O documento discute a intersecção entre o passado e o presente na fotografia, destacando rituais sociais e a evolução das tecnologias de imagem. Ele também explora a obra de artistas como Cyro Almeida e Virginia de Medeiros, que utilizam selfies e fotopinturas para abordar temas de memória e identidade. A reflexão central é sobre como as imagens, ao serem manipuladas artisticamente, revelam a construção de uma memória coletiva e individual.