ANAMNESE
            A importância da
           coleta de dados para
              realização de um
            trabalho assertivo
            com a criança com
           Dificuldades de
            Aprendizagem
Aula 2


Anamnese: princípios básicos.
ANAMNESE
           Como devo me portar?

   A família chega ao seu consultório
    espontaneamente     ou     por    alguma
    indicação. Obviamente vai te analisar dos
    pés a cabeça antes de entregar um ente
    querido aos seus cuidados. Portanto, sua
    postura é fundamental para “conquistar” a
    confiança deles.
ANAMNESE

   Educação e cordialidade sem exageros.

   Falar baixo e pouco demonstrando calma
    e segurança. Você deve ouvir muito mais
    do que falar.
ANAMNESE
   Dependendo do especialista podem ter
    apenas poltronas na sala ou mesa e
    cadeiras. Ao receber o informante você o
    cumprimentará estendendo-lhe a mão
    (sem beijinhos e abraços) e solicitará que
    se sente.

   Confirmará seu nome e se apresentará
    perguntando em que pode ajudar-lhe.
ANAMNESE
   Nas primeiras aplicações de anamnese o profissional
    poderá ficar atrapalhado para anotar as informações que
    acabam chegando fora da ordem do protocolo. Não se
    preocupe. Tome o cuidado de anotá-las num outro lugar
    e depois poderá copiá-las para o “espaço certo” se isso
    o fizer sentir-se melhor.

   Caso o informante dispare a falar, observe-o. Talvez
    esteja tão angustiado que o melhor é deixá-lo desabafar
    primeiro e posteriormente você retoma alguns dados.
    Porém, caso perceba que o informante é “muito falante”
    diga que precisa ouví-lo por partes e que para isto vai
    fazer-lhe algumas perguntas importantes para a
    intervenção.
ANAMNESE
   Sente-se com postura ereta e demonstre que
    está interessado no que o informante está te
    contatndo olhando-o diretamente nos olhos
    evitando qualquer tipo de comentários.

   Use jaléco. Ele demonstra higiene e deve ser
    obrigatoriamente retirado ao sair do consultório.
ANAMNESE
   Os profissionais que têm cabelos longos devem mantê-
    los sempre presos. Além do aspecto higiênico,
    extremamente necessário para algumas especialidades
    que precisam fazer inspeção oral no paciente, passa-se
    a impressão de clareza e honestidade (você não está se
    escondendo por detrás do cabelo).

   O vestuário, obviamente deve ser compatível com a
    função do profissional e em nenhum momento aparenter
    vulgaridade. Decotes, transparências e calças justas
    devem ser evitados, assim como excessos de jóias e
    maquiagem. Tenha sempre bom senso.
ANAMNESE
               Quantas perguntas fazer?

A quantidade de perguntas é muito variável, mesmo
  quando o terapeuta se apóia num protocolo.

Pode ser que o informante relate de uma só vez tudo o
  que ocorreu durante a gestação, poupando o terapeuta
  de fazer todos os questionamentos que estão “listados”.

Em outros casos, o investigador poderá ter a necessidade
  de instigar, questionar, estimular, incitar o informante
  fazendo várias perguntas até que consiga obter uma
  informação específica importante.
ANAMNESE
        E se o paciente perceber meu nervosismo?

   Para coletar dados em uma anamnese, obviamente o
    profissional deverá estar muito bem preparado em todos
    os sentidos.

   Emocionalmente pode ter contato com histórias que
    remexam seus próprios traumas.

   Mesmo que nas primeiras anamneses você não se sinta
    totalmente seguro, o paciente jamais poderá perceber.
    Passar confianças naquilo que está fazendo é fundamental
    e necessário.
ANAMNESE
Como não demonstrar angústia, tristeza ou indignação
     diante de um fato contado pelo informante?

-    Vamos investigar assuntos delicados e teremos que
    aprender a como reagir diante deles; ou melhor, a como
    NÃO reagir.

- Histórias de aborto, uso de drogas, estupros, violência
  doméstica, prostituição, agressões, abandonos, prisões,
  assassinatos são mais comum do que podemos
  imaginar justamente porque a falta de uma estrutura
  familial adequada pode desencadear a dificuldade que
  virá, posteriormente, na criança.
ANAMNESE
- A palavra “julgamento” deve desaparecer do seu
  vocabulário. Você está ali para escutar e tentar
  ajudar seu paciente e a sua opinião sobre os
  fatos já ocorridos não importa, portanto,
  dispense qualquer tipo de comentário e apenas
  ouça, perguntado o que for relevante para sua
  intervenção.

