomumloiômêtro,q!e detefminarácomprecsãoâ
niensidadede luz correspondenteao poniods compensaçãodâ p anta
FiguroQ31.2_l EÌperimentoporôdemonsiroçõôdo poriodecompensoçôofóiicodewo plonto
31,6 Fotorrespiração,
plantâsCreplantâsC4
Ciclodaspentoses
O gáscarbônicoabsoFido do âr atmosféri
co pelasplaììtâsé utÌÌizadoná sínlesede molé-
culasde açúcrres.EssasínÈseocoÌÌe eìn umr
seqúênciade reaçõesconhecida.omo ciclo dâs
pentosesou ciclo d€ Câtvin-Renson, enì ho
menageÌnaos pesquisadoresque elucidaramr
maloÌ panede suasenpas.
No decoüer do cìclo das peDbses,hidrogê'
nios proÌenientes dàquebrade molécuÌâsde ágüa
e capturadospelo NADP. formandoNADPH,.
654
junlrmenteconrATPpÌovenientedasre4çõesde
fotofosforilação,sãouliÌizâdospâraÉduzif mo
lécul.ìsde COl r molécüÌâsde âçúcar.
O açúcarproduzidono ciclo dâspentosesé
umâ moléculacoìn trêsátoìnosdc caÌbonode
nominadâ glicerâldeído 3-fosfâto. Posterior
menteduâsmolécullÌsdeglicerâldeído3-fosfato
unen sepaÌa fomâr glicose. unr .ìçúcaÍcom seis
átomosdecarbonona moléculâ.
A denominação"ciclo daspentoses"se re-
fere ao frto de o ciclo de reaçõester início com
uma penbse(uma nolécula de açúcârcom cnr-
co átoìnos de carbono). a ribulose difosfato
(RUDP).Trêsmoléculasde RUDPsecombìnam
com trêsmoléculasde CO.. orignÌàndoseismo
léculasdc ácido3 fosfoglicérico.(Fig. 31.11)
GÀ5OXIGÊNÌO
@GUCOSE
lì',,ril.liRepÍesentoçõoesquemóti.Òdo.ôroposiomosirondo,òesquerdq,oêiopoÍobquimko(Íeoç
decloro)e,ô direiro,o eiopoquímlcokêoçóêsdeêsc!roìdoÍoio$ínlese.A etopoÍoioquimico,componopelos
ÍotoÍos6riloçaese peloÍôióisedo óguo,Iomeceenergio(nq lormode ÀÌP) e hìdrcsênios(no lôho de
NADPH,IpotuÒsinlêsedeg icosê.Esioocotrenaeiopoquímico,denôminÕdocco dospeitoses.Podkipom
dese cicloó moléculosde góscorbônlco(co,), qle secomblnom.om ó moé.ulosde rÌbulose1,s-dlÍoíoto
lR!DP),produzindol2 moéculosdeócidofoíogllcerico(PGAJ.Estos,por suovez,ironsÍormqmeemomo
moéculqdes lcosê(CóHuOó)el0 moléc!osdes icsÕdeido3 fosfob(G3Pl,qre reseneromó moléc!asde
RuDP,fechondoo ciclo.Nestesefomom,tombém,ó moltruosdêósuo(H,O).
^
pdìncira ctâprìdo ciclo dâspentoses.ou
scjâ.acombinqào dâRUDPcomo CO. é caÌali
sad.ìpclacnrnnr RUDP càrboxilâse.Estr enzi
Ìnâcíá prcscntecm gr.ìndcquânli.ì.ìdcÌrosclo-
ropl.ìsLos.pcrfaTcndon is dc 15q. do totâÌ de
Prolcínâsdcssaorgâ!cl.ì.
Fotorrespiração
Quando a concentuaçãode gás oxiSêìio é
Ìnuitoaltano inierìordasfì1has.aenzimaRUDP
clrboxìlasesecombinaa eÌeenrvez de secoìì
binff aoCO,.AssinÌ.:ásoxigênioé inlfo&rzido
ìr nìoÌéculade ribulose difosfnto (RUDP). A
ìÌoÌéculafesultaÌrÌedessareaçàologo scqucbÌâ,
655
oÍiginandounì açúcardelÍês crrboDos,quc pcÍ
Ìnâneceno ciclo daspcnt(Ács,e um {çú.rr dc
doìscarbonos,denorÌxnadoácido eÌicólico.quc
deixao cloropÌastoe penetraDospcrcxis$mos
citopÌasÌnáÌicos.O ácidoglìcólicop.ìssâpoÌ ulna
sérìede rcações,queÌeÌÌììnício no pcroxissonxl
etefnìinxnamikr.ôndfÌa.No decoreÌ dessepm'
cesso.1ìfm.ìseCOr.
O processocompÌclo,desdea incorporrçao
do O, no RUDPaié a qucbm do ácìdoglicólico
cm COr. é derominado lbtorrëspirâção. Essr
cìcnonìnìaçãodeve seao fâtode o f()ccs$ con
suIniÌgásoxigênloelibeÍ.ìIgriscrrbônico.conro
narespìração.e ocorer â pÌcscnçàde Ìrz, úni-
ca condlçãoem quehá excessodc gásoxìgênìo
nasfolhâs.A fotoÍespiração,porém.nãoproduz
energìâe diminui a è*iciêncìada fotossíntese,
pois retiÌa matériâorgânicado ciclo dâspento-
ses,degrâdando-asemploduzirenergiââproveÌ-
távelpelâcéÌuÌa.
Ainda não sesâbesea fotorrespiraçãotÍaz
âlsum benefícioà plantâ.Do pontode vista da
agÌìcultura,a fotonespirâçaoÍepresentauma
perdadeaté50%dogáscaxbónicofixado noci-
clo daspentoses.SefossepossívelevitaÌessâ
perd4 a produçãoâgrícolaseriaaumentaclasig-
nificativamente.
A fotoÍespiraçãoé favorecìdâpor dias
quentes,secose bemiluminâdos.Nessascondi-
çôesasplantasfechan osestômâtos,prevenin-
do-seconta a dessecação.Comoa fotossíntese
continuaa ocorrer,a concentraçãode CO: nas
folhasabaixaenquantoadeO, seeleva;essadi
ferençanâsconcentÍaçõesdosdoisgasesfavo-
receaiotoÍespiração.
CeÌtasplântasdesenvolveraÌnmecânismos
quediminuemafotorrespiração,mesmoquando
ascondìçõesambìentaisfavorecemo processo.
EssâspÌantassãocoúecidas comoplântasCa.
PlantasCj e Ca
A maioriadaspÌantasutiliza o CO,âbsoÍvi_
do do ar diÌetamenteno cìclo daspentoses.Por
issoelassãochamâdasplantas Ctr.umavezqu€
o produtodafiÀaçaodogáscarbónicoe o lcìdo
3-fosfoglicérico.umcompostodetÉs carbonos
As plantâsCi, por outroladô,reúnemo
CO, do ar âoácidofosfoenoÌpirúvico,de iÌês
carbonos,foÍmândoum compostointermediá-
riodequatÍocmbonos,o ácidooxâÌacético,que
farápaúedo cicÌodaspentoses.Müitasespé-
ciesde plantas,pâÌticularmenteasoriginárìâs
deregiõestropicâìs,ulilizamo processoC4,en-
tle elasespécjesdegrândeimportânciâeconô-
mica, comoo sorgoe o milho, duasplântâsdâ
faÌnília dasgÍamíneâs.
Entre asadaptaçõesque asplantasC1pos-
suempaÍaevitaÌ â foto(espìração,destacâseâ
presençadedoistiposdecélulasfotossintetizân-
tesespecializadâs:ascélulasdomesófilopÌopÍìâ-
mentedito, quefazeÌ! apenasfixaçãodo COr e
nÃorealizamo ciclo daspentoses,e ascéluÌas
quercvestemosfeixescondutores,asúnicâsem
queo ciclodasp€ntosesocone.(Fig.31-12)
As célulasdomesófilodeplantasCajuntam
o CO, do aÌ ao ácidofosfoenolpiúvico, que se
trânsformano ácidooxalacético,um composto
dequâto carbonos.A enzimaquecatalisaessâ
reâção,ao contrárioda RUDPcarboxilase,não
temâÍìnidadepeloO,, demodoqueo CO,pode
serfixado eficientementemesmoemconcentrâ'
çõ€sâltâsdegásoxigênìo.Aindâ nascélulàsdo
mesófilo.o ácidooxalacéticoé conveúidoem
ácìdomdico e entãotransferidopaÌaâscéÌulâs
querevestemos feixescondutores.No interior
dessâscélúas, o ácido málico libeÍa Cq, que
reâgecom a RUDPcarboxilasee é incorporado
âocicÌodaspentoses.(Fis.31.13)
Figuro31.12 Comporcçõopnlrêo, onolomiosdeÍolhosdê plonid,C. e Ca.A6PrimeirusoPêenloF c6lulo,
folo$inleÍzonlesoo redordosfeixesconduiores,o quenõoocone nosÍolhosC:
656
O traÌspoúe de CO, para as céiulas mais
ìnternasdâ folh.Ì, ns irnicasque realizim o ci
clo daspentoiìes,evita a fotoÌrespiraçãoe ru
menrâ â eficìênciâ nâ produção de .ìçúcâres.
Devido r essamaior eficiênciâna utilizaçãodo
CO,. asplantêsC,Lpodematirgir a mesmataxa
de fotGsíntesc que as plântrìsCr, porém com
um mênor gÌâu dc âbertuÌâ dos estômâtose,
conseqüenrcmente,com menor perdade águâ.
Isto ó ümâ grândevantêgemem regiõesqüen
tes e en$lârâdrs. onde vìve â Ínâior pârte drs
plantasC4.
co,
'':
{t* wCO:
t
Boinho
risuro 3I .| 3 Acìmo,esquemode célulosÍoio-
resde umoploniccr, mostrondoos etopcsdo
fixoçõodeCO'. A foiomicrosraíiaoo micrcscó-
pio ôplicomoskqumcorlêhdroreBolde hlho
demilhô{plô.idC!).Noieoscélulosbbssinteii
zo.lìêsoo rcdoi do Íeixecondlior.
657
Têxtoroduzidoeodo ododoliwoTheMéchineryoíNoruredepoul
R.Ehrlich,EditoroSimon&Schus|er,Inc.,NovoYork,EUA,1987.
Asplantasoblêmos nuÍientêsminerâisdequênêcêssitâmprincipalmenledo solo,
absorvendo-osatravésdasraízes.
Se as planlasêpenasexpìorassêmcontinuâmênteo soloe a águaparaobternu-
triontesminerais,êstesrapidamentesêêsgotariam,umavezqueosnutrienlessãolibera-
dospelasrochasmuitovagarosâmentê.Felizmêntê,assubslânciâsquêasplantâsÍêtiram
dosolosãoa eledevolvidâsporumpêquênomâsimportântegrupodeorgânismosconhe-
cidoscomodêcompositores.
Osdecomposilorêssão,emsuâmaioâ, orgânismospêquênos,comoas bâctérias,
osfungos,inselosdo soloe veÍmes,quevivemdâdegrâdâçãode restosê câdávêresde
outrosserêsvivos.Ëlêsquebrâmmoléculasorgânicascomplexasemseuscomponentes
maissimplese osdevolvêmaosolo,deondeâsplantaspodemreabsoryêios.
O soloÍérÌilé um sistêmâêcológicode grandêcomplexidade,conslituídopoÍ
pequenosÍragmêntosdê rocha,porumasubstânciâêscurachamâdahúmus,pormicrooÊ
ganismosdêcompositoresê pordiversosoutÍossêrêsvivos.Em 1 mêlroquâdrâdode
solo,emumapâsìagemdâ Dinâmârcâ,hâviâ10milhõesdevermescilíndricos,45 mil
pequenasmjnhocâsê 48 milpequênosinsêtosê cârrâpâtos.A análisêde 1 grâmâde
solofértilde umâÍâzendârêvelou30 milprotozoários,50 milalgas,400 milfungose
maisde 2,5 bilhõesde bâctériâs.A químicâdo solo, por sua vez, é êxtremamêntê
complicada,governadaporintêrâçõeselétricasqueocorrêmnaturalmenteentrepaftí-
culasde argilae de húmus.
