Jeff Koons. Made in Heaven, 1989.
Jeff Koons
•Jeff Koons
•a autoria - ele não põe as mãos nos trabalhos, ele possui um equipe encarregada do
serviço;
•a metalinguagem - ele usa da arte para falar da própria arte, principalmente quando
entra na questão dos valores estéticos da cultura de massa.
•inspiração no cotidiano - ele busca elementos do cotidiano das pessoas para questioná-
los e discuti-los.
•participação do público. - alguns de seus trabalhos só se formam com a presença do
observador, chegando, às vezes, a ser o próprio observador.
•espaços não convencionais - alguns de seus trabalhos foram realizados dentro da mídia,
•mistura de personagem e artista - nos trabalhos ditos "pornográficos" ele era o artista
que era o próprio personagem da obra.
•novos critérios e valores de qualidade - questiona os paradigmas, os dogmas e os
valores impostos pelo mercado de arte, através de uma sutil ironia (em relação aos
padrões de beleza) presentes em seus trabalhos.
Inflatable Flower and Bunny (Tall White, Pink Bunny) vinyl, mirrors
32 x 25 x 19 inches
81.3 x 63.5 x 48.3 cm
© Jeff Koons
1979
- See more at: http://www.jeffkoons.com/artwork/inflatables/inflatable-flower-and-bunny-tall-
white-pink-bunny#sthash.nmup0QhS.dpuf
Jeff Koons. Made in Heaven, 1990. Jeff Koons. Made in Heaven, 1988.
http://www.jeffkoons.com/artwork/inflatables
Daniel Senise. Paisagem com levitação
Acrílica, pó de ferro e laca sobre cretone,
130 x 190 cm
1995
Daniel Senise
Nasceu em 1955 no Rio de Janeiro. Em 1980, se formou em engenharia civil pela Universidade Federal do Rio de Janeiro,
tendo ingressado na Escola de Artes Visuais do Parque Lage no ano seguinte, onde participou de cursos livres até 1983.
Foi aluno e professor na Escola de Artes Visuais do Parque Lage durante o período de 1986 a 1994.
Sua carreira obteve destaque em 1985 ao expor na Grande Tela da 18° Bienal de São Paulo. Daniel Senise percorreu o
mundo com algumas exposições individuais, como no Museum of Contemporary Art of Chicago em 1991 e no Museo de
Arte Contemporáneo de Monterrey em 1994.
3 caminos
Verniz poliuretânico e pó de ferro sobre tela e voile, 200 x 280 cm
1995
Mãe e filho
Acrílica e pó de ferro sobre tela e
voile, 274 x 198 cm
1996
J. Haydn
Pó de ferro e resina poliuretânica
sobre tela, 193 x 167 cm
1996
Sem título
Acrílica, pó de ferro e resina
poliuretânica sobre tela, 200 x 150
cm
1996
Sem título
Esmalte sintético e objeto de ferro sobre tela e voile, 2x 110 x 110 cm
1998
Cometa
Acrílica e esmalte sintético sobre tela e voile, 2x 110 x 110 cm
1999
Piscina 1
Medium acrílico e resíduos sobre tecido em colagem sobre madeira, 185 x 290 cm
2003
Sem título
Medium acrílico e resíduos sobre tecido em colagem sobre alumínio,
125 x 167 cm
2010
Sem título
Medium acrílico e
resíduos sobre
tecido em
colagem sobre
alumínio, 244 x
244 cm
2011
Gemäldegalerie Berlin
Medium acrílico e resíduos sobre tecido em colagem sobre alumínio,
150 x 400 cm
2014
“Damien Hirst é conhecido como o “artista vivo mais bem
cotado do mundo”. O seu trabalho ‘Pelo amor de Deus‘, um
crânio humano com mais de oito mil diamantes incrustados, foi
vendido por cem milhões de dólares, o maior valor pago por
uma obra de um artista vivo até hoje (O Sunday Times estimou
a fortuna do artista em 364 milhões de dólares após essa
venda). Além disso, na exposição que o artista realizou em
2012 no Tate Museum, onde tinha um tubarão flutuando e
animais cortados ao meio dentro de um tanque de formol, foi a
individual mais visitada da história da galeria, com 460 mil
espectadores.”