- Sua feição deverá ser sempre a mesma:
  tranquila, serena e segura, olhando nos olhos
  do informante e fazendo as anotações
  pertinentes.
ANAMNESE
- Agindo desta maneira é provável que o
  informante te relate com detalhes sua
  vida. Ele está buscando por ajuda, Foi ele
  quem te procurou e não tem a intenção de
  esconder-lhe nada.

- Nunca, em nenhuma hipótese, demonstre
  espanto, indignação ou reprovação.
ANAMNESE
- Deixe sempre uma caixinha de lenços e um copo
  de água na mesa. Ao ter que lembrar fatos
  dolorosos vivenciados no passado, é comum
  que o informante pode se desestruturar
  emocionalmente e chorar. Caso isso ocorra, o
  profissional deverá oferecer um lenço e
  aguardar até que o informante se recomponha.
  Em hipótese alguma poderá levantar-se para dar
  um abraço ou chorar junto compartilhando do
  seu sofrimento.
ANAMNESE
Como dizer ao informante que o tempo acabou?

- Uma sessão de anamnese tem a duração de
  aproximadamente 1 hora.

- Quando a entrevista é bem conduzida, esse
  tempo é suficiente para coletar grande parte da
  história de vida do paciente; porém, existem
  casos, nos quais, ou pelo excesso de
  informações relatadas ou pela programação mal
  feita do tempo, após essa 1 hora isso ainda não
  ocorreu.
ANAMNESE
- Tanto o profissional como o informante podem ter
  compromissos agendados após este tempo previsto.
  Como dizer isso ao paciente?

- Com sinceridade e profissionalismo. Ex: “Vanessa, por
  hoje as informações foram suficientes para iniciarmos o
  processo de avaliação. Caso se recorde de algum fato
  sobre o qual não discutimos podemos conversar durante
  o tratamento.”

- O mesmo será feito pelo profissional. Se, após a análise
  da anamnese, quando for preparar a avaliação,
  perceber que deixou de abordar algum fato importante,
  é só retomá-lo na sessão seguinte.
ANAMNESE
 Quanto cobrar pelas consultas/ tratamento?

- Cada profissional tem seu Conselho que
  determina o preço de tabela para cada
  procedimento que poderá ser realizado.

- Dependendo da realidade do município e da
  população atendida, nem sempre é possível
  cobrar o valor estabelecido.
ANAMNESE
- O profissional deve valorizar o seu trabalho para que o
  paciente sinta confiança em ser atendido.

- Não é ético cobrar “preços simbólicos” num clínica
  particular, sendo passivo de denúncia no Conselho de
  sua especialidade.

- Poderá ser feito um acordo com o paciente caso ele
  tenha que vir mais de uma vez por semana para que o
  custo não fique desproporcional.

- Muitas famílias reclamam dos valores das terapias, mas
  seus filhos estão matriculados em escolas de Inglês,
  futebol, natação que chegam a cobrar mais que o
  clínico.
ANAMNESE
       Como abordar o preço da sessão/consulta?

-   Geralmente a informação é passada pela própria
    secretária no momento em que o paciente liga para
    agendar a anamnese.

-   Caso ao término da entrevista o paciente ou informante
    não questione sobre o valor das consultas, caberá a
    você informar-lhe os custos do seus serviços.

- Isto será feito de forma simples e objetiva: “Cada sessão
   é R$....., se você preferir pode acertar mensalmente na
   data em que achar melhor.”
ANAMNESE
-    Muitos profissionais, por segurança, redigem
    uma espécie de “contrato” dos serviços que
    serão prestados no qual consta os dias e
    horários de atendimento, o custo do tratamento
    e o dia do pagamento.