Paraseavaliaraimporlânciadosorganismosdosolo,bastadizerqueosserêsdomi-
nantesnasflorêsìasnãosãoasárvorês,masosÍungosqueformammicorrizas.Micorrizas
sãoassociaçõêsmuluamentebênéficasentrêraízêsdê áNorêse certosfungosdosolo.
OsfungospenêlramouenvolvemâscélulâsdâsÍâízese asajudamaabsorvêrnutriêntês;
omtroca,recêbêmdasplanìasenergiânaformadecarboidraìos.
BactériastambémvivêmemassociaçãocomrâízêsdeplanÌas.Porexemplo,nosolo
imediatamenteaorêdordasraízêsdotrigo,a concêntraçãode muitostiposde microorga-
nismosé de duasa vintevêzêsmâiorqúenosolomaisdistante.Acredita-sêquemuiÌos
dossesmicroorganismos,comoâs micorrizas,âuxiìiamasplantasâ absorvêrminêrais
Osolòtêm,portanÌo,papelmâisimporlantêdoquêsimplêsmentesustenlarâsplân-
Ìas.E umsistemadêlicado,Íundamêntâlâocrescimêntodosvêgetaisê à sâúdedetodo
o ecossistema.lJmagrandêvaÍiêdâdêde agÍèssõês,comoa erosão,o mauusode
fertilizantêsê pêsticidas,aschuvâsácidas,incêndiosêic.,âlteraa químicadosolo,dizi
mandoseushabitanÌêse compromêlendosuâcâpâcidadêdênutrirasplantas.Oêcono-
mistaagrícolaLesterBrownnãoexageraquandodiz:"A cívilìzaçãopodesobreviverâo
esgotamentodasrêservasde pêìróleo,masnãoà contÍnuaperdâde nutrientesdo solo
porinteressecomercial".
658
$Ari"iaoaes
FIffiA
NurRrçÃo DÁsPLÂNTÁSEo soÍ-o
l. Qualâprincip,ìldiferençâentreanutÌiçãodaspla.tasc ànulÌiçãodosanimaisÌ
2. Qualé o pàpeldesempenhadopeÌosolonanutriçãodlìsplântâs?
3. Car.ìcterizc,dercoÌdocolno tamanho.ostiposdepârtículasqxe.onìpõemo solo.Qual
â composiçãopercentuaÌdessestiposdepaftículàsnossoÌosconsideradosbonsprrai
4. PorquesoÌosmuitoaÌenososouìnuiioargilosossãoinadequadosaodesenvolvnÌento
5. O queó húmüsequaÌasuaorigeml
6. Sobrers micorrizâs,respondai
a)Oquesão? b)DequeúpospodeÌnser? c)QuebeneÍïciotÍazÊmàplantaqued!possui?
FICHA2
N!"rRrENTEsrNoRc,ÂNrcosEssENcIArs
1 QUâlé â condiçãoprÍ,rqneum deteminadoelementoqrÌíÌnicosejaconsiderâdoum
nutrienteessencial?
2. ConceitueìnacronutricntcsÈmicronuúentes.Dêexemplos.
3. OquesãoìdubosoÌìfèÍìÌizântesÌDiscuta,eÌnpoücrspâÌaÌas.aimpottânciadaddubação.
4. Dequesãoconstituídososadubosorgânicos?DéexempÌos.
5. O queéÂdlrbâçãoverde?
6. O qúesãoâdubosinorgânicos?
7. PorqucéimpoÍtantedeterminaÌo pH dosoÌoântesdeseprocederà rdubâção?
8. QuâÌâinpoÌÌância daiÌrigàçãol
9. Quâisosúposdecompostosemqueo nitrogêdoé majsfacilmenÌeâssimiÌávelpeÌas
pÌanlas?
10. ComoatuamasbactériasfixadorâsdenitrogêniopÌesentesnosoloÌ E asbactériasnitri-
11. O qüesãoosnóduÌospresentesnasraízcsdàsplanÌasÌeguninosâs?
12. O queé rdaçãadcculturâsequaÌasuaimportânciâprìrââagÌicultura?
659
l.
2.
3.
4.
8,
9.
Qnetìposdeconpostospodemserproduzidosno processode fotossíntese?
ExpÌiqueresumidamentede quemaneirac.ìdâum dosfâtoresâbaìxoinfhenciaâfotos
â) concenúâção de CO,: c) inteÌìsidâJeluminosr.
7-
Explique resumidêmerte o que é po'to dc sâturâçãoÌuminosa.
O queé pontode compensaçãolumiiosâ (ou ponto de conpensaçãolõtico)?Explique
por querma plantanãocresceseestivcrsenPresobmeúdaa intensidâdedc luz infcnor
ou iguaÌ à do ponto de compensêçãofótico-
Caracterize plantas de sol Gìeliófilâ9 c plânrâs de sonbra (umbÌó1ìlâs).
lìaça um esquemásimplificido do cicÌo daspenÌoses.expìicandosuaimpoÌÌânciâno
metabolismovegetal.
O queé fotorrespiração?Qüâissãoos seuse1èitosparao vegetil e quecondìçõeslavo-
rccemsuaoconência?
Em quediferema-splant{sCr dàsplântâsC1?
Que adaptaçãopresente nâsfolhâs permìÌe àsplântas Ci evitar a fotorrespiração?
:orn"ro".ou
"*t*u** f/.a
o Nurì(:íi d:içi&;Íii
A. TESTES
Rìocoúnico.Nutúçãodâsplântas
l. (LTFRS)Chma scdc hidrocuhumà iécnicâde
cuÌtilo dc pllllls cìì águ! com nutrienles,forâ
d()olo.PebsconhecinèÍtosdefisìologl.vege
ra].pode+efüEr comsucesso,porexenplo,ahi
dÍôcultuÍado tÒmâteiro.acrescenúndoà ígua,
effre ouÍos. osse8umÌesnuuenÌes:
a) sulfaÌos,anônla.prcteínaseícidos trucléicos
b)cobre.nibatos,foú.tose sulfatos.
c) adenin.,citosin.,tiDinac guanina
d)lipídios,protídios,ácidosnucléÌcosc fôsfatos.
e)útcim! erìlrcfiIa.proÌeimseácidosnucléicor.
660
2. (F.M. SarlâCâSâ'SP)Umì plantagovavclmcn
teaumenlâúsualdâ deld{)ssÍìtesequandoco-
ã) rtnosfera rìc. emoxigênò.
b) rÍnosfer"rìc. emeáscdbônìco.
c) aÌmosferabenÌseca.
d) solordÌbâdocomsilício.
e)Ìrcalìlúninadopor1u7verde.
3. (UFPA)Obseflrndoo srúticoaseguÍ,podeDos
âfimâr q!e. m cuNa2, o(a)_ é ÒàtoÍ lìni'
t.nte emviÍtudc do observadonâcurva
a)gáscafbônicoiI d)luzr2.
QuaÌdó âltmativas atresentacoretamemèâre
ÌaçAoente o q e o COrproduzidospelapÌmta
!âs inlensìdadeslumüosâ! I, 11èItr?
I|l
d)
o,<co,
or>co)
o, < co?
O = CO,
o,<co:
o.=co,
o.>cor
o,>cor
o:<co,
o,>cq
o,=co.
o,>co:
4. (PUC-SP)AnaÌisaÍdo o Ciático abaixo,foram
feitasasscgünresúnmações:
I A Ìuz age.ono f.tor linitânte dafolotsíÍ-
tesenosseSmentosI,Il,lll eIV.
II A Ìuz éo únìcofalo! ÌimiÌânredafotossín-
Itr NospontosA eB seinicia âestabÌÌizdção
do prccesso.respectìvamente.lara x de
cor epm 2x deCO:.
a)apenâsalécoreta.
b) apenasaII écoreta.
c) alenasaIIi écoÍeta.
d) aI eaIl sãÒcoíetas.
è) aIl eatrI sãocoretas.
5. (PUC/CaDrinâsSP)Chàfrâmosdc pontode
a) a intensìdâdeluminosaãpdtir d! qualselni
ciã o prccessolotôssirtético.
b) arelaçãoentreo o, absonido e o Col euni_
nâdoDelovesetal.
c) aeÌaiao entreo co, absorvidoe oO, elìmi
nadopeÌovègetal.
d) aintensidddeluminosaondeocore oquìlíbiio
entÌ€respiraçãoefbtosíntese.
e) NenhúnadasotonoÊs.
ó. (UnifoÍ-CE) O eráficoâbaho rcpresèntaascur-
!âs defotosínte$ eÍespiraçãodeumaplotd em
dilerenlesintentidadesÌuminosâs.
(Os@SP) CÒnside.eplântasem três situaçõès
L libemfr rais oxjgêniodo quegáscâÍbonico.
IL liberan â mesna quanüdaded€ oxigenio e
Itr- libenÌn menosoxigêniodoquegáscârbônico.
Rstãoacimâdopôn1odecomlensaçãofóticoâpe
ã)L b) ÍL c) IIÌ. d)I eIL e)lÌ eÌII.
8. (FuÌest-SP)Nasplantas,arespiraçãoocoíe:
a) somentenostecidosemcrescimento.
b) someÍtèem céÌulasquerão eíão rèalizddo
c) sornèntenascélüÌasdasfoÌhas.
d) er todasas céÌulasvivasi apeúasdurúte a
è) emtodasrs célulasvivâs.dir eDoite.
(PUC SP)O grífico abaixomostrao ponlo de
comlensãçãopda duasespéci€svêgètais(1 e2)
queseencontrm nomesmoâmbrente.
Ë
Ë
P
É
Form lèit$ as següinles aÍÍmações con rèh
ção à málise dese gÍáflco:
I O ponlo de ompensação vdìa de uma es
lecìe púa ouÍa-
lI A èspécie I pode ser Dm plmta de sombra
(unbÍófila) e a espécie2 ma plânta de sol
(heliófila).
trI - A tau de fotossíntese é â mesma pea as
espécies1 e 2.
Pode+e consÌderd:
a) apenasa I coreta. d)alèaIItcoretd.
b) apeÍÀt â tr corela. e) a II e a IìI coÍetrs.
c)aleallcoretas.
10. (I' M. Súta Casa SP) Na intoDiidade lumìlosa
eD qüe a fotossÍntese e a rospnàção seeqlivaloh
quanto aos volüúer de 8ás cúbônico (dbsôrvido
e eünjnado), alinge4e o lonto de oomlensação
fódco (PCF). Pda que haja crescimento:
Iniêntidodêdo iluminoçõo
(coi libeiodo)
p
è
o
I
.E
;
P
661
(D aspÌantaspftcism receberluz em intensi-
dadesuperìoraos€ürcF.
(II) as pÌutas umbrófitãsp€cism @ebd luz
èn iÍteÍsidâde âbrìixodo seuPCF.
(lU) asplmtasheliófiÌasprecisamreceberÌuzem
jnleruidadesuperioraoseurcF.
Estãocoretas asafimaÌivas:
a)Ietr. d)I.treItr.
b)IetrL e)Neúnnâ dastrês-
c)treIIL
It. (FUABC SP)CÒlúoú-sèsoluçãode hicebona-
to desódioa 1%âtéametadedeum tubodeen
saioe acres@rtouseno tuboumapldta âqÌáti
a fotosintetizdte. O tubofoi fechado.hermeti
amcnte. mutido atempeGturâcoNtanteeilu
miÈdo. SabesequeasoluçãodebicúboMto de
sódioÌnotém constantea concentraçãode CO:
nasolúção.De aco.docomosdâdoseioa, qual
aâltemalivâqueÀpresentââvariaçãoosperâdadâ
concertâção de oxigênio nâ atnosferado lubo
seapldla for submetidaa intensidadeslumino
sasindica.las!a rabelaabaixo?
duâshorasdeexposiçãoà Ìuz. Tais resultados
permiteo corcìuiÌ queâfolha:
a) ficou expostaa
'lm
intensidadelumitrosasu-
Penorr s pontodecompensâção.
b) ficou expoÍa a umaintersídadeluminosâ
iguâla seDpontodecompeNrção.
c) ficou expostaa una intensidadeÌuminosain-
fdior aseuponto.lecompensação.
d) apreseúouumquocientercspi€iírio iguaÌa2.
e) apresefiouu quciènle rcspiEúúoiguala1,2.
