O que é História? Por que estudá-la?
História (do grego antigo ἱστορία); historía/historíai/historie
pesquisa; conhecimento através da investigação.
objeto: conhecer o passado para compreender o presente e presumir o futuro
(Heródoto).
definição: ciência que estuda a relação dos homens entre si e com a natureza e
suas consequências.
Processo Histórico
sequência de fatos históricos;
abordagem arbitrária
definição de eras (cristãos x islâmicos; historiografia inglesa x francesa x
norte-americana)
Linha do Tempo
fase compreendida entre o aparecimento dos primeiros hominídeos e formas
primitivas de organização social até o aparecimento da escrita.
Pré-História
fase mais longa da história; divisão de acordo com os níveis de evolução
cultural do homem.
PALEOLÍTICO NEOLÍTICO
Idade da Pedra Lascada Idade da Pedra Polida
nomadismo
sistema econômico coletivo
sociedade igualitária
sedentarização
economia
agrícola
desigualdade social
Transição para a História
desenvolvimento técnico;
urbanização;
divisão do trabalho;
nascimento da nobreza sacerdotal;
surgimento do Estado em bases militares;
criação da escrita.
Questões
1. (Ufpel 2005) Analisando a linha do tempo, no período que vai do
surgimento do homem até o desenvolvimento da agricultura, encontra-se a
fase:
a) Neolítica.
b) da invenção da escrita.
c) dos metais.
d) da Antiguidade.
e) Paleolítica.
Questões
2. (Ufpel 2006)
Texto 1 – “Em todo o mundo, a leste e a oeste, as populações começaram a trocar a dependência de
grandes animais (...) pela exploração de animais menores e de plantas. (...) Onde as condições
fossem particularmente adequadas (...), as peças do quebra-cabeça da domesticação se
acomodaram e os coletores transformaram-se em agricultores”
Alfred W. Crosby. Imperialismo
Ecológico. São Paulo. Cia das Letras, 1993
Texto 2 – “Os historiadores acostumaram-se a separar a coleta e a agricultura como se fossem duas
etapas da evolução humana bastante diferentes e a supor que a passagem de uma à outra
tivesse sido uma mudança repentina e revolucionária. Hoje, contudo, admite-se que essa
transição ”
Alfred W. Crosby. Imperialismo
Ecológico. São Paulo. Cia das Letras, 1993
Idade Antiga
Antiguidade Oriental
marca o início das civilizações
surgimento do Estado;
teocracia (religião como instrumento de poder);
desenvolvimento da escrita;
sociedades hidráulicas voltadas para a produção agrícola.
egípcia
mesopotâmia
fenícia
palestina
pérsia
 Egito
“O Egito é uma dádiva do Nilo” (Heródoto)
expressa a dependência das cheias de
julho a novembro;
ocupação territorial ainda no período
Neolítico;
organização social em nomos;
unificação política (Alto e Baixo Egito);
Menés, governador do Alto Egito, impõe
a unidade dos reinos e se torna o
primeiro Faraó.
 Egito
Antigo Império (3.200 a.C. – 2.300 a.C.)
início da dinastia egípcia;
monarquia despótica e teocrática;
burocracia;
enfraquecimento do poder central;
Médio Império (2.000 a.C. – 1.750 a.C.)
Faraó recupera o poder e restabelece a unidade do império;
penetração dos hebreus e invasão dos hiesos;
controle estrangeiro por quase 200 anos;
Novo Império (1.580 a.C. – 662 a.C.)
sentimento nacionalista e militarista; expulsão e escravização dos invasores;
apogeu da civilização egípcia; expansão territorial até a Mesopotâmia;
domínio sobre Palestina e Síria;
 Egito
revolução monoteísta;
disputas políticas; decadência; conquista pelos assírios.
