INTERNET, WEB, MARCAS, PUBLICIDADE, SOFTWARE, TWITTER, CASES, CONCEITOS. Gustavo Fischer PPG Comunicação Unisinos
tecnologia redes digital online ciberespaço virtual games google .com web Interatividde
POR QUE ESTAMOS FALANDO DISSO MESMO?
DIGITALIZAÇÃO Dos meios de produção (“criamos conteúdo através de”): word, powerpoint, excel, photoshop,  web ) Dos suportes (“lugares onde guardamos o conteúdo produzido”): pendrives, DVDs, HDs, CDs, discos virtuais, disquetes... Dos processos: (“executamos tarefas com o auxílio de”): cartões eletrônicos, home-banking, celular, microondas, etc.
Comunicação Mediada por Computadores (CMC) Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs)
A evolução da computação está  ligada ao cálculo e armazenamento.
O computador realiza operações. Essa faceta de máquina de processar, calcular, buscar resultados é fundamental para pensarmos a Internet.
 
INTERNET ARPANET – 1969 (origem militar-acadêmica) – conexão de campi. Anos 70 – Vale do Silício 1983 – divisão Milnet e ARPANET Convívio das idéias de rede, compartilhamento/colaboração e segurança.
ENQUANTO ISSO...
INTERFACE Sistema que faz a mediação de um usuário solicitante com um sistema pré-programado que busca atendar as demandas do primeiro. Duas áreas gostam de lidar muito com a interface: Design + estudos de HCI (Human-computer Interface) Quando temos o Windows e cia, falamos de interfaces gráficas digitais.
Rock + Paper + Ipad
 
 
 
 
WORLD WIDE WEB Criada em 1991 por Tim-Berners Lee Lee propôs a criação de um espaço hipertextual global e aberto, no qual qualquer informação pudesse ser acessada através de um único  Universal Document Identifier  (Identificador Universal de Documentos).   Nem tudo que é Internet, é web. A web fez pela Internet o que o Windows fez pelo computador, tornou a interface “amigável”.
Os softwares chamados navegadores, permitem que se acesse os documentos HTML que universalizam a forma de “recepção” do conteúdo que se desejasse fazer circular pela Internet.  Textos, imagens, sons, vídeos começam a aparecer nas interfaces gráficas digitais da web. O usuário ao requisitar uma página, faz um “pedido” ao servidor que a disponibilize.
MAS A “MÁQUINA” CONTINUA OPERANDO NOS “BASTIDORES.”
“ ONTEM EU VI NO YOUTUBE...”
O SUJEITO DEIXA MARCAS. O lado máquina nos mede, mensura, percebe nossos passos e comportamentos. O lado mídia nos oferece ambientes para nos inserirmos em processos gregários, desenvolvermos estratégias identitárias, CONSTRUÍRMOS RELACIONAMENTO.
 
 
WEB 2.0 Ao usar a máquina, ela nos usa. É um processo, não uma nova versão. Estrutura integrada de funcionalidades e conteúdo, criando serviços. Publicação (inserção), visualização (representação), compartilhamento (indexação) das informações.
COMO VER O PRINCÍPIO EM AÇÃO Sites que  nasceram  sob idéia de publicação, visualização e compartilhamento: YouTube, Flickr, Slideshare, Delicious,  etc.
TAGS (FOLSKONOMIA)
MAS TEM MUITO MAIS: Go2web20.net Feed My App
SITES QUE FUNCIONAM COMO ORGANIZADORES DE CONTEÚDO QUE VEM DE  OUTROS LUGARES NetVibes ( www.netvibes.com ) NetVibes da  Agência Digital AG2
MASH-UPS> A + B = C Sites que organizam conteúdo possuem uma espécie de DNA (API) Usa-se um DNA a favor de um objetivo específico: ver  Mashup awards b) Ao reunir dois DNAs diferentes, forma-se um terceiro “SER”: Wonderwall e Boulevard of Broken Dreams
 
EXEMPLOS: Diaroogle  (1 API) Visual  Headlines (Flickr + CNN)
 
