Despertam-me um desejo absurdo de sofrer.
 
O gás extravasado enjoa-me, perturba-me
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Saltam de viga em viga os mestres carpinteiros.
 
De jaquetão ao ombro, enfarruscados, secos.
 
 
E evoco, então, as crónicas navais:
baixeis
Tudo ressuscitado
 
 
 
 
 
 
Flamejam, ao jantar, alguns hotéis da moda.
 
Um tropego arlequim braceja numas andas
 
 
 
 
 
 
Apressam-se as obreiras
 
Correndo com firmeza, assomam as varinas
 
 
E algumas, à cabeça, embalam nas canastras
 
 
 
 
 
E o peixe podre gera os focos de infecção!
Trabalho realizado por: Diana Margarida  Joana Quental Pedro Almeida 11ºE

Ave Marias, de Cesário Verde