Renascimento Saíta (650 a.C. – 525 a.C.)
governador de Saís (Psamético I) libertou o país dos assírios;
último período de independência política;
dinamismo econômico e cultural passageiro;
conquistado pela Pérsia em 525 a.C. (até o séc. XX);
aspectos socioeconômicos
economia agrícola (de regadio);
 Egito
Estado detinha a maioria das terras férteis (meios de produção)
burocracia estatal (nobreza e casta de sacerdotes);
servidão coletiva;
estratificação social e imobilismo;
 Civilizações Mesopotâmicas
Mesopotâmia = terra entre dois rios; vales e planícies irrigados pelos rios Tigre
e Eufrates; necessidade de sofisticado sistema de drenagem;
vales e planícies irrigados pelos rios Tigre e Eufrates;
necessidade de sofisticado sistema de drenagem;
região vulnerável, aberta à invasão de povos nômades hostis;
formação precoce de exércitos;
Sumérios e Acádios
estrutura típica do Neolítico; economia baseada na agricultura e comércio;
organização política baseada na religião; lutas constantes (enfraquecimento;
formação do Império Acádio)
 Civilizações Mesopotâmicas
Primeiro Império Babilônico (1.800-1.600 a.C.)
invasão amorita; três séculos de guerras entre a Babilônia e demais cidades
mesopotâmicas; forte estrutura militar; complexo aparato jurídico (Código de
Hamurabi – Lei do Talião); grande centro urbano econômico.
Império Assírio (1.300 – 612 a.C.)
origem na Alta Mesopotâmia, ao longo do rio Tigre; agricultura e caça eram as
atividades iniciais; criação de forte estrutura militar; conquistaram a
Mesopotâmia, Síria-Palestina e o Egito; primeiro exército organizado.
Império Caldeu ou Segundo Babilônico (612 – 539 a.C.)
caldeus fizeram da Babilônia novamente a capital da Mesopotâmia; durante o
reinado de Nabucodonosor o Império conquistou a Síria, Fenícia e parte da
Palestina; período marcado pela realização de grandes obras.
 Civilizações Mesopotâmicas
modo de produção asiático, marcado pela agricultura de regadio e servidão
coletiva; terras e meio de produção diretamente controlados pelo Estado;
teocracia e nobreza sacerdotal; estrutura social estratificada como a egípcia;
dependente do comércio, estimulou a produção artesanal para o mercado
externo, desenvolvendo o comércio exterior e a criação da moeda.
 Fenícios
ocuparam uma estreita faixa de terra ao sul da Palestina; o solo pobre deu
lugar ao comércio, pesca e rico artesanato, voltado à comercialização com os
países vizinhos ; exportavam vinho, azeite e corante de púrpura.
jamais constituíram um Estado unificado, desenvolvendo-se a partir de
cidades-estados independentes; tornaram-se intermediários no comércio,
fundando as feitorias que deram origem a cidades.
maior período de prosperidade vai do séc. XIII ao século IX a.C., quando
monopolizaram o comércio mediterrâneo; no séc. VI a.C, se tornaram
província do império Persa e suas cidades sofreram declínio econômico frente
à concorrência com os gregos;
As necessidades de navegação impulsionaram o desenvolvimento da
matemática e da astronomia; religião politeísta.
 Palestina
região onde se desenvolveu a civilização dos hebreus, formada
pelo vale do rio Jordão.
intensa ligação entre a religião e as realizações materiais;
Antigo Testamento é a principal fonte de estudo da história
hebraica.
Era dos Patriarcas, Era dos Juízes e Era dos Reis
economia predominantemente agrícola e pastoril; concentração
de terras a partir da monarquia
 Pérsia
região situada a leste da Mesopotâmia; compreende áreas
montanhosas e desérticas.
arianos e indo-europeus ocuparam a região se organizando em
Estados monárquicos rivais (Reino dos Medos e Reino dos
Persas).