14.(F. C. ChagasBA) Considereo sesuintegrálico:
AscunasquecoÍespÒndem.respectìvmente,à
fotossíqtese,respiraçãoetemperéturasão:
a)I.IIe ltr. d)I,IIIèll.
b)tr.Ie ltr- e)II.IIÌ eI.
c)III, I etr.
B. QUESTÕESDISCURSIVAS
15.(Fuve!t'SP)Cite(eìdos vegetaisonde€ore:
ã)conduçãodeseivar
16.(Fei-SP)Comrelâçãoàfotossíftese.qualaintd-
pÍe1âçãoquesepodeda.aográficoabaixo?
17.(PUC-SP)Asplútas lãblicamglicoseatravésda
fobsíntèse. Pda queutiüzm agücose?
lE. (FuvestSP)As cwas âbâixorcprcsentanasve
Ìociüdesde doisprccessosbiológicôs,A e B,
qoeunlìzâmgâsesatmosféricos.Quaissãoesses
procèssos?Justif,que.
.)
Ë
€
s
j
12.(F.C. Châga$BA)Mânteve-seuúâ plânla,du-
mrte 6 horas,soblemperatDraótimae comuma
intensidadeIuminosr tal quepemitiâ quecâda
lblha absoryese5 mg deCO,por horade_fotos
síntese,Duúte esserempo.aquatrtidadedeCO,
lbm@idoen eqüvaÌentoa I mg/hporlblha. Em
seguidÀinúteve-seâtefrpemtumelrìntensìdâ-
delDminos4masaplãnrãlasou a rècèberuma
quantidadedeCO, eqDivâlentea7 ng/h por fo
ìha.Nosdoìsperíodosconsiderèdos,form fato-
reslimittutes dalotossíntese.rcsp@tivmcDtc:
b)oCO,€ atemteEtura.
d)atemperaiumeoCOl.
elaluzeatemperatum.
13.(F. C.ChagasBA) Umatblha tbÌ apaúada ime-
diarâúenieúcerada nô iúlèrior deum lubo de
ensaioe,emseguida,expostaa 800luxdeirten
sidadeÌuminosa.Verificou sequeaconcenlração
de Cq no inteior do túbo dupÌico! dunte s
662
19. (FuvestSP)Em seusestúos sobrefotossínEse,
um bióÌogocolocoDumapiantanumsistemafe
chado,su.jenoa diferertesinteNidâdeslnmirc
sÀs.Medindoavdiação do leoÍdeoxigênio,ob
tevevaloresqueÌhepermitirâmconsauAo gráli-
coabâixo.Qualo sienificadobiológìcodospoí-
rosA, B eC assinaÌadosnogáfico?
20. (Vunesp)O gráficoabaixorepresenlaa tüa da
fotossitrteseem relaçãoà Lemperaturadc uDd
plmta trolical, submetidââ umâintensidadelu-
minosaconstante.Analiseo gráJicoeresponda:
21. (Fuvest-SP)A soluçãode vemelho d6 c$ol é
indicadoÍãdaconcèÍÚâçãodeCO:noar:leb co-
ìorâçãoróseaquandoem contàtôom â concen
tÌâçãolormal de CO: ahosférico, adquirecor
mmìa qumdo essaconcentraçãoé aÌta.e flca
doxeada quodo a corcentação é baüa. TÉs
iubosdeensaioreceberanvermelhode crcsoÌe
Ìm foÌbarecém-coÍada(figura).Fo'm heme-
ticamentefechadosecoÌocadosadìslânciasdife-
re es de umàfÒntede lü. Após algun tompÒ,
ostubosdiferirm quantoàco. dâsolução:óseâ,
amârelaemoxeadà.
I
9
-p
0r020304050ó0
Iemperoturd{'c)
a) Qürl âcura quenelhor rcprosenrâafixação
doCO,?
b) Qual r cu a quemoìhorrèpresent a produ-
Justifi$e suasrcspostâs.
a) Relacìoneacordasoluçãocon adisúnciada
b) Expliquepo. queNm dostubosasoluçAoper
22.(Vuresp)CoÍsìdèrcaafimação: -ParâqueocoÍa
odescÍnêntodavegetaçao.6 pìdntâsn&esilâm
sersubmeti.las.pelomenoralgunâ! horasdodia,
a intcnsidâdesluminosasquepemitd queelas
ulírrlà$em seupontodecômpensaçãoàluz .
a) A fÍasÈéfalsaou vèrdãdeira?
b) Jusrifiquesuarespoír.
1. Por queo cálcioé consldèradomacronutrierrèe
o boro,micrcnufiente?
2. EstabeleçaasreÌaçõesfuncionaisentrecloroplÀç
1osemitocôndÍiasemua célulâlegeial.
663

Cap.31 nutriç o das plantas

  • 1.
    31.1 Comoasplantassenutrem A rnrriçãod$ plântâsé âutotróticâ, nisso dilerindo dâ nutÌiçãoânimâI..Ìueó heterotróff- câ.Enquantoosânimâisoblên âlimcntocomen- do outrossereslivos. âs plantrìslìbÌicaÌn eÌâs mesmasamatéÌiaorgânicaqueÌhesservede aÌi- menlo.ParâìssoutiÌìzân gáscârbônicoplove- nientedo ar e águâe sâìsninerais Íeliradosdo soÌo.(Fis.31.1) figurc 3l.l As plontossõô orgonismosoulólrotos. EldssÌnrelìzofriôdosos subs|ônciosôÍgônicosdè que nêce$iiomo podn de ógud (l-lzo),soìsúinêrÕìs,gós corbônico(COJ ê ênergidllinirosd No séculoXVII o lìsiólogobelgaJean-Bâp tìsrc!m HeÌmontinvestigoua nutriçãodâsplân Lâsporlneio deuÌn expcrnrìentosimples.PÌântou umâscmenteem um vxsoqueconrìnhâ90,9qri log.ânÌasdc soÌoe. 5 rnos maistaÍde,pesandoâ plânlâe o soloÌestântcno vaso,Helmonrverilì couqre âplanlagendâ Ìrelasementepesava76,8 qullogÌanìase o soÌo,34.1quilograÌnas,ou sejâ. h.ìvì.ìdìmhuído 5ó.8 quilogranìas.A corcÌusão Ioi de que cercr de 56.8 qujlograÌnâsda plânÌâ erànrpÍovenientesdesubstânciasdo soÌoe qneos 20 qrihgÌanâs Ìcst.ìntesde,ìamserpÌovcnicntcs úì águâcolnqueo vâsoe|aregrdo. Um sécuÌorÌais târdeotisiólogo ingÌôsSre phenH.ìlessugenüqueas plantâs,âlóm do que fctiì{vam do solo, âÌiÌnentaìâm sc prìncral ììente dc subslâúciâspresentesno u. 31.2 O solocomofonte denutrientes HoJelabeìnosqueasplânta!retiraìì do solo apenaságua,saÌsminerâisc gís oxigênioneces- sárìoàrespìraçãodÂsraízcs.Unla plantapodese desenvolveÌnorÌnalmentenr au!êncìado soÌo, desdeque sejamadjcionâdosceftos saìsmine, raisà águâqüetheé fornecidâ.Os sris ììnÌerais contêmeleìnentosquílnìcosesscnciâisâodesen volvimentoda planta.
  • 2.
    Componentesinorgânicosdosolo O soÌo seforma pelâ decomposiçãode ro- chas. càusadatanto poÌ fatoresfïsicos quanto peÌaaçãode organisnosvivos. As caÌacterísti- casde cadasolodependemdostiposde rochâa partir dos quaìs sefbrmâÍam. AÌéÌn dâcoììposiçãoquímica.ossoÌosdifc rem trmbóm quântoâo lâmânhodâspâÌtículàs que os compõeìì. PâÌtícul.ìsgrxÌdes, con1diâ meÌro entl€ 2 e 0.02 milínetÌos, sãogeneÌicâ' mentechâmâdâsde âreiãs;pâÌtículâsde tâmâ' nhomédio.com diâmetroeDtre0.02c 0,002ni límeúo. são chrmâdâsde siltesi pa.tículâspe- quenâs,coÌndiâmelronrenorquc0.002nilíÌne tro, sãochâmâdâsde argilàs. As pârlícuÌâsde argìla,portercmcâÌgânegâtivâ.âtrâemíonsmi nerâiscom c!Ìgrì posilìvâ.evitândoqueelesse jaln Ìavâdosdo solopelâságüâsdâschuvâs. SoÌosboDspâ.ââ âgncukuntêm âprcxima dâmcnlc40q. de areia,409. de siìte e 207. de argìla.SoÌosmuito arenososretênpouca ágür e saisninerâi!. Soìosmuito aÌgìlosos.por sui vez. tendema tornar se müito compactos.o qüe di ninui osespaçosentreis pâÍículas.oÌde seacu nrú rgrr noÍ!0 Aproximadamente30 a 608 do volume do soloconelpondeaosespaçosexistentesentreas pârtícuÌâsque o constituem.Essesespaçossão preÈnchidosporíguae ar.quepodemserutili, zâdospeÌâsÌaízesdaspÌântas. Componentesorgânicosdo solo O solocontéìÌ ceÍa quânridâdede subsrân ciasorgânicâsprcvenientesdâdccomposiçãode cêdáveresdeplantase ânÌmâis.A decoÌÌposìção origina o húmus, formâdopor ulÌâ misturâde soloe matériaorgânicapârciâÌmcntcdcgrâdada. Coìì a decomposiçãodos câdáveres,Ínincrâjs queconstituíâìÌâmaiaia orgânicâsãolibcrados oÌgrrnlrodoio o Os solos gcrâlmenÌe são hâbilâdos por üma comuni.ladc vivà conplexa, formâda por bâcló Ìi.rs. algà. protozoírios. fungos, venÍìes, insclos, plantÀsc ânnnâis.UìÌa únìcâcoÌheÍ dechádesolo agÌicultíveÌ conlérn nìilhões de orgânismosvivos. A atividâdc dessesseresconiÌibui pârâmelhorâÌ â .Ìuâlidâdedo solopâÌa aagricuÌturâ.(Fig. 31.2) As bactéfjase os 1ìngos sãofundamenrais no processo de deconposjção de cadáveres, atuandosobreo húnìuse libcrândomineraises senciairâo deselvolvinenÌo dâspÌântâs.Algu mas espéciesdê bâctériassão"âlém disso,fün damentaispàraâ ocorência do ciclo do nitrogê nio, um elementoquímicoindispensávelâ qual Figurô 31.2 O 645
  • 3.
