UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS
Professor: Tomás de Aquino Portes
Estagiária: Joseanny Pereira
Disciplina: Fisiologia do metabolismo vegetal
Respiração
Respiração
A respiração é uma reação de oxidação de compostos
orgânicos, ocorre nas mitocôndrias, e, grosseiramente, pode
ser considerada o reverso da fotossíntese
23/7/2013
O processo respiratório global pode ser resumido na seguinte
equação:
Qual é a importância da respiração?
Esqueletos carbônicos, precursores
ou iniciadores de síntese de
substâncias necessárias às plantas
23/7/2013
Liberação de energia
Produção de redutores
Energia em transformação
Energia
química
23/7/2013
Respiração
Inicia em um
nível baixo
A energia de uma reação (respiração) é
transferida para acionar uma outra reação
(síntese), como a síntese de aa, ptnas, lipídeos,
bem como processos do desenvolvimento,
absorção ativa, translocação, entre outros.
A oxidação da glicose em CO2 e H2O divide-se em
três fases ou etapas principais:
Glicólise
23/7/2013
CTE (fosforilação oxidativa)Ciclo de Krebs
ocorre no
citosol
ocorrem nas mitocôndrias
Os grupos fosfatos do ATP
23/7/2013
A quebra da ligação rica em energia do fosfato libera
energia que será transferida para a síntese de substâncias
que, para ocorrer, necessita de energia. É uma reação
endotérmica.
Glicólise
Glico
23/7/2013
açúcar
Lise
quebra
Sacarose =
12 carbonos
4 moléculas
de açúcar de
3 carbonos
(trioses)
Trioses são
oxidadas e
re-arranjadas
4 moléculas
Na presença de oxigênio
23/7/2013
Ligado via ligação
tioéster a um
cofator contendo
enxofre
Ciclo de Krebs resumido
23/7/2013
1
2
3
1
1
Síntese do ATP na membrana (fosforilação)
23/7/2013
Matriz mitocondrial
Protóns são
bombeados
e- passam
pela CT
Retorno dos
protóns
Libera
energia
23/7/2013
Glicólise
23/7/2013
1
Glicose
ATP
ADP
Glicose 6-fosfato
Frutose 6-fosfato
2
ATP
ADP
Frutose 1,6-bifosfato
3
Diidroxiacetona
fosfato Gliceraldeído 3-fosfato
4
2 NAD+
2 NADH
1,3-bifosfoglicerato
5
2 ADP
2 ATP
3-fosfoglicerato
2-fosfoglicerato
6
7
Fosfoenolpiruvato
8
2 ADP
2 ATP
2 Piruvatos
9
Saldo líquido
6ATP
2 NAD+
2 NADH + H+
CO2
2 Acetil CoA
Clico de
Krebs
H2O
23/7/2013
Acetil CoA
Oxaloacetato
NAD+
NADH
Malato
Fumarato
Succinato
Citrato
Isocitrato
CoA
Cis-aconitato
NAD+
NADH
NAD+NADH
ADP
ATP
FADH
FAD
+ H+
+ H+
+ H+
Ciclo de Krebs
α-cetoglutarato
CO2
H2OCO2
H2O
H2O
Saldo líquido
1 ATP
3 NADH
1 FADH
Saldo líquido
1 ATP
7,5 ATP
1,5 ATP
Saldo líquido
10 ATP
Cadeia transportadora de elétrons
(fosforilação oxidativa)
23/7/2013
Rendimento em ATP
23/7/2013
Produção líquida 30 ATP
2 NADH
1,5 ATP
7,5 ATPCiclo de Krebs
1 FADH2
1 ATP
3 NADH (x2) 20 ATP
Glicólise 2 ATP 5 ATP
2 NADH 3 ATP
Acetil CoA
Piruvato
2,5 ATP1 NADH (x2) 5 ATP
Produção de energia a partir de uma molécula de glicose
Por que:
23/7/2013
1 NADH produz 2,5 ATP?
Após doar seus elétrons
para o complexo I, resulta
na liberação de 10 H+.