Império Persa (550-330 a.C.)
desenvolvimento da escultura e arquitetura; religião dualista
Mundo Grego
vasta região (sul da Península Balcânica e ilhas nos mares Jônico, Egeu e
mediterrâneo), incluindo as áreas de colonização grega;
ausência de unidade política;
vocação marítima.
isolamento entre as regiões; dificuldade de comunicação terrestre; Estados
autônomos e rivais.
reduzida produção agrícola; desenvolvimento marítimo-comercial.
período mais remoto da história grega; fase de povoamento do território grego.
Período Pré-homérico
pelágios (ligado ao mar); origem desconhecida;
comunidades coletivistas; agricultura rudimentar e pesca.
civilização cretense (lenda do Minotauro); marítimo-comercial;
desenvolvimento econômico e político; vasto domínio.
ondas migratórias indo-europeus; aqueus, eólios e jônios.
Guerra de Tróia (expansionismo aqueu)
Primeira Diáspora (invasão dos dórios)
Período Homérico
comunidade gentílica (forma básica de organização social; desaparecimento da
vida urbana; retorno da economia rural; isolamento)
igualdade social; inexistência da propriedade privada
sociedade patriarcal (pater era chefe do clã, juiz, comandante militar e
autoridade sacerdotal)
escassa fertilidade do solo em razão do intenso crescimento demográfico;
privatização da propriedade decorrente dos conflitos por terra; desigualdade
social.
surgimento das polis em resposta à necessidade de defesa; marginalização
social e política.
Segunda Diáspora.
Período Arcaico
desenvolvimento das cidades-estados na Grécia;
divisão social, conflitos internos e expansionismo foram marcas típicas das
cidades
exceção: Esparta
 Atenas
fundada por volta do séc. X a.C.
constituída principalmente por povos de origem jônica;
economia agrícola;
Monarquia foi a primeira forma política, depois substituída pela oligarquia.
profundas transformações econômicas e sociais trazidas pela diáspora;
 Atenas
produção de vinho e azeite tornaram-se as principais mercadorias, destinadas
à exportação em troca de cereais;
monetarização da economia; desenvolvimento artesanal e comercial;
crescimento do transporte marítimo;
demanda por mão de obra e escassez de mão de obra livre levaram à
escravidão como principal forma de trabalho,
diferentemente das demais cidades gregas, Esparta é fruto da invasão e
ocupação dos dórios.
 Esparta
elevada disponibilidade de terras (não dependia do comércio), trabalho
compulsório e estrutura militar voltada para ordem interna.
rígida estrutura social:
Espartanos – os únicos com direitos políticos
Periecos – agricultores livres, artesãos e comerciantes
Hilotas – maioria da população de propriedade do Estado
Período Clássico
estabilidade política e social interna x agressiva política imperialista
Guerras Médicas: conflito entre persas e imperialismo ateniense
trégua de 10 anos foi decisiva para a consolidação de Atenas.
hegemonia ateniense
Guerra do Peloponeso
hegemonia de Esparta e Tebas
Período Helenístico
domínio macedônico sobre a Grécia sob a liderança de Alexandre Magno
Roma Antiga
Origem de Roma: processo de ocupação da Península
Itálica.
Roma Antiga
Origem de Roma: processo de ocupação da Península
Itálica; etruscos e latinos
 Monarquia (séc. VII – 509 a.C.)
 República (509 – 27 a.C.)
 Império (27 a.C. – séc. V)
invasões indo-europeus + Segunda Diáspora
influência grega na formação de Roma
necessidade de se proteger dos ataques etruscos; fortificação militar às
margens do Tigre
Monarquia
economia à agricultura e ao pastoreio; terra como fonte de riqueza;
elite: patrícios (aristocracia); grandes proprietários de terras; organizados sob a
forma de gens (mesmo chefe e antepassado comum).
intermediários: clientes (parentes mais afastados das gens); proteção das
famílias patrícias.
plebeus: massa de pequenos proprietários, comerciantes e camponeses.
o Rei acumulava os Poderes de chefe supremo, sacerdote e juiz, ao lado do
Conselho de Anciãos (Senado)
revolta patrícia em 509 a.C. – declínio do poder etrusco na Itália e tentativa de
resgate do monopólio do poder político.