    Miconìzas Inúmerâsplantâs,ertre elasasoÍquídease asgrândesáÌrores,possuemtungosassociados àssuâs.aízesforÌnandomicorÌizâs (dogrego nyket, fúgo, eúin,Íaiz). Há dois tìposde micorÍizas:endótrofas e exótmfas. MicorrizâsendótÍofas(do gregoet dos,dentro.e ÍropáoqnutÍìção)sãoaquelasem queashifasdosfungosvivemdentrodascélulâs do parênquimaÍadicuÌâÌ.JáâsmicoÍÌizâsexó- hofas (do gÌego exor,fom) envolvernextema ÍnenteaÌaiz epenetÌâmnosespâçosentreoste cidos.AcÍedita-sequeostungosdasmicoÌrizas, decompondosubstâncìâsoÍgânicasdenúoou bemjunto àpnípriâÌaiz, fâciliternaabsorçãode nutrientesmineraispeÌâplanta.Esta,porsuavez, forneceaotungomorâdiâe substânciasorgâni casproduzidasnâfotossíntese.(Fig. 3I .3) Nem sempÍeé Íãcil, poréÌ& identificâÌ os sìntomâscausadospeÌâdeficiênciânuúcionâl dealgumelemento.Oscientistasachamqueou- iÍos eÌementosessencìâisaindapodemseriden, tiúcados,pois,seumeÌementoérequisitadoeÍn dosesmuito pequenas,torna-sequaseìmpossí vel controlaÌ suatotal ausêncìanascondições experimentais.Por exemplo.um eÌementoquí micoessenciaÌpoderia,digamos,serumcontâ minântehâbituaÌdaáguausadâno exp€rìmento ou âcompanharsemprôos outos minerâisqìre precìsamosâdicionaÌpüa queapÌantâsedesen voÌva.Nessecaso,concìuiríamosqueo eÌemen to nAoé essenciâl,mâsestaríâmoserrândo.por quenãopudemos,devidoa Ìimitaçõêstécnicas experimentâis,privâÌ aplantârotâlmentedoele, Hádezesseiselementosquímicosessenciais àsplantasjáidentificadospeloscientisras.Des- ses,novesãoÌ€queridosemquantidadesrelati- vamentegrandes,sendopor isso denominados mâcronutrientes.OsseteÍestantessãonecessá- rìos emquantidâdesmxito pequenas,sendopor issodenominadosmicronutrientes.(Tab.31.1) Tobelo3l.l Elementosessencioisoodêsênvolvimen, CaÌbono,oxigênio,hidrogênio.nitrogênio, enxofree fósforosãoreqüeridosem srandes quantidadesporseremosprìncipaisingredientes dâsmoléculasorgânicas.O cálcio.alémdeou- trasfunçõesinportantesnâregulaçãodo me&l- bolismodacélula.tambémentranaconsÌituiçao dâlamelamédia.Opotássioéo principalreguÌâ- dordapressãoosmóticâdascélulasdasplântas. Onasnésioéumconponentebásicodaclorofì- la e tambématuacomoco-fâtordediversasen- zimas.Os úicronutrìentesatuâmgeralmenÌe apenascomoco fatoresdeenzimas. tigurc 3ì.3 Fotomicrogrcfiooo mKrcÍópio ópiko de corÌêkonsvero{de oz de orqurdmmosirondo tunso5{ponrosnesrcrlnointeriordo5céluloscodicoi5. Essodssdioçôoée$sên.iolòsobrwivênciodo orqui' deae seerohelecêoindono ÍGe êmbrionóriodo plonlq.Sementerdeorquíde nôo-inÍecrodospelofun gô nõogeminom- 31,3Nutrientesinorgânicos essencla$ Macronutrientes emicronutrientes Umelementoquímicoéconsideradoumnu- triente essencialquandosuapÌesençaé indis- pensáveÌâodesenvolvimentonormaldaplanta. Parasedeterminarseuú elemenroé essencìal ou não,deve-seprivrÌ experimentalmenteuma plantado eìementoeâcompânhâÌseudesenvol- vimento.SeestefornormâI,issosignificâqueo elementonãoéessenciâl- 646 JúocMuhiilio! Micronutienrr corbono(c) FerolFe) Hid@sênio(Hl Borc(B) oxigônio(o) MqnsonêslMn) Nihosêôio(N) Cobre(cul Fó$bro{Pl Molibdênio(Mb) Poró$io(K) cloro(cll Ènrore {òJ Lt^<otLnt cólcìolcol Mosnésio(Ms)
  • 4.
    Além dosnutrientesessenciaismenciona- dos, algumâsplantasnecessitamdeeÌementos âdicionais.CeÍas plantaslitoúneas,poÍ exem- plo,necessitâmdesódioparasedesenvolvernoÍ- malmente. DeÍiciêncianutricional us srDtonÌascausâdospeLaÌaltaoeun ele- mentoquímicodependemdâtungãoqueelede- semp€úanoorganismodâpÌânta.A deficiêncja demagnésio,por exeÌÌplo, fâz com que asfo- thasfiqüemamâreladas,emviíude daquedana produçãode clorofila,moléculaque contém mâgnésioemsuaconstituição. Agricultorcsexperientesdescobremdefi- ciênciâsdenutrìentesemsuasplântâçõ€speÌos sinlomâsapresentadospelasplantas.O diagnós- lico podeserconfìrmadoatravésdaanáÌisequí Ai d€fi.ièn.iânumcionJispodemseÍcom. gidâsadicionando-seaosolooelementoemfâÌta O' probleÍnâmâi.comun.'àocau.ado'porde- ficiênciâsdenitÌogênio,fósfoÌoepotássio. Adubosou fertilizantes A monee a decomposiçáodo' 'ere. ivoc deumambientenatuÍal,comoumcampoouLÌma noresta,deolreâo.oìoo elemenlosreúrados pelasplantas.lssopossibìÌitâaconstanterecicÌ& gemdoselementosqüímicos. EmumcâmpodecultiYo,poÌém,a situação édiferenÌe.Açpranlas.io removidas.inleirasor em paÍe, e utilizadascomoaÌimentopeÌoho memouporanimaisdonésticos.Comis,soo soÌo vâigradâiìvamenteempobrecendoemeÌemenÌos qurmi(ore*enciâi.Paraqueo rolonio 'e es- gote,tomândo-seìnâdequadoà agÍcuìturâ,os elemenro.p€Ídido.deem'er rcpo'ro.periodi- câmenÌepeldâdiçàodecompoïo' rico' emele- menÍoses'enciàs.L'es compo'ro(.dodenomi- nâdo.âdubosou ferlilizâDles.e podem'er de doistipos:orgânicose inorgânicos. AdrìbosoÍgâücos Os âdubosorgánicossàocon.liruído'por restosoupaÌ1esdeanimaisoudeplantas.Fezes deânimâi..fâíúd depeieeÍari$hâde'ojâ.ào âìgun.eempìo'.A medrdaqueüo decompos- tosp€losorgânismosdosoÌo,osâdubosorgâni- cosvão libeÌaDdoeÌementosessenciaisaoffes- cimentodâspÌântas. Mútos agdcultoÍesâdubamo soÌocultivan- doplantasleguminosasedeixandoasâpodrecer nocampo.As plântasleguminosas,porviverem emassociaçãocombactériasquefixam nìtrogê- nio diÌetamentedo aÌ, incorporamquantidâdes elevâdasdesseeÌementoquímico. A ntilizâção de leguminosascomoaduboé conhecidâcorno adübâçãoverde. Adubosinorgânicos Adubos inorgânicossãocompostosprodu- zidos industrialnente que contêmpelo menos três elemenrosquímicosessenciais:nitrogênio (N),fósforo(P)e potássio(K). (Fig.31.4) ? Fisuro3ì.4 Foiodeembolosemdeoduboindudrioli zodo.Asporcenlogensdecodoelementoquímìcocon tiJôêmumÍêrlilìzônlôóstumomserindicodosnoem' bologem.Porexomplo,umÊrtilizonlêrctulodôcomo sislo"NPK10-12'8" conlêft10%dê nihogênlonofor mode omôniooo nirrobs,I2% de Íósbrono Íormo deÍosÍoiosê 8%dêpoir$io nofomq minêrol. Impoíânciadaâdubaqão A âdubação orgânicâ, âlém de fomecer Âo solo elementosessenciâìs,dá a eÌe uÍÌa textura que favoÍece a retenção de águâ. A âdubação inorgânicâ, poÌ suavez, possibiÌita câlcüìar exa- ramente que quântidâdes de diferentes eÌemen- ros foram fomecidâs àsplantas. lsso é importan- te, pois aconcentraçãoÍelativa decadâeÌemento tem influência no tipo de cÍescimento da pÌanta. Por exemplo, o fomecimento de âltas doses de nitrogênio estimulâ um cÌescimenlo vegetâtivo 647
  • 5.
    vigoÌoso, com produçãodemuitasfolhas, em deÍrimenrodr repÍoduçáo.A5sim.e inlere,san|-e lomecerbaslanletuúogèniopâraumaculruÍade alla.e.poÍe(emplo.cujoprodüroeploradoco- meíciâìmenreea lo[ìa.JâemumaculuradeLo mates,ondeo produtoexploradoéo fruto,deve. sereduzira quanúdâdedenitrogênio. Muitâçpe.oa,rorulamde Dáo-nâruÍâito âlimentosproduzidosem solos âdubâdoscom feúilizantesinoÌgânicos,defendendoumaadÈ baçãopuramenteoÌgânica.Essavìsão,porém, cârecedefundâmentosepensarmosqueoseÌe menlosquímicotomecidospelosdoìrúporde fertilizantessãoidênticos;nãoháqualqueÌdife. Íencaentreo nirrogèniodeumâduboquímicoe odo estrumedaffa. A ongemdes,âideiapode eslarligadâa conÍuìàoqueselâ7enlreferÌjli- zanteseâgrotóxicosiestesusadospaÌacombater prrgaçqueâtacama5planrâ.o âgÌotóricos.de Íaro.podem5erprejudicrarsà çaúde.pÍincipal- mentesenãoforemaplicadoscoÌretamente. AnÌlortânciadopHdosoÌo A e6ciènciâda adubaçàoestádiretâmenle Ìigadêaogrâudeacidezdo solo.AntesdeâpÌi- câro( ÍeniU/ante5.o âgÌicuhordevedererminâr o pH do çolo.corÍjgindo-o.senecessáno.Ser. soloé ácido,deve-seadicionarcalcário(carbo- nalodecálcioìparacorrigi-lo.Seé âlcalino.a correçãoé feitapelaadiçãodesulfatosdesódio O pH teln influênciadiretasobrca capaci- dadede absorçãodosdiferenteselementosquí- micospelaplanta.Mesmoqueo solocontenha todososelementosessenciâis,âsplantâspodem deixff de abso er um ou outro deles.seb pH 10Íinadequado.PorexempÌo,emumsolodepH 8 apÌantaconsegueabsorvercálcio,masé incâ- pâzdeabsorverfer1o. Ìnjgaçao Um fatoÍ fundâmentalparao crescìmento dasplantasé â disponibilidadedeáguano solo. MuitâsregiõesdeséÍticas,âpesaÌdeteÍ soloféÌ- til. sobo pontodevistade suâcomposiçãomi- neral,sâopobresem vegetagãoporquefalta água.Issoó evìdentenasregiõesdesérticasque setomarâmâÌtâmenteprodutivaspormeiodâiÍ, rigaçãoâÍtificid.(Fis.31.5) 648 tiguro 3ì.5 Plon|oçõode melõoirigodo orìificiol- mênleêmregiõoóridodo Nodes|ehrGibiro(Mos- soró,RN).Assimcomoesil, djwrcos rêqiõesdesórri- cosdo Nordêd,eSrosileircêsrôoprcduzi;do Íru|osde qceleniequdlidõdêgroçosoo, prccesssde nrigo çõoodìliciol. Fixaçãode nitrogênio O nitrogênioé ümelementocujalalra acâr- retalimìtaçãodÍásticado crescimentodâspÌan tas.OnitÍogênioécomponentefundamentâldâs pÍoteínâs,dos ácìdosnucÌéicose de váÌiâsou tÌas molécuÌâsorgânicasfundamenraisà arqui teturâeâofuncionamenrodâscélulas. Épara<loxaÌqueosseresvivospossamapÍe sentmdeficiênciadenirogênio quandoesseêle mentoquímicoé o nais âbundanredâarmosfe- Ía. O nihogênioatmosférico,no enranro,encon- trâ-senafoÌmadegásnitÌogêúo (), quenãoé utilizávelpelasplantas.Estassomenreconse- guemutilizâr nitrogênionasformasde íons amônio (NH) ou deíons nitrafo (NO;). Esses doisíonssãoproduzidosâpaÍrir doN1por ação dediveísostiposdebâctáiaspíesenresno solo. Bactúiâslìx{donsdenil$gênio Existembactáias no soÌocapazesderans- forrÌar sásnitrogênio(N,) emaÌnônia(NH.). A amôniacombina-secomíonshidÍogênio.tÌans- formando-seno íon positivo âmônio(NH;), fâ- cilmenteabsorvidopeÌasplantâs.Por.etirarem nitrogêniodo ar,"fixando-o" emmoléculasque aspÌantasâbsoÍvem,essasbâctériassãochâma- dâsbâctériasíixadoÌâs denitrogênio. Outrâsbactériâs,chamadasgeneÌicamente bactéÌiâs nitÌificântes, transfonnamo amônio emnitrato(NO), queé amaisimpoÍrantefonte denilÌogênioparaasplantas.(Fig.31.6) I 5
  • 6.