ALGUMAS CONCLUSÕES: Decisões estratégicas reúnem dados+mídia Mutação permanente.  Interfaces previstas, mas não previsíveis. 3.  Informação embutível/distribuível para muitos lugares (igual e diferente ao mesmo tempo). 4.  Vida pessoal e vida das marcas cada vez mais diluídas uma na outra?
ISSO NOS FAZ OLHAR COM MAIS ANTEÇÃO PARA ENTENDER QUE: WIKI não é apenas uma enciclopédia Blogs não são só diários abertos YouTube não é TV na Internet Conceitos ligados a isso: emergência (sistema organizado e desorganizado simultaneamente), Folksonomia
INTERNET É: MÁQUINA + MÍDIA + AMBIENTE DE RELACIONAMENTO
A “MÍDIA” SE DÁ CONTA DISSO:
CAMPANHA  “MANIFESTO YVESAINTLAURENT”
THE SECRET LOCATION
GMAIL: BEHIND THE SCENES
SAMSUNG – FOLLOW YOUR INSTINCT
SPRINT: WAITLESS
MAIS IDÉIAS IMPORTANTES: Entre perder-se e manter a coerência dentro da Internet. (pigmentar o “conteúdo”? ARGs e Jogos) Links são uma moeda (os continentes) Web 2.0-> a “máquina” aprende e cresce quanto mais ela é usada. “ Cloud Computing”> meus dados estarão em todo lugar, mobilidade.
Pequenas telas,  interfaces mais  intuitivas?
CONTEÚDO FINGER FRIENDLY
APPS  X  TOUCH WEB
 
A CULTURA DIGITAL, NO QUE DIZ RESPEITO AOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO E SEUS PROTAGONISTAS, TRAZ IMENSA NECESSIDADE DE REPOSICIONAMENTO.  A PUBLICIDADE “DECORATIVA” PODE PERDER ESPAÇO PARA UMA PERSUASÃO MAIS “CONTEUDÍSTICA”, DE INTERAÇÕES MENOS REATIVAS E MAIS RICAS.
 
TRENDWATCHING Nowism Sellsumers Transparency  Triumph Forevism
NOWISM – “AGORAISMO” “ Consumers’ ingrained* lust for instant gratification is being satisfied by a host of novel, important (offline and online) real-time products, services and experiences. Consumers are also feverishly  contributing to the real-time content avalanche that’s building as we speak. As a result, expect your brand and company to have no choice but to finally mirror and join the ‘now’, in all its splendid chaos, realness and excitement.”
SELLSUMERS – “CONSUVENDEDORES”  Whether itʼs selling their insights to corporations, hawking their creative output to fellow consumers, or renting out unused assets, consumers will increasingly become SELLSUMERS, too. Made possible by the online revolutionʼs great democratization of demand and supply,and further fueled by a global recession that leaves consumers strapped for cash, the SELLSUMERS phenomenon is yet another manifestation of the mega-trend that is 'consumer participation'.
 
TRANSPERANCY TRIUMPH – “A VITÓRIA DA TRANSPARÊNCIA”
 
FOREVISM Encompasses the many ways that consumers and businesses are embracing conversations, relationships, and products that are never done. Driving its popularity is technology that allows them to find, follow, interact and collaborate forever with anyone & anything.
REALIDADE MÓVEL AUMENTADA mídias locativas permitem que informações sobre uma determinada localidade sejam visualizadas em um dispositivo móvel, “aumentando a informação”. DESIGN ESTRATÉGICO
DESIGN ESTRATÉGICO
DESIGN ESTRATÉGICO
MAPEAMENTO E MONITORAMENTO Formas de mapping e tracing (tracking) Uma cidade é feita de inúmeras cidades O percurso constrói uma vivência específica GPS e celulares: Projeto Amsterdam Realtime DESIGN ESTRATÉGICO
 
GEOTAGS Objetiva agregar informação digital em mapas, podendo ser acessado por dispositivos móveis. DESIGN ESTRATÉGICO
 
WIRELESS MOBILE GAMES Jogos realizados nos espaços urbanos que agregam várias funções das mídias locativas Objetos e espaços cotidianos tornam-se máquinas comuncacionais, trocando informação e identificando objetos/pessoas e movimentos. Questões comunicacionais, urbanas, políticas – novas formas de monitoramento.
PAC-MANHATTAN Desenvolvido pela NYU – para explorar o que acontece quando jogos saem do seu  “mundinho” de telas de computador para o “mundo real” das esquinas e cidades.
TERRITÓRIOS COMUNICACIONAIS Espaços híbridos de controle eletrônico-informacional e físico em mobilidade no espaço urbano. Funções analisadas + espaço urbano = ciberurbe. Massivo dá lugar (?) a formas comunicacionais horizontais e multipolares.
PULL MEDIA – NOVAS COMPETÊNCIAS DO SUJEITO Messaging Searching Meeting Tagging
 