República
res publica = coisa pública; forma de governo dos cidadãos x Rei (monarquia)
não confundir com democracia; a República criada em Roma foi uma
instituição exclusivamente patrícia.
concentração de poderes x aparecimento de vários cargos (magistraturas);
Senado se tornou o órgão máximo da República.
a República representou a marginalização da plebe de qualquer decisão
política; intensas lutas sociais entre patrícios e plebeus (494-286 a.C.)
Assembleia da Plebe, Lei das Doze Tábuas, abolição da escravatura por
dívidas, posse de terras do Estado e um dos cônsules tinha que ser plebeu.
 Expansionismo Romano
ações expansionistas com caráter defensivo; controle de toda a península
(norte da Itália até as regiões da Sicília).
Guerras Púnicas (região de Punis); rivalidade com a cidade de Cartago ,
fundada pelos fenícios.
Mediterrâneo transformou-se em um lago romano;
transformações econômicas e sociais dão origem à crise da República.
República
 Alto Império (24 a.C. – 235 d.C.)
consolidação e apogeu do Império.
centralização do poder nas mãos do Imperador, fortemente apoiado pelo
Exército e redução do poder do Senado.
sociedade dividida segundo critério censitário:
Senatorial – privilégios políticos
Equestre – acesso aos cargos públicos
Inferior – maioria dos cidadãos
política do pão e circo.
economia baseada no trabalho escravo e riqueza gerada pelo comércio com
as províncias.
República
 Baixo Império (284-476)
crise estrutural do séc. III; colonato, patronato e barbarização.
migrações germânicas e a organização dos Reinos Bárbaros.
Constantino concedeu liberdade de culto aos cristãos e fundou
Constantinopla
saques e deposição do último imperador (Rômulo).
início da Idade Média

Aula 01 historia antiga

  • 1.
    O que éHistória? Por que estudá-la? História (do grego antigo ἱστορία); historía/historíai/historie pesquisa; conhecimento através da investigação. objeto: conhecer o passado para compreender o presente e presumir o futuro (Heródoto). definição: ciência que estuda a relação dos homens entre si e com a natureza e suas consequências. Processo Histórico sequência de fatos históricos; abordagem arbitrária definição de eras (cristãos x islâmicos; historiografia inglesa x francesa x norte-americana)
  • 2.
  • 4.
    fase compreendida entreo aparecimento dos primeiros hominídeos e formas primitivas de organização social até o aparecimento da escrita. Pré-História fase mais longa da história; divisão de acordo com os níveis de evolução cultural do homem. PALEOLÍTICO NEOLÍTICO Idade da Pedra Lascada Idade da Pedra Polida nomadismo sistema econômico coletivo sociedade igualitária sedentarização economia agrícola desigualdade social
  • 5.
    Transição para aHistória desenvolvimento técnico; urbanização; divisão do trabalho; nascimento da nobreza sacerdotal; surgimento do Estado em bases militares; criação da escrita.
  • 6.
    Questões 1. (Ufpel 2005)Analisando a linha do tempo, no período que vai do surgimento do homem até o desenvolvimento da agricultura, encontra-se a fase: a) Neolítica. b) da invenção da escrita. c) dos metais. d) da Antiguidade. e) Paleolítica.
  • 7.
