O artigo analisa como as mudanças nas políticas de gestão do trabalho em empresas privadas e públicas, devido à reestruturação produtiva, afetaram as respostas do serviço social às novas demandas. Discute como as novas formas de gestão do trabalho impuseram alterações nas políticas sociais voltadas para a reprodução dos trabalhadores e metas de produção. Também examina como os assistentes sociais responderam a essas novas demandas, notando uma tendência de se afastarem de sua formação geral para adotarem abordagens mais técnicas