    .::': NHI ,*,t- :r nÍnÍi<oniês ? ^.3* BocÉriosIt omonificonta .y't ïsìr,:E # NO: " rNir-tt :,4 ,,-r,..t:.,,.-:,..:-t,:t,,ì,:,...r-.r:.::..t:,-t::.:r:..:r -._::.1..:.:ra Figurc3l.ó Repe"-11ôdo esqJemólcoÕeprocê'so'oueo.o""r t soloe ouele"omo prodrcoode ors "t'oro lNO,ì qJ-o. ponrosr_irzomBo(léosÍiodo05I ol bmo^ 9ó'li_íogeno{Nle- or.omo'io {NHiJ.BocreriosomoniÍicqntêsdtrompõêmreslosde motéridorgônico,PrÒduzindoíonsomôniô.Bociérios ninfkônteshonslormomomônioemiihoìos Ìegião.porexemplo,müi1osâgricuÌtoÌespÌantaìì feijáo.quercs1âuÌanosotoo nitrogènioconsu midopelacuìtuâanterior. Figúro3]17 Osnód!ospresenlesnosroízesdeplon_ iosleauminosossõocÕusqdospeo invosõôdoscélu- osveóetolsporbociériosdogè""," Rhitubiún.A rc' loçõoentreo bocrerioe o plôito lroz beneÍcloso ombos,consiiiuindoumexempodêmuluolismo. ÌrliL.i(,Ll.Ljilr'{ì!,1ìo]Úihxr(:riô.rLfÌ,riii] Plantasda famí1iadâsleguminosas,como o Íèijão, â soja.a alfafâ. o âÌnendoime!c.,fixânì nìtogênio graçasà ição de bacléÌiasdo gêDeÌo Ràizoóium.quevivem no inleÍìordascéluìâsdâs râízes.As bactédâsinduzemascéÌuÌasase ÌÌul- tipÌicar,o quedá origemâ nódulos. (Fig. 31.7) As bâctérìâsdos nódulosâbsorvemgásni trogôniodo :Ì. tranúoÌmandoo crÌ compostos nitrogenâdos,que sãoaproleitidos peÌâpÌân!a. Por suâ vez, âs pÌantasforneccm às bactérias, âlém de âbrigoem suascélulâs,subsúnciasor gânicâsproduzidasnâfotossíntese. EìÌ condiçõesfavoráleis. a produção de composto!nitrogenâdospela! bâctéÌiâsdosnó' duÌos das Bizes ó Ìão gÍandeque pâÌte desses compostosdifundesepaÍao solo.fenilizândo-o. PoÌ isso celtos agÌicxÌÌores costumam pÌânÌar 3Ì- ternadamentecüÌturâsde plantasnão legumino- sft e Iegrnjnosâs,processoconhecidocomoro- tâção de culttrrâs.Apó6 cultivarmilho em uma 649
  • 7.
    Produçãod6gáaoxlgênlonefot$síntês€ ? A produçãode gásoxigènjonoproc€ssodê fotosEíntes6podesêrfa- cilmentêd€monslradâem umêxperimentocomâ plantaâquállcaE/od€a, Colocâ-sêumacenaquantldadedê€mosdêssaplântaámumrêciDi6n- ìe dê vidrc,contendoáguacombtcarbonatod€sódionaproporçãodê à co- lherêsdêsopaporlltro.O bicaòonetotêmporfunçãoâumêntarà concentra- çãodêgáscaúônlconaágua,o quêê6timulao procêssod€fotossÍniesê. Dentrcda águaas plântassáo cobênascom um funildê vidro.ot/ê deveÍicar totalm€nlôsubmêrso,SobÍ6o blcodo lunité êmborcadoüm tubodô €nsalocheiodoágriâ. Ouandoo conjuntoé ilumlnadocom luz intênsa,a plantacomêoaa sollarpequ€nasboìhaad6 gásoxtgênio,qu6vãosê acumularnotubõde ên6aio.A lib€raçãodêgásoxigôntopoderás6rcornprovedâr€tirando-sêo tubodeênaaiocomcuidâdo,paraêvltara Éaídadogásacumuladoemseu intêflor,e introduzlndonêlêa brasadê rimpalitodóíósforo.Na pí6sencê d6 gásoxigánio,a brasase reaviva, Conauno d€ 9á6 carbônlcone ÍotoôaÍntê3e Pode-s€dêmonstraro consumode gáscaÈônicoduranlêa fotossín- têsê utilizandofolhasrecóm-r€titadâsd€ uma plantae uma solucãode vêrmelhod€ cresol,quesôru€comoindicadord€ pH, A soluçãodêvgmêlhod6cresolpossuicoloraçáorósêâ,Emaliascon_ cenlreçõesdo CO, (pH ácido),â sotuçãotofnâ-s6amârêla!e, em baixâs concentraçõêsde CO, (pHbásico).toha-se roxa.O pH da sotuçãovârta dê,acordocom a conc€ìtreçáode co, porque€ssêgás se dissotvena sotuçaoe reâgecoma água,produzindoácidocarbônlco(H"co.). Cênaquantldadeda soluçãoIndicadoradê vgrm€lhodeèí6s"olé colo_ câdanoÍundod€tubosdevidro,A6lolhassãoprêsasàs rclhasdostubos, dê modoa licaremsusponÉas,semtocara soluçãodevêrmêlhod6crêsol € os tuboEsãov€dedoshêtmoticâmenlê.Algunslubossãocolocadosêm umacalxaà provadê luz,ênquantooutrossãodôixados€xpostoEà luz, Algumashorasâpó6o iníciodo €xpertmêôtoa soluçáodostubos€x- postosàÌuz estarároxa,Indicando6l€vaçãodo pH,causadapêloconsu- mod€ CO..A eoluçãodostubosmantidosnoêscurossta.áaíiìâÍêlâ,indi- candodimlnulçãodo pH,provocadapeloaumentod6 CO, produztdopêta respirâçâodasfolhas. As plantasrespilamlanto no ambiênteiluminâdoquantono êscuro. No ambienteilumlnado,porém,todoo gás carbôntcolib€redona r€sDtra- çãoé utilizâdonãfotossíntêse.(Fig.O31,1-l) Produçãóde amldo na Íotossínta6ê A glicosêproduzidanafoÌosôínlê86é,empartê,transformadaemâm! do o atmaz€nadanascélulasda Íolha,EsEaproduçáodê amidopodesêr demonstradapor melodê um6xpêflmentolêlativamêôleslmplêg, .O axpê m6nloconslsteem cobír pârciatmênt€rjmafotiìâdâ planta conhocldâcomoflor d€ chagâsou câpuchtnho(Lopaêolum)comum pa- pêlà provade luz.Apósêxpora plantaao sotporc€rcad62 dtes,â folha parclalnentêcob€rta(experìmêntaì)o umâoutrafolhaqualquêr(conÍolê) Êãoarancedâs,íeryidâs€málcool'e m6ígulhâdas€m umasoluçãoalco- ólicadêiodo(lugot).O iodoreagecomo amidodasfothâsproduziiìdouma col0€ção azul-affoxêada. ' Ârânçáo:Èrorüà noá.@t dryõe9rr.ìtà.m rooÍÊtroëtárÌe . náonâchànàpôÌ!o lBràrdáeubÊìanotà t5u "i
  • 8.
    Apóso tratamenlocomo iodo,afolha-conÍoleÍicarálolalmenlêazul- aíoxeada,mosÍandoa pÍesênçad€ amido.A íolhapaÍcialmentecob€da dêsenvolvêrácor apenasna regiâoque Íicou€xpostaà luz. lssoocoÍre porquena rêgiãoexpostaascélulascontinuâÍamâ Íâzêrlotossíntesee a produziramido,enquanlonas parlescobertâsa íotossÍntêsêdêixoude ocoírere o amidoexisÌentefoiconsumidosemserÍeposto, FiguroQ3l.l-l Experi menicquedomoníro o ob- so4õoeoeliminoçõode sôscoóônicopelosÍolhos. Ìubos contendosoluçõode vemelhode cresol,con e sên loihqem seuinierior, sôo hêÍìrêticomenbË€ho- dose manlidosno clorce no e*urc por ce.ÌoÍèmPo. (AìSiluoçôôdo,tubosmon- tidosnoescurô.{BlSiluoçõo dostubosmonridosnõ luz. Noteo mudonçodecordo soluçõoindicodorode pH. 31.4 Fotossíntese A grarÌdemaioriadosseresvivosdepende diretaouìndiretamentedafotossíniese.O pro- dutoprimáriodafoÌossínteseé a gÌicose,urn âçúcarque,âlémdeserviÍcomofontedeêner giâparaosprocessosvitais,podetâmbémser convertidoem dive$os lipos de substânciâs quêa plantautìliza.Hoje sesabequedurânte o processofotossintéticopodemseÍproduzi dasouúassubÍânciasaÌémdâglicose,como aminoácidos,certosácidosgraxose alguns ácidosorgânicos.Um fato interessênteé que em condiçõesde âÌtâÌuminosidadeos cÌoro, plastostendema formargrândesquantidades de açúcares,mâs,em condiçõesde baixaÌu rninosidade,aendemâ formaÌquântìdadesre- lativamentegrândesdeaminoácidos. Fatoresqueafetâma fotossíntese A fotossínteseé afetadapoÌ diversoafato- Íes,entreosquaissedestâcâma concentração deCO, naârmosfera,a temperâfurâ e ainten, sidadeIuminosa, CfnccnrrçãodeCO. O gáscarbônìcoconsriruiceÍcâde0,03%do voÌumeda atmosferâ.EssaconcentÌaçãoé bem inferioÌ àqueâplântâseriacâpazdeutilizar.Em condìçô€sideâisdêÌuminosidadeedetempeÌaru- râ, a Ìâxa de 1-otossínteseaumentapÌogressiva- menteemfunçãodoaumentonaconcentraçãode CO,noâr,âtéatingiÍcercade0,37ó.A partirdaí, aumentosnaconcentíaçãodeCO,deixamdepro- duziÌâumentoconelatonâtââ deforossíntese. No ambientenatuml,emcondiçõesideâisde luminosidadee detempeÍatura,a plantasónão realizaatâxamáximadefotossínreseporquenão há gáscârbônicosuficientena atmosfela.Diz- se,então,queo CO,esú âtuândocomofâfor li- mitânte doprocessodefotossíntese. TemÈLàluÌr A fotossínteseé umprocessodo quâtpaÌ, ticipammuitasenzimas.Conseqüentemente, sofÌeforteinfluênciada temperatura.Plântas mântidasemcondiçõesideaisde luminosidâ- deeconcentrâçãodegáscarbônicoaumentam 651
  • 9.