    Questões 2. (Ufpel 2006) Texto1 – “Em todo o mundo, a leste e a oeste, as populações começaram a trocar a dependência de grandes animais (...) pela exploração de animais menores e de plantas. (...) Onde as condições fossem particularmente adequadas (...), as peças do quebra-cabeça da domesticação se acomodaram e os coletores transformaram-se em agricultores” Alfred W. Crosby. Imperialismo Ecológico. São Paulo. Cia das Letras, 1993 Texto 2 – “Os historiadores acostumaram-se a separar a coleta e a agricultura como se fossem duas etapas da evolução humana bastante diferentes e a supor que a passagem de uma à outra tivesse sido uma mudança repentina e revolucionária. Hoje, contudo, admite-se que essa transição ” Alfred W. Crosby. Imperialismo Ecológico. São Paulo. Cia das Letras, 1993
  • 10.
  • 11.
    Antiguidade Oriental marca oinício das civilizações surgimento do Estado; teocracia (religião como instrumento de poder); desenvolvimento da escrita; sociedades hidráulicas voltadas para a produção agrícola. egípcia mesopotâmia fenícia palestina pérsia
  • 12.
     Egito “O Egitoé uma dádiva do Nilo” (Heródoto) expressa a dependência das cheias de julho a novembro; ocupação territorial ainda no período Neolítico; organização social em nomos; unificação política (Alto e Baixo Egito); Menés, governador do Alto Egito, impõe a unidade dos reinos e se torna o primeiro Faraó.
  • 13.
     Egito Antigo Império(3.200 a.C. – 2.300 a.C.) início da dinastia egípcia; monarquia despótica e teocrática; burocracia; enfraquecimento do poder central; Médio Império (2.000 a.C. – 1.750 a.C.) Faraó recupera o poder e restabelece a unidade do império; penetração dos hebreus e invasão dos hiesos; controle estrangeiro por quase 200 anos;
  • 14.
    Novo Império (1.580a.C. – 662 a.C.) sentimento nacionalista e militarista; expulsão e escravização dos invasores; apogeu da civilização egípcia; expansão territorial até a Mesopotâmia; domínio sobre Palestina e Síria;  Egito revolução monoteísta; disputas políticas; decadência; conquista pelos assírios. Renascimento Saíta (650 a.C. – 525 a.C.) governador de Saís (Psamético I) libertou o país dos assírios; último período de independência política; dinamismo econômico e cultural passageiro; conquistado pela Pérsia em 525 a.C. (até o séc. XX);
  • 15.
    aspectos socioeconômicos economia agrícola(de regadio);  Egito Estado detinha a maioria das terras férteis (meios de produção) burocracia estatal (nobreza e casta de sacerdotes); servidão coletiva; estratificação social e imobilismo;
  • 16.
     Civilizações Mesopotâmicas Mesopotâmia= terra entre dois rios; vales e planícies irrigados pelos rios Tigre e Eufrates; necessidade de sofisticado sistema de drenagem; vales e planícies irrigados pelos rios Tigre e Eufrates; necessidade de sofisticado sistema de drenagem; região vulnerável, aberta à invasão de povos nômades hostis; formação precoce de exércitos; Sumérios e Acádios estrutura típica do Neolítico; economia baseada na agricultura e comércio; organização política baseada na religião; lutas constantes (enfraquecimento; formação do Império Acádio)
  • 17.
     Civilizações Mesopotâmicas PrimeiroImpério Babilônico (1.800-1.600 a.C.) invasão amorita; três séculos de guerras entre a Babilônia e demais cidades mesopotâmicas; forte estrutura militar; complexo aparato jurídico (Código de Hamurabi – Lei do Talião); grande centro urbano econômico. Império Assírio (1.300 – 612 a.C.) origem na Alta Mesopotâmia, ao longo do rio Tigre; agricultura e caça eram as atividades iniciais; criação de forte estrutura militar; conquistaram a Mesopotâmia, Síria-Palestina e o Egito; primeiro exército organizado. Império Caldeu ou Segundo Babilônico (612 – 539 a.C.) caldeus fizeram da Babilônia novamente a capital da Mesopotâmia; durante o reinado de Nabucodonosor o Império conquistou a Síria, Fenícia e parte da Palestina; período marcado pela realização de grandes obras.
  • 18.