-     Algumas clausulas “extras” são importantes
    estarem claras neste contrato: tempo de
    atendimento    por    sessão,     com quanta
    antecedência o paciente deverá desmarcar a
    sessão para que não seja cobrada, se chegar
    atrasado será atendido apenas no tempo que
    resta de sua sessão, entre outros...
ANAMNESE
                        A COLETA DE DADOS

- Identificação;
- Queixa;
- História da “doença” atual;
- História pregressa da queixa/ antecedentes;
- Histórico familial;
- Atendimentos;
- Desenvolvimento escolar.
ANAMNESE
   IDENTIFICAÇÃO

    Na identificação, vamos coletar dados pessoais do paciente.

      Assim como a observação do comportamento e da dinâmica
    familial é importante desde o primeiro momento do tratamento, a
    análise do caso se iniciará juntamente coma coleta destes
    dados.

     Pelo grau de escolaridade dos pais, por exemplo, já podemos
    levantar algumas hipóteses e pensar na melhor forma que
    trabalharemos com a criança (no caso de serem analfabetos,
    não poderão auxiliá-los pedagogicamente....).
ANAMNESE
- Ao sabermos a idade e a série, compararemos se há
  alguma defasagem, retenção ou atraso.

- O endereço nos fornecerá noções da condição sócio-
  econômica da família nos levando a analisar os
  estímulos aos quais o paciente está exposto.

- A quantidade de irmãos é importante para sabermos se
  o informante tem parâmetros de comparação do
  desenvolvimento motor, cognitivo e de linguagem do
  paciente; além do tempo que lhe sobra para dar atenção
  a cada filho.
ANAMNESE
- As idades dos irmãos nos trazem informações sobre a
  rotina familial e os relacionamentos interpessoais
  naquela família.

- Tendo conhecimento de onde a criança estuda, vamos
  avaliar o grau de cobrança dos pais em relação a esse
  filho e a expectativa que depositam em seu tratamento.

- Convênio: é extremamente valiosa essa informação, pois
  saberemos se a família terá condições de realizar os
  exames complementeres que necessitaremos. Muitos
  têm que aguardar por anos numa fila de espera do SUS
  e isso certamente prejudica o trabalho do terapeuta.
ANAMNESE
-   ATENÇÃO: apesar de ser importantíssimo
    considerar todas as informações recebidas na
    identificação, não faça julgamentos antecipados.
    A análise completa do caso que permitirá que a
    hipótese diagnóstica seja levantada:
    Anamnese + avaliação + exames já realizados

- Muitas famílias residem em bairros carentes e
  nem por isso falham na estimulação adequada
  dos filhos. O contrário também é verdadeiro.
ANAMNESE
             Atividade – Aula 2




  Responda as questões disponíveis no site.