 
Obrigado. @gusfischer [email_address] Slideshare/gusfischer

Aula Gestão para Inovação e Liderança Unisinos - 2011 - PA7

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    INTERNET, WEB, MARCAS,PUBLICIDADE, SOFTWARE, TWITTER, CASES, CONCEITOS. Gustavo Fischer PPG Comunicação Unisinos
  • 2.
    tecnologia redes digitalonline ciberespaço virtual games google .com web Interatividde
  • 3.
    POR QUE ESTAMOSFALANDO DISSO MESMO?
  • 4.
    DIGITALIZAÇÃO Dos meiosde produção (“criamos conteúdo através de”): word, powerpoint, excel, photoshop, web ) Dos suportes (“lugares onde guardamos o conteúdo produzido”): pendrives, DVDs, HDs, CDs, discos virtuais, disquetes... Dos processos: (“executamos tarefas com o auxílio de”): cartões eletrônicos, home-banking, celular, microondas, etc.
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    Comunicação Mediada porComputadores (CMC) Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs)
  • 6.
    A evolução dacomputação está ligada ao cálculo e armazenamento.
  • 7.
    O computador realizaoperações. Essa faceta de máquina de processar, calcular, buscar resultados é fundamental para pensarmos a Internet.
  • 8.
  • 9.
    INTERNET ARPANET –1969 (origem militar-acadêmica) – conexão de campi. Anos 70 – Vale do Silício 1983 – divisão Milnet e ARPANET Convívio das idéias de rede, compartilhamento/colaboração e segurança.
  • 10.
  • 11.
    INTERFACE Sistema quefaz a mediação de um usuário solicitante com um sistema pré-programado que busca atendar as demandas do primeiro. Duas áreas gostam de lidar muito com a interface: Design + estudos de HCI (Human-computer Interface) Quando temos o Windows e cia, falamos de interfaces gráficas digitais.
  • 12.
  • 13.
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  • 17.
    WORLD WIDE WEBCriada em 1991 por Tim-Berners Lee Lee propôs a criação de um espaço hipertextual global e aberto, no qual qualquer informação pudesse ser acessada através de um único Universal Document Identifier (Identificador Universal de Documentos). Nem tudo que é Internet, é web. A web fez pela Internet o que o Windows fez pelo computador, tornou a interface “amigável”.
  • 18.
    Os softwares chamadosnavegadores, permitem que se acesse os documentos HTML que universalizam a forma de “recepção” do conteúdo que se desejasse fazer circular pela Internet. Textos, imagens, sons, vídeos começam a aparecer nas interfaces gráficas digitais da web. O usuário ao requisitar uma página, faz um “pedido” ao servidor que a disponibilize.
  • 19.
    MAS A “MÁQUINA”CONTINUA OPERANDO NOS “BASTIDORES.”
  • 20.
    “ ONTEM EUVI NO YOUTUBE...”
  • 21.
    O SUJEITO DEIXAMARCAS. O lado máquina nos mede, mensura, percebe nossos passos e comportamentos. O lado mídia nos oferece ambientes para nos inserirmos em processos gregários, desenvolvermos estratégias identitárias, CONSTRUÍRMOS RELACIONAMENTO.
  • 22.
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  • 24.
    WEB 2.0 Aousar a máquina, ela nos usa. É um processo, não uma nova versão. Estrutura integrada de funcionalidades e conteúdo, criando serviços. Publicação (inserção), visualização (representação), compartilhamento (indexação) das informações.
  • 25.
    COMO VER OPRINCÍPIO EM AÇÃO Sites que nasceram sob idéia de publicação, visualização e compartilhamento: YouTube, Flickr, Slideshare, Delicious, etc.
  • 26.
  • 27.
    MAS TEM MUITOMAIS: Go2web20.net Feed My App
  • 28.
    SITES QUE FUNCIONAMCOMO ORGANIZADORES DE CONTEÚDO QUE VEM DE OUTROS LUGARES NetVibes ( www.netvibes.com ) NetVibes da Agência Digital AG2
  • 29.
    MASH-UPS> A +B = C Sites que organizam conteúdo possuem uma espécie de DNA (API) Usa-se um DNA a favor de um objetivo específico: ver Mashup awards b) Ao reunir dois DNAs diferentes, forma-se um terceiro “SER”: Wonderwall e Boulevard of Broken Dreams
  • 30.
  • 31.
    EXEMPLOS: Diaroogle (1 API) Visual Headlines (Flickr + CNN)
  • 32.
  • 33.
    ALGUMAS CONCLUSÕES: Decisõesestratégicas reúnem dados+mídia Mutação permanente. Interfaces previstas, mas não previsíveis. 3. Informação embutível/distribuível para muitos lugares (igual e diferente ao mesmo tempo). 4. Vida pessoal e vida das marcas cada vez mais diluídas uma na outra?
  • 34.
