O documento discute a renovação do serviço social no Brasil sob a ditadura militar (1964-1985), marcada pela erosão das bases tradicionais da profissão e emergência de novas modalidades de intervenção. Isso ocorreu devido à modernização conservadora e industrialização, que exigiram um profissional e formação mais modernos. Surgiram então três perspectivas na renovação: modernizadora, de reatualização conservadora e de ruptura, esta última com enfoque marxista.