Cada 4 H+ produz 1 ATP.
10 H+/4 H+ = 2,5
1 FADH produz 1,5 ATP?
Após doar seus elétrons
para o complexo II, resulta
na liberação de 6 H+.
Cada 4 H+ produz 1 ATP.
6 H+/4 H+ = 1,5
23/7/2013
Na ausência de oxigênio: ciclo de Krebs e
fosforilação oxidativa não funcionam!
Gliceraldeído 3-fosfato
2 NAD+
2 NADH
1,3-bifosfoglicerato
5
2 ADP
2 ATP
6
2 NADH
1
Glicose
ATP
ADP
Glicose 6-fosfato
Frutose 6-fosfato
2
ATP
ADP
Frutose 1,6-bifosfato
3
Diidroxiacetona
fosfato
4
3-fosfoglicerato
2-fosfoglicerato
7
Fosfoenolpiruvato
8
2 ADP
2 ATP
2 Piruvatos
9
2 NAD+
+ H+
CO2
2 Acetil CoA
Clico de
Krebs
A glicólise
também é
afetada!
Cadeia transportadora de elétrons
(fosforilação oxidativa)
23/7/2013
A planta tem outra forma de metabolizar o
piruvato!
23/7/2013
CH3 C
O
COOH
CO2 Acetaldeido
CH3 CH2OH
NADH NAD
+
CH3 C H
Etanol
alcool
desidrogenase
CH3 CH COOH
OH
NADH2 NAD
+
desidrogenase do
ácido lático
ácido pirúvico
Ácido Lático
Via anaeróbia: produção de etanol ou ácido lático
Ausência de oxigênio
23/7/2013
Etanol: produto final menos tóxico
CH3 C
O
COOH
CO2 Acetaldeido
CH3 CH2OH
NADH NAD
+
CH3 C H
Etanol
alcool
desidrogenase
CH3 CH COOH
OH
NADH2 NAD
+
desidrogenase do
ácido lático
ácido pirúvico
Ácido Lático
Resposta
inicial a
baixa [O2]
Lactato: acumula-se e promove
acidificação no citosol
A fermentação é eficiente?
23/7/2013
1 molécula
de sacarose
Etanol 4 moléculas
de ATP
Eficiência
de 4%!
A energia da sacarose vai
para onde, então?
Etanol Lactato
Uma maior taxa de
glicólise é requerida.
Via da pentose fosfato
NADPH é gerado nas duas
primeiras reações da VPF
23/7/2013
NADPH: poder redutor,
reações biossintéticas e CTE
Produção da ribose-5-
fosfato, precursor da ribose
e da desoxirribose (síntese
de ácidos nucléicos).
Produção de eritrose 4-
fosfato, que junto com PEP
participa da síntese de aa.
Outras macromoléculas podem ser respiradas
23/7/2013
Outras macromoléculas podem ser respiradas
23/7/2013
Germinação da semente
Processo de germinação: inicia-se após a semente embeber
água.
23/7/2013
Carboidrato predominante: amido, precisa ser quebrado em
unidades menores. Enzimas específicas para isso.
Germinação da semente
Sementes oleaginosas: fonte de carbono estocada
encontra-se na forma de gordura e óleos.
23/7/2013
Conversão em açúcares para serem respirados.
Germinação da semente
Proteínas: também podem ser armazenadas
nos tecidos de reserva das sementes.
23/7/2013
Durante o processo de germinação, as
proteínas servem como fonte de energia
para a respiração.
Respiração em plantas e tecidos intactas
As plantas respiram aproximadamente
metade da produção fotossintética diária
23/7/2013
Somente tecidos verdes fotossintetizam e
todos os tecidos respiram (24 h por dia)
Produção
fotossintética
Respiração
Respiração em plantas intactas
23/7/2013
Em regiões tropicais entre 70 e 80% do ganho fotossintético
diário pode ser perdido pela respiração por causa das altas
taxas respiratórias noturnas, associadas com temperaturas
noturnas elevadas.