    ISSO NOS FAZOLHAR COM MAIS ANTEÇÃO PARA ENTENDER QUE: WIKI não é apenas uma enciclopédia Blogs não são só diários abertos YouTube não é TV na Internet Conceitos ligados a isso: emergência (sistema organizado e desorganizado simultaneamente), Folksonomia
  • 35.
    INTERNET É: MÁQUINA+ MÍDIA + AMBIENTE DE RELACIONAMENTO
  • 36.
    A “MÍDIA” SEDÁ CONTA DISSO:
  • 37.
    CAMPANHA “MANIFESTOYVESAINTLAURENT”
  • 38.
  • 39.
  • 40.
    SAMSUNG – FOLLOWYOUR INSTINCT
  • 41.
  • 42.
    MAIS IDÉIAS IMPORTANTES:Entre perder-se e manter a coerência dentro da Internet. (pigmentar o “conteúdo”? ARGs e Jogos) Links são uma moeda (os continentes) Web 2.0-> a “máquina” aprende e cresce quanto mais ela é usada. “ Cloud Computing”> meus dados estarão em todo lugar, mobilidade.
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    Pequenas telas, interfaces mais intuitivas?
  • 44.
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    APPS X TOUCH WEB
  • 46.
  • 47.
    A CULTURA DIGITAL,NO QUE DIZ RESPEITO AOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO E SEUS PROTAGONISTAS, TRAZ IMENSA NECESSIDADE DE REPOSICIONAMENTO. A PUBLICIDADE “DECORATIVA” PODE PERDER ESPAÇO PARA UMA PERSUASÃO MAIS “CONTEUDÍSTICA”, DE INTERAÇÕES MENOS REATIVAS E MAIS RICAS.
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    TRENDWATCHING Nowism SellsumersTransparency Triumph Forevism
  • 50.
    NOWISM – “AGORAISMO”“ Consumers’ ingrained* lust for instant gratification is being satisfied by a host of novel, important (offline and online) real-time products, services and experiences. Consumers are also feverishly contributing to the real-time content avalanche that’s building as we speak. As a result, expect your brand and company to have no choice but to finally mirror and join the ‘now’, in all its splendid chaos, realness and excitement.”
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    SELLSUMERS – “CONSUVENDEDORES” Whether itʼs selling their insights to corporations, hawking their creative output to fellow consumers, or renting out unused assets, consumers will increasingly become SELLSUMERS, too. Made possible by the online revolutionʼs great democratization of demand and supply,and further fueled by a global recession that leaves consumers strapped for cash, the SELLSUMERS phenomenon is yet another manifestation of the mega-trend that is 'consumer participation'.
  • 52.
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    TRANSPERANCY TRIUMPH –“A VITÓRIA DA TRANSPARÊNCIA”
  • 54.
  • 55.
    FOREVISM Encompasses themany ways that consumers and businesses are embracing conversations, relationships, and products that are never done. Driving its popularity is technology that allows them to find, follow, interact and collaborate forever with anyone & anything.
  • 56.
    REALIDADE MÓVEL AUMENTADAmídias locativas permitem que informações sobre uma determinada localidade sejam visualizadas em um dispositivo móvel, “aumentando a informação”. DESIGN ESTRATÉGICO
  • 57.
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  • 59.
    MAPEAMENTO E MONITORAMENTOFormas de mapping e tracing (tracking) Uma cidade é feita de inúmeras cidades O percurso constrói uma vivência específica GPS e celulares: Projeto Amsterdam Realtime DESIGN ESTRATÉGICO
  • 60.
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    GEOTAGS Objetiva agregarinformação digital em mapas, podendo ser acessado por dispositivos móveis. DESIGN ESTRATÉGICO
  • 62.
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    WIRELESS MOBILE GAMESJogos realizados nos espaços urbanos que agregam várias funções das mídias locativas Objetos e espaços cotidianos tornam-se máquinas comuncacionais, trocando informação e identificando objetos/pessoas e movimentos. Questões comunicacionais, urbanas, políticas – novas formas de monitoramento.
  • 64.
    PAC-MANHATTAN Desenvolvido pelaNYU – para explorar o que acontece quando jogos saem do seu “mundinho” de telas de computador para o “mundo real” das esquinas e cidades.
  • 65.
    TERRITÓRIOS COMUNICACIONAIS Espaçoshíbridos de controle eletrônico-informacional e físico em mobilidade no espaço urbano. Funções analisadas + espaço urbano = ciberurbe. Massivo dá lugar (?) a formas comunicacionais horizontais e multipolares.
  • 66.
    PULL MEDIA –NOVAS COMPETÊNCIAS DO SUJEITO Messaging Searching Meeting Tagging
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