Aula 2: Princípios Básicos

  • 1.
    ANAMNESE A importância da coleta de dados para realização de um trabalho assertivo com a criança com Dificuldades de Aprendizagem
  • 2.
  • 3.
    ANAMNESE Como devo me portar?  A família chega ao seu consultório espontaneamente ou por alguma indicação. Obviamente vai te analisar dos pés a cabeça antes de entregar um ente querido aos seus cuidados. Portanto, sua postura é fundamental para “conquistar” a confiança deles.
  • 4.
    ANAMNESE  Educação e cordialidade sem exageros.  Falar baixo e pouco demonstrando calma e segurança. Você deve ouvir muito mais do que falar.
  • 5.
    ANAMNESE  Dependendo do especialista podem ter apenas poltronas na sala ou mesa e cadeiras. Ao receber o informante você o cumprimentará estendendo-lhe a mão (sem beijinhos e abraços) e solicitará que se sente.  Confirmará seu nome e se apresentará perguntando em que pode ajudar-lhe.
  • 6.
    ANAMNESE  Nas primeiras aplicações de anamnese o profissional poderá ficar atrapalhado para anotar as informações que acabam chegando fora da ordem do protocolo. Não se preocupe. Tome o cuidado de anotá-las num outro lugar e depois poderá copiá-las para o “espaço certo” se isso o fizer sentir-se melhor.  Caso o informante dispare a falar, observe-o. Talvez esteja tão angustiado que o melhor é deixá-lo desabafar primeiro e posteriormente você retoma alguns dados. Porém, caso perceba que o informante é “muito falante” diga que precisa ouví-lo por partes e que para isto vai fazer-lhe algumas perguntas importantes para a intervenção.
  • 7.
    ANAMNESE  Sente-se com postura ereta e demonstre que está interessado no que o informante está te contatndo olhando-o diretamente nos olhos evitando qualquer tipo de comentários.  Use jaléco. Ele demonstra higiene e deve ser obrigatoriamente retirado ao sair do consultório.
  • 8.
    ANAMNESE  Os profissionais que têm cabelos longos devem mantê- los sempre presos. Além do aspecto higiênico, extremamente necessário para algumas especialidades que precisam fazer inspeção oral no paciente, passa-se a impressão de clareza e honestidade (você não está se escondendo por detrás do cabelo).  O vestuário, obviamente deve ser compatível com a função do profissional e em nenhum momento aparenter vulgaridade. Decotes, transparências e calças justas devem ser evitados, assim como excessos de jóias e maquiagem. Tenha sempre bom senso.
  • 9.
    ANAMNESE Quantas perguntas fazer? A quantidade de perguntas é muito variável, mesmo quando o terapeuta se apóia num protocolo. Pode ser que o informante relate de uma só vez tudo o que ocorreu durante a gestação, poupando o terapeuta de fazer todos os questionamentos que estão “listados”. Em outros casos, o investigador poderá ter a necessidade de instigar, questionar, estimular, incitar o informante fazendo várias perguntas até que consiga obter uma informação específica importante.
  • 10.
    ANAMNESE E se o paciente perceber meu nervosismo?  Para coletar dados em uma anamnese, obviamente o profissional deverá estar muito bem preparado em todos os sentidos.  Emocionalmente pode ter contato com histórias que remexam seus próprios traumas.  Mesmo que nas primeiras anamneses você não se sinta totalmente seguro, o paciente jamais poderá perceber. Passar confianças naquilo que está fazendo é fundamental e necessário.
  • 11.
    ANAMNESE Como não demonstrarangústia, tristeza ou indignação diante de um fato contado pelo informante? - Vamos investigar assuntos delicados e teremos que aprender a como reagir diante deles; ou melhor, a como NÃO reagir. - Histórias de aborto, uso de drogas, estupros, violência doméstica, prostituição, agressões, abandonos, prisões, assassinatos são mais comum do que podemos imaginar justamente porque a falta de uma estrutura familial adequada pode desencadear a dificuldade que virá, posteriormente, na criança.
  • 12.
    ANAMNESE - A palavra“julgamento” deve desaparecer do seu vocabulário. Você está ali para escutar e tentar ajudar seu paciente e a sua opinião sobre os fatos já ocorridos não importa, portanto, dispense qualquer tipo de comentário e apenas ouça, perguntado o que for relevante para sua intervenção. - Sua feição deverá ser sempre a mesma: tranquila, serena e segura, olhando nos olhos do informante e fazendo as anotações pertinentes.
  • 13.
    ANAMNESE - Agindo destamaneira é provável que o informante te relate com detalhes sua vida. Ele está buscando por ajuda, Foi ele quem te procurou e não tem a intenção de esconder-lhe nada. - Nunca, em nenhuma hipótese, demonstre espanto, indignação ou reprovação.
  • 14.
    ANAMNESE - Deixe sempreuma caixinha de lenços e um copo de água na mesa. Ao ter que lembrar fatos dolorosos vivenciados no passado, é comum que o informante pode se desestruturar emocionalmente e chorar. Caso isso ocorra, o profissional deverá oferecer um lenço e aguardar até que o informante se recomponha. Em hipótese alguma poderá levantar-se para dar um abraço ou chorar junto compartilhando do seu sofrimento.
  • 15.