Árvores jovens: perdem
cerca de 1/3 de seus
fotossintatos diários
pela respiração.
Árvores mais velhas: perda
pode dobrar, à medida que a
razão de tecido
fotossintético para não-
fotossintético diminui.
Tecidos e órgãos ≠ respiram com taxas ≠
Quanto mais intensa a atividade metabólica em um dado
tecido mais elevadas são as taxas respiratórias.
23/7/2013
Gemas em
desenvolvimento:
altas taxas
respiratórias
Amadurecimento
do tecido: taxas
reduzem
Tecidos
vegetais
maduros:
mais baixas
taxas
respiratórias
As respirações
foliar e radicular
varia com a espécie
de planta e com as
condições onde a
plana está
crescendo.
Tecidos e órgãos ≠ respiram com taxas ≠
Quando tecidos vegetais alcançam a maturidade as suas
taxas respiratórias permanecem mais ou menos constantes,
ou reduzem-se lentamente até a sua senescência.
23/7/2013
Respiração na senescência
Caracterizado pela transição de assimilação de nutrientes
para remobilização dos nutrientes.
23/7/2013
Estádio final de
desenvolvimento da
planta
Respiração na senescência
23/7/2013
Fotossíntese
paralisa, mas a
respiração continua.
Devido a hidrólise intensa de proteínas, na senescência é
possível que ocorra aumento das taxas respiratórias
embora as informações são insuficientes a respeito.
Respiração de crescimento e de manutenção
Respiração de crescimento: pouco carbono é processado
para dar origem a mais fitomassa. É a fonte de moléculas
de ATP e NADH e das cadeias de carbono necessárias aos
processos de crescimento (produção de biomassa) e
armazenamento, estando ligada a taxa de crescimento.
Respiração de manutenção: fornece a energia necessária
para manter os tecidos existentes, já formados, em
condições viáveis.
23/7/2013

Aula respiração

  • 1.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DEGOIÁS ESCOLA DE AGRONOMIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS Professor: Tomás de Aquino Portes Estagiária: Joseanny Pereira Disciplina: Fisiologia do metabolismo vegetal Respiração
  • 2.
    Respiração A respiração éuma reação de oxidação de compostos orgânicos, ocorre nas mitocôndrias, e, grosseiramente, pode ser considerada o reverso da fotossíntese 23/7/2013 O processo respiratório global pode ser resumido na seguinte equação:
  • 3.
    Qual é aimportância da respiração? Esqueletos carbônicos, precursores ou iniciadores de síntese de substâncias necessárias às plantas 23/7/2013 Liberação de energia Produção de redutores
  • 4.
    Energia em transformação Energia química 23/7/2013 Respiração Iniciaem um nível baixo A energia de uma reação (respiração) é transferida para acionar uma outra reação (síntese), como a síntese de aa, ptnas, lipídeos, bem como processos do desenvolvimento, absorção ativa, translocação, entre outros.
  • 5.
    A oxidação daglicose em CO2 e H2O divide-se em três fases ou etapas principais: Glicólise 23/7/2013 CTE (fosforilação oxidativa)Ciclo de Krebs ocorre no citosol ocorrem nas mitocôndrias
  • 6.
    Os grupos fosfatosdo ATP 23/7/2013 A quebra da ligação rica em energia do fosfato libera energia que será transferida para a síntese de substâncias que, para ocorrer, necessita de energia. É uma reação endotérmica.
  • 7.
    Glicólise Glico 23/7/2013 açúcar Lise quebra Sacarose = 12 carbonos 4moléculas de açúcar de 3 carbonos (trioses) Trioses são oxidadas e re-arranjadas 4 moléculas
  • 8.
    Na presença deoxigênio 23/7/2013 Ligado via ligação tioéster a um cofator contendo enxofre
  • 9.
    Ciclo de Krebsresumido 23/7/2013 1 2 3 1 1
  • 10.