http://misturaurbana.com/2014/09/damien-hirst-o-artista-
mais-caro-do-mundo-genio-ou-mestre-do-marketing/
Damien Hirst
http://www.damienhirst.com/
O artista elege a morte como tema para representar e afirma
que sua intenção “é celebrar a vida e mandar a morte para o
inferno (…), pegando o símbolo máximo da morte e cobrindo-lo
com o símbolo máximo do desejo, luxúria e decadência?”.
The Physical Impossibility of Death in the Mind of Someone
Living
1991 .2170 x 5420 x 1800 mm | 85.5 x 213.4 x 70.9 in
Glass, painted steel, silicone, monofilament, shark and
formaldehyde solution
In His Infinite Wisdom 2003
2220 x 1760 x 740 mm | 87.4 x 69.3 x
29.1 in
Glass, painted aluminum, silicone,
acrylic, monofilament, calf and
formaldehyde solution
Formaldehyde
Love's Paradox (Surrender or Autonomy, Separateness as a
Precondition for Connection.)
2007
Two parts, each: 2280 x 1734 x 1734 mm | 89.8 x 68.3 x 68.3 in
Glass, steel, acrylic, cows and formaldehyde solution
Formaldehyde
Amylamine
1993
3353 x 2956 mm | 132 x 116.4 in | (4 inch spot)
Latex paint on canvas
Spot Paintings
The Unbearable Lightness of Being
2003
2438 x 1524 mm | 96 x 60 in
Butterflies and household gloss on canvas
Kaleidoscope Paintings
Music
1989
1372 x 1016 x 229 mm | 54 x 40 x 9 in
Glass, faced particleboard, ramin, plastic, aluminium and
pharmaceutical packaging
Medicine Cabinets
Danaus plexippus in Tagetes
2009 - 2010
914 x 1372 mm | 36 x 54 in
Oil on canvas
Fact Paintings
Glee Joy
1994
610 x 455 mm | 24 x 17.9 in
Oil on canvas
Visual Candy Paintings
Guto Lacaz é antes de tudo um mágico. Mágico ou mago?
Lida com as formas e, ao mesmo tempo, as formas lidam
com ele. Sei que é criador de sonhos. Tem a inocência terrível
dos gênios e dos anjos rebelados contra a rotina. Na Idade
Média causaria perplexidade aos doutores da Sorbonne e
conseguiria atravessar no bojo de seus inventos as fogueiras
da Inquisição. No Romantismo seria homem das barricadas ou
habitante de domínios sobrenaturais. Há nele curiosa simbiose
do misticismo com a ciência. Lida com os elementos com
a religiosidade de um alquimista e o espírito indagador da
mecânica quântica. Às vezes é o trovador do castelo perdido;
outras, o menino que inventa no fundo do quintal o alçapão para
caçar nuvens. Ludicamente leva a vida a sério. Sabe que somos
peças num jogo de xadrez e oferece um anel à mão que joga
com nossos destinos. Esse é o meu amigo Guto Lacaz.
Paulo Bomfim
http://www.gutolacaz.com.br/grafica/omemobjeto.html
Guto Lacaz
http://www.gutolacaz.com.br/artes/objetos.html
“A produção de Guto Lacaz transita entre o design gráfico, a
criação com objetos do cotidiano e a exploração das
possibilidades tecnológicas na arte, sempre tratados com
humor e ironia, Vários de seus trabalhos relacionam-se ao
universo da mídia e do consumo, como Óleo Maria à Procura
da Salada (1982), em que uma lata de óleo se desloca em uma
bandeja equipada com radares, ou Ono (1991), obra em
homenagem ao arquiteto Walter Ono, criada a partir de um
embalagem de sabão em pó.”
http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa8802/guto-lacaz
Artistas da década de 1980
Artistas da década de 1980
Artistas da década de 1980
Artistas da década de 1980
Artistas da década de 1980
Artistas da década de 1980
Artistas da década de 1980

Artistas da década de 1980

  • 1.