     Civilizações Mesopotâmicas modode produção asiático, marcado pela agricultura de regadio e servidão coletiva; terras e meio de produção diretamente controlados pelo Estado; teocracia e nobreza sacerdotal; estrutura social estratificada como a egípcia; dependente do comércio, estimulou a produção artesanal para o mercado externo, desenvolvendo o comércio exterior e a criação da moeda.
  • 19.
     Fenícios ocuparam umaestreita faixa de terra ao sul da Palestina; o solo pobre deu lugar ao comércio, pesca e rico artesanato, voltado à comercialização com os países vizinhos ; exportavam vinho, azeite e corante de púrpura. jamais constituíram um Estado unificado, desenvolvendo-se a partir de cidades-estados independentes; tornaram-se intermediários no comércio, fundando as feitorias que deram origem a cidades. maior período de prosperidade vai do séc. XIII ao século IX a.C., quando monopolizaram o comércio mediterrâneo; no séc. VI a.C, se tornaram província do império Persa e suas cidades sofreram declínio econômico frente à concorrência com os gregos; As necessidades de navegação impulsionaram o desenvolvimento da matemática e da astronomia; religião politeísta.
  • 20.
     Palestina região ondese desenvolveu a civilização dos hebreus, formada pelo vale do rio Jordão. intensa ligação entre a religião e as realizações materiais; Antigo Testamento é a principal fonte de estudo da história hebraica. Era dos Patriarcas, Era dos Juízes e Era dos Reis economia predominantemente agrícola e pastoril; concentração de terras a partir da monarquia
  • 21.
     Pérsia região situadaa leste da Mesopotâmia; compreende áreas montanhosas e desérticas. arianos e indo-europeus ocuparam a região se organizando em Estados monárquicos rivais (Reino dos Medos e Reino dos Persas). Império Persa (550-330 a.C.) desenvolvimento da escultura e arquitetura; religião dualista
  • 22.
    Mundo Grego vasta região(sul da Península Balcânica e ilhas nos mares Jônico, Egeu e mediterrâneo), incluindo as áreas de colonização grega; ausência de unidade política; vocação marítima. isolamento entre as regiões; dificuldade de comunicação terrestre; Estados autônomos e rivais. reduzida produção agrícola; desenvolvimento marítimo-comercial.
  • 24.
    período mais remotoda história grega; fase de povoamento do território grego. Período Pré-homérico pelágios (ligado ao mar); origem desconhecida; comunidades coletivistas; agricultura rudimentar e pesca. civilização cretense (lenda do Minotauro); marítimo-comercial; desenvolvimento econômico e político; vasto domínio. ondas migratórias indo-europeus; aqueus, eólios e jônios. Guerra de Tróia (expansionismo aqueu) Primeira Diáspora (invasão dos dórios)
  • 25.
    Período Homérico comunidade gentílica(forma básica de organização social; desaparecimento da vida urbana; retorno da economia rural; isolamento) igualdade social; inexistência da propriedade privada sociedade patriarcal (pater era chefe do clã, juiz, comandante militar e autoridade sacerdotal) escassa fertilidade do solo em razão do intenso crescimento demográfico; privatização da propriedade decorrente dos conflitos por terra; desigualdade social. surgimento das polis em resposta à necessidade de defesa; marginalização social e política. Segunda Diáspora.
  • 26.
    Período Arcaico desenvolvimento dascidades-estados na Grécia; divisão social, conflitos internos e expansionismo foram marcas típicas das cidades exceção: Esparta  Atenas fundada por volta do séc. X a.C. constituída principalmente por povos de origem jônica; economia agrícola; Monarquia foi a primeira forma política, depois substituída pela oligarquia.