    Síntese do ATPna membrana (fosforilação) 23/7/2013 Matriz mitocondrial Protóns são bombeados e- passam pela CT Retorno dos protóns Libera energia
  • 11.
  • 12.
    Glicólise 23/7/2013 1 Glicose ATP ADP Glicose 6-fosfato Frutose 6-fosfato 2 ATP ADP Frutose1,6-bifosfato 3 Diidroxiacetona fosfato Gliceraldeído 3-fosfato 4 2 NAD+ 2 NADH 1,3-bifosfoglicerato 5 2 ADP 2 ATP 3-fosfoglicerato 2-fosfoglicerato 6 7 Fosfoenolpiruvato 8 2 ADP 2 ATP 2 Piruvatos 9 Saldo líquido 6ATP 2 NAD+ 2 NADH + H+ CO2 2 Acetil CoA Clico de Krebs H2O
  • 13.
    23/7/2013 Acetil CoA Oxaloacetato NAD+ NADH Malato Fumarato Succinato Citrato Isocitrato CoA Cis-aconitato NAD+ NADH NAD+NADH ADP ATP FADH FAD + H+ +H+ + H+ Ciclo de Krebs α-cetoglutarato CO2 H2OCO2 H2O H2O Saldo líquido 1 ATP 3 NADH 1 FADH Saldo líquido 1 ATP 7,5 ATP 1,5 ATP Saldo líquido 10 ATP
  • 14.
    Cadeia transportadora deelétrons (fosforilação oxidativa) 23/7/2013
  • 15.
    Rendimento em ATP 23/7/2013 Produçãolíquida 30 ATP 2 NADH 1,5 ATP 7,5 ATPCiclo de Krebs 1 FADH2 1 ATP 3 NADH (x2) 20 ATP Glicólise 2 ATP 5 ATP 2 NADH 3 ATP Acetil CoA Piruvato 2,5 ATP1 NADH (x2) 5 ATP Produção de energia a partir de uma molécula de glicose
  • 16.
    Por que: 23/7/2013 1 NADHproduz 2,5 ATP? Após doar seus elétrons para o complexo I, resulta na liberação de 10 H+. Cada 4 H+ produz 1 ATP. 10 H+/4 H+ = 2,5 1 FADH produz 1,5 ATP? Após doar seus elétrons para o complexo II, resulta na liberação de 6 H+. Cada 4 H+ produz 1 ATP. 6 H+/4 H+ = 1,5
  • 17.
    23/7/2013 Na ausência deoxigênio: ciclo de Krebs e fosforilação oxidativa não funcionam! Gliceraldeído 3-fosfato 2 NAD+ 2 NADH 1,3-bifosfoglicerato 5 2 ADP 2 ATP 6 2 NADH 1 Glicose ATP ADP Glicose 6-fosfato Frutose 6-fosfato 2 ATP ADP Frutose 1,6-bifosfato 3 Diidroxiacetona fosfato 4 3-fosfoglicerato 2-fosfoglicerato 7 Fosfoenolpiruvato 8 2 ADP 2 ATP 2 Piruvatos 9 2 NAD+ + H+ CO2 2 Acetil CoA Clico de Krebs A glicólise também é afetada!
  • 18.
    Cadeia transportadora deelétrons (fosforilação oxidativa) 23/7/2013
  • 19.
    A planta temoutra forma de metabolizar o piruvato! 23/7/2013 CH3 C O COOH CO2 Acetaldeido CH3 CH2OH NADH NAD + CH3 C H Etanol alcool desidrogenase CH3 CH COOH OH NADH2 NAD + desidrogenase do ácido lático ácido pirúvico Ácido Lático Via anaeróbia: produção de etanol ou ácido lático
  • 20.
    Ausência de oxigênio 23/7/2013 Etanol:produto final menos tóxico CH3 C O COOH CO2 Acetaldeido CH3 CH2OH NADH NAD + CH3 C H Etanol alcool desidrogenase CH3 CH COOH OH NADH2 NAD + desidrogenase do ácido lático ácido pirúvico Ácido Lático Resposta inicial a baixa [O2] Lactato: acumula-se e promove acidificação no citosol
  • 21.