    Jeff Koons. Madein Heaven, 1989. Jeff Koons
  • 2.
    •Jeff Koons •a autoria- ele não põe as mãos nos trabalhos, ele possui um equipe encarregada do serviço; •a metalinguagem - ele usa da arte para falar da própria arte, principalmente quando entra na questão dos valores estéticos da cultura de massa. •inspiração no cotidiano - ele busca elementos do cotidiano das pessoas para questioná- los e discuti-los. •participação do público. - alguns de seus trabalhos só se formam com a presença do observador, chegando, às vezes, a ser o próprio observador. •espaços não convencionais - alguns de seus trabalhos foram realizados dentro da mídia, •mistura de personagem e artista - nos trabalhos ditos "pornográficos" ele era o artista que era o próprio personagem da obra. •novos critérios e valores de qualidade - questiona os paradigmas, os dogmas e os valores impostos pelo mercado de arte, através de uma sutil ironia (em relação aos padrões de beleza) presentes em seus trabalhos. Inflatable Flower and Bunny (Tall White, Pink Bunny) vinyl, mirrors 32 x 25 x 19 inches 81.3 x 63.5 x 48.3 cm © Jeff Koons 1979 - See more at: http://www.jeffkoons.com/artwork/inflatables/inflatable-flower-and-bunny-tall- white-pink-bunny#sthash.nmup0QhS.dpuf
  • 3.
    Jeff Koons. Madein Heaven, 1990. Jeff Koons. Made in Heaven, 1988. http://www.jeffkoons.com/artwork/inflatables
  • 6.
    Daniel Senise. Paisagemcom levitação Acrílica, pó de ferro e laca sobre cretone, 130 x 190 cm 1995
  • 7.
    Daniel Senise Nasceu em1955 no Rio de Janeiro. Em 1980, se formou em engenharia civil pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, tendo ingressado na Escola de Artes Visuais do Parque Lage no ano seguinte, onde participou de cursos livres até 1983. Foi aluno e professor na Escola de Artes Visuais do Parque Lage durante o período de 1986 a 1994. Sua carreira obteve destaque em 1985 ao expor na Grande Tela da 18° Bienal de São Paulo. Daniel Senise percorreu o mundo com algumas exposições individuais, como no Museum of Contemporary Art of Chicago em 1991 e no Museo de Arte Contemporáneo de Monterrey em 1994.
  • 8.
    3 caminos Verniz poliuretânicoe pó de ferro sobre tela e voile, 200 x 280 cm 1995
  • 9.
    Mãe e filho Acrílicae pó de ferro sobre tela e voile, 274 x 198 cm 1996
  • 10.
    J. Haydn Pó deferro e resina poliuretânica sobre tela, 193 x 167 cm 1996
  • 11.
    Sem título Acrílica, póde ferro e resina poliuretânica sobre tela, 200 x 150 cm 1996
  • 12.
    Sem título Esmalte sintéticoe objeto de ferro sobre tela e voile, 2x 110 x 110 cm 1998
  • 13.
    Cometa Acrílica e esmaltesintético sobre tela e voile, 2x 110 x 110 cm 1999
  • 14.
    Piscina 1 Medium acrílicoe resíduos sobre tecido em colagem sobre madeira, 185 x 290 cm 2003
  • 15.
    Sem título Medium acrílicoe resíduos sobre tecido em colagem sobre alumínio, 125 x 167 cm 2010
  • 16.
    Sem título Medium acrílicoe resíduos sobre tecido em colagem sobre alumínio, 244 x 244 cm 2011
  • 17.
    Gemäldegalerie Berlin Medium acrílicoe resíduos sobre tecido em colagem sobre alumínio, 150 x 400 cm 2014
  • 18.