    ANAMNESE Como dizer aoinformante que o tempo acabou? - Uma sessão de anamnese tem a duração de aproximadamente 1 hora. - Quando a entrevista é bem conduzida, esse tempo é suficiente para coletar grande parte da história de vida do paciente; porém, existem casos, nos quais, ou pelo excesso de informações relatadas ou pela programação mal feita do tempo, após essa 1 hora isso ainda não ocorreu.
  • 16.
    ANAMNESE - Tanto oprofissional como o informante podem ter compromissos agendados após este tempo previsto. Como dizer isso ao paciente? - Com sinceridade e profissionalismo. Ex: “Vanessa, por hoje as informações foram suficientes para iniciarmos o processo de avaliação. Caso se recorde de algum fato sobre o qual não discutimos podemos conversar durante o tratamento.” - O mesmo será feito pelo profissional. Se, após a análise da anamnese, quando for preparar a avaliação, perceber que deixou de abordar algum fato importante, é só retomá-lo na sessão seguinte.
  • 17.
    ANAMNESE Quanto cobrarpelas consultas/ tratamento? - Cada profissional tem seu Conselho que determina o preço de tabela para cada procedimento que poderá ser realizado. - Dependendo da realidade do município e da população atendida, nem sempre é possível cobrar o valor estabelecido.
  • 18.
    ANAMNESE - O profissionaldeve valorizar o seu trabalho para que o paciente sinta confiança em ser atendido. - Não é ético cobrar “preços simbólicos” num clínica particular, sendo passivo de denúncia no Conselho de sua especialidade. - Poderá ser feito um acordo com o paciente caso ele tenha que vir mais de uma vez por semana para que o custo não fique desproporcional. - Muitas famílias reclamam dos valores das terapias, mas seus filhos estão matriculados em escolas de Inglês, futebol, natação que chegam a cobrar mais que o clínico.
  • 19.
    ANAMNESE Como abordar o preço da sessão/consulta? - Geralmente a informação é passada pela própria secretária no momento em que o paciente liga para agendar a anamnese. - Caso ao término da entrevista o paciente ou informante não questione sobre o valor das consultas, caberá a você informar-lhe os custos do seus serviços. - Isto será feito de forma simples e objetiva: “Cada sessão é R$....., se você preferir pode acertar mensalmente na data em que achar melhor.”
  • 20.
    ANAMNESE - Muitos profissionais, por segurança, redigem uma espécie de “contrato” dos serviços que serão prestados no qual consta os dias e horários de atendimento, o custo do tratamento e o dia do pagamento. - Algumas clausulas “extras” são importantes estarem claras neste contrato: tempo de atendimento por sessão, com quanta antecedência o paciente deverá desmarcar a sessão para que não seja cobrada, se chegar atrasado será atendido apenas no tempo que resta de sua sessão, entre outros...
  • 21.
    ANAMNESE A COLETA DE DADOS - Identificação; - Queixa; - História da “doença” atual; - História pregressa da queixa/ antecedentes; - Histórico familial; - Atendimentos; - Desenvolvimento escolar.
  • 22.
    ANAMNESE  IDENTIFICAÇÃO Na identificação, vamos coletar dados pessoais do paciente. Assim como a observação do comportamento e da dinâmica familial é importante desde o primeiro momento do tratamento, a análise do caso se iniciará juntamente coma coleta destes dados. Pelo grau de escolaridade dos pais, por exemplo, já podemos levantar algumas hipóteses e pensar na melhor forma que trabalharemos com a criança (no caso de serem analfabetos, não poderão auxiliá-los pedagogicamente....).
  • 23.
    ANAMNESE - Ao sabermosa idade e a série, compararemos se há alguma defasagem, retenção ou atraso. - O endereço nos fornecerá noções da condição sócio- econômica da família nos levando a analisar os estímulos aos quais o paciente está exposto. - A quantidade de irmãos é importante para sabermos se o informante tem parâmetros de comparação do desenvolvimento motor, cognitivo e de linguagem do paciente; além do tempo que lhe sobra para dar atenção a cada filho.
  • 24.
    ANAMNESE - As idadesdos irmãos nos trazem informações sobre a rotina familial e os relacionamentos interpessoais naquela família. - Tendo conhecimento de onde a criança estuda, vamos avaliar o grau de cobrança dos pais em relação a esse filho e a expectativa que depositam em seu tratamento. - Convênio: é extremamente valiosa essa informação, pois saberemos se a família terá condições de realizar os exames complementeres que necessitaremos. Muitos têm que aguardar por anos numa fila de espera do SUS e isso certamente prejudica o trabalho do terapeuta.
  • 25.
    ANAMNESE - ATENÇÃO: apesar de ser importantíssimo considerar todas as informações recebidas na identificação, não faça julgamentos antecipados. A análise completa do caso que permitirá que a hipótese diagnóstica seja levantada: Anamnese + avaliação + exames já realizados - Muitas famílias residem em bairros carentes e nem por isso falham na estimulação adequada dos filhos. O contrário também é verdadeiro.
  • 26.
    ANAMNESE Atividade – Aula 2 Responda as questões disponíveis no site.