    A fermentação éeficiente? 23/7/2013 1 molécula de sacarose Etanol 4 moléculas de ATP Eficiência de 4%! A energia da sacarose vai para onde, então? Etanol Lactato Uma maior taxa de glicólise é requerida.
  • 22.
    Via da pentosefosfato NADPH é gerado nas duas primeiras reações da VPF 23/7/2013 NADPH: poder redutor, reações biossintéticas e CTE Produção da ribose-5- fosfato, precursor da ribose e da desoxirribose (síntese de ácidos nucléicos). Produção de eritrose 4- fosfato, que junto com PEP participa da síntese de aa.
  • 23.
    Outras macromoléculas podemser respiradas 23/7/2013
  • 24.
    Outras macromoléculas podemser respiradas 23/7/2013
  • 25.
    Germinação da semente Processode germinação: inicia-se após a semente embeber água. 23/7/2013 Carboidrato predominante: amido, precisa ser quebrado em unidades menores. Enzimas específicas para isso.
  • 26.
    Germinação da semente Sementesoleaginosas: fonte de carbono estocada encontra-se na forma de gordura e óleos. 23/7/2013 Conversão em açúcares para serem respirados.
  • 27.
    Germinação da semente Proteínas:também podem ser armazenadas nos tecidos de reserva das sementes. 23/7/2013 Durante o processo de germinação, as proteínas servem como fonte de energia para a respiração.
  • 28.
    Respiração em plantase tecidos intactas As plantas respiram aproximadamente metade da produção fotossintética diária 23/7/2013 Somente tecidos verdes fotossintetizam e todos os tecidos respiram (24 h por dia) Produção fotossintética Respiração
  • 29.
    Respiração em plantasintactas 23/7/2013 Em regiões tropicais entre 70 e 80% do ganho fotossintético diário pode ser perdido pela respiração por causa das altas taxas respiratórias noturnas, associadas com temperaturas noturnas elevadas. Árvores jovens: perdem cerca de 1/3 de seus fotossintatos diários pela respiração. Árvores mais velhas: perda pode dobrar, à medida que a razão de tecido fotossintético para não- fotossintético diminui.
  • 30.
    Tecidos e órgãos≠ respiram com taxas ≠ Quanto mais intensa a atividade metabólica em um dado tecido mais elevadas são as taxas respiratórias. 23/7/2013 Gemas em desenvolvimento: altas taxas respiratórias Amadurecimento do tecido: taxas reduzem Tecidos vegetais maduros: mais baixas taxas respiratórias As respirações foliar e radicular varia com a espécie de planta e com as condições onde a plana está crescendo.
  • 31.
    Tecidos e órgãos≠ respiram com taxas ≠ Quando tecidos vegetais alcançam a maturidade as suas taxas respiratórias permanecem mais ou menos constantes, ou reduzem-se lentamente até a sua senescência. 23/7/2013
  • 32.
    Respiração na senescência Caracterizadopela transição de assimilação de nutrientes para remobilização dos nutrientes. 23/7/2013 Estádio final de desenvolvimento da planta
  • 33.
    Respiração na senescência 23/7/2013 Fotossíntese paralisa,mas a respiração continua. Devido a hidrólise intensa de proteínas, na senescência é possível que ocorra aumento das taxas respiratórias embora as informações são insuficientes a respeito.
  • 34.
    Respiração de crescimentoe de manutenção Respiração de crescimento: pouco carbono é processado para dar origem a mais fitomassa. É a fonte de moléculas de ATP e NADH e das cadeias de carbono necessárias aos processos de crescimento (produção de biomassa) e armazenamento, estando ligada a taxa de crescimento. Respiração de manutenção: fornece a energia necessária para manter os tecidos existentes, já formados, em condições viáveis. 23/7/2013