    a taxa delìt{)ssínteseà nìedid{ que rumenta r ternperatur{ânbìertal. ató ccÍca de 15"c. Tenrperâturas âcnna deise btÌite provocaìÌ dríliica fcduçao não só d{ fotossíntesecomo taÌnbénìdâ nrrioÍi:ì das reaçõcsvitais. ì!so ocoffe porqtrers cnziÌnassàodc$râl Írdas eÌr ÌemperaÌura!erevroâs. planta! 1!mbéÌÌìrcsfirarn duranteo dir. mrs o gásca.bônicopfodüzidonenrchegâa scrlìbera- do p,Ìrar .ìhosfèrâ. sendoinìediatanrcnteulili zâdo nr tbtossíìtesc.O gás oxigônio de que a pÌ3ntaDccessriaparnresprmf.por sur !cz. taÌÌì- bénìor)róìn di.etamentedatotossíntesc. ,100 50c ó00 1aa Coìprmenfodôondod. u,1iìì) FiSUro31.9 À corofilo pÌesenleios clÒrcposiosob_ mrye luz ozul e vsme ho, refleiindoos dêmoiscom primenbsdeondo.OgróÍico.opodêinÍeriordoius tÍoçõo é chomodoêspecÍôde obsorçaodo c oroÍiloe mostroo perfi de obsorçõode rz peo d","Íll" .. diÍereniescohprimenio5de ondo Em condiçõe!idcâisde temper{turrìe con' ccntÍaçaode gáscarba)nìco,a taxade folossínle' sc ruÌnentâprogressivânenteenrfuÌção do au- nrcntode Ìunìinosidrdc.O laÌor de intcnsid:ìde luìnìnosâa partìr do .Ìuâl a tâxade fotGsíntese dcixade aumentafé.hânÌrdo porto de sâturâ- ção luÌninosâ.(Fìg.3l.8) LuzcsdecoresdiferclLcs,ou seja.coÌndifeÊn- tes comÌìimentos de ondr, inllnenciãnì difcÌúte- ÌnenLco pÍocessofìrÌossiìÌtótico.A cÌorofila absoÍle ìì{is eficicntementeoscoìnprineìÌtos de ondlì cor- |esÌÌìÌdcDtcsâoâzuÌ.aovr)lctâ câovelnìelho cpÍâ ti.aììcDtcnãoâbsone1u7ve c.(Fìg.3Ì.9) 31.5 Respirâção As plaÌtas.conìoa majoriadosseÌesj!os. respiranÌ.A rcstn.ìçãoé um pn)ccssopelo qnâl ascéluÌasextr cìÌ energiade ììolócul.ìsorgâni cas.Nè respifução,nìoÌécuÌ.t!ofgâDjcasreagem coln molécula!de g:isorigènìo. origin.ìndogá! DuÍanteo dia a planlì executaa folossínte- sc,consuÍìindogáscarbônicoe pfodunrdo gás oxigêÌtjo,que é elinÌmrdo paraa atnDslcÍ4.As ii;9ü'.:11.8(AìIntluên cio do umlnosidodeso breo raxodeÍôbsslnlêse de umo plonto.Alé o ponroindicodo(PSL,pon todesotu.oçõoluminoso) o Íob$inlêsenôoé mÕio. porqueo iniensidodede luzeíó limiiondoo pro c-*so (BJInfluênciodo remperoturosobreo lÒxo de iolossinlesede umo pÕntoemìnteisidodêlu_ mlnosao io (curvoem ozul)e boixo (cuwoem 652 Gì n É I.€ 9 E
  • 10.
    Durânteâ noite aplântadeixade fâ- zer fbÌossíntese,masnãode respìrâÌ. Nes' seperíodo, eÌâ absorvegásoxigênio do âÌ e eliminâ o gás caÌbônico produzido nâ respiÌação. Pontode compensação luminosa A rcspiraçãoe afotossírÌtesesão,em últimaanálise,pÌocessosinversos.Na respirêçáo.moléculasorsânicasreâgeÌn comgásoxisêniopÌoduzindogríscaÌbô- nicoeágua.Nafotossíntese,molúülas de sá, carbônicoedeásra reagempaÌapro- duzirmoléculasorsânicasegásoxisênio. (Fis.3l.l0) figurc 31.10 Rêpresenlôçõoesquemóti@do rêloçõôenlrc retpnoçóocelulor. foto*rnreseer Lmoplollo A .êspi'o cdodo,e nÕin€.iordosmitocóndos,'ibeÍoldoenêrgio ddsmoléculosorgônicos,o quolêormozenodoemmdeu Em determinadaintensidadeluÌninosa.as tâxasdefotossíntesee derespiÌaçãoseequiva- lem.Todoo gásoxigêniolibeÉdo nafotossínte- seéutilìzadonarespiraçáoetodoo gáscarbôú- co produzidonarespiÌaçãoé utilizadonafotos síntese.A intensidadeluminosaerÌ queisso oconeéo ponto decompensâçãoluminosâou ponto decomp€Ísâçãofótico. Umaplantâ,paÌâcrescerpÍecisarcâlìzaÍÌnais tbtossíntesequerespiração,câsoconirárionãopo- deráacumuÌaÌÍìâtériaorgânìcâ.Asplantasneces- sitamrccebeÌ,porúnto,ìntensidâdedeÌuzsuperior àdeseupontodecompensâçãofótico. Pl ìituder,lJrr.DitrdÈ,ìrÌr Opontodecompensaçãofótico varianasdi- ÍèÌentesespéciesdeplantas.Espéciescompon- tos de compensaçãofóticoselevadossóconse- guemviver emÌocaisdeâltaluminosidade.São poÍ issochamadasplãntâs de sol ou helióffIâs (dogÌegoneÌios,soÌ,eptr-Ios,arnigo).Espécies com pontodecompensâçãofótico baixo neces- sitâmdeìntensidâdesmenoresdeluzevìvernem âmbientessombreados.SãochamadâspÌantâs de sombÌâ ou umbrófiIâs (do 1aÍimunbn, ..i ENERGIA"T'.:.r': 'ï,"/ A determinaçãodo pontode compensaçâofólicode umaplantalam- bémpodeseríeiìaulilizandoo vermelhode cresolcomoindicadoÍde pH, Coloca'seumacertaquanlidadeda soluçãodevermelhode cresolemâl- gunslubosdêvidro.Emcadaumdostubosé colocadaumaíolhapêndura- da narolhaeíeitaumavedaçãohermética.Ostubossão,ênlão,colocados a difêÍentesdistânciasdê umafontedê luz,de modoa êxpoíasÍolhasa diversâsintensidadesluminosas. Apósâlgumtempose veriÍicaque a colorâçãoda soluçãotornou-sê arroxeadânoslubosmaispíóximosàÍonle deluz,ondeincidemaiorintên- sidadeluminosaihouvediminuiçãodaconcenìfaçãode CO,dêvidaà taxa deíotossíntesetersidomaìorquea taxade fespiÍação.Esseslubosrece- bêram,portanlo,intensidadeluminosamaiorquea dopontodêcompensa- çãolótico. 653
  • 11.
    Nostubosmaisdistantesdafontede lLlzâ soluçãodecresolloÍno(]_se amarelaihouve,portanlo,aumeniodâconcentÍaçãode co,, o queindca taxasde respiraaãomaioresqueas defoìossíntêse.EssestubosÍecebe- ram,ponanto,inlensidadedeluzÍÌìenoÍqueâ do ponlodecompensação Nostubosondeâ soluçãopermaneceuÍósea,nâohouvevariaçãona concentraçáode CO,,o que ndicâequilíbrioenÍe íotossíntesee respira_ cão,A lntensidadeluminosar€ceÌrda poÍessesluboscoÍresponde,por- tanto,aoponlodecompensaçáoJóÌicodaplanlaemestudo.(Fg-Q31.2-1) A intensidâdelumnosados locaisondeÍofarncolocadosos diveÍsos lubospodesermedidacomumloiômêtro,q!e detefminarácomprecsãoâ niensidadede luz correspondenteao poniods compensaçãodâ p anta FiguroQ31.2_l EÌperimentoporôdemonsiroçõôdo poriodecompensoçôofóiicodewo plonto 31,6 Fotorrespiração, plantâsCreplantâsC4 Ciclodaspentoses O gáscarbônicoabsoFido do âr atmosféri co pelasplaììtâsé utÌÌizadoná sínlesede molé- culasde açúcrres.EssasínÈseocoÌÌe eìn umr seqúênciade reaçõesconhecida.omo ciclo dâs pentosesou ciclo d€ Câtvin-Renson, enì ho menageÌnaos pesquisadoresque elucidaramr maloÌ panede suasenpas. No decoüer do cìclo das peDbses,hidrogê' nios proÌenientes dàquebrade molécuÌâsde ágüa e capturadospelo NADP. formandoNADPH,. 654 junlrmenteconrATPpÌovenientedasre4çõesde fotofosforilação,sãouliÌizâdospâraÉduzif mo lécul.ìsde COl r molécüÌâsde âçúcar. O açúcarproduzidono ciclo dâspentosesé umâ moléculacoìn trêsátoìnosdc caÌbonode nominadâ glicerâldeído 3-fosfâto. Posterior menteduâsmolécullÌsdeglicerâldeído3-fosfato unen sepaÌa fomâr glicose. unr .ìçúcaÍcom seis átomosdecarbonona moléculâ. A denominação"ciclo daspentoses"se re- fere ao frto de o ciclo de reaçõester início com uma penbse(uma nolécula de açúcârcom cnr- co átoìnos de carbono). a ribulose difosfato (RUDP).Trêsmoléculasde RUDPsecombìnam com trêsmoléculasde CO.. orignÌàndoseismo léculasdc ácido3 fosfoglicérico.(Fig. 31.11)
  • 12.
    GÀ5OXIGÊNÌO @GUCOSE lì',,ril.liRepÍesentoçõoesquemóti.Òdo.ôroposiomosirondo,òesquerdq,oêiopoÍobquimko(Íeoç decloro)e,ô direiro,o eiopoquímlcokêoçóêsdeêsc!roìdoÍoio$ínlese.AetopoÍoioquimico,componopelos ÍotoÍos6riloçaese peloÍôióisedo óguo,Iomeceenergio(nq lormode ÀÌP) e hìdrcsênios(no lôho de NADPH,IpotuÒsinlêsedeg icosê.Esioocotrenaeiopoquímico,denôminÕdocco dospeitoses.Podkipom dese cicloó moléculosde góscorbônlco(co,), qle secomblnom.om ó moé.ulosde rÌbulose1,s-dlÍoíoto lR!DP),produzindol2 moéculosdeócidofoíogllcerico(PGAJ.Estos,por suovez,ironsÍormqmeemomo moéculqdes lcosê(CóHuOó)el0 moléc!osdes icsÕdeido3 fosfob(G3Pl,qre reseneromó moléc!asde RuDP,fechondoo ciclo.Nestesefomom,tombém,ó moltruosdêósuo(H,O). ^ pdìncira ctâprìdo ciclo dâspentoses.ou scjâ.acombinqào dâRUDPcomo CO. é caÌali sad.ìpclacnrnnr RUDP càrboxilâse.Estr enzi Ìnâcíá prcscntecm gr.ìndcquânli.ì.ìdcÌrosclo- ropl.ìsLos.pcrfaTcndon is dc 15q. do totâÌ de Prolcínâsdcssaorgâ!cl.ì. Fotorrespiração Quando a concentuaçãode gás oxiSêìio é Ìnuitoaltano inierìordasfì1has.aenzimaRUDP clrboxìlasesecombinaa eÌeenrvez de secoìì binff aoCO,.AssinÌ.:ásoxigênioé inlfo&rzido ìr nìoÌéculade ribulose difosfnto (RUDP). A ìÌoÌéculafesultaÌrÌedessareaçàologo scqucbÌâ, 655 oÍiginandounì açúcardelÍês crrboDos,quc pcÍ Ìnâneceno ciclo daspcnt(Ács,e um {çú.rr dc doìscarbonos,denorÌxnadoácido eÌicólico.quc deixao cloropÌastoe penetraDospcrcxis$mos citopÌasÌnáÌicos.O ácidoglìcólicop.ìssâpoÌ ulna sérìede rcações,queÌeÌÌììnício no pcroxissonxl etefnìinxnamikr.ôndfÌa.No decoreÌ dessepm' cesso.1ìfm.ìseCOr. O processocompÌclo,desdea incorporrçao do O, no RUDPaié a qucbm do ácìdoglicólico cm COr. é derominado lbtorrëspirâção. Essr cìcnonìnìaçãodeve seao fâtode o f()ccs$ con suIniÌgásoxigênloelibeÍ.ìIgriscrrbônico.conro narespìração.e ocorer â pÌcscnçàde Ìrz, úni- ca condlçãoem quehá excessodc gásoxìgênìo
  • 13.