  • 27.
    profundas transformações econômicase sociais trazidas pela diáspora;  Atenas produção de vinho e azeite tornaram-se as principais mercadorias, destinadas à exportação em troca de cereais; monetarização da economia; desenvolvimento artesanal e comercial; crescimento do transporte marítimo; demanda por mão de obra e escassez de mão de obra livre levaram à escravidão como principal forma de trabalho,
  • 28.
    diferentemente das demaiscidades gregas, Esparta é fruto da invasão e ocupação dos dórios.  Esparta elevada disponibilidade de terras (não dependia do comércio), trabalho compulsório e estrutura militar voltada para ordem interna. rígida estrutura social: Espartanos – os únicos com direitos políticos Periecos – agricultores livres, artesãos e comerciantes Hilotas – maioria da população de propriedade do Estado
  • 29.
    Período Clássico estabilidade políticae social interna x agressiva política imperialista Guerras Médicas: conflito entre persas e imperialismo ateniense trégua de 10 anos foi decisiva para a consolidação de Atenas. hegemonia ateniense Guerra do Peloponeso hegemonia de Esparta e Tebas
  • 30.
    Período Helenístico domínio macedônicosobre a Grécia sob a liderança de Alexandre Magno
  • 31.
    Roma Antiga Origem deRoma: processo de ocupação da Península Itálica.
  • 33.
    Roma Antiga Origem deRoma: processo de ocupação da Península Itálica; etruscos e latinos  Monarquia (séc. VII – 509 a.C.)  República (509 – 27 a.C.)  Império (27 a.C. – séc. V) invasões indo-europeus + Segunda Diáspora influência grega na formação de Roma necessidade de se proteger dos ataques etruscos; fortificação militar às margens do Tigre
  • 34.
    Monarquia economia à agriculturae ao pastoreio; terra como fonte de riqueza; elite: patrícios (aristocracia); grandes proprietários de terras; organizados sob a forma de gens (mesmo chefe e antepassado comum). intermediários: clientes (parentes mais afastados das gens); proteção das famílias patrícias. plebeus: massa de pequenos proprietários, comerciantes e camponeses. o Rei acumulava os Poderes de chefe supremo, sacerdote e juiz, ao lado do Conselho de Anciãos (Senado) revolta patrícia em 509 a.C. – declínio do poder etrusco na Itália e tentativa de resgate do monopólio do poder político.
  • 35.
    República res publica =coisa pública; forma de governo dos cidadãos x Rei (monarquia) não confundir com democracia; a República criada em Roma foi uma instituição exclusivamente patrícia. concentração de poderes x aparecimento de vários cargos (magistraturas); Senado se tornou o órgão máximo da República. a República representou a marginalização da plebe de qualquer decisão política; intensas lutas sociais entre patrícios e plebeus (494-286 a.C.) Assembleia da Plebe, Lei das Doze Tábuas, abolição da escravatura por dívidas, posse de terras do Estado e um dos cônsules tinha que ser plebeu.
  • 36.
     Expansionismo Romano açõesexpansionistas com caráter defensivo; controle de toda a península (norte da Itália até as regiões da Sicília). Guerras Púnicas (região de Punis); rivalidade com a cidade de Cartago , fundada pelos fenícios. Mediterrâneo transformou-se em um lago romano; transformações econômicas e sociais dão origem à crise da República.
  • 37.
    República  Alto Império(24 a.C. – 235 d.C.) consolidação e apogeu do Império. centralização do poder nas mãos do Imperador, fortemente apoiado pelo Exército e redução do poder do Senado. sociedade dividida segundo critério censitário: Senatorial – privilégios políticos Equestre – acesso aos cargos públicos Inferior – maioria dos cidadãos política do pão e circo. economia baseada no trabalho escravo e riqueza gerada pelo comércio com as províncias.
  • 38.
    República  Baixo Império(284-476) crise estrutural do séc. III; colonato, patronato e barbarização. migrações germânicas e a organização dos Reinos Bárbaros. Constantino concedeu liberdade de culto aos cristãos e fundou Constantinopla saques e deposição do último imperador (Rômulo). início da Idade Média