    “Damien Hirst éconhecido como o “artista vivo mais bem cotado do mundo”. O seu trabalho ‘Pelo amor de Deus‘, um crânio humano com mais de oito mil diamantes incrustados, foi vendido por cem milhões de dólares, o maior valor pago por uma obra de um artista vivo até hoje (O Sunday Times estimou a fortuna do artista em 364 milhões de dólares após essa venda). Além disso, na exposição que o artista realizou em 2012 no Tate Museum, onde tinha um tubarão flutuando e animais cortados ao meio dentro de um tanque de formol, foi a individual mais visitada da história da galeria, com 460 mil espectadores.” http://misturaurbana.com/2014/09/damien-hirst-o-artista- mais-caro-do-mundo-genio-ou-mestre-do-marketing/ Damien Hirst http://www.damienhirst.com/
  • 19.
    O artista elegea morte como tema para representar e afirma que sua intenção “é celebrar a vida e mandar a morte para o inferno (…), pegando o símbolo máximo da morte e cobrindo-lo com o símbolo máximo do desejo, luxúria e decadência?”.
  • 20.
    The Physical Impossibilityof Death in the Mind of Someone Living 1991 .2170 x 5420 x 1800 mm | 85.5 x 213.4 x 70.9 in Glass, painted steel, silicone, monofilament, shark and formaldehyde solution
  • 21.
    In His InfiniteWisdom 2003 2220 x 1760 x 740 mm | 87.4 x 69.3 x 29.1 in Glass, painted aluminum, silicone, acrylic, monofilament, calf and formaldehyde solution Formaldehyde Love's Paradox (Surrender or Autonomy, Separateness as a Precondition for Connection.) 2007 Two parts, each: 2280 x 1734 x 1734 mm | 89.8 x 68.3 x 68.3 in Glass, steel, acrylic, cows and formaldehyde solution Formaldehyde
  • 22.
    Amylamine 1993 3353 x 2956mm | 132 x 116.4 in | (4 inch spot) Latex paint on canvas Spot Paintings
  • 23.
    The Unbearable Lightnessof Being 2003 2438 x 1524 mm | 96 x 60 in Butterflies and household gloss on canvas Kaleidoscope Paintings
  • 24.
    Music 1989 1372 x 1016x 229 mm | 54 x 40 x 9 in Glass, faced particleboard, ramin, plastic, aluminium and pharmaceutical packaging Medicine Cabinets
  • 25.
    Danaus plexippus inTagetes 2009 - 2010 914 x 1372 mm | 36 x 54 in Oil on canvas Fact Paintings
  • 26.
    Glee Joy 1994 610 x455 mm | 24 x 17.9 in Oil on canvas Visual Candy Paintings
  • 27.
    Guto Lacaz éantes de tudo um mágico. Mágico ou mago? Lida com as formas e, ao mesmo tempo, as formas lidam com ele. Sei que é criador de sonhos. Tem a inocência terrível dos gênios e dos anjos rebelados contra a rotina. Na Idade Média causaria perplexidade aos doutores da Sorbonne e conseguiria atravessar no bojo de seus inventos as fogueiras da Inquisição. No Romantismo seria homem das barricadas ou habitante de domínios sobrenaturais. Há nele curiosa simbiose do misticismo com a ciência. Lida com os elementos com a religiosidade de um alquimista e o espírito indagador da mecânica quântica. Às vezes é o trovador do castelo perdido; outras, o menino que inventa no fundo do quintal o alçapão para caçar nuvens. Ludicamente leva a vida a sério. Sabe que somos peças num jogo de xadrez e oferece um anel à mão que joga com nossos destinos. Esse é o meu amigo Guto Lacaz. Paulo Bomfim http://www.gutolacaz.com.br/grafica/omemobjeto.html Guto Lacaz
  • 28.
  • 31.
    “A produção deGuto Lacaz transita entre o design gráfico, a criação com objetos do cotidiano e a exploração das possibilidades tecnológicas na arte, sempre tratados com humor e ironia, Vários de seus trabalhos relacionam-se ao universo da mídia e do consumo, como Óleo Maria à Procura da Salada (1982), em que uma lata de óleo se desloca em uma bandeja equipada com radares, ou Ono (1991), obra em homenagem ao arquiteto Walter Ono, criada a partir de um embalagem de sabão em pó.” http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa8802/guto-lacaz