    nasfolhâs.A fotoÍespiração,porém.nãoproduz energìâe diminuia è*iciêncìada fotossíntese, pois retiÌa matériâorgânicado ciclo dâspento- ses,degrâdando-asemploduzirenergiââproveÌ- távelpelâcéÌuÌa. Ainda não sesâbesea fotorrespiraçãotÍaz âlsum benefícioà plantâ.Do pontode vista da agÌìcultura,a fotonespirâçaoÍepresentauma perdadeaté50%dogáscaxbónicofixado noci- clo daspentoses.SefossepossívelevitaÌessâ perd4 a produçãoâgrícolaseriaaumentaclasig- nificativamente. A fotoÍespiraçãoé favorecìdâpor dias quentes,secose bemiluminâdos.Nessascondi- çôesasplantasfechan osestômâtos,prevenin- do-seconta a dessecação.Comoa fotossíntese continuaa ocorrer,a concentraçãode CO: nas folhasabaixaenquantoadeO, seeleva;essadi ferençanâsconcentÍaçõesdosdoisgasesfavo- receaiotoÍespiração. CeÌtasplântasdesenvolveraÌnmecânismos quediminuemafotorrespiração,mesmoquando ascondìçõesambìentaisfavorecemo processo. EssâspÌantassãocoúecidas comoplântasCa. PlantasCj e Ca A maioriadaspÌantasutiliza o CO,âbsoÍvi_ do do ar diÌetamenteno cìclo daspentoses.Por issoelassãochamâdasplantas Ctr.umavezqu€ o produtodafiÀaçaodogáscarbónicoe o lcìdo 3-fosfoglicérico.umcompostodetÉs carbonos As plantâsCi, por outroladô,reúnemo CO, do ar âoácidofosfoenoÌpirúvico,de iÌês carbonos,foÍmândoum compostointermediá- riodequatÍocmbonos,o ácidooxâÌacético,que farápaúedo cicÌodaspentoses.Müitasespé- ciesde plantas,pâÌticularmenteasoriginárìâs deregiõestropicâìs,ulilizamo processoC4,en- tle elasespécjesdegrândeimportânciâeconô- mica, comoo sorgoe o milho, duasplântâsdâ faÌnília dasgÍamíneâs. Entre asadaptaçõesque asplantasC1pos- suempaÍaevitaÌ â foto(espìração,destacâseâ presençadedoistiposdecélulasfotossintetizân- tesespecializadâs:ascélulasdomesófilopÌopÍìâ- mentedito, quefazeÌ! apenasfixaçãodo COr e nÃorealizamo ciclo daspentoses,e ascéluÌas quercvestemosfeixescondutores,asúnicâsem queo ciclodasp€ntosesocone.(Fig.31-12) As célulasdomesófilodeplantasCajuntam o CO, do aÌ ao ácidofosfoenolpiúvico, que se trânsformano ácidooxalacético,um composto dequâto carbonos.A enzimaquecatalisaessâ reâção,ao contrárioda RUDPcarboxilase,não temâÍìnidadepeloO,, demodoqueo CO,pode serfixado eficientementemesmoemconcentrâ' çõ€sâltâsdegásoxigênìo.Aindâ nascélulàsdo mesófilo.o ácidooxalacéticoé conveúidoem ácìdomdico e entãotransferidopaÌaâscéÌulâs querevestemos feixescondutores.No interior dessâscélúas, o ácido málico libeÍa Cq, que reâgecom a RUDPcarboxilasee é incorporado âocicÌodaspentoses.(Fis.31.13) Figuro31.12 Comporcçõopnlrêo, onolomiosdeÍolhosdê plonid,C. e Ca.A6PrimeirusoPêenloF c6lulo, folo$inleÍzonlesoo redordosfeixesconduiores,o quenõoocone nosÍolhosC: 656
  • 14.
    O traÌspoúe deCO, para as céiulas mais ìnternasdâ folh.Ì, ns irnicasque realizim o ci clo daspentoiìes,evita a fotoÌrespiraçãoe ru menrâ â eficìênciâ nâ produção de .ìçúcâres. Devido r essamaior eficiênciâna utilizaçãodo CO,. asplantêsC,Lpodematirgir a mesmataxa de fotGsíntesc que as plântrìsCr, porém com um mênor gÌâu dc âbertuÌâ dos estômâtose, conseqüenrcmente,com menor perdade águâ. Isto ó ümâ grândevantêgemem regiõesqüen tes e en$lârâdrs. onde vìve â Ínâior pârte drs plantasC4. co, '': {t* wCO: t Boinho risuro 3I .| 3 Acìmo,esquemode célulosÍoio- resde umoploniccr, mostrondoos etopcsdo fixoçõodeCO'. A foiomicrosraíiaoo micrcscó- pio ôplicomoskqumcorlêhdroreBolde hlho demilhô{plô.idC!).Noieoscélulosbbssinteii zo.lìêsoo rcdoi do Íeixecondlior. 657
  • 15.
    Têxtoroduzidoeodo ododoliwoTheMéchineryoíNoruredepoul R.Ehrlich,EditoroSimon&Schus|er,Inc.,NovoYork,EUA,1987. Asplantasoblêmos nuÍientêsminerâisdequênêcêssitâmprincipalmenledosolo, absorvendo-osatravésdasraízes. Se as planlasêpenasexpìorassêmcontinuâmênteo soloe a águaparaobternu- triontesminerais,êstesrapidamentesêêsgotariam,umavezqueosnutrienlessãolibera- dospelasrochasmuitovagarosâmentê.Felizmêntê,assubslânciâsquêasplantâsÍêtiram dosolosãoa eledevolvidâsporumpêquênomâsimportântegrupodeorgânismosconhe- cidoscomodêcompositores. Osdecomposilorêssão,emsuâmaioâ, orgânismospêquênos,comoas bâctérias, osfungos,inselosdo soloe veÍmes,quevivemdâdegrâdâçãode restosê câdávêresde outrosserêsvivos.Ëlêsquebrâmmoléculasorgânicascomplexasemseuscomponentes maissimplese osdevolvêmaosolo,deondeâsplantaspodemreabsoryêios. O soloÍérÌilé um sistêmâêcológicode grandêcomplexidade,conslituídopoÍ pequenosÍragmêntosdê rocha,porumasubstânciâêscurachamâdahúmus,pormicrooÊ ganismosdêcompositoresê pordiversosoutÍossêrêsvivos.Em 1 mêlroquâdrâdode solo,emumapâsìagemdâ Dinâmârcâ,hâviâ10milhõesdevermescilíndricos,45 mil pequenasmjnhocâsê 48 milpequênosinsêtosê cârrâpâtos.A análisêde 1 grâmâde solofértilde umâÍâzendârêvelou30 milprotozoários,50 milalgas,400 milfungose maisde 2,5 bilhõesde bâctériâs.A químicâdo solo, por sua vez, é êxtremamêntê complicada,governadaporintêrâçõeselétricasqueocorrêmnaturalmenteentrepaftí- culasde argilae de húmus. Paraseavaliaraimporlânciadosorganismosdosolo,bastadizerqueosserêsdomi- nantesnasflorêsìasnãosãoasárvorês,masosÍungosqueformammicorrizas.Micorrizas sãoassociaçõêsmuluamentebênéficasentrêraízêsdê áNorêse certosfungosdosolo. OsfungospenêlramouenvolvemâscélulâsdâsÍâízese asajudamaabsorvêrnutriêntês; omtroca,recêbêmdasplanìasenergiânaformadecarboidraìos. BactériastambémvivêmemassociaçãocomrâízêsdeplanÌas.Porexemplo,nosolo imediatamenteaorêdordasraízêsdotrigo,a concêntraçãode muitostiposde microorga- nismosé de duasa vintevêzêsmâiorqúenosolomaisdistante.Acredita-sêquemuiÌos dossesmicroorganismos,comoâs micorrizas,âuxiìiamasplantasâ absorvêrminêrais Osolòtêm,portanÌo,papelmâisimporlantêdoquêsimplêsmentesustenlarâsplân- Ìas.E umsistemadêlicado,Íundamêntâlâocrescimêntodosvêgetaisê à sâúdedetodo o ecossistema.lJmagrandêvaÍiêdâdêde agÍèssõês,comoa erosão,o mauusode fertilizantêsê pêsticidas,aschuvâsácidas,incêndiosêic.,âlteraa químicadosolo,dizi mandoseushabitanÌêse compromêlendosuâcâpâcidadêdênutrirasplantas.Oêcono- mistaagrícolaLesterBrownnãoexageraquandodiz:"A cívilìzaçãopodesobreviverâo esgotamentodasrêservasde pêìróleo,masnãoà contÍnuaperdâde nutrientesdo solo porinteressecomercial". 658
  • 16.
    $Ari"iaoaes FIffiA NurRrçÃo DÁsPLÂNTÁSEo soÍ-o l.Qualâprincip,ìldiferençâentreanutÌiçãodaspla.tasc ànulÌiçãodosanimaisÌ 2. Qualé o pàpeldesempenhadopeÌosolonanutriçãodlìsplântâs? 3. Car.ìcterizc,dercoÌdocolno tamanho.ostiposdepârtículasqxe.onìpõemo solo.Qual â composiçãopercentuaÌdessestiposdepaftículàsnossoÌosconsideradosbonsprrai 4. PorquesoÌosmuitoaÌenososouìnuiioargilosossãoinadequadosaodesenvolvnÌento 5. O queó húmüsequaÌasuaorigeml 6. Sobrers micorrizâs,respondai a)Oquesão? b)DequeúpospodeÌnser? c)QuebeneÍïciotÍazÊmàplantaqued!possui? FICHA2 N!"rRrENTEsrNoRc,ÂNrcosEssENcIArs 1 QUâlé â condiçãoprÍ,rqneum deteminadoelementoqrÌíÌnicosejaconsiderâdoum nutrienteessencial? 2. ConceitueìnacronutricntcsÈmicronuúentes.Dêexemplos. 3. OquesãoìdubosoÌìfèÍìÌizântesÌDiscuta,eÌnpoücrspâÌaÌas.aimpottânciadaddubação. 4. Dequesãoconstituídososadubosorgânicos?DéexempÌos. 5. O queéÂdlrbâçãoverde? 6. O qúesãoâdubosinorgânicos? 7. PorqucéimpoÍtantedeterminaÌo pH dosoÌoântesdeseprocederà rdubâção? 8. QuâÌâinpoÌÌância daiÌrigàçãol 9. Quâisosúposdecompostosemqueo nitrogêdoé majsfacilmenÌeâssimiÌávelpeÌas pÌanlas? 10. ComoatuamasbactériasfixadorâsdenitrogêniopÌesentesnosoloÌ E asbactériasnitri- 11. O qüesãoosnóduÌospresentesnasraízcsdàsplanÌasÌeguninosâs? 12. O queé rdaçãadcculturâsequaÌasuaimportânciâprìrââagÌicultura? 659
  • 17.
    l. 2. 3. 4. 8, 9. Qnetìposdeconpostospodemserproduzidosno processode fotossíntese? ExpÌiqueresumidamentedequemaneirac.ìdâum dosfâtoresâbaìxoinfhenciaâfotos â) concenúâção de CO,: c) inteÌìsidâJeluminosr. 7- Explique resumidêmerte o que é po'to dc sâturâçãoÌuminosa. O queé pontode compensaçãolumiiosâ (ou ponto de conpensaçãolõtico)?Explique por querma plantanãocresceseestivcrsenPresobmeúdaa intensidâdedc luz infcnor ou iguaÌ à do ponto de compensêçãofótico- Caracterize plantas de sol Gìeliófilâ9 c plânrâs de sonbra (umbÌó1ìlâs). lìaça um esquemásimplificido do cicÌo daspenÌoses.expìicandosuaimpoÌÌânciâno metabolismovegetal. O queé fotorrespiração?Qüâissãoos seuse1èitosparao vegetil e quecondìçõeslavo- rccemsuaoconência? Em quediferema-splant{sCr dàsplântâsC1? Que adaptaçãopresente nâsfolhâs permìÌe àsplântas Ci evitar a fotorrespiração? :orn"ro".ou "*t*u** f/.a o Nurì(:íi d:içi&;Íii A. TESTES Rìocoúnico.Nutúçãodâsplântas l. (LTFRS)Chma scdc hidrocuhumà iécnicâde cuÌtilo dc pllllls cìì águ! com nutrienles,forâ d()olo.PebsconhecinèÍtosdefisìologl.vege ra].pode+efüEr comsucesso,porexenplo,ahi dÍôcultuÍado tÒmâteiro.acrescenúndoà ígua, effre ouÍos. osse8umÌesnuuenÌes: a) sulfaÌos,anônla.prcteínaseícidos trucléicos b)cobre.nibatos,foú.tose sulfatos. c) adenin.,citosin.,tiDinac guanina d)lipídios,protídios,ácidosnucléÌcosc fôsfatos. e)útcim! erìlrcfiIa.proÌeimseácidosnucléicor. 660 2. (F.M. SarlâCâSâ'SP)Umì plantagovavclmcn teaumenlâúsualdâ deld{)ssÍìtesequandoco- ã) rtnosfera rìc. emoxigênò. b) rÍnosfer"rìc. emeáscdbônìco. c) aÌmosferabenÌseca. d) solordÌbâdocomsilício. e)Ìrcalìlúninadopor1u7verde. 3. (UFPA)Obseflrndoo srúticoaseguÍ,podeDos âfimâr q!e. m cuNa2, o(a)_ é ÒàtoÍ lìni' t.nte emviÍtudc do observadonâcurva a)gáscafbônicoiI d)luzr2.
  • 18.
    QuaÌdó âltmativas atresentacoretamemèâre ÌaçAoenteo q e o COrproduzidospelapÌmta !âs inlensìdadeslumüosâ! I, 11èItr? I|l d) o,<co, or>co) o, < co? O = CO, o,<co: o.=co, o.>cor o,>cor o:<co, o,>cq o,=co. o,>co: 4. (PUC-SP)AnaÌisaÍdo o Ciático abaixo,foram feitasasscgünresúnmações: I A Ìuz age.ono f.tor linitânte dafolotsíÍ- tesenosseSmentosI,Il,lll eIV. II A Ìuz éo únìcofalo! ÌimiÌânredafotossín- Itr NospontosA eB seinicia âestabÌÌizdção do prccesso.respectìvamente.lara x de cor epm 2x deCO:. a)apenâsalécoreta. b) apenasaII écoreta. c) alenasaIIi écoÍeta. d) aI eaIl sãÒcoíetas. è) aIl eatrI sãocoretas. 5. (PUC/CaDrinâsSP)Chàfrâmosdc pontode a) a intensìdâdeluminosaãpdtir d! qualselni ciã o prccessolotôssirtético. b) arelaçãoentreo o, absonido e o Col euni_ nâdoDelovesetal. c) aeÌaiao entreo co, absorvidoe oO, elìmi nadopeÌovègetal. d) aintensidddeluminosaondeocore oquìlíbiio entÌ€respiraçãoefbtosíntese. e) NenhúnadasotonoÊs. ó. (UnifoÍ-CE) O eráficoâbaho rcpresèntaascur- !âs defotosínte$ eÍespiraçãodeumaplotd em dilerenlesintentidadesÌuminosâs. (Os@SP) CÒnside.eplântasem três situaçõès L libemfr rais oxjgêniodo quegáscâÍbonico. IL liberan â mesna quanüdaded€ oxigenio e Itr- libenÌn menosoxigêniodoquegáscârbônico. Rstãoacimâdopôn1odecomlensaçãofóticoâpe ã)L b) ÍL c) IIÌ. d)I eIL e)lÌ eÌII. 8. (FuÌest-SP)Nasplantas,arespiraçãoocoíe: a) somentenostecidosemcrescimento. b) someÍtèem céÌulasquerão eíão rèalizddo c) sornèntenascélüÌasdasfoÌhas. d) er todasas céÌulasvivasi apeúasdurúte a è) emtodasrs célulasvivâs.dir eDoite. (PUC SP)O grífico abaixomostrao ponlo de comlensãçãopda duasespéci€svêgètais(1 e2) queseencontrm nomesmoâmbrente. Ë Ë P É Form lèit$ as següinles aÍÍmações con rèh ção à málise dese gÍáflco: I O ponlo de ompensação vdìa de uma es lecìe púa ouÍa- lI A èspécie I pode ser Dm plmta de sombra (unbÍófila) e a espécie2 ma plânta de sol (heliófila). trI - A tau de fotossíntese é â mesma pea as espécies1 e 2. Pode+e consÌderd: a) apenasa I coreta. d)alèaIItcoretd. b) apeÍÀt â tr corela. e) a II e a IìI coÍetrs. c)aleallcoretas. 10. (I' M. Súta Casa SP) Na intoDiidade lumìlosa eD qüe a fotossÍntese e a rospnàção seeqlivaloh quanto aos volüúer de 8ás cúbônico (dbsôrvido e eünjnado), alinge4e o lonto de oomlensação fódco (PCF). Pda que haja crescimento: Iniêntidodêdo iluminoçõo (coi libeiodo) p è o I .E ; P 661
  • 19.
    (D aspÌantaspftcism receberluzem intensi- dadesuperìoraos€ürcF. (II) as pÌutas umbrófitãsp€cism @ebd luz èn iÍteÍsidâde âbrìixodo seuPCF. (lU) asplmtasheliófiÌasprecisamreceberÌuzem jnleruidadesuperioraoseurcF. Estãocoretas asafimaÌivas: a)Ietr. d)I.treItr. b)IetrL e)Neúnnâ dastrês- c)treIIL It. (FUABC SP)CÒlúoú-sèsoluçãode hicebona- to desódioa 1%âtéametadedeum tubodeen saioe acres@rtouseno tuboumapldta âqÌáti a fotosintetizdte. O tubofoi fechado.hermeti amcnte. mutido atempeGturâcoNtanteeilu miÈdo. SabesequeasoluçãodebicúboMto de sódioÌnotém constantea concentraçãode CO: nasolúção.De aco.docomosdâdoseioa, qual aâltemalivâqueÀpresentââvariaçãoosperâdadâ concertâção de oxigênio nâ atnosferado lubo seapldla for submetidaa intensidadeslumino sasindica.las!a rabelaabaixo? duâshorasdeexposiçãoà Ìuz. Tais resultados permiteo corcìuiÌ queâfolha: a) ficou expostaa 'lm intensidadelumitrosasu- Penorr s pontodecompensâção. b) ficou expoÍa a umaintersídadeluminosâ iguâla seDpontodecompeNrção. c) ficou expostaa una intensidadeÌuminosain- fdior aseuponto.lecompensação. d) apreseúouumquocientercspi€iírio iguaÌa2. e) apresefiouu quciènle rcspiEúúoiguala1,2. 14.(F. C. ChagasBA) Considereo sesuintegrálico: AscunasquecoÍespÒndem.respectìvmente,à fotossíqtese,respiraçãoetemperéturasão: a)I.IIe ltr. d)I,IIIèll. b)tr.Ie ltr- e)II.IIÌ eI. c)III, I etr. B. QUESTÕESDISCURSIVAS 15.(Fuve!t'SP)Cite(eìdos vegetaisonde€ore: ã)conduçãodeseivar 16.(Fei-SP)Comrelâçãoàfotossíftese.qualaintd- pÍe1âçãoquesepodeda.aográficoabaixo? 17.(PUC-SP)Asplútas lãblicamglicoseatravésda fobsíntèse. Pda queutiüzm agücose? lE. (FuvestSP)As cwas âbâixorcprcsentanasve Ìociüdesde doisprccessosbiológicôs,A e B, qoeunlìzâmgâsesatmosféricos.Quaissãoesses procèssos?Justif,que. .) Ë € s j 12.(F.C. Châga$BA)Mânteve-seuúâ plânla,du- mrte 6 horas,soblemperatDraótimae comuma intensidadeIuminosr tal quepemitiâ quecâda lblha absoryese5 mg deCO,por horade_fotos síntese,Duúte esserempo.aquatrtidadedeCO, lbm@idoen eqüvaÌentoa I mg/hporlblha. Em seguidÀinúteve-seâtefrpemtumelrìntensìdâ- delDminos4masaplãnrãlasou a rècèberuma quantidadedeCO, eqDivâlentea7 ng/h por fo ìha.Nosdoìsperíodosconsiderèdos,form fato- reslimittutes dalotossíntese.rcsp@tivmcDtc: b)oCO,€ atemteEtura. d)atemperaiumeoCOl. elaluzeatemperatum. 13.(F. C.ChagasBA) Umatblha tbÌ apaúada ime- diarâúenieúcerada nô iúlèrior deum lubo de ensaioe,emseguida,expostaa 800luxdeirten sidadeÌuminosa.Verificou sequeaconcenlração de Cq no inteior do túbo dupÌico! dunte s 662
  • 20.
    19. (FuvestSP)Em seusestúossobrefotossínEse, um bióÌogocolocoDumapiantanumsistemafe chado,su.jenoa diferertesinteNidâdeslnmirc sÀs.Medindoavdiação do leoÍdeoxigênio,ob tevevaloresqueÌhepermitirâmconsauAo gráli- coabâixo.Qualo sienificadobiológìcodospoí- rosA, B eC assinaÌadosnogáfico? 20. (Vunesp)O gráficoabaixorepresenlaa tüa da fotossitrteseem relaçãoà Lemperaturadc uDd plmta trolical, submetidââ umâintensidadelu- minosaconstante.Analiseo gráJicoeresponda: 21. (Fuvest-SP)A soluçãode vemelho d6 c$ol é indicadoÍãdaconcèÍÚâçãodeCO:noar:leb co- ìorâçãoróseaquandoem contàtôom â concen tÌâçãolormal de CO: ahosférico, adquirecor mmìa qumdo essaconcentraçãoé aÌta.e flca doxeada quodo a corcentação é baüa. TÉs iubosdeensaioreceberanvermelhode crcsoÌe Ìm foÌbarecém-coÍada(figura).Fo'm heme- ticamentefechadosecoÌocadosadìslânciasdife- re es de umàfÒntede lü. Após algun tompÒ, ostubosdiferirm quantoàco. dâsolução:óseâ, amârelaemoxeadà. I 9 -p 0r020304050ó0 Iemperoturd{'c) a) Qürl âcura quenelhor rcprosenrâafixação doCO,? b) Qual r cu a quemoìhorrèpresent a produ- Justifi$e suasrcspostâs. a) Relacìoneacordasoluçãocon adisúnciada b) Expliquepo. queNm dostubosasoluçAoper 22.(Vuresp)CoÍsìdèrcaafimação: -ParâqueocoÍa odescÍnêntodavegetaçao.6 pìdntâsn&esilâm sersubmeti.las.pelomenoralgunâ! horasdodia, a intcnsidâdesluminosasquepemitd queelas ulírrlà$em seupontodecômpensaçãoàluz . a) A fÍasÈéfalsaou vèrdãdeira? b) Jusrifiquesuarespoír. 1. Por queo cálcioé consldèradomacronutrierrèe o boro,micrcnufiente? 2. EstabeleçaasreÌaçõesfuncionaisentrecloroplÀç 1osemitocôndÍiasemua célulâlegeial. 663